3800 A.C. 
Enquanto o homem não sabia falar, do jeito como fazemos hoje, 
valia fazer desenhos em cavernas a partir de pigmentos de 
argila, hematita e carvão vegetal.
3200 A.C. 
Os Sumérios criaram alfabetos formados por figuras que representavam 
objetos do cotidiano. Com a sistematização desse tipo de desenhos, os 
fenícios também desenvolveram um modelo de escrita.
3000 A.C. 
Surgia o sinal de fumaça, uma maneira de informar à distância. Indígenas americanos 
foram os primeiros a usar os sinais, que seguiam um princípio depois adotado nos 
telégrafos: um cobertor abafava o fogo e soltava a fumaça em intervalos regulares. 
por user
2900 A.C. 
Começava a ser usada uma das formas de se enviar dados mais resistentes ao tempo: o 
transporte de mensagens com pombos-correio. Os registros mais antigos datavam do Egito de 
Ramsés II, mas até 2002 as aves ainda eram usadas pela polícia indiana.
1455 
Para a mídia surgir e facilitar o acesso a informação, foi necessário que Johannes 
Gutenberg melhorasse a impressão, que já existia havia 14 séculos na China.
1837 
O americano Samuel Morse (1791-1872) criou o telégrafo. Ele queria um 
jeito de trocar mensagens que os governantes “não entendessem”.
1893 
Apareceu o rádio, atribuído ao italiano Guglielmo Marconi (1874-1937).
1929 
O cientista russo Vladimir Zworykin (1889-1982) nos apresentou o kinoscópio; o 
precursor da televisão, que evoluiu de forma magnífica para o que temos hoje.
1960 
Lançado pelos EUA, o primeiro satélite que refletia sinais 
enviados a partir da terra.
Os primeiros satélites postos em órbita foram o Sputnik I (4 out. 1957) e o Sputnik II (3 nov. 
1957), lançados pelos soviéticos, e seguidos pelo Explorer I (31 jan. 1958), lançado pelos 
norte-americanos. 
Sua importância no mundo atual é extrema, e pode ser citado o fato de que, para as grandes 
potências, um país que domina a tecnologia de lançamento de satélites é um país já 
“desenvolvido”, uma vez que a maioria dos meios de comunicação utilizam os satélites como 
meio de propagação de suas ondas. Um exemplo é a televisão. As ondas eletromagnéticas são 
geradas numa estação chamada geradora, e lançadas para a órbita da terra, onde são recebidas 
por um satélite. Este, por sua vez, retransmite o sinal para uma segunda estação na terra, 
chamada receptora, muitas vezes a milhares de quilômetros de distância.
1994 
O governo americano liberou a circulação da World Wide Web. 
Uma forma civil de troca de informações entre as redes de 
computadores militares.
E as pesquisas científicas foram se aprofundando cada vez mais...
Quanta 
informação!!! 
E com que 
rapidez 
chega ao 
nosso 
alcance...
E assim evolui a humanidade...
Nos tornamos totalmente dependentes de alguns meios de comunicação, com a 
necessidade de estarmos sempre plugados em tudo, e em qualquer lugar.
Faça um teste: Ande pelas ruas e repare como as pessoas estão interagindo umas com as 
outras. Entre em restaurantes, vá a praças, parques, shoppings e bares e comprove; poucos 
são os que estão conversando olho no olho ou, pior, raros sãos os que estão se 
comunicando por meio da fala. O motivo? Os dedos passaram a ser os grandes 
comunicadores e, ainda que namorado, irmã, pai ou um grande amigo esteja ao lado, eles 
se tornaram seres “invisíveis” para quem tem a mão os atraentes smartphones.
É fácil ver amigos sentados em uma mesma mesa, cada qual 
conectado ao seu próprio mundo virtual...
As crianças já não brincam mais como antes... 
Celulares, tablets, computadores e videogames portáteis, enfim, um verdadeiro mundo de 
equipamentos eletrônicos invadiram a vida cotidiana. Com a internet, estar online é fazer 
parte de um mundo virtual no qual a interação é a palavra de ordem. Quando bem dosado, 
o uso dos eletrônicos não traz riscos à saúde. Porém, quando a dependência dos aparatos 
tecnológicos já se torna evidente, é preciso ficar atento.
Sabemos que a internet nos oferece possibilidades diferentes do 
mundo real, como um tempo mínimo para pensarmos o que 
vamos responder a outra pessoa. "O virtual nos dá uma certa 
possibilidade de edição. Há algo ali que rompe com o real no 
encontro com o outro. Não existe a surpresa, o inesperado, o 
imediato. Com isso, esse mundo virtual fica ainda mais sedutor”. 
A gente precisa notar também que alguns não largam o celular 
por nada, em um almoço por exemplo, mas conseguem prestar 
atenção em tudo o que está acontecendo ali. O ser humano tem 
essa virtude de se adaptar a esses tempos atuais. Se você acha 
que está exagerando no uso das tecnologias, é recomendável 
procurar um psicólogo para auxiliá-lo a se relacionar melhor com 
as outras pessoas e com seu próprio mundo. Afinal, a vida 
acontece lá fora e fazer uso da fala para se comunicar ainda faz 
parte de uma necessidade humana.
Uma geração incapaz de desenvolver a introspecção é emocionalmente imatura e 
socialmente alienada, dizem os mais radicais. Sem pesar tanto nas tintas, não deixa 
de ser preocupante o comportamento de uma geração inteira que desconhece o 
sentido e a riqueza de, de tempos em tempos, ficar desconectado. 
Por outro lado, será que não é dessa geração ligada na tomada que o mundo atual 
precisa? Ou, transpondo as teorias de transculturação e transnacionalidade, a dupla 
consciência de que fala o famoso sociólogo inglês, Paul Gilroy, para a esfera da 
cibercultura, talvez na diversidade do mundo haja sempre espaço para os dois tipos de 
pessoas: os eternamente conectados e os introspectivos. Vale pensar no assunto.
Conectados sim, mas indelicados, indiferentes e sem respeitar a 
presença do outro ser humano que se sentou ao seu lado e deseja 
sua atenção, jamais! 
Por Cléo 
Lima
Fontes: 
https://www.google.com.br/search?q=tecnologia+da+informação 
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/06/03 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-77012002000100013 
http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_importancia_da_tecnologia.php 
http://www.educare.pt/opiniao/artigo/ver/?id=12095&langid=1 
http://www.iacit.com.br/setores-de-atuacao/tic.php?tipo=rede

*Evolução dos meios de comunicação*

  • 2.
    3800 A.C. Enquantoo homem não sabia falar, do jeito como fazemos hoje, valia fazer desenhos em cavernas a partir de pigmentos de argila, hematita e carvão vegetal.
  • 3.
    3200 A.C. OsSumérios criaram alfabetos formados por figuras que representavam objetos do cotidiano. Com a sistematização desse tipo de desenhos, os fenícios também desenvolveram um modelo de escrita.
  • 4.
    3000 A.C. Surgiao sinal de fumaça, uma maneira de informar à distância. Indígenas americanos foram os primeiros a usar os sinais, que seguiam um princípio depois adotado nos telégrafos: um cobertor abafava o fogo e soltava a fumaça em intervalos regulares. por user
  • 5.
    2900 A.C. Começavaa ser usada uma das formas de se enviar dados mais resistentes ao tempo: o transporte de mensagens com pombos-correio. Os registros mais antigos datavam do Egito de Ramsés II, mas até 2002 as aves ainda eram usadas pela polícia indiana.
  • 6.
    1455 Para amídia surgir e facilitar o acesso a informação, foi necessário que Johannes Gutenberg melhorasse a impressão, que já existia havia 14 séculos na China.
  • 7.
    1837 O americanoSamuel Morse (1791-1872) criou o telégrafo. Ele queria um jeito de trocar mensagens que os governantes “não entendessem”.
  • 8.
    1893 Apareceu orádio, atribuído ao italiano Guglielmo Marconi (1874-1937).
  • 9.
    1929 O cientistarusso Vladimir Zworykin (1889-1982) nos apresentou o kinoscópio; o precursor da televisão, que evoluiu de forma magnífica para o que temos hoje.
  • 10.
    1960 Lançado pelosEUA, o primeiro satélite que refletia sinais enviados a partir da terra.
  • 11.
    Os primeiros satélitespostos em órbita foram o Sputnik I (4 out. 1957) e o Sputnik II (3 nov. 1957), lançados pelos soviéticos, e seguidos pelo Explorer I (31 jan. 1958), lançado pelos norte-americanos. Sua importância no mundo atual é extrema, e pode ser citado o fato de que, para as grandes potências, um país que domina a tecnologia de lançamento de satélites é um país já “desenvolvido”, uma vez que a maioria dos meios de comunicação utilizam os satélites como meio de propagação de suas ondas. Um exemplo é a televisão. As ondas eletromagnéticas são geradas numa estação chamada geradora, e lançadas para a órbita da terra, onde são recebidas por um satélite. Este, por sua vez, retransmite o sinal para uma segunda estação na terra, chamada receptora, muitas vezes a milhares de quilômetros de distância.
  • 12.
    1994 O governoamericano liberou a circulação da World Wide Web. Uma forma civil de troca de informações entre as redes de computadores militares.
  • 13.
    E as pesquisascientíficas foram se aprofundando cada vez mais...
  • 19.
    Quanta informação!!! Ecom que rapidez chega ao nosso alcance...
  • 20.
    E assim evoluia humanidade...
  • 21.
    Nos tornamos totalmentedependentes de alguns meios de comunicação, com a necessidade de estarmos sempre plugados em tudo, e em qualquer lugar.
  • 22.
    Faça um teste:Ande pelas ruas e repare como as pessoas estão interagindo umas com as outras. Entre em restaurantes, vá a praças, parques, shoppings e bares e comprove; poucos são os que estão conversando olho no olho ou, pior, raros sãos os que estão se comunicando por meio da fala. O motivo? Os dedos passaram a ser os grandes comunicadores e, ainda que namorado, irmã, pai ou um grande amigo esteja ao lado, eles se tornaram seres “invisíveis” para quem tem a mão os atraentes smartphones.
  • 24.
    É fácil veramigos sentados em uma mesma mesa, cada qual conectado ao seu próprio mundo virtual...
  • 25.
    As crianças jánão brincam mais como antes... Celulares, tablets, computadores e videogames portáteis, enfim, um verdadeiro mundo de equipamentos eletrônicos invadiram a vida cotidiana. Com a internet, estar online é fazer parte de um mundo virtual no qual a interação é a palavra de ordem. Quando bem dosado, o uso dos eletrônicos não traz riscos à saúde. Porém, quando a dependência dos aparatos tecnológicos já se torna evidente, é preciso ficar atento.
  • 27.
    Sabemos que ainternet nos oferece possibilidades diferentes do mundo real, como um tempo mínimo para pensarmos o que vamos responder a outra pessoa. "O virtual nos dá uma certa possibilidade de edição. Há algo ali que rompe com o real no encontro com o outro. Não existe a surpresa, o inesperado, o imediato. Com isso, esse mundo virtual fica ainda mais sedutor”. A gente precisa notar também que alguns não largam o celular por nada, em um almoço por exemplo, mas conseguem prestar atenção em tudo o que está acontecendo ali. O ser humano tem essa virtude de se adaptar a esses tempos atuais. Se você acha que está exagerando no uso das tecnologias, é recomendável procurar um psicólogo para auxiliá-lo a se relacionar melhor com as outras pessoas e com seu próprio mundo. Afinal, a vida acontece lá fora e fazer uso da fala para se comunicar ainda faz parte de uma necessidade humana.
  • 28.
    Uma geração incapazde desenvolver a introspecção é emocionalmente imatura e socialmente alienada, dizem os mais radicais. Sem pesar tanto nas tintas, não deixa de ser preocupante o comportamento de uma geração inteira que desconhece o sentido e a riqueza de, de tempos em tempos, ficar desconectado. Por outro lado, será que não é dessa geração ligada na tomada que o mundo atual precisa? Ou, transpondo as teorias de transculturação e transnacionalidade, a dupla consciência de que fala o famoso sociólogo inglês, Paul Gilroy, para a esfera da cibercultura, talvez na diversidade do mundo haja sempre espaço para os dois tipos de pessoas: os eternamente conectados e os introspectivos. Vale pensar no assunto.
  • 29.
    Conectados sim, masindelicados, indiferentes e sem respeitar a presença do outro ser humano que se sentou ao seu lado e deseja sua atenção, jamais! Por Cléo Lima
  • 30.
    Fontes: https://www.google.com.br/search?q=tecnologia+da+informação http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/06/03 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-77012002000100013 http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_importancia_da_tecnologia.php http://www.educare.pt/opiniao/artigo/ver/?id=12095&langid=1 http://www.iacit.com.br/setores-de-atuacao/tic.php?tipo=rede