O documento descreve a evolução histórica dos estudos da linguagem, desde a gramática tradicional na Grécia Antiga até as perspectivas estruturalistas e funcionalistas do século XX. Aborda figuras-chave como William Jones, Franz Bopp, Jacob Grimm, Ferdinand de Saussure e Roman Jakobson e como suas ideias moldaram o campo. Destaca a mudança do foco histórico-comparativo para análises sincrônicas e estruturais da língua como um sistema autônomo.