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CAP 34 - Com os recém
chegados do Umbral
OS SAMARITANOS
3
CAPÍTULO 34 - Com os recém-chegados do Umbral
•Logo começou o transporte dos doentes
para dentro dos pavilhões. Servidores
movimentavam-se apressados.
•Alguns doentes eram levados ao interior,
sob amparo forte, cheios de amor
fraternal. Também os Samaritanos
mobilizavam todas as energias no afã de
socorrer. Alguns enfermos portavam-se
com humildade e resignação; outros,
todavia, reclamavam em altas vozes.
4
A. Luiz atende uma senhora assistida:
....igualmente em serviço, notei que uma
velhota procurava descer do último
carro, com muita dificuldade.
Observando-me perto, exclamou,
espantada:
•- Tenha piedade, meu filho! Ajude-me
por amor de Deus!...
•Aproximei-me com interesse.
•- Cruzes! Credo! - continuou benzendo-
se - graças à Providência Divina, afastei-
me do purgatório...
•Ah! que malditos demônios lá me
torturavam! Que inferno! Mas os Anjos
Pela primeira vez, ouvia referências ao inferno e ao purgatório,
partidas de uma boca que me parecia calma e ajuizada. Talvez
obedecendo mais à malícia que me era peculiar, interroguei:
- Vem, assim, de tão longe?
Falando desse modo, afetei ares de profundo interesse fraternal,
como costumava fazer na Terra, olvidando por completo, naquele
instante, as sábias recomendações da mãe de Lísias.
A pobre criatura, percebendo o meu interesse, começou a
explicar-se:
- De grande distância. Fui, na Terra, meu filho, mulher de muito
bons costumes; fiz muita caridade, rezei incessantemente como
sincera devota.....Mas, quem pode com as artes de Satanás? ......c
6
O caso da senhora de escravos – Fora
proprietária rural e relatou fatos ocorridos por
sua ordem, relativo ao trato com seus escravos.
Muitos morreram no tronco, para servir de
exemplo aos demais. Mães cativas eram
separadas de seus filhos.A consciência lhe pesava, mas a periódica absolvição concedida por
padre Amâncio a acalmava. O padre lhe dizia que os africanos são os
piores entes do mundo, nascidos para servir a Deus no cativeiro. Dito
isto, ela informou ter desencarnado em maio de 1888, desconsolada ao
saber que a Princesa Isabel havia abolido a escravatura.
Sua passagem pelo Umbral
durara, portanto, mais de
cinqüenta anos. André a ajudou
e ela começou a falar,
imaginando que acabava de sair
do purgatório graças às missas
que mandou fazer antes da
7
.
Ia responder, convocando-lhe os raciocínios à
zona superior, fornecendo-lhe idéias novas de
fraternidade e fé, mas Narcisa aproximou-se e
disse-me, bondosa:
- André, meu amigo, você esqueceu que estamos
providenciando alívio a doentes e perturbados?
Que proveito lhe advém de semelhantes
informações?
Os dementes falam de maneira incessante, e quem os ouve, gastando
interesse espiritual, pode não estar menos louco. Aquelas palavras foram
ditas com tanta bondade que corei de vergonha, sem coragem de a elas
responder. Não se impressione, atendamos aos irmãos perturbados. - Mas, a
senhora é de opinião que estou nesse número? - perguntou a velhota,
melindrada. Narcisa, porém, demonstrando suas excelentes qualidades de
psicóloga, tomou expressão de fraternidade carinhosa e exclamou: - Não,
minha amiga, não digo isso; creio, porém, que deve estar muito cansada; seu
esforço purgatorial foi muito longo... - Justamente, não imagina o que tenho
sofrido, torturada pelos demônios... , mas Narcisa, atalhou: - Não comente o
8
Pontos de destaque para estudo:
1) Analisar os estados psicológicos e espirituais dos resgatados do
Umbral.
1- Perturbação espiritual em espíritos moralmente atrasados.
• Os Espíritos com inferioridade moral acreditam-se ainda vivos, podendo
esta ilusão prolongar-se por muitos anos, durante os quais eles
experimentando todas as necessidades, todos os tormentos e perplexidades
da vida.
O sofrimento dos Espíritos desencarnados é proporcional ao tipo de vida
que levaram e ao maior ou menor apego que tenham à vida material.
Durante a crise da morte, eles lutam para reter a vida corporal que lhes
foge, e esse sentimento se prolongará por muito tempo. Na erraticidade, o
Espírito não adquire, imediatamente, o saber e a virtude; antes, conserva
9
2) Noções de Céu, Purgatório, Inferno. Falsa libertação da consciência culpada.
2- para aquela mulher, que se julgava uma boa cristã, bastava tão somente,
confessar-se ao padre, para que os seus pecados fossem julgados, e ela
fosse absolvida. Que se deve entender por purgatório?
Resposta: Dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, na
Terra é que fazeis o vosso purgatório e que Deus vos obriga a expiar as
vossas faltas.(LE, Questão 1013)
O purgatório foi criado pelo catolicismo para resolver um problema
teológico: a salvação. O purgatório seria uma região onde estagiam as
almas que, embora arrependidas e “na graça de Deus”, ou seja, por se
submeterem a sacramentos religiosos (batismo, crisma, etc.), não são
suficientemente puras para elevarem-se ao Céu, nem tão ruins para
merecerem o inferno. seria a região onde teriam a chance de serem
julgados para ver se iriam para o céu ou para o inferno. Assim foi criado a
Doutrina das Indulgências que permitia às famílias promover a
11
ENTÃO, O QUE É PURGATÓRIO PARA OS ESPÍRITAS?
Então, nós espíritas, entendemos por purgatório, as dores físicas e morais: o
tempo da expiação. Tempo onde carregamos as cruzes confeccionadas por
nós ao transgredirmos as leis divinas. Quase sempre, é na Terra que
fazemos o nosso purgatório, ou seja, que expiamos (resgatamos) as nossas
faltas. Purgatório significa purgação, purificação.
O purgante é o remédio que
limpa o organismo. E as dores e
aflições é o purgante que limpa
a alma das transgressões à Lei
Divina.
Podemos dizer que, o caminho
mais rápido e seguro entre o
purgatório e o Céu, é a pratica
do Evangelho “AMA O PRÓXIMO
12
3) Orgulho de casta, de posição social x princípios cristãos.
3- O Espiritismo e a Questão Social - Deolindo Amorim
Embora se preocupe diretamente com a vida futura ou extraterrena, não
deixa o Espiritismo, todavia, de cogitar do bem-estar humano, e para tanto
discute os aspectos fundamentais das questões sociais.
Não é então omissa a doutrina nos pontos essenciais da vida encarnada.
Embora discorde de uma solução puramente científica, e ou materialista, o
espiritismo é objetivo nestas questões porque não é nas regiões etéreas e
nem pela prática das penitências, que se corrigem as distorções sociais,
mas sim aqui, neste mundo material, aperfeiçoando as instituições sociais,
buscando o equilíbrio entre a eterna luta entre capital e trabalho.
Os conflitos sociais, não podem ser resolvidos apenas por meios materiais. A
questão social existe porque há desarmonia entre o capital e o trabalho,
13
Temos aqui, neste pequeno trecho, a interpretação da luta entre o capital e
o trabalho, à luz da Doutrina Espírita:
“A questão social não tem pois, por ponto de partida a forma de tal ou qual
instituição; ela está toda no MELHORAMENTO MORAL dos indivíduos e
das massas.
Aí é que se acha o princípio, a verdadeira chave da felicidade do gênero
humano, porque então os homens não mais cogitarão de se prejudicarem
reciprocamente.”
Deolindo Amorim
14
4) Evitar conversação inútil. Ouvir os dementes, sem ser um deles.
4- Encerrando o capítulo, a advertência de Narcisa à André, de que não
valeria a pena gastar seu precioso tempo, com tentativas de doutrinação
àquela senhora, pois ela ainda acreditava em seus “valores morais” e
falaria sem parar sobre eles, querendo fazer André acreditar em seus
princípios.
A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros, o que
menos fazeis nesse mundo inferior, em que estais momentaneamente
encarnados. Há um grande mérito, acreditai, em saber calar para que outro
mais tolo possa falar: isso é também uma forma de caridade. Saber fazer-se
de surdo, quando uma palavra irônica escapa de uma boca habituada a
caçoar; não ver o sorriso desdenhoso com que vos recebem pessoas que,
muitas vezes erradamente, se julgam superiores a vós, quando na vida
espírita, a única verdadeira, está às vezes muito abaixo: eis um
merecimento que não é de humildade, mas de caridade, pois não se
15
O texto apresenta dois pontos para reflexão. O primeiro ponto é a ideia que
alguém possa ser melhor ou inferior a outro devido à cor da pele, da
religião ou da situação financeira/social. Quem é cristão não pode aceitar
esta ideia, ela é contra a lei do amor de Deus. Quem é espírita sabe que o
corpo físico é temporário e, portanto, não temos cor ou posição social
eternas. Em uma encarnação podemos ser do sexo feminino e negra, na
outra encarnação podemos nascer em um corpo masculino e branco.
O segundo ponto de reflexão do texto é a religião. Neste caso, somente o culto
externo foi observado. A irmã seguiu todas as formalidades que a religião lhe
exigia, mas isto não significou que ela se tornou uma pessoa melhor. Ela
provavelmente foi uma boa católica, mas não foi uma boa cristã.
E nós espíritas? Qual será a nossa situação quando chegar a nossa hora
de prestar contas?
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e
pelos esforços que faz para domar suas más inclinações". Allan Kardec
PEDINDO PERDÃO
Enquanto os apetrechos da excursão e os
animais de serviço eram recolhidos, uma
voz carinhosa se fez ouvir. “- André! você
aqui, que surpresa.”
CAPÍTULO 35 - Encontro singular
No capítulo anterior, André estava
observando os “recém chegados do
Umbral” trazidos e atendidos pelos
Samaritanos, Narcisa, Salustiano... E André
acaba caindo nas tramas da curiosidade e
se compraz na conversa de um Espírito em
profundo sofrimento e perturbação.
CAP. 35 - Encontro singular
Guardavam-se petrechos da excursão e recolhiam-se os animais de serviço,
quando a voz de alguém se fez ouvir carinhosamente, ao meu lado:
_André? Você aqui? Muito bem! Que agradável surpresa!...
A condição Superior da Família de André
Voltei-me surpreendido e reconheci, no Samaritano que assim falava, o
velho Silveira, pessoa de meu conhecimento, a quem meu pai, como
negociante inflexível, despojara, um dia, de todos os bens.
18
O caso Silveira – Era Silveira, pessoa que André conhecera na
Terra e a quem seu pai, como negociante inflexível, despojara um
dia de todos os bens. Envergonhado com a situação, André
lembrava-se perfeitamente do dia em que a mulher de Silveira foi à
sua casa pedir moratória para a dívida do marido. Silveira estava
acamado havia muito tempo e dois filhos encontravam-se doentes.
Na ocasião, André também encorajara seu pai a consumar o iníquo
atentado; considerava sua mãe excessivamente sentimentalista e
induzira o pai prosseguir na ação, até ao fim.
Apesar da intercessão de sua mãe, o pai de André fora inflexível.
Levados à penúria, os Silveiras procuraram recanto humilde do
interior e nunca mais se ouviu falar deles.
19
– Constrangido, não sabe o que dizer, e se
afasta. Quis falar, mas sentia-se culpado
também, por ter ficado ao lado do pai, na
pendenga, bem ao contrário de sua mãe que
lutou para que o marido relevasse a dívida.
Mas, incentivado por Narcisa, AL encheu-se de
coragem, voltou e abraçou o antigo desafeto
com um pedido de perdão pelos erros que o pai
e ele haviam cometido e pede-lhe desculpas
sinceras.
Silveira explicou, com humildade, que a perda das possibilidades
materiais fora útil no tocante ao progresso espiritual de sua família.
Com os novos conhecimentos obtidos na colônia espiritual, ele não
mais encarava os adversários como inimigos, mas sim como
benfeitores
Silveira diz-lhe que o pai foi seu verdadeiro instrutor, pois ensinou-lhe
os valores do espírito, comentando que ninguém está isento de faltas
e reconhecendo nos adversários, não propriamente inimigos, mas
20
(Narcisa) ...Já tive a felicidade de
encontrar por aqui o maior número
das pessoas que ofendi no mundo.
Sei, hoje, que isso é uma bênção do
Senhor, que nos renova a
oportunidade de restabelecer a
simpatia interrompida, recompondo
os elos quebrados da corrente
espiritual.Não tema insucessos. Toda vez que oferecemos raciocínio e
sentimento ao bem, Jesus nos concede quanto se faça necessário ao
êxito. Tome a iniciativa. Empreender ações dignas, quaisquer que
sejam, representa honra legítima para a alma.
Renovamos, aqui, todos os velhos conceitos da vida humana. Nossos
adversários não são propriamente inimigos e, sim, benfeitores.
☼ Exatamente como numa grande cidade, onde os homens de
todas as categorias e condições se vêem e se reencontram sem se
confundirem;
278.Os espíritos das diferentes ordens se reúnem por afinidade
formando grupos ou famílias.
☼ ...onde as sociedades se formam por semelhanças de
gostos; onde o vício e a virtude convivem cada um à sua
maneira.
285. Os espíritos se reconhecem perfeitamente após a morte.
285.a) Os espíritos se reconhecem também, pela lembrança de
vidas pretéritas
293. Apenas os espíritos imperfeitos conservam o ressentimento que
tiveram entre si na Terra.
Orgulho e Vaidade: AL... nós estávamos cegos. Em tal estado, nada
conseguíamos vislumbrar, senão o interesse próprio. Quando o dinheiro se
alia à vaidade dificilmente pode o homem afastar-se do mau caminho.
Intransigência: AL... levando-o ao extremo de uma falência desastrosa.
Meu genitor manteve-se irredutível. Não podia, afirmava, quebrar as
normas e precedentes do seu estabelecimento comercial.
Humilhação: AL...A pobrezinha chorava, levando o lenço aos olhos. Pedia
mora, implorava concessões justas. Humilhava-se, dirigindo olhares doridos
como a rogar entendimento e socorro...
Constrangimento: Narcisa: Não tema insucessos. Toda vez que oferecemos
raciocínio e sentimento ao bem, Jesus nos concede quanto se faça
necessário ao êxito. Tome a iniciativa. Empreender ações dignas, quaisquer
que sejam, representa honra legítima para a alma.
Reconciliação: Narcisa: Empreender ações dignas, quaisquer que sejam,
APONTAMENTOS PARA REFLEXÃO
Perdão: AL....Corri ao encontro de Silveira e falei-lhe abertamente, rogando
perdoasse a meu pai, e a mim, as ofensas e os erros cometidos.
Reconhecimento dos próprios erros: Silveira: Renovamos, aqui, todos os
velhos conceitos da vida humana. Nossos adversários não são
propriamente inimigos e, sim, benfeitores.
Humildade: AL... Derrotados na luta, os Silveiras haviam procurado recanto
humilde no Interior, amargando o desastre financeiro em extrema penúria.
Nunca mais tivera noticias daquela família, que, certo, nos devia odiar.
Silveira: - Ora, André, quem haverá isento de faltas? Acaso, poderia você
acreditar que vivi isento de erros? Além disso, seu pai foi meu verdadeiro
instrutor. Devemos-lhe, meus filhos e eu, abençoadas lições de esforço
pessoal. Sem aquela atitude enérgica que nos subtraiu as possibilidades
materiais, que seria de nós no tocante ao progresso do espírito? Não se
entregue a lembranças tristes. Trabalhemos com o Senhor, reconhecendo o
infinito da vida. E fixando, emocionado, os meus olhos úmidos, afagou-me
paternalmente e rematou: - Não perca tempo com isso. Breve, quero ter a
Cap. 36 O sonho:
VISITA MATERNA
AL, logo dormiu e
sentiu uma sensação
de leveza e parecia
seguir num pequeno
barco em direção a
regiões
desconhecidas.
Prosseguiram os serviços... Enfermos exigindo cuidado, perturbados
reclamando dedicação; ao cair da noite, já me sentia integrado no mecanismo
dos passes, aplicando-os aos necessitados de toda sorte.
Pela manhã, regressou Tobias e, mais por generosidade que por outro
motivo, estimulou-me com palavras animadoras. Ensaiava palavras de
reconhecimento, quando a senhora Laura e Lísias chegaram e me abraçaram.
- Sentimo-nos profundamente
satisfeitos - disse a generosa senhora,
sorrindo -, acompanhei-o em espírito,
durante a noite, e sua estréia no
trabalho é motivo de justa alegria em
nosso círculo doméstico. Disputei a
satisfação de levar a notícia ao
Ministro Clarêncio, que me
recomendou cumprimentasse a você
Cap. 36 O sonho
Tobias pós à disposição um apartamento de
repouso e aconselhou-me algum descanso. De
fato, sentia grande necessidade do sono.
Recolhido ao quarto confortável e espaçoso, orei
ao Senhor da Vida agradecendo-lhe a bênção de
ter sido útil.
A "proveitosa fadiga" dos que cumprem o dever
não me deu ensejo a qualquer vigília
desagradável. Daí a instantes, sensações de
leveza invadiram-me a alma toda e tive a
impressão de ser arrebatado em pequenino
barco, rumando a regiões desconhecidas.André tinha, enquanto conversava com a mãe, perfeita consciência
de que havia deixado o veículo inferior – o corpo espiritual – no
apartamento. Essa curiosa emancipação espiritual só é explicável
pela admissão da existência do corpo mental, o envoltório sutil da
mente, descrito por André na primeira parte, cap. II, do livro
Para onde me dirigia? Impossível responder.
A meu lado, um homem silencioso sustinha o
leme. E qual criança que não pode enumerar
nem definir as belezas do caminho, deixava-me
conduzir sem exclamações de qualquer
natureza, extasiado embora com as
magnificências da paisagem.
Parecia-me que a embarcação seguia célere,
não obstante os movimentos de ascensão.
Decorridos minutos, vi-me à
frente de um porto
maravilhoso, onde alguém me
chamou com especial carinho:
- André!... André!...
Desembarquei com
precipitação verdadeiramente
infantil. Reconheceria aquela
Num momento, abraçava minha mãe em
transbordamentos de júbilo.
Fui conduzido, então, por ela, a prodigioso
bosque, onde as flores eram dotadas de
singular propriedade – a de reter a luz,
revelando a festa permanente do perfume e
da cor. Tapetes dourados e luminosos
estendiam-se, dessa maneira, sob as grandes
árvores sussurrantes ao vento. Minhas
impressões de felicidade e paz eram
inexcedíveis.
O sonho não era propriamente qual se verifica
na Terra. Eu sabia, perfeitamente, que deixara
o veículo inferior (perispírito)no apartamento
em "Nosso Lar", e tinha absoluta consciência
daquela movimentação em plano diverso.
Minhas noções de espaço e tempo eram
exatas. A riqueza de emoções, por sua vez,
30
Entre outras coisas disse-lhe a
mãe: “- Acompanho os teus
esforços em Nosso Lar, e
sempre que puder mantenha-
se em serviço. E mesmo
remunerado pelo bônus-hora,
saiba que há uma
correspondência direta entre o
conteúdo espiritual da hora do
servidor e as Leis Naturais”.E continuou: “- É por isso que as Leis Divinas concedem sabedoria
ao que gasta tempo em aprender e dá mais vida e mais alegria aos
que sabem renunciar no trabalho ao semelhante.”
Qual menino que adormece após a lição, AL perdeu a consciência
de si mesmo e despertou mais tarde nas Câmaras de Retificação,
31
Muito roguei a Jesus me permitisse a sublime satisfação de ter-te a
meu lado, no teu primeiro dia de serviço útil. Como vês, o trabalho é
tônico divino para o coração.
É indispensável converter toda a oportunidade da vida em motivo de
atenção a Deus. Nos círculos inferiores, o prato de sopa ao faminto, o
bálsamo ao leproso, o gesto de amor ao desiludido são serviços dignos
que nunca ficarão deslembrados na Casa de Nosso Pai; aqui,
igualmente, o olhar de compreensão ao culpado, a promessa
evangélica aos que vivem no desespero, a esperança ao aflito
constituem bênçãos de trabalho espiritual, que o Senhor observa e
registra a nosso favor.
O Evangelho de Jesus lembra-nos que há maior alegria em dar que em
receber. Aprendamos a concretizar semelhante princípio, no esforço
APONTAMENTOS: FRASES DITAS PELA MÃE DE ANDRÉ LUIZ
32
A prática do bem exterior é um ensinamento e um apelo, para que
cheguemos à prática do bem interior. Jesus deu mais de si para o
engrandecimento dos homens que todos os milionários da Terra
congregados no serviço, sublime embora, da caridade material.
Trabalha, meu filho, fazendo o bem. Em todas as nossas colônias
espirituais, como nas esferas do globo, vivem almas inquietas,
ansiosas de novidades e distração. Sempre que possas, porém, olvida
o entretenimento e busca o serviço útil.
O bônus-hora representa a possibilidade de receber alguma coisa de
nossos irmãos em luta, ou de remunerar alguém que se encontre em
nossas realizações; mas o critério quanto ao valor da hora pertence
exclusivamente a Deus.
Tabelas, quadros, pagamentos são modalidades de
experimentação dos administradores, a que o Senhor concedeu
a oportunidade de cooperar nas Obras Divinas da Vida, assim
33
Toda compensação exterior afeta a personalidade em experiência;
mas todo valor de tempo interessa à personalidade eterna, aquela
que permanecerá sempre em nossos círculos de vida, em marcha
para a glória de Deus. É por essa razão que o Altíssimo concede
sabedoria ao que gasta tempo em aprender e dá mais vida e mais
alegria aos que sabem renunciar!...
DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA
Emancipar > Tornar(-se) independente; libertar(-se)
em Espiritismo “desprendimento do Espírito encarnado”.
1 - O sono e os sonhos.
2 - Visitas espíritas entre pessoas: ENCARNADAS OU DESENCARNADAS
André, em sonho , enquanto
conversava com a mãe, tinha
perfeita consciência de que
havia deixado o veículo inferior
– o corpo espiritual – no
apartamento e que estava em
outro nível de realidade (outra
dimensão espiritual).
Plano Material Plano
Espiritual
24 bilhões de
desencarnados
Da existência do Mundo Espiritual
6 bilhões de
encarnados
Por este capítulo refletimos que se os desencarnados dormem e
sonham, deixando o perispírito no leito, provavelmente com o corpo
mental, “envoltório sutil da mente”, aludido pelo próprio A. Luiz em
1958, na p. 25, Cap II, 11ª Ed., do Livro “Evolução em Dois Mundos”,
Emancipação da Alma
Durante o sono, a
alma repousa
como o corpo?
LE - Questão 401
Objetivo: Entender o processo do desdobramento
natural e ou provocado como grande recurso de
renovação moral e auxilio aos trabalhos da Casa
Espírita.
407. O sono completo é necessário para a emancipação do Espírito?
– Não; o Espírito recobra sua liberdade quando os
sentidos se entorpecem. Ele se aproveita, para se emancipar, de
todos os momentos de repouso que o corpo lhe concede. Desde
que haja debilidade das forças vitais, o Espírito se desprende, e
quanto mais fraco estiver o corpo, mais livre ele estará.
Nota: É assim que a sonolência, ou um simples entorpecimento dos
sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sono.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS
DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA
capítulo 8
Enquanto o corpo recupera os
elementos que perdeu por efeito da
atividade da vigília, o Espírito vai
retemperar-se entre os outros
Espíritos.
Colhe, no que vê, no que ouve e
nos conselhos que lhe dão, idéias que,
ao despertar, lhe surgem em estado de
Atividade do Espírito durante o sono
ESE: Cap. 28, item 38
Atividade do Espírito durante o sono
Os Espíritos mais imperfeitos, em
vez de procurar a companhia de
Espíritos bons, buscam a de seus iguais.
Vão, enquanto dormem em busca
de emoções talvez até menos dignas
das que alimentam quando em vigília.
Assim, por questões de afinidade,
entram em contato com outros Espíritos
Atividade do Espírito durante o sono
Os Espíritos mais evoluídos, vão
para junto dos seres que lhes são
superiores.
Com estes viajam, conversam, se
instruem e trabalham.
Aproveitam essa liberdade
provisória para estudar, para em
contato com os Espíritos superiores,
• Perceber a vida na outra
dimensão;
Objetivos do intercâmbio com o invisível
 Buscar orientação;
 Estímulo para viver.
 Consolo para as nossas
lutas;
Porque não lembramos
Durante o sono, o Espírito liberto
age e sua memória perispiritual
registra os fatos sem que estes
cheguem ao cérebro físico; tudo é
percebido diretamente pelo Espírito;
excepcionalmente, as percepções da
alma poderão repercutir no cérebro
físico.
“O sono liberta
parcialmente a alma do
corpo. Quando o homem
dorme, momentaneamente
se encontra no estado em
que estará
permanentemente após a
morte.(...).”
DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA
Emancipar > Tornar(-se) independente; libertar(-se).
CICLOS DO SONO
mas
R
E
S
T
R
I
Ç
Ã
O
D
O
S
O
N
O
Durante o sono, ocorrem cinco estágios distintos. Quatro classificados
de Não-REM (NREM) e um de REM.
Podem ser caracterizados de acordo com a atividade elétrica cortical
de cada um.
Passa-se da fase 1 para a 2 e desta, para a 3 e 4. Permanece-se
neste estágio por algum tempo, até haver um retrocesso chegando
novamente a fase 1 e desta, para a REM. Concluída esta fase, repete-se
todo o processo.
A cada novo estágio, há um aprofundamento maior do sono sendo que
o estágio REM possui características diferenciadas.
O SONO - A FASE REM (Rapid Eye Movement)
- É um estágio de consolidação e armazenamento de informações diurnas;
é provavelmente neste estágio do sono que o cérebro organiza as
informações assimiladas durante o dia.
- Seria, também nesta fase, que o cérebro estaria eliminando conteúdos
inúteis da memória para liberar espaço de processamento e lidar de forma
mais eficaz com as informações mais importantes.
- Até os 12 anos de idade, há uma maior incidência do sono REM em
relação ao total geral de horas dormidas, indicando que neste estágio do
sono, há um envolvimento no desenvolvimento cerebral e
estabelecimento de conexões sinápticas.
OBS.: Seria esta fase, o momento em que a alma (espírito
reencarnado) vivencia com maior intensidade suas experiências e
lembranças espirituais, distante ou não do corpo material mais denso
de que se utiliza e que, devido a esta intensidade, e pelo laço fluídico
que os une, se torna necessário que o cérebro físico esteja
relativamente mais ativo para receber, aprender e apreender essas
O SONO - ALGUMAS FUNÇÕES DO SONO REM
O LIVRO DOS ESPÍRITOS DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA capítulo 8
409. Muitas vezes, num estado que ainda não é a sonolência,
quando temos os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras
das quais observamos os mais minuciosos detalhes; é um efeito de
visão ou de imaginação?
– O corpo, estando entorpecido, faz com que o Espírito
procure libertar-se de suas amarras. Ele se transporta e vê. Se
o sono fosse completo, seria um sonho.
412. A atividade do Espírito durante o repouso ou o sono do corpo
pode fazer com que o corpo sinta cansaço?
– Sim, pode. O Espírito está preso ao corpo, assim como
um balão cativo a um poste. Da mesma forma que as agitações
do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o
Cinco Questões Prévias
1 - São os sonhos o espelho fiel de uma realidade a que ainda não temos
acesso?
2 - De que tem valido ao homem a tentativa de interpretá-los sem levar em
conta suas verdadeiras dimensões e alcances?
3 - Que ocorre à margem de nossos sentidos e de nossa consciência do que
diariamente nos acontece?
4 - Quem maneja durante o sono nossas faculdades mentais, produzindo
e reproduzindo vivências, fazendo-nos experimentar sensações tão reais
como as da vigília, ou causando à nossa sensibilidade não poucos
sobressaltos?
5 - Como registrar conscientemente essas vivências ou atuações no plano
metafísico, enquanto nossos sentidos cessam suas funções e perdemos
conexão com a realidade que nos circunda?
À verdade somente se chega por meio de conhecimentos que dissipem
1. das interferências das preocupações do estado de vigília;
2. dos desejos do estado de vigília;
3. das disposições orgânicas;
4. das lembranças de vidas passadas;
5. das atividades do espírito durante o sono;
6. das intuições quanto ao futuro.
Pode-se afirmar que, na visão
espírita, trazida por Allan
Kardec, nos primórdios do
Espiritismo, os sonhos são
conseqüências:
ESTUDANDO A MEDIUNIDADE - O SONHO - Martins Peralva
CLASSIFICAÇÃO DOS SONHOS
Espíritas: A alma, desprendida do corpo, exerce atividade real e afetiva,
facultando meios de encontrar-se com parentes, amigos, instrutores e,
também, com os inimigos, desta e de outras vidas.
O Espírito, por influxo magnético, parte para os locais de sua
preferência. O viciado procurará os outros. O religioso buscará um
templo. O sacerdote do Bem irá ao encontro do sofrimento e da lágrima,
Comuns: Desligando-se parcialmente do corpo, o Espírito se vê envolvido
e dominado pela onda de imagens e pensamentos, seus e do mundo
exterior, uma vez que vivemos num misterioso turbilhão das mais
desencontradas ideias.
Reflexivos: A alma, abandonando o corpo físico, registra as impressões e
imagens arquivadas no subconsciente e plasmadas na organização
perispiritual. Tal registro é possível de ser feito em virtude da modificação
vibratória, que põe o Espírito em relação com fatos e paisagens remotos,
desta e de outras existências.
(...) a atividade em desdobramento, durante as horas do sono, é mais
intensa e extensa do que o curto período de uma hora ou duas, em
que se desenvolve a tarefa mediúnica propriamente dita.“
“ O planejamento e o preparo das sessões é todo feito no mundo
espiritual, sob a direção de competentes e dedicados servidores do
Cristo.”
“ Para isto, recomenda-se que, na prece que precede o sono, coloquemo-
nos à disposição dos nossos amigos espirituais para as humildes
tarefas que estiverem ao nosso alcance realizar junto deles, e peçamos a
proteção divina para toda a atividade a desenrolar-se além das fronteiras
da matéria bruta.”
Diálogo com as sombras - 4º parte - cap.38
- “Quando encarnados, na Crosta, não
temos bastante consciência dos serviços
realizados durante o sono físico; contudo, esses
trabalhos são inexprimíveis e imensos. (...)
Infelizmente, porém, a maioria se vale,
inconscientemente, do repouso noturno para sair
à caça de emoções frívolas ou menos dignas.
Relaxam-se as defesas próprias, e certos
impulsos, longamente sopitados durante a
vigília, extravasam em todas as direções, por
MISSIONÁRIOS DA LUZ - NO PLANO DOS SONHOS - André Luiz por Chico Xavier
- “Contamos, em nosso centro de estudos, com número superior a
trezentos associados; no entanto, apenas trinta e dois conseguem romper
as teias inferiores das mais baixas sensações fisiológicas, para assimilarem
nossas lições. E noites se verificam em que mesmo alguns desses quebram
os compromissos assumidos, atendendo a seduções comuns, reduzindo-se
ainda mais a frequência geral”.
(Instrutor Alexandre)
Desdobrando-se no sono vulgar, a criatura segue o rumo da própria
concentração, procurando, automaticamente, fora do corpo de carne, os
objetivos que se casam com os seus interesses evidentes ou escusos.
MECANISMOS DA MEDIUNIDADE – DESDOBRAMENTO - André Luiz
Dormindo o corpo denso, continua vigilante a onda mental de cada um –
presidindo ao sono ativo, quando registra no cérebro dormente as impressões
do Espírito desligado das células físicas, e ao sono passivo, quando a mente,
nessa condição, se desinteressa, de todo, da esfera carnal.
Nessa posição, sintoniza-se com as oscilações de companheiros
desencarnados ou não, com as quais se harmonize, trazendo para a vigília no
carro de matéria densa, em forma de inspiração, os resultados do intercâmbio
que levou a efeito, porquanto raramente consegue conscientizar as
O homem do campo, no repouso físico, supera os fenômenos hipnagógicos
e volta à gleba que semeou, contemplando aí, em Espírito, a plantação que lhe
recolhe o carinho; o artista regressa à obra a que se consagra, mentalizando-
lhe o aprimoramento; o espírito maternal se aconchega ao pé dos filhinhos que
a vida lhe confia, e o delinquente retorna ao lugar onde se encarcera a dor do
seu arrependimento.
Como um terço da vida física é dedicado ao sono, imenso
patrimônio logrará quem converta esse tempo ou parte dele no
investimento do progresso, em favor da libertação que lhe credenciará,
para uma existência plena, um futuro ditoso.
Se alguém diz como e o que sonha, é fácil explicar-lhe como
vive nas suas horas diárias.
Dorme-se, portanto, como se vive, sendo-lhe os sonhos o
retrato emocional da sua vida moral e espiritual.
Temas da Vida e da Morte - Manoel P. de Miranda por Divaldo P. Franco
PREPARAÇÃO PARA UM BOM SONO:
MENTAL: leituras, conversas, filmes, atividades comedidas,
não desgastantes;
ORGÂNICO: refeições leves, higiene, silêncio, etc.
ESPIRITUAL: leitura edificante, meditação, serenidade, perdão,
prece; (Mediunidade, Therezinha Oliveira)
- Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, mesmo nos fins de
semana;
- Garanta um ambiente apropriado para o sono: quarto escuro, sem barulho,
colchão adequado, temperatura agradável;
- Pratique atividades físicas regulares durante o dia;
- Evite refeições pesadas próximo do horário de dormir;
- Evite a ingestão excessiva de café e cafeinados (chás, colas, chocolates,
etc) durante o dia e, especialmente, à noite;
- Evite o consumo excessivo de nicotina;
- Evite fazer exercícios físicos vigorosos à noite;
- Evite cochilos, especialmente se prolongados, durante o dia;
O SONO E OS SONHOS
Mais que uma faculdade, sonhar é o poder que tem o
espírito de usar a mente e demais recursos psicológicos que
o ente físico lhe oferece enquanto dorme e assisti-lo em sua
evolução.
Os sonhos são, pois, resultados da intervenção direta do
espírito individual, produzida enquanto o ser dorme. Ao se
tornarem conscientes, evidenciam o que o homem pode
alcançar na vigília, enquanto
procura estabelecer o enlace de seu espírito com sua
consciência.
Repetimos: quando o ser físico dorme, é seu espírito quem
O SONO E OS SONHOS
Os sonhos podem ser lúcidos ou confusos. Quando a
faculdade de sonhar se conecta à consciência, mesmo
circunstancialmente, os sonhos são lúcidos; ocorrendo o
contrário, tornam-se confusos, pois a memória, alheia
nestes casos às funções da faculdade de sonhar, não pode
reter claramente o que foi sonhado, ao voltar o ser a seu
estado de vigília.
A imaginação costuma suprir, então, com ele mentos
estranhos ao sonho, a imperfeição da imagem conservada,
alterando ainda mais seu aspecto.
Em outras ocasiões, tem-se, ao despertar, a sensação de
haver sofrido um horrível e inquietante pesadelo, sem que
Como pode o homem ser espectador consciente de seus sonhos?
Para isso, o homem deve realizar o
processo de evolução consciente,
porque a consciência não pode atuar
nos sonhos se não está previamente
adestrada e munida de
conhecimentos essenciais que a
habilitem para cumprir essa função.
Honesta e sensatamente, não se pode conceber que o ser humano
busque tão-só por curiosidade, ou por simples especulação,
conhecer semelhante faculdade. Aos que, de posse dela, jamais o
usariam com fins mesquinhos, dos quais não está isenta a vaidade
pessoal. Os conhecimentos adquiridos por meio da evolução
consciente implicam uma responsabilidade impossível de evitar; o
caráter insubornável da consciência impediria isso.
Joaana de Ângelis – Autodescobrimento, Lição 24; Subconsciente e sonhos:
...pode-se programar os sonhos que se deseja ter, assim como evitar aqueles
que se fazem apavorantes – os pesadelos. A questão reside nos
pensamentos cultivados, armazenados nos depósitos do subconsciente, e
que assumem o controle através de pensamentos e ações conscientes.
O subconsciente não tem os recursos da crítica e do discernimento, sendo
estático, isto é: possui a faculdade de guardar todo o material que se dirige
ao inconsciente; não seleciona o que arquiva, que no entanto aí permanece e
pode assomar à consciência ou direcionar-se aos registros profundos da
inconsciência.
O subconsciente aceita qualquer tipo de mensagem, sem reflexão, sem
análise de qualidade. Conforme se pensa acumulam-se as memórias, o que
permite a sua reprogramação.
Joaana de Ângelis – Autodescobrimento, Lição 24; Subconsciente e sonhos:
...Estabelecendo-se um programa de sonhos bons, será possível dar
ordens ao subconsciente, ao mesmo tempo racionalizando o material
perturbador nele depositado.
Antes de dormir, cumpre sejam fixadas as idéias agradáveis e
positivas, visualizando aquilo com que se deseja sonhar, certamente
para tirar proveito útil no processo de crescimento interior, de
progresso cultural, intelectual, moral e espiritual.
Será uma conquista ideal o momento a partir do qual o indivíduo esteja
consciente da sua realidade, pensando e agindo de forma lúcida, sem
os bloqueios das ilusões, os véus dos medos, as sombras das
frustrações que escondem essa realidade.
“Todo desejo fortemente acionado libera do subconsciente as cargas
arquivadas, que retornam ao campo da consciência como sonhos,
recordações, memórias...”. Os sonhos são, portanto, também a
realização de desejos conscientes e inconscientes. “Jung”
O texto coloca que os sonhos podem ser programados tanto quanto
extintos quando no formato de pesadelos, bastando que,
conscientemente se deseje sonhar com algo de agradável e positivo.
Pode-se afirmar que a tese defendida no Espiritismo, por Allan Kardec e
após ele, compreende a visão psicológica a respeito dos sonhos. Os
textos citados nos levam à percepção de que a visão espírita atual
compreende a visão psicológica, adicionando a ótica do espírito. Essa
visão permite a análise objetiva, subjetiva e espiritual. Não observamos
conflito de opinião, mas acréscimo de visão. Tanto de um lado como de
outro, se é que existe antagonismo, as posições são corretas e
Antes de dormir deve-se aquietar sua mente, para que a faculdade de
sonhar atue sem travas; sabe também colocar-se no estado mais inefável,
para que nada perturbe o labor que será desenvolvido
por essa faculdade, com a qual trata de familiarizar-se.
Terá conseguido reunir, em resumo, um conjunto de recursos úteis, que lhe
permitirão não apenas oferecer seu concurso à faculdade de sonhar, como
também confiar no poder realizador dela, enquanto espera que ela dê
resposta ao íntimo chamado que, sem dúvida, fará resplandecer na sua
inteligência, sendo que, uma agilização maior das faculdades de nossa
mente que aumenta nossa eficiência nas atuações que desenvolvemos
durante a vigília, também há de favorecer o melhor desempenho de tais
faculdades durante o sonho.
Na medida do exercício para o processo da evolução consciente os
sonhos se tornam mais claros, mais tranqüilos, mais reais,
Como pode o homem ser espectador consciente de seus sonhos?
Esta faculdade subjetiva se acentuará, em cada fase do mencionado
processo, as possibilidades de penetração do próprio entendimento.
Só assim poderá incorporar-se à nossa herança consciente o fruto
irreversível do saber conquistado, sendo esse saber precisamente o que
forja as bases de nosso destino.
Alcançar o manejo consciente da faculdade de sonhar implica haver
alcançado um dos maiores triunfos evolutivos reservados ao homem: a
integração do ser psicofísico com seu espírito.
Os sonhos refletem o passado, o presente e o futuro, bem como
situações atemporais. Tempo e espaço são relativizados nos sonhos
assim como a noção de causalidade. Não se pode querer que os
sonhos apresentem a mesma seqüência cronológica de eventos
como na consciência.
Todo sonho tem uma mensagem que, quando não entendida pelo ego do
sonhador, se repetirá até que o processo de crescimento tenha atingido
seu real objetivo. Essa mensagem é que tem sido objeto de busca e
compreensão.
Pensar sobre os sonhos, anotá-los, tentar interpretá-los, ou dar-lhes
qualquer atenção, disparará um mecanismo psíquico que produzirá novos
sonhos criados pelo fato de lhes atribuirmos algum valor. Isso nos leva a
entender que há sonhos que são criados pela observação que fazemos
deles.
Nos sonhos lúcidos, o sonhador tem consciência de que está dormindo e
de que sua consciência naquele momento lhe afirma estar sonhando, são
sonhos de emancipação do espírito, se apresentam muito nítidos e se
referem a aspectos da vida consciente fora do corpo. São mais que sonhos.
São situações revividas para serem refletidas pelo ego vígil, de forma
PSICOLOGIA DOS SONHOS
O que é psicologia?
Deveria ser: psicologia é o estudo dos princípios, leis e fatos relativos à
evolução possível do homem; AQUELA que estuda o homem não do ponto
de vista do que parece ser, mas do ponto de vista do que ele pode chegar a
ser, ou seja, do ponto de vista de sua evolução possível. Portanto a
psicologia a que nos refirimos é muito diferente do que possam conhecer
por esse nome.
Nossa idéia fundamental é a de que o homem, tal qual o conhecemos, não
é um ser acabado. A natureza o desenvolve até certo ponto e logo o
abandona, deixando-o prosseguir em seu desenvolvimento por seus
próprios esforços e sua própria iniciativa, ou viver e morrer tal como
nasceu, ou, ainda, degenerar e perder a capacidade de desenvolvimento.
A evolução do homem significará o desenvolvimento de certas qualidades e
características interiores que habitualmente permanecem embrionárias e
A idéia essencial é que, para tornar-se um ser diferente, o homem deve
desejá-lo intensamente e por muito tempo. Um desejo passageiro ou vago,
nascido de uma insatisfação no que diz respeito às condições exteriores, não
criará um impulso suficiente. A evolução do homem depende de sua
compreensão do que pode adquirir e do que deve dar para isso.
Para compreender isso melhor, para saber que faculdades novas, que
poderes insuspeitados pode o homem adquirir e quais são aqueles que
imagina possuir, devemos partir da idéia geral que o homem tem de si
mesmo. E encontramo-nos, de imediato, ante um fato importante.
O homem não se conhece. Está cheio de idéias falsas sobre si mesmo. Não
conhece nem os próprios limites, nem suas possibilidades. Não conhece
sequer até que ponto não se conhece. Jesus já havia dito: “Conhecereis a
verdade e a verdade os libertará”
PSICOLOGIA DOS SONHOS
O homem deve saber que ele não é um, mas múltiplo.
Não tem um Eu único, permanente e imutável. Muda
continuamente. Num momento é uma pessoa, no
momento seguinte outra, pouco depois uma terceira e
sempre assim, quase indefinidamente.
PSICOLOGIA DOS SONHOS
EU EU EU EU EU
EU EU EU EU EU
EU EU EU EU EU
EU EU EU EU EU
EU EU EU EU EU
O que cria no homem a ilusão da própria unidade ou da própria
integralidade é, por um lado, a sensação que ele tem de seu corpo físico;
por outro, seu nome, que em geral não muda e, por último, certo
número de hábitos mecânicos implantados nele pela educação ou
adquiridos por imitação. Tendo sempre as mesmas sensações físicas,
ouvindo sempre ser chamado pelo mesmo nome e, encontrando em si
hábitos e inclinações que sempre conheceu, imagina permanecer o
mesmo.
Cada pensamento, cada sentimento, cada sensação, cada desejo, cada “eu
gosto” ou “eu não gosto”, é um “eu”. Esses eus” não estão ligados entre si,
O que se deve entender por “desenvolvimento”? Em outras palavras, qual
é a espécie de mudança possível ao homem?
O desenvolvimento não pode se basear na mentira a si mesmo, nem no
enganar-se a si mesmo. O homem deve saber o que é seu e o que não é
seu. Deve dar-se conta de que não possui as qualidades que se atribui: a
capacidade de fazer, a individualidade ou a unidade, o Ego permanente,
bem como a consciência e a vontade. E é necessário que o homem saiba
disso, pois enquanto imaginar possuir essas qualidades, não fará os
esforços necessários para adquiri-las, da mesma maneira que um homem
não comprará objetos preciosos, se acreditar que já os possui.
Surge então outra questão: é possível adquirir o domínio de consciência,
evocá-los mais freqüentemente, mantê-los por mais tempo ou, até,
torná-los permanentes? Em outros termos, é possível tornar-se
consciente? Esse é o ponto essencial e é preciso compreender. Por meio
PSICOLOGIA DOS SONHOS
Esse estudo deve começar pelo exame dos obstáculos à consciência em nós mesmos,
porquanto a consciência só pode começar a crescer quando pelo menos alguns desses
obstáculos forem afastados.
Capítulo 37
A Preleção da Ministra Veneranda
Capítulo 37- A Prelecao da Ministra
O Contato de sua mãe e sua observações sobre a
pratica do bem (em sonho) , encheram o espirito
de André de conforto.
Conversara com Tobias sobre o bônus hora que sua
mãe mencionava. Ele explicou que cabia aos
administradores contar o tempo de serviços,
porém quanto ao valor essencial do
aproveitamento justo, só mesmo as Forcas Divinas
podem determinar com exatidão. Haviam
trabalhadores que depois de 40 anos de atividade
especial, dela se retiram como da primeira hora,
provando que gastaram tempo sem empregar
dedicação espiritual.
Capítulo 37- A Prelecao da Ministra
Acertara com Tobias a permissão para assistir a
conferencia da Ministra Veneranda. Mais de
1000 pessoas estavam no lindo salão.
Eles estavam como ouvintes, mais para frente
em um local de realce, ficavamm os mais
adiantados na matéria do dia, eles podiam
interpelar a Ministra. O Governador determinou
esta regra para todas as aulas para evitar as
opiniões pessoais e perda de tempo.
Veneranda chegou com duas outras
Ministras da Comunicação.
Capítulo 37- A Prelecao da Ministra
Vim para conversar com vocês sobre o pensamento.
• O Pensamento é a base das relações espirituais dos seres entre
si é a linguagem universal.
• A criação mental é quase tudo em nossa vida.Somos milhões de almas dentro do Universo, ainda insubmissos
as leis Universais. Não somos comparáveis aos irmãos mais sábios
e vivemos nos caprichosos “mundos inferiores” do nosso “eu”.
Em geral recebemos instruções sobre as leis dos princípios
divinos, mas não nos submetemos a elas, tomamos conhecimento
dessas verdades sem lhes consagrarmos nossas vidas.
Estamos conscientes que é
o pensamento a base para
nossa vida? Temos agido
como tal ? Policiando ou
deixando nosso
pensamento correr solto
sem maiores
responsabilidades com o
que liberamos para o
Universo em forma de
energia?
Recebemos estes
ensinamentos através dos
estudos e palestras e muitos
de nós não colocamos em
prática por ser “DIFICIL”
Este é o nosso desafio
Quando começaremos?
Capítulo 37- A Prelecao da Ministra
• Aprendemos a respeito da força mental em
vários cursos de espiritualização nas escolas
religiosas, mas esquecemos que toda nossa
energia, tem sido empregada em milênios
sucessivos nas criações mentais destrutivas
ou prejudiciais a nós mesmos.
Pensa-
mento
• Mesmo tendo aprendido que o pensamento é
força essencial, continuamos agindo no terreno
das afirmativas verbais. Ninguém atenderá ao
dever apenas com palavras, a reforma é
interna. Cada espirito é compelido a manter e
nutrir as criações que lhe são peculiares.
Afirmativas
Verbais
• Ensina a Bíblia que o próprio Senhor da
Vida não estacionou no Verbo e continuou
o trabalho criativo na Ação.
Senhor da Vida
Como somos vistos não
retrata quem somos,
pois o que
verbalizamos não é o
nosso estado íntimo, o
que nos relela é o que
Capítulo 37- A Prelecao da Ministra
• Uma idéia criminosa produzira gerações
mentais da mesma natureza; um princípio
elevado obedecerá a mesma lei.
Pensamento
• "O pensamento é força viva, em toda parte; é
atmosfera criadora que envolve, a Causa e os
Efeitos, no Lar Universal. Nele, transformam-se
homens a caminho do céu ou se fazem gênios
diabólicos, a caminho do inferno.
Força
Viva
• Entre os desencarnados e encarnados, basta o
intercâmbio mental sem necessidade das formas. O
pensamento em si é a base de todas as mensagens
silenciosas da idéia, nos maravilhosos planos da intuição
entre os seres de todas especies. Compreendamos a
grandiosidade das leis do pensamento e submetamo-nos
Base
das
Idéias
Nós espiritas temos acesso
a este conhecimentos em
cada linha das obras da
Codificacao. Devemos
aplica-lo, pois conscientes
estamos que o nosso
mundo real não é o das
palavras e sim o nosso
mundo interno.
Quando vi os companheiros levantarem-se para as despedidas, ao som da
música habitual, indaguei de Narcisa, surpreendido:
- Que é isso? Acabou a reunião?
A enfermeira bondosa esclareceu, sorridente:
- A Ministra Veneranda é sempre assim. Finaliza a conversação em meio
do nosso maior interesse. Ela costuma afirmar que as preleções
evangélicas começaram com Jesus, mas ninguém pode saber quando e
80
CAPÍTULO 37 - A preleção da Ministra – Observações sobre Pensamento
– pensamento: força essencial em todo o
Universo, capaz de gerar o que se queira
— bom ou mau...
VENERANDA: Mas, só por admitirmos o
poder do pensamento, ficaremos libertos
de toda a condição inferior?
Impossível! Uma existência terrestre,
representa período demasiadamente
curto para aspirarmos a posição de
cooperadores divinos,
METABOLIZAÇÃO
FLUIDOSFLUIDOS
ENERGIASENERGIAS
VIBRAÇÕES EVIBRAÇÕES E
PENSAMENTOSPENSAMENTOS
Afinamo-nos uns com outros, em núcleos insulados ainda,
compelidos a prosseguir nas construções transitórias da Terra.
Não saímos das nossas afirmativas exclusivistas, estacionados
no verbo, sem o contínuo trabalho criativo da ação. Viciamos e
desviamos essa força e cada Espírito é compelido a manter e
nutrir as criações que lhe são peculiares.
“Como podem os Espíritos, dispersos pelo espaço ou
pelos diferentes mundos, ouvir as evocações que lhes são
dirigidas de todos os pontos do Universo?”
“Muitas vezes são prevenidos pelos Espíritos familiares que
vos cercam e que os vão procurar. Porém, aqui se passa um
fenômeno difícil de vos ser explicado porque ainda não
podeis compreender o modo de transmissão do pensamento
entre os Espíritos. O que te posso afirmar é que o Espírito
evocado, por muito afastado que esteja, recebe, por assim
dizer, o choque do pensamento como uma espécie de
comoção elétrica que lhe chama a atenção para o lado de
onde vem o pensamento que o atinge. Pode dizer-
-se que ele ouve o pensamento, como na Terra ouves a voz.”
“Será o fluido universal o veículo do pensamento, como o ar o é do som?”
“Sim, com a diferença de que o som não pode fazer-se ouvir senão dentro
de um espaço muito limitado, enquanto que o pensamento alcança o infinito.
O Espírito, no Além, é como o viajante que, em meio de vasta planície,
ouvindo pronunciar o seu nome, se dirige para o lado de onde o chamam.”
Capítulo XXV.
Item 282.
“Dar-se-á que o pensamento do evocador seja mais ou
menos facilmente percebido, conforme as circunstâncias?”
Capítulo XXV.
Item 282.
“Sem dúvida alguma. O Espírito é mais vivamente atingido,
quando chamado por um sentimento de simpatia e de
bondade. É como uma voz amiga que ele reconhece.
Dá-se com os Espíritos o que se dá com os homens; se
aquele que os chama lhes é indiferente ou antipático,
podem ouvi-lo, porém, as mais das vezes, não o
atendem.”
O pensamento que se desprende da evocação toca o
Espírito; se é mal dirigido, perde-se no vácuo.
A não se dar isso, acontece com frequência que a evocação
nenhum efeito produz.
• Para falar em saúde, precisamos entender a harmonia compreendendo
corpo, mente e Espírito.
• Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro
de uma harmonia, o ser humano se encontra num estado que
denominamos de saúde.• Levando em conta que nosso Espírito ainda
carece de um maior equilíbrio, no estágio
evolutivo em que nos encontramos, não
podemos dizer que temos uma saúde perfeita.
Isto é uma expectativa para futuras encarnações.
• Se uma função falha, ela compromete a
harmonia do todo e então falamos que o ser
humano se encontra num estado de doença.
• A doença é a perda relativa da harmonia.
METABOLIZAÇÃO
FLUIDOSFLUIDOS
ENERGIASENERGIAS
VIBRAÇÕES EVIBRAÇÕES E
PENSAMENTOSPENSAMENTOS
A natureza é um imenso oceano de vibrações e energias, onde os seres
transitam, influenciando e sendo influenciado por essa torrente energética e
vibratória.
O ser humano absorve-as de forma automática; metaboliza-as em sua
estrutura energética, (o perispírito), fazendo parte normal do
funcionamento do complexo humano, de maneira automática,
independente da percepção ou decisão voluntária da pessoa.
Essas energias se constituem de elementos presentes na natureza (Fluido
Cósmico Universal) e de emissões energéticas de processos orgânicos ou
perispirituais de outros seres da criação e de vibrações e pensamentos
advindos de outros seres humanos ou espíritos.
A metabolização transforma essas
energias absorvidas em componentes
específicos da nossa “circulação”
energética, distribuindo estes em todo o
nosso organismo físico e perispiritual,
servindo como verdadeiro “alimento”
para o complexo humano
DESEQUILÍBRIO / INVIGILÂNCIA
ENERGIAS RUINSENERGIAS RUINS
BOAS ENERGIASBOAS ENERGIAS
EQUILÍBRIO E HARMONIA
BOAS ENERGIASBOAS ENERGIAS
ENERGIAS RUINSENERGIAS RUINS
O equilíbrio ou o desequilíbrio no campo
mental e espiritual do indivíduo,
determina, portanto, que “qualidade” ou
“tipo” de energia será absorvido por ele
Se estamos desequilibrados,
desarmonizados, invigilantes com nossos
pensamentos, nosso patamar vibratório
se ajusta com energias “ruins”, e nosso
filtro bloqueia a absorção das energias
boas e promove a assimilação de energias
desequilibradas.
Se estamos equilibrados, harmonizados,
vibrando no bem, nosso “filtro” promove
a absorção de boas energias,
correspondentes ao nosso “patamar
vibratório”, bloqueando a absorção de
padrões energéticos “ruins”.
Sempre que pensamos em
alguém, “sintonizamos” com
essa pessoa, e emitimos
automaticamente para elas
uma parte de nossas energias e
fluidos.
A outra pessoa absorverá ou
não nossas energias, fluidos,
vibrações e pensamentos, de
acordo com a afinidade e
sintonia que tenha conosco,
podendo ou não perceber
impressões dessas energias, de
acordo com sua sensibilidade,
com a intensidade da emissão,
Emanações Energéticas
características de cada
PENSAMENTO
Transferência
Energética
Metabolização Acelerada no
Perispírito
Transferência Energética
Concentração, “focagem”
Vontade, pensamento
Absorção Acelerada
de Fluidos e Energias
MECANISMO GERAL DA
IRRADIAÇÃO E DO PASSE
O teor vibratório de
cada pensamento
estimula a
consciência celular,
gerando saúde, ou
se desarmoniza,
produzindo doença.
Essas enfermidades somente se
farão recuperar quando houver
transformação estrutural do
pensamento, que se
encarregará de construir novos
alicerces super sutis, que se
consubstanciarão nos futuros
códigos de DNA, restabelecendo a
consciência individual das células
e, por fim, integrando a
consciência do ser no conjunto da
harmonia da Consciência Cósmica.
Conceito de Pensamento
É força eletromagnética.
Pensamento, eletricidade e
magnetismo conjugam-se em todas
as manifestações do Universo –
Emmanuel - Pensamento e Vida
É uma radiação da mente espiritual.
Configura-se como matéria viva e
plástica
Aureo – Universo e Vida
A Gênese• Item 14 do Cap. XIV:
• “Para os Espíritos, o pensamento e a
vontade são o que é a mão para o
homem. Pelo pensamento, eles
imprimem àqueles fluidos tal ou qual
direção, os aglomeram, combinam ou
dispersam, organizam com eles conjuntos
que apresentam uma aparência, uma
forma, uma coloração determinadas; (...).
• É a grande oficina ou laboratório da vida
espiritual. (...) Por análogo efeito, o
pensamento do Espírito cria
A Gênese
• Ítem 16 do Cap. XIV:
• “Sendo esses fluidos o veículo do
pensamento e podendo este
modificar-lhes as propriedades, é
evidente que eles devem achar-
se impregnados das qualidades
boas ou más dos pensamentos
que os fazem vibrar, modificando-
se pela pureza ou impureza dos
sentimentos.”
96
(Aulus: Nos domínios da mediunidade).
‘’O pensamento não escapa às realidades do mundo corpuscular, e
assim como temos a química física/terrena, temos no pensamento
a química mental. Têm natureza diferenciada, com características e
pesos próprios, adensando a alma ou sutilizando-a, além de lhe
definir qualidades magnéticas.
A onda mental possui coeficientes de força... Somos naturalmente
vítimas ou beneficiários de nossas próprias criações, segundo as
correntes mentais que projetamos conforme nossas deliberações e
atividades, em harmonia ou em desarmonia com as Leis eternas.’’
Conceito de Pensamento
Emmanuel, no livro “Roteiro” (páginas 31 a 33) ... O perispírito é
organização formada por substâncias químicas que transcendem a série
conhecida pela ciência terrena, é aparelhagem delicado, extremo
poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É
necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde
prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue
conferir. Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante
vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do
corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço.
Aniceto, em “Os Mensageiros” (página 219): Aquele é o nosso irmão
Fábio Aleto, que vai dar a interpretação espiritual do texto lido. Os que
estiverem nas mesmas condições dele, poderão ouvir-lhe os
pensamentos; mas, os que estiverem em zona mental inferior,
receberão os valores interpretativos, como acontece entre os
A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento.
Da mesma forma como a queda de um pedra so-
bre um lago produz ondulações que se irradiam
do centro do impacto sobre a superfície da água,
em todas as direções, nossos pensamentos tam-
bém se espalham pelo ambiente circundante que
seja capaz de recebê-la.
No caso do impulso mental, a irradiação não se faz
somente no plano mental, mas em muitas outras
dimensões/planos (simetria).
Cada vez que a onda de pensamento toca outro
Corpo Mental, tende a determinar nele vibrações
similares àquelas a que deu origem.
Isso quer dizer que quando o Corpo Mental de
um homem é tocado por uma onda de pensa-
mento, forma-se em sua mente uma tendên-
cia para produzir um pensamento idêntico ao
que foi formado antes na mente de quem ori-
ginou a onda.
A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento.
A onda-pensamento, ou onda mental, torna-se menos poderosa na proporção da distância
em que está da sua fonte, perdendo sua força só a enormes distância de sua fonte.
A distância a que chega uma onda de pensamento, a força e a persistência com que penetra
no Corpo Mental de outros, depende da força e clareza do pensamento de origem.
Assim, um pensamento forte irá além do que alcança um pensamento fraco e indeciso, mas a
clareza e a precisão têm maior importância do que a força.
Outros fatores que afetam a distância que uma onda de pensamento pode alcançar são a sua
natureza e a oposição que encontra.
Tal como no desenho ao lado. No meio
do ruído de uma cidade desaparece
As ondas inferiores, por exemplo, são
desviadas, ou dominadas por uma quan-
tidade de outras vibrações, bem depres-
sa por alcançarem a matéria astral.
A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento.
É igualmente verdade, como é natural, que o pensamento benéfico
pode afetar outros para o bem, da mesma maneira. Por isso mesmo,
o homem pode, e deve, irradiar constantemente sobre todos as
pessoas, amigos e vizinhos pensamentos de amor, calma, paz, etc.
Há momentos que não se pode ajudar a uma pessoa
fisicamente. As vezes a presença física não ajudaria em
nada, em virtude da pessoa não estar receptiva a ajuda
naquele momento, mas seus corpos astrais e mentais
são mais facilmente impressionáveis do que
o físico, e sempre é possível abordá-los com
uma onda de pensamentos de auxílio, de
afeição, de sentimentos consoladores, e
assim por diante.
No início do seu processo evolutivo, o espírito não consegue ter um domínio
pleno das percepções e os rudimentos da telepatia apenas completam a
linguagem articulada, estabelecendo-se inicialmente, entre espíritos afins, mas
essa capacidade vai se dilatando a ponto de substituir a língua falada.
Em sua evolução, o pensamento puro e límpido é capaz de saltar a distâncias
incomensuráveis e, quanto mais elevado o intelecto do seu emissor e mais
sublime o seu conteúdo, maior o salto, mais pronunciada e distância
“percorrida”.
Ao elevar o pensamento, alteramos a fisiologia do corpo perispiritual,
produzindo eflúvios energéticos e luz não visível aos nossos olhos de
encarnados. Aliás, não é isso que muitas vezes os clarividentes observam na
fluidoterapia e no passe?
Essas emanações constituem o campo áurico do perispírito, tanto encarnado
quanto desencarnado, e reflete as aquisições e o estado de momento de cada
O PENSAMENTO – Criação e Evolução
Os espíritos também sugerem a existência de planos vibratórios. O
universo teria suas contrapartes espirituais, como parte de uma grande
simetria.
A matéria que constitui esses planos é, para os espíritos, tão palpável
quanto a matéria comum o é para nós; ainda manifestação bastante
sutil do fluído cósmico universal. A matéria mental sofre influência de
nossos pensamentos e, por sua vez, influencia as condições do
ambiente em que vivemos, tanto na crosta quanto nas esferas
espirituais.
Portanto o pensamento com o tempo pode adquirir formas e
aparências que denotam a condição intelectual e moral de encarnados
e desencarnados, daí originando as formas-pensamento podem ser
O PENSAMENTO: Ideoplastia
Essas formas pensamentos (ideoplastias) influenciam aqueles que as
geraram e reduzem a condição vibratória de todo o ambiente, criando
verdadeiras egrégoras locais, densas e carregadas, que podem ser
sentidas por todos, médiuns ou não.
Nos centros espíritas, há espíritos responsáveis, em parte, pelo preparo
do entorno da casa e dependências, principalmente para aquelas
reuniões que se fazem próximas de ambientes agrestes. Na eliminação
de fluídos mais densos, energias deletérias e formas-pensamento
apresentam grande capacidade de ação, transmutando-as, com
facilidade, em formas neutras que desaparecem do recinto.
Egrégora, (do grego egrêgorein, «velar, vigiar»), é como se denomina a força espiritual
criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da
congregação de duas ou mais pessoas.[ O termo pode também ser descrito como sendo
um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida
por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.
Além disso, o efeito da mente do espírito afeta a
própria intimidade dos constituintes do
perispírito do desencarnado (e mesmo de
encarnados com pensamentos viciados),
constituindo a base dos fenômenos de
animalização do psicossoma: a zoantropia.
Grande parte das características do umbral se
deve aos efeitos crônicos dos pensamentos
enfermiços de bilhões de espíritos infelizes ao
longo de eras geológicas.
Existência dessas formas-pensamento é abordada
nas obras de André Luiz, como nas páginas 235 e
250 de “Os Mensageiros”, quando fala da criação
de larvas mentais por meio de pensamentos
enfermiços, ou as inúmeras citações de larvas
geradas por todo tipo de excesso comportamental.
Ovoidização
Alexandre acrescenta: (em “Missionários da Luz”, página 47)... Você (André)
está observando o setor das larvas com justificável admiração. Não tenha
dúvida. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes
da afecção existe o ambiente. As ações produzem efeitos, os sentimentos
geram criações, os pensamentos dão origem a formas e consequências de
infinitas expressões; cada um de nós é responsável pela emissão das forças
que lançamos em circulação nas correntes da vida. A cólera, a desesperação,
o ódio e o vício oferecem campo a perigosos germens psíquicos na esfera da
alma (...)
O oposto também ocorre: pensamentos elevados podem modificar a
estrutura da matéria mental, moldando-a e criando formas que traduzem paz
e harmonia, como as pétalas de luz que Ismália produz durante oração em “Os
Mensageiros” e que tantas vezes foram observadas por diferentes médiuns,
“E a Vida Continua” (82 e 83): —...O mundo terrestre é aquilo que o
pensamento do homem faz dele. Aqui, é a mesma coisa. A matéria se resume
Em “Obreiros da Vida Eterna”, lê-se que a espiritualidade mandou instalar
aparelhos capazes de prover registros vibratórios do pensamento daqueles
que entravam no templo destinado à materialização e comunicação de
entidades espirituais sublimes. Com tais aparelhos instalados, a vigilância
podia verificar a natureza dos pensamentos emanados no recinto e manter
possíveis infratores afastados, para o bem comum.
Para finalizar esse ponto da discussão, perguntamos: para onde iremos após o
desencarne?
Iremos para onde a nossa mente e o nosso coração nos mandarem.
Ninguém nos envia para o céu, inferno ou purgatório, tampouco escolhe o
plano vibratório que nos receberá. Onde nossos sentimentos e pensamentos
estiverem, automaticamente lá estaremos e nisso reside a perfeição da
justiça divina.
Disse Jesus: Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo
consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no
No dia 14 de novembro de 2014, quando já tinhamos terminado o
estudo do pensamento, um fato singular aconteceu. Ao abrirmos a
internet, deparamos com o seguinte artigo, no site:
(www.inovacaotecnologica.com.br/noticias)
Controle seus genes com o pensamento.
Marc Folcher e seus colegas do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça desenvolveram
um método de regulação genética que usa ondas cerebrais específicas para controlar a
conversão de genes em proteínas - a chamada expressão genética. O sistema,
controlado por ondas cerebrais humanas, foi testado e funcionou em culturas de
células humanas e em camundongos.
"Pela primeira vez conseguimos captar ondas cerebrais humanas, transferi-las sem
fios , para uma rede de genes e regular a expressão de um gene dependendo do tipo
de pensamento. Ser capaz de controlar a expressão genética através do poder do
pensamento é um sonho que estamos perseguindo há mais de uma década," disse o
professor Martin Fussenegger.
Fussenegger espera que um implante controlado pelo pensamento possa um dia ajudar
a combater doenças neurológicas, como síndrome do encarceramento, dores de cabeça
crônicas, dores nas costas e epilepsia, através da detecção de ondas cerebrais
Produção de proteínas controlada pelo pensamento
O sistema usa um capacete com sensores para captar ondas cerebrais,
como em um eletroencefalograma. As ondas cerebrais são analisadas,
gravadas e transmitidas sem fio via Bluetooth para um dispositivo que
controla um gerador de campo eletromagnético. Esta bobina fornece
uma corrente de indução para o dispositivo principal, o implante que
foi testado em culturas de células humanas e em camundongos.
A corrente induzida acende uma luz no implante: um LED integrado
emite luz na faixa do infravermelho próximo e ilumina uma câmara de
cultura contendo células geneticamente modificadas. Quando a luz
infravermelha ilumina as células, elas começam a produzir a proteína
E ainda no mesmo artigo.... Controle
seus genes com o pensamento,
com um significativo título, o
autor continua:
Produção de proteínas controlada pelo pensamento:
Concentração, meditação e biofeedback
O sistema foi controlado pelos pensamentos de vários voluntários. Durante os
testes, os pesquisadores usaram uma proteína humana fácil de detectar a partir da
câmara de cultura do implante na corrente sanguínea do animal de laboratório e os
voluntários foram classificados de acordo com três estados mentais: concentração,
meditação e biofeedback.
Os voluntários em concentração - induziram a produção de valores médios na
corrente sanguínea dos camundongos.
Aqueles completamente relaxados - em meditação - induziram valores muito
elevados nos animais de laboratório.
Para o biofeedback, os voluntários observavam o LED do implante no corpo do
camundongo e então conseguiam conscientemente ligar e desligar a luz do LED, o
que gerou a produção de quantidades variáveis na circulação sanguínea dos
animais, de acordo com a vontade de cada um.
Ao findar dos estudos da semana anterior,
recebemos orientação espiritual para focarmos o
assunto: Pensamento e Obsessão
Pode um fenômeno psicológico
transformar-se em fisiológico?
Fisiológico – relativo à fisiologia, que é a ciência que trata das
funções orgânicas nos animais e vegetais.
Psicologia – parte da filosofia que trata da alma e das suas
Pensamentos Obsessivos, obsessões ou pensamentos intrusivos
Pensamentos obsessivos são pensamentos automáticos geralmente representando
algo com conteúdo absurdo ou extremamente desagradável para pessoa ao ponto
de provocar ansiedade. São considerados obsessivos porque aparecem com muita
freqüência e de forma persistente. E são intrusivos porque surgem mesmo a
contragosto do sujeito. Por serem pensamentos que causam ansiedade acabam
provocando uma reação comportamental que tem por objetivo diminuir a
ansiedade (fugas). Esses comportamentos passam a ser tão frequentes quanto as
obsessões e a ocorrência de um está atrelada ao outro. Esses comportamentos são
chamados de compulsões.
Compulsão ou comportamento compulsivo:
Compulsão é qualquer comportamento que passa ser utilizado para se livrar ou
fugir de um pensamento obsessivo. No caso de quem tem pensamentos obsessivos
em relação à limpeza, a compulsão seria lavar o local físico ou alguma parte do
corpo que se pensa estar contaminado. Outras pessoas podem desenvolver rituais
de contagem (contar número em seqüência), por acreditarem que isso evitará que
algo de mal aconteça a algum familiar, por exemplo. Na verdade qualquer
PSICOPATOLOGIA > Terapia Cognitivo- comportamental
Funcionamento do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)
O esquema a seguir mostra como funciona e se retro-alimenta o ciclo do transtorno.
PSICOPATOLOGIA > Terapia Cognitivo- comportamental
O tratamento do TOC na TCC (terapia cognitivo-comportamental) vai
acontecer tanto ao nível dos pensamentos, com a prática
do questionamento socrático, quanto ao nível comportamental com a
“exposição e prevenção de respostas”.
Para a doutrina espírita, o estudo do pensamento é fundamental.
Pensar é criar, portanto, o ato de pensar está relacionado diretamente
à nossa origem espiritual. Fomos criados à imagem e semelhança de
Deus, com a capacidade de interferir em sua obra.
André Luiz sustenta a mesma idéia: “Nos fundamentos da criação
vibra o pensamento imensurável do Criador e sobre esse pensamento
divino vibra o pensamento mensurável da criatura, a constituir-se no
vasto oceano de força mental em que os poderes do espírito se
manifestam”.
Somos capazes de influir positiva ou negativamente, ainda que de
forma restrita, nesse vasto oceano de energias desconhecidas.
Temos, assim, a possibilidade de co-criar, moldando o fluido cósmico
A Gênese, cap. 14, parágrafo 15.
Criando imagens fluídicas, o pensamento se reflete no
envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e
aí de certo modo se fotografa.
Tenha um homem, por exemplo, a ideia de matar a outro:
embora o corpo material se lhe conserve impassível, seu corpo
fluídico é posto em ação pelo pensamento e reproduz todos os
matizes deste último; executa fluidicamente o gesto, o ato que
intentou praticar.
O pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira é
pintada, como num quadro, tal qual se lhe desenrola no
espírito.
Ação dos Espíritos sobre os
homens
Quando um Espírito quer agir sobre
uma pessoa, dela se aproxima e a
envolve, por assim dizer, com o seu
perispírito, como num manto; os
fluidos se interpenetram, os dois
pensamentos e as duas vontades se
confundem e, então, o Espírito pode
servir-se daquele corpo como se fora
o seu próprio, fazê-lo agir à sua
vontade, falar, escrever, desenhar, etc.
Revista Espírita, Ano V, dezembro de 1862
Embora no dia a dia o ser humano
vivencie os mais variados sentimento /
emoções, podendo fazer uso da
vontade e livre escolha, ,as obsessões
estão em constante manipulação no
CAMPO AFETIVO DO SER se
integrando, se necessitando
mutuamente, numa união
PARASITÁRIA ( Dr. Jorge Andréa )
OBSESSÃO SIMPLES  Podemos fazer escolhas através do uso da VONTADE.
FASCINAÇÃO  Esssas idéías são absorventes, insidiantes, nos comprazem,
afirmando-se coerentes, TOLHENDO MINHA VONTADE pois as considero corretas
embora só eu as sinta assim.
SUBJUGAÇÃO Idéias que tomam vulto tamanho que não consigo subtrair-me a
elas. Elas me conduzem ,me constrangem, como fantoche, ANULANDO MINHA
VONTADE
Obsessão Telepática
Telepatia: comunicação direta e a distância
entre duas mentes, ou conhecimento, por
alguém, dos processos mentais de outrem,
além dos limites da percepção ordinária.
Na obsessão telepática, estamos
diante da influência negativa de almas
entre si, que se traduz pela guerra de
pensamentos, “assumindo as mais
diversas formas de angústia e
repulsão”.
E é muito mais comum do que
podemos imaginar.
Televidência de imagens e de pensamentos, de sentimentos e de
sensações invasoras variadas.
Trata-se da invasão de pensamentos estranhos, isto é, não ‘fabricados’ pela
própria pessoa; os mesmos vem de fora, de alguma fonte via telepatica
transferindo, mental e parcialmente, à distância, pensamentos,
sentimentos, sensações, imagens, movimentos, ações, parasitismos, e
obsessões. Se prejudiciais e obsessivos, o bom senso recomenda repeli-los
e cortar tais fluxos de pensamentos etc.,
-SINTONIA MENTAL OU RESSONÂNCIA MENTAL COM AMBIENTES E
CORRENTES MENTAIS: “Assim também na vida comum, a alma entra em
ressonância com as correntes a b mentais em que respiram as almas que se
lhe assemelham. Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como
pensamos e respectivos comportamentos; atraímos e captamos via
telepatia e intuição e, também, alguns de seus parasitismos, obsessores,
Nunca se esquecer
 Sendo os fluidos o veículo do pensamento e podendo
este modificar-lhe as propriedades, é evidente que eles
devem achar-se impregnados das qualidades boas ou
más dos pensamentos que os fazem vibrar,
modificando-se pela pureza ou impureza dos
sentimentos.
 Os maus Espíritos corrompem os fluidos pelos seus
pensamentos, tornando-os pestilentos
 Os bons Espíritos os eterizam de acordo com sua
elevação moral, tornando-os um remédio salutar para
os que são objeto de sua ação.
Formas Pensamento
DEUS Fluido Cósmico Universal
Matéria
Fluido Vital
Perispírito
Espírito
Graude
VidaInteligência
Formas Pensamento
Kardec
14. Os espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não os
manipulando como os homens manipulam os gases, mas com a
ajuda do pensamento e da vontade..... Algumas vezes, essas
transformações são o resultado de uma intenção, outras,
são o produto de um pensamento inconsciente. Ao espírito
basta pensar em uma coisa para que ela se produza.
Kardec, A Gênese, Cap. XIV, item 14.
Ao raciocínio do Codificador, podemos acrescentar que o espaço está repleto
de ondas de rádio, ondas de luz, etc., ou seja, de ondas eletromagnéticas,
que se entrecruzam sem se misturar, porque cada qual apresenta uma
frequência diferente.
Esse estado vibratório tem a propriedade de se exteriorizar (fração
exteriorizada)e também de atrair a si condições análogas (fração absorvida).
Quando, por exemplo, ligamos o rádio e sintonizamos uma determinada
estação, estamos, na verdade, ajustando o aparelho para que ele entre em
sintonia com a frequência das ondas eletromagnéticas emitidas pela estação
selecionada e, uma vez sintonizados naquela estação, só ouviremos os sons
transmitidos por ela.
Assim acontece com nossa mente e pensamento através do cérebro (seu
instrumento físico).
Ora, esse estado vibratório da fração exteriorizada do “corpo
mental”, tem a propriedade de atrair a si, no meio etérico,
substância sublimada análoga à sua.
Assim é que se produz uma “forma-pensamento”, que é, de
certo modo, uma entidade animada de intensa atividade, a
gravitar em torno do pensamento gerador...
Vide
anotação
.... o pensamento constrói paisagens terrificantes pela sordidez, pela
qualidade inferior, nas quais o indivíduo fica submerso, respirando o
bafio pestilencial que organiza a paisagem infeliz.
Semelhantemente, a construção mental de formas sensuais,
hediondas, vingadoras, adquire plasticidade e vida, tornando-se
parte integrante da psicosfera do seu autor.
À medida que se concretizam, na razão direta em que são vitalizadas,
essas construções passam a agir sobre o paciente, causando-lhe
conflitos muito desgastantes.
Essas imagens vivas adquirem identidade e espontaneidade,
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4
Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
Quando em parcial desprendimento pelo sono, torna-se vitimado
pela multidão que o envolve, encarcerando-o no círculo de viciações
nas quais se compraz.
Alimentando-se dos vibriões mentais — aspirações perniciosas que o
pensamento elege - parecem seres reais ameaçadores que exaurem a
fonte na qual se originam.
Estimulados e direcionados por afinidades morais inferiores de
Espíritos perversos, zombeteiros ou vulgares, transformam-se em
processos obsessivos que assumem caráter de crescente gravidade.
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4
Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
AUTO OBSESSÃO: aprisionamento de si mesmo através da
forma de pensar, sentir e agir (animico).
Isso pode ocorrer no encarnado e no desencarnado no
presente momento ou com lembranças do passado
"Não se interessando por outro
assunto a não ser o da própria dor,
da própria ociosidade ou do próprio
ódio, a criatura desencarnada,
ensimesmando-se, é semelhante ao
animal no sono letárgico da
hibernação. Isola-se do mundo
externo, vibrando tão-somente ao
redor do desequilíbrio oculto em que
se compraz. Nada mais ouve, nada
mais vê e nada mais sente, além da
esfera desvairada de si mesma".
São comuns esses fenômenos de auto-obsessão entre as criaturas
humanas por cultivarem pensamentos negativos e insensatos que os
aprisionam nas malhas fortes das próprias ondas mentais enfermiças.
Diante das injunções de tal natureza, como de outras, o valioso
recurso da oração é terapia poderosa que desagrega essas energias
mórbidas e propicia aragem mental salutar para novas e superiores
formulações, que passarão a envolver o paciente, restaurando-lhe o
equilíbrio.
Especialmente antes do repouso pelo sono diário, a vigilância mental
se torna de alta importância, a fim de que as propostas enobrecidas
do pensamento induzam o espírito a viajar às regiões ditosas de onde
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4
Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
...sutil tecelagem energética que se condensa e constitui o campos
mentais e estruturas psíquicas interpenetram-se, tomando formas,
alterando contornos, surgindo e desaparecendo ininterruptamente...
... ondas mentais contínuas, sincroniza com outras de teor vibratório
equivalente, que passam a corporificar-se em organização delicada,
sendo reabsorvidas e eliminadas conforme a intensidade da ideação ...
Em saúde e doença, equilíbrio, desarmonia emocional e mental são
resultados inevitáveis ;
...oceano de vibrações em que se encontram mergulhados, os
indivíduos conduzem-se nas faixas de identificação própria,
sintonizando com os semelhantes e deles haurindo idênticas
exteriorizações.
Quanto mais se fixam os pensamentos nas preferências habituais,
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – FORMAS IDEOPLÁSTICAS
Além das sincronizações com outras mentes – encarnadas ou
desencarnadas - que produzem obsessões, elaboram estranhas e
perigosas formações que empestam a psicosfera dos pacientes;
....produzem aglutinações de partículas que se transformam em
vibriões agressivos e vorazes, que se nutrem do continuum mental,
encarcerando o paciente aprisionando-o nas malhas das próprias
elucubrações doentias.
Larvas, formas pensamento agressivas, vírus desconhecidos fixam-se
no campo áurico e passam a invadir o corpo perispiritual,
manifestando distúrbios mentais e orgânicos de difícil diagnose e mais
desafiadora terapia. Lentamente, essas vidas ínfimas agridem os seus
vitalizadores, que se desorganizam, experimentando males estranhos e
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS –FORMAS IDEOPLÁSTICAS
Perseguidos por essas ideações plásticas, ao ocorrer a
desencarnação, os mesmos continuarão sob a indução malévola das
vis construções que mobilizaram e sustentaram...
No sentido oposto, as ideoplastias felizes que compõem as formas
pensamento superiores propiciam o êxtase, emulam ao avanço,
fortalecem o ânimo para o ininterrupto crescimento íntimo e o
autotransformar-se, esteja o espírito no corpo físico ou liberado da
sua injunção...
Não foi por outra razão que Jesus acentuou:
"O reino dos Céus está dentro de vós" —
................................................................e certamente o inferno
também
MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – FORMAS IDEOPLÁSTICAS
Pensar é a arte de emitir
ondas.
Conforme o conteúdo
mental, como efeito do
comportamento moral, ou
vice-versa, adquirem formas
que se plasmam nas
delicadas vibrações
pulsantes do universo.
Sejam, portanto, quais forem as circunstâncias da existência, cabe
ao viajante carnal manter o pensamento em alto nível de reflexões,
cultivando as ideias otimistas e iluminativas, de modo a criar
campos saudáveis dos quais se exteriorizarão as construções
equilibradas da emoção e do organismo físico.
I - O pensamento é uma força
II - O pensamento age sobre os fluidos ambientes
III- A vontade é o pensamento tornado força motriz
IV - Há ondas e raios de pensamentos nos fluidos ambientes
V – Para produzir efeitos, não é preciso que o pensamento seja formulado em
palavras
VI- Nas reuniões homogêneas e simpáticas se adquirem novas forças morais
VII - A Comunhão de Pensamentos é um conjunto harmônico de pensamentos.
(unidade de intenção, vontade, desejo,e aspiração)
ALLANKARDEC
VIII- Sendo a Vontade uma Força Ativa, esta Força é multi-plicada pelo número
de Vontades Idênticas, como a força muscular é multiplicada pelo número dos
braços. SEGUE
CONDIÇÕES PARA A AÇÃO COLETIVA
“DAS FORÇAS DO PENSAMENTO ”
IX – Nas relações com os Espíritos, se houver perfeita Comunhão de
Pensamentos, haverá uma força atrativa ou repulsiva que nem sempre possui
o indivíduo isolado.
X- Quanto maior o número de pessoas nas reuniões, mais aí se misturam
elementos heterogêneos que paralisam a ação dos bons elementos.
XI - Um conjunto de pensamentos idênticos, tendo o bem por objetivo, terá
mais força para neutralizar a ação dos maus Espíritos.
XII- “A UNIÃO FAZ A FORÇA” é verdadeiro tanto no aspecto moral quanto no
físico.
ALLANKARDEC
REVISTA ESPÍRITA - DEZEMBRO DE 1868
CONDIÇÕES PARA A AÇÃO COLETIVA
“DAS FORÇAS DO PENSAMENTO ”
QUESTÕES MATRIMONIAIS
Cap. 38 > O caso Tobias
140
38 - O CASO TOBIAS
Ao fim do terceiro dia de trabalho, Tobias convida AL para conhecer sua
família. Logo na entrada apresentou duas senhoras, uma já idosa (Luciana)
e outra madura (Hilda). Tobias fora, na última reencarnação, casado duas
vezes. Hilda, a primeira esposa, faleceu quando nasceu o segundo filho do
casal. Um ano depois, Tobias desposou Luciana para organizar a vida
familiar. Mas Hilda (desencarnada) continuou agarrada à família, revoltou-se
tornando-se obsessora da rival, até que sua avó chamou-lhe a atenção para
a importância de Luciana cuidar de sua família. Hilda, aos poucos se
modificou, aprendeu que as pessoas não são umas das outras mas estão
umas com as outras para as experiências do conviver.
• Andre> Mas como solucionar aqui semelhante
situação? Como resolver a questão afetiva,
considerando a espiritualidade eterna? Os laços da
alma prosseguem, através do Infinito? Como proceder?
Condenar o homem ou a mulher que se casaram mais
de uma vez?
Segundas
Núpcias
• Pois não será motivo de júbilo vencer o monstro do
ciúme inferior, conquistando, pelo menos, alguma
expressão de fraternidade real?
• Entre o irracional e o homem há uma série gradativa
de posições, assim também entre nos outros e os
seres angélicos. Se ainda não somos nem mesmo
fraternos uns com os outros, como podemos aspirar
a companhia de anjos?
• "Que é isso, minha neta? Que papel é o seu na vida?
Você é leoa ou alma consciente de Deus?
A experi-
ência
André indagou: Como se processa o
casamento aqui?
Tobias: Pela combinação vibratória ou
afinidade máxima; esclarecendo que
a união no mundo espiritual se dá
com a pessoa com quem se tem
maior afinidade, e isto acontece
com ele e Hilda (a primeira mulher),
mas unidos os três pelos laços da
fraternidade real.
AL: E quanto a Luciana?
Hilda explicou que o companheiro de Luciana um nobre
companheiro de muitas etapas terrenas, que a havia
precedido no retorno às lutas terrestres e no próximo ano
ela seguirá para encontrá-lo.
AL: Mas qual a posição de Luciana
neste casamento?
Luciana: Quando aqui cheguei
aprendi que existem casamentos
de amor, fraternidade, provação
ou de dever.
Quando desposei Tobias teria
facilitado ter entendido que nossa
união era fraternal. Foi o que me
custou aprender.
Alguns aspectos afetivos da vida espiritual foram paulatinamente revelados
na obra que hoje estudamos, como a possibilidade do matrimônio se
estender além da morte do corpo físico, como ocorria com Tobias, em
“Nosso Lar”. Vimos então que Tobias mantinha núpcias com sua primeira
esposa, enquanto a segunda esposa, com a qual contraíra núpcias na Terra,
após a viuvez, convivia no mesmo lar, na condição de uma quase irmã da
primeira esposa, preparando-se para o retorno ao plano físico.
Em “E a Vida Continua”, fica claro que os relacionamentos afins, que se
estabelecem em consequência da lei de afinidade, não se dissolvem com a
morte física, pelo contrário, se fortalece e estreita nessas condições. Essa
afinidade, quando profunda, também denota relacionamentos anteriores na
mesma família espiritual, sendo que, geralmente, nos é vedado saber, em
profundidade, esse passado reencarnatório, mesmo após a morte do veículo
físico.
As últimas linhas desse lindo livro, “E a Vida Continua“, são dedicadas a um
– Senhor Jesus, abençoa os teus servos que se consagram hoje um ao
outro em sublime união! (...) Ilumina-lhes, cada vez mais, os anseios
transfigurados para o teu reino, através da abnegação com que souberam
esquecer dificuldades e agravos para se deterem tão-somente no auxílio
aos companheiros de caminhada, ainda mesmo quando esses
companheiros lhes apunhalassem os corações! (...)
Ensina-lhes, oh! Mestre, que a felicidade é uma obra de construção
progressiva no tempo e que o matrimônio deve ser realizado, de novo,
todos os dias, na intimidade do lar, de maneira que os nossos defeitos se
extingam, nas fontes da tolerância recíproca, a fim de que as nossas
almas encontrem a perfeita fusão, diante de ti, aos clarões do amor
eterno! (...)
Pode não existir uma cerimônia de casamento espírita, mas palavras de paz
e estímulo devem ser proferidas por todos que se encontram diante de
Em “Os Mensageiros”, André Luiz relata uma conversa com duas jovens
desencarnadas que discorrem sobre um casamento no plano espiritual, onde
o noivo (Antônio) leva a esposa (Isaura) para viver em Nosso Lar, embora ela
morasse em uma colônia (Campo de Paz) situada em uma região mais
próxima da crosta, com menor elevação espiritual. Para vencer a diferença,
os superiores da jovem pediram para que ela se preparasse por 6 anos, para
poder se adaptar à nova morada. O bem comum sempre recebendo uma
atenção especial.
Nesse mesmo livro (“Os Mensageiros”), o diretor do Posto de Socorro de
Campo de Paz recebe a visita da esposa, que habita um plano superior, mas
que por débitos do passado não pode se juntar a ela, mostrando que os
casais ainda mantêm, quando desejam, os vínculos afetivos e de lealdade.
Como o sexo ainda é considerado um tabu entre nós, percebe-se que existe
todo o cuidado na abordagem desse assunto na obra de André Luiz e não
nos cabe agora discutir esse ponto tão ligado ao relacionamento humano e
147
Luciana:
Há quatro tipos de casamentos: O casamento de amor, de fraternidade, de
provação e de dever. O verdadeiro casamento, o de amor, é o de almas, e
essa união ninguém poderá quebrantar. Este, o de matrimonio espiritual,
realiza-se alma com alma, estruturado no amor, por combinação vibratória
e afinidade legítima; os demais representam simples conciliações
indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores,
embora todos sejam sagrados.
Tobias:
Entre o irracional e o homem há uma série gradativa de posições, assim
também entre nos outros e os seres angélicos. Se ainda não somos nem
mesmo fraternos uns com os outros, como podemos aspirar a companhia
de anjos?. A maioria de nós não prescinde de pontes ou do socorro de
guardiães caridosos, devendo pois, alicerçarmos nosso casamento em
bases fraternas.
• Casamento
• Kardec ao indagar aos Benfeitores se a união permanente de dois seres seria
contrária à Lei Natural (LE- pergunta: 695) recebeu seguinte resposta:
"Não. A união de dois seres é um progresso na marcha da Humanidade.”
• E acrescentam (LE- pergunta: 701): “Na poligamia nada mais há que
sensualidade."
• Allan Kardec, examinando a resposta dos Guias espirituais, vai lembrar que a
abolição do casamento seria um retorno à infância da Humanidade, à vida dos
animais, porque a monogamia é um sinal indicativo do progresso da
civilização.
• O casamento representa um alto estágio de evolução do ser, quando se
reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade.
• Naturalmente, o casamento civil é um dever a ser cumprido pelos espíritas,
porque legitima a união perante as leis vigentes, que asseguram ao homem e
à mulher direitos e deveres.
148
Há no homem alguma coisa mais, além das
necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os
laços sociais são necessários ao progresso e os de
família mais apertados tornam os primeiros. Eis que os
segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus
que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-
se como irmãos.
O livro dos espíritos. Questão 774,
A família é, pois [...] uma instituição divina cuja
finalidade precípua consiste em estreitar os laços
sociais, ensejando-nos o melhor modo de aprendermos
a amar-nos como irmãos.
A [...] família, genericamente, representa o clã
social ou de sintonia por identidade que reúne
espécimes dentro da mesma classificação.
Juridicamente, porém, a família se deriva da união de
dois seres que se elegem para uma vida em comum,
através de um contrato, dando origem à genitura da
mesma espécie. [...] A família tem suas próprias leis, que
consubstanciam as regras do bom comportamento
dentro do impositivo do respeito ético, recíproco entre os
seus membros, favorável à perfeita harmonia que deve
vigir sob o mesmo teto em que se agasalham os que se
consorciam. [...]
FRANCO, Divaldo Pereira. Estudos espíritas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995. Pelo Espírito Joanna de
Por intermédio da paternidade e da maternidade,
o homem e a mulher adquirem mais amplos créditos da
Vida Superior. [...] Os filhos são liames de amor
conscientizado que lhes granjeiam proteção mais
extensa do Mundo Maior, de vez que todos nós
integramos grupos afins.
A parentela no Planeta faz-se filtro da família
espiritual sediada além da existência física, mantendo os
laços preexistentes entre aqueles que lhe comungam o
clima. Arraigada nas vidas passadas de todos aqueles
que a compõem, a família terrestre é formada, assim, de
agentes diversos, porquanto nela se reencontram,
comumente, afetos e desafetos, amigos e inimigos, para
CONCLUSÃO: FAMÍLIA E LAÇO DE PARENTESCO
Na [...] esfera do grupo consanguíneo o
Espírito reencarnado segue ao encontro dos laços
que entreteceu para si próprio, na linha mental em
que se lhe caracterizam as tendências. A chamada
hereditariedade psicológica é, por isso, de algum
modo, a natural aglutinação dos Espíritos que se
afinam nas mesmas atividades e inclinações.
XAVIER, Francisco Cândido. Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB,
2004. Cap. 12 (Família), p. 60.
ACIDENTAIS PROVACIONAIS SACRIFICIAIS
AFINS TRANSCENDENTES
• Tipos de Casamento
• Martins Peralva em (Estudando a Mediunidade)
apresenta uma divisão dos diferentes tipos de casamento:
Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde
há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem
à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco
comuns na Terra.
Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas,
que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a
Humanidade.
Provacionais: São uniões entre almas mutuamente
comprometidas, que estão juntas para pacificarem as
consciências ante erros graves perpetrados no passado e160
Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença
evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que
aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu
progresso espiritual.
Acidentais: São os casamentos que não foram programados no mundo
espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade
sincera. Não sabemos em qual categoria nos achamos, mas não existe o
acaso, ninguém se acha sob o mesmo teto por mera casualidade.
“Deus permite, nas famílias, encarnações de espíritos antipáticos ou
estranhos com o duplo fim de servir de prova a uns e de avanço aos
outros”.
161
• O matrimônio espiritual realiza-se alma com
alma.
• "Os demais representam simples
conciliações para a solução de processos
retificadores"
“No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos,
para que se opere a substituição dos seres que morrem; mas,
as condições que regulam essa união são de tal modo
humanas, que não há, no mundo inteiro, nem mesmo na
cristandade, dois países onde elas sejam absolutamente
idênticas, e nenhum onde não hajam, com o tempo, sofrido
mudanças.
(Evangelho Segundo o Espiritismo -Cap. 22, item 2)A reprodução é uma lei natural. Devido a esta lei se
entranhar na mente humana temos costumes que são
marcos na marcha evolutiva da sociedade, como por
exemplo, o casamento monogâmico.
Por outro lado, existem costumes que denotam a nossa
inferioridade e mostram o quão distantes estamos da
perfeição tanto moral como espiritual.
Relações extra conjugais
• Divaldo: “são uma forma de promiscuidade e desrespeito. É
sempre uma ofensa...”
• "Ouviste o que foi dito aos antigos: não adulterarás. Eu, porém,
vos digo que todo o que olhar para uma mulher cobiçando-a, já
no seu coração cometeu adultério com ela". (Mateus 5:27-28)163
• Emmanuel - Vida e Sexo:
• "E para não nos delongarmos em considerações
desnecessárias, concluiremos que, em torno do sexo, será justo
sintetizarmos todas as digressões nas normas seguintes:
• não proibição, mas educação; não abstinência imposta, mas
emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo;
não indisciplina, mas controle; não impulso livre, mas
responsabilidade.
• Fora disso, é teorizar simplesmente, para depois aprender ou
FINAL
CAP 39 OUVINDO A SENHORA LAURA
(sobre a união conjugal e o sexo)
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Estudando André Luiz Nosso Lar cap. 34 a 50

  • 1.
  • 2. CAP 34 - Com os recém chegados do Umbral OS SAMARITANOS
  • 3. 3 CAPÍTULO 34 - Com os recém-chegados do Umbral •Logo começou o transporte dos doentes para dentro dos pavilhões. Servidores movimentavam-se apressados. •Alguns doentes eram levados ao interior, sob amparo forte, cheios de amor fraternal. Também os Samaritanos mobilizavam todas as energias no afã de socorrer. Alguns enfermos portavam-se com humildade e resignação; outros, todavia, reclamavam em altas vozes.
  • 4. 4 A. Luiz atende uma senhora assistida: ....igualmente em serviço, notei que uma velhota procurava descer do último carro, com muita dificuldade. Observando-me perto, exclamou, espantada: •- Tenha piedade, meu filho! Ajude-me por amor de Deus!... •Aproximei-me com interesse. •- Cruzes! Credo! - continuou benzendo- se - graças à Providência Divina, afastei- me do purgatório... •Ah! que malditos demônios lá me torturavam! Que inferno! Mas os Anjos
  • 5. Pela primeira vez, ouvia referências ao inferno e ao purgatório, partidas de uma boca que me parecia calma e ajuizada. Talvez obedecendo mais à malícia que me era peculiar, interroguei: - Vem, assim, de tão longe? Falando desse modo, afetei ares de profundo interesse fraternal, como costumava fazer na Terra, olvidando por completo, naquele instante, as sábias recomendações da mãe de Lísias. A pobre criatura, percebendo o meu interesse, começou a explicar-se: - De grande distância. Fui, na Terra, meu filho, mulher de muito bons costumes; fiz muita caridade, rezei incessantemente como sincera devota.....Mas, quem pode com as artes de Satanás? ......c
  • 6. 6 O caso da senhora de escravos – Fora proprietária rural e relatou fatos ocorridos por sua ordem, relativo ao trato com seus escravos. Muitos morreram no tronco, para servir de exemplo aos demais. Mães cativas eram separadas de seus filhos.A consciência lhe pesava, mas a periódica absolvição concedida por padre Amâncio a acalmava. O padre lhe dizia que os africanos são os piores entes do mundo, nascidos para servir a Deus no cativeiro. Dito isto, ela informou ter desencarnado em maio de 1888, desconsolada ao saber que a Princesa Isabel havia abolido a escravatura. Sua passagem pelo Umbral durara, portanto, mais de cinqüenta anos. André a ajudou e ela começou a falar, imaginando que acabava de sair do purgatório graças às missas que mandou fazer antes da
  • 7. 7 . Ia responder, convocando-lhe os raciocínios à zona superior, fornecendo-lhe idéias novas de fraternidade e fé, mas Narcisa aproximou-se e disse-me, bondosa: - André, meu amigo, você esqueceu que estamos providenciando alívio a doentes e perturbados? Que proveito lhe advém de semelhantes informações? Os dementes falam de maneira incessante, e quem os ouve, gastando interesse espiritual, pode não estar menos louco. Aquelas palavras foram ditas com tanta bondade que corei de vergonha, sem coragem de a elas responder. Não se impressione, atendamos aos irmãos perturbados. - Mas, a senhora é de opinião que estou nesse número? - perguntou a velhota, melindrada. Narcisa, porém, demonstrando suas excelentes qualidades de psicóloga, tomou expressão de fraternidade carinhosa e exclamou: - Não, minha amiga, não digo isso; creio, porém, que deve estar muito cansada; seu esforço purgatorial foi muito longo... - Justamente, não imagina o que tenho sofrido, torturada pelos demônios... , mas Narcisa, atalhou: - Não comente o
  • 8. 8 Pontos de destaque para estudo: 1) Analisar os estados psicológicos e espirituais dos resgatados do Umbral. 1- Perturbação espiritual em espíritos moralmente atrasados. • Os Espíritos com inferioridade moral acreditam-se ainda vivos, podendo esta ilusão prolongar-se por muitos anos, durante os quais eles experimentando todas as necessidades, todos os tormentos e perplexidades da vida. O sofrimento dos Espíritos desencarnados é proporcional ao tipo de vida que levaram e ao maior ou menor apego que tenham à vida material. Durante a crise da morte, eles lutam para reter a vida corporal que lhes foge, e esse sentimento se prolongará por muito tempo. Na erraticidade, o Espírito não adquire, imediatamente, o saber e a virtude; antes, conserva
  • 9. 9 2) Noções de Céu, Purgatório, Inferno. Falsa libertação da consciência culpada. 2- para aquela mulher, que se julgava uma boa cristã, bastava tão somente, confessar-se ao padre, para que os seus pecados fossem julgados, e ela fosse absolvida. Que se deve entender por purgatório? Resposta: Dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, na Terra é que fazeis o vosso purgatório e que Deus vos obriga a expiar as vossas faltas.(LE, Questão 1013) O purgatório foi criado pelo catolicismo para resolver um problema teológico: a salvação. O purgatório seria uma região onde estagiam as almas que, embora arrependidas e “na graça de Deus”, ou seja, por se submeterem a sacramentos religiosos (batismo, crisma, etc.), não são suficientemente puras para elevarem-se ao Céu, nem tão ruins para merecerem o inferno. seria a região onde teriam a chance de serem julgados para ver se iriam para o céu ou para o inferno. Assim foi criado a Doutrina das Indulgências que permitia às famílias promover a
  • 10.
  • 11. 11 ENTÃO, O QUE É PURGATÓRIO PARA OS ESPÍRITAS? Então, nós espíritas, entendemos por purgatório, as dores físicas e morais: o tempo da expiação. Tempo onde carregamos as cruzes confeccionadas por nós ao transgredirmos as leis divinas. Quase sempre, é na Terra que fazemos o nosso purgatório, ou seja, que expiamos (resgatamos) as nossas faltas. Purgatório significa purgação, purificação. O purgante é o remédio que limpa o organismo. E as dores e aflições é o purgante que limpa a alma das transgressões à Lei Divina. Podemos dizer que, o caminho mais rápido e seguro entre o purgatório e o Céu, é a pratica do Evangelho “AMA O PRÓXIMO
  • 12. 12 3) Orgulho de casta, de posição social x princípios cristãos. 3- O Espiritismo e a Questão Social - Deolindo Amorim Embora se preocupe diretamente com a vida futura ou extraterrena, não deixa o Espiritismo, todavia, de cogitar do bem-estar humano, e para tanto discute os aspectos fundamentais das questões sociais. Não é então omissa a doutrina nos pontos essenciais da vida encarnada. Embora discorde de uma solução puramente científica, e ou materialista, o espiritismo é objetivo nestas questões porque não é nas regiões etéreas e nem pela prática das penitências, que se corrigem as distorções sociais, mas sim aqui, neste mundo material, aperfeiçoando as instituições sociais, buscando o equilíbrio entre a eterna luta entre capital e trabalho. Os conflitos sociais, não podem ser resolvidos apenas por meios materiais. A questão social existe porque há desarmonia entre o capital e o trabalho,
  • 13. 13 Temos aqui, neste pequeno trecho, a interpretação da luta entre o capital e o trabalho, à luz da Doutrina Espírita: “A questão social não tem pois, por ponto de partida a forma de tal ou qual instituição; ela está toda no MELHORAMENTO MORAL dos indivíduos e das massas. Aí é que se acha o princípio, a verdadeira chave da felicidade do gênero humano, porque então os homens não mais cogitarão de se prejudicarem reciprocamente.” Deolindo Amorim
  • 14. 14 4) Evitar conversação inútil. Ouvir os dementes, sem ser um deles. 4- Encerrando o capítulo, a advertência de Narcisa à André, de que não valeria a pena gastar seu precioso tempo, com tentativas de doutrinação àquela senhora, pois ela ainda acreditava em seus “valores morais” e falaria sem parar sobre eles, querendo fazer André acreditar em seus princípios. A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros, o que menos fazeis nesse mundo inferior, em que estais momentaneamente encarnados. Há um grande mérito, acreditai, em saber calar para que outro mais tolo possa falar: isso é também uma forma de caridade. Saber fazer-se de surdo, quando uma palavra irônica escapa de uma boca habituada a caçoar; não ver o sorriso desdenhoso com que vos recebem pessoas que, muitas vezes erradamente, se julgam superiores a vós, quando na vida espírita, a única verdadeira, está às vezes muito abaixo: eis um merecimento que não é de humildade, mas de caridade, pois não se
  • 15. 15 O texto apresenta dois pontos para reflexão. O primeiro ponto é a ideia que alguém possa ser melhor ou inferior a outro devido à cor da pele, da religião ou da situação financeira/social. Quem é cristão não pode aceitar esta ideia, ela é contra a lei do amor de Deus. Quem é espírita sabe que o corpo físico é temporário e, portanto, não temos cor ou posição social eternas. Em uma encarnação podemos ser do sexo feminino e negra, na outra encarnação podemos nascer em um corpo masculino e branco. O segundo ponto de reflexão do texto é a religião. Neste caso, somente o culto externo foi observado. A irmã seguiu todas as formalidades que a religião lhe exigia, mas isto não significou que ela se tornou uma pessoa melhor. Ela provavelmente foi uma boa católica, mas não foi uma boa cristã. E nós espíritas? Qual será a nossa situação quando chegar a nossa hora de prestar contas? "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações". Allan Kardec
  • 16. PEDINDO PERDÃO Enquanto os apetrechos da excursão e os animais de serviço eram recolhidos, uma voz carinhosa se fez ouvir. “- André! você aqui, que surpresa.” CAPÍTULO 35 - Encontro singular
  • 17. No capítulo anterior, André estava observando os “recém chegados do Umbral” trazidos e atendidos pelos Samaritanos, Narcisa, Salustiano... E André acaba caindo nas tramas da curiosidade e se compraz na conversa de um Espírito em profundo sofrimento e perturbação. CAP. 35 - Encontro singular Guardavam-se petrechos da excursão e recolhiam-se os animais de serviço, quando a voz de alguém se fez ouvir carinhosamente, ao meu lado: _André? Você aqui? Muito bem! Que agradável surpresa!... A condição Superior da Família de André Voltei-me surpreendido e reconheci, no Samaritano que assim falava, o velho Silveira, pessoa de meu conhecimento, a quem meu pai, como negociante inflexível, despojara, um dia, de todos os bens.
  • 18. 18 O caso Silveira – Era Silveira, pessoa que André conhecera na Terra e a quem seu pai, como negociante inflexível, despojara um dia de todos os bens. Envergonhado com a situação, André lembrava-se perfeitamente do dia em que a mulher de Silveira foi à sua casa pedir moratória para a dívida do marido. Silveira estava acamado havia muito tempo e dois filhos encontravam-se doentes. Na ocasião, André também encorajara seu pai a consumar o iníquo atentado; considerava sua mãe excessivamente sentimentalista e induzira o pai prosseguir na ação, até ao fim. Apesar da intercessão de sua mãe, o pai de André fora inflexível. Levados à penúria, os Silveiras procuraram recanto humilde do interior e nunca mais se ouviu falar deles.
  • 19. 19 – Constrangido, não sabe o que dizer, e se afasta. Quis falar, mas sentia-se culpado também, por ter ficado ao lado do pai, na pendenga, bem ao contrário de sua mãe que lutou para que o marido relevasse a dívida. Mas, incentivado por Narcisa, AL encheu-se de coragem, voltou e abraçou o antigo desafeto com um pedido de perdão pelos erros que o pai e ele haviam cometido e pede-lhe desculpas sinceras. Silveira explicou, com humildade, que a perda das possibilidades materiais fora útil no tocante ao progresso espiritual de sua família. Com os novos conhecimentos obtidos na colônia espiritual, ele não mais encarava os adversários como inimigos, mas sim como benfeitores Silveira diz-lhe que o pai foi seu verdadeiro instrutor, pois ensinou-lhe os valores do espírito, comentando que ninguém está isento de faltas e reconhecendo nos adversários, não propriamente inimigos, mas
  • 20. 20 (Narcisa) ...Já tive a felicidade de encontrar por aqui o maior número das pessoas que ofendi no mundo. Sei, hoje, que isso é uma bênção do Senhor, que nos renova a oportunidade de restabelecer a simpatia interrompida, recompondo os elos quebrados da corrente espiritual.Não tema insucessos. Toda vez que oferecemos raciocínio e sentimento ao bem, Jesus nos concede quanto se faça necessário ao êxito. Tome a iniciativa. Empreender ações dignas, quaisquer que sejam, representa honra legítima para a alma. Renovamos, aqui, todos os velhos conceitos da vida humana. Nossos adversários não são propriamente inimigos e, sim, benfeitores.
  • 21.
  • 22. ☼ Exatamente como numa grande cidade, onde os homens de todas as categorias e condições se vêem e se reencontram sem se confundirem; 278.Os espíritos das diferentes ordens se reúnem por afinidade formando grupos ou famílias. ☼ ...onde as sociedades se formam por semelhanças de gostos; onde o vício e a virtude convivem cada um à sua maneira. 285. Os espíritos se reconhecem perfeitamente após a morte. 285.a) Os espíritos se reconhecem também, pela lembrança de vidas pretéritas 293. Apenas os espíritos imperfeitos conservam o ressentimento que tiveram entre si na Terra.
  • 23. Orgulho e Vaidade: AL... nós estávamos cegos. Em tal estado, nada conseguíamos vislumbrar, senão o interesse próprio. Quando o dinheiro se alia à vaidade dificilmente pode o homem afastar-se do mau caminho. Intransigência: AL... levando-o ao extremo de uma falência desastrosa. Meu genitor manteve-se irredutível. Não podia, afirmava, quebrar as normas e precedentes do seu estabelecimento comercial. Humilhação: AL...A pobrezinha chorava, levando o lenço aos olhos. Pedia mora, implorava concessões justas. Humilhava-se, dirigindo olhares doridos como a rogar entendimento e socorro... Constrangimento: Narcisa: Não tema insucessos. Toda vez que oferecemos raciocínio e sentimento ao bem, Jesus nos concede quanto se faça necessário ao êxito. Tome a iniciativa. Empreender ações dignas, quaisquer que sejam, representa honra legítima para a alma. Reconciliação: Narcisa: Empreender ações dignas, quaisquer que sejam, APONTAMENTOS PARA REFLEXÃO
  • 24. Perdão: AL....Corri ao encontro de Silveira e falei-lhe abertamente, rogando perdoasse a meu pai, e a mim, as ofensas e os erros cometidos. Reconhecimento dos próprios erros: Silveira: Renovamos, aqui, todos os velhos conceitos da vida humana. Nossos adversários não são propriamente inimigos e, sim, benfeitores. Humildade: AL... Derrotados na luta, os Silveiras haviam procurado recanto humilde no Interior, amargando o desastre financeiro em extrema penúria. Nunca mais tivera noticias daquela família, que, certo, nos devia odiar. Silveira: - Ora, André, quem haverá isento de faltas? Acaso, poderia você acreditar que vivi isento de erros? Além disso, seu pai foi meu verdadeiro instrutor. Devemos-lhe, meus filhos e eu, abençoadas lições de esforço pessoal. Sem aquela atitude enérgica que nos subtraiu as possibilidades materiais, que seria de nós no tocante ao progresso do espírito? Não se entregue a lembranças tristes. Trabalhemos com o Senhor, reconhecendo o infinito da vida. E fixando, emocionado, os meus olhos úmidos, afagou-me paternalmente e rematou: - Não perca tempo com isso. Breve, quero ter a
  • 25. Cap. 36 O sonho: VISITA MATERNA AL, logo dormiu e sentiu uma sensação de leveza e parecia seguir num pequeno barco em direção a regiões desconhecidas.
  • 26. Prosseguiram os serviços... Enfermos exigindo cuidado, perturbados reclamando dedicação; ao cair da noite, já me sentia integrado no mecanismo dos passes, aplicando-os aos necessitados de toda sorte. Pela manhã, regressou Tobias e, mais por generosidade que por outro motivo, estimulou-me com palavras animadoras. Ensaiava palavras de reconhecimento, quando a senhora Laura e Lísias chegaram e me abraçaram. - Sentimo-nos profundamente satisfeitos - disse a generosa senhora, sorrindo -, acompanhei-o em espírito, durante a noite, e sua estréia no trabalho é motivo de justa alegria em nosso círculo doméstico. Disputei a satisfação de levar a notícia ao Ministro Clarêncio, que me recomendou cumprimentasse a você Cap. 36 O sonho
  • 27. Tobias pós à disposição um apartamento de repouso e aconselhou-me algum descanso. De fato, sentia grande necessidade do sono. Recolhido ao quarto confortável e espaçoso, orei ao Senhor da Vida agradecendo-lhe a bênção de ter sido útil. A "proveitosa fadiga" dos que cumprem o dever não me deu ensejo a qualquer vigília desagradável. Daí a instantes, sensações de leveza invadiram-me a alma toda e tive a impressão de ser arrebatado em pequenino barco, rumando a regiões desconhecidas.André tinha, enquanto conversava com a mãe, perfeita consciência de que havia deixado o veículo inferior – o corpo espiritual – no apartamento. Essa curiosa emancipação espiritual só é explicável pela admissão da existência do corpo mental, o envoltório sutil da mente, descrito por André na primeira parte, cap. II, do livro
  • 28. Para onde me dirigia? Impossível responder. A meu lado, um homem silencioso sustinha o leme. E qual criança que não pode enumerar nem definir as belezas do caminho, deixava-me conduzir sem exclamações de qualquer natureza, extasiado embora com as magnificências da paisagem. Parecia-me que a embarcação seguia célere, não obstante os movimentos de ascensão. Decorridos minutos, vi-me à frente de um porto maravilhoso, onde alguém me chamou com especial carinho: - André!... André!... Desembarquei com precipitação verdadeiramente infantil. Reconheceria aquela
  • 29. Num momento, abraçava minha mãe em transbordamentos de júbilo. Fui conduzido, então, por ela, a prodigioso bosque, onde as flores eram dotadas de singular propriedade – a de reter a luz, revelando a festa permanente do perfume e da cor. Tapetes dourados e luminosos estendiam-se, dessa maneira, sob as grandes árvores sussurrantes ao vento. Minhas impressões de felicidade e paz eram inexcedíveis. O sonho não era propriamente qual se verifica na Terra. Eu sabia, perfeitamente, que deixara o veículo inferior (perispírito)no apartamento em "Nosso Lar", e tinha absoluta consciência daquela movimentação em plano diverso. Minhas noções de espaço e tempo eram exatas. A riqueza de emoções, por sua vez,
  • 30. 30 Entre outras coisas disse-lhe a mãe: “- Acompanho os teus esforços em Nosso Lar, e sempre que puder mantenha- se em serviço. E mesmo remunerado pelo bônus-hora, saiba que há uma correspondência direta entre o conteúdo espiritual da hora do servidor e as Leis Naturais”.E continuou: “- É por isso que as Leis Divinas concedem sabedoria ao que gasta tempo em aprender e dá mais vida e mais alegria aos que sabem renunciar no trabalho ao semelhante.” Qual menino que adormece após a lição, AL perdeu a consciência de si mesmo e despertou mais tarde nas Câmaras de Retificação,
  • 31. 31 Muito roguei a Jesus me permitisse a sublime satisfação de ter-te a meu lado, no teu primeiro dia de serviço útil. Como vês, o trabalho é tônico divino para o coração. É indispensável converter toda a oportunidade da vida em motivo de atenção a Deus. Nos círculos inferiores, o prato de sopa ao faminto, o bálsamo ao leproso, o gesto de amor ao desiludido são serviços dignos que nunca ficarão deslembrados na Casa de Nosso Pai; aqui, igualmente, o olhar de compreensão ao culpado, a promessa evangélica aos que vivem no desespero, a esperança ao aflito constituem bênçãos de trabalho espiritual, que o Senhor observa e registra a nosso favor. O Evangelho de Jesus lembra-nos que há maior alegria em dar que em receber. Aprendamos a concretizar semelhante princípio, no esforço APONTAMENTOS: FRASES DITAS PELA MÃE DE ANDRÉ LUIZ
  • 32. 32 A prática do bem exterior é um ensinamento e um apelo, para que cheguemos à prática do bem interior. Jesus deu mais de si para o engrandecimento dos homens que todos os milionários da Terra congregados no serviço, sublime embora, da caridade material. Trabalha, meu filho, fazendo o bem. Em todas as nossas colônias espirituais, como nas esferas do globo, vivem almas inquietas, ansiosas de novidades e distração. Sempre que possas, porém, olvida o entretenimento e busca o serviço útil. O bônus-hora representa a possibilidade de receber alguma coisa de nossos irmãos em luta, ou de remunerar alguém que se encontre em nossas realizações; mas o critério quanto ao valor da hora pertence exclusivamente a Deus. Tabelas, quadros, pagamentos são modalidades de experimentação dos administradores, a que o Senhor concedeu a oportunidade de cooperar nas Obras Divinas da Vida, assim
  • 33. 33 Toda compensação exterior afeta a personalidade em experiência; mas todo valor de tempo interessa à personalidade eterna, aquela que permanecerá sempre em nossos círculos de vida, em marcha para a glória de Deus. É por essa razão que o Altíssimo concede sabedoria ao que gasta tempo em aprender e dá mais vida e mais alegria aos que sabem renunciar!...
  • 34. DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA Emancipar > Tornar(-se) independente; libertar(-se) em Espiritismo “desprendimento do Espírito encarnado”. 1 - O sono e os sonhos. 2 - Visitas espíritas entre pessoas: ENCARNADAS OU DESENCARNADAS André, em sonho , enquanto conversava com a mãe, tinha perfeita consciência de que havia deixado o veículo inferior – o corpo espiritual – no apartamento e que estava em outro nível de realidade (outra dimensão espiritual).
  • 35. Plano Material Plano Espiritual 24 bilhões de desencarnados Da existência do Mundo Espiritual 6 bilhões de encarnados
  • 36. Por este capítulo refletimos que se os desencarnados dormem e sonham, deixando o perispírito no leito, provavelmente com o corpo mental, “envoltório sutil da mente”, aludido pelo próprio A. Luiz em 1958, na p. 25, Cap II, 11ª Ed., do Livro “Evolução em Dois Mundos”,
  • 37. Emancipação da Alma Durante o sono, a alma repousa como o corpo? LE - Questão 401 Objetivo: Entender o processo do desdobramento natural e ou provocado como grande recurso de renovação moral e auxilio aos trabalhos da Casa Espírita.
  • 38.
  • 39. 407. O sono completo é necessário para a emancipação do Espírito? – Não; o Espírito recobra sua liberdade quando os sentidos se entorpecem. Ele se aproveita, para se emancipar, de todos os momentos de repouso que o corpo lhe concede. Desde que haja debilidade das forças vitais, o Espírito se desprende, e quanto mais fraco estiver o corpo, mais livre ele estará. Nota: É assim que a sonolência, ou um simples entorpecimento dos sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sono. O LIVRO DOS ESPÍRITOS DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA capítulo 8
  • 40. Enquanto o corpo recupera os elementos que perdeu por efeito da atividade da vigília, o Espírito vai retemperar-se entre os outros Espíritos. Colhe, no que vê, no que ouve e nos conselhos que lhe dão, idéias que, ao despertar, lhe surgem em estado de Atividade do Espírito durante o sono ESE: Cap. 28, item 38
  • 41. Atividade do Espírito durante o sono Os Espíritos mais imperfeitos, em vez de procurar a companhia de Espíritos bons, buscam a de seus iguais. Vão, enquanto dormem em busca de emoções talvez até menos dignas das que alimentam quando em vigília. Assim, por questões de afinidade, entram em contato com outros Espíritos
  • 42. Atividade do Espírito durante o sono Os Espíritos mais evoluídos, vão para junto dos seres que lhes são superiores. Com estes viajam, conversam, se instruem e trabalham. Aproveitam essa liberdade provisória para estudar, para em contato com os Espíritos superiores,
  • 43. • Perceber a vida na outra dimensão; Objetivos do intercâmbio com o invisível  Buscar orientação;  Estímulo para viver.  Consolo para as nossas lutas;
  • 44. Porque não lembramos Durante o sono, o Espírito liberto age e sua memória perispiritual registra os fatos sem que estes cheguem ao cérebro físico; tudo é percebido diretamente pelo Espírito; excepcionalmente, as percepções da alma poderão repercutir no cérebro físico.
  • 45. “O sono liberta parcialmente a alma do corpo. Quando o homem dorme, momentaneamente se encontra no estado em que estará permanentemente após a morte.(...).” DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA Emancipar > Tornar(-se) independente; libertar(-se).
  • 48. Durante o sono, ocorrem cinco estágios distintos. Quatro classificados de Não-REM (NREM) e um de REM. Podem ser caracterizados de acordo com a atividade elétrica cortical de cada um. Passa-se da fase 1 para a 2 e desta, para a 3 e 4. Permanece-se neste estágio por algum tempo, até haver um retrocesso chegando novamente a fase 1 e desta, para a REM. Concluída esta fase, repete-se todo o processo. A cada novo estágio, há um aprofundamento maior do sono sendo que o estágio REM possui características diferenciadas. O SONO - A FASE REM (Rapid Eye Movement)
  • 49. - É um estágio de consolidação e armazenamento de informações diurnas; é provavelmente neste estágio do sono que o cérebro organiza as informações assimiladas durante o dia. - Seria, também nesta fase, que o cérebro estaria eliminando conteúdos inúteis da memória para liberar espaço de processamento e lidar de forma mais eficaz com as informações mais importantes. - Até os 12 anos de idade, há uma maior incidência do sono REM em relação ao total geral de horas dormidas, indicando que neste estágio do sono, há um envolvimento no desenvolvimento cerebral e estabelecimento de conexões sinápticas. OBS.: Seria esta fase, o momento em que a alma (espírito reencarnado) vivencia com maior intensidade suas experiências e lembranças espirituais, distante ou não do corpo material mais denso de que se utiliza e que, devido a esta intensidade, e pelo laço fluídico que os une, se torna necessário que o cérebro físico esteja relativamente mais ativo para receber, aprender e apreender essas O SONO - ALGUMAS FUNÇÕES DO SONO REM
  • 50. O LIVRO DOS ESPÍRITOS DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA capítulo 8 409. Muitas vezes, num estado que ainda não é a sonolência, quando temos os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras das quais observamos os mais minuciosos detalhes; é um efeito de visão ou de imaginação? – O corpo, estando entorpecido, faz com que o Espírito procure libertar-se de suas amarras. Ele se transporta e vê. Se o sono fosse completo, seria um sonho. 412. A atividade do Espírito durante o repouso ou o sono do corpo pode fazer com que o corpo sinta cansaço? – Sim, pode. O Espírito está preso ao corpo, assim como um balão cativo a um poste. Da mesma forma que as agitações do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o
  • 51. Cinco Questões Prévias 1 - São os sonhos o espelho fiel de uma realidade a que ainda não temos acesso? 2 - De que tem valido ao homem a tentativa de interpretá-los sem levar em conta suas verdadeiras dimensões e alcances? 3 - Que ocorre à margem de nossos sentidos e de nossa consciência do que diariamente nos acontece? 4 - Quem maneja durante o sono nossas faculdades mentais, produzindo e reproduzindo vivências, fazendo-nos experimentar sensações tão reais como as da vigília, ou causando à nossa sensibilidade não poucos sobressaltos? 5 - Como registrar conscientemente essas vivências ou atuações no plano metafísico, enquanto nossos sentidos cessam suas funções e perdemos conexão com a realidade que nos circunda? À verdade somente se chega por meio de conhecimentos que dissipem
  • 52. 1. das interferências das preocupações do estado de vigília; 2. dos desejos do estado de vigília; 3. das disposições orgânicas; 4. das lembranças de vidas passadas; 5. das atividades do espírito durante o sono; 6. das intuições quanto ao futuro. Pode-se afirmar que, na visão espírita, trazida por Allan Kardec, nos primórdios do Espiritismo, os sonhos são conseqüências:
  • 53. ESTUDANDO A MEDIUNIDADE - O SONHO - Martins Peralva CLASSIFICAÇÃO DOS SONHOS Espíritas: A alma, desprendida do corpo, exerce atividade real e afetiva, facultando meios de encontrar-se com parentes, amigos, instrutores e, também, com os inimigos, desta e de outras vidas. O Espírito, por influxo magnético, parte para os locais de sua preferência. O viciado procurará os outros. O religioso buscará um templo. O sacerdote do Bem irá ao encontro do sofrimento e da lágrima, Comuns: Desligando-se parcialmente do corpo, o Espírito se vê envolvido e dominado pela onda de imagens e pensamentos, seus e do mundo exterior, uma vez que vivemos num misterioso turbilhão das mais desencontradas ideias. Reflexivos: A alma, abandonando o corpo físico, registra as impressões e imagens arquivadas no subconsciente e plasmadas na organização perispiritual. Tal registro é possível de ser feito em virtude da modificação vibratória, que põe o Espírito em relação com fatos e paisagens remotos, desta e de outras existências.
  • 54. (...) a atividade em desdobramento, durante as horas do sono, é mais intensa e extensa do que o curto período de uma hora ou duas, em que se desenvolve a tarefa mediúnica propriamente dita.“ “ O planejamento e o preparo das sessões é todo feito no mundo espiritual, sob a direção de competentes e dedicados servidores do Cristo.” “ Para isto, recomenda-se que, na prece que precede o sono, coloquemo- nos à disposição dos nossos amigos espirituais para as humildes tarefas que estiverem ao nosso alcance realizar junto deles, e peçamos a proteção divina para toda a atividade a desenrolar-se além das fronteiras da matéria bruta.” Diálogo com as sombras - 4º parte - cap.38
  • 55. - “Quando encarnados, na Crosta, não temos bastante consciência dos serviços realizados durante o sono físico; contudo, esses trabalhos são inexprimíveis e imensos. (...) Infelizmente, porém, a maioria se vale, inconscientemente, do repouso noturno para sair à caça de emoções frívolas ou menos dignas. Relaxam-se as defesas próprias, e certos impulsos, longamente sopitados durante a vigília, extravasam em todas as direções, por MISSIONÁRIOS DA LUZ - NO PLANO DOS SONHOS - André Luiz por Chico Xavier - “Contamos, em nosso centro de estudos, com número superior a trezentos associados; no entanto, apenas trinta e dois conseguem romper as teias inferiores das mais baixas sensações fisiológicas, para assimilarem nossas lições. E noites se verificam em que mesmo alguns desses quebram os compromissos assumidos, atendendo a seduções comuns, reduzindo-se ainda mais a frequência geral”. (Instrutor Alexandre)
  • 56. Desdobrando-se no sono vulgar, a criatura segue o rumo da própria concentração, procurando, automaticamente, fora do corpo de carne, os objetivos que se casam com os seus interesses evidentes ou escusos. MECANISMOS DA MEDIUNIDADE – DESDOBRAMENTO - André Luiz Dormindo o corpo denso, continua vigilante a onda mental de cada um – presidindo ao sono ativo, quando registra no cérebro dormente as impressões do Espírito desligado das células físicas, e ao sono passivo, quando a mente, nessa condição, se desinteressa, de todo, da esfera carnal. Nessa posição, sintoniza-se com as oscilações de companheiros desencarnados ou não, com as quais se harmonize, trazendo para a vigília no carro de matéria densa, em forma de inspiração, os resultados do intercâmbio que levou a efeito, porquanto raramente consegue conscientizar as O homem do campo, no repouso físico, supera os fenômenos hipnagógicos e volta à gleba que semeou, contemplando aí, em Espírito, a plantação que lhe recolhe o carinho; o artista regressa à obra a que se consagra, mentalizando- lhe o aprimoramento; o espírito maternal se aconchega ao pé dos filhinhos que a vida lhe confia, e o delinquente retorna ao lugar onde se encarcera a dor do seu arrependimento.
  • 57. Como um terço da vida física é dedicado ao sono, imenso patrimônio logrará quem converta esse tempo ou parte dele no investimento do progresso, em favor da libertação que lhe credenciará, para uma existência plena, um futuro ditoso. Se alguém diz como e o que sonha, é fácil explicar-lhe como vive nas suas horas diárias. Dorme-se, portanto, como se vive, sendo-lhe os sonhos o retrato emocional da sua vida moral e espiritual. Temas da Vida e da Morte - Manoel P. de Miranda por Divaldo P. Franco
  • 58. PREPARAÇÃO PARA UM BOM SONO: MENTAL: leituras, conversas, filmes, atividades comedidas, não desgastantes; ORGÂNICO: refeições leves, higiene, silêncio, etc. ESPIRITUAL: leitura edificante, meditação, serenidade, perdão, prece; (Mediunidade, Therezinha Oliveira) - Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, mesmo nos fins de semana; - Garanta um ambiente apropriado para o sono: quarto escuro, sem barulho, colchão adequado, temperatura agradável; - Pratique atividades físicas regulares durante o dia; - Evite refeições pesadas próximo do horário de dormir; - Evite a ingestão excessiva de café e cafeinados (chás, colas, chocolates, etc) durante o dia e, especialmente, à noite; - Evite o consumo excessivo de nicotina; - Evite fazer exercícios físicos vigorosos à noite; - Evite cochilos, especialmente se prolongados, durante o dia;
  • 59. O SONO E OS SONHOS Mais que uma faculdade, sonhar é o poder que tem o espírito de usar a mente e demais recursos psicológicos que o ente físico lhe oferece enquanto dorme e assisti-lo em sua evolução. Os sonhos são, pois, resultados da intervenção direta do espírito individual, produzida enquanto o ser dorme. Ao se tornarem conscientes, evidenciam o que o homem pode alcançar na vigília, enquanto procura estabelecer o enlace de seu espírito com sua consciência. Repetimos: quando o ser físico dorme, é seu espírito quem
  • 60. O SONO E OS SONHOS Os sonhos podem ser lúcidos ou confusos. Quando a faculdade de sonhar se conecta à consciência, mesmo circunstancialmente, os sonhos são lúcidos; ocorrendo o contrário, tornam-se confusos, pois a memória, alheia nestes casos às funções da faculdade de sonhar, não pode reter claramente o que foi sonhado, ao voltar o ser a seu estado de vigília. A imaginação costuma suprir, então, com ele mentos estranhos ao sonho, a imperfeição da imagem conservada, alterando ainda mais seu aspecto. Em outras ocasiões, tem-se, ao despertar, a sensação de haver sofrido um horrível e inquietante pesadelo, sem que
  • 61. Como pode o homem ser espectador consciente de seus sonhos? Para isso, o homem deve realizar o processo de evolução consciente, porque a consciência não pode atuar nos sonhos se não está previamente adestrada e munida de conhecimentos essenciais que a habilitem para cumprir essa função. Honesta e sensatamente, não se pode conceber que o ser humano busque tão-só por curiosidade, ou por simples especulação, conhecer semelhante faculdade. Aos que, de posse dela, jamais o usariam com fins mesquinhos, dos quais não está isenta a vaidade pessoal. Os conhecimentos adquiridos por meio da evolução consciente implicam uma responsabilidade impossível de evitar; o caráter insubornável da consciência impediria isso.
  • 62. Joaana de Ângelis – Autodescobrimento, Lição 24; Subconsciente e sonhos: ...pode-se programar os sonhos que se deseja ter, assim como evitar aqueles que se fazem apavorantes – os pesadelos. A questão reside nos pensamentos cultivados, armazenados nos depósitos do subconsciente, e que assumem o controle através de pensamentos e ações conscientes. O subconsciente não tem os recursos da crítica e do discernimento, sendo estático, isto é: possui a faculdade de guardar todo o material que se dirige ao inconsciente; não seleciona o que arquiva, que no entanto aí permanece e pode assomar à consciência ou direcionar-se aos registros profundos da inconsciência. O subconsciente aceita qualquer tipo de mensagem, sem reflexão, sem análise de qualidade. Conforme se pensa acumulam-se as memórias, o que permite a sua reprogramação.
  • 63. Joaana de Ângelis – Autodescobrimento, Lição 24; Subconsciente e sonhos: ...Estabelecendo-se um programa de sonhos bons, será possível dar ordens ao subconsciente, ao mesmo tempo racionalizando o material perturbador nele depositado. Antes de dormir, cumpre sejam fixadas as idéias agradáveis e positivas, visualizando aquilo com que se deseja sonhar, certamente para tirar proveito útil no processo de crescimento interior, de progresso cultural, intelectual, moral e espiritual. Será uma conquista ideal o momento a partir do qual o indivíduo esteja consciente da sua realidade, pensando e agindo de forma lúcida, sem os bloqueios das ilusões, os véus dos medos, as sombras das frustrações que escondem essa realidade.
  • 64. “Todo desejo fortemente acionado libera do subconsciente as cargas arquivadas, que retornam ao campo da consciência como sonhos, recordações, memórias...”. Os sonhos são, portanto, também a realização de desejos conscientes e inconscientes. “Jung” O texto coloca que os sonhos podem ser programados tanto quanto extintos quando no formato de pesadelos, bastando que, conscientemente se deseje sonhar com algo de agradável e positivo. Pode-se afirmar que a tese defendida no Espiritismo, por Allan Kardec e após ele, compreende a visão psicológica a respeito dos sonhos. Os textos citados nos levam à percepção de que a visão espírita atual compreende a visão psicológica, adicionando a ótica do espírito. Essa visão permite a análise objetiva, subjetiva e espiritual. Não observamos conflito de opinião, mas acréscimo de visão. Tanto de um lado como de outro, se é que existe antagonismo, as posições são corretas e
  • 65. Antes de dormir deve-se aquietar sua mente, para que a faculdade de sonhar atue sem travas; sabe também colocar-se no estado mais inefável, para que nada perturbe o labor que será desenvolvido por essa faculdade, com a qual trata de familiarizar-se. Terá conseguido reunir, em resumo, um conjunto de recursos úteis, que lhe permitirão não apenas oferecer seu concurso à faculdade de sonhar, como também confiar no poder realizador dela, enquanto espera que ela dê resposta ao íntimo chamado que, sem dúvida, fará resplandecer na sua inteligência, sendo que, uma agilização maior das faculdades de nossa mente que aumenta nossa eficiência nas atuações que desenvolvemos durante a vigília, também há de favorecer o melhor desempenho de tais faculdades durante o sonho. Na medida do exercício para o processo da evolução consciente os sonhos se tornam mais claros, mais tranqüilos, mais reais, Como pode o homem ser espectador consciente de seus sonhos?
  • 66. Esta faculdade subjetiva se acentuará, em cada fase do mencionado processo, as possibilidades de penetração do próprio entendimento. Só assim poderá incorporar-se à nossa herança consciente o fruto irreversível do saber conquistado, sendo esse saber precisamente o que forja as bases de nosso destino. Alcançar o manejo consciente da faculdade de sonhar implica haver alcançado um dos maiores triunfos evolutivos reservados ao homem: a integração do ser psicofísico com seu espírito. Os sonhos refletem o passado, o presente e o futuro, bem como situações atemporais. Tempo e espaço são relativizados nos sonhos assim como a noção de causalidade. Não se pode querer que os sonhos apresentem a mesma seqüência cronológica de eventos como na consciência.
  • 67. Todo sonho tem uma mensagem que, quando não entendida pelo ego do sonhador, se repetirá até que o processo de crescimento tenha atingido seu real objetivo. Essa mensagem é que tem sido objeto de busca e compreensão. Pensar sobre os sonhos, anotá-los, tentar interpretá-los, ou dar-lhes qualquer atenção, disparará um mecanismo psíquico que produzirá novos sonhos criados pelo fato de lhes atribuirmos algum valor. Isso nos leva a entender que há sonhos que são criados pela observação que fazemos deles. Nos sonhos lúcidos, o sonhador tem consciência de que está dormindo e de que sua consciência naquele momento lhe afirma estar sonhando, são sonhos de emancipação do espírito, se apresentam muito nítidos e se referem a aspectos da vida consciente fora do corpo. São mais que sonhos. São situações revividas para serem refletidas pelo ego vígil, de forma
  • 68. PSICOLOGIA DOS SONHOS O que é psicologia? Deveria ser: psicologia é o estudo dos princípios, leis e fatos relativos à evolução possível do homem; AQUELA que estuda o homem não do ponto de vista do que parece ser, mas do ponto de vista do que ele pode chegar a ser, ou seja, do ponto de vista de sua evolução possível. Portanto a psicologia a que nos refirimos é muito diferente do que possam conhecer por esse nome. Nossa idéia fundamental é a de que o homem, tal qual o conhecemos, não é um ser acabado. A natureza o desenvolve até certo ponto e logo o abandona, deixando-o prosseguir em seu desenvolvimento por seus próprios esforços e sua própria iniciativa, ou viver e morrer tal como nasceu, ou, ainda, degenerar e perder a capacidade de desenvolvimento. A evolução do homem significará o desenvolvimento de certas qualidades e características interiores que habitualmente permanecem embrionárias e
  • 69. A idéia essencial é que, para tornar-se um ser diferente, o homem deve desejá-lo intensamente e por muito tempo. Um desejo passageiro ou vago, nascido de uma insatisfação no que diz respeito às condições exteriores, não criará um impulso suficiente. A evolução do homem depende de sua compreensão do que pode adquirir e do que deve dar para isso. Para compreender isso melhor, para saber que faculdades novas, que poderes insuspeitados pode o homem adquirir e quais são aqueles que imagina possuir, devemos partir da idéia geral que o homem tem de si mesmo. E encontramo-nos, de imediato, ante um fato importante. O homem não se conhece. Está cheio de idéias falsas sobre si mesmo. Não conhece nem os próprios limites, nem suas possibilidades. Não conhece sequer até que ponto não se conhece. Jesus já havia dito: “Conhecereis a verdade e a verdade os libertará” PSICOLOGIA DOS SONHOS
  • 70. O homem deve saber que ele não é um, mas múltiplo. Não tem um Eu único, permanente e imutável. Muda continuamente. Num momento é uma pessoa, no momento seguinte outra, pouco depois uma terceira e sempre assim, quase indefinidamente. PSICOLOGIA DOS SONHOS EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU EU O que cria no homem a ilusão da própria unidade ou da própria integralidade é, por um lado, a sensação que ele tem de seu corpo físico; por outro, seu nome, que em geral não muda e, por último, certo número de hábitos mecânicos implantados nele pela educação ou adquiridos por imitação. Tendo sempre as mesmas sensações físicas, ouvindo sempre ser chamado pelo mesmo nome e, encontrando em si hábitos e inclinações que sempre conheceu, imagina permanecer o mesmo. Cada pensamento, cada sentimento, cada sensação, cada desejo, cada “eu gosto” ou “eu não gosto”, é um “eu”. Esses eus” não estão ligados entre si,
  • 71. O que se deve entender por “desenvolvimento”? Em outras palavras, qual é a espécie de mudança possível ao homem? O desenvolvimento não pode se basear na mentira a si mesmo, nem no enganar-se a si mesmo. O homem deve saber o que é seu e o que não é seu. Deve dar-se conta de que não possui as qualidades que se atribui: a capacidade de fazer, a individualidade ou a unidade, o Ego permanente, bem como a consciência e a vontade. E é necessário que o homem saiba disso, pois enquanto imaginar possuir essas qualidades, não fará os esforços necessários para adquiri-las, da mesma maneira que um homem não comprará objetos preciosos, se acreditar que já os possui. Surge então outra questão: é possível adquirir o domínio de consciência, evocá-los mais freqüentemente, mantê-los por mais tempo ou, até, torná-los permanentes? Em outros termos, é possível tornar-se consciente? Esse é o ponto essencial e é preciso compreender. Por meio PSICOLOGIA DOS SONHOS
  • 72. Esse estudo deve começar pelo exame dos obstáculos à consciência em nós mesmos, porquanto a consciência só pode começar a crescer quando pelo menos alguns desses obstáculos forem afastados.
  • 73. Capítulo 37 A Preleção da Ministra Veneranda
  • 74. Capítulo 37- A Prelecao da Ministra O Contato de sua mãe e sua observações sobre a pratica do bem (em sonho) , encheram o espirito de André de conforto. Conversara com Tobias sobre o bônus hora que sua mãe mencionava. Ele explicou que cabia aos administradores contar o tempo de serviços, porém quanto ao valor essencial do aproveitamento justo, só mesmo as Forcas Divinas podem determinar com exatidão. Haviam trabalhadores que depois de 40 anos de atividade especial, dela se retiram como da primeira hora, provando que gastaram tempo sem empregar dedicação espiritual.
  • 75. Capítulo 37- A Prelecao da Ministra Acertara com Tobias a permissão para assistir a conferencia da Ministra Veneranda. Mais de 1000 pessoas estavam no lindo salão. Eles estavam como ouvintes, mais para frente em um local de realce, ficavamm os mais adiantados na matéria do dia, eles podiam interpelar a Ministra. O Governador determinou esta regra para todas as aulas para evitar as opiniões pessoais e perda de tempo. Veneranda chegou com duas outras Ministras da Comunicação.
  • 76. Capítulo 37- A Prelecao da Ministra Vim para conversar com vocês sobre o pensamento. • O Pensamento é a base das relações espirituais dos seres entre si é a linguagem universal. • A criação mental é quase tudo em nossa vida.Somos milhões de almas dentro do Universo, ainda insubmissos as leis Universais. Não somos comparáveis aos irmãos mais sábios e vivemos nos caprichosos “mundos inferiores” do nosso “eu”. Em geral recebemos instruções sobre as leis dos princípios divinos, mas não nos submetemos a elas, tomamos conhecimento dessas verdades sem lhes consagrarmos nossas vidas. Estamos conscientes que é o pensamento a base para nossa vida? Temos agido como tal ? Policiando ou deixando nosso pensamento correr solto sem maiores responsabilidades com o que liberamos para o Universo em forma de energia? Recebemos estes ensinamentos através dos estudos e palestras e muitos de nós não colocamos em prática por ser “DIFICIL” Este é o nosso desafio Quando começaremos?
  • 77. Capítulo 37- A Prelecao da Ministra • Aprendemos a respeito da força mental em vários cursos de espiritualização nas escolas religiosas, mas esquecemos que toda nossa energia, tem sido empregada em milênios sucessivos nas criações mentais destrutivas ou prejudiciais a nós mesmos. Pensa- mento • Mesmo tendo aprendido que o pensamento é força essencial, continuamos agindo no terreno das afirmativas verbais. Ninguém atenderá ao dever apenas com palavras, a reforma é interna. Cada espirito é compelido a manter e nutrir as criações que lhe são peculiares. Afirmativas Verbais • Ensina a Bíblia que o próprio Senhor da Vida não estacionou no Verbo e continuou o trabalho criativo na Ação. Senhor da Vida Como somos vistos não retrata quem somos, pois o que verbalizamos não é o nosso estado íntimo, o que nos relela é o que
  • 78. Capítulo 37- A Prelecao da Ministra • Uma idéia criminosa produzira gerações mentais da mesma natureza; um princípio elevado obedecerá a mesma lei. Pensamento • "O pensamento é força viva, em toda parte; é atmosfera criadora que envolve, a Causa e os Efeitos, no Lar Universal. Nele, transformam-se homens a caminho do céu ou se fazem gênios diabólicos, a caminho do inferno. Força Viva • Entre os desencarnados e encarnados, basta o intercâmbio mental sem necessidade das formas. O pensamento em si é a base de todas as mensagens silenciosas da idéia, nos maravilhosos planos da intuição entre os seres de todas especies. Compreendamos a grandiosidade das leis do pensamento e submetamo-nos Base das Idéias Nós espiritas temos acesso a este conhecimentos em cada linha das obras da Codificacao. Devemos aplica-lo, pois conscientes estamos que o nosso mundo real não é o das palavras e sim o nosso mundo interno.
  • 79. Quando vi os companheiros levantarem-se para as despedidas, ao som da música habitual, indaguei de Narcisa, surpreendido: - Que é isso? Acabou a reunião? A enfermeira bondosa esclareceu, sorridente: - A Ministra Veneranda é sempre assim. Finaliza a conversação em meio do nosso maior interesse. Ela costuma afirmar que as preleções evangélicas começaram com Jesus, mas ninguém pode saber quando e
  • 80. 80 CAPÍTULO 37 - A preleção da Ministra – Observações sobre Pensamento – pensamento: força essencial em todo o Universo, capaz de gerar o que se queira — bom ou mau... VENERANDA: Mas, só por admitirmos o poder do pensamento, ficaremos libertos de toda a condição inferior? Impossível! Uma existência terrestre, representa período demasiadamente curto para aspirarmos a posição de cooperadores divinos, METABOLIZAÇÃO FLUIDOSFLUIDOS ENERGIASENERGIAS VIBRAÇÕES EVIBRAÇÕES E PENSAMENTOSPENSAMENTOS Afinamo-nos uns com outros, em núcleos insulados ainda, compelidos a prosseguir nas construções transitórias da Terra. Não saímos das nossas afirmativas exclusivistas, estacionados no verbo, sem o contínuo trabalho criativo da ação. Viciamos e desviamos essa força e cada Espírito é compelido a manter e nutrir as criações que lhe são peculiares.
  • 81. “Como podem os Espíritos, dispersos pelo espaço ou pelos diferentes mundos, ouvir as evocações que lhes são dirigidas de todos os pontos do Universo?” “Muitas vezes são prevenidos pelos Espíritos familiares que vos cercam e que os vão procurar. Porém, aqui se passa um fenômeno difícil de vos ser explicado porque ainda não podeis compreender o modo de transmissão do pensamento entre os Espíritos. O que te posso afirmar é que o Espírito evocado, por muito afastado que esteja, recebe, por assim dizer, o choque do pensamento como uma espécie de comoção elétrica que lhe chama a atenção para o lado de onde vem o pensamento que o atinge. Pode dizer- -se que ele ouve o pensamento, como na Terra ouves a voz.” “Será o fluido universal o veículo do pensamento, como o ar o é do som?” “Sim, com a diferença de que o som não pode fazer-se ouvir senão dentro de um espaço muito limitado, enquanto que o pensamento alcança o infinito. O Espírito, no Além, é como o viajante que, em meio de vasta planície, ouvindo pronunciar o seu nome, se dirige para o lado de onde o chamam.” Capítulo XXV. Item 282.
  • 82. “Dar-se-á que o pensamento do evocador seja mais ou menos facilmente percebido, conforme as circunstâncias?” Capítulo XXV. Item 282. “Sem dúvida alguma. O Espírito é mais vivamente atingido, quando chamado por um sentimento de simpatia e de bondade. É como uma voz amiga que ele reconhece. Dá-se com os Espíritos o que se dá com os homens; se aquele que os chama lhes é indiferente ou antipático, podem ouvi-lo, porém, as mais das vezes, não o atendem.” O pensamento que se desprende da evocação toca o Espírito; se é mal dirigido, perde-se no vácuo. A não se dar isso, acontece com frequência que a evocação nenhum efeito produz.
  • 83. • Para falar em saúde, precisamos entender a harmonia compreendendo corpo, mente e Espírito. • Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, o ser humano se encontra num estado que denominamos de saúde.• Levando em conta que nosso Espírito ainda carece de um maior equilíbrio, no estágio evolutivo em que nos encontramos, não podemos dizer que temos uma saúde perfeita. Isto é uma expectativa para futuras encarnações. • Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que o ser humano se encontra num estado de doença. • A doença é a perda relativa da harmonia.
  • 84. METABOLIZAÇÃO FLUIDOSFLUIDOS ENERGIASENERGIAS VIBRAÇÕES EVIBRAÇÕES E PENSAMENTOSPENSAMENTOS A natureza é um imenso oceano de vibrações e energias, onde os seres transitam, influenciando e sendo influenciado por essa torrente energética e vibratória. O ser humano absorve-as de forma automática; metaboliza-as em sua estrutura energética, (o perispírito), fazendo parte normal do funcionamento do complexo humano, de maneira automática, independente da percepção ou decisão voluntária da pessoa. Essas energias se constituem de elementos presentes na natureza (Fluido Cósmico Universal) e de emissões energéticas de processos orgânicos ou perispirituais de outros seres da criação e de vibrações e pensamentos advindos de outros seres humanos ou espíritos. A metabolização transforma essas energias absorvidas em componentes específicos da nossa “circulação” energética, distribuindo estes em todo o nosso organismo físico e perispiritual, servindo como verdadeiro “alimento” para o complexo humano
  • 85. DESEQUILÍBRIO / INVIGILÂNCIA ENERGIAS RUINSENERGIAS RUINS BOAS ENERGIASBOAS ENERGIAS EQUILÍBRIO E HARMONIA BOAS ENERGIASBOAS ENERGIAS ENERGIAS RUINSENERGIAS RUINS O equilíbrio ou o desequilíbrio no campo mental e espiritual do indivíduo, determina, portanto, que “qualidade” ou “tipo” de energia será absorvido por ele Se estamos desequilibrados, desarmonizados, invigilantes com nossos pensamentos, nosso patamar vibratório se ajusta com energias “ruins”, e nosso filtro bloqueia a absorção das energias boas e promove a assimilação de energias desequilibradas. Se estamos equilibrados, harmonizados, vibrando no bem, nosso “filtro” promove a absorção de boas energias, correspondentes ao nosso “patamar vibratório”, bloqueando a absorção de padrões energéticos “ruins”.
  • 86. Sempre que pensamos em alguém, “sintonizamos” com essa pessoa, e emitimos automaticamente para elas uma parte de nossas energias e fluidos. A outra pessoa absorverá ou não nossas energias, fluidos, vibrações e pensamentos, de acordo com a afinidade e sintonia que tenha conosco, podendo ou não perceber impressões dessas energias, de acordo com sua sensibilidade, com a intensidade da emissão, Emanações Energéticas características de cada PENSAMENTO Transferência Energética
  • 87. Metabolização Acelerada no Perispírito Transferência Energética Concentração, “focagem” Vontade, pensamento Absorção Acelerada de Fluidos e Energias MECANISMO GERAL DA IRRADIAÇÃO E DO PASSE
  • 88. O teor vibratório de cada pensamento estimula a consciência celular, gerando saúde, ou se desarmoniza, produzindo doença.
  • 89. Essas enfermidades somente se farão recuperar quando houver transformação estrutural do pensamento, que se encarregará de construir novos alicerces super sutis, que se consubstanciarão nos futuros códigos de DNA, restabelecendo a consciência individual das células e, por fim, integrando a consciência do ser no conjunto da harmonia da Consciência Cósmica.
  • 90. Conceito de Pensamento É força eletromagnética. Pensamento, eletricidade e magnetismo conjugam-se em todas as manifestações do Universo – Emmanuel - Pensamento e Vida É uma radiação da mente espiritual. Configura-se como matéria viva e plástica Aureo – Universo e Vida
  • 91. A Gênese• Item 14 do Cap. XIV: • “Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinadas; (...). • É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual. (...) Por análogo efeito, o pensamento do Espírito cria
  • 92. A Gênese • Ítem 16 do Cap. XIV: • “Sendo esses fluidos o veículo do pensamento e podendo este modificar-lhes as propriedades, é evidente que eles devem achar- se impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os fazem vibrar, modificando- se pela pureza ou impureza dos sentimentos.”
  • 93. 96 (Aulus: Nos domínios da mediunidade). ‘’O pensamento não escapa às realidades do mundo corpuscular, e assim como temos a química física/terrena, temos no pensamento a química mental. Têm natureza diferenciada, com características e pesos próprios, adensando a alma ou sutilizando-a, além de lhe definir qualidades magnéticas. A onda mental possui coeficientes de força... Somos naturalmente vítimas ou beneficiários de nossas próprias criações, segundo as correntes mentais que projetamos conforme nossas deliberações e atividades, em harmonia ou em desarmonia com as Leis eternas.’’ Conceito de Pensamento
  • 94. Emmanuel, no livro “Roteiro” (páginas 31 a 33) ... O perispírito é organização formada por substâncias químicas que transcendem a série conhecida pela ciência terrena, é aparelhagem delicado, extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir. Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço. Aniceto, em “Os Mensageiros” (página 219): Aquele é o nosso irmão Fábio Aleto, que vai dar a interpretação espiritual do texto lido. Os que estiverem nas mesmas condições dele, poderão ouvir-lhe os pensamentos; mas, os que estiverem em zona mental inferior, receberão os valores interpretativos, como acontece entre os
  • 95. A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento. Da mesma forma como a queda de um pedra so- bre um lago produz ondulações que se irradiam do centro do impacto sobre a superfície da água, em todas as direções, nossos pensamentos tam- bém se espalham pelo ambiente circundante que seja capaz de recebê-la. No caso do impulso mental, a irradiação não se faz somente no plano mental, mas em muitas outras dimensões/planos (simetria). Cada vez que a onda de pensamento toca outro Corpo Mental, tende a determinar nele vibrações similares àquelas a que deu origem. Isso quer dizer que quando o Corpo Mental de um homem é tocado por uma onda de pensa- mento, forma-se em sua mente uma tendên- cia para produzir um pensamento idêntico ao que foi formado antes na mente de quem ori- ginou a onda.
  • 96. A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento. A onda-pensamento, ou onda mental, torna-se menos poderosa na proporção da distância em que está da sua fonte, perdendo sua força só a enormes distância de sua fonte. A distância a que chega uma onda de pensamento, a força e a persistência com que penetra no Corpo Mental de outros, depende da força e clareza do pensamento de origem. Assim, um pensamento forte irá além do que alcança um pensamento fraco e indeciso, mas a clareza e a precisão têm maior importância do que a força. Outros fatores que afetam a distância que uma onda de pensamento pode alcançar são a sua natureza e a oposição que encontra. Tal como no desenho ao lado. No meio do ruído de uma cidade desaparece As ondas inferiores, por exemplo, são desviadas, ou dominadas por uma quan- tidade de outras vibrações, bem depres- sa por alcançarem a matéria astral.
  • 97. A irradiação de vibrações ou ondas de pensamento. É igualmente verdade, como é natural, que o pensamento benéfico pode afetar outros para o bem, da mesma maneira. Por isso mesmo, o homem pode, e deve, irradiar constantemente sobre todos as pessoas, amigos e vizinhos pensamentos de amor, calma, paz, etc. Há momentos que não se pode ajudar a uma pessoa fisicamente. As vezes a presença física não ajudaria em nada, em virtude da pessoa não estar receptiva a ajuda naquele momento, mas seus corpos astrais e mentais são mais facilmente impressionáveis do que o físico, e sempre é possível abordá-los com uma onda de pensamentos de auxílio, de afeição, de sentimentos consoladores, e assim por diante.
  • 98. No início do seu processo evolutivo, o espírito não consegue ter um domínio pleno das percepções e os rudimentos da telepatia apenas completam a linguagem articulada, estabelecendo-se inicialmente, entre espíritos afins, mas essa capacidade vai se dilatando a ponto de substituir a língua falada. Em sua evolução, o pensamento puro e límpido é capaz de saltar a distâncias incomensuráveis e, quanto mais elevado o intelecto do seu emissor e mais sublime o seu conteúdo, maior o salto, mais pronunciada e distância “percorrida”. Ao elevar o pensamento, alteramos a fisiologia do corpo perispiritual, produzindo eflúvios energéticos e luz não visível aos nossos olhos de encarnados. Aliás, não é isso que muitas vezes os clarividentes observam na fluidoterapia e no passe? Essas emanações constituem o campo áurico do perispírito, tanto encarnado quanto desencarnado, e reflete as aquisições e o estado de momento de cada O PENSAMENTO – Criação e Evolução
  • 99. Os espíritos também sugerem a existência de planos vibratórios. O universo teria suas contrapartes espirituais, como parte de uma grande simetria. A matéria que constitui esses planos é, para os espíritos, tão palpável quanto a matéria comum o é para nós; ainda manifestação bastante sutil do fluído cósmico universal. A matéria mental sofre influência de nossos pensamentos e, por sua vez, influencia as condições do ambiente em que vivemos, tanto na crosta quanto nas esferas espirituais. Portanto o pensamento com o tempo pode adquirir formas e aparências que denotam a condição intelectual e moral de encarnados e desencarnados, daí originando as formas-pensamento podem ser O PENSAMENTO: Ideoplastia
  • 100. Essas formas pensamentos (ideoplastias) influenciam aqueles que as geraram e reduzem a condição vibratória de todo o ambiente, criando verdadeiras egrégoras locais, densas e carregadas, que podem ser sentidas por todos, médiuns ou não. Nos centros espíritas, há espíritos responsáveis, em parte, pelo preparo do entorno da casa e dependências, principalmente para aquelas reuniões que se fazem próximas de ambientes agrestes. Na eliminação de fluídos mais densos, energias deletérias e formas-pensamento apresentam grande capacidade de ação, transmutando-as, com facilidade, em formas neutras que desaparecem do recinto. Egrégora, (do grego egrêgorein, «velar, vigiar»), é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas.[ O termo pode também ser descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.
  • 101. Além disso, o efeito da mente do espírito afeta a própria intimidade dos constituintes do perispírito do desencarnado (e mesmo de encarnados com pensamentos viciados), constituindo a base dos fenômenos de animalização do psicossoma: a zoantropia. Grande parte das características do umbral se deve aos efeitos crônicos dos pensamentos enfermiços de bilhões de espíritos infelizes ao longo de eras geológicas. Existência dessas formas-pensamento é abordada nas obras de André Luiz, como nas páginas 235 e 250 de “Os Mensageiros”, quando fala da criação de larvas mentais por meio de pensamentos enfermiços, ou as inúmeras citações de larvas geradas por todo tipo de excesso comportamental. Ovoidização
  • 102. Alexandre acrescenta: (em “Missionários da Luz”, página 47)... Você (André) está observando o setor das larvas com justificável admiração. Não tenha dúvida. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente. As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão origem a formas e consequências de infinitas expressões; cada um de nós é responsável pela emissão das forças que lançamos em circulação nas correntes da vida. A cólera, a desesperação, o ódio e o vício oferecem campo a perigosos germens psíquicos na esfera da alma (...) O oposto também ocorre: pensamentos elevados podem modificar a estrutura da matéria mental, moldando-a e criando formas que traduzem paz e harmonia, como as pétalas de luz que Ismália produz durante oração em “Os Mensageiros” e que tantas vezes foram observadas por diferentes médiuns, “E a Vida Continua” (82 e 83): —...O mundo terrestre é aquilo que o pensamento do homem faz dele. Aqui, é a mesma coisa. A matéria se resume
  • 103. Em “Obreiros da Vida Eterna”, lê-se que a espiritualidade mandou instalar aparelhos capazes de prover registros vibratórios do pensamento daqueles que entravam no templo destinado à materialização e comunicação de entidades espirituais sublimes. Com tais aparelhos instalados, a vigilância podia verificar a natureza dos pensamentos emanados no recinto e manter possíveis infratores afastados, para o bem comum. Para finalizar esse ponto da discussão, perguntamos: para onde iremos após o desencarne? Iremos para onde a nossa mente e o nosso coração nos mandarem. Ninguém nos envia para o céu, inferno ou purgatório, tampouco escolhe o plano vibratório que nos receberá. Onde nossos sentimentos e pensamentos estiverem, automaticamente lá estaremos e nisso reside a perfeição da justiça divina. Disse Jesus: Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no
  • 104. No dia 14 de novembro de 2014, quando já tinhamos terminado o estudo do pensamento, um fato singular aconteceu. Ao abrirmos a internet, deparamos com o seguinte artigo, no site: (www.inovacaotecnologica.com.br/noticias) Controle seus genes com o pensamento. Marc Folcher e seus colegas do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça desenvolveram um método de regulação genética que usa ondas cerebrais específicas para controlar a conversão de genes em proteínas - a chamada expressão genética. O sistema, controlado por ondas cerebrais humanas, foi testado e funcionou em culturas de células humanas e em camundongos. "Pela primeira vez conseguimos captar ondas cerebrais humanas, transferi-las sem fios , para uma rede de genes e regular a expressão de um gene dependendo do tipo de pensamento. Ser capaz de controlar a expressão genética através do poder do pensamento é um sonho que estamos perseguindo há mais de uma década," disse o professor Martin Fussenegger. Fussenegger espera que um implante controlado pelo pensamento possa um dia ajudar a combater doenças neurológicas, como síndrome do encarceramento, dores de cabeça crônicas, dores nas costas e epilepsia, através da detecção de ondas cerebrais
  • 105. Produção de proteínas controlada pelo pensamento O sistema usa um capacete com sensores para captar ondas cerebrais, como em um eletroencefalograma. As ondas cerebrais são analisadas, gravadas e transmitidas sem fio via Bluetooth para um dispositivo que controla um gerador de campo eletromagnético. Esta bobina fornece uma corrente de indução para o dispositivo principal, o implante que foi testado em culturas de células humanas e em camundongos. A corrente induzida acende uma luz no implante: um LED integrado emite luz na faixa do infravermelho próximo e ilumina uma câmara de cultura contendo células geneticamente modificadas. Quando a luz infravermelha ilumina as células, elas começam a produzir a proteína E ainda no mesmo artigo.... Controle seus genes com o pensamento, com um significativo título, o autor continua:
  • 106.
  • 107. Produção de proteínas controlada pelo pensamento: Concentração, meditação e biofeedback O sistema foi controlado pelos pensamentos de vários voluntários. Durante os testes, os pesquisadores usaram uma proteína humana fácil de detectar a partir da câmara de cultura do implante na corrente sanguínea do animal de laboratório e os voluntários foram classificados de acordo com três estados mentais: concentração, meditação e biofeedback. Os voluntários em concentração - induziram a produção de valores médios na corrente sanguínea dos camundongos. Aqueles completamente relaxados - em meditação - induziram valores muito elevados nos animais de laboratório. Para o biofeedback, os voluntários observavam o LED do implante no corpo do camundongo e então conseguiam conscientemente ligar e desligar a luz do LED, o que gerou a produção de quantidades variáveis na circulação sanguínea dos animais, de acordo com a vontade de cada um.
  • 108. Ao findar dos estudos da semana anterior, recebemos orientação espiritual para focarmos o assunto: Pensamento e Obsessão
  • 109.
  • 110. Pode um fenômeno psicológico transformar-se em fisiológico? Fisiológico – relativo à fisiologia, que é a ciência que trata das funções orgânicas nos animais e vegetais. Psicologia – parte da filosofia que trata da alma e das suas
  • 111. Pensamentos Obsessivos, obsessões ou pensamentos intrusivos Pensamentos obsessivos são pensamentos automáticos geralmente representando algo com conteúdo absurdo ou extremamente desagradável para pessoa ao ponto de provocar ansiedade. São considerados obsessivos porque aparecem com muita freqüência e de forma persistente. E são intrusivos porque surgem mesmo a contragosto do sujeito. Por serem pensamentos que causam ansiedade acabam provocando uma reação comportamental que tem por objetivo diminuir a ansiedade (fugas). Esses comportamentos passam a ser tão frequentes quanto as obsessões e a ocorrência de um está atrelada ao outro. Esses comportamentos são chamados de compulsões. Compulsão ou comportamento compulsivo: Compulsão é qualquer comportamento que passa ser utilizado para se livrar ou fugir de um pensamento obsessivo. No caso de quem tem pensamentos obsessivos em relação à limpeza, a compulsão seria lavar o local físico ou alguma parte do corpo que se pensa estar contaminado. Outras pessoas podem desenvolver rituais de contagem (contar número em seqüência), por acreditarem que isso evitará que algo de mal aconteça a algum familiar, por exemplo. Na verdade qualquer PSICOPATOLOGIA > Terapia Cognitivo- comportamental
  • 112. Funcionamento do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) O esquema a seguir mostra como funciona e se retro-alimenta o ciclo do transtorno. PSICOPATOLOGIA > Terapia Cognitivo- comportamental O tratamento do TOC na TCC (terapia cognitivo-comportamental) vai acontecer tanto ao nível dos pensamentos, com a prática do questionamento socrático, quanto ao nível comportamental com a “exposição e prevenção de respostas”.
  • 113. Para a doutrina espírita, o estudo do pensamento é fundamental. Pensar é criar, portanto, o ato de pensar está relacionado diretamente à nossa origem espiritual. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, com a capacidade de interferir em sua obra. André Luiz sustenta a mesma idéia: “Nos fundamentos da criação vibra o pensamento imensurável do Criador e sobre esse pensamento divino vibra o pensamento mensurável da criatura, a constituir-se no vasto oceano de força mental em que os poderes do espírito se manifestam”. Somos capazes de influir positiva ou negativamente, ainda que de forma restrita, nesse vasto oceano de energias desconhecidas. Temos, assim, a possibilidade de co-criar, moldando o fluido cósmico
  • 114. A Gênese, cap. 14, parágrafo 15. Criando imagens fluídicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e aí de certo modo se fotografa. Tenha um homem, por exemplo, a ideia de matar a outro: embora o corpo material se lhe conserve impassível, seu corpo fluídico é posto em ação pelo pensamento e reproduz todos os matizes deste último; executa fluidicamente o gesto, o ato que intentou praticar. O pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira é pintada, como num quadro, tal qual se lhe desenrola no espírito.
  • 115. Ação dos Espíritos sobre os homens Quando um Espírito quer agir sobre uma pessoa, dela se aproxima e a envolve, por assim dizer, com o seu perispírito, como num manto; os fluidos se interpenetram, os dois pensamentos e as duas vontades se confundem e, então, o Espírito pode servir-se daquele corpo como se fora o seu próprio, fazê-lo agir à sua vontade, falar, escrever, desenhar, etc. Revista Espírita, Ano V, dezembro de 1862
  • 116. Embora no dia a dia o ser humano vivencie os mais variados sentimento / emoções, podendo fazer uso da vontade e livre escolha, ,as obsessões estão em constante manipulação no CAMPO AFETIVO DO SER se integrando, se necessitando mutuamente, numa união PARASITÁRIA ( Dr. Jorge Andréa ) OBSESSÃO SIMPLES  Podemos fazer escolhas através do uso da VONTADE. FASCINAÇÃO  Esssas idéías são absorventes, insidiantes, nos comprazem, afirmando-se coerentes, TOLHENDO MINHA VONTADE pois as considero corretas embora só eu as sinta assim. SUBJUGAÇÃO Idéias que tomam vulto tamanho que não consigo subtrair-me a elas. Elas me conduzem ,me constrangem, como fantoche, ANULANDO MINHA VONTADE
  • 117. Obsessão Telepática Telepatia: comunicação direta e a distância entre duas mentes, ou conhecimento, por alguém, dos processos mentais de outrem, além dos limites da percepção ordinária. Na obsessão telepática, estamos diante da influência negativa de almas entre si, que se traduz pela guerra de pensamentos, “assumindo as mais diversas formas de angústia e repulsão”. E é muito mais comum do que podemos imaginar.
  • 118. Televidência de imagens e de pensamentos, de sentimentos e de sensações invasoras variadas. Trata-se da invasão de pensamentos estranhos, isto é, não ‘fabricados’ pela própria pessoa; os mesmos vem de fora, de alguma fonte via telepatica transferindo, mental e parcialmente, à distância, pensamentos, sentimentos, sensações, imagens, movimentos, ações, parasitismos, e obsessões. Se prejudiciais e obsessivos, o bom senso recomenda repeli-los e cortar tais fluxos de pensamentos etc., -SINTONIA MENTAL OU RESSONÂNCIA MENTAL COM AMBIENTES E CORRENTES MENTAIS: “Assim também na vida comum, a alma entra em ressonância com as correntes a b mentais em que respiram as almas que se lhe assemelham. Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como pensamos e respectivos comportamentos; atraímos e captamos via telepatia e intuição e, também, alguns de seus parasitismos, obsessores,
  • 119. Nunca se esquecer  Sendo os fluidos o veículo do pensamento e podendo este modificar-lhe as propriedades, é evidente que eles devem achar-se impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os fazem vibrar, modificando-se pela pureza ou impureza dos sentimentos.  Os maus Espíritos corrompem os fluidos pelos seus pensamentos, tornando-os pestilentos  Os bons Espíritos os eterizam de acordo com sua elevação moral, tornando-os um remédio salutar para os que são objeto de sua ação.
  • 121. DEUS Fluido Cósmico Universal Matéria Fluido Vital Perispírito Espírito Graude VidaInteligência
  • 122. Formas Pensamento Kardec 14. Os espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não os manipulando como os homens manipulam os gases, mas com a ajuda do pensamento e da vontade..... Algumas vezes, essas transformações são o resultado de uma intenção, outras, são o produto de um pensamento inconsciente. Ao espírito basta pensar em uma coisa para que ela se produza. Kardec, A Gênese, Cap. XIV, item 14.
  • 123. Ao raciocínio do Codificador, podemos acrescentar que o espaço está repleto de ondas de rádio, ondas de luz, etc., ou seja, de ondas eletromagnéticas, que se entrecruzam sem se misturar, porque cada qual apresenta uma frequência diferente. Esse estado vibratório tem a propriedade de se exteriorizar (fração exteriorizada)e também de atrair a si condições análogas (fração absorvida). Quando, por exemplo, ligamos o rádio e sintonizamos uma determinada estação, estamos, na verdade, ajustando o aparelho para que ele entre em sintonia com a frequência das ondas eletromagnéticas emitidas pela estação selecionada e, uma vez sintonizados naquela estação, só ouviremos os sons transmitidos por ela. Assim acontece com nossa mente e pensamento através do cérebro (seu instrumento físico).
  • 124. Ora, esse estado vibratório da fração exteriorizada do “corpo mental”, tem a propriedade de atrair a si, no meio etérico, substância sublimada análoga à sua. Assim é que se produz uma “forma-pensamento”, que é, de certo modo, uma entidade animada de intensa atividade, a gravitar em torno do pensamento gerador... Vide anotação
  • 125. .... o pensamento constrói paisagens terrificantes pela sordidez, pela qualidade inferior, nas quais o indivíduo fica submerso, respirando o bafio pestilencial que organiza a paisagem infeliz. Semelhantemente, a construção mental de formas sensuais, hediondas, vingadoras, adquire plasticidade e vida, tornando-se parte integrante da psicosfera do seu autor. À medida que se concretizam, na razão direta em que são vitalizadas, essas construções passam a agir sobre o paciente, causando-lhe conflitos muito desgastantes. Essas imagens vivas adquirem identidade e espontaneidade, MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4 Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
  • 126. Quando em parcial desprendimento pelo sono, torna-se vitimado pela multidão que o envolve, encarcerando-o no círculo de viciações nas quais se compraz. Alimentando-se dos vibriões mentais — aspirações perniciosas que o pensamento elege - parecem seres reais ameaçadores que exaurem a fonte na qual se originam. Estimulados e direcionados por afinidades morais inferiores de Espíritos perversos, zombeteiros ou vulgares, transformam-se em processos obsessivos que assumem caráter de crescente gravidade. MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4 Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
  • 127. AUTO OBSESSÃO: aprisionamento de si mesmo através da forma de pensar, sentir e agir (animico). Isso pode ocorrer no encarnado e no desencarnado no presente momento ou com lembranças do passado "Não se interessando por outro assunto a não ser o da própria dor, da própria ociosidade ou do próprio ódio, a criatura desencarnada, ensimesmando-se, é semelhante ao animal no sono letárgico da hibernação. Isola-se do mundo externo, vibrando tão-somente ao redor do desequilíbrio oculto em que se compraz. Nada mais ouve, nada mais vê e nada mais sente, além da esfera desvairada de si mesma".
  • 128. São comuns esses fenômenos de auto-obsessão entre as criaturas humanas por cultivarem pensamentos negativos e insensatos que os aprisionam nas malhas fortes das próprias ondas mentais enfermiças. Diante das injunções de tal natureza, como de outras, o valioso recurso da oração é terapia poderosa que desagrega essas energias mórbidas e propicia aragem mental salutar para novas e superiores formulações, que passarão a envolver o paciente, restaurando-lhe o equilíbrio. Especialmente antes do repouso pelo sono diário, a vigilância mental se torna de alta importância, a fim de que as propostas enobrecidas do pensamento induzam o espírito a viajar às regiões ditosas de onde MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – CAP.4 Divaldo Pereira Franco/ Manoel Philomeno de Miranda
  • 129. ...sutil tecelagem energética que se condensa e constitui o campos mentais e estruturas psíquicas interpenetram-se, tomando formas, alterando contornos, surgindo e desaparecendo ininterruptamente... ... ondas mentais contínuas, sincroniza com outras de teor vibratório equivalente, que passam a corporificar-se em organização delicada, sendo reabsorvidas e eliminadas conforme a intensidade da ideação ... Em saúde e doença, equilíbrio, desarmonia emocional e mental são resultados inevitáveis ; ...oceano de vibrações em que se encontram mergulhados, os indivíduos conduzem-se nas faixas de identificação própria, sintonizando com os semelhantes e deles haurindo idênticas exteriorizações. Quanto mais se fixam os pensamentos nas preferências habituais, MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – FORMAS IDEOPLÁSTICAS
  • 130. Além das sincronizações com outras mentes – encarnadas ou desencarnadas - que produzem obsessões, elaboram estranhas e perigosas formações que empestam a psicosfera dos pacientes; ....produzem aglutinações de partículas que se transformam em vibriões agressivos e vorazes, que se nutrem do continuum mental, encarcerando o paciente aprisionando-o nas malhas das próprias elucubrações doentias. Larvas, formas pensamento agressivas, vírus desconhecidos fixam-se no campo áurico e passam a invadir o corpo perispiritual, manifestando distúrbios mentais e orgânicos de difícil diagnose e mais desafiadora terapia. Lentamente, essas vidas ínfimas agridem os seus vitalizadores, que se desorganizam, experimentando males estranhos e MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS –FORMAS IDEOPLÁSTICAS
  • 131. Perseguidos por essas ideações plásticas, ao ocorrer a desencarnação, os mesmos continuarão sob a indução malévola das vis construções que mobilizaram e sustentaram... No sentido oposto, as ideoplastias felizes que compõem as formas pensamento superiores propiciam o êxtase, emulam ao avanço, fortalecem o ânimo para o ininterrupto crescimento íntimo e o autotransformar-se, esteja o espírito no corpo físico ou liberado da sua injunção... Não foi por outra razão que Jesus acentuou: "O reino dos Céus está dentro de vós" — ................................................................e certamente o inferno também MEDIUNIDADE DESAFIOS E BENÇÃOS – FORMAS IDEOPLÁSTICAS
  • 132. Pensar é a arte de emitir ondas. Conforme o conteúdo mental, como efeito do comportamento moral, ou vice-versa, adquirem formas que se plasmam nas delicadas vibrações pulsantes do universo. Sejam, portanto, quais forem as circunstâncias da existência, cabe ao viajante carnal manter o pensamento em alto nível de reflexões, cultivando as ideias otimistas e iluminativas, de modo a criar campos saudáveis dos quais se exteriorizarão as construções equilibradas da emoção e do organismo físico.
  • 133. I - O pensamento é uma força II - O pensamento age sobre os fluidos ambientes III- A vontade é o pensamento tornado força motriz IV - Há ondas e raios de pensamentos nos fluidos ambientes V – Para produzir efeitos, não é preciso que o pensamento seja formulado em palavras VI- Nas reuniões homogêneas e simpáticas se adquirem novas forças morais VII - A Comunhão de Pensamentos é um conjunto harmônico de pensamentos. (unidade de intenção, vontade, desejo,e aspiração) ALLANKARDEC VIII- Sendo a Vontade uma Força Ativa, esta Força é multi-plicada pelo número de Vontades Idênticas, como a força muscular é multiplicada pelo número dos braços. SEGUE CONDIÇÕES PARA A AÇÃO COLETIVA “DAS FORÇAS DO PENSAMENTO ”
  • 134. IX – Nas relações com os Espíritos, se houver perfeita Comunhão de Pensamentos, haverá uma força atrativa ou repulsiva que nem sempre possui o indivíduo isolado. X- Quanto maior o número de pessoas nas reuniões, mais aí se misturam elementos heterogêneos que paralisam a ação dos bons elementos. XI - Um conjunto de pensamentos idênticos, tendo o bem por objetivo, terá mais força para neutralizar a ação dos maus Espíritos. XII- “A UNIÃO FAZ A FORÇA” é verdadeiro tanto no aspecto moral quanto no físico. ALLANKARDEC REVISTA ESPÍRITA - DEZEMBRO DE 1868 CONDIÇÕES PARA A AÇÃO COLETIVA “DAS FORÇAS DO PENSAMENTO ”
  • 135. QUESTÕES MATRIMONIAIS Cap. 38 > O caso Tobias
  • 136. 140 38 - O CASO TOBIAS Ao fim do terceiro dia de trabalho, Tobias convida AL para conhecer sua família. Logo na entrada apresentou duas senhoras, uma já idosa (Luciana) e outra madura (Hilda). Tobias fora, na última reencarnação, casado duas vezes. Hilda, a primeira esposa, faleceu quando nasceu o segundo filho do casal. Um ano depois, Tobias desposou Luciana para organizar a vida familiar. Mas Hilda (desencarnada) continuou agarrada à família, revoltou-se tornando-se obsessora da rival, até que sua avó chamou-lhe a atenção para a importância de Luciana cuidar de sua família. Hilda, aos poucos se modificou, aprendeu que as pessoas não são umas das outras mas estão umas com as outras para as experiências do conviver.
  • 137. • Andre> Mas como solucionar aqui semelhante situação? Como resolver a questão afetiva, considerando a espiritualidade eterna? Os laços da alma prosseguem, através do Infinito? Como proceder? Condenar o homem ou a mulher que se casaram mais de uma vez? Segundas Núpcias • Pois não será motivo de júbilo vencer o monstro do ciúme inferior, conquistando, pelo menos, alguma expressão de fraternidade real? • Entre o irracional e o homem há uma série gradativa de posições, assim também entre nos outros e os seres angélicos. Se ainda não somos nem mesmo fraternos uns com os outros, como podemos aspirar a companhia de anjos? • "Que é isso, minha neta? Que papel é o seu na vida? Você é leoa ou alma consciente de Deus? A experi- ência
  • 138. André indagou: Como se processa o casamento aqui? Tobias: Pela combinação vibratória ou afinidade máxima; esclarecendo que a união no mundo espiritual se dá com a pessoa com quem se tem maior afinidade, e isto acontece com ele e Hilda (a primeira mulher), mas unidos os três pelos laços da fraternidade real. AL: E quanto a Luciana? Hilda explicou que o companheiro de Luciana um nobre companheiro de muitas etapas terrenas, que a havia precedido no retorno às lutas terrestres e no próximo ano ela seguirá para encontrá-lo.
  • 139. AL: Mas qual a posição de Luciana neste casamento? Luciana: Quando aqui cheguei aprendi que existem casamentos de amor, fraternidade, provação ou de dever. Quando desposei Tobias teria facilitado ter entendido que nossa união era fraternal. Foi o que me custou aprender.
  • 140. Alguns aspectos afetivos da vida espiritual foram paulatinamente revelados na obra que hoje estudamos, como a possibilidade do matrimônio se estender além da morte do corpo físico, como ocorria com Tobias, em “Nosso Lar”. Vimos então que Tobias mantinha núpcias com sua primeira esposa, enquanto a segunda esposa, com a qual contraíra núpcias na Terra, após a viuvez, convivia no mesmo lar, na condição de uma quase irmã da primeira esposa, preparando-se para o retorno ao plano físico. Em “E a Vida Continua”, fica claro que os relacionamentos afins, que se estabelecem em consequência da lei de afinidade, não se dissolvem com a morte física, pelo contrário, se fortalece e estreita nessas condições. Essa afinidade, quando profunda, também denota relacionamentos anteriores na mesma família espiritual, sendo que, geralmente, nos é vedado saber, em profundidade, esse passado reencarnatório, mesmo após a morte do veículo físico. As últimas linhas desse lindo livro, “E a Vida Continua“, são dedicadas a um
  • 141. – Senhor Jesus, abençoa os teus servos que se consagram hoje um ao outro em sublime união! (...) Ilumina-lhes, cada vez mais, os anseios transfigurados para o teu reino, através da abnegação com que souberam esquecer dificuldades e agravos para se deterem tão-somente no auxílio aos companheiros de caminhada, ainda mesmo quando esses companheiros lhes apunhalassem os corações! (...) Ensina-lhes, oh! Mestre, que a felicidade é uma obra de construção progressiva no tempo e que o matrimônio deve ser realizado, de novo, todos os dias, na intimidade do lar, de maneira que os nossos defeitos se extingam, nas fontes da tolerância recíproca, a fim de que as nossas almas encontrem a perfeita fusão, diante de ti, aos clarões do amor eterno! (...) Pode não existir uma cerimônia de casamento espírita, mas palavras de paz e estímulo devem ser proferidas por todos que se encontram diante de
  • 142. Em “Os Mensageiros”, André Luiz relata uma conversa com duas jovens desencarnadas que discorrem sobre um casamento no plano espiritual, onde o noivo (Antônio) leva a esposa (Isaura) para viver em Nosso Lar, embora ela morasse em uma colônia (Campo de Paz) situada em uma região mais próxima da crosta, com menor elevação espiritual. Para vencer a diferença, os superiores da jovem pediram para que ela se preparasse por 6 anos, para poder se adaptar à nova morada. O bem comum sempre recebendo uma atenção especial. Nesse mesmo livro (“Os Mensageiros”), o diretor do Posto de Socorro de Campo de Paz recebe a visita da esposa, que habita um plano superior, mas que por débitos do passado não pode se juntar a ela, mostrando que os casais ainda mantêm, quando desejam, os vínculos afetivos e de lealdade. Como o sexo ainda é considerado um tabu entre nós, percebe-se que existe todo o cuidado na abordagem desse assunto na obra de André Luiz e não nos cabe agora discutir esse ponto tão ligado ao relacionamento humano e
  • 143. 147 Luciana: Há quatro tipos de casamentos: O casamento de amor, de fraternidade, de provação e de dever. O verdadeiro casamento, o de amor, é o de almas, e essa união ninguém poderá quebrantar. Este, o de matrimonio espiritual, realiza-se alma com alma, estruturado no amor, por combinação vibratória e afinidade legítima; os demais representam simples conciliações indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores, embora todos sejam sagrados. Tobias: Entre o irracional e o homem há uma série gradativa de posições, assim também entre nos outros e os seres angélicos. Se ainda não somos nem mesmo fraternos uns com os outros, como podemos aspirar a companhia de anjos?. A maioria de nós não prescinde de pontes ou do socorro de guardiães caridosos, devendo pois, alicerçarmos nosso casamento em bases fraternas.
  • 144. • Casamento • Kardec ao indagar aos Benfeitores se a união permanente de dois seres seria contrária à Lei Natural (LE- pergunta: 695) recebeu seguinte resposta: "Não. A união de dois seres é um progresso na marcha da Humanidade.” • E acrescentam (LE- pergunta: 701): “Na poligamia nada mais há que sensualidade." • Allan Kardec, examinando a resposta dos Guias espirituais, vai lembrar que a abolição do casamento seria um retorno à infância da Humanidade, à vida dos animais, porque a monogamia é um sinal indicativo do progresso da civilização. • O casamento representa um alto estágio de evolução do ser, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade. • Naturalmente, o casamento civil é um dever a ser cumprido pelos espíritas, porque legitima a união perante as leis vigentes, que asseguram ao homem e à mulher direitos e deveres. 148
  • 145.
  • 146.
  • 147.
  • 148. Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar- se como irmãos. O livro dos espíritos. Questão 774, A família é, pois [...] uma instituição divina cuja finalidade precípua consiste em estreitar os laços sociais, ensejando-nos o melhor modo de aprendermos a amar-nos como irmãos.
  • 149. A [...] família, genericamente, representa o clã social ou de sintonia por identidade que reúne espécimes dentro da mesma classificação. Juridicamente, porém, a família se deriva da união de dois seres que se elegem para uma vida em comum, através de um contrato, dando origem à genitura da mesma espécie. [...] A família tem suas próprias leis, que consubstanciam as regras do bom comportamento dentro do impositivo do respeito ético, recíproco entre os seus membros, favorável à perfeita harmonia que deve vigir sob o mesmo teto em que se agasalham os que se consorciam. [...] FRANCO, Divaldo Pereira. Estudos espíritas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995. Pelo Espírito Joanna de
  • 150. Por intermédio da paternidade e da maternidade, o homem e a mulher adquirem mais amplos créditos da Vida Superior. [...] Os filhos são liames de amor conscientizado que lhes granjeiam proteção mais extensa do Mundo Maior, de vez que todos nós integramos grupos afins. A parentela no Planeta faz-se filtro da família espiritual sediada além da existência física, mantendo os laços preexistentes entre aqueles que lhe comungam o clima. Arraigada nas vidas passadas de todos aqueles que a compõem, a família terrestre é formada, assim, de agentes diversos, porquanto nela se reencontram, comumente, afetos e desafetos, amigos e inimigos, para
  • 151. CONCLUSÃO: FAMÍLIA E LAÇO DE PARENTESCO Na [...] esfera do grupo consanguíneo o Espírito reencarnado segue ao encontro dos laços que entreteceu para si próprio, na linha mental em que se lhe caracterizam as tendências. A chamada hereditariedade psicológica é, por isso, de algum modo, a natural aglutinação dos Espíritos que se afinam nas mesmas atividades e inclinações. XAVIER, Francisco Cândido. Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 12 (Família), p. 60.
  • 152.
  • 153.
  • 154.
  • 156. • Tipos de Casamento • Martins Peralva em (Estudando a Mediunidade) apresenta uma divisão dos diferentes tipos de casamento: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra. Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a Humanidade. Provacionais: São uniões entre almas mutuamente comprometidas, que estão juntas para pacificarem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e160
  • 157. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram programados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. Não sabemos em qual categoria nos achamos, mas não existe o acaso, ninguém se acha sob o mesmo teto por mera casualidade. “Deus permite, nas famílias, encarnações de espíritos antipáticos ou estranhos com o duplo fim de servir de prova a uns e de avanço aos outros”. 161 • O matrimônio espiritual realiza-se alma com alma. • "Os demais representam simples conciliações para a solução de processos retificadores"
  • 158. “No casamento, o que é de ordem divina é a união dos sexos, para que se opere a substituição dos seres que morrem; mas, as condições que regulam essa união são de tal modo humanas, que não há, no mundo inteiro, nem mesmo na cristandade, dois países onde elas sejam absolutamente idênticas, e nenhum onde não hajam, com o tempo, sofrido mudanças. (Evangelho Segundo o Espiritismo -Cap. 22, item 2)A reprodução é uma lei natural. Devido a esta lei se entranhar na mente humana temos costumes que são marcos na marcha evolutiva da sociedade, como por exemplo, o casamento monogâmico. Por outro lado, existem costumes que denotam a nossa inferioridade e mostram o quão distantes estamos da perfeição tanto moral como espiritual.
  • 159. Relações extra conjugais • Divaldo: “são uma forma de promiscuidade e desrespeito. É sempre uma ofensa...” • "Ouviste o que foi dito aos antigos: não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo o que olhar para uma mulher cobiçando-a, já no seu coração cometeu adultério com ela". (Mateus 5:27-28)163 • Emmanuel - Vida e Sexo: • "E para não nos delongarmos em considerações desnecessárias, concluiremos que, em torno do sexo, será justo sintetizarmos todas as digressões nas normas seguintes: • não proibição, mas educação; não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo; não indisciplina, mas controle; não impulso livre, mas responsabilidade. • Fora disso, é teorizar simplesmente, para depois aprender ou
  • 160. FINAL
  • 161. CAP 39 OUVINDO A SENHORA LAURA (sobre a união conjugal e o sexo)