As fake news que você
partilha hoje, poderão
servir de veneno para si,
seus ente queridos e para
sua carreira profissional...
INTRODUÇÃO
As fakes news passam despercebidas sobretudo quando são divulgadas por amigos e pessoas do círculo
de relacionamento. É comum que as pessoas passem notícias adiante, muitas vezes até mesmo sem ler
ou clicar, por falta de tempo ou por estar acessando via celular, com pressa. Temos grande
responsabilidade sobre o conteúdo que compartilhamos, portanto, é aconselhável sempre verificar a fonte,
se possível clicando, lendo e conferindo a origem da notícia. O Google é especialmente eficiente para isso
e pode ser uma ótima forma de averiguar quando se trata de um factoide.
REDE
SOCIAL
REDE SOCIAL
INTERNAUTAS: 4.087 bilhões (Abril, 2018)
POPULAÇÃO: 7.6 Bilhões habitantes (2018)
Fontes: 04.05.2018
www.statista.com | www.internetworldstats.com
www.tecmundo.com.br
FAKE NEWS
"Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática,
provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante",
disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018,
a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-43895609
São informações noticiosas que não representam a
realidade, mas que são compartilhadas na internet como se
fossem verídicas, principalmente através das redes sociais
Olga Yurkova - Jornalista
Não quer necessáriamente
causar mal, mas pode
enganar o leitor.
A chamada da notícia
não condiz com o
conteúdo apresentado.
Usa-se o nome de uma
pessoa ou marca, mas
Com afirmações irreais.
Uso mentiroso de uma
informação para difamar
outro conteúdo ou pessoa.
O conteúdo é verdadeiro
mas é compartilhado com
um contexto falso.
Informação 100% falsa e construída para
algum mal e espalhar um boato.
O conteúdo verdadeiro
é manipulado para
enganar o público.
Tipos de
FAKE NEWS
7
Três casos de fake news que geraram guerras e conflitos ao redor do mundo
As fotos falsas na crise dos rohingya
Em setembro de 2017, a equipe do BBC Reality Check,
criada para identificar e reportar notícias falsas,
confirmou como uma série de imagens falsas
"intensificou" a crise dos rohingya, o povo muçulmano
- que representa 5% da população (de 60 milhões de
habitantes) de Mianmar - que a Organização das
Nações Unidos (ONU) afirma ter sido alvo de limpeza
étnica. As imagens em questão são fotos e vídeos de
conflitos ocorridos há décadas, como a guerra de
Ruanda, e que foram usados como propaganda para
acusar os rohingyas de serem violentos.
"O menino crucificado na Ucrânia"
Esta notícia distribuída pela mídia russa contava o caso
de Galyna Pyshnyak, apresentada como uma refugiada
russa. Mas Pyshnyak era na verdade a mulher de um
militante pró-russo.
"Uma refugiada de Sloviansk se lembra de como uma
criança e a mulher de um miliciano foram executadas
na frente dela", disse o canal de TV estatal Channel
One Russia em 12 de julho de 2014, em meio à recém-
estourada guerra de Donbass, no leste da Ucrânia,
entre tropas ucranianas e forças pró-russas
separatistas.
A menina do Kuwait e a invasão do Iraque
Outro exemplo de fake news de grande repercussão
mundial teve como protagonista uma outra menor de
idade: Nayirah, uma menina kuwaitiana de 15 anos que
denunciava atrocidades cometidas por invasores
iraquianos em seu país.
A história teria ocorrido em 1990, alguns meses depois
que o então presidente do Iraque, Saddam Hussein,
invadiu o Kuwait. Nos Estados Unidos, o presidente
George Bush havia fixado um prazo limite para que o
Exército do Iraque se retirasse.
COMO EVITÁ-LAS
1 – Checar a credibilidade da fonte
Verifique se a notícia ou artigo compartilhado em redes sociais também foram publicados em veículos de
imprensa profissional. Os veículo de comunicação tem por regra verificar a informação com as fontes.
2 – Ficar atendo a data das publicações
Em alguns casos, Fake News não são necessariamente falsas, mas o link remete a fatos passados que são
trazidos à tona fora do contexto por indivíduos com propósitos específicos.
8 Dicas para não ser enganado pelas Fake News
3 – Observar o link da notícia
Para aumentar a viralização da notícia falsa, alguns sites propagadores usam domínios inspirados em
veículos de tradicionais, mas com pequenas mudanças na grafia.
Existem vários sites de humor e outros que tentam nos induzir ao erro, utilizando fontes ou logos similares
às de jornais conhecidos.
4 – Prestar atenção na aparência da página e do conteúdo
Sites profissionais, em geral, exibem páginas organizadas, fotografias com créditos do autor e textos sem
expressões exageradas e ofensivas.
Páginas confiáveis também detalham sua origem e de seus autores na seção Sobre.
Desconfie de sites sem essas característica ou anônimos.
5 – Verifique se a reportagem tem referências
Reportagens feitas por profissionais têm links de referência para outras páginas, para
determinar autor ou estudo acadêmico. Um artigo sem essas características pode não ser
confiável.
6 – Pesquisar a credibilidade do autor
Jornalistas e articulistas são pagos para escrever. Ao ler artigos assinados por um determinado
autor, verifique no Google se há outras publicações em seu nome em sites ou veículos
confiáveis.
7 – Não acreditar em tudo que amigos e familiares compartilham
A proximidade afetiva faz com que as pessoas confiem mais facilmente em conteúdo compartilhado por
amigos e familiares.
O problema é que até pessoas que se gosta podem ser enganadas por Fake News.
8 – Leia a matéria completa, não apenas sua chamada
Antes de compartilhar, leia a matéria completa. Em agosto de 2016 – a revista Forbes apontou que
apenas 59% dos links compartilhados em redes sociais são lidos na íntegra.
Ou seja, mais de metade das notícias compartilhadas possuem alto potencial de serem falsas ou gerarem
um sentimento equivocado em relação à matéria
QUESTÕES CONTRIBUIÇÕES
1. Checar a credibilidade da fonte;
2. Ficar atendo a data das publicações;
3. Observar o link da notícia;
4. Prestar atenção na aparência da página e do conteúdo;
5. Verifique se a reportagem tem referências;
6. Pesquisar a credibilidade do autor;
7. Não acreditar em tudo que amigos e familiares
compartilham;
8. Leia a matéria completa, não apenas sua chamada;
RECAPITULANDO...
GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E IMPRENSA

Fake News

  • 2.
    As fake newsque você partilha hoje, poderão servir de veneno para si, seus ente queridos e para sua carreira profissional...
  • 3.
    INTRODUÇÃO As fakes newspassam despercebidas sobretudo quando são divulgadas por amigos e pessoas do círculo de relacionamento. É comum que as pessoas passem notícias adiante, muitas vezes até mesmo sem ler ou clicar, por falta de tempo ou por estar acessando via celular, com pressa. Temos grande responsabilidade sobre o conteúdo que compartilhamos, portanto, é aconselhável sempre verificar a fonte, se possível clicando, lendo e conferindo a origem da notícia. O Google é especialmente eficiente para isso e pode ser uma ótima forma de averiguar quando se trata de um factoide.
  • 4.
  • 5.
    REDE SOCIAL INTERNAUTAS: 4.087bilhões (Abril, 2018) POPULAÇÃO: 7.6 Bilhões habitantes (2018) Fontes: 04.05.2018 www.statista.com | www.internetworldstats.com www.tecmundo.com.br
  • 6.
    FAKE NEWS "Se umahistória é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante", disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá. https://www.bbc.com/portuguese/geral-43895609 São informações noticiosas que não representam a realidade, mas que são compartilhadas na internet como se fossem verídicas, principalmente através das redes sociais Olga Yurkova - Jornalista
  • 8.
    Não quer necessáriamente causarmal, mas pode enganar o leitor. A chamada da notícia não condiz com o conteúdo apresentado. Usa-se o nome de uma pessoa ou marca, mas Com afirmações irreais. Uso mentiroso de uma informação para difamar outro conteúdo ou pessoa. O conteúdo é verdadeiro mas é compartilhado com um contexto falso. Informação 100% falsa e construída para algum mal e espalhar um boato. O conteúdo verdadeiro é manipulado para enganar o público. Tipos de FAKE NEWS 7
  • 9.
    Três casos defake news que geraram guerras e conflitos ao redor do mundo As fotos falsas na crise dos rohingya Em setembro de 2017, a equipe do BBC Reality Check, criada para identificar e reportar notícias falsas, confirmou como uma série de imagens falsas "intensificou" a crise dos rohingya, o povo muçulmano - que representa 5% da população (de 60 milhões de habitantes) de Mianmar - que a Organização das Nações Unidos (ONU) afirma ter sido alvo de limpeza étnica. As imagens em questão são fotos e vídeos de conflitos ocorridos há décadas, como a guerra de Ruanda, e que foram usados como propaganda para acusar os rohingyas de serem violentos. "O menino crucificado na Ucrânia" Esta notícia distribuída pela mídia russa contava o caso de Galyna Pyshnyak, apresentada como uma refugiada russa. Mas Pyshnyak era na verdade a mulher de um militante pró-russo. "Uma refugiada de Sloviansk se lembra de como uma criança e a mulher de um miliciano foram executadas na frente dela", disse o canal de TV estatal Channel One Russia em 12 de julho de 2014, em meio à recém- estourada guerra de Donbass, no leste da Ucrânia, entre tropas ucranianas e forças pró-russas separatistas. A menina do Kuwait e a invasão do Iraque Outro exemplo de fake news de grande repercussão mundial teve como protagonista uma outra menor de idade: Nayirah, uma menina kuwaitiana de 15 anos que denunciava atrocidades cometidas por invasores iraquianos em seu país. A história teria ocorrido em 1990, alguns meses depois que o então presidente do Iraque, Saddam Hussein, invadiu o Kuwait. Nos Estados Unidos, o presidente George Bush havia fixado um prazo limite para que o Exército do Iraque se retirasse.
  • 10.
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    1 – Checara credibilidade da fonte Verifique se a notícia ou artigo compartilhado em redes sociais também foram publicados em veículos de imprensa profissional. Os veículo de comunicação tem por regra verificar a informação com as fontes. 2 – Ficar atendo a data das publicações Em alguns casos, Fake News não são necessariamente falsas, mas o link remete a fatos passados que são trazidos à tona fora do contexto por indivíduos com propósitos específicos. 8 Dicas para não ser enganado pelas Fake News
  • 12.
    3 – Observaro link da notícia Para aumentar a viralização da notícia falsa, alguns sites propagadores usam domínios inspirados em veículos de tradicionais, mas com pequenas mudanças na grafia. Existem vários sites de humor e outros que tentam nos induzir ao erro, utilizando fontes ou logos similares às de jornais conhecidos. 4 – Prestar atenção na aparência da página e do conteúdo Sites profissionais, em geral, exibem páginas organizadas, fotografias com créditos do autor e textos sem expressões exageradas e ofensivas. Páginas confiáveis também detalham sua origem e de seus autores na seção Sobre. Desconfie de sites sem essas característica ou anônimos.
  • 13.
    5 – Verifiquese a reportagem tem referências Reportagens feitas por profissionais têm links de referência para outras páginas, para determinar autor ou estudo acadêmico. Um artigo sem essas características pode não ser confiável. 6 – Pesquisar a credibilidade do autor Jornalistas e articulistas são pagos para escrever. Ao ler artigos assinados por um determinado autor, verifique no Google se há outras publicações em seu nome em sites ou veículos confiáveis.
  • 14.
    7 – Nãoacreditar em tudo que amigos e familiares compartilham A proximidade afetiva faz com que as pessoas confiem mais facilmente em conteúdo compartilhado por amigos e familiares. O problema é que até pessoas que se gosta podem ser enganadas por Fake News. 8 – Leia a matéria completa, não apenas sua chamada Antes de compartilhar, leia a matéria completa. Em agosto de 2016 – a revista Forbes apontou que apenas 59% dos links compartilhados em redes sociais são lidos na íntegra. Ou seja, mais de metade das notícias compartilhadas possuem alto potencial de serem falsas ou gerarem um sentimento equivocado em relação à matéria
  • 15.
  • 16.
    1. Checar acredibilidade da fonte; 2. Ficar atendo a data das publicações; 3. Observar o link da notícia; 4. Prestar atenção na aparência da página e do conteúdo; 5. Verifique se a reportagem tem referências; 6. Pesquisar a credibilidade do autor; 7. Não acreditar em tudo que amigos e familiares compartilham; 8. Leia a matéria completa, não apenas sua chamada; RECAPITULANDO...
  • 17.
    GABINETE DE COMUNICAÇÃOINSTITUCIONAL E IMPRENSA