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GÊNERO TEXTUAL LENDA :"O Negrinho do Pastoreio"
Profa. Jociane Araujo Peres da Luz
Ano 7º ano
Tempo estimado Cinco aulas
Objetivos
Analisar o foco narrativo presente no texto "O Negrinho do Pastoreio" e relacioná-lo às pessoas do discurso;
Perceber os elementos envolvidos na narrativa - foco narrativo, personagens, tempo, espaço;
Realizar a modificação da pessoa do discurso e alteração da conjugação verbal;
Conteúdos
Foco Narrativo;
Conjugação Verbal;
Material necessário
Texto "O Negrinho do Pastoreio" In: PRIETO, H. Lá vem História: Contos do Folclore Mundial. São Paulo, Cia das
Letrinhas, 1997.
Desenvolvimento
1ª etapa
Ler para os alunos a lenda "O Negrinho do Pastoreio".
O Negrinho do Pastoreio
Na época da escravidão, vivia no Sul do Brasil um meigo menino negro. Seus pais tinham sido vendidos para uma
fazenda e ele para outra, portanto ele cresceu sozinho, trabalhando nos pastos do patrão. Ninguém sabia o nome
que os pais havia lhe dado e, como ele cuidava muito bem dos animais do pasto, todos o chamavam de Negrinho
do Pastoreio.
Negrinho montava com tanta habilidade que alguns diziam que na verdade ele era filho de um saci. Mas o menino
não gostava disso. Ele era muito amigo do padre da fazenda e acreditava piamente na bondade de Nossa
Senhora, que considerava sua protetora.
Certa noite, um garanhão que estava sob os cuidados dele desapareceu pelos pastos. Temendo ser castigado pelo
dono da fazenda, Negrinho saiu na escuridão levando apenas uma vela e rezando para que Nossa Senhora o
ajudasse. Suas súplicas foram atendidas. Quando já não aguentava mais andar, o menino viu pingos que caíram
de sua vela se transformar numa linda fogueira e iluminar todo o campo. Ele sorriu, maravilhado. Assobiou
chamando o animal, e o cavalo se aproximou lentamente, permitindo que Negrinho lhe pusesse as rédeas.
Acontece que, no dia seguinte, o cavalo escapuliu mais uma vez. O dono das terras, impiedoso, simplesmente
decretou a morte de Negrinho, como se fazia com os escravos que falhavam ao cumprimento de suas obrigações.
Ordenou ao capataz que o levasse a um imenso formigueiro e lá o abandonasse, todo amarrado para que não
pudesse fugir. Depois de ter obedecido à ordem do patrão, o capataz chorava de tanta tristeza, pois não
conseguia se conformar em ter aplicado um castigo horrível daqueles no menino.
Na manhã seguinte, decidiu que salvaria o menino mesmo que tivesse que morrer junto com ele. Correu até o
local onde o havia deixado, certo de iria encontrá-lo bastante ferido. Mas qual não foi sua surpresa ao chegar:
Negrinho estava de pé ao lado do cavalo, cercado por uma belíssima luz dourada e sem uma picada sequer. Olhou
bem no fundo dos olhos do capataz e disse:
- Agora vou partir. Obrigado por sua generosidade. Sei que seu coração é bom. E, sempre que você perder alguma
coisa chame por mim e, em companhia de Nossa Senhora, minha mãe querida, eu o ajudarei a encontrá-la. Diga
isso a todas as crianças. Principalmente às que são distraídas. Eu serei o seu eterno protetor.
Nesse instante, um bando de passarinhos o rodeou e o levaram para longe. E até hoje, naquela região, as pessoas
que perderam objetos acendem velas para que o Negrinho as ajude a recuperá-los, dizendo:
- Negrinho do Pastoreio, leve esta luz a Nossa Senhora, encontre para mim tudo o que já perdi.
(História do folclore brasileiro)
PRIETO, H. Lá vem História: Contos do Folclore Mundial. São Paulo, Cia das Letrinhas, 1997.
Pergunte aos discentes se já conheciam a história do Negrinho do Pastoreio. Caso conheçam, pergunte qual a
fonte desse conhecimento. Questione se gostaram da história. Ouça-os.
Após essa introdução, mencione a escravidão negra no Brasil e assinale a importância dos negros na constituição
da cultura de nosso país. Explique-lhes o eixo das próximas aulas: o foco narrativo e os ajustes que ele exige do
texto.
Analise com a turma como a narrativa foi construída. Pergunte a eles quem conta a história.
Caso não consigam dizer com precisão, leve-os a refletir sobre os mecanismos linguísticos. Pergunte se quem
conta a história é o Negrinho do Pastoreio. Indague-os a razão da possível resposta negativa. Caso algum aluno
assinale a presença do ele, reforce-a.
2ª etapa
Insista que, ao falar sobre o outro, nós usamos os pronomes da 3ª pessoa. Em seguida, proponha aos estudantes
a reescrita do conto, substituindo a terceira pessoa e a primeira pessoa, nos discursos diretos, pela presença do
"nós". Dessa forma, o narrador será uma voz coletiva - os negrinhos do pastoreio. Antes de iniciar, discuta com os
alunos o significado da primeira pessoa do plural, que inclui o eu e o outro. Diga-lhes, também, que alterem os
verbos conforme a necessidade do texto, que o texto precisa que as conjugações verbais devem ser coerentes
com o tempo da narrativa e da pessoa do discurso.
Construa coletivamente, no quadro, o primeiro parágrafo, pedindo que os alunos ditem o texto. Faça, com eles,
os ajustes necessários - conjugações verbais e pronomes.
O início poderá ficar assim:
Na época da escravidão, vivíamos no Sul do Brasil. Éramos meninos negros. Nossos pais tinham sido vendidos para
uma fazenda, e nós para outra, portanto crescemos sozinhos, trabalhando nos pastos do patrão.
3ª etapa
Proponha aos alunos que, em dupla, continuem a reescrita da lenda com a mudança do foco narrativo. Peça que
cada dupla reescreva dois parágrafos. Divida o texto de modo que duas duplas reescrevam os mesmos
parágrafos. Terminada a atividade, peça que os alunos se juntem com os colegas que estão com o mesmo trecho
do texto, leiam os trabalhos conjuntamente e comparem com o que fizeram.
4ª etapa
Reúna os trabalhos da turma e proponha a leitura de todo a lenda com as mudanças realizadas. Peça que cada
grupo leia um parágrafo e faça as observações necessárias.
5ª etapa
Retome a sistematização dos verbos. Peça que os alunos levem para a classe a folha sobre Verbos dada pela
professora e faça junto com eles a leitura e a análise dos tópicos referentes a eles. Isso é interessante, pois muitas
vezes fazemos uso da língua, mas nos esquecemos das implicações subjacentes a ela. Permitir aos alunos esse
exercício é uma maneira de instigar o interesse pela língua que falamos.
Avaliação
Como atividade avaliativa, proponha aos alunos que trabalhem em duplas e refaçam a lenda com as devidas
alterações propostas em aula.

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Aula Gênero Textual Lenda

  • 1. GÊNERO TEXTUAL LENDA :"O Negrinho do Pastoreio" Profa. Jociane Araujo Peres da Luz Ano 7º ano Tempo estimado Cinco aulas Objetivos Analisar o foco narrativo presente no texto "O Negrinho do Pastoreio" e relacioná-lo às pessoas do discurso; Perceber os elementos envolvidos na narrativa - foco narrativo, personagens, tempo, espaço; Realizar a modificação da pessoa do discurso e alteração da conjugação verbal; Conteúdos Foco Narrativo; Conjugação Verbal; Material necessário Texto "O Negrinho do Pastoreio" In: PRIETO, H. Lá vem História: Contos do Folclore Mundial. São Paulo, Cia das Letrinhas, 1997. Desenvolvimento 1ª etapa Ler para os alunos a lenda "O Negrinho do Pastoreio". O Negrinho do Pastoreio Na época da escravidão, vivia no Sul do Brasil um meigo menino negro. Seus pais tinham sido vendidos para uma fazenda e ele para outra, portanto ele cresceu sozinho, trabalhando nos pastos do patrão. Ninguém sabia o nome que os pais havia lhe dado e, como ele cuidava muito bem dos animais do pasto, todos o chamavam de Negrinho do Pastoreio. Negrinho montava com tanta habilidade que alguns diziam que na verdade ele era filho de um saci. Mas o menino não gostava disso. Ele era muito amigo do padre da fazenda e acreditava piamente na bondade de Nossa Senhora, que considerava sua protetora. Certa noite, um garanhão que estava sob os cuidados dele desapareceu pelos pastos. Temendo ser castigado pelo dono da fazenda, Negrinho saiu na escuridão levando apenas uma vela e rezando para que Nossa Senhora o ajudasse. Suas súplicas foram atendidas. Quando já não aguentava mais andar, o menino viu pingos que caíram de sua vela se transformar numa linda fogueira e iluminar todo o campo. Ele sorriu, maravilhado. Assobiou chamando o animal, e o cavalo se aproximou lentamente, permitindo que Negrinho lhe pusesse as rédeas. Acontece que, no dia seguinte, o cavalo escapuliu mais uma vez. O dono das terras, impiedoso, simplesmente
  • 2. decretou a morte de Negrinho, como se fazia com os escravos que falhavam ao cumprimento de suas obrigações. Ordenou ao capataz que o levasse a um imenso formigueiro e lá o abandonasse, todo amarrado para que não pudesse fugir. Depois de ter obedecido à ordem do patrão, o capataz chorava de tanta tristeza, pois não conseguia se conformar em ter aplicado um castigo horrível daqueles no menino. Na manhã seguinte, decidiu que salvaria o menino mesmo que tivesse que morrer junto com ele. Correu até o local onde o havia deixado, certo de iria encontrá-lo bastante ferido. Mas qual não foi sua surpresa ao chegar: Negrinho estava de pé ao lado do cavalo, cercado por uma belíssima luz dourada e sem uma picada sequer. Olhou bem no fundo dos olhos do capataz e disse: - Agora vou partir. Obrigado por sua generosidade. Sei que seu coração é bom. E, sempre que você perder alguma coisa chame por mim e, em companhia de Nossa Senhora, minha mãe querida, eu o ajudarei a encontrá-la. Diga isso a todas as crianças. Principalmente às que são distraídas. Eu serei o seu eterno protetor. Nesse instante, um bando de passarinhos o rodeou e o levaram para longe. E até hoje, naquela região, as pessoas que perderam objetos acendem velas para que o Negrinho as ajude a recuperá-los, dizendo: - Negrinho do Pastoreio, leve esta luz a Nossa Senhora, encontre para mim tudo o que já perdi. (História do folclore brasileiro) PRIETO, H. Lá vem História: Contos do Folclore Mundial. São Paulo, Cia das Letrinhas, 1997. Pergunte aos discentes se já conheciam a história do Negrinho do Pastoreio. Caso conheçam, pergunte qual a fonte desse conhecimento. Questione se gostaram da história. Ouça-os. Após essa introdução, mencione a escravidão negra no Brasil e assinale a importância dos negros na constituição da cultura de nosso país. Explique-lhes o eixo das próximas aulas: o foco narrativo e os ajustes que ele exige do texto. Analise com a turma como a narrativa foi construída. Pergunte a eles quem conta a história. Caso não consigam dizer com precisão, leve-os a refletir sobre os mecanismos linguísticos. Pergunte se quem conta a história é o Negrinho do Pastoreio. Indague-os a razão da possível resposta negativa. Caso algum aluno assinale a presença do ele, reforce-a. 2ª etapa Insista que, ao falar sobre o outro, nós usamos os pronomes da 3ª pessoa. Em seguida, proponha aos estudantes a reescrita do conto, substituindo a terceira pessoa e a primeira pessoa, nos discursos diretos, pela presença do "nós". Dessa forma, o narrador será uma voz coletiva - os negrinhos do pastoreio. Antes de iniciar, discuta com os alunos o significado da primeira pessoa do plural, que inclui o eu e o outro. Diga-lhes, também, que alterem os verbos conforme a necessidade do texto, que o texto precisa que as conjugações verbais devem ser coerentes com o tempo da narrativa e da pessoa do discurso. Construa coletivamente, no quadro, o primeiro parágrafo, pedindo que os alunos ditem o texto. Faça, com eles, os ajustes necessários - conjugações verbais e pronomes. O início poderá ficar assim:
  • 3. Na época da escravidão, vivíamos no Sul do Brasil. Éramos meninos negros. Nossos pais tinham sido vendidos para uma fazenda, e nós para outra, portanto crescemos sozinhos, trabalhando nos pastos do patrão. 3ª etapa Proponha aos alunos que, em dupla, continuem a reescrita da lenda com a mudança do foco narrativo. Peça que cada dupla reescreva dois parágrafos. Divida o texto de modo que duas duplas reescrevam os mesmos parágrafos. Terminada a atividade, peça que os alunos se juntem com os colegas que estão com o mesmo trecho do texto, leiam os trabalhos conjuntamente e comparem com o que fizeram. 4ª etapa Reúna os trabalhos da turma e proponha a leitura de todo a lenda com as mudanças realizadas. Peça que cada grupo leia um parágrafo e faça as observações necessárias. 5ª etapa Retome a sistematização dos verbos. Peça que os alunos levem para a classe a folha sobre Verbos dada pela professora e faça junto com eles a leitura e a análise dos tópicos referentes a eles. Isso é interessante, pois muitas vezes fazemos uso da língua, mas nos esquecemos das implicações subjacentes a ela. Permitir aos alunos esse exercício é uma maneira de instigar o interesse pela língua que falamos. Avaliação Como atividade avaliativa, proponha aos alunos que trabalhem em duplas e refaçam a lenda com as devidas alterações propostas em aula.