D e lo itte
                                            AGEMAR
      FINANCIAL ANALYSIS DEPARTMENT



              Hotel Golden Dolphin
                     Cabo-PE
                                      • Transporte Marítimo

                                      • Operações Portuárias

                                      • Postos de combustíveis

                                      • Locação de containers

                                      • Locação de máquinas &
                                        equipamentos


                   Setembro de 2012
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                          ÍNDICE                 PÁG

                        Introdução               03
               Panorama Macroeconômico           05
                 Mercado e Concorrência          30
               Breve Descrição da Empresa        58
              Análise retrospectiva Financeira   66
                         O Projeto               79
                  Premissas e Projeções          93
                     Taxa de Desconto            109
                   Resultado do Estudo           118
                          Anexos                 120


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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                                            Introdução

   Objetivo
     O presente relatório tem como objetivo mostrar o estudo de viabilidade econômico-financeira da
     implantação do Hotel Golden Dolphin, da Agemar Transportes e Empreendimentos Ltda. situada na
     Rodovia PE-60 Km 03, no município do Cabo de Santo Agostinho/PE, com intuito de pleitear
     financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES

   Considerações Gerais
    Este relatório descreve, primeiramente, o cenário macroeconômico, os aspectos mercadológicos, as
    características organizacionais e técnico-operacionais do projeto, a estrutura de capital do
    empreendimento, orçamentos e cronograma de investimento.

    A seguir, descrevemos um resumo das principais variáveis macroeconômicas no qual se desenvolve o
    projeto analisado, assim como uma analise do seu mercado de atuação. Posteriormente uma breve
    descrição da empresa e do projeto, seguido por um detalhe das premissas utilizadas e projeções.

    Finalmente, apresentamos os principais indicadores de viabilidade do projeto. Estes indicadores foram
    calculados sobre a perspectiva do Fluxo de Caixa do Acionista os quais são suficientes para
    diagnosticar a viabilidade do negócio, principalmente, quando comparados aos retornos mínimos
    sobre os investimentos exigidos pelos acionistas.


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                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                       Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional

      A economia mundial atravessa um período de transformação, acarretado principalmente pela crise
      financeira internacional. A quebra sucessiva de bancos, o aumento da taxa de desemprego e a
      contração da liquidez nas economias ricas criaram instabilidade no mundo inteiro. Após uma fase de
      turbulência, retorna-se gradativamente à trajetória de crescimento equilibrado e de aumento nos
      fluxos comercial e de capital.

      O Fundo Monetário Internacional – FMI havia ajustado a sua projeção de crescimento da economia
      mundial para 2009, de 1,75% (em novembro de 2008) para 0,5% (em janeiro de 2009). Um ano depois,
      as estimativas declinaram para - 0,8%, a mais baixa taxa registrada desde 1945, sendo que os
      prognósticos de queda das atividades econômicas em 2009 são mais acentuados do que o esperado,
      principalmente nos países desenvolvidos (-3,2%, em média) e, isoladamente, na Rússia (-9,0%).

      No relatório Perspectivas para a Economia Mundial, divulgado em janeiro de 2009, o FMI ressalta que a
      recuperação econômica mundial está ocorrendo de modo mais intenso do que o esperado, mas de
      forma desigual, e recomenda que os governos mantenham as medidas de estímulo à economia
      enquanto a situação não estiver definitivamente estabilizada. Pelo menos em termos percentuais, o
      crescimento econômico, verificado nos países emergentes e naqueles em desenvolvimento, vem se
      mostrando mais elevado nos últimos anos do que os observados nos países desenvolvidos.



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                                                                     Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional (continuação)

      Também o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos (Suíça), destacou que a recuperação global
      ainda é muito frágil para que sejam suspensos os programas de estímulos. Além disso, defendeu a
      necessidade crescente dos países regularem com mais rigidez o sistema bancário, com o objetivo de
      evitar outro colapso financeiro.
      As perspectivas em relação à
      atividade econômica mundial
      são de recuperação gradual.
      Um indicador de grande
      relevância, que demonstra o
      nível    de    atividade   da
      economia é a Corrente de
      Comércio. Segundo dados da
      Organização     Mundial    de
      Comércio – OMC, referentes
      ao primeiro semestre de 2009,
      a China superou a Alemanha e
      os EUA, no volume de
      negócios, e ajudou a reverter
      a queda no comércio mundial.

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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional (continuação)

      Uma das heranças deixadas pela crise foi transformar o país asiático no maior exportador do mundo,
      superando a Alemanha, líder desde 2003, e ultrapassando os EUA, que era o principal fornecedor de
      mercadorias à Europa.

      As exportações brasileiras vêm apresentando, desde 2003, uma taxa de crescimento superior a das
      importações mundiais, resultando num aumento da participação do País no comércio mundial.

      A partir de 2007, com o aquecimento do mercado interno, observa-se uma diminuição no saldo
      positivo da balança comercial. O gráfico a seguir mostra o significativo incremento dos saldos da
      balança comercial (cerca de 350%) ocorrido entre 2002 e 2006, conforme divulgado pelo Ministério
      do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC.

      Em 2007, a valorização do real em relação ao dólar e o aquecimento do mercado doméstico e das
      importações influenciaram sobremaneira a diminuição do saldo. Em 2008, a crise financeira
      internacional contribuiu para uma redução ainda mais acentuada.




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                                                      Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional (continuação)




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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional (continuação)

      A projeção do saldo comercial do mercado interno é de equilíbrio com o mercado externo. O fim da
      recessão principalmente nos países da zona do euro e EUA e o contínuo aquecimento da demanda
      interna projetam um animador aumento da corrente de comércio, que registrou em 2009 a única
      queda dos últimos sete anos (-26,54%).

      Segundo os dados divulgados pelo MDIC, em 2009 a China consolidou-se como a principal parceira
      comercial do País, com um volume de negócios de US$ 36,1 bilhões. O país asiático superou os
      Estados Unidos, importando principalmente soja e minério de ferro.

      Existem, porém, pontos condicionantes à recuperação econômica internacional. A elevação dos
      déficits públicos e a emergência de uma crise de pagamento em países da zona do Euro são fatores
      de instabilidade. Outra grande preocupação é a volatilidade do preço do petróleo. Conforme se
      pode observar no gráfico 1.2, de 2002 a 2006, as cotações do petróleo apresentaram majoração,
      registrando um valor mínimo de US$ 18,17, em 18/01/2002, e máximo de US$ 78,26, em
      09/08/2006, declinando posteriormente até o final daquele ano.

      Entretanto, contrariando, as previsões dos analistas de mercado, em 2007 iniciaram uma trajetória
      de significativo crescimento até atingir seu preço máximo em meados de 2008, elevando-se em
      mais de 46,3% entre os meses de março e setembro. Posteriormente, observou-se uma forte
      queda, ocasionada pela crise financeira internacional.

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                                                                    Panorama Macroeconômico


   Panorama Econômico Internacional (continuação)

      Dados divulgados pela Energy Information Administration – EIA mostram uma nova majoração dos
      preços a partir de 2009. Inicialmente cotado a US$ 42,94, terminou o ano em US$ 76,65, um
      incremento de 78,50%. Um aumento no preço do petróleo tende a causar pressões inflacionárias, o
      que pode gerar aumento na taxa de juros e, conseqüentemente, diminuir o ritmo de crescimento da
      economia global.




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                                                                     Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira
       Com uma combinação positiva entre inflação controlada, redução da taxa de juros e balança de
       pagamentos equilibrada, o Brasil tem registrado crescimentos do produto interno bruto superiores
       aos observados em níveis mundiais. A perspectiva do Banco Central – BC para o período pós-crise é
       de reaquecimento, alimentado não só pelo consumo interno, mas também pela retomada dos
       investimentos.
       O gráfico ao lado mostra a
       evolução do PIB mundial e
       brasileiro desde o ano de
       2002.

       Destaca-se a perspectiva de
       retorno do crescimento da
       economia a patamares
       observados antes da crise
       financeira mundial.




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                                                                     Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)
      Observando a evolução do Risco-País, considerado o termômetro que mede o nível de confiança dos
      investidores globais em relação à economia, no período de seis anos compreendido entre janeiro de
      2004 e dezembro de 2009, percebe-se que em maio de 2004 este atingiu o nível máximo de 723,16
      pontos, apresentando a seguir acentuada queda até junho de 2007, quando atingiu o nível de 147,21
      pontos. Depois o Risco-País mostrou volatilidade, saltando de 282,64 para 481,65 pontos, no auge da
      crise financeira internacional.




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                                                                        Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)
       Em 2009, o Risco Brasil flutuou no intervalo de 230,91 pontos (média das cotações diárias de março)
       a 204,55 pontos (média de dezembro), com amplitude de 26,36 pontos. No dia 31 de dezembro, o
       Risco-País atingiu 196 pontos.

       Ressalta-se que, em setembro de 2009, o País recebeu a classificação de investment grade pela
       Moody’s, a última das três maiores agências de classificação de risco do mercado financeiro
       (juntamente com a Fitch e a Standard & Poors), fato histórico para a economia brasileira,
       comprovando a solidez de seus fundamentos econômicos e a redução da vulnerabilidade externa.

       O regime de câmbio flutuante, vigente desde 1999, permitiu o ajuste das contas externas, reduzindo
       de forma sistemática a vulnerabilidade do país. O gráfico a seguir mostra a evolução das cotações da
       moeda norte-americana em relação ao real no período de 2002 a 2009, representadas pelas médias
       mensais das taxas diárias.

       Após alta vertiginosa (64,22%) ocorrida em 2002 – de R$2,32/US$ em abril para R$3,81/US$ em
       outubro – constatou-se tendência de queda até atingir a cotação mínima em julho de 2008 (R$
       1,59/US$). A partir de então, tal tendência foi revertida até alcançar o máximo daquele ano em
       dezembro (R$ 2,40/US$).




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                                                                     Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       Em 2009, o dólar apresentou forte depreciação em relação à moeda nacional, iniciando o mês de
       janeiro cotado a R$2,38/US$ e finalizando dezembro em R$1,74/US$ (desvalorização de 26,84%). A
       cotação máxima foi registrada no dia 2 de março (R$ 2,44/US$), e a mínima, no dia 15 de outubro
       (R$ 1,70/US$).
       Efetivamente, a melhora nas
       condições financeiras internacionais
       observadas principalmente nos
       últimos meses de 2009, aliada à
       rápida recuperação da economia
       brasileira, foram fatores que
       propiciaram o aumento da entrada
       de capital externo, acarretando,
       conseqüentemente, a apreciação da
       moeda nacional.




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                                                                       Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       A taxa Selic, que apresentou significativo crescimento em 2002, ano em que o Índice Nacional de
       Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 12,53%, seguiu desde então uma tendência de
       declínio. Com cortes sucessivos, alcançou em 2009 o menor nível desde o início da série histórica.

       Esta medida, combinada com
       outros instrumentos de política
       fiscal, fez com que houvesse
       um aumento do crédito, e um
       conseqüente aumento no
       consumo       das     famílias,
       provocando      reação      da
       demanda interna.

       Considerando as perspectivas
       para a inflação em relação à
       trajetória de metas, o Comitê
       de Política Monetária decidiu
       manter a taxa Selic em 8,75%
       a.a, nas reuniões realizadas no
       segundo semestre de 2009,


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                                                                        Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       ressaltando que tal patamar contribuiu para manter a inflação sob controle e para a recuperação da
       atividade econômica.

       O IPCA, indicador oficial da inflação divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
       (IBGE), situou-se, no biênio 2002-2003, acima dos limites superiores estabelecidos pelo governo, e
       em 2004-2005 pouco abaixo do teto da meta.
       Nos anos seguintes, a inflação
       situou-se mais próxima do
       centro da meta fixada, tendo
       inclusive, em três anos (2006,
       2007 e 2009), ficado abaixo da
       meta.

       Em       2009,     detectou-se
       resultado de 1,59 ponto
       percentual abaixo da taxa
       apurada em 2008 (5,90%), que
       havia sido a mais elevada
       registrada desde 2004 (7,60%).


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                                                                        Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       Já o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela FGV, revelou declínio
       de 1,43% em 2009. Foi a primeira vez na história que o índice, apurado desde 1944, encerrou um
       ano registrando deflação.

       Entre os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços por Atacado (IPA) acusou redução de 4,08%, o
       Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 3,95%, enquanto o Índice Nacional de Custo da
       Construção (INCC) cresceu 3,25%.

       De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo IBGE, em
       dezembro de 2009, a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto
       Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) igualou-se a dezembro de 2008, 6,8%, a menor
       da série histórica iniciada em março de 2002. O contingente de desocupados (1,6 milhão) teve uma
       queda de 7,1% em dezembro de 2009, quando comparado ao mês anterior (redução de 122 mil
       pessoas).




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   Economia brasileira (continuação)




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                                                                    Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)
       Já os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho
       e Emprego – MTE, mostram que, em 2009, foram gerados quase um milhão de empregos (+995.110
       postos de trabalho), o que representa um crescimento de 3,11% em relação ao estoque de
       assalariados formais de dezembro de 2008, resultado bastante favorável, em virtude das
       adversidades impostas pela crise financeira internacional.

       No período de 2002 a 2009, foram
       criados    9.478.496 postos    de
       trabalhos formais.

       Devido à diminuição do desemprego,
       houve aumento do acesso ao crédito,
       e uma conseqüente expansão do
       consumo das famílias.




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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)
       Observando o PIB pela ótica da demanda, o grande destaque das divulgações das contas nacionais
       tem sido o consumo doméstico. Com o vigésimo quarto aumento consecutivo, na comparação com
       o trimestre do ano anterior, o consumo aquecido foi fundamental para a recuperação do PIB após os
       impactos causados pela crise. De acordo com o IBGE, um dos fatores que contribuíram para este
       resultado foi a elevação de 2,5% da massa salarial real, com o aumento de ocupação e do
       rendimento médio real do trabalho.




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                                                                Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)
       De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego realizada pelo IBGE, de 2002 a 2009, houve um
       crescimento médio de 57,6% na renda média mensal do trabalhador. O rendimento médio real
       domiciliar subiu 4,4% quando comparado a dezembro/2008.

       Segundo o governo, o
       aumento       da    massa
       salarial   ocorreu     em
       função da expansão do
       emprego, do salário e da
       transferência de renda
       para     o     trabalhador
       através de programas
       sociais. Estima-se que a
       massa salarial crescerá
       cerca de 6% em 2010, o
       que proporcionará maior
       expansão do consumo.




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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       A atual carga tributária, ao mesmo tempo em que tem sido apontada como uma das responsáveis
       pela capacidade do governo em adotar instrumentos anticíclicos, é por muitos considerada
       excessiva e a vilã do crescimento, uma vez que aumenta os custos de produção, diminuindo a
       competitividade dos produtos nacionais frente aos estrangeiros.

       Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, a carga tributária
       (somatório dos tributos federais, estaduais e municipais arrecadados), em relação ao PIB, atingiu
       35,02% em 2009, representando queda de 0,14 ponto percentual em relação aos 35,16% apurados
       em 2008.

       A arrecadação de tributos em 2009 totalizou R$ 1.092,66 bilhões contra R$ 1.056,65 bilhões em
       2008, o que corresponde a um crescimento nominal de R$ 36,01 bilhões, ou seja, de 2008 para
       2009,.apesar do declínio percentual, houve um aumento nominal da arrecadação tributária.

       Ainda segundo o IBPT, os tributos federais cresceram 2,73% em 2009 (R$ 20,19 bilhões), os
       estaduais 4,67% (R$ 12,61 bilhões) e os municipais 6,84% (R$ 3,21 bilhões). Os tributos federais
       representam 69,54% do total arrecadado, enquanto os estaduais correspondem a 25,88%, e os
       municipais a 4,58%. O tributo que registrou o maior crescimento nominal foi o relativo ao INSS (R$
       20,26 bilhões), seguido do FGTS (R$ 7,42 bilhões), enquanto a maior queda nominal foi do IPI, com
       R$ 8,71 bilhões, seguida da COFINS (R$ 2,91bilhões).


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                                                       Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)




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                                                                          Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       Em relação à política fiscal, o Brasil vem apresentando avanço nos últimos anos, tanto com a
       instituição da Lei de Responsabilidade Fiscal quanto com a adoção de metas de superávit primário.
       Este, por sua vez, vem registrando declínio, refletindo o efeito da crise financeira internacional sobre
       o nível de atividade e, conseqüentemente, sobre a arrecadação. Em 2009, o resultado primário foi
       superavitário em torno de 2,25% do PIB.

       A dívida líquida do setor público, após alcançar pouco mais da metade do PIB no biênio 2002-2003,
       declinou progressivamente até o ano de 2008, quando atingiu o percentual mínimo dos últimos oito
       anos (37,3%). Porém, a necessidade de adoção de medidas anticíclicas em face a crise internacional
       impediu a continuidade da redução em 2009.

       O endividamento público voltou a crescer atingindo 43% do PIB, retornando ao patamar de 2007,
       como mostra o gráfico a seguir. Cabe destacar que se trata de dados referentes à posição em
       dezembro de cada ano.




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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       Dos países afetados pela crise financeira internacional, o Brasil foi um dos últimos a entrar em
       recessão e um dos primeiros a superá-la. Para muitos especialistas, a crise no Brasil durou apenas
       seis meses e foi o grande teste de estresse da economia nacional, que vinha se comportando de
       forma adequada na história recente. As rápidas medidas anticíclicas adotadas pelo governo, como a
       redução do IPI para os setores automotivo, de eletrodomésticos e moveleiro foram responsáveis
       pela recuperação da economia, sustentada principalmente pelo mercado interno.

       É preciso destacar ainda que o aumento dos investimentos, sendo estes com ênfase em infra-
       estrutura, programados para os próximos anos, em decorrência dos compromissos assumidos para a
       realização da Copa do Mundo de Futebol FIFA™ 2014 e do Programa de Aceleração do Crescimento,
       além de atenderem as crescentes demandas do mercado interno, impactarão de forma positiva a
       competitividade brasileira no mercado internacional.

       O ambiente econômico e o Turismo também são impactados de forma significativa pelas melhorias
       sociais que vêm sendo registradas nos últimos anos. Cerca de 31 milhões de brasileiros ascenderam
       de classe social entre os anos de 2003 e 2008 , sendo que 19,4 milhões deixaram a classe E (que
       traça a linha da pobreza no país) e 1,5 milhão migraram da classe D para classes superiores. Com
       isso, nesse período, ocorreu uma queda acumulada de 43% na classe E. No mesmo período, a classe
       A (grupo com renda domiciliar mais elevada, superior a R$4.807,00) ganhou 6 milhões de pessoas,
       totalizando 19,4 milhões em 2008.


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                                                                      Panorama Macroeconômico


   Economia brasileira (continuação)

       A classe C, dominante pelo percentual populacional, recebeu 25,9 milhões de brasileiros entre 2003
       e 2008, passando a constituir 49,22% da população. Já a classe D representava 24,35% dos
       brasileiros, enquanto a classe E abrangia 16,02% da população em 2008. Os 29,9 milhões de
       brasileiros desta classe seriam aproximadamente 50 milhões de pessoas, se a miséria não houvesse
       diminuído entre 2003 e 2008.

       Como conseqüência, as classes média e alta ganharam maior representatividade populacional. Esses
       indicadores traduzem melhorias importantes na composição social do País, abrindo perspectivas
       promissoras para o desenvolvimento sustentável e equilibrado com benefícios para todos.

       O Brasil vem avançando, também, em relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio –
       ODM2. Dentre estes objetivos, destaca-se o fato de o País já haver ultrapassado a meta de reduzir
       pela metade a proporção da população que vive com renda inferior a um dólar por dia3 . Enquanto
       em 1990, 8,8% dos brasileiros viviam na pobreza extrema, em 2005 o percentual caiu para 4,2%, o
       que representa um resultado superior ao estabelecido pela ONU.

       Um outro importante objetivo refere-se ao comprometimento do País com a construção de um
       sistema multilateral mais justo e equitativo, em que a busca da paz e da segurança mundial e a
       promoção do desenvolvimento se reforcem mutuamente, contribuindo com o estabelecimento de
       uma rede global de cooperação entre as quais se destaca a cooperação Sul-Sul.


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                                                                       Panorama Macroeconômico


        Economia brasileira (continuação)

                         PIB - média                                        Taxa de cambio R$/US$
                                       4,7%     4,7%                                                1,96   1,96

                             4,6%
                                                                                    1,93

                  4,5%
                                                                     1,90
           4,4%


                                                              1,85




           2011   2012       2013      2014    2015           2011   2012           2013            2014   2015




Fonte: BACEN


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                                                                 Panorama Macroeconômico


        Economia brasileira (continuação)


           4,9%          IPCA                                          Taxa Over Selic
                                                       11,6%




                                                               10,6%
                  4,6%
                                                                         10,2%
                          4,5%   4,5%    4,5%
                                                                                         9,8%   9,8%




          2011    2012    2013   2014    2015           2011   2012      2013            2014   2015




Fonte: BACEN


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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA

    Turismo no Mundo
     O Turismo é a atividade do setor terciário que mais cresce no Brasil e no mundo, movimentando,
     direta ou indiretamente mais de U$ 5 trilhões. É o meio lícito que mais movimenta dinheiro, atrás
     somente do narcotráfico e da indústria bélica (meios ilícitos). Portanto, tal setor é fundamental para
     a economia do Brasil, país reconhecidamente de enorme potencial na atividade.

     Hoje, o turismo, como indústria, movimenta cerca de US$ 4 trilhões e gera, aproximadamente, no
     mundo, 200 milhões de empregos. No Brasil, gera em torno de 5 milhões de empregos, mais que a
     siderurgia e a indústria automobilística

     De acordo com as estatísticas da Organização Mundial de Turismo (OMT), em 2007 aconteceram 903
     milhões de chegadas de turistas internacionais, um acréscimo de 6,6% em relação a 2006.
     Atualmente a França é o país que lidera o ranking internacional do turismo (em n de visitantes),
     seguido da Espanha e dos EUA.




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                                                                                           Mercado CONCORRÊNCIA


           Turismo no Mundo
                                                                                       Evolução do turismo no mundo
               Apenas para ilustrar o crescimento do setor de
               turismo no mundo, o ato de atravessar a                  Ano    Chegada de Turistas   Receita cambial   Crescimento
                                                                                  (Em milhões)        (US$ bilhões)         (%)
               fronteira de um país com intenção turística foi          2003         696,6                525,1            N/A
               repetido 903 milhões de vezes ao redor do                2004         765,5                632,7           20,5%
               mundo no ano de 2007. Se compararmos com a               2005         802,5                676,4            6,9%
               população mundial de cerca 6,8 bilhões de                2006         847,3                742,2            9,7%
               habitantes, é como se uma de cada oito pessoas           2007         903,3                856,0           15,3%
               do mundo tivesse viajado para outro país.
                                                                                  Ranking dos destinos turísticos em 2008
               Esses turistas deixaram US$ 856 bilhões nos
               países que visitaram, média de US$ 948 dólares
               por pessoa.

               De acordo com estudo da OMT, o no de turistas
               internacionais deve aumentar a um ritmo de
               4,1% nos próximos anos, superando 1,5 bilhões
               de visitantes em 2020. Esses turistas deverão
               gastar cerce de 2 trilhões por ano em viagens.


Fonte: Organização Mundial do Turismo (OMT)


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                                                                                                     Mercado CONCORRÊNCIA


           Turismo no Mundo
                                                                     Fluxo receptivo de turistas por continente (milhões)
                   Ao analisar o fluxo receptivo de
                   turistas,  observa-se      que    o            Continente             2003        2004       2005          2006        2007    Var %
                   Continente europeu detém a              Europa                          408,6       424,5      438,7         462,2       484,4 18,6%
                                                           Asia e Pacífico                 114,2       145,4      155,3         167,0       184,3 61,4%
                   maioria absoluta dos destinos 51% .
                                                           Américas                        113,1       125,9      133,2         135,8       142,5 26,0%
                                                           África                           30,7        33,4       37,3          41,4        44,5 45,0%
                   Entretanto o continente que tem         Oriente Médio                    30,0        36,3       38,0          40,9        47,6 58,7%
                   apresentado     maior   taxa  de
                   crescimento é o Asiático sendo
                   ajudado,    principalmente,  pela                 Fluxo receptivo de turistas por continente em 2007
                   expansão da China no comércio
                   exterior.                                                               3% 4%
                                                                               20%
                   Agora em termos de receita cambial                                                                   51%
                   os EUA seguem liderando o setor
                   com uma arrecadação recorde de                               22%
                   US$ 110, 1 bilhões.



                                                                   Europa       Asia e Pacífico    Américas    Africa     Oriente Médio

Fonte: Organização Mundial do Turismo


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                                                                                                   Mercado CONCORRÊNCIA


           Turismo no Mundo
                                                                                    Receitas do turismo internacional por País receptor (em US$ bilhões)

                                                                            110,1
               Conforme divulgado pela Organização Mundial
               de Turismo – OMT no documento Panorama do
               Turismo Internacional – Edição 2009,                                 61,6
                                                                                           55,6
               atualmente, o mercado de viagens representa                                          45,7
                                                                                                            40,8     40,0
                                                                                                                             36,0
               30% das exportações mundiais de serviços e 6%                                                                          24,7    22,0    21,8
               das exportações mundiais totais. Como
               categoria de exportação, o Turismo se situa em
               4º lugar, depois apenas dos combustíveis,
               produtos químicos e automóveis.
                                                                       O fluxo internacional de turistas vem
               Para muitos países, a atividade turística é uma         aumentando continuamente – de 277 milhões
               das principais fontes de receita e imprescindível       em 1980; 438 milhões em 1990; 682 milhões
               para a geração de emprego e renda. Apesar da            em 2000, tendo atingido a cifra de 920 milhões
               previsão de que a receita do Turismo                    em 2008. Em 2009, a chegada de turistas
               internacional no mundo tenha sido 6% menor              internacionais reduziu-se a 880 milhões, 40
               em 2009, esse número ainda representa algo              milhões a menos do que em 2008, resultado do
               em torno de U$ 900 bilhões.                             desaquecimento      da     economia    mundial
                                                                       ocasionada pela crise financeira.
Fonte: Organização Mundial do Turismo


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                                                                                           Mercado CONCORRÊNCIA


           Turismo no Mundo
                                                                  Chegada de turistas estrangeiros - mundo (% sobre o ano anterior )
               A OMT estima que a chegada de turistas                             10,1%
               internacionais chegue a 1,6 bilhões em 2020.
                                                                                                        6,4%
                                                                                                 5,6%
               Enquanto no primeiro semestre de 2008 houve                                5,3%
                                                                                                                              3,8%
               um crescimento de 5% na chegada de turistas         2,9%
               internacionais, no segundo semestre houve                                                       2,0%

               uma redução de 1%.

               Em 2009, a chegada de turistas internacionais
                                                                          -1,5%
               declinou 10% no primeiro trimestre, 7% no                                                              -4,3%
               segundo trimestre, 2% no terceiro trimestre,
                                                                     crescimento médio anual da ordem de
               tendo apresentado um crescimento de 2% no
                                                                     3,3%, tendo, porém, em 2009, apresentado
               último trimestre do ano. Segundo a OMT, a
                                                                     uma retração de 4,3% quando comparado ao
               previsão para 2010 é de crescimento da ordem
                                                                     ano anterior.
               de 3 a 4%.
                                                                     Essa redução foi maior para a Europa
               No período de 2000 a 2009, o fluxo
                                                                     (6%), Américas (5%) e Oriente Médio (6%). A
               internacional de turistas apresentou um
                                                                     única região que apresentou resultado positivo
Fonte: Organização Mundial do Turismo
                                                                     foi a
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                                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA


           Turismo no Mundo

               África, com o percentual de crescimento anual de 5%. Na América do Sul, a retração foi de 3%. A
               expectativa para 2010 é que o continente cresça entre 2% e 4%.

               Ao longo dos últimos sessenta anos, o Turismo tem experimentado uma desconcentração contínua. A
               Europa declinou sua fatia de mercado cerca de 10 pontos percentuais desde 1950, ao passo que a
               América do Norte perdeu 13 pontos percentuais.
                                                                                  Chegada de turistas internacionais - 2008
               Ainda assim, ambas as regiões mantêm-se como
               as    principais  receptoras    de    turistas                                20%
               (representavam, conjuntamente, cerca de 95%
               da fatia de mercado em 1950, 82% quarenta                          6%
                                                                             5%                                             53%
               anos depois, 76% em 2000, e 69% em 2008).
                                                                                       16%
               A participação da chegada de turistas
               internacionais nos países em desenvolvimento
               tem aumentado paulatinamente, de 31% em
               1990 para 45% em 2008.
                                                                         Europa        Américas    Africa   Oriente médio   Asia e Pacífico



Fonte: Organização Mundial do Turismo


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                                                                          Mercado CONCORRÊNCIA


   Turismo no Brasil
    O setor de turismo nacional se caracteriza por oferecer tanto ao turista local quanto ao estrangeiro
    uma gama mais que variada de opções. Nos anos mais recentes, o governo tem feito muitos esforços
    em políticas públicas para desenvolver o turismo brasileiro, programas como o Vai Brasil procurando
    reduzir os custos do deslocamento interno, desenvolvendo infra-estrutura turística e capacitando
    mão-de-obra para o setor, além de aumentar consideravelmente a divulgação do país no exterior.
    As demandas mais notáveis no cenário doméstico são pela Amazônia na região Norte, o litoral na
    região Nordeste, o Pantanal e o Planalto Central no Centro-Oeste, além do interesse pela arquitetura
    brasiliense, o turismo histórico em Minas Gerais, as exuberantes belezas naturais do Rio de Janeiro e
    os negócios em São Paulo dividem o interesse no Sudeste, e os pampas, o clima frio e a arquitetura
    germânica no Sul do Brasil.
    No turismo internacional, a imagem de que o Brasil é um país muito procurado por turistas
    estrangeiros, e que recebe um número enorme de visitantes oriundos de outros países é enganosa.
    Apesar das opções variadas e do enorme território a ser visitado, o Brasil não figura sequer entre os
    trinta países mais visitados do mundo. Fatores como o medo da violência, da má estrutura e falta de
    pessoal capacitado (como a carência falantes de inglês no serviço público do turismo, por exemplo)
    podem ser motivos para explicar esta relativamente baixa procura pelo Brasil como destino..




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                                                                                        Mercado CONCORRÊNCIA

        Turismo no Brasil

            Entretanto a situação do turismo nacional                           Entrada de turistas no Brasil (milhões)
            vem,     gradativamente,     apresentando
                                                                        5,3                                5,4
            melhoras,       conforme      a       OMT,
                                                                5,1                                                       5,0    5,1
            principalmente no primeira metade da                                                                  5,0
                                                                               4,8                  4,8
            década quando o Brasil saltou de um
            patamar de 3,8 milhões de turistas, em
            2002 para 5,4 milhões em 2005 (recorde),                                         4,1

            após esse período manteve-se na casa dos                                  3,8
            5,1 milhões de turistas por ano, sendo o
            principal destino da América do sul, com a
            participação de, aproximadamente, 30%
            desse mercado.                                     1999     2000   2001   2002   2003   2004   2005   2006    2007   2008

            O desempenho do setor de turismo,
            normalmente, é analisado observando-se
            o total de turistas, como também pela
            receita gerada por eles.


Fonte: EMBRATUR


                                                    www.agemar.com.br                                                                   38
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                                                                                     Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo no Brasil
             Em razão do grande crescimento no fluxo de visitantes, o resultado da receita cambial turística nos
             últimos anos aponta para o fortalecimento da atividade no mercado internacional.
             De acordo com os dados do Banco Central, em 2009 o Brasil registrou uma receita cambial turística de
             US$ 5,30 bilhões.
             Apesar de inferior ao máximo histórico registrado em 2008, esse valor representa um crescimento de
             165% se comparado ao ano de 2002 (US$ 2 bilhões). No mesmo período, o crescimento da receita
             turística mundial foi de 66%.
                                                                                 Receita cambial turística (US$ bilhões)
                                                                                                                      5,78
             Os resultados alcançados na última década
                                                                                                                             5,30
             representam uma conquista, principalmente, em                                                   4,95
             virtude da valorização do câmbio, dos problemas                                        4,32
             sociais e dos problemas enfrentados nos setores                                3,86
             infra-estruturais, com destaque, o que concerne aos
                                                                                   3,22
             aeroportos.
                                                                          2,48
             Atualmente esse segmento encontra-se entre os
                                                                   2,00
             cinco principais produtos da balança comercial
             brasileira.
                                                                   2002   2003     2004    2005     2006     2007    2008    2009
Fonte: OMT e BACEN


                                                    www.agemar.com.br                                                               39
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                                                                                     Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo no Brasil
             A dimensão econômica do Turismo pode ser avaliada por meio da metodologia de Contas Satélites do
             Turismo, conforme recomendação da OMT , que delimita os setores da economia relacionados ao
             setor. Estes setores, denominados Atividades Características do Turismo – ACTs, constituem a base
             para avaliação do mercado de trabalho do Turismo.

             De acordo com metodologia da OMT e os dados da
                                                                             Ocupações formais nas ACTs – Brasil (milhões)
             RAIS, o mercado formal de trabalho nas Atividades                                                               2,27
             Características do Turismo – ACTs, no Brasil, passou
                                                                                                                   2,12
             de 1,71 milhões de pessoas empregadas, em 2002,
             para 2,27 milhões de pessoas empregadas em                                                   1,99
                                                                                                1,93
             2008, o que representa um crescimento da ordem
                                                                                      1,82
             de 32,70% em seis anos.
                                                                      1,71   1,72

             No ano de 2008, este número correspondeu a 5,76
             % do total de empregos formais acumulados no
             País.                                                    2002   2003     2004      2005     2006      2007      2008




Fonte: Anuário EMBRATUR 2009


                                                      www.agemar.com.br                                                             40
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                                                                                              Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil
               Liderando o ranking dos principais emissores       Investimento no setor por Inst. Fin. Federais em 2008 (R$ 3.591 milhões)

               de turistas para o Brasil está a Argentina. Em                                   1%
                                                                                              7% 2%
               2008 o Brasil recebeu mais de 1 milhão de
               argentinos. Seguidos dos EUA com 625 mil                                                               49%
                                                                             41%
               americanos e da Itália com 265 mil italianos
               visitando o solo nacional.
               Observa-se que 48,4% do fluxo de visitantes
               no Brasil provem da América do Sul, devido a
               fatores como: isenção de vistos e
               proximidade geográfica.                                               BNDES    BB   CEF   BNB   BASA

                                                                   Os investimentos nesse setor apresentaram uma
                                                                   evolução significativa nos últimos anos, passando de
                                                                   R$ 1.978 milhões em 2005 para R$ 3.591 milhões em
                                                                   2008 crescendo em 81,5% nesse período.
                                                                   Demonstrando assim uma atenção maior por parte
                                                                   do governo em promover a expansão desse
                                                                   segmento, o qual é de fundamental importância para
                                                                   a economia domestica e para a sociedade brasileira.
Fonte: Organização Mundial do Turismo e EMBRATUR


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                                                                                    Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo no Brasil
             O segmento do turismo se caracteriza por uma forte sazonalidade, dividida em alta temporada que
             agrega os meses de maior concentração de férias (dezembro a março e julho) e baixa temporada, que
             geralmente são os meses de outono-inverno. Embora há cidades cujo clima frio é atrativo turístico
             durante os meses de inverno, como Serras Gaúchas (RS) e Campos do Jordão (SP).A entrada de turistas
             estrangeiros no País se concentra conforme o gráfico abaixo:
                                                Sazonalidade do setor de turismo
                               15,0%
                               14,0%
                               13,0%
                               12,0%
                               11,0%
                               10,0%
                                9,0%
                                8,0%
                                7,0%
                                6,0%
                                5,0%




Fonte: Anuário EMBRATUR 2009


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                                                                                               Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil
                Devido a evolução do fluxo de turistas no Brasil, surgiu uma maior necessidade de ampliar a oferta de
                estabelecimentos destinados a hospedagem, portanto observa-se um contínuo aumento do número
                de estabelecimentos hoteleiros e outros tipos de alojamentos temporários formalizados no Brasil, nos
                últimos anos. No período de 2002 a 2008, o crescimento foi de 31,01%.



                                                  N estabelecimentos hoteleiros (unidades)
                                                                                             25.110
                                                                                    24.288
                                                                           23.486



                                                                  21.428
                                                         20.535

                                                19.572
                                       19.166




                                        2002    2003     2004     2005      2006     2007    2008


Fonte: Ministério do Turismo


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                                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil
                Outro indicador da expansão do Turismo nacional e de sua posição cada vez mais significativa na
                economia brasileira é o crescimento do volume de crédito destinado ao setor. Tomando como
                referência os valores concedidos por instituições financeiras oficiais (Banco Nacional do
                Desenvolvimento – BNDES, Banco do Brasil – BB, CAIXA, Banco da Amazônia – Basa e Banco do
                Nordeste – BNB), observa-se um crescimento da ordem de 400% desde 2003, ano da criação do
                Ministério do Turismo.
                                                                     Financiamentos concedidos para o turismo (R$ bilhões)   5,58
                Em 2009, o valor dos financiamentos
                concedidos pelas instituições financeiras
                federais chegou a R$ 5,58 bilhões, um
                aumento de 55,5% se comparado ao ano                                                              3,59
                anterior.
                                                                                                        2,57
                                                                                              2,17
                Se compararmos ao início do período em                              1,98
                2003, esse aumento passa a ser de 412% em                 1,40
                                                              1,09
                apenas 6 anos constatando assim a evolução
                da oferta de crédito para esse setor.

                                                              2003        2004      2005      2006      2007      2008       2009


Fonte: Ministério do Turismo


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                                                                                         Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil

               Um fator que influencia positivamente e              indicando uma desconcentração na oferta de
               sinaliza para a expansão do mercado                  destinos qualificados para o turismo de
               internacional do Turismo no Brasil, colocando        negócios.
               o país na vitrine mundial, refere-se à
                                                                    O ápice desse processo de captação de eventos
               realização de eventos internacionais no País.
                                                                    internacionais se deu com a Copa do Mundo de
               Nos últimos anos, o Brasil galgou posições no        2014 e a Olimpíada de 2016, além de eventos
               ranking da International Congress and                conexos, que colocam o País em destaque no
               Convention Association – ICCA relativo aos           cenário mundial e abrem grandes perspectivas
               maiores captadores de eventos no mundo. O            para o desenvolvimento do Turismo brasileiro.
               País passou da 19ª posição em 2003 para a 7ª           595               Nº de eventos internacionais
               posição.
                                                                            458

               Em 2009, foram realizados 293 eventos
                                                                                  360    350   345
               internacionais. Além deste crescimento no                                             341
                                                                                                           293
               número de eventos captados, é importante                                                          257   245   236
               destacar que, a cada ano, um número maior
               de cidades brasileiras se insere no rol de
               hospedeiras de eventos internacionais,
Fonte: Ministério do Turismo


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                                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil

                Também pode ser observado, o crescimento nos
                investimentos em promoção externa, que visaram
                                                                                Investimentos em promoção externa (US$ milhões)
                reposicionar a imagem do destino turístico Brasil
                no mercado internacional, a partir das diretrizes                                                     63,9
                                                                                                             60,7
                do plano de marketing internacional – Plano
                Aquarela – e do esforço de inserir o Brasil dentre
                os maiores destinos de realização de eventos                                                                      39,9
                                                                                                    38,3
                internacionais. Em 2009, foram investidos U$                               36,7

                39,87 milhões em promoção externa do Turismo
                                                                                  23,8
                brasileiro, uma retração se comparado aos anos
                anteriores.
                                                                         10,0

                Esta retração ocorreu em função do maior
                                                                         2003     2004     2005     2006     2007     2008        2009
                contingenciamento de recursos orçamentários,
                uma     conseqüência     da   crise   financeira
                internacional.O orçamento do ano de 2010 reverte
                essa queda e sinaliza com a disponibilidade
                recorde de U$ 98 milhões.


Fonte: Ministério do Turismo


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                                                                                       Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil

                   As perspectivas para o futuro nacional são de um crescimento acelerado com ganhos de
                   competitividade, neste cenário, as condições externas favoráveis deverão permitir uma expansão das
                   economias mundial e nacional, com impactos positivos sobre o setor de Turismo no Brasil.

                   Uma expansão da renda internacional aumentará a demanda por viagens, o que beneficiará o País,
                   considerando os importantes eventos internacionais que serão realizados no período. Também é
                   importante ressaltar que esse cenário mundial positivo deverá estimular o volume de investimento
                   estrangeiro no Brasil.

                   Por outro lado, as condições internas favoráveis deverão garantir a expansão da economia nacional, que,
                   por sua vez, beneficiará o crescimento do turismo interno. Com a estabilidade nos preços, o Banco
                   Central terá condições de reduzir a taxa de juros, o que poderá impulsionar os investimentos privados na
                   economia em geral e no setor turístico em especial.




Fonte: Ministério do Turismo


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                                                                                                 Mercado CONCORRÊNCIA

          Turismo no Brasil
                   O fluxo do turismo brasileiro deverá se intensificar em um período compreendido entre os anos de 2011
                   e 2014, o qual será dividido em duas fases:

                                         Fase 1 – 2011-2012                                    Fase 2 – 2013-2014

                               Se por um lado, a volatilidade nos                    Após o período de maturação das
                               mercados financeiros internacionais e o               políticas econômicas nacionais e
                               baixo crescimento das economias são                   internacionais   voltadas     para    a
                               sinais de incerteza na economia mundial,              sustentabilidade    do      crescimento
                               a economia brasileira tem apresentando                econômico, haverá uma expansão da
                               bons resultados. Este período será                    renda em nível mundial e nacional. Os
                               marcado         pelo     aumento      dos             resultados desta fase dependerão do
                               investimentos públicos na infra-estrutura             planejamento coordenado e cooperado
                               básica, visando à preparação para sediar              das ações federais, estaduais e
                               os     eventos     internacionais.  Essas             municipais     e   dos    investimentos
                               condições favoráveis deverão estimular o              realizados na primeira fase, além da
                               nível de investimento privado nas                     eficácia e eficiência do Estado na
                               Atividades Características do Turismo,                condução das reformas e regulação da
                               melhorando a competitividade dos                      economia nacional.
                               serviços turísticos.
Fonte: Ministério do Turismo


                                                                 www.agemar.com.br                                             48
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                                                                                     Mercado CONCORRÊNCIA


         Turismo em PE
               O Estado de Pernambuco possui destinos turísticos com uma imagem bem consolidada junto ao
               público nacional e internacional. Atualmente é um dos três principais estados do Nordeste brasileiro no
               que diz respeito à recepção de turistas, ficando atrás, apenas, da Bahia e do Ceará. A principal
               característica da atividade no estado é a larga exploração do turismo de massa.
               A visitação em massa é uma das mais destacadas. A principal característica do turismo hoje realizado
               em Pernambuco. Atualmente, o destino atrai turistas de porte sócio-econômico médio, cuja
               permanência está diretamente atrelada aos pacotes adquiridos junto a operadoras de viagens,
               dificilmente superando os cinco a sete dias. São visitantes com gastos programados, que visitam
               apenas os principais atrativos dos destinos mais conhecidos do estado e o fazem junto a grandes
               grupos de visitantes.
               Os destinos turísticos de maiores fluxos do Estado são: Porto de Galinhas, Recife/Olinda e Fernando de
               Noronha. Deve-se ressaltar que Recife/Olinda são tratadas conjuntamente por propiciarem uma
               experiência de visitação única e integrada. É nítido que o turismo no estado encontra-se concentrado
               numa determinada área do estado, próxima da capital Recife, e que abrange sua faixa litorânea,
               principalmente o Litoral Sul.



Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco


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                                                                                    Mercado CONCORRÊNCIA


         Turismo em PE
               Porto de Galinhas destaca-se como um dos mais conhecidos destinos de praia em âmbito nacional. A
               visitação da localidade hoje em dia é centrada na atratividade de suas praias, piscinas naturais e na
               ampla estrutura de receptivo e hospedagem, com destaque para seus numerosos resorts de nível
               internacional e alocados em uma das praias mais belas do Brasil. Estima-se que nos últimos anos
               tenham sidos investidos cerca de R$ 350 milhões na construção desses luxuosos hotéis.




Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco


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                                                                                       Mercado CONCORRÊNCIA


          Turismo em PE
                As perspectivas de turismo em Pernambuco são das melhores, pois além do aspecto de situar-se em
                uma posição geográfica privilegiada, eqüidistante das regiões norte e sudeste, sendo um dos Estados
                localizados mais perto da Europa no que se refere as rotas marítimas, o Estado é alvo de fortes
                investimentos, tanto por parte da iniciativa privada quanto do setor público no que se refere as esferas
                federais, estaduais e municipais. O quadro abaixo demonstra alguns investimentos relevantes no
                Estado.
                  Refinaria Abreu e Lima;                                         Protocolo de intenções com a
                                                                                  Añón;
                 Estaleiro Atlântico Sul;
                                                                                  Duplicação BR 101;
                 Transnordestina;                        Projetos implantados,
                                                         em fase de implantação
                                                           ou em negociação,      Transposição de bacias;
                 Pólo de poliéster;                           orçados em
                                                              R$ 20 bilhões,      Termelétricas;
                 Hotéis e Resorts de bandeiras               no período de
                 internacionais;                              2007 até 2020       Adutoras;

                 Siderúrgica de aços planos;                                     Pólo de Hemoderivados;

Fonte: SEBRAE


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                                                                                                          Mercado CONCORRÊNCIA

        Turismo em PE
                Esse montante de capital investido na economia do Estado, trará um retorno econômico de médio
                prazo, conforme pode-se observar nas projeções econômicas do mercado para Pernambuco. Conforme
                essas previsões o PIB saltará depois de 2010, na medida em que amadurecem as mudanças,refletindo,
                também, um intervalo de cinco anos.
                A evolução da economia Pernambucana dará numa velocidade muito superior às economias mundial e
                nacional, com perspectivas de chegar 2% à frente da economia brasileira em 2020 e 3% à frente da
                economia mundial nesse mesmo período.
                         Evolução do PIB de PE(Cenário mais provável)             Taxa média de crescimento anual (real / perspectiva)
                165,0%                                                                                                                             7,3%

                145,0%

                125,0%                                                                                                                      5,3%
                                                                                                                         4,9%
                105,0%                                                                            4,2%                               4,2%
                                                                                                                  4,0%
                                                                                      3,6% 3,8%
                 85,0%                                                                                     3,2%

                 65,0%

                 45,0%                                                                    2007                    2010                      2020

                                                                                                          Mundo     Brasil      PE
Fonte: SEBRAE


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                                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo em PE
                                                                                Distribuição dos invest. por região geográfica (R$ mil)
               Com relação a alocação geográfica dos                   Localidade                  Público     %      Privado       %     Total
               investimentos, cerca de 80% deles serão                 Região Metropolitana           4.721   55,2%       2.718   26,1%     7.439
                                                                       Litoral Sul                    1.713   20,0%       6.769   65,0%     8.482
               realizados entre as regiões metropolitana do            Fernando de Noronha               67   0,8%           85   0,8%        152
               Recife e o Litoral sul do Estado. A iniciativa          Litoral Norte                    815   9,5%          273   2,6%      1.088
               privada participará concomitantemente ao setor          Mata Norte                        45   0,5%            9   0,1%          54
                                                                       Agreste                          829   9,7%          516   5,0%      1.345
               público, com 55% e 45%, respectivamente.                Sertão do Pajeú                  108   1,3%           18   0,2%        126
                                                                       Sertão do São Francisco          257   3,0%           31   0,3%        288
               Por parte do setor público o capital vem sendo          Total                          8.555             10.419             18.974
               investido de uma forma gradativa, estima-se que
               48,9%      do      total    dos     investimentos           Participação do Setor público x privado nos investimentos
               governamentais sejam feitos até dezembro de
               2010, Entre 2011 e 2015 espera-se que sejam
               realizados 42,5% dos investimentos e o restante                                                            Público
                                                                                                                           45%
               deverá ser feito até o ano de 2020.
                                                                              Privado
                                                                               55%
               Sem dúvida a esfera federal será o principal
               investidor dentre as do setor público com 56,5%,
               seguidos do governo do Estado 22,6% e dos
               municípios com 5,4% , estando a definir 15,5%

Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco


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D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                    MERCADO E e Concorrência
                                                                                                                             Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo em PE
                                                                                                                    Investimentos públicos e privados por período
               As maiores partes dos investimentos de uma
               maneira geral serão feitos nos setores de                                            2016 à 2020      739        3.830
               Hotelaria (38%), infra-estrutura urbana (24,6%) e
               saneamento (24%), nessa ordem, tanto por parte
                                                                                                    2011 à 2015            3.634                    4.356
               da iniciativa privada quanto por parte do setor
               público demonstrando assim o quanto o setor de
               turismo do estado irá beneficiar-se, como nunca                                           até 2010            4.182               2.233
               antes visto na história do Estado de Pernambuco.
                               Distribuição dos invest. por setor (R$ mil)                                          0       2.000       4.000        6.000   8.000   10.000
              Localidade                     Público       %      Privado      %      Total
                                                                                                                                     Público    Privado
              Prodetur                              278   3,2%            0   0,0%          278
              Saneamento                          4.554   53,2%           0   0,0%        4.554          Esse capital investido na região visa tornar
              Aeroportos                            445   5,2%          130   1,2%          575
              BR - 101                              600   7,0%            0   0,0%          600          Pernambuco uma das principais vitrines do
              Estradas                              380   4,4%            0   0,0%          380          turismo nacional, uma vez que o Estado possui
              Infra-Estrutura Urbana              1.747   20,4%       2.923   28,1%       4.670
              Centro de Eventos                      60   0,7%           10   0,1%           70
                                                                                                         um dos litorais mais belos do Brasil e carecia de
              Patrimônio                            110   1,3%            0   0,0%          110          uma melhor infra-estrutura para ser melhor
              Meio Ambiente                          48   0,6%            0   0,0%           48
                                                                                                         aproveitado. Eventos de repercussão mundial,
              Marketing                             229   2,7%          147   1,4%          376
              Recursos Humanos                      103   1,2%            0   0,0%          103          irão ajudar a projetar a imagem do estado para o
              Hotelaria e Equipamentos                0   0,0%        7.210   69,2%       7.210          cenário internacional, como a copa 2014.
              Total                               8.554              10.420              18.974
Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco


                                                                                     www.agemar.com.br                                                                        54
D e lo itte
   AGEMAR                                                                                  MERCADO E e Concorrência
                                                                                            Mercado CONCORRÊNCIA

        Turismo em PE                                                                   Chegada de turistas via aérea em 2008
                                                                                          Posição        UF         Participação
            O já mencionado destaque de PE no turismo                                        1º          SP             44,9%
            nacional vem a se comprovar por meio dos                                         2º           RJ            14,9%
            números, ao adotar a via aérea elimina-se o                                      3º          BA             3,4%
            fluxo migratório temporário dos países                                           4º          CE             1,8%
            circunvizinhos o qual não se caracteriza como                                    5º          PE             1,5%

            turismo de fato. Desse modo o Estado de PE                                       6º          RN             1,4%

            situa-se em 1º lugar no ranking nacional entre os                                7º          RS             1,4%

            anos de 2007 e 2008 em relação ao crescimento                                    8º          SC             1,3%
                                                                                             9º          DF             0,6%
            do número de turistas.C
                     Evolução do fluxo de turismo via aérea 2008                            10º          AM             0,5%
             27,6%

                                                                               Em relação a participação no fluxo de turistas,
                      23,3%
                                 22,4%                                         Pernambuco encontra-se em 5º lugar, atrás de
                                                                               São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. O
                                            17,0%                              Estado de São Paulo beneficia-se pelo
                                                       13,1%                   denominado “Turismo comercial” o qual a
                                                                               verdadeira finalidade desse fluxo é comercial,
                                                                   9,0%
                                                                               devido ao fato desse Estado ser o centro
              PE        PA         PR         SC         AM        RS
                                                                               financeiro e industrial do País.
Fonte: EMBRATUR


                                                               www.agemar.com.br                                                   55
D e lo itte
   AGEMAR                                                                                                      MERCADO E e Concorrência
                                                                                                                Mercado CONCORRÊNCIA

        Turismo em PE
             A indústria do turismo de PE, além de ter                                         Projeção do fluxo de turistas em PE por Nº visitantes
                                                                                  7.000
             demonstrado uma evolução no seu histórico,                           6.500
             apresenta perspectivas ainda melhores, de                            6.000                                                                              534
                                                                                                                                                                             571

             acordo com projeções da Empetur espera-se que                        5.500                                                              466
                                                                                                                                                             499

             o fluxo de visitantes brasileiros cresça na ordem                    5.000                                          407
                                                                                                                                            436

             de 5% a.a. enquanto que o de estrangeiro cresça                                                          381




                                                                                                                                                                             6.017
                                                                                                                                                                     5.730
                                                                                  4.500                    356




                                                                                                                                                             5.457
                                                                                                                                                     5.198
                                                                                                   332
             a 7% a.a. Observa-se que esse fluxo no Estado é,




                                                                                                                                             4.950
                                                                                           311




                                                                                                                                 4.714
                                                                                  4.000




                                                                                                                       4.490
                                                                                                           4.276
                                                                                                   4.072
             predominantemente, de visitantes domésticos,




                                                                                           3.879
                                                                                  3.500

                          Receita turística do Estado de PE (R$ milhões)          3.000
           7.500

           6.500

           5.500                                                                                                   Brasileiros           Estrangeiros

           4.500                                                                      cerca de 92% contra 8% de estrangeiros. Já a
           3.500                                                                      contribuição da receita turística é de 77%
           2.500                                                                      oriunda de brasileiros, entretanto ao analisar a
           1.500                                                                      contribuição individual de cada tipo de turista,
             500                                                                      constata-se que as receitas per capta de
                                                                                      visitantes estrangeiros é 3,4 vezes maior que a
                                  Brasileiros   Estrangeiros   Total                  de um turista local, sendo esse um nicho de
                                                                                      mercado a ser mais explorado.
Fonte: Empetur/EMBRATUR


                                                                       www.agemar.com.br                                                                                             56
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  AGEMAR                                                                              MERCADO E e Concorrência
                                                                                       Mercado CONCORRÊNCIA

         Turismo em PE
               A geração de emprego e renda é uma realidade           Geração de empregos da indústria do turismo no Estado de PE
               muito forte desse setor na economia do Estado,      420.000

               estima-se que hoje hajam 38.488 postos de           370.000

               trabalho diretos e 213.946 indiretos, fato esse     320.000

               que contribui consideravelmente no PIB do           270.000

               Estado de PE.                                       220.000
                                                                   170.000
               Espera-se que dobre o número atual de               120.000
               empregos desse setor em Pernambuco em um             70.000
               período de dez anos, de 2010 até 2020,               20.000
               passando de 252 mil para 487 mil postos de                      2006            2010         2015             2020

               trabalhando, obtendo assim um crescimento da                        Empregos diretos     Empregos indiretos
               ordem de 93,2%.
                                                                     No entanto os empregos diretos serão o que
                Desses 19,4% representam o número de                 mais crescerão nessa década, algo em torno de
               empregos diretos contra 80,6% de empregos             145,8%, já os indiretos crescerão 83,7% dentro
               indiretos, devido as diversas ramificações            desse mesmo período, chegando portanto a um
               derivadas dessa indústria.                            número de 94.606 e 393.038, respectivamente.


Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco


                                                      www.agemar.com.br                                                             57
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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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  AGEMAR                                                          BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                   Breve Descrição DA EMPRESA

   A Empresa
     A AGEMAR é um grupo econômico a que atua no setor de logística e operações portuárias no Estado
     de PE, há mais de 29 anos, possuindo uma elevada conceituação nesse mercado. A empresa, ao longo
     dos anos procurou diversificar as suas atividades prestando, hoje, conjuntamente, cinco distintas
     prestações de serviço, sendo elas:


     Locação de Containers;
     Locação e Venda de Equipamentos;
     Operações Portuárias;
     Posto de Combustível;
     Transporte Marítimo.




                                           www.agemar.com.br                                             59
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  AGEMAR                                                           BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                    Breve Descrição DA EMPRESA

   A Empresa (Locação de containers)
     A atividade de containers transformados cresce de uma maneira relativamente proporcional ao
     desenvolvimento da indústria de construção civil, servindo como um serviço de apoio a esse setor.
     Embora esteja em fase de adaptação ao mercado, pelo fato de ser um produto novo, esse tipo de
     serviço encontra-se disseminado não só no ramo da construção civil, como também no setor de
     eventos.
     Além do fato de contarmos com o aquecimento econômico
     no Estado de PE, principalmente na região do Porto de Suape
     com obras de grande expressão com ressalvas para a
     Refinaria, o Estaleiro, entre outras. Contamos com
     normatizações que a praticidade e segurança na utilização
     tornarão possível atender à NR 18 e 24 que fortalecerão
     ainda mais a canalização de sua funcionalidade.
     Essa indústria é perfeitamente adaptável a diversas
     atividades, sendo a criatividade o limite. Atualmente a
     AGEMAR exerce sua atividade de locação de containers no
     Estado de PE, sendo a líder do mercado, com cerca de 30%
     de participação. Essa unidade de negócio é responsável por
     9,6% do faturamento do Grupo.


                                           www.agemar.com.br                                             60
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  AGEMAR                                                           BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                    Breve Descrição DA EMPRESA

    A Empresa (Locação de equipamentos)
     No ano de 2006 a AGEMAR adquiriu a representação das empilhadeiras Linde, consideradas como as
     melhores do mundo, nos Estados de AL, PB, PI, PE, RN e MA.
     Por meio desta parceria vários valores foram agregados à empresa, pois além de comercializá-las no
     mercado a AGEMAR vende, também, as suas peças e presta serviços de manutenção e locação de
     equipamentos.
     A representação das empilhadeiras Linde contribui com
     6,3% do faturamento do Grupo AGEMAR. Segundo dados
     da Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para
     Equipamentos e Manutenção) são previsto um crescimento
     gradual e significativo para esse setor de máquinas e
     equipamentos para os anos vindouros.
    O market-Share do grupo Linde na Região NE transita
    entre 8 e 10% sendo, ainda, considerado baixo quando
    analisamos o grupo no cenário mundial, entretanto a
    previsão para 2009 com novas aquisições de grandes
    marcas mundiais é de um crescimento mínimo de 40%
    desta fatia.



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  AGEMAR                                                             BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                      Breve Descrição DA EMPRESA

   A Empresa (Operações portuárias)

    Há 25 anos a AGEMAR iniciou as suas atividade nesse
    setor, tanto como Operador Marítimo, prestando os
    serviços de carga e descarga de navios, quanto Agenciador
    Marítimo, auxiliando os navios desde o seu atracamento
    no berço, até os trâmites burocráticos que envolvem a sua
    estadia. Atividades essas cuja receita representa 12,8% do
    faturamento total do Grupo.

    Atualmente a empresa exerce essa atividade no Porto do
    Recife, onde a AGEMAR possui cerca de 40% de market-
    share, atendendo a demanda da região metropolitana, a
    qual sempre irá existir a fim de atender ao comércio e a
    indústria local. No entanto a empresa pretende expandir o    Tendo em vista o histórico da evolução
    seu campo de atuação para o porto de SUAPE, o qual vem       das operações portuárias e os futuros
    se tornando um pólo industrial bastante atrativo para        investimentos por parte do governo
    investimentos.                                               federal (por meio do PAC, conforme
                                                                 mencionado       anteriormente)     para
                                                                 aperfeiçoar a infra-estrutura dos portos,
                                                                 vislumbra-se um futuro promissor para
                                                                 essa atividade.


                                            www.agemar.com.br                                                62
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  AGEMAR                                                          BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                   Breve Descrição DA EMPRESA

    A Empresa (Postos de combustíveis)
     A AGEMAR atua no setor varejista de combustíveis, por meio da operação de um posto localizado na
     no arquipélago de Fernando de Noronha, sendo o único posto da ilha responsável por todo o
     abastecimento local. O posto tem uma participação significativa na receita bruta do Grupo AGEMAR,
     as perspectivas de crescimento são lineares, uma vez que a ilha apresenta fatores delimitadores.




                                           www.agemar.com.br                                             63
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  AGEMAR                                                           BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                    Breve Descrição DA EMPRESA

   A Empresa (Transporte marítimo)
     Pelo fato da operar o posto de Fernando de Noronha surgiu a necessidade de investir em navios
     petroleiros, a fim de atender a demanda de combustíveis do arquipélago.
     Ao longo dos anos a AGEMAR desenvolveu parcerias estratégicas com a neoenergia, para
     abastecimento de sua unidade na ilha, como também a aeronáutica para atender a demanda de sua
     base, também, localizada em Noronha. Deste modo a empresa passou a fazer uma economia de
     escala, pois em uma mesma viagem é capaz de atender a toda a demanda por combustíveis da ilha.




     A tendência de crescimento é linear, devido a fatores delimitantes da ilha, conforme já mencionado
     anteriormente. No entanto o Grupo econômico afere bons resultados nessa atividade pelo fato de ser a
     única companhia a suprir essa necessidade do arquipélago. Respondendo por 13,4% do faturamento
     total do Grupo AGEMAR.

                                           www.agemar.com.br                                            64
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  AGEMAR                                                         BREVE DESCRIÇÃOda Empresa
                                                                  Breve Descrição DA EMPRESA

   A Empresa

          Razão Social: Agemar Transportes e Empreendimentos Ltda.

          CNPJ: 08.745.465.0001/83

          Setor de Atividade: Prestadora de serviço

          Constituição Jurídica: Sociedade Limitada

          Estrutura Tributária: Lucro Real

          Número de Funcionários: 150

          Receita Bruta em 2011: R$ 21.996.429

          Sede: Av. Rio Branco, 243 – Bairro do Recife – Recife/PE


                                         www.agemar.com.br                                65
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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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  AGEMAR                                                                                               ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA
                                                                                                                                Projeto

    Demonstrações contábeis (BP - Ativo)

      A TIV O                                                                      31/12/2011                 31/12/2010            31/12/2009

      Ativ o Circula nte
      Ca i xa e e q u i va l e n te s d e ca i xa                                          2,166,022                  3,101,015            3,428,073
      Co n ta s a R e ce b e r d e cl i e n te s e o u tro s re ce b íve i s               1,098,409                  3,053,084             921,529
      E s to q u e s                                                                        227,157                    338,883              241,132
      I m p o s to s a R e cu p e ra r                                                      338,579                    389,415              333,487
      A d i a n ta m e n to s                                                              1,408,317                  2,467,851             401,256
      D e s p e s a s d o e xe ci ci o s e g u i n te                                           63,887                     47,146            64,443
      O u tro s cré d i to s a re ce b e r                                                        202                       1,221           746,999
      T ota l do Ativ o Circula nte                                                        5,302,573                  9,398,615            6,136,919

      Ativ o N ã o Circula nte
      R e a l i z á ve l a Lo n g o Pra z o                                               10,701,588                  8,173,913            6,241,299
      I n ve s ti m e n to s                                                               2,380,760                  4,798,615            4,730,732
      I m o b i l i za d o                                                                 4,768,215                  3,330,768            1,948,719
      D i fe ri d o                                                                                -                          -                  -
      T ota l do Ativ o N ã o Circula nte                                                 17,850,563                 16,303,296           12,920,750

      T ota l do Ativ o                                                                   23,153,136                 25,701,911           19,057,669




                                                                               www.agemar.com.br                                                       67
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  AGEMAR                                                                    ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA
                                                                                                     Projeto

    Demonstrações contábeis (BP - Passivo)
     PASSIVO                                                31/12/2011             31/12/2010          31/12/2009
     Passivo Circulante
     Fornecedores                                                     972,729           1,634,173.64       1,184,994.00
     Emprés timos e fi na nci a mentos                              1,941,014           1,223,691.58       1,297,940.00
     Obri ga ções tri butári a s                                    1,201,307           1,294,634.65       1,311,919.00
     Obri ga ções s oci a i s                                       1,511,676             972,601.51          43,743.00
     Adi a ntamento de cl i entes                                   1,101,212           4,165,103.31         331,124.00
     Outra s contas a pa ga r                                                                                 81,875.00
     Total do Passivo Circulante                                    6,727,938              9,290,205          4,251,595
     Passivo Não Circulante
     Emprés timos e fi na nci a mentos                                    -                      -
     Emprés timos de Empres a s Li ga da s                          2,460,713              2,189,551          1,651,170
     Pa rcel a mento de Impos tos                                   1,090,126                592,641            671,575
     Provi s ã o pa ra Contingênci a s                                 59,103                793,081            793,081
     Res ul tados de Exercíci os Futuros                               76,667                116,667            863,829
     Total do Passivo Não Circulante                                3,686,609              3,691,940          3,979,655
     Patrimônio Líquido
     Ca pi tal s oci a l                                            2,000,000              2,000,000          2,000,000
     Adi a ntamento pa ra futuro a umento de Ca pi tal              3,285,501              3,285,501          3,285,501
     Res erva de Ca pi tal                                            103,997                 45,942             45,942
     Lucro (Prejuízo) Acumul a do                                   7,349,092              7,388,324          5,494,976
     Total do Patrimônio Líquido                                   12,738,589             12,719,767         10,826,419
     Total do Passivo                                              23,153,136             25,701,911         19,057,669


                                                         www.agemar.com.br                                                68
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                                                                                                                            Projeto

   Demonstrações contábeis (DRE)

              DRE                                                                     31/12/2011        31/12/2010        31/12/2009



              R E CE IT A O PE R ACIO N AL B R U T A

                R e ce i ta d e V e n d a s                                               21,996,429        18,629,029        17,325,674

              (-) D E D U ÇÕ E S D E V E N D AS

                (-) I m p o s to s s / V e n d a s e V e n d a s Ca n ce l a d a s        (3,633,427)       (2,669,591)       (1,856,274)

              R E CE IT A O PE R ACIO N AL LÍQ U ID A                                     18,363,001        15,959,438        15,469,400

              (-) CU S T O D O S PR O D U T O S                                          (12,662,426)      (10,078,966)       (9,510,460)

              LU CR O B R U T O                                                            5,700,575         5,880,472         5,958,940

              R E CE IT AS (D E S PE S AS ) O PE R ACIO N AIS

              D e s p e s a s G e ra i s e A d m i n i s tra ti va s                      (2,255,240)       (2,407,969)       (1,549,421)

              D e s p e s a s T ri b u tá ri a s                                            (423,818)         (239,215)         (346,529)

              R e s u l ta d o F i n a n ce i ro                                            (884,559)         (898,555)         595,853



                                                                                          (3,563,618)       (3,545,740)       (1,300,097)

              LU CR O (PR E JU ÍZ O ) O PE R ACIO N AL                                     2,136,957         2,334,732         4,658,843



              R E S U LT A D O N Ã O O PE R A CI O N A L                                    (322,434)        1,393,721          (459,352)



              Prov is ã o p/ Im pos to de R enda e Cont.S ocia l                            (591,313)         (950,834)       (1,214,827)



              LU CR O LÍQ U ID O D O PE R ÍO D O                                           1,223,210         2,777,620         2,984,664



                                                                                www.agemar.com.br                                           69
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                                                                                   Projeto

    Demonstrações contábeis (Análise)

      O presente capítulo tem como objetivo apresentar a Análise Retrospectiva dos Indicadores
      Financeiros e Operacionais da Agemar Transporte e Empreendimentos Ltda. A Análise Retrospectiva
      foi realizada comparando-se o comportamento dos indicadores oriundos das demonstrações
      contábeis (leia-se BP e DRE) ao longo dos últimos 3 exercícios.

      Uma vez que o Golden Dolphin será o mais recente empreendimento da organização é necessário
      observar a solidez financeira da empresa observando a sua evolução nos últimos anos, para isso será
      analisado quatro dos principais grupos de indicadores, que são:

      Liquidez;

      Estrutura de Capital;

      Rentabilidade;

      Retorno.




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                                                                                    Projeto

    Demonstrações contábeis (Análise)

      Análise de Liquidez – A finalidade desta análise é medir a capacidade de pagamento da empresa em
      relação às obrigações assumidas com terceiros. A liquidez é a medida da capacidade da empresa para
      honrar suas obrigações financeiras em seus prazos de vencimentos. A ausência de liquidez pode
      paralisar as operações de uma empresa ou mesmo levá-la a falência. Como indicadores de liquidez
      adotamos os seguintes índices:

         Liquidez Corrente – Este indicador determina o quanto uma empresa tem a receber no curto
          prazo em relação a cada unidade monetária que deve pagar no mesmo período. A determinação
          exata de um índice aceitável depende do setor onde a empresa atua. Quanto mais previsíveis
          forem os fluxos de caixa de uma empresa, menor será o índice de liquidez corrente exigido. O
          indicador é calculado como sendo o quociente entre o ativo circulante e o passivo circulante da
          empresa.

         Liquidez Seca – A exemplo do indicador de liquidez corrente, o indicador de liquidez seca reflete
          a capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações de curto prazo. A única
          diferença na fórmula de cálculo é que os estoques são excluídos dos ativos circulantes da
          empresa. A suposição básica é de que os estoques são ativos menos líquidos e, portanto, devem
          ser ignorados.




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                                                                                     Projeto

    Demonstrações contábeis (Análise)
      Análise de Estrutura de Capital– Os indicadores desta categoria medem a capacidade da empresa de
     saldar as obrigações de longo prazo. As políticas operacionais e a capacidade de geração de lucro da
     empresa também afetam esta família de indicadores, que medem os níveis de imobilização de recursos
     próprios, relacionam a composição de Capital e buscam diversas relações na estrutura e na qualidade da
     dívida da empresa. A lógica destes indicadores é que empresas com um maior nível de endividamento
     estão expostas a um maior risco financeiro, aumentando assim o risco total do acionista. Como
     indicadores de Solvência adotamos os seguintes índices:

        Capital próprio sobre o Ativo – Este índice expressa a relação entre a participação do capital próprio
         na estrutura de capital da empresa. Um indicador baixo significa que a empresa está alavancada e
         com menos flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros pois pode estar comprometendo
         a sua capacidade de pagamento. A participação de capital próprio na estrutura de capital da
         organização é determinada como sendo o resultado da divisão do seu patrimônio líquido pelo ativo
         total.

        Composição do Endividamento– Indicador que serve para entender a onde está mais concentrado o
         endividamento com terceiros O indicador é calculado como sendo a participação do passivo
         circulante da empresa sobre todas as origens provenientes do capital de terceiros, composta por
         fundos de curto (passivo circulante) e longo prazo (exigível) provenientes de terceiros. O capital
         investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de curto e longo prazo com
         terceiros e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido).

                                             www.agemar.com.br                                               72
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  AGEMAR                                                   ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA
                                                                                    Projeto

    Demonstrações contábeis (Análise)
    Análise de Rentabilidade – Esta categoria de indicadores avalia o grau de sucesso econômico auferido
    por uma empresa, ou seja, demonstra sua capacidade de gerar lucro, associando as receitas, lucro líquido,
    ativo total e patrimônio líquido. Como indicadores de Rentabilidade adotamos os seguintes índices:

       Margem Bruta – Indicador que expressa a relação entre o resultado bruto da empresa e sua receita
        líquida de vendas. A margem bruta indica o percentual da receita de vendas que restou após o
        pagamento do custo das mercadorias e pode ser calculada como sendo o quociente entre o
        resultado bruto e a receita líquida de vendas da empresa.

       Margem Líquida – Índice que expressa a relação entre o lucro líquido da empresa e a sua receita
        líquida de vendas. A margem líquida determina o percentual da receita de vendas que restou após a
        dedução de todas as despesas, inclusive o imposto de renda, e é calculada como sendo o quociente
        entre o lucro líquido e a receita líquida de vendas da empresa.




                                            www.agemar.com.br                                               73
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                                                                                     Projeto

    Demonstrações contábeis (Análise)
     Análise de Retorno – Esses indicadores avaliam o recuperação do capital investido, ou seja, demonstra se
    a empresa apresenta retornos de capital satisfatoriamente proporcional ao que foi investido nela, seja por
    parte dos acionistas seja em seu aspecto geral. associando assim: lucro líquido, ativo total e patrimônio
    líquido. Como indicadores de Retorno foram adotados os seguintes:

       Retorno Sobre o Ativo (ROA) – Índice que mensura o lucro gerado pelo uso dos ativos da empresa e
        que ilustra o quão eficiente a empresa está sendo em utilizar seus ativos para gerar lucro. Este
        indicador pode ser calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido obtido pela empresa e
        seus ativos totais.


       Retorno Sobre o Patrimônio Líquido (ROE) – Indicador que mede o retorno do capital investido
        pelos acionistas (patrimônio líquido). O indicador é calculado como sendo o quociente entre o lucro
        líquido da empresa e o seu patrimônio líquido.




                                             www.agemar.com.br                                               74
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                                                                                     Projeto

    Demonstrações contábeis (Índices de liquidez)
                         Liquidez corrente                                 Liquidez seca

              1,44
                                                                 1,39




                              1,01                                             0,98


                                             0,79
                                                                                              0,75




              2009           2010            2011                2009          2010           2011




   A empresa apresentou capacidade de solvência nos últimos dois anos, mantendo-se dentro de
   um patamar satisfatório ate o ano de 2010, no entanto apresentou uma tendência de queda, no período em
   analise,a oscilação maior ocorrida no exercício de 2011 deve-se a uma reclassificação
   de uma parte bastante expressiva do contas a receber; as quais migraram para o longo prazo.
   Como a conta de estoques não é muito representativa a liquidez seca apresentou o mesmo comportamento
   da liquidez corrente.

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                                                                                    Projeto

    Demonstrações contábeis (Índices de retorno)
                            ROE                                               ROA

      33,0%                                              18,0%
                                                                  15,7%
                                                         16,0%
      28,0%      27,6%
                                                         14,0%
                              21,8%
      23,0%                                              12,0%                  10,8%

                                                         10,0%
      18,0%

                                                          8,0%
      13,0%
                                                          6,0%                                5,3%
                                            9,6%

       8,0%                                               4,0%
                2009          2010          2011                  2009          2010          2011




   Os indicadores de retorno são bastante relevantes, e apresentaram uma tendência de queda durante
   o período em análise, com o ROE saindo de um patamar de 27,6,5% e alcançado a casa dos 9,6%.
    O ROA apresentou, proporcionalmente a mesma retração saindo de 15,7 % para 5,3%, devido a uma
   redução dos lucros da empresa devido ao aumento dos custos e despesas terem crescidos em uma
    proporção maior que a receita



                                            www.agemar.com.br                                         76
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                                                                                   Projeto

    Demonstrações contábeis (Índices de rentabilidade)
                          Margem bruta                                      Margem líquida
      35,0%                                               18,0%
                  34,4%                                           17,2%
      34,0%                                               16,0%
      33,0%                                                                          14,9%
                                31,6%                     14,0%
      32,0%
      31,0%                                               12,0%
      30,0%
                                                          10,0%
      29,0%
      28,0%                                                8,0%
      27,0%                                                                                     5,6%
                                            25,9%          6,0%
      26,0%
      25,0%                                                4,0%
                2009            2010        2011                     2009        2010          2011




   A margem bruta demonstrou uma queda significativa no período em análise, em virtude de seus custos
   crescerem numa proporção maior que a receita, 33% contra 27%, respectivamente.
   A margem líquida apresentou, proporcionalmente, a mesma tendência , sendo agravada, no entanto pelos
   resultados não operacionais, conforme pode-se observar no exercício de 2010.



                                           www.agemar.com.br                                              77
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                                                                                                   Projeto

    Demonstrações contábeis (Índices de estrutura de capital)
                                                                                       Composição do endividamento
                       Capital próprio sobre ativo total

                                                                                                 71,6%
               56,8%

                                                           55,0%
                                                                                                                     64,6%




                                      49,5%
                                                                               51,7%




               2009                   2010                 2011                2009              2010                2011




   A empresa demonstra ter um perfil conservadora, com uma estrutura de capital não alavancada, em virtude
   da capacidade financeira dos acionistas e do crescimento do seus lucros,sendo portanto uma empresa
   bastante capitalizada. Já a distribuição do capital de terceiros encontrava-se concentrada no curto prazo
   ameaçando futuros problemas de capital de giro, no entanto, a partir do exercício de 2011 essa composição
   apresentou um equilíbrio fruto de renegociações por parte da gestão administrativa do grupo.


                                                           www.agemar.com.br                                                 78
D e lo itte
                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



                       www.agemar.com.br         79
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  AGEMAR                                                                                       O Projeto
                                                                                                 PROJETO


    Breve Descrição do Empreendimento

     O Golden Dolphin é um empreendimento exclusivo da AGEMAR , sendo considerado o primeiro
     Hotel Container do Brasil. É composto por 102 suítes e áreas de lazer a qual se incluem: piscina,
     quadras de tênis, saunas, restaurante, entre outros. A infra-estrutura do empreendimento será
     caracterizada pelo mais fino acabamento, todas as suítes terão televisores de LCD 42”, Ar-
     condicionado split, Sky, oferecendo toda a comodidade que o seu nicho de mercado exige.

   Hotel

     São ao todo 102 containes de 40’ possuindo cada um deles uma suíte, com tamanho entre 18 e 24
     m2 . A localização será o grande diferencial do hotel, ficando muito próximo do complexo de SUAPE,
     e a cerca de 50Km do Recife, encontrando-se mais especificamente em frente ao Shopping Costa
     Dourada.

   Público alvo
     O empreendimento visa atender a crescente demanda por pousadas e hotéis no litoral sul do
     Estado de PE, provocada pela grande oferta de empregos no Complexo de SUAPE, na Refinaria, no
     estaleiro, entre outros empreendimentos que estão sendo fomentados na região.


                                             www.agemar.com.br                                            80
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  AGEMAR                                                                                      O Projeto
                                                                                                PROJETO


    Público Alvo (continuação)

    Conforme já foi constatado em diversos noticiários e estudos realizados de conhecimento público, A
    mão-de-obra local não será suficiente para atender a ampla oferta de trabalho, como também não
    terá conhecimento técnico necessário, uma vez que muitas das atividades exigem um grau de
    especialidade, bastante elevado, cuja mão-de-obra qualificada e com experiência relevante se
    encontram mais na região sul e sudeste, como é o caso de muitos empregos na refinaria,
    principalmente quando se trata de cargos mais elevados.

    Desse modo a mão-de-obra “importada” de outros Estados não terá acomodação suficiente, na
    região, principalmente, focada para um nível mais diferenciado de trabalhadores, como
    engenheiros, executivos, técnicos extremamente especializados, que irão residir na região por um
    período determinado, ou que virão para visitas técnicas, reuniões gerenciais, visitas de curta
    duração ou mesmo ofertar produtos ou serviços não comuns na área.

    Como se trata de empresas de produção, a ramificação de negócios é imensa, fazendo que haja uma
    migração de negócios para áreas circunvizinhas, o que acarretará em uma gama de empregos
    indiretos , também. Acredita-se que muitas pessoas residentes na região metropolitana do Recife,
    irá trabalhar na região, aumentando assim o tráfego local, fazendo com que muitos desses optem
    por passar a semana na localidade em torno desses complexo à retornarem todas às noites.


                                            www.agemar.com.br                                            81
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                                                                                               PROJETO


    Localização do Empreendimento
     O hotel será localizado na PE-60 , no litoral pernambucano, mais especificamente no município de
     Cabo de Santo Agostinho-PE, onde está localizado o complexo de SUAPE e diversas praias conhecidas
     de PE como: Calhetas, Gaibú, Enseada dos Corais. À 15km do município de Ipojuca que compreende
     a famosa praia de Porto de Galinhas.

     A região possui cerca de 15 praias ao todo e é a
     2ª área de maior fomento econômico do
     Estado, atrás apenas da região metropolitana do
     Recife. Além do complexo industrial dessa
     região, o litoral possui alguns dos principais
     hotéis    resorts    do    Estado     como     o
     Summerville, Vila Galé, Nanai, etc.

     Estrategicamente esse empreendimento situa-se
     em       frente     ao      Shopping    Costa
     Dourada, possibilitando ao cliente mais uma
     opção de lazer ou atendimento às suas
     necessidades        ao        mais      perto
     alcance, proporcionando assim mais comodidade
     ao hóspede.
                                            www.agemar.com.br                                            82
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                                                                                                PROJETO


   Apelo ecológico
     O Empreendimento preza pela preservação
     ambiental, tendo como ponto forte a idéia
     inovadora e visionário no Brasil de reciclar
     containers que seriam degradantes para o
     meio-ambiente, uma vez que fossem
     considerados como sucata e enviados para a
     natureza, contribuindo assim para a poluição
     ambiental.

     Além do mais há o aspecto econômico de
     reutilizar um produto considerado como
     descartável para a sua finalidade fim e           Todo esses pontos ressaltados relevando acima de
     reaproveitando-o em uma atividade prestadora      tudo a preservação ambiental, tanto na reciclagem
                                                       da matéria-prima como no zelo de preservar o
     de serviço que irá gerar emprego e renda, além
                                                       máximo possível o verde da região, pois o processo
     de uma maior arrecadação de tributos e            de construção de um Hotel utilizando container, tem
     impostos por parte do governo, e                  uma característica bastante diferente de um
     conseqüentemente uma maior circulação de          empreendimento comum na construção civil, o qual
     renda interna.                                    é bem agressivo com o meio-ambiente.


                                            www.agemar.com.br                                            83
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                                                                                                PROJETO


   Aspecto social
     Além de dar maior suporte a carente indústria hoteleira local o empreendimento irá trazer muitos
     benefícios no aspecto social como a geração de emprego e renda, dos quais prevê-se,
     aproximadamente , a geração de, aproximadamente, vinte empregos diretos e quarenta empregos
     indiretos, chegando a remuneração total anual a um montante de R$ 627 mil para os empregos
     diretos e cerca de R$ 941 mil para os empregos indiretos, fortalecendo desse modo a economia local
     ao elevar a circulação de renda interna.

     A gestão tentará aproveitar ao máximo a mão-de-obra local, devido, principalmente, à proximidade
     geográfica e a fraca infra-estrutura de transportes públicos. Desse modo será oferecido cursos e
     seminários aos funcionários do hotel a fim de capacitá-los a exercer um serviço de excelência não só
     nesse empreendimento, mas no mercado do setor hoteleiro.

     Portanto os benefícios sociais agregados são de ordem educacional ao aperfeiçoar a mão-de-obra da
     região, de suprir uma carência da indústria hoteleira local com um hotel de nível diferenciado, a
     geração de cerca de sessenta postos de trabalho entre diretos e indiretos, um fomento na indústria
     local ao gerar uma arrecadação de impostos municipais na ordem de R$ 210 mil/ano (média), geração
     de uma renda total anual de R$ 1.568 mil (entre empregos diretos e indiretos), além da política de
     priorizar tanto a compra de materiais quanto a de insumos oriundas de fornecedores locais, como
     também planos de ação que visam promover ações sociais perante a comunidade local onde residem
     seus trabalhadores e familiares.



                                           www.agemar.com.br                                                84
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                                                                                                                                          PROJETO


    Investimentos (Quadro de usos e fontes)
     USOS                                     Existente      Realizado          A Realizar        %          Sub-Total    %          TOTAL      %
                                               out/12       Nov e Dez/12       Nov/12 ===>>                  Projetado

     Terrenos                                         900                  -                -                       -                     900    9,1%
     Máquinas e equipamentos                          128                  -                646       7,3%          646       7,3%        774    7,8%
     Móveis e utensílios                              -                    -                963    10,8%            963    10,8%          963    9,7%
     Obras civis                                      -                    -              4.049    45,5%          4.049    45,5%        4.049   40,8%
     Instalações                                      -                    -              1.182    13,3%          1.182    13,3%        1.182   11,9%


     TOTAL INVERSÕES FIXAS                          1.028                  -              6.840    76,9%          6.840    76,9%        7.868   79,3%

     Variação do Capital Circulante Líquido           -                    -              2.052    23,1%          2.052    23,1%        2.052   20,7%


     TOTAL INVERSÕES FINANCEIRAS                      -                    -              2.052    23,1%          2.052    23,1%        2.052   20,7%

     TOTAL USOS                                     1.028                  -              8.892    100%           8.892    100%         9.920   100%

     FONTES                                   Existente      Realizado          A Realizar        %          Sub-Total    %          TOTAL      %
                                               out/12       Nov e Dez/12       Nov/12 ===>>                  Projetado

     RECURSOS PRÓPRIOS                              1.028                  -                  -                     -                   1.028   10,4%
     =>Golden Dolphin/ Capital Social                                      -                  -                     -                   1.028   10,4%
       . Inversões Fixas / Diferidas                1.028                  -                  -                     -                   1.028   10,4%


     RECURSOS DE TERCEIROS                            -                    -              8.892   100,0%          8.892   100,0%        8.892   89,6%
     => AGENTE FINANCIADOR                                                                8.892   100,0%          8.892   100,0%        8.892   89,6%
         . Fixas/ Diferidas                                                               6.840    76,9%          6.840    76,9%        6.840   68,9%
         . Financeiras                                                                    2.052    23,1%          2.052    23,1%        2.052   20,7%
     => OUTROS AGENTES                                -                                     -                       -                     -

     TOTAL FONTES                                   1.028                  -              8.892    100%           8.892    100%         9.920   100%



                                                                 www.agemar.com.br                                                                      85
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                                                                                                PROJETO


    Projeto arquitetônico




    Concorrentes diretos e indiretos
       Na classificação da concorrência foi adotado critérios como nº de quartos, preços, infra-estrutura
       para mensurar se ela seria direta ou indireta, por isso foram analisados todos os estabelecimentos
       destinados a hospedagem no município do Cabo de Santo Agostinho e nas regiões circunvizinhas.


                                            www.agemar.com.br                                               86
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                                                                                                   PROJETO


    Concorrentes Diretos (continuação)
      Hotel Enseada dos Corais
     O estabelecimento possui 56 aptos,tendo duas categorias: Standard (sem varanda) e Luxo(com
     varanda), sendo que na 1ª os preços vão de R$ 120 à R$ 170 e na 2ª de R$ 130 à R$ 195. Dependendo
     do nº de hospedes que comportam.A infra-estrutura é muito forte possuindo até auditórios para 150
     pessoas, além de piscina, estacionamento privativo, além de ofertar uma tarifa de residente (longo
     prazo) muito competitiva R$ 95, já a sua localização é muito difícil, pois nem fica na pista nem na beira
     mar, e o acesso ao hotel é bastante difícil.
      Pousada Caravelas de Pizón
     Tem um restaurante reconhecido pela cozinha regional e café-da-manhã bastante variado. A localização
     a beira-mar é privilegiada. sendo esse o seu diferencial, o preço médio de um quarto single é de R$ 150,
     já na tarifa de residente esse mesmo quarto reduziria seu preço para R$ 125. A parte nova é bem
     diferenciada da parte antiga da pousada, parecendo até um outro estabelecimento, desde o layout dos
     aptos à mobília desses.

      Hotel Canárius
     Estabelecimento mais tradicional da região, com uma capacidade instalada de 126 aptos, possui cerca de
     dez salões de convenção. Está estabelecido na região há, aproximadamente, dez anos com tarifas a
     partir de R$ 260 (balcão), já a tarifa de residente ficaria em torno de R$ 130. Sua infra-estrutura inclui
     piscinas, salão de jogos, lojas de souvenir, quadra poliesportiva, campo de futebol, etc.


                                             www.agemar.com.br                                                87
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    Concorrentes Diretos (continuação)


              Hotel da
              Enseada




              Caravelas
              de Pizón




               Hotel
              Canárius




                                   www.agemar.com.br          88
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                                                                                                   PROJETO


   Concorrentes Diretos (Análise SWOT)

               ESTABELECIMENTOS              STRENGTHS                       WEAKNESSES



                                     Boa infra-estrutura;           Difícil acesso.
                Hotel da Enseada     Preço competitivo.



                                     Localização Privilegiada;      Instalações precárias na
                    Pousada          Excelente infra-estrutura na   parte antiga;
               Caravelas de Pizón    parte nova da pousada.          Ambiente não familiar.



                                     Tradição;                      Preços elevados.
                 Hotel Canárius      Boa localização;
                                     Boa infra-estrutura



                                     Boa infra-estrutura;           Longe do litoral.
              Hotel Golden Dolphin   Localização mais próxima a
                                     via de acesso a SUAPE.



                                     www.agemar.com.br                                                  89
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                                                                                                   PROJETO


   Concorrentes Diretos (Análise SWOT)

               ESTABELECIMENTOS            OPPORTUNITIES                    THREATS



                                     Crescimento do turismo       Novos entrantes
                Hotel da Enseada     comercial no cabo.



                                     Crescimento do turismo na    Preconceitos por boa parte
                    Pousada          região.                       do mercado em função do
               Caravelas de Pizón                                  aumento de hóspedes GLS



                                     Demanda crescente de         Novos entrantes
                 Hotel Canárius      empresas na região,
                                     principalmente nesse hotel.



                                     Crescimento do turismo       Não adaptação do mercado
              Hotel Golden Dolphin   comercial no cabo.            em hospedar-se em um hotel
                                     Gargalo dos hotéis locais.   container.



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                                                                                                PROJETO


   Análise 4 P’s
                                                 PLACE



                                            Situa-se muito
                                           próximo da via de
                                         acesso à SUAPE, e em
                                          frente ao Shopping
                    PROMOTION               Costa Dourada,                    PRICE
                                            oferecendo aos
                                            hóspedes mais
                                             comodidade.
                Haverá uma mala                                      Será cobrada uma
              direta para o seu nicho                                 diária equalizada da
               de mercado, além do                                    seguinte forma,20%
               ponto já servir como                                    acima das pousada
               divulgação. Além de                                  locais e 20% abaixo dos
               alguns outdoors que             PRODUCT
                                                                     concorrentes diretos.
                 serão expostos na
                      região.
                                           O serviço terá um
                                        nível de excelência, com
                                        profissionais treinados e
                                          experientes, além de
                                         possuir uma estrutura
                                        bem diferenciada para o
                                               seu público.




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                                                                                                  PROJETO


    Concorrentes Indiretos (continuação)
      Acuas Residenz
     Localizada na praia de Calhetas, possui 13 habitações, todos eles, bem equipados. Preços entre R$ 120 e
     R$ 160. Possui como diferencial competitivo à exótica praia de Calhetas, com uma visão exuberante de
     todo o litoral da região, no entanto o acesso ao estabelecimento é praticamente inviável e fica muito
     longe da rodovia que dá acesso a Suape, além de possuir uma capacidade instalada bastante limitada.
     Ficando assim longe de competir com os hotéis que se destinam ao turismo comercial.

       Trópicos Hotel
      O estabelecimento encontra-se localizada na praia de Itapuama, num espaço geográfico muito tranqüilo,
      possuindo 20 chalés onde o hóspede pode desfrutar uma serenidade sem igual na região, contudo a
      gestão do hotel não tem interesse no turismo comercial e sim no turismo de lazer, além de possuir uma
      pequena disponibilidade de habitações (vinte) pode-se dizer que é um hotel bem familiar.

       Vila Galé Resort
      Possui a melhor infra-estrutura da região, está conceituado entre um dos melhores resorts do Brasil. São
      300 aptos a uma tarifa de R$ 550 por pessoa, sendo que na tarifa de residência cai para R$ 350. O nicho
      de mercado desse resort é bastante diferenciado, voltado para o turismo internacional e para executivos
      de elevadíssimo cargo como diretores e presidentes de grandes empresas.



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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                            Premissas E PROJEÇÕES

   Considerações Gerais
     As projeções e resultados deste estudo estão expressas em moeda de poder aquisitivo
      constante, com valores monetários expressos em reais (R$), e sendo a Data Base 30 de setembro
      de 2012.

     Adotaram-se dois cenários projetivos, que consideraram as operações futuras do setor hoteleiro
      e suas perspectivas. Sendo as variável adotada o fator preço.

     As projeções apresentadas não contemplam os impactos tributários decorrentes de uma de
      assessoria em planejamento tributário e, porém, foram realizados com base na análise das
      operações dessa modalidade de empreendimento conforme as premissas de tributação do
      cenário atual.

     As projeções consideraram o endividamento da empresa no fluxo de caixa, isto é, Fluxo de Caixa
      do Acionista;

     As projeções foram realizadas com base nas informações disponibilizadas pela administração da
      Agemar transporte e Empreendimentos Ltda e pesquisas de mercado sendo e aprovadas por ela
      em reuniões de discussão.




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                                                                              Premissas E PROJEÇÕES

    Conceitos Utilizados
     O projeto do Hotel Golden Dolphin baseou-se nos conceitos, fundamentos e princípios que norteiam a
     atividade de Finanças, tanto no campo acadêmico, quanto no campo empresarial. Dentre os métodos
     consagrados pela literatura técnica para avaliação de projetos de investimento, o Método da
     Lucratividade, baseado no enfoque do Fluxo de Caixa Futuro Descontado a Valor Presente, ocupa
     posição de destaque e é o principal indicador de viabilidade deste estudo.

     No entanto, outros indicadores de viabilidade foram adotados, tais como: Margem de Contribuição,
     EBITDA, EBIT, Período de Payback (Simples e Descontado), Retorno sobre Investimentos (ROI) e
     Retorno sobre Patrimônio Líquido (ROE). A seguir, apresentamos um breve resumo dos principais
     conceitos financeiros utilizados:

        Earnings Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization (EBITDA)  É o resultado antes
         das despesas financeiras, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização. Este resultado é um
         indicador da capacidade de geração bruta de caixa de uma empresa, a partir de suas operações.

        Earnings Before Interests and Taxes (EBIT)  É o resultado antes das despesas financeiras e
         impostos sobre o lucro. Este resultado é um indicador da capacidade de geração de caixa e de
         lucro de uma empresa, depois da depreciação e amortização.



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                                                                                 Premissas E PROJEÇÕES

    Conceitos Utilizados
        Margem de Contribuição  É a diferença entre a receita gerada e os custos e despesas variáveis
         referentes às unidades de produto / serviço. Assim, os produtos de maior margem de
         contribuição são supostamente mais rentáveis, uma vez que os custos fixos existem para dar
         suporte ao mix de produtos / serviços.
        Lucro Líquido  Constitui a geração líquida de resultado de uma empresa, após a provisão dos
         impostos sobre lucro (IRPJ e CSLL), sendo divulgado na Demonstração de Resultado do Exercício
         Este é um resultado econômico, pois tanto inclui itens que não representam desembolso de caixa
         (p.ex.. depreciação), como aqueles que afetam o caixa.
        Fluxo de Caixa Livre  Constitui o caixa líquido efetivo (ingressos e desembolsos de recursos) em
         conseqüência das movimentações e do lucro líquido que uma empresa gera durante um período
         determinado.
        Valor Presente Líquido (VPL)  Representa o “Valor Econômico” do Projeto, ou seja, é o
         resultado dos fluxos de caixa futuros, a serem gerados pelo projeto, descontados a valor presente
         a uma taxa de desconto, que considera uma série de fatores que serão descritos posteriormente.

     De acordo com as características do presente Projeto, concluiu-se que a métrica mais indicada para
     analisar a viabilidade deste é o Fluxo de Caixa Livre para o Acionista – FCFE, o qual considera o efeito
     financeiro e o pagamento de dividendos no fluxo de caixa.

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                                                                                   Premissas E PROJEÇÕES

   Capacidade Instalada e Geração de Receita
     A tabela abaixo apresenta as premissas adotadas para mensuração da capacidade instalada e a
     evolução da sua utilização ao longo do período de projeção, como também a conseqüente geração de
     receita a um preço conservador.

          Receita de Hospedagem   Ano 1   Ano 2       Ano 3     Ano 4     Ano 5   Ano 6   Ano 7   Ano 8
     Nº de Suites                 102     102          102          102   102      102    102     102
     (a) % de uso 65%             66
     (b) % de crescimento 5%      5,0%
     (a) x (b)                     66      69          72           76     80      84      87      87
     Capacidade instalada         65%     68%          71%          75%   78%      82%    85%     85%
     Preço otimista (R$)          190
     Preço conservador (R$)       150
     Capacidade instalada max     85%
     Receita (R$ mil)             3.564   3.726       3.888     4.104     4.320   4.536   4.682   4.682




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                                                                                           Premissas E PROJEÇÕES

   Capacidade Instalada e Geração de Receita (continuação)

     Além da geração de receita oriunda da hospedagem o empreendimento vislumbra receitas
     incrementais tais como: receitas com alimentação, telefonia e outras.
     Com relação a alimentação foi previsto a utilização de 80% da capacidade instalada que é igual ao
     número de 40 suítes, mais um crescimento de 5% ao ano até a plenitude da capacidade no ano 6. Foi
     tomado, conservadoramente o número de um hóspede por suíte, desse modo foi observado o
     percentual dos hóspedes que consumirão almoço e o percentual dos hóspedes que consumirão
     jantar diariamente, de acordo com o ticket médio de cada refeição.
     Para os serviços de telefonia estima-se, apenas uma receita diária de R$ 8,00 por suíte de acordo
     com pesquisas de mercado. E para finalizar foi previsto um percentual de 5% sobre a soma dessas
     receitas citadas anteriormente, a fim de contemplar outros tipos de receita como, aluguel de lojas,
     aluguel de salões para convenções, tarifas para serviços extras como massagens, translado, serviços
     de quarto, bar da piscina,etc.
     Evolução da capacidade instalada   Ano 1    Ano 2        Ano 3      Ano 4   Ano 5    Ano 6    Ano 7    Ano 8
    Evolução da capacidade instalada      66       69           72        76       80       84       87       87
    N diária mês (30)                   1.980    2.070        2.160     2.280    2.400    2.520    2.601    2.601
    N diária ano (360)                  23.760   24.840       25.920    27.360   28.800   30.240   31.212   31.212
    % crescimento                        NA       4,5%         4,3%      5,6%     5,3%     5,0%     3,2%     0,0%




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                                                                                         Premissas E PROJEÇÕES

   Capacidade Instalada e Geração de Receita (continuação)

         Receita com alimentação        Ano 1   Ano 2       Ano 3     Ano 4     Ano 5   Ano 6   Ano 7   Ano 8
    Evolução da capacidade instalada     66      69          72           76     80      84      87      87
    Pessoas/suite                         1
    Breakfast (R$)                       15
    Lunch (R$)                           15
    Dinner (R$)                          20
    % Breakfast's consumer              80%
    % Lunches' consumers                10%
    % Dinner's consumers                50%
    Receita (R$ mil)                    558     584          609          643   677      711    736     736

      Receita com telefonia/internet    Ano 1   Ano 2       Ano 3     Ano 4     Ano 5   Ano 6   Ano 7   Ano 8
    Tarifa de telefonia/internet (R$)    8
    % Usuarios                          60%
    Receita (R$ mil)                    115     118          124          132   138      144    150     150

         Outras receitas (R$ mil)       Ano 1   Ano 2       Ano 3     Ano 4     Ano 5   Ano 6   Ano 7   Ano 8
    Receitas diversas 5%                212     221          231          244   257      270    278     278




                                                      www.agemar.com.br                                         99
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                                                                                                                        Premissas E PROJEÇÕES

   Evolução e composição das Receitas
                                                                                                  Evolução da Receita Bruta – Golden Dolphin (R$ mil )
     O empreendimento terá uma receita                                                                                                             5.846    5.846
     incremental da ordem de 20% que provem de                                                                                            5.661

     outras unidades de negócios como                                                                                            5.392
     Restaurante, telefonia, lavanderia, translado,
     aluguel de lojas, entre outros. Apresentando                                                                       5.123


     uma receita média de cerca de R$ 1.040 mil                                                                4.852

     por ano no período em análise. Representado                                                      4.649

     mais do que algumas outras unidades de                                               4.450

     negócio    da     Agemar     Transportes     e
     Empreendimentos Ltda.
                                                                                         Ano 1      Ano 2     Ano 3    Ano 4    Ano 5    Ano 6    Ano 7    Ano 8
              Composição das receitas do Hotel
                                                                                    A receitar total saltará de um patamar de R$
                           3%     5%                                                4.450 mil no 1º ano para R$ 5.846 no 7º ano, fato
              12%
                                                                                    esse que representa 31,4% de crescimento,
                                                                                    partindo de um cenário mais conservado onde se
                                                                                    praticará uma diária de , R$ 150 e adotando, o
                                                      80%                           patamar Maximo de 85% da capacidade
                                                                                    instalada, tendo um crescimento gradativo de 5%
                                                                                    ao ano, sabendo que pelo crescimento de
                                                                                    demanda e escassez de oferta local esse
              Hospedagem        Alimentação   Telefonia     Outras
                                                                                    percentual     adotado    foi   propositalmente
                                                                                    conservador.
                                                                     www.agemar.com.br                                                                             100
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                                                                                      Premissas E PROJEÇÕES

   Geração de Receita - Hotel
     Receita Bruta
     Com base nas premissas apresentadas, seguem as receitas brutas projetadas, por área operacional.



            Períodos    Ano 1      Ano 2     Ano 3     Ano 4     Ano 5     Ano 6     Ano 7     Ano 8
         Hospedagem        3.564     3.726     3.888     4.104     4.320     4.536     4.682     4.682
         Alimentação         558       584       609       643       677       711       736       736
         Telefonia           115       118       124       132       138       144       150       150
         Outras              212       221       231       244       257       270       278       278

         Total             4.450     4.649     4.852     5.123     5.392     5.661     5.846     5.846




                                               www.agemar.com.br                                         101
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                                                                               Premissas E PROJEÇÕES

   Deduções das Receitas - Hotel
     Impostos
     Os impostos incidentes sobre as receitas do componente hoteleiro foram projetados de acordo com a
     legislação em vigor e mantidos constantes para todo o período projetado, conforme descrito abaixo:

                      Adotou-se a alíquota média de 5,0% sobre a Receita Bruta, excetuando a relacionada
          ISS
                      com Alimentos e Bebidas, telefonia e diversas;


          ICMS
                      Adotou-se a alíquota geral de 17,0% sobre a receita de Alimentos/Bebidas, telefonia
                      e diversas;

                      Adotou-se as alíquotas de 0,65% e 3,0%, sobre as receitas de Hospedagem e
       Pis/Cofins     Condomínio;

                      Adotou-se as alíquotas de 1,65% e 7,6% sobre as restantes receitas.




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                                                                                              Premissas E PROJEÇÕES

   Receita Líquida - Hotel
     Receita Liquida

    Abaixo apresentamos as receitas líquidas projetadas para o empreendimento, em exposição, nos 8 primeiros
    anos:

                                             Evolução da Receita Líquida (R$ mil)
                                                                                    5.151   5.151

                                                                          4.974


                                                                 4.737


                                                        4.500


                                               4.263

                                     4.085

                             3.908




                             Ano 1   Ano 2     Ano 3    Ano 4    Ano 5    Ano 6     Ano 7   Ano 8


                                                www.agemar.com.br                                               103
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                                                                                Premissas E PROJEÇÕES

   Custos e Despesas - Hotel
     Custos e Despesas Operacionais Variáveis
     Os custos variáveis do componente hoteleiro, foram estimados com base aos dados e previsões
     fornecidas pela empresa.

      Alimentos e Bebidas - Estima-se um custo de 34% sobre a receita bruta desse item;

     Telefonia - Estima-se um custo de 20% sobre a receita de telefonia;

     Diversos - Estima-se um custo de 30% sobre a receita bruta desse item;

      Seguros - Foi considerado um percentual de 1,5% sobre a receita líquida total;

      Comissões com Cartão de Crédito - Foi considerado um percentual de 4,5% sobre a receita bruta,
      observando a ponderação dos pagamentos via cartão de crédito por parte desse nicho de
      mercado, desse modo foi adotado um valor de 30%, pois presume-se que a grande maioria das
      pessoas jurídicas fazem o pagamento mensal via depósito programado;




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                                                                             Premissas E PROJEÇÕES

   Custos e Despesas - Hotel
     Custos e Despesas Operacionais Fixas
     Correspondem aos custos e despesas com salários e encargos anuais. Abaixo se apresenta um
     detalhe das previsões com salários e encargos, por item operacional, para o ano de estabilização.

      Pessoal - Estima-se um custo de R$ 627.422;

     Serviço de limpeza - Estima-se um custo de R$ 36.000;

     Manobristas terceirizados- Estima-se um custo de R$ 30.000;

     Publicidade e Propaganda - Estima-se um custo de R$ 44.482;

     Vigilância - Estima-se um custo de R$ 42.000




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                                                                                 Premissas E PROJEÇÕES

   Despesas Financeiras
     Referem-se as despesas financeiras dos financiamentos contratados junto ao BNDES (Fonte-
     Finem). Estas despesas foram projetadas de acordo com as condições estipuladas nos
     respectivos contratos.


     Financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Automático

      Valor do Financiamento: R$ 9.920.000,00, incluindo capital de giro (30% sobre capital fixo);

      Prazo Total da Operação: 96 meses;

      Carência: 12 meses;

      Amortização: 84 meses (Sistema SAC);

      Juros Finem para Empresas de Médio Porte: 9,66% a.a. (TJLP + Rem. BNDES + Spread Banco)

     Participação de capital próprio: 10,36%

     Participação de capital de terceiros: 89,64%


                                              www.agemar.com.br                                       106
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                                                                                  Premissas E PROJEÇÕES

   Investimentos
     O investimento total considerado foi de R$ 9.920.000, correspondendo R$ 1.028.000 ao realizado até
     a data base, e R$ 8.892.000 a investimentos a serem realizados, inclusos R$ 2.052.000 para giro.
     Segue um detalhe dos investimentos projetados, assim como os realizados até a data base de
     projeção:

      Terreno - R$ 900.000 realizados até a data base;

      Máquinas e Equipamentos - Foi considerado um investimento total de R$ 774.000;

      Móveis e Utensílios - Foi considerado um investimento total de R$ 963.000;

     Obras Civis - Foi considerado um investimento total de R$ 4.049.000;

     Instalações - Foi considerado um investimento total de R$ 1.182.000;

     Capital de Giro - Foi considerado um investimento total de R$ 2.052.000.




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                                                                             Premissas E PROJEÇÕES

   Premissas Gerais


                        O Imposto de Renda e a Contribuição Social foram projetados de acordo com a
         IR/CSLL        legislação em vigor na data base. Adotou-se um critério de tributação tendo por
                        base o Lucro Real;

                        O capital de giro foi projetado considerando as condições comerciais que serão
      Capital de Giro
                        praticadas pelo Hotel.

                        Projetou-se as despesas com depreciação/amortização dos investimentos existentes
      Depreciação /
      Amortização       e projetados, considerando-se as taxas adotadas para cada categoria de ativo, de
                        acordo com a legislação contábil brasileira;

      Reinvestimento
                        Adotou-se o percentual de 5% da depreciação do imobilizado do ano anterior como
                        premissa de reinvestimento para praticamente todos os anos de projeção.
                        O hotel usufruirá de um benefício fiscal de IRPJ, com base no lucro da exploração no
        Incentivo       valor máximo de 75% por dez anos, podendo ser renovado por igual período, na
          Fiscal
                        modalidade implantação decorrente do projeto de Instalação, por se abranger dentro
                        da área da SUDENE, conforme trata a Medida Provisória 2.199-14/2001

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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                                                      Taxa DE DESCONTO

   Introdução
     A taxa de desconto de uma empresa ou negócio é representada pela média dos retornos esperados
     pelos seus credores de capital (acionistas e terceiros) como recompensa pelo risco em se investir
     nessa empresa ou negócio, em vez de outros investimentos com risco similar. Aplica-se essa taxa de
     desconto aos fluxos de caixa futuros, convertendo-os a valor presente para todos os investidores.
     Neste estudo, para cálculo da taxa de desconto, adotamos o modelo matemático denominado
     “WACC” (Weighted Average Cost of Capital – Custo Médio Ponderado de Capital), formatado a partir
     de parâmetros do mercado americano e ajustado pelo risco Brasil, conforme explicado a seguir
     baseando os cálculos em premissas e dados históricos disponíveis naquele mercado. Apresentamos
     abaixo a fórmula matemática para estimativa da taxa de desconto:

                                                                    Sendo:
                                                                          KD = Custo do capital de terceiros ou da dívida
                                                                          KE = Custo do capital próprio ou do acionista
                     D                            E                       D / D+E = Participação do capital de terceiros no total
         W ACC =
                   ( D+E )
                             K D ( 1 -t )   +   ( D+E )
                                                          KE              de capital da empresa
                                                                          E / D+E = Participação do capital próprio no total de
                                                                          capital da empresa
                                                                          t = Taxa efetiva de Imposto de Renda e Contribuição
                                                                          Social




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                                                                                                Taxa DE DESCONTO

   Introdução (continuação)
    Este modelo reflete os retornos requeridos pelos credores financeiros (capital de terceiros) e pelos
    acionistas (capital próprio), ponderando-se as participações na estrutura de capitais (relação debt-
    equity). Dessa forma, o modelo captura os riscos e retornos associados com a estrutura de capital
    adotada pela empresa para o financiamento de suas operações e investimentos.


   Custo de Capital Próprio (acionista)
     O custo de capital próprio é, normalmente, estimado observando o retorno obtido por investidores
     no mercado. O modelo denominado “CAPM” (Capital Asset Pricing Model – Modelo de Precificação
     de Ativos) foi desenvolvido para facilitar e quantificar esse tipo de observação, desdobrando-se o
     retorno esperado para uma determinada empresa em diversos elementos que podem ser analisados
     de forma individualizada.
                                                   Sendo:
                                                            Ke = Retorno exigido (ou esperado) pelo capital próprio (CAPM)
                                                            Rf = Retorno obtido em títulos sem risco
           Ke = Rf + ( PRm x       )+                         = Beta
                                                            PRm = Retorno médio do mercado
                                                              = Riscos não medidos pelo Beta (por exemplo: risco do país,
                                                            pelo tamanho da empresa ou risco específico do negócio)




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                                                                                                                                                                                Taxa DE DESCONTO

                                                         Representa o retorno requerido pelo investidor para investimentos em títulos conceitualmente sem
                       Taxa Livre                        risco. Adotamos como parâmetro de taxa livre de risco a média aritmética histórica dos últimos 24
                        de Risco                         meses das taxas oferecidas pelo Governo Norte-Americano (T-Bond americano de 30 anos).


                                                                                                                                                                                              Média
                                                                                                                                                                                        (Jul/10 – Mai/12)
    Taxa Livre de Risco (T -Bonds)                                                                                                                                                            3,28%
      6,0%




      5,0%

                                                                 4,26%    4,21%   4,24%
                                                         4,09%                             4,10%
                                                                                                            4,01%
      4,0%                                                                                         3,86%
              3,71%                             3,74%                                                               3,69%
                                        3,57%
                               3,33%
                       3,19%
                                                                                                                             3,09%
                                                                                                                                                                                         2,91%
      3,0%                                                                                                                                    2,81%
                                                                                                                                                      2,70%                     2,65%
                                                                                                                                     2,61%                                                        2,62%
                                                                                                                                                               2,50%   2,50%
                                                                                                                                                                                                                   2,26%
                                                                                                                                                                                                          2,13%

      2,0%




      1,0%
              jul/10           set/10           nov/10           jan/11           mar/11           mai/11           jul/11           set/11           nov/11           jan/12            mar/12           mai/12




Fonte: Bloomberg


                                                                                               www.agemar.com.br                                                                                                           112
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                                                                                                                                                       Taxa DE DESCONTO

                                                       Representa o retorno acima da taxa livre de risco que o investidor exige por investir (estar exposto
                         Prêmio                        ao risco) no mercado de capitais, devido seu risco inerente. Adotamos o retorno médio das ações
                       de Mercado                      (valorização e dividendos pagos) para grandes empresas americanas desde 1926, calculado pelo
                                                       Ibbotson Associates.


                                                                                                                                                                                Média
                                                                                                                                                                             (1926 – 2011)
                                                                                                                                                                                6,60%
                     30

                     25

                     20

                     15

                     10

                      5

                      0
                          1926      1931      1936   1941   1946   1951   1956    1961      1966      1971     1976        1981   1986   1991   1996    2001   2006   2011


                     -5
                                                                                 Prêmio de mercado para Grandes Empresas




Fonte: Relatório adquirido de Ibbotson Associates


                                                                                 www.agemar.com.br                                                                                   113
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  AGEMAR                                                                                                                          TAXA de Desconto
                                                                                                                                  Taxa DE DESCONTO

                                            Representa a medida do risco da empresa ou do setor em análise. Para o cálculo do beta, foi utilizado o
                                            beta desalavancado médio de empresas que atuam no mesmo segmento do empreendimento com
                           Beta             base na estrutura de capitais e taxa de IR de cada empresa. Este beta médio foi realavancado
                                            utilizando-se a estrutura de capitais projetada para a empresa em análise e por sua taxa média do
                                            imposto de renda.



                           Industry Name     Number of Firms Average Beta Market D/E Ratio Tax Rate Unlevered Beta   Cash/Firm Value Unlevered Beta corrected for cash
                   Air Transport                   36            1,21         24,32%       20,54%        1,02            7,61%                      1,1
                   Automotive                      12            1,59        134,57%       24,07%        0,79           17,77%                     0,96
                   Bank                           426            0,77        156,11%       15,97%        0,33           11,41%                     0,38
                   Beverage                        34            0,88         26,52%       19,14%        0,73            5,09%                     0,77
                   Hotel/Gaming                    51            1,74         52,07%       14,53%        1,20            6,33%                     1,28
                   Household Products              26            1,07         18,99%       25,12%        0,94            2,03%                     0,95
                   Industrial Services            137            0,93         32,71%       19,03%        0,74            8,78%                     0,81
                   Retail Automotive               20            1,37         38,11%       34,43%        1,09            2,45%                     1,12
                   Total Market                   5891           1,15          0,4664       0,1548        0,82           0,1083                    0,92




               (*) Beta Desalavancado = Beta Médio das Empresas                               Sendo:
                                                                                                       t = Imposto de Renda da Empresa
                                           1+ (1-t)*(D / E)                                            Tax = Imposto de Renda Brasil
                                                                                                       D = Dívida Líquida
               Beta Realavancado = Beta Desalavancado * (1+(1-tax)*(capital))
                                                                                                       E = Capital Próprio (Market Value)
                                                                                                       Capital = relação de capital próprio/terceiros
                                                                                                       da amostra de empresas


Fonte: Damodaran


                                                                        www.agemar.com.br                                                                         114
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                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             Taxa DE DESCONTO

                                                                               Representa o montante adicional de juros (prêmio) exigido pelo investidor institucional para investir
                   Risco                                                       no Brasil. Adotamos o prêmio histórico (desde 1996) médio calculado pelo diferencial entre os
                   País                                                        retornos oferecidos pelos títulos do governo norte-americano e brasileiro, de prazo similar.


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Média
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      (1996 - 2011)
                                                                                                                                                                           Risco País (Média Ponde rada)
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         1,73%
                                                                                                                                                                                     Risco País (média ponderada)

                   25,0000



                   20,0000



                    15,0000



                    10,0000



                    5,0000



                        -
                              ju n /9 6




                                                                   ju n /9 7




                                                                                                          ju n /9 8




                                                                                                                                               ju n /9 9




                                                                                                                                                                                      ju n /0 0




                                                                                                                                                                                                                           ju n /0 1




                                                                                                                                                                                                                                                                ju n /0 2




                                                                                                                                                                                                                                                                                                     ju n /0 3




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          ju n /0 4




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               ju n /0 5
                                          o u t/9 6


                                                      f e v /9 7




                                                                                 o u t/9 7


                                                                                             f e v /9 8




                                                                                                                      o u t/9 8


                                                                                                                                  f e v /9 9




                                                                                                                                                            o u t/9 9


                                                                                                                                                                        f e v /0 0




                                                                                                                                                                                                  o u t/0 0


                                                                                                                                                                                                              f e v /0 1




                                                                                                                                                                                                                                       o u t/0 1


                                                                                                                                                                                                                                                   f e v /0 2




                                                                                                                                                                                                                                                                            o u t/0 2


                                                                                                                                                                                                                                                                                        f e v /0 3




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 o u t/0 3


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             f e v /0 4




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      o u t/0 4


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  f e v /0 5




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           o u t/0 5
Fonte: JP Morgan


                                                                                                                                                           www.agemar.com.br                                                                                                                                                                                                                           115
D e lo itte
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                                                                                                                                                Taxa DE DESCONTO

                       Prêmio pelo                         Representa o retorno adicional exigido pelo investidor por incorrer em um nível maior de risco por
                       Tamanho da                          estar investindo em um negócio de porte similar ao porte do Hotel. Em nossos estudos adotamos os
                         Empresa                           critérios estabelecidos pelo Ibbotson Associates (média histórica).

                                                                                                                                                           Média
                                                                                                                                                        (1926 - 2011)
                                                                                                                                                           3,89%
                 Prêmio de Mercado para Empresas Similares

                          15

                          10

                           5

                           0
                                1926   1931         1936   1941   1946   1951   1956    1961   1966   1971   1976   1981   1986   1991   1996   2001   2006   2011
                           -5

                         -10

                         -15

                         -20

                         -25




                      Risco Específico                      Considerou-se um risco adicional específico de 0,5%, por se tratar de um projeto inovador; porem com
                         do Negócio                         um nicho de mercado definido.


Fonte: Relatório Adquirido do Ibbotson Associates


                                                                                       www.agemar.com.br                                                                116
D e lo itte
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                                                                                                                                  Taxa DE DESCONTO

                                                CAPM
                                                                                                                                                 Estrutura de
                                      Taxa Livre           3,28 %
                                                                                                                                                   Capital (*)
                                       de Risco
                                                                                                             WACC
       Fontes                         Prêmio de            6,62 %
                                       Mercado                                        Custo do Capital de 3os                     9,66%(**)            89,64 %
    Provedor de
    Informações
    Financeiras:                                             1,28
                                         Beta                                        Custo do Capital Próprio                     18,20%              10,36%
      Ibbotson

                                        Risco              1,37 %
                                        Brasil
                                                                                        Inflação Nacional Projetada >> 4,50% a.a.
                                                                                       Inflação Americana Projetada >> 2,22% a.a.
                                        Prêmio              3,89 %                               Taxa de Desconto Real
                                     Tamanho da
                                       Empresa
                                                                                    WACC: 5,34% a.a.                          CAPM: 15,63% a.a.
                                        Risco              0,50 %
                                      Específico                                     (*) Adotou-se a estrutura de capital média do Projeto em vigor, a qual foi analisada
                                                                                     para cálculo do beta.
                                                                                     (**) Corresponde ao custo nominal médio de capital de terceiros. O custo real foi
                                                                                     calculado considerando uma Taxa Efetiva de Imposto de Renda de 34%. e a taxa
                                                                                     efetiva de inflação nacional, levando em consideração um beneficio fiscal de 75%
CAPM – Capital Asset Pricing Model / WACC - Weighted Average Cost of Capital

                                                                         www.agemar.com.br                                                                             117
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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                              CENÁRIOS


                                            Pratica-se uma diária de R$ 150
              Conservador

              Cenário 1


                                                  Contempla incentivos fiscais



                                            Pratica-se uma diária de R$ 190
               Otimista

              Cenário 2


                                                Usufrui de uma isenção de 75% no IRPJ


                            www.agemar.com.br                                           119
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                CENÁRIOS




                 Cenário 1
                 Cenário 2




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                                                                                    Resultado do ESTUDO

   Indicadores de Viabilidade


                                          Índicadores de Viabilidade

                 Valor Presente dos Fluxos de Caixa - NPV        *(R$ mil)    9.591
                 Valor Econômico                                 *(R$ mil)   18.603
                 Taxa Interna de Retorno - IRR                                20,9%
                 Payback simples (em anos)                                     3,86
                 Payback descontado (em anos)                                  5,99
                 Retorno sobre o Ativo (média) - ROA                          17,7%
                 Retorno sobre o Patrimônio Líquido (média) - ROE             50,7%
                 Lucro econômico (média) - EVA                   *(R$ mil)       376
                 Ponto de Equilíbrio (média) - Break Even        *(R$ mil)    1.016
                 Índice de Lucratividade - Profitability Ratio                 0,97




                                                www.agemar.com.br                                    121
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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                              CENÁRIOS

        ÍNDICE (Para ambos os cenários)
        •   Balanço de Partida – Ativo;
        •   Balanço de Partida – Passivo;
        •   Balanço Projetado - Ativo;
        •   Balanço Projetado - Passivo;
        •   Demonstração do Resultado do Exercício - Projetada;
        •   Fluxo de Caixa – Projetado e Indicadores de Viabilidade Econômica/Financeira;
        •   Apuração de Imposto de Renda e Contribuição Social - Projetados;
        •   Depreciação do Ativo Imobilizado;
        •     Novos Investimentos.




                                            www.agemar.com.br                               123
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                CENÁRIOS




                 Cenário 1
                 Cenário 2




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                                                                                                                                          Anexos

   Balanço Ajustado – Ativo
                                                                   Golden Dolphin Hotéis Ltda
                                                                    Balanço Patrimonial Ajustado
                                                                               Expressos em R$ Mil
                                                                                          1,75
                                                                                     Data Base     Ajustes     Saldo       Ajustes    Balanço
                                         Descrição                                  07/10/2012   Contábeis   Ajustado   Econômico     Ajustado
         Ativo Circulante
         . Disponibilidades                                                              2.052                  2.052       (2.052)        -
         . Contas a Receber                                                                                       -                        -
         . Estoques                                                                                               -                        -
         . Investimentos temporários                                                                              -                        -
         . Adiantamento a Fornecedores                                                                            -                        -
         . Outros Créditos                                                                                        -                        -
                                                   Sub-Total Ativo Circulante ==>        2.052         -        2.052       (2.052)        -
         Realizável a Longo Prazo
         . Outros Direitos ( contas a receber )                                                                   -                        -
         . Créditos c/ pessoas ligadas                                                                            -                        -

                                           Sub-Total Realizável a Longo Prazo ==>          -           -          -            -           -
         Permanente
         . Imobilizado                                                                   7.868                  7.868                    7.868
         . (-) Depreciação Acumulada                                                                              -                        -
         . Investimentos                                                                                          -                        -
         . Diferido                                                                                               -                        -
                                                      Sub-Total Permanente ==>           7.868         -        7.868          -         7.868
                                                                ATIVO TOTAL==>           9.920         -        9.920       (2.052)      7.868




                                                                          www.agemar.com.br                                                      125
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                                   ANEXOS
                                                                                                                                                           Anexos


   Balanço Ajustado – Passivo
                                                                                     Data Base      Ajustes       Saldo           Ajustes       Saldo
                                        Descrição                                     out/12       Contábeis     Ajustado       Econômico      Ajustado
         Passivo Circulante
         . Fornecedores                                                                                                     -                          -
         . Empréstimos e Financiamentos                                                    8.892         628           9.520                        9.520
         . Obrigações Sociais e Tributárias                                                                                 -                          -
         . Provisões Civeis e Trabalhistas                                                                                  -                          -
         . Adiantamento de Clientes                                                                                         -                          -
         . Outras Obrigações                                                                                                -                          -
                                                 Sub-Total Passivo Circulante ==>          8.892         628           9.520            -           9.520
         Exigível a Longo Prazo
         . Juros sob capital próprio                                                                                        -                          -
         . Parcelamentos ( de Impostos )                                                                                    -                          -
         . Contratos de Mútuos                                                                                              -                          -
         . Outras Obrigações                                                                                                -           -              -
                                              Sub-Total Exigível a Longo Prazo ==>           -            -                 -           -              -
         PASSIVO TOTAL                                                                     8.892         628           9.520            -           9.520



         VALOR PATRIMONIAL                                                                 1.028         (628)          400          (2.052)        (1.652)




         Patrimônio Líquido
         . Capital Social                                                                  1.028         (628)          400                           400
         . Lucro/Prejuízos Acumulados                                                                                       -                          -
         . Outros                                                                                                           -        (2.052)        (2.052)
         . Resultado do exercício                                                                                           -                          -
                                                                         Total ==>         1.028         (628)          400          (2.052)        (1.652)



                                                                            www.agemar.com.br                                                                  126
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                  ANEXOS
                                                                                                                                          Anexos


   BP – Ativo Projetado

                                                  Data-Base                                      Projeções
                     ATIVO                        07/10/2012    2013         2014         2015   2016        2017     2018     2019         2020
  Circulante

  . Aplicação Financeira (sobra de caixa)                 -      367          -           -       -           165      634        931         1.321
  . Contas a Receber                                      -      371          388         404     427         449      472        489           489
                        Sub-total do Circulante           -      738          388         404     427         614     1.106      1.420        1.810

  Realizável a Longo Prazo

  . Outros Direitos ( contas a receber )                  -       -            -           -       -           -        -             -            -
  Sub-total do Realizável a Longo Prazo                   -       -            -           -       -           -        -             -            -

  Permanente

  . Imobilizado                                         7.868   8.268         8.625    8.952      9.250       9.518    9.756      9.977       10.179
  . (-) Depreciação Acumulada                               0    -610        -1.249   -1.915     -2.605      -3.317   -3.814     -4.327       -4.856

                      Sub-total do Permanente           7.868   7.658        7.376    7.037      6.645       6.201    5.942      5.650        5.323

  TOTAL DO ATIVO                                        7.868   8.395        7.765    7.443      7.074       6.817    7.052      7.074        7.137

  Grupo Agemar - Finantial Analysis Department




                                                                      www.agemar.com.br                                                            127
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                    ANEXOS
                                                                                                                                            Anexos


      BP – Passivo Projetado

                                                    Data-Base                                          Projeções
                   PASSIVO                          07/10/2012      2013          2014          2015    2016       2017     2018     2019       2020
 Circulante

 . Fornecedores                                             -        106            108       110        112         115      117        119       119
 . Empréstimos e Financiamentos                           9.520    9.310          7.831     6.351      5.081       3.811    2.540      1.270         (0)
 . Novos Empréstimos (Necessidade de Recursos )             -        -              102       365        199         -        -          -         -
                         Sub-total do Circulante          9.520    9.416          8.041     6.826      5.392       3.925    2.657      1.389       119
              Sub-total do Exigível a Longo Prazo           -        -              -         -          -           -        -          -         -

 Patrimônio Líquido

 . Capital Social                                          1.028    1.028          1.028     1.028      1.028       1.028    1.028      1.028      1.028
 . Reserva Legal                                               0       41             90       149        206         206      206        206        206
 . Lucro/Prejuízos Acumulados                                  0      590          1.286     2.120      3.128       4.338    5.841      7.131      8.464
 . Ajuste Contábil                                          -628     -628           -628      -628       -628        -628     -628       -628       -628
 . Ajuste Econômico                                       -2.052   -2.052         -2.052    -2.052     -2.052      -2.052   -2.052     -2.052     -2.052

                Sub-total do Patrimônio Líquido           -1.652   -1.021          -276         617    1.682       2.892    4.395      5.685      7.018

 TOTAL DO PASSIVO                                         7.868    8.395          7.765     7.443      7.074       6.817    7.052      7.074      7.137

 Grupo Agemar - Finantial Analysis Department




                                                                            www.agemar.com.br                                                      128
D e lo itte
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                                                                                                                                          Anexos


   DRE - Projetada
    Módulo: Demonstração do Resultado                         2013         2014      2015      2016      2017      2018      2019         2020
     Receita Operacional Líquida                             3.908         4.085     4.263     4.500     4.737     4.974       5.151        5.151
     . Crescimento %                                           0,0%          4,5%      4,3%      5,6%      5,3%      5,0%        3,6%         0,0%

     Custos e Despesas Operacionais                          -1.272        -1.294    -1.317    -1.346    -1.376    -1.406     -1.428       -1.428
     . Custos Operacionais / Receita Operacional Líquida      -32,6%        -31,7%    -30,9%    -29,9%    -29,0%    -28,3%       -27,7%       -27,7%


      .Custos/Despesas Fixas                                   -780          -780      -780      -780      -780      -780       -780         -780
      .Custos/Despesas Variáveis                               -492          -514      -537      -566      -596      -626       -648         -648

     EBITDA                                                  2.636         2.791     2.946     3.154     3.361     3.568       3.723        3.723
     . M argem Operacional (EBITDA / ROL)                     67,4%         68,3%     69,1%     70,1%     71,0%     71,7%       72,3%        72,3%

       . Depreciação e Amortização                             -610          -639      -666      -690      -712      -497       -513         -529

     EBIT                                                    2.026         2.152     2.280     2.464     2.649     3.071       3.210        3.194
     . M argem Operacional (EBIT / ROL)                       51,8%         52,7%     53,5%     54,8%     55,9%     61,7%       62,3%        62,0%

     . Receitas / (Despesas) Financeiras                       -884          -805      -663      -532      -414      -297       -180             -62
        . Empréstimos / Excesso de Caixa (Capital de Giro)      -             -         -         -         -         -             -            -
        . Empréstimos Existentes na Data-Base                  -884          -805      -663      -532      -414      -297       -180             -62
     Lucro / (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda             1.142        1.348     1.618     1.932     2.234     2.774       3.031        3.132
     . Imposto de Renda/Contribuição Social                    -168          -199      -241      -289      -335      -417      -1.007       -1.041
         . %IR e CS                                           14,7%         14,8%     14,9%     15,0%     15,0%     15,0%       33,2%        33,2%


      . Profit Share 15%                                       -146          -172      -206      -246      -285      -353       -304         -314

     Lucro / (Prejuízo) Líquido do Exercício                    828           977     1.171     1.397     1.614     2.004      1.720        1.777
     . M argem Líquida (LL/ROL)                               21,2%         23,9%     27,5%     31,0%     34,1%     40,3%       33,4%        34,5%

    Grupo Agemar - Finantial Analysis Department


                                                                      www.agemar.com.br                                                                129
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                               ANEXOS
                                                                                                                                                       Anexos


    Fluxo de Caixa– Projetado
 Módulo: Fluxo de Caixa Descontado                                  2013        2014     2015        2016      2017      2018      2019      2020       Perpétuo
   EBITDA                                                           2.636       2.791     2.946       3.154     3.361     3.568     3.723     3.723          3.723

   . Variação de Capital de Giro                                    (265)         (15)      (14)        (21)      (20)      (21)      (15)      -              -

   EBITDA (Líquido de Capital de Giro)                              2.371       2.776     2.932       3.133     3.341     3.547     3.708     3.723          3.723

   . Investimentos                                                  (400)        (357)    (328)       (298)     (268)     (238)     (220)     (202)          (202)

   . Imposto de Renda e Contribuição Social                         (168)        (199)    (241)       (289)     (335)     (417)    (1.007)   (1.041)        (1.041)
   Fluxo de Caixa Antes dos Efeitos Financeiros                     1.803       2.220     2.364       2.546     2.738     2.891     2.481     2.480          2.480
   . Profit Share 15%                                               (146)        (172)    (206)       (246)     (285)     (353)     (304)     (314)          (314)

   . Pagamento de Empréstimos / Parcelamento de impostos           (1.093)     (2.285)   (2.142)     (1.802)   (1.685)   (1.567)   (1.450)   (1.333)           -

   . Liberação do empréstimo                                        8.892         -         -           -         -         -         -         -              -

   Fluxo de Caixa Disponível                                        9.455        (237)          15      498       768       970       727       834          2.166

   . Dividendos Propostos                                           (197)        (232)    (278)       (332)     (404)     (501)     (430)     (444)         (2.166)

   Fluxo de Caixa Livre                                             9.258        (469)    (263)         166       364       469       297       390            -
  Fluxo de Caixa                                                    9.455        (237)          15      498       768       970       727       834          2.166

     Taxa de Desconto ==>                                  15,6%   0,8648       0,7479   0,6468      0,5594    0,4838    0,4184    0,3619    0,3130         0,4838

   Fluxo de Caixa a Valor Presente                                  8.177        (177)          10      279       372       406       263       261          1.053


  Fluxo de Caixa a Valor Presente - VPL                              9.591
    (+) Perpetuidade                                                 6.960
  Fluxo Operacional da Empresa                                     16.551
     (+) Ajustes Diversos                                            2.052
    . Disponibilidades                                               2.052
  Valor Econômico (R$)                                             18.603



                                                                             www.agemar.com.br                                                                     130
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                          ANEXOS
                                                                                                                                                  Anexos


   IRCS
                     Módulo: Imposto de Renda                                                                Projeções
                       e Contribuição Social       Referências       2013       2014       2015       2016           2017        2018         2019       2020

   ALÍQUOTAS

    . Imposto de Renda - Base                         15,0%          15,0%      15,0%      15,0%      15,0%         15,0%        15,0%        15,0%      15,0%
    . Imposto de Renda - Adicional                    10,0%          10,0%      10,0%      10,0%      10,0%         10,0%        10,0%        10,0%      10,0%
    . Parcela a deduzir no Adicional - EM R$ MIL             240         240        240        240        240             240           240       240        240
    . Contribuição Social                              9,0%          9,0%       9,0%       9,0%       9,0%           9,0%        9,0%         9,0%       9,0%


   CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA
    Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda     "F ina nc ia l"     1.142      1.348      1.618      1.932            2.234      2.774       3.031      3.132
     (+) Adições                                                            -          -          -          -              -            -           -          -
       Lucro Inflacionário (Deferred Income)               10,0%            -          -          -          -              -            -           -          -
       Outros                                                               -          -          -          -              -            -           -          -
     (-) Exclusões                                                          -          -          -          -              -            -           -          -
       Participações no Lucro Funcionários                                  -          -          -          -              -            -           -          -
       Outros                                                               -          -          -          -              -            -           -          -
    Lucro Tributável                                                   1.142      1.348      1.618      1.932            2.234      2.774       3.031      3.132
       Prejuízo Fiscal Acumulado - Utilizado               30,0%            -          -          -          -              -            -           -          -
    Lucro Tributável após Compensação do IR                            1.142      1.348      1.618      1.932            2.234      2.774       3.031      3.132
   IMPOSTO DE RENDA A PAGAR ===>                                         261        313        380        459             535           669       734        759
       Incentivo Fiscal 75%                                               65         78         95        115             134           167       184        190




                                                                www.agemar.com.br                                                                                   131
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                                                   ANEXOS
                                                                                                                                                                           Anexos


   IRCS
                      Módulo: Imposto de Renda                                                                                   Projeções
                        e Contribuição Social                Referências        2013            2014         2015         2016           2017        2018       2019         2020

   CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
    Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda               "F ina nc ia l"      1.142           1.348        1.618        1.932            2.234     2.774      3.031        3.132
      (+) Adições                                                                      -            -            -            -                -            -          -            -
       Reserva de Reavaliação Realizada                                                -            -            -            -                -            -          -            -
       Outros                                                                          -            -            -            -                -            -          -            -
      (-) Exclusões                                                                    -            -            -            -                -            -          -            -
       Participações no Lucro Funcionários                                             -            -            -            -                -            -          -            -
       Outros                                                                          -            -            -            -                -            -          -            -
    Lucro Tributável                                                              1.142           1.348        1.618        1.932            2.234     2.774      3.031        3.132
       Base Negativa da Contribuição Social - Utilizado              30,0%             -            -            -            -                -            -          -            -
    Lucro Tributável após Compensação da CS                                       1.142           1.348        1.618        1.932            2.234     2.774      3.031        3.132
   CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR ===>                                                103             121          146          174              201       250        273          282


   Despesa com Imposto de Renda (RESULTADO)                                                65           78           95      115              134       167        734          759
     Imposto de Renda a Compensar (ATIVO)                               -              -            -            -           -                -         -          -            -
   Imposto de Renda a Pagar (FLUXO DE CAIXA)                                               65           78           95      115              134       167        734          759

   Despesa com Contribuição Social (RESULTADO)                                     103             121          146          174              201       250        273          282
    Contribuição Social a Compensar (ATIVO)                             -          -               -            -            -                -         -          -            -
   Contribuição Social a Pagar (FLUXO DE CAIXA)                                    103             121          146          174              201       250        273          282

   Imposto de Renda e Contribuição Social (RESULTADO)                              168             199          241          289              335       417       1.007        1.041
   Imposto de Renda e Contribuição Social (FLUXO DE CAIXA)                         168             199          241          289              335       417       1.007        1.041




                                                                            www.agemar.com.br                                                                                           132
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                 ANEXOS
                                                                                                                         Anexos


   Depreciação
                           Módulo: Imobilizado   07/out/12    2013    2014       2015    2016    2017    2018    2019          2020
    Custo Corrigido
    .Terrenos                                           900     900      900       900     900     900     900        900           900
    .Obras civis                                      4.049   4.049    4.049     4.049   4.049   4.049   4.049      4.049         4.049
    .Máquinas & Equipamentos                            646     646      646       646     646     646     646        646           646
    .Móveis e utensílios                                963     963      963       963     963     963     963        963           963
    .Instalações                                      1.182   1.182    1.182     1.182   1.182   1.182   1.182      1.182         1.182
    Total do Custo Corrigido                          7.740   7.740    7.740     7.740   7.740   7.740   7.740      7.740         7.740

    Depreciação Acumulada
    .Terrenos                                            0      36          72    108     144      180     216        252           288
    .Obras civis                                         0     162         324    486     648      810     972      1.134         1.296
    .Máquinas & Equipamentos                             0      65         130    195     260      325     390        455           520
    .Móveis e utensílios                                 0      96         192    288     384      480     576        672           768
    .Instalações                                         0     236         472    708     944    1.180   1.182      1.182         1.182
    Total Depreciação Acumulada                          0     595     1.190     1.785   2.380   2.975   3.336      3.695         4.054

    Ativo Imobilizado Líquido
    .Terrenos                                           900     864      828       792     756     720     684        648           612
    .Obras civis                                      4.049   3.887    3.725     3.563   3.401   3.239   3.077      2.915         2.753
    .Máquinas & Equipamentos                            646     581      516       451     386     321     256        191           126
    .Móveis e utensílios                                963     867      771       675     579     483     387        291           195
    .Instalações                                      1.182     946      710       474     238       2       0          0             0
    Total do Ativo Imobilizado Líquido                7.740   7.145    6.550     5.955   5.360   4.765   4.404      4.045         3.686

    Total - Depreciação do Exercício                     0     595         595    595     595     595     361            359           359

    Taxas de Depreciação                                      2010     2011      2012    2013    2014    2015    2.016         2.017
    .Terrenos                                          4,0%    4,0%    4,0%       4,0%    4,0%    4,0%    4,0%       4,0%          4,0%
    .Obras civis                                       4,0%    4,0%    4,0%       4,0%    4,0%    4,0%    4,0%       4,0%          4,0%
    .Máquinas & Equipamentos                          10,0%   10,0%   10,0%      10,0%   10,0%   10,0%   10,0%      10,0%         10,0%
    .Móveis e utensílios                              10,0%   10,0%   10,0%      10,0%   10,0%   10,0%   10,0%      10,0%         10,0%
    .Instalações                                      20,0%   20,0%   20,0%      20,0%   20,0%   20,0%   20,0%      20,0%         20,0%




                                                       www.agemar.com.br                                                                133
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                              ANEXOS
                                                                                                      Anexos


    Investimentos


   Módulo: Investimentos                2013   2014    2015       2016    2017   2018   2019   2020      TOTAL
 CAPEX                                  400    357      328        298     268   238    220    202

 Taxa de Depreciação =>          7,7%

                          2013    31     15     31       31        31      31     31     31     31        400
                          2014    27            14       27        27      27     27     27     27        357
                          2015    25                     13        25      25     25     25     25        328
                          2016    23                               11      23     23     23     23        298
                          2017    21                                       10     21     21     21        268
                          2018    18                                              9      18     18        238
                          2019    17                                                     8      17        220
                          2020    16                                                            8         202

 Total da Depreciação                    15     44       71        95      117   136    154    170       2.311




                                                      www.agemar.com.br                                    134
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                           ÍNDICE

                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                                 Resultado do ESTUDO

   Indicadores de Viabilidade



                                           Índicadores de Viabilidade

                  Valor Presente dos Fluxos de Caixa - NPV        *(R$ mil)   12.393
                  Valor Econômico                                 *(R$ mil)   23.388
                  Taxa Interna de Retorno - IRR                                29,6%
                  Payback simples (em anos)                                     3,09
                  Payback descontado (em anos)                                  4,39
                  Retorno sobre o Ativo (média) - ROA                          22,5%
                  Retorno sobre o Patrimônio Líquido (média) - ROE             50,7%
                  Lucro econômico (média) - EVA                   *(R$ mil)       946
                  Ponto de Equilíbrio (média) - Break Even        *(R$ mil)    1.011
                  Índice de Lucratividade - Profitability Ratio                 1,25




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                        Introdução
                Panorama Macroeconômico
                  Mercado e Concorrência
                Breve Descrição da Empresa
              Análise Retrospectiva Financeira
                         O Projeto
                   Premissas e Projeções
                     Taxa de Desconto
                   Resultado do Estudo
                           Anexos



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                                                                                                                                          Anexos

   Balanço Ajustado – Ativo
                                                                  Golden Dolphin Hotéis Ltda
                                                                   Balanço Patrimonial Ajustado
                                                                              Expressos em R$ Mil
                                                                                         1,75
                                                                                    Data Base     Ajustes     Saldo       Ajustes    Balanço
                                        Descrição                                  07/10/2012   Contábeis   Ajustado   Econômico     Ajustado
        Ativo Circulante
        . Disponibilidades                                                              2.052                  2.052       (2.052)        -
        . Contas a Receber                                                                                       -                        -
        . Estoques                                                                                               -                        -
        . Investimentos temporários                                                                              -                        -
        . Adiantamento a Fornecedores                                                                            -                        -
        . Outros Créditos                                                                                        -                        -
                                                  Sub-Total Ativo Circulante ==>        2.052         -        2.052       (2.052)        -
        Realizável a Longo Prazo
        . Outros Direitos ( contas a receber )                                                                   -                        -
        . Créditos c/ pessoas ligadas                                                                            -                        -
                                          Sub-Total Realizável a Longo Prazo ==>          -           -          -            -           -
        Permanente
        . Imobilizado                                                                   7.868                  7.868                    7.868
        . (-) Depreciação Acumulada                                                                              -                        -
        . Investimentos                                                                                          -                        -
        . Diferido                                                                                               -                        -
                                                     Sub-Total Permanente ==>           7.868         -        7.868          -         7.868
                                                               ATIVO TOTAL==>           9.920         -        9.920       (2.052)      7.868




                                                                          www.agemar.com.br                                                     140
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                                                                                                                                                              Anexos


   Balanço Ajustado – Passivo
                                                                                     Data Base      Ajustes       Saldo           Ajustes       Saldo
                                        Descrição                                     out/12       Contábeis     Ajustado       Econômico      Ajustado
         Passivo Circulante
         . Fornecedores                                                                                                     -                          -
         . Empréstimos e Financiamentos                                                    8.892         628           9.520                        9.520
         . Obrigações Sociais e Tributárias                                                                                 -                          -
         . Provisões Civeis e Trabalhistas                                                                                  -                          -
         . Adiantamento de Clientes                                                                                         -                          -
         . Outras Obrigações                                                                                                -                          -
                                                 Sub-Total Passivo Circulante ==>          8.892         628           9.520            -           9.520

         Exigível a Longo Prazo
         . Juros sob capital próprio                                                                                        -                          -
         . Parcelamentos ( de Impostos )                                                                                    -                          -
         . Contratos de Mútuos                                                                                              -                          -
         . Outras Obrigações                                                                                                -           -              -
                                              Sub-Total Exigível a Longo Prazo ==>           -            -                 -           -              -
         PASSIVO TOTAL                                                                     8.892         628           9.520            -           9.520



         VALOR PATRIMONIAL                                                                 1.028         (628)          400          (2.052)        (1.652)




         Patrimônio Líquido
         . Capital Social                                                                  1.028         (628)          400                           400
         . Lucro/Prejuízos Acumulados                                                                                       -                          -
         . Outros                                                                                                           -        (2.052)        (2.052)
         . Resultado do exercício                                                                                           -                          -
                                                                         Total ==>         1.028         (628)          400          (2.052)        (1.652)




                                                                              www.agemar.com.br                                                                   141
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                 ANEXOS
                                                                                                                                         Anexos


   BP – Ativo Projetado
                                                    Data-Base                                  Projeções
                       ATIVO                        07/10/2012    2013      2014        2015   2016        2017      2018     2019        2020
    Circulante

    . Aplicação Financeira (sobra de caixa)                 -      746      752         983    1.645       2.551     3.589      4.346       5.198
    . Contas a Receber                                      -      454      474         495      523         550       578        598         598
                          Sub-total do Circulante           -     1.200    1.226    1.478      2.168       3.101     4.167      4.944       5.796

    Realizável a Longo Prazo

    . Outros Direitos ( contas a receber )                  -       -        -           -       -           -         -             -           -
    Sub-total do Realizável a Longo Prazo                   -       -        -           -       -           -         -             -           -

    Permanente

    . Imobilizado                                         7.868   8.268     8.625    8.952      9.250       9.518     9.756      9.977      10.179
    . (-) Depreciação Acumulada                               0    -610    -1.249   -1.915     -2.605      -3.317    -3.814     -4.327      -4.856

                        Sub-total do Permanente           7.868   7.658    7.376    7.037      6.645       6.201     5.942      5.650       5.323

    TOTAL DO ATIVO                                        7.868   8.857    8.601    8.514      8.811       9.299    10.106     10.590      11.114

    Grupo Agemar - Finantial Analysis Department




                                                                    www.agemar.com.br                                                                142
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                                                                                                                                          Anexos


   BP – Passivo Projetado

                                                      Data-Base                                     Projeções
                     PASSIVO                          07/10/2012     2013      2014        2015      2016       2017      2018     2019       2020
   Circulante

   . Fornecedores                                             -        112       114         116      119         122       125        127        127
   . Empréstimos e Financiamentos                           9.520    9.310     7.831       6.351    5.081       3.811     2.540      1.270          (0)
   . Novos Empréstimos (Necessidade de Recursos )             -        -         -           -        -           -         -          -          -
                           Sub-total do Circulante          9.520    9.422     7.945       6.467    5.200       3.932     2.665      1.397        126
                Sub-total do Exigível a Longo Prazo           -        -         -           -        -           -         -          -          -

   Patrimônio Líquido

   . Capital Social                                          1.028    1.028     1.028       1.028    1.028       1.028     1.028      1.028      1.028
   . Reserva Legal                                               0       71       151         206      206         206       206        206        206
   . Lucro/Prejuízos Acumulados                                  0    1.016     2.157       3.493    5.057       6.813     8.887     10.639     12.434
   . Ajuste Contábil                                          -628     -628      -628        -628     -628        -628      -628       -628       -628
   . Ajuste Econômico                                       -2.052   -2.052    -2.052      -2.052   -2.052      -2.052    -2.052     -2.052     -2.052

                  Sub-total do Patrimônio Líquido           -1.652    -565      656        2.047    3.611       5.367     7.441      9.193     10.988

   TOTAL DO PASSIVO                                         7.868    8.857     8.601       8.514    8.811       9.299    10.106     10.590     11.114

   Grupo Agemar - Finantial Analysis Department




                                                                       www.agemar.com.br                                                         143
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                                                                                                                                       Anexos


   DRE - Projetada
    Módulo: Demonstração do Resultado                         2013       2014      2015      2016      2017      2018      2019         2020
     Receita Operacional Líquida                             4.811       5.030     5.248     5.540     5.832     6.123       6.342        6.342
     . Crescimento %                                           0,0%        4,5%      4,3%      5,6%      5,3%      5,0%        3,6%         0,0%

     Custos e Despesas Operacionais                          -1.345      -1.370    -1.395    -1.429    -1.462    -1.496     -1.521       -1.521
     . Custos Operacionais / Receita Operacional Líquida      -28,0%      -27,2%    -26,6%    -25,8%    -25,1%    -24,4%      -24,0%       -24,0%


      .Custos/Despesas Fixas                                   -790        -790      -790      -790      -790      -790       -790         -790
      .Custos/Despesas Variáveis                               -555        -580      -605      -639      -672      -706       -731         -731

     EBITDA                                                  3.466       3.660     3.853     4.111     4.370     4.627       4.821        4.821
     . M argem Operacional (EBITDA / ROL)                     72,0%       72,8%     73,4%     74,2%     74,9%     75,6%       76,0%        76,0%

       . Depreciação e Amortização                             -610        -639      -666      -690      -712      -497       -513         -529

     EBIT                                                    2.856       3.021     3.187     3.421     3.658     4.130       4.308        4.292
     . M argem Operacional (EBIT / ROL)                       59,4%       60,1%     60,7%     61,8%     62,7%     67,5%       67,9%        67,7%

     . Receitas / (Despesas) Financeiras                       -884        -805      -663      -532      -414      -297       -180             -62
        . Empréstimos / Excesso de Caixa (Capital de Giro)      -           -           -       -         -         -             -            -
        . Empréstimos Existentes na Data-Base                  -884        -805      -663      -532      -414      -297       -180             -62
     Lucro / (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda             1.972      2.216     2.525     2.889     3.243     3.833       4.128        4.229
     . Imposto de Renda/Contribuição Social                    -295        -332      -379      -435      -489      -579      -1.380       -1.414
         . %IR e CS                                           15,0%       15,0%     15,0%     15,1%     15,1%     15,1%       33,4%        33,4%


      . Profit Share 15%                                       -252        -283      -322      -368      -413      -488       -412         -422

     Lucro / (Prejuízo) Líquido do Exercício                  1.425       1.601     1.824     2.086     2.341     2.766      2.336        2.393
     . M argem Líquida (LL/ROL)                               29,6%       31,8%     34,8%     37,7%     40,1%     45,2%       36,8%        37,7%

    Grupo Agemar - Finantial Analysis Department


                                                                    www.agemar.com.br                                                              144
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                             ANEXOS
                                                                                                                                                     Anexos


   Fluxo de Caixa– Projetado
  Módulo: Fluxo de Caixa Descontado                                   2013       2014       2015      2016      2017      2018      2019      2020      Perpétuo
    EBITDA                                                            3.466       3.660      3.853     4.111     4.370     4.627     4.821     4.821         4.821

    . Variação de Capital de Giro                                     (342)         (18)       (19)      (25)      (24)      (25)      (18)      -             -

    EBITDA (Líquido de Capital de Giro)                               3.124       3.642      3.834     4.086     4.346     4.602     4.803     4.821         4.821

    . Investimentos                                                   (400)       (357)      (328)     (298)     (268)     (238)     (220)     (202)         (202)

    . Imposto de Renda e Contribuição Social                          (295)       (332)      (379)     (435)     (489)     (579)    (1.380)   (1.414)       (1.414)
    Fluxo de Caixa Antes dos Efeitos Financeiros                      2.429       2.953      3.128     3.354     3.589     3.785     3.203     3.205         3.205
    . Profit Share 15%                                                (252)       (283)      (322)     (368)     (413)     (488)     (412)     (422)         (422)

    . Pagamento de Empréstimos / Parcelamento de impostos           (1.093)      (2.285)    (2.142)   (1.802)   (1.685)   (1.567)   (1.450)   (1.333)          -

    . Liberação do empréstimo                                         8.892         -          -         -         -         -         -         -             -

    Fluxo de Caixa Disponível                                         9.976         386        664     1.184     1.491     1.730     1.341     1.450         2.783

    . Dividendos Propostos                                            (338)       (380)      (433)     (522)     (585)     (692)     (584)     (598)        (2.783)

    Fluxo de Caixa Livre                                              9.638             6      231       662       906     1.038       757       852           -
   Fluxo de Caixa                                                     9.976         386        664     1.184     1.491     1.730     1.341     1.450         2.783

      Taxa de Desconto ==>                                  15,6%    0,8648      0,7479     0,6468    0,5594    0,4838    0,4184    0,3619    0,3130        0,4838

    Fluxo de Caixa a Valor Presente                                   8.628         289        430       662       721       724       485       454         1.353


   Fluxo de Caixa a Valor Presente - VPL                            12.393
      (+) Perpetuidade                                               8.943
   Fluxo Operacional da Empresa                                     21.336
      (+) Ajustes Diversos                                           2.052
     . Disponibilidades                                              2.052
   Valor Econômico (R$)                                             23.388



                                                                             www.agemar.com.br                                                               145
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                         ANEXOS
                                                                                                                                                 Anexos


   IRCS
                     Módulo: Imposto de Renda                                                                Projeções
                       e Contribuição Social       Referências       2013       2014       2015       2016           2017        2018         2019       2020

   ALÍQUOTAS

    . Imposto de Renda - Base                         15,0%          15,0%      15,0%      15,0%      15,0%         15,0%        15,0%        15,0%      15,0%
    . Imposto de Renda - Adicional                    10,0%          10,0%      10,0%      10,0%      10,0%         10,0%        10,0%        10,0%      10,0%
    . Parcela a deduzir no Adicional - EM R$ MIL             240         240        240        240        240             240           240       240        240
    . Contribuição Social                              9,0%          9,0%       9,0%       9,0%       9,0%           9,0%        9,0%         9,0%       9,0%


   CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA
    Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda     "F ina nc ia l"     1.972      2.216      2.525      2.889            3.243      3.833       4.128      4.229
     (+) Adições                                                            -          -          -          -              -            -           -          -
       Lucro Inflacionário (Deferred Income)               10,0%            -          -          -          -              -            -           -          -
       Outros                                                               -          -          -          -              -            -           -          -
     (-) Exclusões                                                          -          -          -          -              -            -           -          -
       Participações no Lucro Funcionários                                  -          -          -          -              -            -           -          -
       Outros                                                               -          -          -          -              -            -           -          -
    Lucro Tributável                                                   1.972      2.216      2.525      2.889            3.243      3.833       4.128      4.229
       Prejuízo Fiscal Acumulado - Utilizado               30,0%            -          -          -          -              -            -           -          -
    Lucro Tributável após Compensação do IR                            1.972      2.216      2.525      2.889            3.243      3.833       4.128      4.229
   IMPOSTO DE RENDA A PAGAR ===>                                         469        530        607        698             787           934     1.008      1.033
       Incentivo Fiscal 75%                                              117        133        152        175             197           234       252        258




                                                                www.agemar.com.br                                                                            146
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                                              ANEXOS
                                                                                                                                                      Anexos


   IRCS
                       Módulo: Imposto de Renda                                                                     Projeções
                         e Contribuição Social                Referências       2013       2014     2015     2016           2017        2018       2019     2020

    CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
     Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda               "F ina nc ia l"     1.972     2.216    2.525    2.889             3.243     3.833     4.128    4.229
       (+) Adições                                                                     -      -        -        -                 -            -      -        -
        Reserva de Reavaliação Realizada                                               -      -        -        -                 -            -      -        -
        Outros                                                                         -      -        -        -                 -            -      -        -
       (-) Exclusões                                                                   -      -        -        -                 -            -      -        -
        Participações no Lucro Funcionários                                            -      -        -        -                 -            -      -        -
        Outros                                                                         -      -        -        -                 -            -      -        -
     Lucro Tributável                                                             1.972     2.216    2.525    2.889             3.243     3.833     4.128    4.229
        Base Negativa da Contribuição Social - Utilizado              30,0%            -      -        -        -                 -            -      -        -
     Lucro Tributável após Compensação da CS                                      1.972     2.216    2.525    2.889             3.243     3.833     4.128    4.229
    CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR ===>                                               178        199      227      260              292       345        372      381


    Despesa com Imposto de Renda (RESULTADO)                                       117        133      152      175              197       234      1.008    1.033
      Imposto de Renda a Compensar (ATIVO)                               -         -          -        -        -                -         -          -        -
    Imposto de Renda a Pagar (FLUXO DE CAIXA)                                      117        133      152      175              197       234      1.008    1.033

    Despesa com Contribuição Social (RESULTADO)                                    178        199      227      260              292       345        372      381
     Contribuição Social a Compensar (ATIVO)                             -         -          -        -        -                -         -          -        -
    Contribuição Social a Pagar (FLUXO DE CAIXA)                                   178        199      227      260              292       345        372      381

    Imposto de Renda e Contribuição Social (RESULTADO)                             295        332      379      435              489       579      1.380    1.414
    Imposto de Renda e Contribuição Social (FLUXO DE CAIXA)                        295        332      379      435              489       579      1.380    1.414




                                                                         www.agemar.com.br                                                                         147
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                                 ANEXOS
                                                                                                                         Anexos


   Depreciação
                          Módulo: Imobilizado   07/out/12    2013     2014       2015    2016    2017    2018    2019          2020
   Custo Corrigido
   .Terrenos                                           900     900      900        900     900     900     900        900           900
   .Obras civis                                      4.049   4.049    4.049      4.049   4.049   4.049   4.049      4.049         4.049
   .Máquinas & Equipamentos                            646     646      646        646     646     646     646        646           646
   .Móveis e utensílios                                963     963      963        963     963     963     963        963           963
   .Instalações                                      1.182   1.182    1.182      1.182   1.182   1.182   1.182      1.182         1.182
   Total do Custo Corrigido                          7.740   7.740    7.740      7.740   7.740   7.740   7.740      7.740         7.740

   Depreciação Acumulada
   .Terrenos                                            0      36           72    108     144      180     216        252           288
   .Obras civis                                         0     162          324    486     648      810     972      1.134         1.296
   .Máquinas & Equipamentos                             0      65          130    195     260      325     390        455           520
   .Móveis e utensílios                                 0      96          192    288     384      480     576        672           768
   .Instalações                                         0     236          472    708     944    1.180   1.182      1.182         1.182
   Total Depreciação Acumulada                          0     595     1.190      1.785   2.380   2.975   3.336      3.695         4.054

   Ativo Imobilizado Líquido
   .Terrenos                                           900     864      828        792     756     720     684        648           612
   .Obras civis                                      4.049   3.887    3.725      3.563   3.401   3.239   3.077      2.915         2.753
   .Máquinas & Equipamentos                            646     581      516        451     386     321     256        191           126
   .Móveis e utensílios                                963     867      771        675     579     483     387        291           195
   .Instalações                                      1.182     946      710        474     238       2       0          0             0
   Total do Ativo Imobilizado Líquido                7.740   7.145    6.550      5.955   5.360   4.765   4.404      4.045         3.686

   Total - Depreciação do Exercício                     0     595          595    595     595     595     361            359           359

   Taxas de Depreciação                                      2010     2011       2012    2013    2014    2015    2.016         2.017
   .Terrenos                                          4,0%    4,0%     4,0%       4,0%    4,0%    4,0%    4,0%       4,0%          4,0%
   .Obras civis                                       4,0%    4,0%     4,0%       4,0%    4,0%    4,0%    4,0%       4,0%          4,0%
   .Máquinas & Equipamentos                          10,0%   10,0%    10,0%      10,0%   10,0%   10,0%   10,0%      10,0%         10,0%
   .Móveis e utensílios                              10,0%   10,0%    10,0%      10,0%   10,0%   10,0%   10,0%      10,0%         10,0%
   .Instalações                                      20,0%   20,0%    20,0%      20,0%   20,0%   20,0%   20,0%      20,0%         20,0%



                                                       www.agemar.com.br                                                               148
D e lo itte
  AGEMAR                                                                                                ANEXOS
                                                                                                        Anexos


   Investimentos


     Módulo: Investimentos                2013   2014      2015      2016   2017   2018   2019   2020     TOTAL
   CAPEX                                  400    357       328       298     268   238    220    202

   Taxa de Depreciação =>          7,7%

                            2013    31     15     31        31        31     31     31     31     31       400
                            2014    27            14        27        27     27     27     27     27       357
                            2015    25                      13        25     25     25     25     25       328
                            2016    23                                11     23     23     23     23       298
                            2017    21                                       10     21     21     21       268
                            2018    18                                              9      18     18       238
                            2019    17                                                     8      17       220
                            2020    16                                                            8        202

   Total da Depreciação                    15     44        71        95     117   136    154    170       2.311




                                                        www.agemar.com.br                                     149
D e lo itte




              150

Funding project

  • 1.
    D e loitte AGEMAR FINANCIAL ANALYSIS DEPARTMENT Hotel Golden Dolphin Cabo-PE • Transporte Marítimo • Operações Portuárias • Postos de combustíveis • Locação de containers • Locação de máquinas & equipamentos Setembro de 2012 1
  • 2.
    D e loitte ÍNDICE PÁG Introdução 03 Panorama Macroeconômico 05 Mercado e Concorrência 30 Breve Descrição da Empresa 58 Análise retrospectiva Financeira 66 O Projeto 79 Premissas e Projeções 93 Taxa de Desconto 109 Resultado do Estudo 118 Anexos 120 www.agemar.com.br 2
  • 3.
    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 3
  • 4.
    D e loitte AGEMAR INTRODUÇÃO Introdução  Objetivo O presente relatório tem como objetivo mostrar o estudo de viabilidade econômico-financeira da implantação do Hotel Golden Dolphin, da Agemar Transportes e Empreendimentos Ltda. situada na Rodovia PE-60 Km 03, no município do Cabo de Santo Agostinho/PE, com intuito de pleitear financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES  Considerações Gerais Este relatório descreve, primeiramente, o cenário macroeconômico, os aspectos mercadológicos, as características organizacionais e técnico-operacionais do projeto, a estrutura de capital do empreendimento, orçamentos e cronograma de investimento. A seguir, descrevemos um resumo das principais variáveis macroeconômicas no qual se desenvolve o projeto analisado, assim como uma analise do seu mercado de atuação. Posteriormente uma breve descrição da empresa e do projeto, seguido por um detalhe das premissas utilizadas e projeções. Finalmente, apresentamos os principais indicadores de viabilidade do projeto. Estes indicadores foram calculados sobre a perspectiva do Fluxo de Caixa do Acionista os quais são suficientes para diagnosticar a viabilidade do negócio, principalmente, quando comparados aos retornos mínimos sobre os investimentos exigidos pelos acionistas. www.agemar.com.br 4
  • 5.
    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 5
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional A economia mundial atravessa um período de transformação, acarretado principalmente pela crise financeira internacional. A quebra sucessiva de bancos, o aumento da taxa de desemprego e a contração da liquidez nas economias ricas criaram instabilidade no mundo inteiro. Após uma fase de turbulência, retorna-se gradativamente à trajetória de crescimento equilibrado e de aumento nos fluxos comercial e de capital. O Fundo Monetário Internacional – FMI havia ajustado a sua projeção de crescimento da economia mundial para 2009, de 1,75% (em novembro de 2008) para 0,5% (em janeiro de 2009). Um ano depois, as estimativas declinaram para - 0,8%, a mais baixa taxa registrada desde 1945, sendo que os prognósticos de queda das atividades econômicas em 2009 são mais acentuados do que o esperado, principalmente nos países desenvolvidos (-3,2%, em média) e, isoladamente, na Rússia (-9,0%). No relatório Perspectivas para a Economia Mundial, divulgado em janeiro de 2009, o FMI ressalta que a recuperação econômica mundial está ocorrendo de modo mais intenso do que o esperado, mas de forma desigual, e recomenda que os governos mantenham as medidas de estímulo à economia enquanto a situação não estiver definitivamente estabilizada. Pelo menos em termos percentuais, o crescimento econômico, verificado nos países emergentes e naqueles em desenvolvimento, vem se mostrando mais elevado nos últimos anos do que os observados nos países desenvolvidos. www.agemar.com.br 6
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional (continuação) Também o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos (Suíça), destacou que a recuperação global ainda é muito frágil para que sejam suspensos os programas de estímulos. Além disso, defendeu a necessidade crescente dos países regularem com mais rigidez o sistema bancário, com o objetivo de evitar outro colapso financeiro. As perspectivas em relação à atividade econômica mundial são de recuperação gradual. Um indicador de grande relevância, que demonstra o nível de atividade da economia é a Corrente de Comércio. Segundo dados da Organização Mundial de Comércio – OMC, referentes ao primeiro semestre de 2009, a China superou a Alemanha e os EUA, no volume de negócios, e ajudou a reverter a queda no comércio mundial. www.agemar.com.br 7
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional (continuação) Uma das heranças deixadas pela crise foi transformar o país asiático no maior exportador do mundo, superando a Alemanha, líder desde 2003, e ultrapassando os EUA, que era o principal fornecedor de mercadorias à Europa. As exportações brasileiras vêm apresentando, desde 2003, uma taxa de crescimento superior a das importações mundiais, resultando num aumento da participação do País no comércio mundial. A partir de 2007, com o aquecimento do mercado interno, observa-se uma diminuição no saldo positivo da balança comercial. O gráfico a seguir mostra o significativo incremento dos saldos da balança comercial (cerca de 350%) ocorrido entre 2002 e 2006, conforme divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC. Em 2007, a valorização do real em relação ao dólar e o aquecimento do mercado doméstico e das importações influenciaram sobremaneira a diminuição do saldo. Em 2008, a crise financeira internacional contribuiu para uma redução ainda mais acentuada. www.agemar.com.br 8
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional (continuação) www.agemar.com.br 9
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional (continuação) A projeção do saldo comercial do mercado interno é de equilíbrio com o mercado externo. O fim da recessão principalmente nos países da zona do euro e EUA e o contínuo aquecimento da demanda interna projetam um animador aumento da corrente de comércio, que registrou em 2009 a única queda dos últimos sete anos (-26,54%). Segundo os dados divulgados pelo MDIC, em 2009 a China consolidou-se como a principal parceira comercial do País, com um volume de negócios de US$ 36,1 bilhões. O país asiático superou os Estados Unidos, importando principalmente soja e minério de ferro. Existem, porém, pontos condicionantes à recuperação econômica internacional. A elevação dos déficits públicos e a emergência de uma crise de pagamento em países da zona do Euro são fatores de instabilidade. Outra grande preocupação é a volatilidade do preço do petróleo. Conforme se pode observar no gráfico 1.2, de 2002 a 2006, as cotações do petróleo apresentaram majoração, registrando um valor mínimo de US$ 18,17, em 18/01/2002, e máximo de US$ 78,26, em 09/08/2006, declinando posteriormente até o final daquele ano. Entretanto, contrariando, as previsões dos analistas de mercado, em 2007 iniciaram uma trajetória de significativo crescimento até atingir seu preço máximo em meados de 2008, elevando-se em mais de 46,3% entre os meses de março e setembro. Posteriormente, observou-se uma forte queda, ocasionada pela crise financeira internacional. www.agemar.com.br 10
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Panorama Econômico Internacional (continuação) Dados divulgados pela Energy Information Administration – EIA mostram uma nova majoração dos preços a partir de 2009. Inicialmente cotado a US$ 42,94, terminou o ano em US$ 76,65, um incremento de 78,50%. Um aumento no preço do petróleo tende a causar pressões inflacionárias, o que pode gerar aumento na taxa de juros e, conseqüentemente, diminuir o ritmo de crescimento da economia global. www.agemar.com.br 11
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira Com uma combinação positiva entre inflação controlada, redução da taxa de juros e balança de pagamentos equilibrada, o Brasil tem registrado crescimentos do produto interno bruto superiores aos observados em níveis mundiais. A perspectiva do Banco Central – BC para o período pós-crise é de reaquecimento, alimentado não só pelo consumo interno, mas também pela retomada dos investimentos. O gráfico ao lado mostra a evolução do PIB mundial e brasileiro desde o ano de 2002. Destaca-se a perspectiva de retorno do crescimento da economia a patamares observados antes da crise financeira mundial. www.agemar.com.br 12
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Observando a evolução do Risco-País, considerado o termômetro que mede o nível de confiança dos investidores globais em relação à economia, no período de seis anos compreendido entre janeiro de 2004 e dezembro de 2009, percebe-se que em maio de 2004 este atingiu o nível máximo de 723,16 pontos, apresentando a seguir acentuada queda até junho de 2007, quando atingiu o nível de 147,21 pontos. Depois o Risco-País mostrou volatilidade, saltando de 282,64 para 481,65 pontos, no auge da crise financeira internacional. www.agemar.com.br 13
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Em 2009, o Risco Brasil flutuou no intervalo de 230,91 pontos (média das cotações diárias de março) a 204,55 pontos (média de dezembro), com amplitude de 26,36 pontos. No dia 31 de dezembro, o Risco-País atingiu 196 pontos. Ressalta-se que, em setembro de 2009, o País recebeu a classificação de investment grade pela Moody’s, a última das três maiores agências de classificação de risco do mercado financeiro (juntamente com a Fitch e a Standard & Poors), fato histórico para a economia brasileira, comprovando a solidez de seus fundamentos econômicos e a redução da vulnerabilidade externa. O regime de câmbio flutuante, vigente desde 1999, permitiu o ajuste das contas externas, reduzindo de forma sistemática a vulnerabilidade do país. O gráfico a seguir mostra a evolução das cotações da moeda norte-americana em relação ao real no período de 2002 a 2009, representadas pelas médias mensais das taxas diárias. Após alta vertiginosa (64,22%) ocorrida em 2002 – de R$2,32/US$ em abril para R$3,81/US$ em outubro – constatou-se tendência de queda até atingir a cotação mínima em julho de 2008 (R$ 1,59/US$). A partir de então, tal tendência foi revertida até alcançar o máximo daquele ano em dezembro (R$ 2,40/US$). www.agemar.com.br 14
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Em 2009, o dólar apresentou forte depreciação em relação à moeda nacional, iniciando o mês de janeiro cotado a R$2,38/US$ e finalizando dezembro em R$1,74/US$ (desvalorização de 26,84%). A cotação máxima foi registrada no dia 2 de março (R$ 2,44/US$), e a mínima, no dia 15 de outubro (R$ 1,70/US$). Efetivamente, a melhora nas condições financeiras internacionais observadas principalmente nos últimos meses de 2009, aliada à rápida recuperação da economia brasileira, foram fatores que propiciaram o aumento da entrada de capital externo, acarretando, conseqüentemente, a apreciação da moeda nacional. www.agemar.com.br 15
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) A taxa Selic, que apresentou significativo crescimento em 2002, ano em que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 12,53%, seguiu desde então uma tendência de declínio. Com cortes sucessivos, alcançou em 2009 o menor nível desde o início da série histórica. Esta medida, combinada com outros instrumentos de política fiscal, fez com que houvesse um aumento do crédito, e um conseqüente aumento no consumo das famílias, provocando reação da demanda interna. Considerando as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Comitê de Política Monetária decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a, nas reuniões realizadas no segundo semestre de 2009, www.agemar.com.br 16
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) ressaltando que tal patamar contribuiu para manter a inflação sob controle e para a recuperação da atividade econômica. O IPCA, indicador oficial da inflação divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), situou-se, no biênio 2002-2003, acima dos limites superiores estabelecidos pelo governo, e em 2004-2005 pouco abaixo do teto da meta. Nos anos seguintes, a inflação situou-se mais próxima do centro da meta fixada, tendo inclusive, em três anos (2006, 2007 e 2009), ficado abaixo da meta. Em 2009, detectou-se resultado de 1,59 ponto percentual abaixo da taxa apurada em 2008 (5,90%), que havia sido a mais elevada registrada desde 2004 (7,60%). www.agemar.com.br 17
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Já o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela FGV, revelou declínio de 1,43% em 2009. Foi a primeira vez na história que o índice, apurado desde 1944, encerrou um ano registrando deflação. Entre os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços por Atacado (IPA) acusou redução de 4,08%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 3,95%, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) cresceu 3,25%. De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo IBGE, em dezembro de 2009, a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) igualou-se a dezembro de 2008, 6,8%, a menor da série histórica iniciada em março de 2002. O contingente de desocupados (1,6 milhão) teve uma queda de 7,1% em dezembro de 2009, quando comparado ao mês anterior (redução de 122 mil pessoas). www.agemar.com.br 18
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) www.agemar.com.br 19
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Já os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, mostram que, em 2009, foram gerados quase um milhão de empregos (+995.110 postos de trabalho), o que representa um crescimento de 3,11% em relação ao estoque de assalariados formais de dezembro de 2008, resultado bastante favorável, em virtude das adversidades impostas pela crise financeira internacional. No período de 2002 a 2009, foram criados 9.478.496 postos de trabalhos formais. Devido à diminuição do desemprego, houve aumento do acesso ao crédito, e uma conseqüente expansão do consumo das famílias. www.agemar.com.br 20
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Observando o PIB pela ótica da demanda, o grande destaque das divulgações das contas nacionais tem sido o consumo doméstico. Com o vigésimo quarto aumento consecutivo, na comparação com o trimestre do ano anterior, o consumo aquecido foi fundamental para a recuperação do PIB após os impactos causados pela crise. De acordo com o IBGE, um dos fatores que contribuíram para este resultado foi a elevação de 2,5% da massa salarial real, com o aumento de ocupação e do rendimento médio real do trabalho. www.agemar.com.br 21
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego realizada pelo IBGE, de 2002 a 2009, houve um crescimento médio de 57,6% na renda média mensal do trabalhador. O rendimento médio real domiciliar subiu 4,4% quando comparado a dezembro/2008. Segundo o governo, o aumento da massa salarial ocorreu em função da expansão do emprego, do salário e da transferência de renda para o trabalhador através de programas sociais. Estima-se que a massa salarial crescerá cerca de 6% em 2010, o que proporcionará maior expansão do consumo. www.agemar.com.br 22
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) A atual carga tributária, ao mesmo tempo em que tem sido apontada como uma das responsáveis pela capacidade do governo em adotar instrumentos anticíclicos, é por muitos considerada excessiva e a vilã do crescimento, uma vez que aumenta os custos de produção, diminuindo a competitividade dos produtos nacionais frente aos estrangeiros. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, a carga tributária (somatório dos tributos federais, estaduais e municipais arrecadados), em relação ao PIB, atingiu 35,02% em 2009, representando queda de 0,14 ponto percentual em relação aos 35,16% apurados em 2008. A arrecadação de tributos em 2009 totalizou R$ 1.092,66 bilhões contra R$ 1.056,65 bilhões em 2008, o que corresponde a um crescimento nominal de R$ 36,01 bilhões, ou seja, de 2008 para 2009,.apesar do declínio percentual, houve um aumento nominal da arrecadação tributária. Ainda segundo o IBPT, os tributos federais cresceram 2,73% em 2009 (R$ 20,19 bilhões), os estaduais 4,67% (R$ 12,61 bilhões) e os municipais 6,84% (R$ 3,21 bilhões). Os tributos federais representam 69,54% do total arrecadado, enquanto os estaduais correspondem a 25,88%, e os municipais a 4,58%. O tributo que registrou o maior crescimento nominal foi o relativo ao INSS (R$ 20,26 bilhões), seguido do FGTS (R$ 7,42 bilhões), enquanto a maior queda nominal foi do IPI, com R$ 8,71 bilhões, seguida da COFINS (R$ 2,91bilhões). www.agemar.com.br 23
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Em relação à política fiscal, o Brasil vem apresentando avanço nos últimos anos, tanto com a instituição da Lei de Responsabilidade Fiscal quanto com a adoção de metas de superávit primário. Este, por sua vez, vem registrando declínio, refletindo o efeito da crise financeira internacional sobre o nível de atividade e, conseqüentemente, sobre a arrecadação. Em 2009, o resultado primário foi superavitário em torno de 2,25% do PIB. A dívida líquida do setor público, após alcançar pouco mais da metade do PIB no biênio 2002-2003, declinou progressivamente até o ano de 2008, quando atingiu o percentual mínimo dos últimos oito anos (37,3%). Porém, a necessidade de adoção de medidas anticíclicas em face a crise internacional impediu a continuidade da redução em 2009. O endividamento público voltou a crescer atingindo 43% do PIB, retornando ao patamar de 2007, como mostra o gráfico a seguir. Cabe destacar que se trata de dados referentes à posição em dezembro de cada ano. www.agemar.com.br 25
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) Dos países afetados pela crise financeira internacional, o Brasil foi um dos últimos a entrar em recessão e um dos primeiros a superá-la. Para muitos especialistas, a crise no Brasil durou apenas seis meses e foi o grande teste de estresse da economia nacional, que vinha se comportando de forma adequada na história recente. As rápidas medidas anticíclicas adotadas pelo governo, como a redução do IPI para os setores automotivo, de eletrodomésticos e moveleiro foram responsáveis pela recuperação da economia, sustentada principalmente pelo mercado interno. É preciso destacar ainda que o aumento dos investimentos, sendo estes com ênfase em infra- estrutura, programados para os próximos anos, em decorrência dos compromissos assumidos para a realização da Copa do Mundo de Futebol FIFA™ 2014 e do Programa de Aceleração do Crescimento, além de atenderem as crescentes demandas do mercado interno, impactarão de forma positiva a competitividade brasileira no mercado internacional. O ambiente econômico e o Turismo também são impactados de forma significativa pelas melhorias sociais que vêm sendo registradas nos últimos anos. Cerca de 31 milhões de brasileiros ascenderam de classe social entre os anos de 2003 e 2008 , sendo que 19,4 milhões deixaram a classe E (que traça a linha da pobreza no país) e 1,5 milhão migraram da classe D para classes superiores. Com isso, nesse período, ocorreu uma queda acumulada de 43% na classe E. No mesmo período, a classe A (grupo com renda domiciliar mais elevada, superior a R$4.807,00) ganhou 6 milhões de pessoas, totalizando 19,4 milhões em 2008. www.agemar.com.br 26
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) A classe C, dominante pelo percentual populacional, recebeu 25,9 milhões de brasileiros entre 2003 e 2008, passando a constituir 49,22% da população. Já a classe D representava 24,35% dos brasileiros, enquanto a classe E abrangia 16,02% da população em 2008. Os 29,9 milhões de brasileiros desta classe seriam aproximadamente 50 milhões de pessoas, se a miséria não houvesse diminuído entre 2003 e 2008. Como conseqüência, as classes média e alta ganharam maior representatividade populacional. Esses indicadores traduzem melhorias importantes na composição social do País, abrindo perspectivas promissoras para o desenvolvimento sustentável e equilibrado com benefícios para todos. O Brasil vem avançando, também, em relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio – ODM2. Dentre estes objetivos, destaca-se o fato de o País já haver ultrapassado a meta de reduzir pela metade a proporção da população que vive com renda inferior a um dólar por dia3 . Enquanto em 1990, 8,8% dos brasileiros viviam na pobreza extrema, em 2005 o percentual caiu para 4,2%, o que representa um resultado superior ao estabelecido pela ONU. Um outro importante objetivo refere-se ao comprometimento do País com a construção de um sistema multilateral mais justo e equitativo, em que a busca da paz e da segurança mundial e a promoção do desenvolvimento se reforcem mutuamente, contribuindo com o estabelecimento de uma rede global de cooperação entre as quais se destaca a cooperação Sul-Sul. www.agemar.com.br 27
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) PIB - média Taxa de cambio R$/US$ 4,7% 4,7% 1,96 1,96 4,6% 1,93 4,5% 1,90 4,4% 1,85 2011 2012 2013 2014 2015 2011 2012 2013 2014 2015 Fonte: BACEN www.agemar.com.br 28
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    D e loitte AGEMAR PANORAMA ECONÔMICO Panorama Macroeconômico  Economia brasileira (continuação) 4,9% IPCA Taxa Over Selic 11,6% 10,6% 4,6% 10,2% 4,5% 4,5% 4,5% 9,8% 9,8% 2011 2012 2013 2014 2015 2011 2012 2013 2014 2015 Fonte: BACEN www.agemar.com.br 29
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 30
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo O Turismo é a atividade do setor terciário que mais cresce no Brasil e no mundo, movimentando, direta ou indiretamente mais de U$ 5 trilhões. É o meio lícito que mais movimenta dinheiro, atrás somente do narcotráfico e da indústria bélica (meios ilícitos). Portanto, tal setor é fundamental para a economia do Brasil, país reconhecidamente de enorme potencial na atividade. Hoje, o turismo, como indústria, movimenta cerca de US$ 4 trilhões e gera, aproximadamente, no mundo, 200 milhões de empregos. No Brasil, gera em torno de 5 milhões de empregos, mais que a siderurgia e a indústria automobilística De acordo com as estatísticas da Organização Mundial de Turismo (OMT), em 2007 aconteceram 903 milhões de chegadas de turistas internacionais, um acréscimo de 6,6% em relação a 2006. Atualmente a França é o país que lidera o ranking internacional do turismo (em n de visitantes), seguido da Espanha e dos EUA. www.agemar.com.br 31
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo Evolução do turismo no mundo Apenas para ilustrar o crescimento do setor de turismo no mundo, o ato de atravessar a Ano Chegada de Turistas Receita cambial Crescimento (Em milhões) (US$ bilhões) (%) fronteira de um país com intenção turística foi 2003 696,6 525,1 N/A repetido 903 milhões de vezes ao redor do 2004 765,5 632,7 20,5% mundo no ano de 2007. Se compararmos com a 2005 802,5 676,4 6,9% população mundial de cerca 6,8 bilhões de 2006 847,3 742,2 9,7% habitantes, é como se uma de cada oito pessoas 2007 903,3 856,0 15,3% do mundo tivesse viajado para outro país. Ranking dos destinos turísticos em 2008 Esses turistas deixaram US$ 856 bilhões nos países que visitaram, média de US$ 948 dólares por pessoa. De acordo com estudo da OMT, o no de turistas internacionais deve aumentar a um ritmo de 4,1% nos próximos anos, superando 1,5 bilhões de visitantes em 2020. Esses turistas deverão gastar cerce de 2 trilhões por ano em viagens. Fonte: Organização Mundial do Turismo (OMT) www.agemar.com.br 32
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo Fluxo receptivo de turistas por continente (milhões) Ao analisar o fluxo receptivo de turistas, observa-se que o Continente 2003 2004 2005 2006 2007 Var % Continente europeu detém a Europa 408,6 424,5 438,7 462,2 484,4 18,6% Asia e Pacífico 114,2 145,4 155,3 167,0 184,3 61,4% maioria absoluta dos destinos 51% . Américas 113,1 125,9 133,2 135,8 142,5 26,0% África 30,7 33,4 37,3 41,4 44,5 45,0% Entretanto o continente que tem Oriente Médio 30,0 36,3 38,0 40,9 47,6 58,7% apresentado maior taxa de crescimento é o Asiático sendo ajudado, principalmente, pela Fluxo receptivo de turistas por continente em 2007 expansão da China no comércio exterior. 3% 4% 20% Agora em termos de receita cambial 51% os EUA seguem liderando o setor com uma arrecadação recorde de 22% US$ 110, 1 bilhões. Europa Asia e Pacífico Américas Africa Oriente Médio Fonte: Organização Mundial do Turismo www.agemar.com.br 33
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo Receitas do turismo internacional por País receptor (em US$ bilhões) 110,1 Conforme divulgado pela Organização Mundial de Turismo – OMT no documento Panorama do Turismo Internacional – Edição 2009, 61,6 55,6 atualmente, o mercado de viagens representa 45,7 40,8 40,0 36,0 30% das exportações mundiais de serviços e 6% 24,7 22,0 21,8 das exportações mundiais totais. Como categoria de exportação, o Turismo se situa em 4º lugar, depois apenas dos combustíveis, produtos químicos e automóveis. O fluxo internacional de turistas vem Para muitos países, a atividade turística é uma aumentando continuamente – de 277 milhões das principais fontes de receita e imprescindível em 1980; 438 milhões em 1990; 682 milhões para a geração de emprego e renda. Apesar da em 2000, tendo atingido a cifra de 920 milhões previsão de que a receita do Turismo em 2008. Em 2009, a chegada de turistas internacional no mundo tenha sido 6% menor internacionais reduziu-se a 880 milhões, 40 em 2009, esse número ainda representa algo milhões a menos do que em 2008, resultado do em torno de U$ 900 bilhões. desaquecimento da economia mundial ocasionada pela crise financeira. Fonte: Organização Mundial do Turismo www.agemar.com.br 34
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo Chegada de turistas estrangeiros - mundo (% sobre o ano anterior ) A OMT estima que a chegada de turistas 10,1% internacionais chegue a 1,6 bilhões em 2020. 6,4% 5,6% Enquanto no primeiro semestre de 2008 houve 5,3% 3,8% um crescimento de 5% na chegada de turistas 2,9% internacionais, no segundo semestre houve 2,0% uma redução de 1%. Em 2009, a chegada de turistas internacionais -1,5% declinou 10% no primeiro trimestre, 7% no -4,3% segundo trimestre, 2% no terceiro trimestre, crescimento médio anual da ordem de tendo apresentado um crescimento de 2% no 3,3%, tendo, porém, em 2009, apresentado último trimestre do ano. Segundo a OMT, a uma retração de 4,3% quando comparado ao previsão para 2010 é de crescimento da ordem ano anterior. de 3 a 4%. Essa redução foi maior para a Europa No período de 2000 a 2009, o fluxo (6%), Américas (5%) e Oriente Médio (6%). A internacional de turistas apresentou um única região que apresentou resultado positivo Fonte: Organização Mundial do Turismo foi a www.agemar.com.br 35
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Mundo África, com o percentual de crescimento anual de 5%. Na América do Sul, a retração foi de 3%. A expectativa para 2010 é que o continente cresça entre 2% e 4%. Ao longo dos últimos sessenta anos, o Turismo tem experimentado uma desconcentração contínua. A Europa declinou sua fatia de mercado cerca de 10 pontos percentuais desde 1950, ao passo que a América do Norte perdeu 13 pontos percentuais. Chegada de turistas internacionais - 2008 Ainda assim, ambas as regiões mantêm-se como as principais receptoras de turistas 20% (representavam, conjuntamente, cerca de 95% da fatia de mercado em 1950, 82% quarenta 6% 5% 53% anos depois, 76% em 2000, e 69% em 2008). 16% A participação da chegada de turistas internacionais nos países em desenvolvimento tem aumentado paulatinamente, de 31% em 1990 para 45% em 2008. Europa Américas Africa Oriente médio Asia e Pacífico Fonte: Organização Mundial do Turismo www.agemar.com.br 36
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil O setor de turismo nacional se caracteriza por oferecer tanto ao turista local quanto ao estrangeiro uma gama mais que variada de opções. Nos anos mais recentes, o governo tem feito muitos esforços em políticas públicas para desenvolver o turismo brasileiro, programas como o Vai Brasil procurando reduzir os custos do deslocamento interno, desenvolvendo infra-estrutura turística e capacitando mão-de-obra para o setor, além de aumentar consideravelmente a divulgação do país no exterior. As demandas mais notáveis no cenário doméstico são pela Amazônia na região Norte, o litoral na região Nordeste, o Pantanal e o Planalto Central no Centro-Oeste, além do interesse pela arquitetura brasiliense, o turismo histórico em Minas Gerais, as exuberantes belezas naturais do Rio de Janeiro e os negócios em São Paulo dividem o interesse no Sudeste, e os pampas, o clima frio e a arquitetura germânica no Sul do Brasil. No turismo internacional, a imagem de que o Brasil é um país muito procurado por turistas estrangeiros, e que recebe um número enorme de visitantes oriundos de outros países é enganosa. Apesar das opções variadas e do enorme território a ser visitado, o Brasil não figura sequer entre os trinta países mais visitados do mundo. Fatores como o medo da violência, da má estrutura e falta de pessoal capacitado (como a carência falantes de inglês no serviço público do turismo, por exemplo) podem ser motivos para explicar esta relativamente baixa procura pelo Brasil como destino.. www.agemar.com.br 37
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Entretanto a situação do turismo nacional Entrada de turistas no Brasil (milhões) vem, gradativamente, apresentando 5,3 5,4 melhoras, conforme a OMT, 5,1 5,0 5,1 principalmente no primeira metade da 5,0 4,8 4,8 década quando o Brasil saltou de um patamar de 3,8 milhões de turistas, em 2002 para 5,4 milhões em 2005 (recorde), 4,1 após esse período manteve-se na casa dos 3,8 5,1 milhões de turistas por ano, sendo o principal destino da América do sul, com a participação de, aproximadamente, 30% desse mercado. 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 O desempenho do setor de turismo, normalmente, é analisado observando-se o total de turistas, como também pela receita gerada por eles. Fonte: EMBRATUR www.agemar.com.br 38
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Em razão do grande crescimento no fluxo de visitantes, o resultado da receita cambial turística nos últimos anos aponta para o fortalecimento da atividade no mercado internacional. De acordo com os dados do Banco Central, em 2009 o Brasil registrou uma receita cambial turística de US$ 5,30 bilhões. Apesar de inferior ao máximo histórico registrado em 2008, esse valor representa um crescimento de 165% se comparado ao ano de 2002 (US$ 2 bilhões). No mesmo período, o crescimento da receita turística mundial foi de 66%. Receita cambial turística (US$ bilhões) 5,78 Os resultados alcançados na última década 5,30 representam uma conquista, principalmente, em 4,95 virtude da valorização do câmbio, dos problemas 4,32 sociais e dos problemas enfrentados nos setores 3,86 infra-estruturais, com destaque, o que concerne aos 3,22 aeroportos. 2,48 Atualmente esse segmento encontra-se entre os 2,00 cinco principais produtos da balança comercial brasileira. 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Fonte: OMT e BACEN www.agemar.com.br 39
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil A dimensão econômica do Turismo pode ser avaliada por meio da metodologia de Contas Satélites do Turismo, conforme recomendação da OMT , que delimita os setores da economia relacionados ao setor. Estes setores, denominados Atividades Características do Turismo – ACTs, constituem a base para avaliação do mercado de trabalho do Turismo. De acordo com metodologia da OMT e os dados da Ocupações formais nas ACTs – Brasil (milhões) RAIS, o mercado formal de trabalho nas Atividades 2,27 Características do Turismo – ACTs, no Brasil, passou 2,12 de 1,71 milhões de pessoas empregadas, em 2002, para 2,27 milhões de pessoas empregadas em 1,99 1,93 2008, o que representa um crescimento da ordem 1,82 de 32,70% em seis anos. 1,71 1,72 No ano de 2008, este número correspondeu a 5,76 % do total de empregos formais acumulados no País. 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: Anuário EMBRATUR 2009 www.agemar.com.br 40
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Liderando o ranking dos principais emissores Investimento no setor por Inst. Fin. Federais em 2008 (R$ 3.591 milhões) de turistas para o Brasil está a Argentina. Em 1% 7% 2% 2008 o Brasil recebeu mais de 1 milhão de argentinos. Seguidos dos EUA com 625 mil 49% 41% americanos e da Itália com 265 mil italianos visitando o solo nacional. Observa-se que 48,4% do fluxo de visitantes no Brasil provem da América do Sul, devido a fatores como: isenção de vistos e proximidade geográfica. BNDES BB CEF BNB BASA Os investimentos nesse setor apresentaram uma evolução significativa nos últimos anos, passando de R$ 1.978 milhões em 2005 para R$ 3.591 milhões em 2008 crescendo em 81,5% nesse período. Demonstrando assim uma atenção maior por parte do governo em promover a expansão desse segmento, o qual é de fundamental importância para a economia domestica e para a sociedade brasileira. Fonte: Organização Mundial do Turismo e EMBRATUR www.agemar.com.br 41
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil O segmento do turismo se caracteriza por uma forte sazonalidade, dividida em alta temporada que agrega os meses de maior concentração de férias (dezembro a março e julho) e baixa temporada, que geralmente são os meses de outono-inverno. Embora há cidades cujo clima frio é atrativo turístico durante os meses de inverno, como Serras Gaúchas (RS) e Campos do Jordão (SP).A entrada de turistas estrangeiros no País se concentra conforme o gráfico abaixo: Sazonalidade do setor de turismo 15,0% 14,0% 13,0% 12,0% 11,0% 10,0% 9,0% 8,0% 7,0% 6,0% 5,0% Fonte: Anuário EMBRATUR 2009 www.agemar.com.br 42
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Devido a evolução do fluxo de turistas no Brasil, surgiu uma maior necessidade de ampliar a oferta de estabelecimentos destinados a hospedagem, portanto observa-se um contínuo aumento do número de estabelecimentos hoteleiros e outros tipos de alojamentos temporários formalizados no Brasil, nos últimos anos. No período de 2002 a 2008, o crescimento foi de 31,01%. N estabelecimentos hoteleiros (unidades) 25.110 24.288 23.486 21.428 20.535 19.572 19.166 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 43
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Outro indicador da expansão do Turismo nacional e de sua posição cada vez mais significativa na economia brasileira é o crescimento do volume de crédito destinado ao setor. Tomando como referência os valores concedidos por instituições financeiras oficiais (Banco Nacional do Desenvolvimento – BNDES, Banco do Brasil – BB, CAIXA, Banco da Amazônia – Basa e Banco do Nordeste – BNB), observa-se um crescimento da ordem de 400% desde 2003, ano da criação do Ministério do Turismo. Financiamentos concedidos para o turismo (R$ bilhões) 5,58 Em 2009, o valor dos financiamentos concedidos pelas instituições financeiras federais chegou a R$ 5,58 bilhões, um aumento de 55,5% se comparado ao ano 3,59 anterior. 2,57 2,17 Se compararmos ao início do período em 1,98 2003, esse aumento passa a ser de 412% em 1,40 1,09 apenas 6 anos constatando assim a evolução da oferta de crédito para esse setor. 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 44
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Um fator que influencia positivamente e indicando uma desconcentração na oferta de sinaliza para a expansão do mercado destinos qualificados para o turismo de internacional do Turismo no Brasil, colocando negócios. o país na vitrine mundial, refere-se à O ápice desse processo de captação de eventos realização de eventos internacionais no País. internacionais se deu com a Copa do Mundo de Nos últimos anos, o Brasil galgou posições no 2014 e a Olimpíada de 2016, além de eventos ranking da International Congress and conexos, que colocam o País em destaque no Convention Association – ICCA relativo aos cenário mundial e abrem grandes perspectivas maiores captadores de eventos no mundo. O para o desenvolvimento do Turismo brasileiro. País passou da 19ª posição em 2003 para a 7ª 595 Nº de eventos internacionais posição. 458 Em 2009, foram realizados 293 eventos 360 350 345 internacionais. Além deste crescimento no 341 293 número de eventos captados, é importante 257 245 236 destacar que, a cada ano, um número maior de cidades brasileiras se insere no rol de hospedeiras de eventos internacionais, Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 45
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil Também pode ser observado, o crescimento nos investimentos em promoção externa, que visaram Investimentos em promoção externa (US$ milhões) reposicionar a imagem do destino turístico Brasil no mercado internacional, a partir das diretrizes 63,9 60,7 do plano de marketing internacional – Plano Aquarela – e do esforço de inserir o Brasil dentre os maiores destinos de realização de eventos 39,9 38,3 internacionais. Em 2009, foram investidos U$ 36,7 39,87 milhões em promoção externa do Turismo 23,8 brasileiro, uma retração se comparado aos anos anteriores. 10,0 Esta retração ocorreu em função do maior 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 contingenciamento de recursos orçamentários, uma conseqüência da crise financeira internacional.O orçamento do ano de 2010 reverte essa queda e sinaliza com a disponibilidade recorde de U$ 98 milhões. Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 46
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil As perspectivas para o futuro nacional são de um crescimento acelerado com ganhos de competitividade, neste cenário, as condições externas favoráveis deverão permitir uma expansão das economias mundial e nacional, com impactos positivos sobre o setor de Turismo no Brasil. Uma expansão da renda internacional aumentará a demanda por viagens, o que beneficiará o País, considerando os importantes eventos internacionais que serão realizados no período. Também é importante ressaltar que esse cenário mundial positivo deverá estimular o volume de investimento estrangeiro no Brasil. Por outro lado, as condições internas favoráveis deverão garantir a expansão da economia nacional, que, por sua vez, beneficiará o crescimento do turismo interno. Com a estabilidade nos preços, o Banco Central terá condições de reduzir a taxa de juros, o que poderá impulsionar os investimentos privados na economia em geral e no setor turístico em especial. Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 47
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo no Brasil O fluxo do turismo brasileiro deverá se intensificar em um período compreendido entre os anos de 2011 e 2014, o qual será dividido em duas fases: Fase 1 – 2011-2012 Fase 2 – 2013-2014 Se por um lado, a volatilidade nos Após o período de maturação das mercados financeiros internacionais e o políticas econômicas nacionais e baixo crescimento das economias são internacionais voltadas para a sinais de incerteza na economia mundial, sustentabilidade do crescimento a economia brasileira tem apresentando econômico, haverá uma expansão da bons resultados. Este período será renda em nível mundial e nacional. Os marcado pelo aumento dos resultados desta fase dependerão do investimentos públicos na infra-estrutura planejamento coordenado e cooperado básica, visando à preparação para sediar das ações federais, estaduais e os eventos internacionais. Essas municipais e dos investimentos condições favoráveis deverão estimular o realizados na primeira fase, além da nível de investimento privado nas eficácia e eficiência do Estado na Atividades Características do Turismo, condução das reformas e regulação da melhorando a competitividade dos economia nacional. serviços turísticos. Fonte: Ministério do Turismo www.agemar.com.br 48
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE O Estado de Pernambuco possui destinos turísticos com uma imagem bem consolidada junto ao público nacional e internacional. Atualmente é um dos três principais estados do Nordeste brasileiro no que diz respeito à recepção de turistas, ficando atrás, apenas, da Bahia e do Ceará. A principal característica da atividade no estado é a larga exploração do turismo de massa. A visitação em massa é uma das mais destacadas. A principal característica do turismo hoje realizado em Pernambuco. Atualmente, o destino atrai turistas de porte sócio-econômico médio, cuja permanência está diretamente atrelada aos pacotes adquiridos junto a operadoras de viagens, dificilmente superando os cinco a sete dias. São visitantes com gastos programados, que visitam apenas os principais atrativos dos destinos mais conhecidos do estado e o fazem junto a grandes grupos de visitantes. Os destinos turísticos de maiores fluxos do Estado são: Porto de Galinhas, Recife/Olinda e Fernando de Noronha. Deve-se ressaltar que Recife/Olinda são tratadas conjuntamente por propiciarem uma experiência de visitação única e integrada. É nítido que o turismo no estado encontra-se concentrado numa determinada área do estado, próxima da capital Recife, e que abrange sua faixa litorânea, principalmente o Litoral Sul. Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco www.agemar.com.br 49
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE Porto de Galinhas destaca-se como um dos mais conhecidos destinos de praia em âmbito nacional. A visitação da localidade hoje em dia é centrada na atratividade de suas praias, piscinas naturais e na ampla estrutura de receptivo e hospedagem, com destaque para seus numerosos resorts de nível internacional e alocados em uma das praias mais belas do Brasil. Estima-se que nos últimos anos tenham sidos investidos cerca de R$ 350 milhões na construção desses luxuosos hotéis. Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco www.agemar.com.br 50
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE As perspectivas de turismo em Pernambuco são das melhores, pois além do aspecto de situar-se em uma posição geográfica privilegiada, eqüidistante das regiões norte e sudeste, sendo um dos Estados localizados mais perto da Europa no que se refere as rotas marítimas, o Estado é alvo de fortes investimentos, tanto por parte da iniciativa privada quanto do setor público no que se refere as esferas federais, estaduais e municipais. O quadro abaixo demonstra alguns investimentos relevantes no Estado.  Refinaria Abreu e Lima;  Protocolo de intenções com a Añón; Estaleiro Atlântico Sul; Duplicação BR 101; Transnordestina; Projetos implantados, em fase de implantação ou em negociação, Transposição de bacias; Pólo de poliéster; orçados em R$ 20 bilhões, Termelétricas; Hotéis e Resorts de bandeiras no período de internacionais; 2007 até 2020 Adutoras; Siderúrgica de aços planos; Pólo de Hemoderivados; Fonte: SEBRAE www.agemar.com.br 51
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE Esse montante de capital investido na economia do Estado, trará um retorno econômico de médio prazo, conforme pode-se observar nas projeções econômicas do mercado para Pernambuco. Conforme essas previsões o PIB saltará depois de 2010, na medida em que amadurecem as mudanças,refletindo, também, um intervalo de cinco anos. A evolução da economia Pernambucana dará numa velocidade muito superior às economias mundial e nacional, com perspectivas de chegar 2% à frente da economia brasileira em 2020 e 3% à frente da economia mundial nesse mesmo período. Evolução do PIB de PE(Cenário mais provável) Taxa média de crescimento anual (real / perspectiva) 165,0% 7,3% 145,0% 125,0% 5,3% 4,9% 105,0% 4,2% 4,2% 4,0% 3,6% 3,8% 85,0% 3,2% 65,0% 45,0% 2007 2010 2020 Mundo Brasil PE Fonte: SEBRAE www.agemar.com.br 52
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE Distribuição dos invest. por região geográfica (R$ mil) Com relação a alocação geográfica dos Localidade Público % Privado % Total investimentos, cerca de 80% deles serão Região Metropolitana 4.721 55,2% 2.718 26,1% 7.439 Litoral Sul 1.713 20,0% 6.769 65,0% 8.482 realizados entre as regiões metropolitana do Fernando de Noronha 67 0,8% 85 0,8% 152 Recife e o Litoral sul do Estado. A iniciativa Litoral Norte 815 9,5% 273 2,6% 1.088 privada participará concomitantemente ao setor Mata Norte 45 0,5% 9 0,1% 54 Agreste 829 9,7% 516 5,0% 1.345 público, com 55% e 45%, respectivamente. Sertão do Pajeú 108 1,3% 18 0,2% 126 Sertão do São Francisco 257 3,0% 31 0,3% 288 Por parte do setor público o capital vem sendo Total 8.555 10.419 18.974 investido de uma forma gradativa, estima-se que 48,9% do total dos investimentos Participação do Setor público x privado nos investimentos governamentais sejam feitos até dezembro de 2010, Entre 2011 e 2015 espera-se que sejam realizados 42,5% dos investimentos e o restante Público 45% deverá ser feito até o ano de 2020. Privado 55% Sem dúvida a esfera federal será o principal investidor dentre as do setor público com 56,5%, seguidos do governo do Estado 22,6% e dos municípios com 5,4% , estando a definir 15,5% Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco www.agemar.com.br 53
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE Investimentos públicos e privados por período As maiores partes dos investimentos de uma maneira geral serão feitos nos setores de 2016 à 2020 739 3.830 Hotelaria (38%), infra-estrutura urbana (24,6%) e saneamento (24%), nessa ordem, tanto por parte 2011 à 2015 3.634 4.356 da iniciativa privada quanto por parte do setor público demonstrando assim o quanto o setor de turismo do estado irá beneficiar-se, como nunca até 2010 4.182 2.233 antes visto na história do Estado de Pernambuco. Distribuição dos invest. por setor (R$ mil) 0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 Localidade Público % Privado % Total Público Privado Prodetur 278 3,2% 0 0,0% 278 Saneamento 4.554 53,2% 0 0,0% 4.554 Esse capital investido na região visa tornar Aeroportos 445 5,2% 130 1,2% 575 BR - 101 600 7,0% 0 0,0% 600 Pernambuco uma das principais vitrines do Estradas 380 4,4% 0 0,0% 380 turismo nacional, uma vez que o Estado possui Infra-Estrutura Urbana 1.747 20,4% 2.923 28,1% 4.670 Centro de Eventos 60 0,7% 10 0,1% 70 um dos litorais mais belos do Brasil e carecia de Patrimônio 110 1,3% 0 0,0% 110 uma melhor infra-estrutura para ser melhor Meio Ambiente 48 0,6% 0 0,0% 48 aproveitado. Eventos de repercussão mundial, Marketing 229 2,7% 147 1,4% 376 Recursos Humanos 103 1,2% 0 0,0% 103 irão ajudar a projetar a imagem do estado para o Hotelaria e Equipamentos 0 0,0% 7.210 69,2% 7.210 cenário internacional, como a copa 2014. Total 8.554 10.420 18.974 Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco www.agemar.com.br 54
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE Chegada de turistas via aérea em 2008 Posição UF Participação O já mencionado destaque de PE no turismo 1º SP 44,9% nacional vem a se comprovar por meio dos 2º RJ 14,9% números, ao adotar a via aérea elimina-se o 3º BA 3,4% fluxo migratório temporário dos países 4º CE 1,8% circunvizinhos o qual não se caracteriza como 5º PE 1,5% turismo de fato. Desse modo o Estado de PE 6º RN 1,4% situa-se em 1º lugar no ranking nacional entre os 7º RS 1,4% anos de 2007 e 2008 em relação ao crescimento 8º SC 1,3% 9º DF 0,6% do número de turistas.C Evolução do fluxo de turismo via aérea 2008 10º AM 0,5% 27,6% Em relação a participação no fluxo de turistas, 23,3% 22,4% Pernambuco encontra-se em 5º lugar, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. O 17,0% Estado de São Paulo beneficia-se pelo 13,1% denominado “Turismo comercial” o qual a verdadeira finalidade desse fluxo é comercial, 9,0% devido ao fato desse Estado ser o centro PE PA PR SC AM RS financeiro e industrial do País. Fonte: EMBRATUR www.agemar.com.br 55
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE A indústria do turismo de PE, além de ter Projeção do fluxo de turistas em PE por Nº visitantes 7.000 demonstrado uma evolução no seu histórico, 6.500 apresenta perspectivas ainda melhores, de 6.000 534 571 acordo com projeções da Empetur espera-se que 5.500 466 499 o fluxo de visitantes brasileiros cresça na ordem 5.000 407 436 de 5% a.a. enquanto que o de estrangeiro cresça 381 6.017 5.730 4.500 356 5.457 5.198 332 a 7% a.a. Observa-se que esse fluxo no Estado é, 4.950 311 4.714 4.000 4.490 4.276 4.072 predominantemente, de visitantes domésticos, 3.879 3.500 Receita turística do Estado de PE (R$ milhões) 3.000 7.500 6.500 5.500 Brasileiros Estrangeiros 4.500 cerca de 92% contra 8% de estrangeiros. Já a 3.500 contribuição da receita turística é de 77% 2.500 oriunda de brasileiros, entretanto ao analisar a 1.500 contribuição individual de cada tipo de turista, 500 constata-se que as receitas per capta de visitantes estrangeiros é 3,4 vezes maior que a Brasileiros Estrangeiros Total de um turista local, sendo esse um nicho de mercado a ser mais explorado. Fonte: Empetur/EMBRATUR www.agemar.com.br 56
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    D e loitte AGEMAR MERCADO E e Concorrência Mercado CONCORRÊNCIA  Turismo em PE A geração de emprego e renda é uma realidade Geração de empregos da indústria do turismo no Estado de PE muito forte desse setor na economia do Estado, 420.000 estima-se que hoje hajam 38.488 postos de 370.000 trabalho diretos e 213.946 indiretos, fato esse 320.000 que contribui consideravelmente no PIB do 270.000 Estado de PE. 220.000 170.000 Espera-se que dobre o número atual de 120.000 empregos desse setor em Pernambuco em um 70.000 período de dez anos, de 2010 até 2020, 20.000 passando de 252 mil para 487 mil postos de 2006 2010 2015 2020 trabalhando, obtendo assim um crescimento da Empregos diretos Empregos indiretos ordem de 93,2%. No entanto os empregos diretos serão o que Desses 19,4% representam o número de mais crescerão nessa década, algo em torno de empregos diretos contra 80,6% de empregos 145,8%, já os indiretos crescerão 83,7% dentro indiretos, devido as diversas ramificações desse mesmo período, chegando portanto a um derivadas dessa indústria. número de 94.606 e 393.038, respectivamente. Fonte: Secretaria de Turismo de Pernambuco www.agemar.com.br 57
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 58
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa A AGEMAR é um grupo econômico a que atua no setor de logística e operações portuárias no Estado de PE, há mais de 29 anos, possuindo uma elevada conceituação nesse mercado. A empresa, ao longo dos anos procurou diversificar as suas atividades prestando, hoje, conjuntamente, cinco distintas prestações de serviço, sendo elas: Locação de Containers; Locação e Venda de Equipamentos; Operações Portuárias; Posto de Combustível; Transporte Marítimo. www.agemar.com.br 59
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa (Locação de containers) A atividade de containers transformados cresce de uma maneira relativamente proporcional ao desenvolvimento da indústria de construção civil, servindo como um serviço de apoio a esse setor. Embora esteja em fase de adaptação ao mercado, pelo fato de ser um produto novo, esse tipo de serviço encontra-se disseminado não só no ramo da construção civil, como também no setor de eventos. Além do fato de contarmos com o aquecimento econômico no Estado de PE, principalmente na região do Porto de Suape com obras de grande expressão com ressalvas para a Refinaria, o Estaleiro, entre outras. Contamos com normatizações que a praticidade e segurança na utilização tornarão possível atender à NR 18 e 24 que fortalecerão ainda mais a canalização de sua funcionalidade. Essa indústria é perfeitamente adaptável a diversas atividades, sendo a criatividade o limite. Atualmente a AGEMAR exerce sua atividade de locação de containers no Estado de PE, sendo a líder do mercado, com cerca de 30% de participação. Essa unidade de negócio é responsável por 9,6% do faturamento do Grupo. www.agemar.com.br 60
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa (Locação de equipamentos) No ano de 2006 a AGEMAR adquiriu a representação das empilhadeiras Linde, consideradas como as melhores do mundo, nos Estados de AL, PB, PI, PE, RN e MA. Por meio desta parceria vários valores foram agregados à empresa, pois além de comercializá-las no mercado a AGEMAR vende, também, as suas peças e presta serviços de manutenção e locação de equipamentos. A representação das empilhadeiras Linde contribui com 6,3% do faturamento do Grupo AGEMAR. Segundo dados da Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção) são previsto um crescimento gradual e significativo para esse setor de máquinas e equipamentos para os anos vindouros. O market-Share do grupo Linde na Região NE transita entre 8 e 10% sendo, ainda, considerado baixo quando analisamos o grupo no cenário mundial, entretanto a previsão para 2009 com novas aquisições de grandes marcas mundiais é de um crescimento mínimo de 40% desta fatia. www.agemar.com.br 61
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa (Operações portuárias) Há 25 anos a AGEMAR iniciou as suas atividade nesse setor, tanto como Operador Marítimo, prestando os serviços de carga e descarga de navios, quanto Agenciador Marítimo, auxiliando os navios desde o seu atracamento no berço, até os trâmites burocráticos que envolvem a sua estadia. Atividades essas cuja receita representa 12,8% do faturamento total do Grupo. Atualmente a empresa exerce essa atividade no Porto do Recife, onde a AGEMAR possui cerca de 40% de market- share, atendendo a demanda da região metropolitana, a qual sempre irá existir a fim de atender ao comércio e a indústria local. No entanto a empresa pretende expandir o Tendo em vista o histórico da evolução seu campo de atuação para o porto de SUAPE, o qual vem das operações portuárias e os futuros se tornando um pólo industrial bastante atrativo para investimentos por parte do governo investimentos. federal (por meio do PAC, conforme mencionado anteriormente) para aperfeiçoar a infra-estrutura dos portos, vislumbra-se um futuro promissor para essa atividade. www.agemar.com.br 62
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa (Postos de combustíveis) A AGEMAR atua no setor varejista de combustíveis, por meio da operação de um posto localizado na no arquipélago de Fernando de Noronha, sendo o único posto da ilha responsável por todo o abastecimento local. O posto tem uma participação significativa na receita bruta do Grupo AGEMAR, as perspectivas de crescimento são lineares, uma vez que a ilha apresenta fatores delimitadores. www.agemar.com.br 63
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa (Transporte marítimo) Pelo fato da operar o posto de Fernando de Noronha surgiu a necessidade de investir em navios petroleiros, a fim de atender a demanda de combustíveis do arquipélago. Ao longo dos anos a AGEMAR desenvolveu parcerias estratégicas com a neoenergia, para abastecimento de sua unidade na ilha, como também a aeronáutica para atender a demanda de sua base, também, localizada em Noronha. Deste modo a empresa passou a fazer uma economia de escala, pois em uma mesma viagem é capaz de atender a toda a demanda por combustíveis da ilha. A tendência de crescimento é linear, devido a fatores delimitantes da ilha, conforme já mencionado anteriormente. No entanto o Grupo econômico afere bons resultados nessa atividade pelo fato de ser a única companhia a suprir essa necessidade do arquipélago. Respondendo por 13,4% do faturamento total do Grupo AGEMAR. www.agemar.com.br 64
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    D e loitte AGEMAR BREVE DESCRIÇÃOda Empresa Breve Descrição DA EMPRESA  A Empresa  Razão Social: Agemar Transportes e Empreendimentos Ltda.  CNPJ: 08.745.465.0001/83  Setor de Atividade: Prestadora de serviço  Constituição Jurídica: Sociedade Limitada  Estrutura Tributária: Lucro Real  Número de Funcionários: 150  Receita Bruta em 2011: R$ 21.996.429  Sede: Av. Rio Branco, 243 – Bairro do Recife – Recife/PE www.agemar.com.br 65
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 66
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (BP - Ativo) A TIV O 31/12/2011 31/12/2010 31/12/2009 Ativ o Circula nte Ca i xa e e q u i va l e n te s d e ca i xa 2,166,022 3,101,015 3,428,073 Co n ta s a R e ce b e r d e cl i e n te s e o u tro s re ce b íve i s 1,098,409 3,053,084 921,529 E s to q u e s 227,157 338,883 241,132 I m p o s to s a R e cu p e ra r 338,579 389,415 333,487 A d i a n ta m e n to s 1,408,317 2,467,851 401,256 D e s p e s a s d o e xe ci ci o s e g u i n te 63,887 47,146 64,443 O u tro s cré d i to s a re ce b e r 202 1,221 746,999 T ota l do Ativ o Circula nte 5,302,573 9,398,615 6,136,919 Ativ o N ã o Circula nte R e a l i z á ve l a Lo n g o Pra z o 10,701,588 8,173,913 6,241,299 I n ve s ti m e n to s 2,380,760 4,798,615 4,730,732 I m o b i l i za d o 4,768,215 3,330,768 1,948,719 D i fe ri d o - - - T ota l do Ativ o N ã o Circula nte 17,850,563 16,303,296 12,920,750 T ota l do Ativ o 23,153,136 25,701,911 19,057,669 www.agemar.com.br 67
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (BP - Passivo) PASSIVO 31/12/2011 31/12/2010 31/12/2009 Passivo Circulante Fornecedores 972,729 1,634,173.64 1,184,994.00 Emprés timos e fi na nci a mentos 1,941,014 1,223,691.58 1,297,940.00 Obri ga ções tri butári a s 1,201,307 1,294,634.65 1,311,919.00 Obri ga ções s oci a i s 1,511,676 972,601.51 43,743.00 Adi a ntamento de cl i entes 1,101,212 4,165,103.31 331,124.00 Outra s contas a pa ga r 81,875.00 Total do Passivo Circulante 6,727,938 9,290,205 4,251,595 Passivo Não Circulante Emprés timos e fi na nci a mentos - - Emprés timos de Empres a s Li ga da s 2,460,713 2,189,551 1,651,170 Pa rcel a mento de Impos tos 1,090,126 592,641 671,575 Provi s ã o pa ra Contingênci a s 59,103 793,081 793,081 Res ul tados de Exercíci os Futuros 76,667 116,667 863,829 Total do Passivo Não Circulante 3,686,609 3,691,940 3,979,655 Patrimônio Líquido Ca pi tal s oci a l 2,000,000 2,000,000 2,000,000 Adi a ntamento pa ra futuro a umento de Ca pi tal 3,285,501 3,285,501 3,285,501 Res erva de Ca pi tal 103,997 45,942 45,942 Lucro (Prejuízo) Acumul a do 7,349,092 7,388,324 5,494,976 Total do Patrimônio Líquido 12,738,589 12,719,767 10,826,419 Total do Passivo 23,153,136 25,701,911 19,057,669 www.agemar.com.br 68
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (DRE) DRE 31/12/2011 31/12/2010 31/12/2009 R E CE IT A O PE R ACIO N AL B R U T A R e ce i ta d e V e n d a s 21,996,429 18,629,029 17,325,674 (-) D E D U ÇÕ E S D E V E N D AS (-) I m p o s to s s / V e n d a s e V e n d a s Ca n ce l a d a s (3,633,427) (2,669,591) (1,856,274) R E CE IT A O PE R ACIO N AL LÍQ U ID A 18,363,001 15,959,438 15,469,400 (-) CU S T O D O S PR O D U T O S (12,662,426) (10,078,966) (9,510,460) LU CR O B R U T O 5,700,575 5,880,472 5,958,940 R E CE IT AS (D E S PE S AS ) O PE R ACIO N AIS D e s p e s a s G e ra i s e A d m i n i s tra ti va s (2,255,240) (2,407,969) (1,549,421) D e s p e s a s T ri b u tá ri a s (423,818) (239,215) (346,529) R e s u l ta d o F i n a n ce i ro (884,559) (898,555) 595,853 (3,563,618) (3,545,740) (1,300,097) LU CR O (PR E JU ÍZ O ) O PE R ACIO N AL 2,136,957 2,334,732 4,658,843 R E S U LT A D O N Ã O O PE R A CI O N A L (322,434) 1,393,721 (459,352) Prov is ã o p/ Im pos to de R enda e Cont.S ocia l (591,313) (950,834) (1,214,827) LU CR O LÍQ U ID O D O PE R ÍO D O 1,223,210 2,777,620 2,984,664 www.agemar.com.br 69
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Análise) O presente capítulo tem como objetivo apresentar a Análise Retrospectiva dos Indicadores Financeiros e Operacionais da Agemar Transporte e Empreendimentos Ltda. A Análise Retrospectiva foi realizada comparando-se o comportamento dos indicadores oriundos das demonstrações contábeis (leia-se BP e DRE) ao longo dos últimos 3 exercícios. Uma vez que o Golden Dolphin será o mais recente empreendimento da organização é necessário observar a solidez financeira da empresa observando a sua evolução nos últimos anos, para isso será analisado quatro dos principais grupos de indicadores, que são: Liquidez; Estrutura de Capital; Rentabilidade; Retorno. www.agemar.com.br 70
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Análise) Análise de Liquidez – A finalidade desta análise é medir a capacidade de pagamento da empresa em relação às obrigações assumidas com terceiros. A liquidez é a medida da capacidade da empresa para honrar suas obrigações financeiras em seus prazos de vencimentos. A ausência de liquidez pode paralisar as operações de uma empresa ou mesmo levá-la a falência. Como indicadores de liquidez adotamos os seguintes índices:  Liquidez Corrente – Este indicador determina o quanto uma empresa tem a receber no curto prazo em relação a cada unidade monetária que deve pagar no mesmo período. A determinação exata de um índice aceitável depende do setor onde a empresa atua. Quanto mais previsíveis forem os fluxos de caixa de uma empresa, menor será o índice de liquidez corrente exigido. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o ativo circulante e o passivo circulante da empresa.  Liquidez Seca – A exemplo do indicador de liquidez corrente, o indicador de liquidez seca reflete a capacidade de uma empresa em cumprir com suas obrigações de curto prazo. A única diferença na fórmula de cálculo é que os estoques são excluídos dos ativos circulantes da empresa. A suposição básica é de que os estoques são ativos menos líquidos e, portanto, devem ser ignorados. www.agemar.com.br 71
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Análise) Análise de Estrutura de Capital– Os indicadores desta categoria medem a capacidade da empresa de saldar as obrigações de longo prazo. As políticas operacionais e a capacidade de geração de lucro da empresa também afetam esta família de indicadores, que medem os níveis de imobilização de recursos próprios, relacionam a composição de Capital e buscam diversas relações na estrutura e na qualidade da dívida da empresa. A lógica destes indicadores é que empresas com um maior nível de endividamento estão expostas a um maior risco financeiro, aumentando assim o risco total do acionista. Como indicadores de Solvência adotamos os seguintes índices:  Capital próprio sobre o Ativo – Este índice expressa a relação entre a participação do capital próprio na estrutura de capital da empresa. Um indicador baixo significa que a empresa está alavancada e com menos flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros pois pode estar comprometendo a sua capacidade de pagamento. A participação de capital próprio na estrutura de capital da organização é determinada como sendo o resultado da divisão do seu patrimônio líquido pelo ativo total.  Composição do Endividamento– Indicador que serve para entender a onde está mais concentrado o endividamento com terceiros O indicador é calculado como sendo a participação do passivo circulante da empresa sobre todas as origens provenientes do capital de terceiros, composta por fundos de curto (passivo circulante) e longo prazo (exigível) provenientes de terceiros. O capital investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de curto e longo prazo com terceiros e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido). www.agemar.com.br 72
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Análise) Análise de Rentabilidade – Esta categoria de indicadores avalia o grau de sucesso econômico auferido por uma empresa, ou seja, demonstra sua capacidade de gerar lucro, associando as receitas, lucro líquido, ativo total e patrimônio líquido. Como indicadores de Rentabilidade adotamos os seguintes índices:  Margem Bruta – Indicador que expressa a relação entre o resultado bruto da empresa e sua receita líquida de vendas. A margem bruta indica o percentual da receita de vendas que restou após o pagamento do custo das mercadorias e pode ser calculada como sendo o quociente entre o resultado bruto e a receita líquida de vendas da empresa.  Margem Líquida – Índice que expressa a relação entre o lucro líquido da empresa e a sua receita líquida de vendas. A margem líquida determina o percentual da receita de vendas que restou após a dedução de todas as despesas, inclusive o imposto de renda, e é calculada como sendo o quociente entre o lucro líquido e a receita líquida de vendas da empresa. www.agemar.com.br 73
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Análise) Análise de Retorno – Esses indicadores avaliam o recuperação do capital investido, ou seja, demonstra se a empresa apresenta retornos de capital satisfatoriamente proporcional ao que foi investido nela, seja por parte dos acionistas seja em seu aspecto geral. associando assim: lucro líquido, ativo total e patrimônio líquido. Como indicadores de Retorno foram adotados os seguintes:  Retorno Sobre o Ativo (ROA) – Índice que mensura o lucro gerado pelo uso dos ativos da empresa e que ilustra o quão eficiente a empresa está sendo em utilizar seus ativos para gerar lucro. Este indicador pode ser calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido obtido pela empresa e seus ativos totais.  Retorno Sobre o Patrimônio Líquido (ROE) – Indicador que mede o retorno do capital investido pelos acionistas (patrimônio líquido). O indicador é calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido da empresa e o seu patrimônio líquido. www.agemar.com.br 74
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Índices de liquidez) Liquidez corrente Liquidez seca 1,44 1,39 1,01 0,98 0,79 0,75 2009 2010 2011 2009 2010 2011 A empresa apresentou capacidade de solvência nos últimos dois anos, mantendo-se dentro de um patamar satisfatório ate o ano de 2010, no entanto apresentou uma tendência de queda, no período em analise,a oscilação maior ocorrida no exercício de 2011 deve-se a uma reclassificação de uma parte bastante expressiva do contas a receber; as quais migraram para o longo prazo. Como a conta de estoques não é muito representativa a liquidez seca apresentou o mesmo comportamento da liquidez corrente. www.agemar.com.br 75
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Índices de retorno) ROE ROA 33,0% 18,0% 15,7% 16,0% 28,0% 27,6% 14,0% 21,8% 23,0% 12,0% 10,8% 10,0% 18,0% 8,0% 13,0% 6,0% 5,3% 9,6% 8,0% 4,0% 2009 2010 2011 2009 2010 2011 Os indicadores de retorno são bastante relevantes, e apresentaram uma tendência de queda durante o período em análise, com o ROE saindo de um patamar de 27,6,5% e alcançado a casa dos 9,6%. O ROA apresentou, proporcionalmente a mesma retração saindo de 15,7 % para 5,3%, devido a uma redução dos lucros da empresa devido ao aumento dos custos e despesas terem crescidos em uma proporção maior que a receita www.agemar.com.br 76
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Índices de rentabilidade) Margem bruta Margem líquida 35,0% 18,0% 34,4% 17,2% 34,0% 16,0% 33,0% 14,9% 31,6% 14,0% 32,0% 31,0% 12,0% 30,0% 10,0% 29,0% 28,0% 8,0% 27,0% 5,6% 25,9% 6,0% 26,0% 25,0% 4,0% 2009 2010 2011 2009 2010 2011 A margem bruta demonstrou uma queda significativa no período em análise, em virtude de seus custos crescerem numa proporção maior que a receita, 33% contra 27%, respectivamente. A margem líquida apresentou, proporcionalmente, a mesma tendência , sendo agravada, no entanto pelos resultados não operacionais, conforme pode-se observar no exercício de 2010. www.agemar.com.br 77
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    D e loitte AGEMAR ANÁLISE RETROSPECTIVA FINANCEIRA Projeto  Demonstrações contábeis (Índices de estrutura de capital) Composição do endividamento Capital próprio sobre ativo total 71,6% 56,8% 55,0% 64,6% 49,5% 51,7% 2009 2010 2011 2009 2010 2011 A empresa demonstra ter um perfil conservadora, com uma estrutura de capital não alavancada, em virtude da capacidade financeira dos acionistas e do crescimento do seus lucros,sendo portanto uma empresa bastante capitalizada. Já a distribuição do capital de terceiros encontrava-se concentrada no curto prazo ameaçando futuros problemas de capital de giro, no entanto, a partir do exercício de 2011 essa composição apresentou um equilíbrio fruto de renegociações por parte da gestão administrativa do grupo. www.agemar.com.br 78
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 79
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Breve Descrição do Empreendimento O Golden Dolphin é um empreendimento exclusivo da AGEMAR , sendo considerado o primeiro Hotel Container do Brasil. É composto por 102 suítes e áreas de lazer a qual se incluem: piscina, quadras de tênis, saunas, restaurante, entre outros. A infra-estrutura do empreendimento será caracterizada pelo mais fino acabamento, todas as suítes terão televisores de LCD 42”, Ar- condicionado split, Sky, oferecendo toda a comodidade que o seu nicho de mercado exige.  Hotel São ao todo 102 containes de 40’ possuindo cada um deles uma suíte, com tamanho entre 18 e 24 m2 . A localização será o grande diferencial do hotel, ficando muito próximo do complexo de SUAPE, e a cerca de 50Km do Recife, encontrando-se mais especificamente em frente ao Shopping Costa Dourada.  Público alvo O empreendimento visa atender a crescente demanda por pousadas e hotéis no litoral sul do Estado de PE, provocada pela grande oferta de empregos no Complexo de SUAPE, na Refinaria, no estaleiro, entre outros empreendimentos que estão sendo fomentados na região. www.agemar.com.br 80
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Público Alvo (continuação) Conforme já foi constatado em diversos noticiários e estudos realizados de conhecimento público, A mão-de-obra local não será suficiente para atender a ampla oferta de trabalho, como também não terá conhecimento técnico necessário, uma vez que muitas das atividades exigem um grau de especialidade, bastante elevado, cuja mão-de-obra qualificada e com experiência relevante se encontram mais na região sul e sudeste, como é o caso de muitos empregos na refinaria, principalmente quando se trata de cargos mais elevados. Desse modo a mão-de-obra “importada” de outros Estados não terá acomodação suficiente, na região, principalmente, focada para um nível mais diferenciado de trabalhadores, como engenheiros, executivos, técnicos extremamente especializados, que irão residir na região por um período determinado, ou que virão para visitas técnicas, reuniões gerenciais, visitas de curta duração ou mesmo ofertar produtos ou serviços não comuns na área. Como se trata de empresas de produção, a ramificação de negócios é imensa, fazendo que haja uma migração de negócios para áreas circunvizinhas, o que acarretará em uma gama de empregos indiretos , também. Acredita-se que muitas pessoas residentes na região metropolitana do Recife, irá trabalhar na região, aumentando assim o tráfego local, fazendo com que muitos desses optem por passar a semana na localidade em torno desses complexo à retornarem todas às noites. www.agemar.com.br 81
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Localização do Empreendimento O hotel será localizado na PE-60 , no litoral pernambucano, mais especificamente no município de Cabo de Santo Agostinho-PE, onde está localizado o complexo de SUAPE e diversas praias conhecidas de PE como: Calhetas, Gaibú, Enseada dos Corais. À 15km do município de Ipojuca que compreende a famosa praia de Porto de Galinhas. A região possui cerca de 15 praias ao todo e é a 2ª área de maior fomento econômico do Estado, atrás apenas da região metropolitana do Recife. Além do complexo industrial dessa região, o litoral possui alguns dos principais hotéis resorts do Estado como o Summerville, Vila Galé, Nanai, etc. Estrategicamente esse empreendimento situa-se em frente ao Shopping Costa Dourada, possibilitando ao cliente mais uma opção de lazer ou atendimento às suas necessidades ao mais perto alcance, proporcionando assim mais comodidade ao hóspede. www.agemar.com.br 82
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Apelo ecológico O Empreendimento preza pela preservação ambiental, tendo como ponto forte a idéia inovadora e visionário no Brasil de reciclar containers que seriam degradantes para o meio-ambiente, uma vez que fossem considerados como sucata e enviados para a natureza, contribuindo assim para a poluição ambiental. Além do mais há o aspecto econômico de reutilizar um produto considerado como descartável para a sua finalidade fim e Todo esses pontos ressaltados relevando acima de reaproveitando-o em uma atividade prestadora tudo a preservação ambiental, tanto na reciclagem da matéria-prima como no zelo de preservar o de serviço que irá gerar emprego e renda, além máximo possível o verde da região, pois o processo de uma maior arrecadação de tributos e de construção de um Hotel utilizando container, tem impostos por parte do governo, e uma característica bastante diferente de um conseqüentemente uma maior circulação de empreendimento comum na construção civil, o qual renda interna. é bem agressivo com o meio-ambiente. www.agemar.com.br 83
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Aspecto social Além de dar maior suporte a carente indústria hoteleira local o empreendimento irá trazer muitos benefícios no aspecto social como a geração de emprego e renda, dos quais prevê-se, aproximadamente , a geração de, aproximadamente, vinte empregos diretos e quarenta empregos indiretos, chegando a remuneração total anual a um montante de R$ 627 mil para os empregos diretos e cerca de R$ 941 mil para os empregos indiretos, fortalecendo desse modo a economia local ao elevar a circulação de renda interna. A gestão tentará aproveitar ao máximo a mão-de-obra local, devido, principalmente, à proximidade geográfica e a fraca infra-estrutura de transportes públicos. Desse modo será oferecido cursos e seminários aos funcionários do hotel a fim de capacitá-los a exercer um serviço de excelência não só nesse empreendimento, mas no mercado do setor hoteleiro. Portanto os benefícios sociais agregados são de ordem educacional ao aperfeiçoar a mão-de-obra da região, de suprir uma carência da indústria hoteleira local com um hotel de nível diferenciado, a geração de cerca de sessenta postos de trabalho entre diretos e indiretos, um fomento na indústria local ao gerar uma arrecadação de impostos municipais na ordem de R$ 210 mil/ano (média), geração de uma renda total anual de R$ 1.568 mil (entre empregos diretos e indiretos), além da política de priorizar tanto a compra de materiais quanto a de insumos oriundas de fornecedores locais, como também planos de ação que visam promover ações sociais perante a comunidade local onde residem seus trabalhadores e familiares. www.agemar.com.br 84
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Investimentos (Quadro de usos e fontes) USOS Existente Realizado A Realizar % Sub-Total % TOTAL % out/12 Nov e Dez/12 Nov/12 ===>> Projetado Terrenos 900 - - - 900 9,1% Máquinas e equipamentos 128 - 646 7,3% 646 7,3% 774 7,8% Móveis e utensílios - - 963 10,8% 963 10,8% 963 9,7% Obras civis - - 4.049 45,5% 4.049 45,5% 4.049 40,8% Instalações - - 1.182 13,3% 1.182 13,3% 1.182 11,9% TOTAL INVERSÕES FIXAS 1.028 - 6.840 76,9% 6.840 76,9% 7.868 79,3% Variação do Capital Circulante Líquido - - 2.052 23,1% 2.052 23,1% 2.052 20,7% TOTAL INVERSÕES FINANCEIRAS - - 2.052 23,1% 2.052 23,1% 2.052 20,7% TOTAL USOS 1.028 - 8.892 100% 8.892 100% 9.920 100% FONTES Existente Realizado A Realizar % Sub-Total % TOTAL % out/12 Nov e Dez/12 Nov/12 ===>> Projetado RECURSOS PRÓPRIOS 1.028 - - - 1.028 10,4% =>Golden Dolphin/ Capital Social - - - 1.028 10,4% . Inversões Fixas / Diferidas 1.028 - - - 1.028 10,4% RECURSOS DE TERCEIROS - - 8.892 100,0% 8.892 100,0% 8.892 89,6% => AGENTE FINANCIADOR 8.892 100,0% 8.892 100,0% 8.892 89,6% . Fixas/ Diferidas 6.840 76,9% 6.840 76,9% 6.840 68,9% . Financeiras 2.052 23,1% 2.052 23,1% 2.052 20,7% => OUTROS AGENTES - - - - TOTAL FONTES 1.028 - 8.892 100% 8.892 100% 9.920 100% www.agemar.com.br 85
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Projeto arquitetônico  Concorrentes diretos e indiretos Na classificação da concorrência foi adotado critérios como nº de quartos, preços, infra-estrutura para mensurar se ela seria direta ou indireta, por isso foram analisados todos os estabelecimentos destinados a hospedagem no município do Cabo de Santo Agostinho e nas regiões circunvizinhas. www.agemar.com.br 86
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Concorrentes Diretos (continuação)  Hotel Enseada dos Corais O estabelecimento possui 56 aptos,tendo duas categorias: Standard (sem varanda) e Luxo(com varanda), sendo que na 1ª os preços vão de R$ 120 à R$ 170 e na 2ª de R$ 130 à R$ 195. Dependendo do nº de hospedes que comportam.A infra-estrutura é muito forte possuindo até auditórios para 150 pessoas, além de piscina, estacionamento privativo, além de ofertar uma tarifa de residente (longo prazo) muito competitiva R$ 95, já a sua localização é muito difícil, pois nem fica na pista nem na beira mar, e o acesso ao hotel é bastante difícil.  Pousada Caravelas de Pizón Tem um restaurante reconhecido pela cozinha regional e café-da-manhã bastante variado. A localização a beira-mar é privilegiada. sendo esse o seu diferencial, o preço médio de um quarto single é de R$ 150, já na tarifa de residente esse mesmo quarto reduziria seu preço para R$ 125. A parte nova é bem diferenciada da parte antiga da pousada, parecendo até um outro estabelecimento, desde o layout dos aptos à mobília desses.  Hotel Canárius Estabelecimento mais tradicional da região, com uma capacidade instalada de 126 aptos, possui cerca de dez salões de convenção. Está estabelecido na região há, aproximadamente, dez anos com tarifas a partir de R$ 260 (balcão), já a tarifa de residente ficaria em torno de R$ 130. Sua infra-estrutura inclui piscinas, salão de jogos, lojas de souvenir, quadra poliesportiva, campo de futebol, etc. www.agemar.com.br 87
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Concorrentes Diretos (continuação) Hotel da Enseada Caravelas de Pizón Hotel Canárius www.agemar.com.br 88
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Concorrentes Diretos (Análise SWOT) ESTABELECIMENTOS STRENGTHS WEAKNESSES Boa infra-estrutura; Difícil acesso. Hotel da Enseada Preço competitivo. Localização Privilegiada; Instalações precárias na Pousada Excelente infra-estrutura na parte antiga; Caravelas de Pizón parte nova da pousada. Ambiente não familiar. Tradição; Preços elevados. Hotel Canárius Boa localização; Boa infra-estrutura Boa infra-estrutura; Longe do litoral. Hotel Golden Dolphin Localização mais próxima a via de acesso a SUAPE. www.agemar.com.br 89
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Concorrentes Diretos (Análise SWOT) ESTABELECIMENTOS OPPORTUNITIES THREATS Crescimento do turismo Novos entrantes Hotel da Enseada comercial no cabo. Crescimento do turismo na Preconceitos por boa parte Pousada região. do mercado em função do Caravelas de Pizón aumento de hóspedes GLS Demanda crescente de Novos entrantes Hotel Canárius empresas na região, principalmente nesse hotel. Crescimento do turismo Não adaptação do mercado Hotel Golden Dolphin comercial no cabo. em hospedar-se em um hotel Gargalo dos hotéis locais. container. www.agemar.com.br 90
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Análise 4 P’s PLACE Situa-se muito próximo da via de acesso à SUAPE, e em frente ao Shopping PROMOTION Costa Dourada, PRICE oferecendo aos hóspedes mais comodidade. Haverá uma mala Será cobrada uma direta para o seu nicho diária equalizada da de mercado, além do seguinte forma,20% ponto já servir como acima das pousada divulgação. Além de locais e 20% abaixo dos alguns outdoors que PRODUCT concorrentes diretos. serão expostos na região. O serviço terá um nível de excelência, com profissionais treinados e experientes, além de possuir uma estrutura bem diferenciada para o seu público. www.agemar.com.br 91
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    D e loitte AGEMAR O Projeto PROJETO  Concorrentes Indiretos (continuação)  Acuas Residenz Localizada na praia de Calhetas, possui 13 habitações, todos eles, bem equipados. Preços entre R$ 120 e R$ 160. Possui como diferencial competitivo à exótica praia de Calhetas, com uma visão exuberante de todo o litoral da região, no entanto o acesso ao estabelecimento é praticamente inviável e fica muito longe da rodovia que dá acesso a Suape, além de possuir uma capacidade instalada bastante limitada. Ficando assim longe de competir com os hotéis que se destinam ao turismo comercial.  Trópicos Hotel O estabelecimento encontra-se localizada na praia de Itapuama, num espaço geográfico muito tranqüilo, possuindo 20 chalés onde o hóspede pode desfrutar uma serenidade sem igual na região, contudo a gestão do hotel não tem interesse no turismo comercial e sim no turismo de lazer, além de possuir uma pequena disponibilidade de habitações (vinte) pode-se dizer que é um hotel bem familiar.  Vila Galé Resort Possui a melhor infra-estrutura da região, está conceituado entre um dos melhores resorts do Brasil. São 300 aptos a uma tarifa de R$ 550 por pessoa, sendo que na tarifa de residência cai para R$ 350. O nicho de mercado desse resort é bastante diferenciado, voltado para o turismo internacional e para executivos de elevadíssimo cargo como diretores e presidentes de grandes empresas. www.agemar.com.br 92
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 93
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Considerações Gerais  As projeções e resultados deste estudo estão expressas em moeda de poder aquisitivo constante, com valores monetários expressos em reais (R$), e sendo a Data Base 30 de setembro de 2012.  Adotaram-se dois cenários projetivos, que consideraram as operações futuras do setor hoteleiro e suas perspectivas. Sendo as variável adotada o fator preço.  As projeções apresentadas não contemplam os impactos tributários decorrentes de uma de assessoria em planejamento tributário e, porém, foram realizados com base na análise das operações dessa modalidade de empreendimento conforme as premissas de tributação do cenário atual.  As projeções consideraram o endividamento da empresa no fluxo de caixa, isto é, Fluxo de Caixa do Acionista;  As projeções foram realizadas com base nas informações disponibilizadas pela administração da Agemar transporte e Empreendimentos Ltda e pesquisas de mercado sendo e aprovadas por ela em reuniões de discussão. www.agemar.com.br 94
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Conceitos Utilizados O projeto do Hotel Golden Dolphin baseou-se nos conceitos, fundamentos e princípios que norteiam a atividade de Finanças, tanto no campo acadêmico, quanto no campo empresarial. Dentre os métodos consagrados pela literatura técnica para avaliação de projetos de investimento, o Método da Lucratividade, baseado no enfoque do Fluxo de Caixa Futuro Descontado a Valor Presente, ocupa posição de destaque e é o principal indicador de viabilidade deste estudo. No entanto, outros indicadores de viabilidade foram adotados, tais como: Margem de Contribuição, EBITDA, EBIT, Período de Payback (Simples e Descontado), Retorno sobre Investimentos (ROI) e Retorno sobre Patrimônio Líquido (ROE). A seguir, apresentamos um breve resumo dos principais conceitos financeiros utilizados:  Earnings Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization (EBITDA)  É o resultado antes das despesas financeiras, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização. Este resultado é um indicador da capacidade de geração bruta de caixa de uma empresa, a partir de suas operações.  Earnings Before Interests and Taxes (EBIT)  É o resultado antes das despesas financeiras e impostos sobre o lucro. Este resultado é um indicador da capacidade de geração de caixa e de lucro de uma empresa, depois da depreciação e amortização. www.agemar.com.br 95
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Conceitos Utilizados  Margem de Contribuição  É a diferença entre a receita gerada e os custos e despesas variáveis referentes às unidades de produto / serviço. Assim, os produtos de maior margem de contribuição são supostamente mais rentáveis, uma vez que os custos fixos existem para dar suporte ao mix de produtos / serviços.  Lucro Líquido  Constitui a geração líquida de resultado de uma empresa, após a provisão dos impostos sobre lucro (IRPJ e CSLL), sendo divulgado na Demonstração de Resultado do Exercício Este é um resultado econômico, pois tanto inclui itens que não representam desembolso de caixa (p.ex.. depreciação), como aqueles que afetam o caixa.  Fluxo de Caixa Livre  Constitui o caixa líquido efetivo (ingressos e desembolsos de recursos) em conseqüência das movimentações e do lucro líquido que uma empresa gera durante um período determinado.  Valor Presente Líquido (VPL)  Representa o “Valor Econômico” do Projeto, ou seja, é o resultado dos fluxos de caixa futuros, a serem gerados pelo projeto, descontados a valor presente a uma taxa de desconto, que considera uma série de fatores que serão descritos posteriormente. De acordo com as características do presente Projeto, concluiu-se que a métrica mais indicada para analisar a viabilidade deste é o Fluxo de Caixa Livre para o Acionista – FCFE, o qual considera o efeito financeiro e o pagamento de dividendos no fluxo de caixa. www.agemar.com.br 96
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Capacidade Instalada e Geração de Receita A tabela abaixo apresenta as premissas adotadas para mensuração da capacidade instalada e a evolução da sua utilização ao longo do período de projeção, como também a conseqüente geração de receita a um preço conservador. Receita de Hospedagem Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Nº de Suites 102 102 102 102 102 102 102 102 (a) % de uso 65% 66 (b) % de crescimento 5% 5,0% (a) x (b) 66 69 72 76 80 84 87 87 Capacidade instalada 65% 68% 71% 75% 78% 82% 85% 85% Preço otimista (R$) 190 Preço conservador (R$) 150 Capacidade instalada max 85% Receita (R$ mil) 3.564 3.726 3.888 4.104 4.320 4.536 4.682 4.682 www.agemar.com.br 97
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Capacidade Instalada e Geração de Receita (continuação) Além da geração de receita oriunda da hospedagem o empreendimento vislumbra receitas incrementais tais como: receitas com alimentação, telefonia e outras. Com relação a alimentação foi previsto a utilização de 80% da capacidade instalada que é igual ao número de 40 suítes, mais um crescimento de 5% ao ano até a plenitude da capacidade no ano 6. Foi tomado, conservadoramente o número de um hóspede por suíte, desse modo foi observado o percentual dos hóspedes que consumirão almoço e o percentual dos hóspedes que consumirão jantar diariamente, de acordo com o ticket médio de cada refeição. Para os serviços de telefonia estima-se, apenas uma receita diária de R$ 8,00 por suíte de acordo com pesquisas de mercado. E para finalizar foi previsto um percentual de 5% sobre a soma dessas receitas citadas anteriormente, a fim de contemplar outros tipos de receita como, aluguel de lojas, aluguel de salões para convenções, tarifas para serviços extras como massagens, translado, serviços de quarto, bar da piscina,etc. Evolução da capacidade instalada Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Evolução da capacidade instalada 66 69 72 76 80 84 87 87 N diária mês (30) 1.980 2.070 2.160 2.280 2.400 2.520 2.601 2.601 N diária ano (360) 23.760 24.840 25.920 27.360 28.800 30.240 31.212 31.212 % crescimento NA 4,5% 4,3% 5,6% 5,3% 5,0% 3,2% 0,0% www.agemar.com.br 98
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Capacidade Instalada e Geração de Receita (continuação) Receita com alimentação Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Evolução da capacidade instalada 66 69 72 76 80 84 87 87 Pessoas/suite 1 Breakfast (R$) 15 Lunch (R$) 15 Dinner (R$) 20 % Breakfast's consumer 80% % Lunches' consumers 10% % Dinner's consumers 50% Receita (R$ mil) 558 584 609 643 677 711 736 736 Receita com telefonia/internet Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Tarifa de telefonia/internet (R$) 8 % Usuarios 60% Receita (R$ mil) 115 118 124 132 138 144 150 150 Outras receitas (R$ mil) Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Receitas diversas 5% 212 221 231 244 257 270 278 278 www.agemar.com.br 99
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Evolução e composição das Receitas Evolução da Receita Bruta – Golden Dolphin (R$ mil ) O empreendimento terá uma receita 5.846 5.846 incremental da ordem de 20% que provem de 5.661 outras unidades de negócios como 5.392 Restaurante, telefonia, lavanderia, translado, aluguel de lojas, entre outros. Apresentando 5.123 uma receita média de cerca de R$ 1.040 mil 4.852 por ano no período em análise. Representado 4.649 mais do que algumas outras unidades de 4.450 negócio da Agemar Transportes e Empreendimentos Ltda. Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Composição das receitas do Hotel A receitar total saltará de um patamar de R$ 3% 5% 4.450 mil no 1º ano para R$ 5.846 no 7º ano, fato 12% esse que representa 31,4% de crescimento, partindo de um cenário mais conservado onde se praticará uma diária de , R$ 150 e adotando, o 80% patamar Maximo de 85% da capacidade instalada, tendo um crescimento gradativo de 5% ao ano, sabendo que pelo crescimento de demanda e escassez de oferta local esse Hospedagem Alimentação Telefonia Outras percentual adotado foi propositalmente conservador. www.agemar.com.br 100
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Geração de Receita - Hotel Receita Bruta Com base nas premissas apresentadas, seguem as receitas brutas projetadas, por área operacional. Períodos Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Hospedagem 3.564 3.726 3.888 4.104 4.320 4.536 4.682 4.682 Alimentação 558 584 609 643 677 711 736 736 Telefonia 115 118 124 132 138 144 150 150 Outras 212 221 231 244 257 270 278 278 Total 4.450 4.649 4.852 5.123 5.392 5.661 5.846 5.846 www.agemar.com.br 101
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Deduções das Receitas - Hotel Impostos Os impostos incidentes sobre as receitas do componente hoteleiro foram projetados de acordo com a legislação em vigor e mantidos constantes para todo o período projetado, conforme descrito abaixo: Adotou-se a alíquota média de 5,0% sobre a Receita Bruta, excetuando a relacionada ISS com Alimentos e Bebidas, telefonia e diversas; ICMS Adotou-se a alíquota geral de 17,0% sobre a receita de Alimentos/Bebidas, telefonia e diversas; Adotou-se as alíquotas de 0,65% e 3,0%, sobre as receitas de Hospedagem e Pis/Cofins Condomínio; Adotou-se as alíquotas de 1,65% e 7,6% sobre as restantes receitas. www.agemar.com.br 102
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Receita Líquida - Hotel Receita Liquida Abaixo apresentamos as receitas líquidas projetadas para o empreendimento, em exposição, nos 8 primeiros anos: Evolução da Receita Líquida (R$ mil) 5.151 5.151 4.974 4.737 4.500 4.263 4.085 3.908 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 www.agemar.com.br 103
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Custos e Despesas - Hotel Custos e Despesas Operacionais Variáveis Os custos variáveis do componente hoteleiro, foram estimados com base aos dados e previsões fornecidas pela empresa.  Alimentos e Bebidas - Estima-se um custo de 34% sobre a receita bruta desse item; Telefonia - Estima-se um custo de 20% sobre a receita de telefonia; Diversos - Estima-se um custo de 30% sobre a receita bruta desse item;  Seguros - Foi considerado um percentual de 1,5% sobre a receita líquida total;  Comissões com Cartão de Crédito - Foi considerado um percentual de 4,5% sobre a receita bruta, observando a ponderação dos pagamentos via cartão de crédito por parte desse nicho de mercado, desse modo foi adotado um valor de 30%, pois presume-se que a grande maioria das pessoas jurídicas fazem o pagamento mensal via depósito programado; www.agemar.com.br 104
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Custos e Despesas - Hotel Custos e Despesas Operacionais Fixas Correspondem aos custos e despesas com salários e encargos anuais. Abaixo se apresenta um detalhe das previsões com salários e encargos, por item operacional, para o ano de estabilização.  Pessoal - Estima-se um custo de R$ 627.422; Serviço de limpeza - Estima-se um custo de R$ 36.000; Manobristas terceirizados- Estima-se um custo de R$ 30.000; Publicidade e Propaganda - Estima-se um custo de R$ 44.482; Vigilância - Estima-se um custo de R$ 42.000 www.agemar.com.br 105
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Despesas Financeiras Referem-se as despesas financeiras dos financiamentos contratados junto ao BNDES (Fonte- Finem). Estas despesas foram projetadas de acordo com as condições estipuladas nos respectivos contratos. Financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Automático  Valor do Financiamento: R$ 9.920.000,00, incluindo capital de giro (30% sobre capital fixo);  Prazo Total da Operação: 96 meses;  Carência: 12 meses;  Amortização: 84 meses (Sistema SAC);  Juros Finem para Empresas de Médio Porte: 9,66% a.a. (TJLP + Rem. BNDES + Spread Banco) Participação de capital próprio: 10,36% Participação de capital de terceiros: 89,64% www.agemar.com.br 106
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Investimentos O investimento total considerado foi de R$ 9.920.000, correspondendo R$ 1.028.000 ao realizado até a data base, e R$ 8.892.000 a investimentos a serem realizados, inclusos R$ 2.052.000 para giro. Segue um detalhe dos investimentos projetados, assim como os realizados até a data base de projeção:  Terreno - R$ 900.000 realizados até a data base;  Máquinas e Equipamentos - Foi considerado um investimento total de R$ 774.000;  Móveis e Utensílios - Foi considerado um investimento total de R$ 963.000; Obras Civis - Foi considerado um investimento total de R$ 4.049.000; Instalações - Foi considerado um investimento total de R$ 1.182.000; Capital de Giro - Foi considerado um investimento total de R$ 2.052.000. www.agemar.com.br 107
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    D e loitte AGEMAR PREMISSAS e Projeções Premissas E PROJEÇÕES  Premissas Gerais O Imposto de Renda e a Contribuição Social foram projetados de acordo com a IR/CSLL legislação em vigor na data base. Adotou-se um critério de tributação tendo por base o Lucro Real; O capital de giro foi projetado considerando as condições comerciais que serão Capital de Giro praticadas pelo Hotel. Projetou-se as despesas com depreciação/amortização dos investimentos existentes Depreciação / Amortização e projetados, considerando-se as taxas adotadas para cada categoria de ativo, de acordo com a legislação contábil brasileira; Reinvestimento Adotou-se o percentual de 5% da depreciação do imobilizado do ano anterior como premissa de reinvestimento para praticamente todos os anos de projeção. O hotel usufruirá de um benefício fiscal de IRPJ, com base no lucro da exploração no Incentivo valor máximo de 75% por dez anos, podendo ser renovado por igual período, na Fiscal modalidade implantação decorrente do projeto de Instalação, por se abranger dentro da área da SUDENE, conforme trata a Medida Provisória 2.199-14/2001 www.agemar.com.br 108
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 109
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO  Introdução A taxa de desconto de uma empresa ou negócio é representada pela média dos retornos esperados pelos seus credores de capital (acionistas e terceiros) como recompensa pelo risco em se investir nessa empresa ou negócio, em vez de outros investimentos com risco similar. Aplica-se essa taxa de desconto aos fluxos de caixa futuros, convertendo-os a valor presente para todos os investidores. Neste estudo, para cálculo da taxa de desconto, adotamos o modelo matemático denominado “WACC” (Weighted Average Cost of Capital – Custo Médio Ponderado de Capital), formatado a partir de parâmetros do mercado americano e ajustado pelo risco Brasil, conforme explicado a seguir baseando os cálculos em premissas e dados históricos disponíveis naquele mercado. Apresentamos abaixo a fórmula matemática para estimativa da taxa de desconto: Sendo: KD = Custo do capital de terceiros ou da dívida KE = Custo do capital próprio ou do acionista D E D / D+E = Participação do capital de terceiros no total W ACC = ( D+E ) K D ( 1 -t ) + ( D+E ) KE de capital da empresa E / D+E = Participação do capital próprio no total de capital da empresa t = Taxa efetiva de Imposto de Renda e Contribuição Social www.agemar.com.br 110
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO  Introdução (continuação) Este modelo reflete os retornos requeridos pelos credores financeiros (capital de terceiros) e pelos acionistas (capital próprio), ponderando-se as participações na estrutura de capitais (relação debt- equity). Dessa forma, o modelo captura os riscos e retornos associados com a estrutura de capital adotada pela empresa para o financiamento de suas operações e investimentos.  Custo de Capital Próprio (acionista) O custo de capital próprio é, normalmente, estimado observando o retorno obtido por investidores no mercado. O modelo denominado “CAPM” (Capital Asset Pricing Model – Modelo de Precificação de Ativos) foi desenvolvido para facilitar e quantificar esse tipo de observação, desdobrando-se o retorno esperado para uma determinada empresa em diversos elementos que podem ser analisados de forma individualizada. Sendo: Ke = Retorno exigido (ou esperado) pelo capital próprio (CAPM) Rf = Retorno obtido em títulos sem risco Ke = Rf + ( PRm x )+ = Beta PRm = Retorno médio do mercado = Riscos não medidos pelo Beta (por exemplo: risco do país, pelo tamanho da empresa ou risco específico do negócio) www.agemar.com.br 111
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO Representa o retorno requerido pelo investidor para investimentos em títulos conceitualmente sem Taxa Livre risco. Adotamos como parâmetro de taxa livre de risco a média aritmética histórica dos últimos 24 de Risco meses das taxas oferecidas pelo Governo Norte-Americano (T-Bond americano de 30 anos). Média (Jul/10 – Mai/12) Taxa Livre de Risco (T -Bonds) 3,28% 6,0% 5,0% 4,26% 4,21% 4,24% 4,09% 4,10% 4,01% 4,0% 3,86% 3,71% 3,74% 3,69% 3,57% 3,33% 3,19% 3,09% 2,91% 3,0% 2,81% 2,70% 2,65% 2,61% 2,62% 2,50% 2,50% 2,26% 2,13% 2,0% 1,0% jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 mai/11 jul/11 set/11 nov/11 jan/12 mar/12 mai/12 Fonte: Bloomberg www.agemar.com.br 112
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO Representa o retorno acima da taxa livre de risco que o investidor exige por investir (estar exposto Prêmio ao risco) no mercado de capitais, devido seu risco inerente. Adotamos o retorno médio das ações de Mercado (valorização e dividendos pagos) para grandes empresas americanas desde 1926, calculado pelo Ibbotson Associates. Média (1926 – 2011) 6,60% 30 25 20 15 10 5 0 1926 1931 1936 1941 1946 1951 1956 1961 1966 1971 1976 1981 1986 1991 1996 2001 2006 2011 -5 Prêmio de mercado para Grandes Empresas Fonte: Relatório adquirido de Ibbotson Associates www.agemar.com.br 113
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO Representa a medida do risco da empresa ou do setor em análise. Para o cálculo do beta, foi utilizado o beta desalavancado médio de empresas que atuam no mesmo segmento do empreendimento com Beta base na estrutura de capitais e taxa de IR de cada empresa. Este beta médio foi realavancado utilizando-se a estrutura de capitais projetada para a empresa em análise e por sua taxa média do imposto de renda. Industry Name Number of Firms Average Beta Market D/E Ratio Tax Rate Unlevered Beta Cash/Firm Value Unlevered Beta corrected for cash Air Transport 36 1,21 24,32% 20,54% 1,02 7,61% 1,1 Automotive 12 1,59 134,57% 24,07% 0,79 17,77% 0,96 Bank 426 0,77 156,11% 15,97% 0,33 11,41% 0,38 Beverage 34 0,88 26,52% 19,14% 0,73 5,09% 0,77 Hotel/Gaming 51 1,74 52,07% 14,53% 1,20 6,33% 1,28 Household Products 26 1,07 18,99% 25,12% 0,94 2,03% 0,95 Industrial Services 137 0,93 32,71% 19,03% 0,74 8,78% 0,81 Retail Automotive 20 1,37 38,11% 34,43% 1,09 2,45% 1,12 Total Market 5891 1,15 0,4664 0,1548 0,82 0,1083 0,92 (*) Beta Desalavancado = Beta Médio das Empresas Sendo: t = Imposto de Renda da Empresa 1+ (1-t)*(D / E) Tax = Imposto de Renda Brasil D = Dívida Líquida Beta Realavancado = Beta Desalavancado * (1+(1-tax)*(capital)) E = Capital Próprio (Market Value) Capital = relação de capital próprio/terceiros da amostra de empresas Fonte: Damodaran www.agemar.com.br 114
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO Representa o montante adicional de juros (prêmio) exigido pelo investidor institucional para investir Risco no Brasil. Adotamos o prêmio histórico (desde 1996) médio calculado pelo diferencial entre os País retornos oferecidos pelos títulos do governo norte-americano e brasileiro, de prazo similar. Média (1996 - 2011) Risco País (Média Ponde rada) 1,73% Risco País (média ponderada) 25,0000 20,0000 15,0000 10,0000 5,0000 - ju n /9 6 ju n /9 7 ju n /9 8 ju n /9 9 ju n /0 0 ju n /0 1 ju n /0 2 ju n /0 3 ju n /0 4 ju n /0 5 o u t/9 6 f e v /9 7 o u t/9 7 f e v /9 8 o u t/9 8 f e v /9 9 o u t/9 9 f e v /0 0 o u t/0 0 f e v /0 1 o u t/0 1 f e v /0 2 o u t/0 2 f e v /0 3 o u t/0 3 f e v /0 4 o u t/0 4 f e v /0 5 o u t/0 5 Fonte: JP Morgan www.agemar.com.br 115
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO Prêmio pelo Representa o retorno adicional exigido pelo investidor por incorrer em um nível maior de risco por Tamanho da estar investindo em um negócio de porte similar ao porte do Hotel. Em nossos estudos adotamos os Empresa critérios estabelecidos pelo Ibbotson Associates (média histórica). Média (1926 - 2011) 3,89% Prêmio de Mercado para Empresas Similares 15 10 5 0 1926 1931 1936 1941 1946 1951 1956 1961 1966 1971 1976 1981 1986 1991 1996 2001 2006 2011 -5 -10 -15 -20 -25 Risco Específico Considerou-se um risco adicional específico de 0,5%, por se tratar de um projeto inovador; porem com do Negócio um nicho de mercado definido. Fonte: Relatório Adquirido do Ibbotson Associates www.agemar.com.br 116
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    D e loitte AGEMAR TAXA de Desconto Taxa DE DESCONTO CAPM Estrutura de Taxa Livre 3,28 % Capital (*) de Risco WACC Fontes Prêmio de 6,62 % Mercado Custo do Capital de 3os 9,66%(**) 89,64 % Provedor de Informações Financeiras: 1,28 Beta Custo do Capital Próprio 18,20% 10,36% Ibbotson Risco 1,37 % Brasil Inflação Nacional Projetada >> 4,50% a.a. Inflação Americana Projetada >> 2,22% a.a. Prêmio 3,89 % Taxa de Desconto Real Tamanho da Empresa WACC: 5,34% a.a. CAPM: 15,63% a.a. Risco 0,50 % Específico (*) Adotou-se a estrutura de capital média do Projeto em vigor, a qual foi analisada para cálculo do beta. (**) Corresponde ao custo nominal médio de capital de terceiros. O custo real foi calculado considerando uma Taxa Efetiva de Imposto de Renda de 34%. e a taxa efetiva de inflação nacional, levando em consideração um beneficio fiscal de 75% CAPM – Capital Asset Pricing Model / WACC - Weighted Average Cost of Capital www.agemar.com.br 117
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 118
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    D e loitte CENÁRIOS Pratica-se uma diária de R$ 150 Conservador Cenário 1 Contempla incentivos fiscais Pratica-se uma diária de R$ 190 Otimista Cenário 2 Usufrui de uma isenção de 75% no IRPJ www.agemar.com.br 119
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    D e loitte CENÁRIOS Cenário 1 Cenário 2 www.agemar.com.br 120
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    D e loitte AGEMAR RESULTADO DO Estudo Resultado do ESTUDO  Indicadores de Viabilidade Índicadores de Viabilidade Valor Presente dos Fluxos de Caixa - NPV *(R$ mil) 9.591 Valor Econômico *(R$ mil) 18.603 Taxa Interna de Retorno - IRR 20,9% Payback simples (em anos) 3,86 Payback descontado (em anos) 5,99 Retorno sobre o Ativo (média) - ROA 17,7% Retorno sobre o Patrimônio Líquido (média) - ROE 50,7% Lucro econômico (média) - EVA *(R$ mil) 376 Ponto de Equilíbrio (média) - Break Even *(R$ mil) 1.016 Índice de Lucratividade - Profitability Ratio 0,97 www.agemar.com.br 121
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 122
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    D e loitte CENÁRIOS ÍNDICE (Para ambos os cenários) • Balanço de Partida – Ativo; • Balanço de Partida – Passivo; • Balanço Projetado - Ativo; • Balanço Projetado - Passivo; • Demonstração do Resultado do Exercício - Projetada; • Fluxo de Caixa – Projetado e Indicadores de Viabilidade Econômica/Financeira; • Apuração de Imposto de Renda e Contribuição Social - Projetados; • Depreciação do Ativo Imobilizado; • Novos Investimentos. www.agemar.com.br 123
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    D e loitte CENÁRIOS Cenário 1 Cenário 2 www.agemar.com.br 124
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Balanço Ajustado – Ativo Golden Dolphin Hotéis Ltda Balanço Patrimonial Ajustado Expressos em R$ Mil 1,75 Data Base Ajustes Saldo Ajustes Balanço Descrição 07/10/2012 Contábeis Ajustado Econômico Ajustado Ativo Circulante . Disponibilidades 2.052 2.052 (2.052) - . Contas a Receber - - . Estoques - - . Investimentos temporários - - . Adiantamento a Fornecedores - - . Outros Créditos - - Sub-Total Ativo Circulante ==> 2.052 - 2.052 (2.052) - Realizável a Longo Prazo . Outros Direitos ( contas a receber ) - - . Créditos c/ pessoas ligadas - - Sub-Total Realizável a Longo Prazo ==> - - - - - Permanente . Imobilizado 7.868 7.868 7.868 . (-) Depreciação Acumulada - - . Investimentos - - . Diferido - - Sub-Total Permanente ==> 7.868 - 7.868 - 7.868 ATIVO TOTAL==> 9.920 - 9.920 (2.052) 7.868 www.agemar.com.br 125
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Balanço Ajustado – Passivo Data Base Ajustes Saldo Ajustes Saldo Descrição out/12 Contábeis Ajustado Econômico Ajustado Passivo Circulante . Fornecedores - - . Empréstimos e Financiamentos 8.892 628 9.520 9.520 . Obrigações Sociais e Tributárias - - . Provisões Civeis e Trabalhistas - - . Adiantamento de Clientes - - . Outras Obrigações - - Sub-Total Passivo Circulante ==> 8.892 628 9.520 - 9.520 Exigível a Longo Prazo . Juros sob capital próprio - - . Parcelamentos ( de Impostos ) - - . Contratos de Mútuos - - . Outras Obrigações - - - Sub-Total Exigível a Longo Prazo ==> - - - - - PASSIVO TOTAL 8.892 628 9.520 - 9.520 VALOR PATRIMONIAL 1.028 (628) 400 (2.052) (1.652) Patrimônio Líquido . Capital Social 1.028 (628) 400 400 . Lucro/Prejuízos Acumulados - - . Outros - (2.052) (2.052) . Resultado do exercício - - Total ==> 1.028 (628) 400 (2.052) (1.652) www.agemar.com.br 126
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  BP – Ativo Projetado Data-Base Projeções ATIVO 07/10/2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Circulante . Aplicação Financeira (sobra de caixa) - 367 - - - 165 634 931 1.321 . Contas a Receber - 371 388 404 427 449 472 489 489 Sub-total do Circulante - 738 388 404 427 614 1.106 1.420 1.810 Realizável a Longo Prazo . Outros Direitos ( contas a receber ) - - - - - - - - - Sub-total do Realizável a Longo Prazo - - - - - - - - - Permanente . Imobilizado 7.868 8.268 8.625 8.952 9.250 9.518 9.756 9.977 10.179 . (-) Depreciação Acumulada 0 -610 -1.249 -1.915 -2.605 -3.317 -3.814 -4.327 -4.856 Sub-total do Permanente 7.868 7.658 7.376 7.037 6.645 6.201 5.942 5.650 5.323 TOTAL DO ATIVO 7.868 8.395 7.765 7.443 7.074 6.817 7.052 7.074 7.137 Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 127
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  BP – Passivo Projetado Data-Base Projeções PASSIVO 07/10/2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Circulante . Fornecedores - 106 108 110 112 115 117 119 119 . Empréstimos e Financiamentos 9.520 9.310 7.831 6.351 5.081 3.811 2.540 1.270 (0) . Novos Empréstimos (Necessidade de Recursos ) - - 102 365 199 - - - - Sub-total do Circulante 9.520 9.416 8.041 6.826 5.392 3.925 2.657 1.389 119 Sub-total do Exigível a Longo Prazo - - - - - - - - - Patrimônio Líquido . Capital Social 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 . Reserva Legal 0 41 90 149 206 206 206 206 206 . Lucro/Prejuízos Acumulados 0 590 1.286 2.120 3.128 4.338 5.841 7.131 8.464 . Ajuste Contábil -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 . Ajuste Econômico -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 Sub-total do Patrimônio Líquido -1.652 -1.021 -276 617 1.682 2.892 4.395 5.685 7.018 TOTAL DO PASSIVO 7.868 8.395 7.765 7.443 7.074 6.817 7.052 7.074 7.137 Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 128
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  DRE - Projetada Módulo: Demonstração do Resultado 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Receita Operacional Líquida 3.908 4.085 4.263 4.500 4.737 4.974 5.151 5.151 . Crescimento % 0,0% 4,5% 4,3% 5,6% 5,3% 5,0% 3,6% 0,0% Custos e Despesas Operacionais -1.272 -1.294 -1.317 -1.346 -1.376 -1.406 -1.428 -1.428 . Custos Operacionais / Receita Operacional Líquida -32,6% -31,7% -30,9% -29,9% -29,0% -28,3% -27,7% -27,7% .Custos/Despesas Fixas -780 -780 -780 -780 -780 -780 -780 -780 .Custos/Despesas Variáveis -492 -514 -537 -566 -596 -626 -648 -648 EBITDA 2.636 2.791 2.946 3.154 3.361 3.568 3.723 3.723 . M argem Operacional (EBITDA / ROL) 67,4% 68,3% 69,1% 70,1% 71,0% 71,7% 72,3% 72,3% . Depreciação e Amortização -610 -639 -666 -690 -712 -497 -513 -529 EBIT 2.026 2.152 2.280 2.464 2.649 3.071 3.210 3.194 . M argem Operacional (EBIT / ROL) 51,8% 52,7% 53,5% 54,8% 55,9% 61,7% 62,3% 62,0% . Receitas / (Despesas) Financeiras -884 -805 -663 -532 -414 -297 -180 -62 . Empréstimos / Excesso de Caixa (Capital de Giro) - - - - - - - - . Empréstimos Existentes na Data-Base -884 -805 -663 -532 -414 -297 -180 -62 Lucro / (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 . Imposto de Renda/Contribuição Social -168 -199 -241 -289 -335 -417 -1.007 -1.041 . %IR e CS 14,7% 14,8% 14,9% 15,0% 15,0% 15,0% 33,2% 33,2% . Profit Share 15% -146 -172 -206 -246 -285 -353 -304 -314 Lucro / (Prejuízo) Líquido do Exercício 828 977 1.171 1.397 1.614 2.004 1.720 1.777 . M argem Líquida (LL/ROL) 21,2% 23,9% 27,5% 31,0% 34,1% 40,3% 33,4% 34,5% Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 129
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Fluxo de Caixa– Projetado Módulo: Fluxo de Caixa Descontado 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Perpétuo EBITDA 2.636 2.791 2.946 3.154 3.361 3.568 3.723 3.723 3.723 . Variação de Capital de Giro (265) (15) (14) (21) (20) (21) (15) - - EBITDA (Líquido de Capital de Giro) 2.371 2.776 2.932 3.133 3.341 3.547 3.708 3.723 3.723 . Investimentos (400) (357) (328) (298) (268) (238) (220) (202) (202) . Imposto de Renda e Contribuição Social (168) (199) (241) (289) (335) (417) (1.007) (1.041) (1.041) Fluxo de Caixa Antes dos Efeitos Financeiros 1.803 2.220 2.364 2.546 2.738 2.891 2.481 2.480 2.480 . Profit Share 15% (146) (172) (206) (246) (285) (353) (304) (314) (314) . Pagamento de Empréstimos / Parcelamento de impostos (1.093) (2.285) (2.142) (1.802) (1.685) (1.567) (1.450) (1.333) - . Liberação do empréstimo 8.892 - - - - - - - - Fluxo de Caixa Disponível 9.455 (237) 15 498 768 970 727 834 2.166 . Dividendos Propostos (197) (232) (278) (332) (404) (501) (430) (444) (2.166) Fluxo de Caixa Livre 9.258 (469) (263) 166 364 469 297 390 - Fluxo de Caixa 9.455 (237) 15 498 768 970 727 834 2.166 Taxa de Desconto ==> 15,6% 0,8648 0,7479 0,6468 0,5594 0,4838 0,4184 0,3619 0,3130 0,4838 Fluxo de Caixa a Valor Presente 8.177 (177) 10 279 372 406 263 261 1.053 Fluxo de Caixa a Valor Presente - VPL 9.591 (+) Perpetuidade 6.960 Fluxo Operacional da Empresa 16.551 (+) Ajustes Diversos 2.052 . Disponibilidades 2.052 Valor Econômico (R$) 18.603 www.agemar.com.br 130
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  IRCS Módulo: Imposto de Renda Projeções e Contribuição Social Referências 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 ALÍQUOTAS . Imposto de Renda - Base 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% . Imposto de Renda - Adicional 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% . Parcela a deduzir no Adicional - EM R$ MIL 240 240 240 240 240 240 240 240 240 . Contribuição Social 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda "F ina nc ia l" 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 (+) Adições - - - - - - - - Lucro Inflacionário (Deferred Income) 10,0% - - - - - - - - Outros - - - - - - - - (-) Exclusões - - - - - - - - Participações no Lucro Funcionários - - - - - - - - Outros - - - - - - - - Lucro Tributável 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 Prejuízo Fiscal Acumulado - Utilizado 30,0% - - - - - - - - Lucro Tributável após Compensação do IR 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 IMPOSTO DE RENDA A PAGAR ===> 261 313 380 459 535 669 734 759 Incentivo Fiscal 75% 65 78 95 115 134 167 184 190 www.agemar.com.br 131
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  IRCS Módulo: Imposto de Renda Projeções e Contribuição Social Referências 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda "F ina nc ia l" 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 (+) Adições - - - - - - - - Reserva de Reavaliação Realizada - - - - - - - - Outros - - - - - - - - (-) Exclusões - - - - - - - - Participações no Lucro Funcionários - - - - - - - - Outros - - - - - - - - Lucro Tributável 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 Base Negativa da Contribuição Social - Utilizado 30,0% - - - - - - - - Lucro Tributável após Compensação da CS 1.142 1.348 1.618 1.932 2.234 2.774 3.031 3.132 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR ===> 103 121 146 174 201 250 273 282 Despesa com Imposto de Renda (RESULTADO) 65 78 95 115 134 167 734 759 Imposto de Renda a Compensar (ATIVO) - - - - - - - - - Imposto de Renda a Pagar (FLUXO DE CAIXA) 65 78 95 115 134 167 734 759 Despesa com Contribuição Social (RESULTADO) 103 121 146 174 201 250 273 282 Contribuição Social a Compensar (ATIVO) - - - - - - - - - Contribuição Social a Pagar (FLUXO DE CAIXA) 103 121 146 174 201 250 273 282 Imposto de Renda e Contribuição Social (RESULTADO) 168 199 241 289 335 417 1.007 1.041 Imposto de Renda e Contribuição Social (FLUXO DE CAIXA) 168 199 241 289 335 417 1.007 1.041 www.agemar.com.br 132
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Depreciação Módulo: Imobilizado 07/out/12 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Custo Corrigido .Terrenos 900 900 900 900 900 900 900 900 900 .Obras civis 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 .Máquinas & Equipamentos 646 646 646 646 646 646 646 646 646 .Móveis e utensílios 963 963 963 963 963 963 963 963 963 .Instalações 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 Total do Custo Corrigido 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 Depreciação Acumulada .Terrenos 0 36 72 108 144 180 216 252 288 .Obras civis 0 162 324 486 648 810 972 1.134 1.296 .Máquinas & Equipamentos 0 65 130 195 260 325 390 455 520 .Móveis e utensílios 0 96 192 288 384 480 576 672 768 .Instalações 0 236 472 708 944 1.180 1.182 1.182 1.182 Total Depreciação Acumulada 0 595 1.190 1.785 2.380 2.975 3.336 3.695 4.054 Ativo Imobilizado Líquido .Terrenos 900 864 828 792 756 720 684 648 612 .Obras civis 4.049 3.887 3.725 3.563 3.401 3.239 3.077 2.915 2.753 .Máquinas & Equipamentos 646 581 516 451 386 321 256 191 126 .Móveis e utensílios 963 867 771 675 579 483 387 291 195 .Instalações 1.182 946 710 474 238 2 0 0 0 Total do Ativo Imobilizado Líquido 7.740 7.145 6.550 5.955 5.360 4.765 4.404 4.045 3.686 Total - Depreciação do Exercício 0 595 595 595 595 595 361 359 359 Taxas de Depreciação 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2.016 2.017 .Terrenos 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% .Obras civis 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% .Máquinas & Equipamentos 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% .Móveis e utensílios 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% .Instalações 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% www.agemar.com.br 133
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Investimentos Módulo: Investimentos 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 TOTAL CAPEX 400 357 328 298 268 238 220 202 Taxa de Depreciação => 7,7% 2013 31 15 31 31 31 31 31 31 31 400 2014 27 14 27 27 27 27 27 27 357 2015 25 13 25 25 25 25 25 328 2016 23 11 23 23 23 23 298 2017 21 10 21 21 21 268 2018 18 9 18 18 238 2019 17 8 17 220 2020 16 8 202 Total da Depreciação 15 44 71 95 117 136 154 170 2.311 www.agemar.com.br 134
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 135
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    D e loitte CENÁRIOS Cenário 1 Cenário 2 www.agemar.com.br 136
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    D e loitte AGEMAR RESULTADO DO Estudo Resultado do ESTUDO  Indicadores de Viabilidade Índicadores de Viabilidade Valor Presente dos Fluxos de Caixa - NPV *(R$ mil) 12.393 Valor Econômico *(R$ mil) 23.388 Taxa Interna de Retorno - IRR 29,6% Payback simples (em anos) 3,09 Payback descontado (em anos) 4,39 Retorno sobre o Ativo (média) - ROA 22,5% Retorno sobre o Patrimônio Líquido (média) - ROE 50,7% Lucro econômico (média) - EVA *(R$ mil) 946 Ponto de Equilíbrio (média) - Break Even *(R$ mil) 1.011 Índice de Lucratividade - Profitability Ratio 1,25 www.agemar.com.br 137
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    D e loitte ÍNDICE Introdução Panorama Macroeconômico Mercado e Concorrência Breve Descrição da Empresa Análise Retrospectiva Financeira O Projeto Premissas e Projeções Taxa de Desconto Resultado do Estudo Anexos www.agemar.com.br 138
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    D e loitte CENÁRIOS Cenário 1 Cenário 2 www.agemar.com.br 139
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Balanço Ajustado – Ativo Golden Dolphin Hotéis Ltda Balanço Patrimonial Ajustado Expressos em R$ Mil 1,75 Data Base Ajustes Saldo Ajustes Balanço Descrição 07/10/2012 Contábeis Ajustado Econômico Ajustado Ativo Circulante . Disponibilidades 2.052 2.052 (2.052) - . Contas a Receber - - . Estoques - - . Investimentos temporários - - . Adiantamento a Fornecedores - - . Outros Créditos - - Sub-Total Ativo Circulante ==> 2.052 - 2.052 (2.052) - Realizável a Longo Prazo . Outros Direitos ( contas a receber ) - - . Créditos c/ pessoas ligadas - - Sub-Total Realizável a Longo Prazo ==> - - - - - Permanente . Imobilizado 7.868 7.868 7.868 . (-) Depreciação Acumulada - - . Investimentos - - . Diferido - - Sub-Total Permanente ==> 7.868 - 7.868 - 7.868 ATIVO TOTAL==> 9.920 - 9.920 (2.052) 7.868 www.agemar.com.br 140
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Balanço Ajustado – Passivo Data Base Ajustes Saldo Ajustes Saldo Descrição out/12 Contábeis Ajustado Econômico Ajustado Passivo Circulante . Fornecedores - - . Empréstimos e Financiamentos 8.892 628 9.520 9.520 . Obrigações Sociais e Tributárias - - . Provisões Civeis e Trabalhistas - - . Adiantamento de Clientes - - . Outras Obrigações - - Sub-Total Passivo Circulante ==> 8.892 628 9.520 - 9.520 Exigível a Longo Prazo . Juros sob capital próprio - - . Parcelamentos ( de Impostos ) - - . Contratos de Mútuos - - . Outras Obrigações - - - Sub-Total Exigível a Longo Prazo ==> - - - - - PASSIVO TOTAL 8.892 628 9.520 - 9.520 VALOR PATRIMONIAL 1.028 (628) 400 (2.052) (1.652) Patrimônio Líquido . Capital Social 1.028 (628) 400 400 . Lucro/Prejuízos Acumulados - - . Outros - (2.052) (2.052) . Resultado do exercício - - Total ==> 1.028 (628) 400 (2.052) (1.652) www.agemar.com.br 141
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  BP – Ativo Projetado Data-Base Projeções ATIVO 07/10/2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Circulante . Aplicação Financeira (sobra de caixa) - 746 752 983 1.645 2.551 3.589 4.346 5.198 . Contas a Receber - 454 474 495 523 550 578 598 598 Sub-total do Circulante - 1.200 1.226 1.478 2.168 3.101 4.167 4.944 5.796 Realizável a Longo Prazo . Outros Direitos ( contas a receber ) - - - - - - - - - Sub-total do Realizável a Longo Prazo - - - - - - - - - Permanente . Imobilizado 7.868 8.268 8.625 8.952 9.250 9.518 9.756 9.977 10.179 . (-) Depreciação Acumulada 0 -610 -1.249 -1.915 -2.605 -3.317 -3.814 -4.327 -4.856 Sub-total do Permanente 7.868 7.658 7.376 7.037 6.645 6.201 5.942 5.650 5.323 TOTAL DO ATIVO 7.868 8.857 8.601 8.514 8.811 9.299 10.106 10.590 11.114 Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 142
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  BP – Passivo Projetado Data-Base Projeções PASSIVO 07/10/2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Circulante . Fornecedores - 112 114 116 119 122 125 127 127 . Empréstimos e Financiamentos 9.520 9.310 7.831 6.351 5.081 3.811 2.540 1.270 (0) . Novos Empréstimos (Necessidade de Recursos ) - - - - - - - - - Sub-total do Circulante 9.520 9.422 7.945 6.467 5.200 3.932 2.665 1.397 126 Sub-total do Exigível a Longo Prazo - - - - - - - - - Patrimônio Líquido . Capital Social 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 1.028 . Reserva Legal 0 71 151 206 206 206 206 206 206 . Lucro/Prejuízos Acumulados 0 1.016 2.157 3.493 5.057 6.813 8.887 10.639 12.434 . Ajuste Contábil -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 -628 . Ajuste Econômico -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 -2.052 Sub-total do Patrimônio Líquido -1.652 -565 656 2.047 3.611 5.367 7.441 9.193 10.988 TOTAL DO PASSIVO 7.868 8.857 8.601 8.514 8.811 9.299 10.106 10.590 11.114 Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 143
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  DRE - Projetada Módulo: Demonstração do Resultado 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Receita Operacional Líquida 4.811 5.030 5.248 5.540 5.832 6.123 6.342 6.342 . Crescimento % 0,0% 4,5% 4,3% 5,6% 5,3% 5,0% 3,6% 0,0% Custos e Despesas Operacionais -1.345 -1.370 -1.395 -1.429 -1.462 -1.496 -1.521 -1.521 . Custos Operacionais / Receita Operacional Líquida -28,0% -27,2% -26,6% -25,8% -25,1% -24,4% -24,0% -24,0% .Custos/Despesas Fixas -790 -790 -790 -790 -790 -790 -790 -790 .Custos/Despesas Variáveis -555 -580 -605 -639 -672 -706 -731 -731 EBITDA 3.466 3.660 3.853 4.111 4.370 4.627 4.821 4.821 . M argem Operacional (EBITDA / ROL) 72,0% 72,8% 73,4% 74,2% 74,9% 75,6% 76,0% 76,0% . Depreciação e Amortização -610 -639 -666 -690 -712 -497 -513 -529 EBIT 2.856 3.021 3.187 3.421 3.658 4.130 4.308 4.292 . M argem Operacional (EBIT / ROL) 59,4% 60,1% 60,7% 61,8% 62,7% 67,5% 67,9% 67,7% . Receitas / (Despesas) Financeiras -884 -805 -663 -532 -414 -297 -180 -62 . Empréstimos / Excesso de Caixa (Capital de Giro) - - - - - - - - . Empréstimos Existentes na Data-Base -884 -805 -663 -532 -414 -297 -180 -62 Lucro / (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 . Imposto de Renda/Contribuição Social -295 -332 -379 -435 -489 -579 -1.380 -1.414 . %IR e CS 15,0% 15,0% 15,0% 15,1% 15,1% 15,1% 33,4% 33,4% . Profit Share 15% -252 -283 -322 -368 -413 -488 -412 -422 Lucro / (Prejuízo) Líquido do Exercício 1.425 1.601 1.824 2.086 2.341 2.766 2.336 2.393 . M argem Líquida (LL/ROL) 29,6% 31,8% 34,8% 37,7% 40,1% 45,2% 36,8% 37,7% Grupo Agemar - Finantial Analysis Department www.agemar.com.br 144
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Fluxo de Caixa– Projetado Módulo: Fluxo de Caixa Descontado 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Perpétuo EBITDA 3.466 3.660 3.853 4.111 4.370 4.627 4.821 4.821 4.821 . Variação de Capital de Giro (342) (18) (19) (25) (24) (25) (18) - - EBITDA (Líquido de Capital de Giro) 3.124 3.642 3.834 4.086 4.346 4.602 4.803 4.821 4.821 . Investimentos (400) (357) (328) (298) (268) (238) (220) (202) (202) . Imposto de Renda e Contribuição Social (295) (332) (379) (435) (489) (579) (1.380) (1.414) (1.414) Fluxo de Caixa Antes dos Efeitos Financeiros 2.429 2.953 3.128 3.354 3.589 3.785 3.203 3.205 3.205 . Profit Share 15% (252) (283) (322) (368) (413) (488) (412) (422) (422) . Pagamento de Empréstimos / Parcelamento de impostos (1.093) (2.285) (2.142) (1.802) (1.685) (1.567) (1.450) (1.333) - . Liberação do empréstimo 8.892 - - - - - - - - Fluxo de Caixa Disponível 9.976 386 664 1.184 1.491 1.730 1.341 1.450 2.783 . Dividendos Propostos (338) (380) (433) (522) (585) (692) (584) (598) (2.783) Fluxo de Caixa Livre 9.638 6 231 662 906 1.038 757 852 - Fluxo de Caixa 9.976 386 664 1.184 1.491 1.730 1.341 1.450 2.783 Taxa de Desconto ==> 15,6% 0,8648 0,7479 0,6468 0,5594 0,4838 0,4184 0,3619 0,3130 0,4838 Fluxo de Caixa a Valor Presente 8.628 289 430 662 721 724 485 454 1.353 Fluxo de Caixa a Valor Presente - VPL 12.393 (+) Perpetuidade 8.943 Fluxo Operacional da Empresa 21.336 (+) Ajustes Diversos 2.052 . Disponibilidades 2.052 Valor Econômico (R$) 23.388 www.agemar.com.br 145
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  IRCS Módulo: Imposto de Renda Projeções e Contribuição Social Referências 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 ALÍQUOTAS . Imposto de Renda - Base 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0% . Imposto de Renda - Adicional 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% . Parcela a deduzir no Adicional - EM R$ MIL 240 240 240 240 240 240 240 240 240 . Contribuição Social 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% CÁLCULO DO IMPOSTO DE RENDA Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda "F ina nc ia l" 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 (+) Adições - - - - - - - - Lucro Inflacionário (Deferred Income) 10,0% - - - - - - - - Outros - - - - - - - - (-) Exclusões - - - - - - - - Participações no Lucro Funcionários - - - - - - - - Outros - - - - - - - - Lucro Tributável 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 Prejuízo Fiscal Acumulado - Utilizado 30,0% - - - - - - - - Lucro Tributável após Compensação do IR 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 IMPOSTO DE RENDA A PAGAR ===> 469 530 607 698 787 934 1.008 1.033 Incentivo Fiscal 75% 117 133 152 175 197 234 252 258 www.agemar.com.br 146
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  IRCS Módulo: Imposto de Renda Projeções e Contribuição Social Referências 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda "F ina nc ia l" 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 (+) Adições - - - - - - - - Reserva de Reavaliação Realizada - - - - - - - - Outros - - - - - - - - (-) Exclusões - - - - - - - - Participações no Lucro Funcionários - - - - - - - - Outros - - - - - - - - Lucro Tributável 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 Base Negativa da Contribuição Social - Utilizado 30,0% - - - - - - - - Lucro Tributável após Compensação da CS 1.972 2.216 2.525 2.889 3.243 3.833 4.128 4.229 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR ===> 178 199 227 260 292 345 372 381 Despesa com Imposto de Renda (RESULTADO) 117 133 152 175 197 234 1.008 1.033 Imposto de Renda a Compensar (ATIVO) - - - - - - - - - Imposto de Renda a Pagar (FLUXO DE CAIXA) 117 133 152 175 197 234 1.008 1.033 Despesa com Contribuição Social (RESULTADO) 178 199 227 260 292 345 372 381 Contribuição Social a Compensar (ATIVO) - - - - - - - - - Contribuição Social a Pagar (FLUXO DE CAIXA) 178 199 227 260 292 345 372 381 Imposto de Renda e Contribuição Social (RESULTADO) 295 332 379 435 489 579 1.380 1.414 Imposto de Renda e Contribuição Social (FLUXO DE CAIXA) 295 332 379 435 489 579 1.380 1.414 www.agemar.com.br 147
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Depreciação Módulo: Imobilizado 07/out/12 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Custo Corrigido .Terrenos 900 900 900 900 900 900 900 900 900 .Obras civis 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 4.049 .Máquinas & Equipamentos 646 646 646 646 646 646 646 646 646 .Móveis e utensílios 963 963 963 963 963 963 963 963 963 .Instalações 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 1.182 Total do Custo Corrigido 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 7.740 Depreciação Acumulada .Terrenos 0 36 72 108 144 180 216 252 288 .Obras civis 0 162 324 486 648 810 972 1.134 1.296 .Máquinas & Equipamentos 0 65 130 195 260 325 390 455 520 .Móveis e utensílios 0 96 192 288 384 480 576 672 768 .Instalações 0 236 472 708 944 1.180 1.182 1.182 1.182 Total Depreciação Acumulada 0 595 1.190 1.785 2.380 2.975 3.336 3.695 4.054 Ativo Imobilizado Líquido .Terrenos 900 864 828 792 756 720 684 648 612 .Obras civis 4.049 3.887 3.725 3.563 3.401 3.239 3.077 2.915 2.753 .Máquinas & Equipamentos 646 581 516 451 386 321 256 191 126 .Móveis e utensílios 963 867 771 675 579 483 387 291 195 .Instalações 1.182 946 710 474 238 2 0 0 0 Total do Ativo Imobilizado Líquido 7.740 7.145 6.550 5.955 5.360 4.765 4.404 4.045 3.686 Total - Depreciação do Exercício 0 595 595 595 595 595 361 359 359 Taxas de Depreciação 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2.016 2.017 .Terrenos 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% .Obras civis 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% .Máquinas & Equipamentos 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% .Móveis e utensílios 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% 10,0% .Instalações 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% 20,0% www.agemar.com.br 148
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    D e loitte AGEMAR ANEXOS Anexos  Investimentos Módulo: Investimentos 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 TOTAL CAPEX 400 357 328 298 268 238 220 202 Taxa de Depreciação => 7,7% 2013 31 15 31 31 31 31 31 31 31 400 2014 27 14 27 27 27 27 27 27 357 2015 25 13 25 25 25 25 25 328 2016 23 11 23 23 23 23 298 2017 21 10 21 21 21 268 2018 18 9 18 18 238 2019 17 8 17 220 2020 16 8 202 Total da Depreciação 15 44 71 95 117 136 154 170 2.311 www.agemar.com.br 149
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