Este documento descreve a inserção do Instituto Euvaldo Lodi como agente facilitador das relações entre universidades e empresas no sistema de ciência e tecnologia da Bahia entre 1996-1998. O sistema baiano é caracterizado como fragmentado, com pouca inovação nas empresas, financiamento público insuficiente e desconexão entre academia e setor produtivo. Os programas do IEL buscaram aproximar o conhecimento universitário das necessidades empresariais, visando criar condições para maior cooperação e inovação tecnológica.