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A CRÔNICA
A CRÔNICA
O que é crônica ??
 A crônica é uma forma textual no estilo de
narração que tem por base fatos que
acontecem em nosso cotidiano. Por este
motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor
interage com os acontecimentos e por muitas
vezes se identifica com as ações tomadas pelas
personagens.
 Produzida essencialmente para ser
veiculada na imprensa, seja nas páginas de
uma revista, seja nas páginas de um jornal ou
mesmo na rádio. Possui assim uma finalidade
utilitária e pré-determinada: agradar aos
leitores dentro de um espaço sempre igual e
com a mesma localização, criando-se assim, no
transcurso dos dias ou das semanas, uma
familiaridade entre o escritor e aqueles que o
leem.
Características
 A crônica é, primordialmente, um texto escri
to para ser publicado em jornais e revistas. As
sim o fato de ser publicada nesses meios já lhe
determina vida curta, pois à crônica de hoje se
guem-se muitas outras nas próximas edições.
 Geralmente, as crônicas apresentam linguag
em simples, espontânea, situada entre a lingu
agem oral e a literária. Isso contribui também
para que o leitor se identifique com o cronista,
que acaba se tornando o porta-voz daquele que
lê.
Vejamos de forma esquematizada as
características da crônica:
 Narração Curta
 Descreve fatos da vida cotidiana;
 Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/
ou irônico;
 Possui personagens comuns;
 Segue um tempo cronológico determinado;
 Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo
na fala das personagens;
 Linguagem simples.
A CRÔNICA
Uma Origem
História da Crônica
 A palavra crônica se origina do latim
Chronica e do grego Khrónos (tempo). O
significado principal neste tipo de texto é
precisamente o conceito de tempo, ou seja, é o
relato de um ou mais acontecimentos em um
determinado período. O número de
personagens é reduzido ou até podem não
haver personagens. É a narração do cotidiano
das pessoas de forma bem humorada, fazendo
com que se veja de uma forma diferente aquilo
que parece óbvio demais para ser observado
 O número de personagens é reduzido ou até
podem não haver personagens. É a narração
do cotidiano das pessoas de forma bem
humorada, fazendo com que se veja de uma
forma diferente aquilo que parece óbvio
demais para ser observado.
 Uma boa crônica é rica nos detalhes,
descritos pelo cronista de forma bem
particular, com originalidade.
 No século XIX, com o desenvolvimento da
imprensa, a crônica passou a fazer parte dos
jornais. Ela apareceu pela primeira em 1799 no
“ Journal de Débats ” publicado em Paris.
A CRÔNICA
Tipos de Crônica :
 Crônica Narrativo-Descritiva
 É quando uma crônica explora a caracterização
de seres, descrevendo-os. E, ao mesmo tempo most
ra fatos cotidianos ("banais", comuns) no qual pod
e ser narrado em 1ª ou na 3ª pessoa do singular. El
a é baseada em acontecimentos diários.
 Crônica Humorística
 Deve ter algo que chame a atenção do leitor assi
m como um pouco de humor. É sempre bom ter po
ucos personagens e apresentar tempo e espaços re
duzidos. A linguagem é próxima do informal. Visã
o irônica ou cômica de fatos apresentados
E ainda existe mais sete tipos de
crônicas.
 Crônica Descritiva
 Crônica Jornalística
 Crônica Dissertativa
 Crônica Lírica
 Crônica Poética
 Crônica Narrativa
 Crônica Histórica
A CRÔNICA
Exemplos :
 Crônica Narrativo-Descritiva
 Brinquedos
 Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar se
incendiara. E foi uma espécie de festa fantástica. O
fogo ia muito alto, o céu ficava todo rubro, voavam
chispas e labaredas pelo bairro todo. As crianças
queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam
com portas e janelas, fugiam para a rua, onde
brilhavam bombeiros entre jorros d’água. A eles não
interessava nada, peças de pano, cetins, cretones,
cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos
cavalinhos e bonecas, os trens e os palhaços, fechados,
sufocados, em suas grandes caixas.
 Brinquedos que jamais teriam possuído, sonho
apenas de infância, amor platônico.
 O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou
sendo um famoso galpão de cinzas.
 Felizmente, ninguém tinha morrido – diziam ao
redor. Como não tinha morrido ninguém? –
pensavam as crianças. Tinha morrido um mundo, e,
dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
 E começávamos a pressentir que viriam outros
incêndios. Em outras idades. De outros brinquedos.
Até que um dia também desaparecêssemos, sem
socorro, nós, brinquedos que somos, talvez, de anjos
distantes!
Crônica Humorística
 Nosso subconsciente trabalha na materialização
de nossas crenças. Ele não tem senso de humor.
Faz sempre o que acreditamos. Não falha. Dessa
forma, o fracasso não existe. Você foi sempre um
sucesso! Sua vida é obra sua. Você é responsável
por suas experiências. Mesmo aquelas que
parecem não depender de você foram atraídas por
sua forma de pensar.
 As coisas não vão bem? Só colhe infelicidade? É
hora de perceber como você consegue fazer isso.
Certamente não escolheu a atitude adequada para
obter bons resultados. Mudando essa atitude, tudo
se modificará.
 A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de
espírito eterno e aprenda a ser feliz. A felicidade é nosso
destino e só o bem é verdadeiro. Para nos ensinar isso, a
vida programa nossas experiências de acordo com
nossas necessidades. Através do resultado dessas
experiências conquistamos a sabedoria.
 Na queixa há sempre uma justificativa para
continuarmos a ser como somos, mas há também uma
auto-imagem negativa. Você pensa que não pode fazer
nada, que é incapaz e não merece. Conforma-se em ser
pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro
nos outros (“é feio pensar em você primeiro”). Acha que,
para você ter, outros terão que dar e perder. Como se
Deus fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria
que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente
depressivos e atraem infelicidade.
 Seu subconsciente obedece às mensagens que você
lhe envia. Você tem todo o poder de criar seu próprio
destino. Se deseja viver melhor, reconheça isso.
 Faça uma lista de suas crenças e até das frases que
costuma dizer. Se puser atenção e for sincera, logo vai
perceber quais as crenças que são responsáveis por sua
infelicidade. Não pense mais nelas. Esqueça-as.
Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais
pensará nelas e as alimentará.
 Trate de cultivar o oposto. Faça afirmações positivas
sempre usando o presente. Exemplo: “Eu sou feliz”,
“Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia
melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos
lugares onde você possa vê-las constantemente.
Repita-as várias vezes por dia.
 Mas não se esqueça de pôr emoção nelas,
acreditar realmente no que afirmar. Ignore
aquela vozinha que lhe diz que não vai
funcionar. Não custa nada experimentar.
 Lembre-se de que todos os problemas de sua
vida foram criados por você. Você foi, é e
sempre será um sucesso. Suas escolhas podem
ter dado um resultado diverso do que você
esperava, mas você conseguiu materializa-las.
Refletem o que você crê, e o que você crê seu
subconsciente materializa.. Pense nisso.
Referências Bibliográficas
 O que é crônica ?. Disponível em : ( http://m.brasilescola.uol.com.
br/redacao/cronica.htm ).Acesso em : 11 de novembro de 2017.
 Características da crônica. Disponível e, : (https://pt.wikipedia.or
g/wiki/Cr%C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em: 11 de novem
bro de 2017.
 História da crônica. Disponível em : (https://pt.wikipedia.org/wiki
/Cr%C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em : 11 de novembro d
e 2017.
 Tipos de crônica: Disponível em : (https://pt.wikipedia.org/wiki/Cr
%C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em : 11 de novembro de 2
017.
 Exemplos de crônica “ Brinquedos: Disponível em (http://ostomiac
erebral.blogspot.com.br/2013/05/a-pedidos-texto-narrativo-descrit
ivo.html).Acesso em 13 de novembro de 2017.
 Crônica Humorística: Disponível em (https://www.pensador.com/c
ronica_humoristica/ ) . Acesso em 13 de novembro de 2017.
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A CRÔNICA

  • 3. O que é crônica ??  A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano. Por este motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor interage com os acontecimentos e por muitas vezes se identifica com as ações tomadas pelas personagens.
  • 4.  Produzida essencialmente para ser veiculada na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas páginas de um jornal ou mesmo na rádio. Possui assim uma finalidade utilitária e pré-determinada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.
  • 5. Características  A crônica é, primordialmente, um texto escri to para ser publicado em jornais e revistas. As sim o fato de ser publicada nesses meios já lhe determina vida curta, pois à crônica de hoje se guem-se muitas outras nas próximas edições.  Geralmente, as crônicas apresentam linguag em simples, espontânea, situada entre a lingu agem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele que lê.
  • 6. Vejamos de forma esquematizada as características da crônica:  Narração Curta  Descreve fatos da vida cotidiana;  Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ ou irônico;  Possui personagens comuns;  Segue um tempo cronológico determinado;  Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;  Linguagem simples.
  • 9. História da Crônica  A palavra crônica se origina do latim Chronica e do grego Khrónos (tempo). O significado principal neste tipo de texto é precisamente o conceito de tempo, ou seja, é o relato de um ou mais acontecimentos em um determinado período. O número de personagens é reduzido ou até podem não haver personagens. É a narração do cotidiano das pessoas de forma bem humorada, fazendo com que se veja de uma forma diferente aquilo que parece óbvio demais para ser observado
  • 10.  O número de personagens é reduzido ou até podem não haver personagens. É a narração do cotidiano das pessoas de forma bem humorada, fazendo com que se veja de uma forma diferente aquilo que parece óbvio demais para ser observado.  Uma boa crônica é rica nos detalhes, descritos pelo cronista de forma bem particular, com originalidade.
  • 11.  No século XIX, com o desenvolvimento da imprensa, a crônica passou a fazer parte dos jornais. Ela apareceu pela primeira em 1799 no “ Journal de Débats ” publicado em Paris.
  • 13. Tipos de Crônica :  Crônica Narrativo-Descritiva  É quando uma crônica explora a caracterização de seres, descrevendo-os. E, ao mesmo tempo most ra fatos cotidianos ("banais", comuns) no qual pod e ser narrado em 1ª ou na 3ª pessoa do singular. El a é baseada em acontecimentos diários.  Crônica Humorística  Deve ter algo que chame a atenção do leitor assi m como um pouco de humor. É sempre bom ter po ucos personagens e apresentar tempo e espaços re duzidos. A linguagem é próxima do informal. Visã o irônica ou cômica de fatos apresentados
  • 14. E ainda existe mais sete tipos de crônicas.  Crônica Descritiva  Crônica Jornalística  Crônica Dissertativa  Crônica Lírica  Crônica Poética  Crônica Narrativa  Crônica Histórica
  • 16. Exemplos :  Crônica Narrativo-Descritiva  Brinquedos  Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar se incendiara. E foi uma espécie de festa fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo rubro, voavam chispas e labaredas pelo bairro todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas, fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre jorros d’água. A eles não interessava nada, peças de pano, cetins, cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos e bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados, em suas grandes caixas.
  • 17.  Brinquedos que jamais teriam possuído, sonho apenas de infância, amor platônico.  O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um famoso galpão de cinzas.  Felizmente, ninguém tinha morrido – diziam ao redor. Como não tinha morrido ninguém? – pensavam as crianças. Tinha morrido um mundo, e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali deixados.  E começávamos a pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos, sem socorro, nós, brinquedos que somos, talvez, de anjos distantes!
  • 18. Crônica Humorística  Nosso subconsciente trabalha na materialização de nossas crenças. Ele não tem senso de humor. Faz sempre o que acreditamos. Não falha. Dessa forma, o fracasso não existe. Você foi sempre um sucesso! Sua vida é obra sua. Você é responsável por suas experiências. Mesmo aquelas que parecem não depender de você foram atraídas por sua forma de pensar.  As coisas não vão bem? Só colhe infelicidade? É hora de perceber como você consegue fazer isso. Certamente não escolheu a atitude adequada para obter bons resultados. Mudando essa atitude, tudo se modificará.
  • 19.  A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de espírito eterno e aprenda a ser feliz. A felicidade é nosso destino e só o bem é verdadeiro. Para nos ensinar isso, a vida programa nossas experiências de acordo com nossas necessidades. Através do resultado dessas experiências conquistamos a sabedoria.  Na queixa há sempre uma justificativa para continuarmos a ser como somos, mas há também uma auto-imagem negativa. Você pensa que não pode fazer nada, que é incapaz e não merece. Conforma-se em ser pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro nos outros (“é feio pensar em você primeiro”). Acha que, para você ter, outros terão que dar e perder. Como se Deus fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente depressivos e atraem infelicidade.
  • 20.  Seu subconsciente obedece às mensagens que você lhe envia. Você tem todo o poder de criar seu próprio destino. Se deseja viver melhor, reconheça isso.  Faça uma lista de suas crenças e até das frases que costuma dizer. Se puser atenção e for sincera, logo vai perceber quais as crenças que são responsáveis por sua infelicidade. Não pense mais nelas. Esqueça-as. Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais pensará nelas e as alimentará.  Trate de cultivar o oposto. Faça afirmações positivas sempre usando o presente. Exemplo: “Eu sou feliz”, “Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos lugares onde você possa vê-las constantemente. Repita-as várias vezes por dia.
  • 21.  Mas não se esqueça de pôr emoção nelas, acreditar realmente no que afirmar. Ignore aquela vozinha que lhe diz que não vai funcionar. Não custa nada experimentar.  Lembre-se de que todos os problemas de sua vida foram criados por você. Você foi, é e sempre será um sucesso. Suas escolhas podem ter dado um resultado diverso do que você esperava, mas você conseguiu materializa-las. Refletem o que você crê, e o que você crê seu subconsciente materializa.. Pense nisso.
  • 22. Referências Bibliográficas  O que é crônica ?. Disponível em : ( http://m.brasilescola.uol.com. br/redacao/cronica.htm ).Acesso em : 11 de novembro de 2017.  Características da crônica. Disponível e, : (https://pt.wikipedia.or g/wiki/Cr%C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em: 11 de novem bro de 2017.  História da crônica. Disponível em : (https://pt.wikipedia.org/wiki /Cr%C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em : 11 de novembro d e 2017.  Tipos de crônica: Disponível em : (https://pt.wikipedia.org/wiki/Cr %C3%B4nica_(g%C3%AAnero). Acesso em : 11 de novembro de 2 017.  Exemplos de crônica “ Brinquedos: Disponível em (http://ostomiac erebral.blogspot.com.br/2013/05/a-pedidos-texto-narrativo-descrit ivo.html).Acesso em 13 de novembro de 2017.  Crônica Humorística: Disponível em (https://www.pensador.com/c ronica_humoristica/ ) . Acesso em 13 de novembro de 2017.