O autor reflete sobre a coragem de expressar verdades reprimidas e critica a mediocridade da vontade popular, comparando o povo à prostituta que se vende facilmente, incapaz de agir com racionalidade. Ele menciona a história bíblica de Oséias como uma parábola do amor divino e discute como a massa, ao contrário dos indivíduos, pode ser manipulada facilmente por falsos profetas e imagens sedutoras. Por fim, expressa seu medo de que a vitória do gosto popular possa resultar na perda de suas preferências pessoais e artísticas.