O documento aborda a desigualdade social no Brasil, destacando que os 10% mais ricos possuem 46% da renda nacional, enquanto os 50% mais pobres detêm apenas 13,3%. Além disso, discute a relação entre pobreza e acesso a serviços de saúde, evidenciando que doenças negligenciadas e desigualdades educacionais impactam as populações mais vulneráveis. A agenda de saúde do Brasil para o século XXI enfrenta o desafio de lidar com a transição demográfica e epidemiológica, que inclui doenças infecciosas e crônicas em uma população em envelhecimento.