O estudo analisa a constituição da subjetividade de surdos natos que têm pais ouvintes, destacando como a falta de contato com a língua de sinais impacta sua identidade e integração cultural. A pesquisa revela que os surdos, antes de se relacionarem com a comunidade surda, vivenciam um isolamento e uma alienação significativos, que se transformam em um sentido de pertencimento e alegria após o aprendizado da língua de sinais. Utilizando uma abordagem psicanalítica, o trabalho enfatiza a importância da experiência simbólica e do convívio humano para a humanização e desenvolvimento subjetivo dos surdos.