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Manchete ou Título Principal
Título Auxiliar
Lide
Corpo da Notícia
Notícia – É o gênero básico do jornalismo, em que se
relata um fato do cotidiano considerado relevante, mas
sem opinião. É um gênero genuinamente informativo,
em que, em princípio, o repórter não se posiciona, pois o
que vale é o fato. (BALTAR, 2004, p. 133)
Trata-se de um texto bastante recorrente nos meios
de comunicação de uma forma geral, seja impressa em
jornais ou revistas, divulgada pela Internet ou retratada
pela televisão.
Por meio das notícias as pessoas conhecem o mundo
que as cerca, têm contato com ele, percebem sua
dimensão central na vida contemporânea, conforme os
interesses ideológicos de seus produtores. Por isso, há a
preocupação em não transformar a notícia em mero
espetáculo, mas sim num veículo de persuasão e
convencimento, muitas vezes, de forma bem subjetiva.
Em virtude de a notícia compor a categoria louvada
pelo ambiente jornalístico, caracteriza-se como uma
narrativa técnica. Tal atribuição está condicionada
principalmente à natureza linguística que, via de regra,
revela traços de intensa subjetividade, ou seja, a
imparcialidade neste âmbito é a palavra de ordem.
Assim sendo, como a notícia pauta-se por relatar fatos
condicionados ao interesse do público em geral, a
linguagem necessariamente deverá ser clara, objetiva e
precisa, isentando-se de quaisquer possibilidades que
porventura tenderem a ocasionar múltiplas interpretações
por parte do receptor.
Manchete ou título principal – Geralmente apresenta-se grafado
de forma bem evidente, com vistas a despertar a atenção do leitor.
Título auxiliar – Funciona como um complemento do principal,
acrescentando-lhe algumas informações, de modo a torná-lo ainda
mais atrativo.
Lide (do inglês lead) - Corresponde ao primeiro parágrafo, e
normalmente sintetiza os traços peculiares condizentes ao fato,
procurando se ater aos traços básicos relacionados às seguintes
indagações: Quem? Onde? O que? Como? Quando? Por quê?
Corpo da notícia – Relaciona-se à informação propriamente dita,
procedendo à exposição de uma forma mais detalhada no que se
refere aos acontecimentos mencionados.
TÍTULOS: A característica mais comum aos títulos da imprensa é o seu destaque em
relação à notícia. Na mídia impressa posicionam-se logo acima das respectivas notícias,
na maioria dos casos.
A característica mais comum aos títulos da imprensa é o seu destaque em relação à
notícia. Na mídia impressa posicionam-se logo acima das respectivas notícias, na
maioria dos casos.
O título é o elemento desencadeador do processo de compreensão das notícias, ativando
e criando no leitor expectativas sobre o que está sendo relatado, provocando-o a
prosseguir a leitura de determinada matéria. Nem sempre o mais importante é o dado
mais interessante. Há casos em que a titulação dribla a regra: é comum ver títulos com
conteúdos de menor relevância. São chamados “títulos tangenciais”. Estão mais
presentes em jornais populares, onde os detalhes, às vezes, chamam mais atenção do
que o fato em si.
Marca a pertinência da matéria segundo quem a publica: quanto mais importante a
notícia, mais destacado será seu título. Auxiliam no desenho estético do jornal,
somando-se aos demais elementos: textos, fotos, gráficos, anúncios etc.
Ante título: frase colocada acima do título. Sua função é
complementar a informação do título, antecipando ao leitor dados
que serão postos no lide e no corpo da matéria.
Subtítulo: frase colocada abaixo do título, com as mesmas características do
antetítulo.
Olho: tem as mesmas funções e apresentação do subtítulo, embora seja um pouco
mais extenso, sendo posto em mais de uma linha; também pode significar um
destaque (com letras maiores) de uma frase importante ou interessante que está no
interior damatéria ou artigo de opinião.
Intertítulo: também chamado entretítulo, é um subtítulo colocado a certa altura da
matéria, como forma de arejar o texto e antecipar alguma informação relevante que
está posta em seguida. Costuma ser sucinto, não raro reduzido a uma só palavra.
Manchete: título principal, no alto da página e em toda sua extensão horizontal.
Lide ou lead É a abertura do texto da notícia ou da reportagem. O lead apresenta
“sucintamente o assunto ou destaca o fato essencial, o clímax da história”. O chamado
lide integral é o mais comum na imprensa brasileira. Responde a perguntas básicas
(quem – o que – quando – onde – como – por que) e está concentrado no primeiro
parágrafo ou nos dois parágrafos iniciais da notícia. Esse tipo de lide orienta a leitura,
pois os parágrafos podem funcionar como desdobramento das informações contidas
nos parágrafos introdutórios.
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capacidade de síntese: poucas palavras, informações contundentes;
frase na ordem direta: (sujeito+verbo+complemento). A ordem indireta é possível, mas
diminui o impacto da informação;
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mais “visíveis” aos olhos do leitor. Concretude dos substantivos também procura
concisão;
tempo presente: reveste a informação de atualidade, mesmo sabendo-se que o fato já
é passado;
títulos de primeira página e de páginas internas: os de primeira página costumam
ser mais concisos e provocativos, para chamar a atenção do leitor, enquanto os das
páginas internas são mais explicativos.
BALTAR, Marcos. Competência discursiva e gêneros textuais: uma
experiência
com o jornal de sala de aula. Caxias do Sul, RS: Educs, 2004.
http://www.portugues.com.br/redacao/anoticiaumgenerotextualcunhojornali
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Slide Gênero Textual Notícia

  • 1. Manchete ou Título Principal Título Auxiliar Lide Corpo da Notícia
  • 2. Notícia – É o gênero básico do jornalismo, em que se relata um fato do cotidiano considerado relevante, mas sem opinião. É um gênero genuinamente informativo, em que, em princípio, o repórter não se posiciona, pois o que vale é o fato. (BALTAR, 2004, p. 133)
  • 3. Trata-se de um texto bastante recorrente nos meios de comunicação de uma forma geral, seja impressa em jornais ou revistas, divulgada pela Internet ou retratada pela televisão. Por meio das notícias as pessoas conhecem o mundo que as cerca, têm contato com ele, percebem sua dimensão central na vida contemporânea, conforme os interesses ideológicos de seus produtores. Por isso, há a preocupação em não transformar a notícia em mero espetáculo, mas sim num veículo de persuasão e convencimento, muitas vezes, de forma bem subjetiva.
  • 4. Em virtude de a notícia compor a categoria louvada pelo ambiente jornalístico, caracteriza-se como uma narrativa técnica. Tal atribuição está condicionada principalmente à natureza linguística que, via de regra, revela traços de intensa subjetividade, ou seja, a imparcialidade neste âmbito é a palavra de ordem. Assim sendo, como a notícia pauta-se por relatar fatos condicionados ao interesse do público em geral, a linguagem necessariamente deverá ser clara, objetiva e precisa, isentando-se de quaisquer possibilidades que porventura tenderem a ocasionar múltiplas interpretações por parte do receptor.
  • 5. Manchete ou título principal – Geralmente apresenta-se grafado de forma bem evidente, com vistas a despertar a atenção do leitor. Título auxiliar – Funciona como um complemento do principal, acrescentando-lhe algumas informações, de modo a torná-lo ainda mais atrativo. Lide (do inglês lead) - Corresponde ao primeiro parágrafo, e normalmente sintetiza os traços peculiares condizentes ao fato, procurando se ater aos traços básicos relacionados às seguintes indagações: Quem? Onde? O que? Como? Quando? Por quê? Corpo da notícia – Relaciona-se à informação propriamente dita, procedendo à exposição de uma forma mais detalhada no que se refere aos acontecimentos mencionados.
  • 6. TÍTULOS: A característica mais comum aos títulos da imprensa é o seu destaque em relação à notícia. Na mídia impressa posicionam-se logo acima das respectivas notícias, na maioria dos casos. A característica mais comum aos títulos da imprensa é o seu destaque em relação à notícia. Na mídia impressa posicionam-se logo acima das respectivas notícias, na maioria dos casos. O título é o elemento desencadeador do processo de compreensão das notícias, ativando e criando no leitor expectativas sobre o que está sendo relatado, provocando-o a prosseguir a leitura de determinada matéria. Nem sempre o mais importante é o dado mais interessante. Há casos em que a titulação dribla a regra: é comum ver títulos com conteúdos de menor relevância. São chamados “títulos tangenciais”. Estão mais presentes em jornais populares, onde os detalhes, às vezes, chamam mais atenção do que o fato em si. Marca a pertinência da matéria segundo quem a publica: quanto mais importante a notícia, mais destacado será seu título. Auxiliam no desenho estético do jornal, somando-se aos demais elementos: textos, fotos, gráficos, anúncios etc.
  • 7. Ante título: frase colocada acima do título. Sua função é complementar a informação do título, antecipando ao leitor dados que serão postos no lide e no corpo da matéria.
  • 8. Subtítulo: frase colocada abaixo do título, com as mesmas características do antetítulo.
  • 9. Olho: tem as mesmas funções e apresentação do subtítulo, embora seja um pouco mais extenso, sendo posto em mais de uma linha; também pode significar um destaque (com letras maiores) de uma frase importante ou interessante que está no interior damatéria ou artigo de opinião.
  • 10. Intertítulo: também chamado entretítulo, é um subtítulo colocado a certa altura da matéria, como forma de arejar o texto e antecipar alguma informação relevante que está posta em seguida. Costuma ser sucinto, não raro reduzido a uma só palavra. Manchete: título principal, no alto da página e em toda sua extensão horizontal.
  • 11. Lide ou lead É a abertura do texto da notícia ou da reportagem. O lead apresenta “sucintamente o assunto ou destaca o fato essencial, o clímax da história”. O chamado lide integral é o mais comum na imprensa brasileira. Responde a perguntas básicas (quem – o que – quando – onde – como – por que) e está concentrado no primeiro parágrafo ou nos dois parágrafos iniciais da notícia. Esse tipo de lide orienta a leitura, pois os parágrafos podem funcionar como desdobramento das informações contidas nos parágrafos introdutórios. Características do título: capacidade de síntese: poucas palavras, informações contundentes; frase na ordem direta: (sujeito+verbo+complemento). A ordem indireta é possível, mas diminui o impacto da informação; predominância de substantivos: substantivos tendem a tornar os fatos concretos, mais “visíveis” aos olhos do leitor. Concretude dos substantivos também procura concisão; tempo presente: reveste a informação de atualidade, mesmo sabendo-se que o fato já é passado; títulos de primeira página e de páginas internas: os de primeira página costumam ser mais concisos e provocativos, para chamar a atenção do leitor, enquanto os das páginas internas são mais explicativos.
  • 12. BALTAR, Marcos. Competência discursiva e gêneros textuais: uma experiência com o jornal de sala de aula. Caxias do Sul, RS: Educs, 2004. http://www.portugues.com.br/redacao/anoticiaumgenerotextualcunhojornali stico.html http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2002-6.pdf http://www.espacoacademico.kit.net/ling_escrita.pdf