O documento descreve a história das charges no Brasil, especialmente durante a ditadura militar de 1964-1985. Chargistas como Jaguar, Ziraldo e Henfil usaram charges para criticar e resistir ao regime repressivo, publicando em jornais alternativos como O Pasquim. Após a redemocratização, novos nomes continuaram usando charges para criticar questões políticas e sociais de forma humorística.