O documento descreve o encontro de André Luiz com uma mulher sofredora que pedia socorro à porta de um abrigo espiritual. Ela foi recusada pois tinha 58 "pontos negros", representando 58 abortos que havia realizado como parte de seu trabalho anterior como parteira. Embora estivesse sofrendo, ela ainda não reconhecia suas fraquezas nem demonstrava arrependimento, sendo considerada um "vampiro" espiritual que precisava enfrentar as consequências de seus atos.