Contexto Nacional  o Ensino Superior no Brasil O momento atual: Grande dinamismo  Novos atores  Novos ‘produtos’ e serviços Intensificação da concorrência Multiplicação de parcerias Reforma universitária em processo
Evolução do ensino superior no Brasil   Tendências Consolidadas Expansão acelerada da graduação  Interiorização do ensino  Consolidação da pós graduação Melhoria da qualificação do corpo docente Aumento da eficácia e produtividade do sistema
Presença de dois movimentos importantes na área de Educação Superior: 1 – Mercado Fragmentado, em consolidação 2 – Mercado em Crescimento * Aumento do PIB  per capita * Acesso a crédito * Baixa penetração, ainda existente do ensino superior
1 – Mercado Fragmentado, em consolidação Cenário Provável para o Ensino Superior Privado em 2012   2007 2012     Instituições Privadas 2.201 1.900 -14% Instituições Públicas 256 272   6%  Total de IES 2.457 2.172     -12% Alunos de Graduação  4.900.000 6.200.000 27% Alunos na Pós Graduação 600.000 2.500.000 317% Alunos EAD 720.000 1.800.000 150%           IES privadas mantidas 2.201 1.900 -14% Mantenedoras 1.702 1.200 -29% Alunos nas 10 maiores Mantenedoras 640.000 1.300.000 103%
Ranking/Share dos Grupos Consolidadores Ranking IES/Grupo Alunos na Graduação Presencial Market Share 1 Grupo do "Di Gênio" (UNIP + Holding) 198.309 5,10% 2 Estácio Participações 192.000 5,00% 3 Anhanguera Educacional 114.720 3,00% 4 Laureate Internacional 69.201 1,80% 5 Grupo UNIBAN (Universidade Bandeirantes) 65.420 1,70% 6 Gruopo UNINOVE (Universidade Nove de Julho) 59.112 1,50% 7 Grupo UNIPAC (Universidade Pres. Antonio Carlos) 58.920 1,50% 8 Gruopo UNIVERSO (Universidade Salgado de Oliveira) 51.765 1,30% 9 IUNI Educacional 46.762 1,20% 10 Grupo UNICSUL (Universidade Cruzeiro do Sul) 32.763 0,80% 11 Kroton (Pitágoras + INED) 23.280 0,60% 12 Grupo Ânima (UMA + UNIMONTE) 23.120 0,60% 13 Grupo Universitário Maurício de Nassau 22.820 0,60% 14 Grupo Splice (Newton Paiva + Facens) 13.800 0,40% 15 UB Particiapções (UNIBRASIL + 6 Faculdade no PR) 13.498 0,30% 16 Veris Educacional (IBMEC e INTA) 10.700 0,30% 17 SEB (COC) 9.517 0,20% 18 Fanor (Banco Pactual) 9.270 0,20% Market Shate dos 18 maiores Grupos 26,10%
Índice Herfindahl-Hirschman (HHI) : mede tamanho das empresas em relação à indústria –  proxy  para Concentração de Mercado. Variação de 0 a 1, com a seguinte graduação: - Abaixo de 0,1: baixa concentração - Entre 0,1 e 0,18: concentração moderada - Acima de 0,18 : Alta concentração  18 Consolidadores detêm 26,1% do mercado em uma indústria com mais de 2.200 instituições em 2007. BAIXA CONCENTRAÇÃO DE MERCADO HHI = 0,008 Referências: Editora de Livros (indústria complementar à Educação): 0,078 Telefonia Móvel: 0,242
2 – Mercado em Crescimento   a) Aumento do PIB  per capita   b) Acesso a crédito   c) Baixa penetração
75% dos alunos nos EUA têm acesso a crédito Universitário (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 11/06/2007) No Brasil, o acesso ao crédito Universitário atende cerca de 4%dos alunos. Demanda reprimida: 4,5 milhões gostariam de fazer Universidade  Inadimplência: 1,5 milhão estudam, mas têm dificuldades para pagar Potencial: 6 milhões de pessoas podem se beneficiar de crédito Universitário Grande margem de crescimento
 
 
Leitura do cenário em 2008 IES que competem por imagem de qualidade percebida Zona Indefinida IES que competem por preços e conveniência. Nicho Premium com Escala Porte Tradição Custo/ benefício Localização Pequenas IES (Fac. Isoladas em Pequenas cidades) Massa Grandes Consolidadores A B C D
Conveniência Premium Nicho:   Atua somente em uma área do conhecimento (ex.: IBMEC, FGV, ESPM) Premium:   Atua em diversas áreas (ex.: PUCs, Mackenzie, Facamp) Porte e Tradição: - Geralmente são IES de médio e grande porte. - Já possuem uma história na região (tradição) - Quase sempre são universidades ou centros universitários Bem Localizadas:   -Excelente localização e acesso - Preço baixo - Em alguns casos é multicampi Melhor Preço:   - Preço mais baixo da região - Localização e acesso adequados
Qual a opção de posicionamento estratégico das IES ?
Para garantir seu posicionamento estratégico as IES buscam construir seus diferenciais: 1) Diferenciais Estratégicos 2) Diferenciais Acadêmicos 3) Diferenciais de Gestão
Diferenciais Estratégicos:  Região target clara e definida:    Área Primária de Atratividade
2) Diferenciais Acadêmicos:   Modelo Acadêmico inovador:    Planejamento Estratégico Acadêmico,   Interdisciplinaridade e    Avaliação Colegiada    Gestão Acadêmica Integrada
3 ) Diferenciais de Gestão: Busca por elevado grau de profissionalização:   Planejamento Estratégico    Cultura orçamentária    Modelo de gestão integrada (Back Office)    Adequada gestão da informação (ERP e    Sistemas Transacionais)    Governança Corporativa
Gestão de qualidade é um diferencial? Atualmente Em alguns anos SIM. Gestão de qualidade ainda é um diferencial. Segmento pouco profissionalizado. NÃO. Em breve será condição básica de mercado, ou seja: qualidade de gestão deixará de ser um diferencial
Fatores críticos na concorrência entre  grandes grupos Atualmente: Modelo de Gestão Acesso a  funding  para crescimento Eficiência e eficácia em aquisições
Fatores críticos na concorrência entre  grandes grupos Em alguns anos: Marca consolidada Diferenciais percebidos
Alguns analistas de Bancos de Investimentos não vêem possibilidade de lucro com operações abaixo de 700 alunos.
“ Few servivors” IES menores de 1000 alunos
 
Posicionamento: Instituições de pequeno porte podem ser viáveis se construírem diferenciais bastantes claros Diferenciais de  qualidade:  Instituições de nicho  Instituições de referência Diferenciais de  conveniência:  Localização  Preço
Fatores críticos na concorrência entre  pequenas IES Apesar de viáveis, as IES de pequeno porte têm desafios ainda maiores para sua sobrevivência.: Não é fácil construir diferenciais
Dificuldades das IES de pequeno porte: Diferenciais de Qualidade Construir Diferenciais de Qualidade é tarefa difícil e muitas vezes leva tempo (às vezes mais tempo do que suporta uma IES de pequeno porte).
Dificuldades das IES de pequeno porte: Diferenciais de Conveniência  Diferenciais de Conveniência baseados em localização são arriscados, pois podem deixar de ser diferenciais por conta de fatores externos (implantação de outras IES)  Diferenciais de conveniência baseados em preços têm risco extra. Além de manter margens operacionais apertadas, há competição com grandes grupos, que usufruem dos benefícios de escala.
Montando os cenários nacionais: Invariantes Do contexto nacional: Envelhecimento da população / mudanças no perfil demográfico Reestruturação produtiva e interiorização do desenvolvimento da economia Mudança nas relações de trabalho Modernização da infra-estrutura econômica Redefinição do papel do Estado
Montando os cenários nacionais:  Invariantes do contexto específico Expansão e diversificação da demanda  Educação como instrumento de mobilidade social Crescimento de estudantes economicamente menos favorecidos Maior presença de “alunos não tradicionais” (ou adultos profissionais)  Diversificação do sistema de ensino superior Crescimento da educação executiva e das universidades corporativas Acirramento da concorrência Aumento das ações no campo da defesa do consumidor aplicadas às instituições de ensino  Valorização social da interdisciplinaridade e do “espírito empreendedor” como atributos da formação universitária Consolidação da cultura da avaliação
Quatro cenários -  horizonte 2025 “ Stop and Go” Crescimento Sustentado Educação como mercadoria Educação como “bem público” C - Expansão com Desqualificação A - Massificação Planejada D - Expansão Orientada pelo Mercado B - Massificação Segmentada Dinâmica do crescimento econômico Conceito Dominante
Variáveis CENÁRIO A – Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Condições Internacio-nais Integração liberal e equilíbrio instável Integração regulada e estável Redução da integração com recrudescimento do protecionismo Integração liberal e equilíbrio instável Projeto Político Nacional Aliança social reformista Aliança social-liberal Aliança social reformista Aliança liberal Natureza e Orientação do Estado Estado promotor social Estado regulador e indutor Estado indutor e promotor social Estado liberal (mínimo) Crescimento do PIB Médio Muito alto Baixo Baixo Mercado e Poupança Internos e Externos  moderados Internos e Externos altos Externo e interno baixos Externos  altos e Internos moderados Estrutura Produtiva Reestruturação ampla com aumento do peso do terciário e agricultura Diversificação com crescimento do terciário, agropecuária e indústria de bens duráveis Reestruturação moderada com aumento do peso do terciário e agricultura Reestruturação e Especialização com presença da indústria de bens intermediários e de capital
Variáveis CENÁRIO A – Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Política industrial Privilegia setores intensivos em geração de empregos Apóia empresas mundialmente competitivas Privilegia setores intensivos em geração de empregos Instável, com alguns estímulos a setores mais competitivos Desemprego e Subemprego Moderado Moderado Moderado / Alto Alto Pobreza Baixa Moderada Moderada Alta Organização Regional Moderadamente desconcentrada Ligeiramente desconcentrada Moderadamente desconcentrada Altamente concentrada Qualidade Ambiental Moderado impacto Baixo impacto Moderado impacto Alto impacto Investimentos em P & D Ampliados Ampliados Seletivos Medianos
Variáveis CENÁRIO A – Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C –  Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Conceito predominante Educação é bem público e principal vetor de inclusão social Educação é relevante para a inclusão social mas solucionada pela iniciativa privada Educação é bem público e recurso estratégico para o País Educação é relevante mas a prioridade é o ensino fundamental Política de ensino superior Fortalecimento do ensino público Coexistência entre ensino público e privado Fortalecimento do ensino público com perda de qualidade Privatizante Distribuição da matrícula Equilíbrio público-privado e instituições Mix Predominância do segmento privado Equilíbrio público privado Predominância do segmento privado Interiorização das matriculas Intensa Intensa Intensa Pouca Regulação Muito ativa enfatizando a inclusão social, processos e resultados Ativa e voltada para garantir a livre concorrência Forte especialmente sobre o segmento privado Seletiva e voltada para produtos e resultados
Variáveis CENÁRIO A – Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C –  Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Demanda Alta e distribuída entre públicas e privadas Alta e concentrada sobre as privadas Alta e intensificada pela população de baixa renda nas públicas Ampliação com ênfase na população de baixa renda Oferta Expansão quantitativa e exigência de bom padrão de qualidade Expansão quantitativa e melhoria da qualidade sistêmica  Expansão quantitativa mas segmentada em qualidade Dual, com predomínio de cursos de menor custo Ensino publico Renovado e parcerias com setor privado Renovado em expansão da pós-graduação Expansão do atendimento e manutenção de dificuldades estruturais Padrão de qualidade heterogêneo Ensino privado Melhoria da qualidade sistêmica devido à intensa regulação Melhoria da qualidade sistêmica devido à intensa regulação Crises e instabilidade com comprometimento da qualidade sistêmica Crises e instabilidade, com qualidade dual Financiamento Incentivos fiscais para o setor produtivo, recursos do FGTS e FAT, mensalidades, fundos setoriais, credito educativo acessível e abrangente Contratos de gestão e compra de vagas, mensalidades, recursos do FGTS e FAT, fundos setoriais, securitização, financiamento de bancos de desenvolvimento, aumento substancial do credito educativo Fundo de desenvolvimento nos moldes do Fundef, incentivos fiscais para o setor produtivo, recursos do FAT, fundos setoriais, mensalidades, credito educativo relativamente ampliado Securitização, mensalidades, abertura de capital, credito educativo instável
Variáveis CENÁRIO A – Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C –  Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Ambiente tecnológico Moderadamente atualizado Relativamente atualizado Moderadamente atualizado, com restrições de financiamento “ High-tech” para segmentos de elite e sofrível para os demais EAD Oferta liderada pelas IES públicas em consórcios Oferta liderada pelas IES privadas em consórcios Oferta liderada pelas IES publicas Oferta liderada pelas IES privadas Concorrência Menos intensa, mas fortemente regulada Intensa, porém regulada Restrita e muito regulada Intensa e relativamente livre Presença de instituições estrangeiras Reduzida Forte via parcerias e alianças Reduzida Estimulada Lógica do cenário  “ Crescimento Controlado” “ Renovação com Regulação” “ Crescimento com perda da qualidade sistêmica” “ Tudo pelo Mercado”
 
 
Qualidade dos  Cursos Formação Empreen- dedora Potencia- lização da Emprega- blidade Atributos   dos serviços Imagem
PROPOSIÇÃO DE VALOR PARA O CLIENTE FINANCEIRA   CLIENTE   INTERNA  APRENDIZADO   Imagem dos Cursos em  Funcionamento Projeto  Pedagógico  e  Plano de Ações dos Cursos Menores taxas   de evasão Mais alunos Valor percebido  como justo Capacitação  de Coordenadores,  Professores e Pessoal  Administrativo Preparação  adequada para  o ENADE Programa  Institucional  e de cada  curso  visando  ao ENADE Alcançar  média 4 nos cursos da  Instituição Conceito obtido no  ENADE Aumentar a rentabilidade Qualidade dos  Cursos Formação Empreen- dedora Potencia- lização da Emprega- blidade Marca  OBJETIVO INDICADOR META INICIATIVA
 
2 AVALIAÇÃO DAS FUNÇÕES DO COORDENADOR COORDENADOR Funções Funções Políticas Funções Gerenciais Funções Acadêmicas Funções Institucionais Liderança Animação Representatividade Divulgação Ligação com mercado Supervisão de Infra-estrutura Supervisão de  acervo bibliogr. Administração de pessoal docente Administração de pessoal discente Supervisão da adimplência Supervisão da  evasão Elaboração e execução do Proj. Pedagógico Exeução das atividades em sala e extra-aulas Execução da avaliação setorial Supervisão e estímulo à  pesquisa cient. Supervisão da Monitoria Supervisão das atividades de extensão Supervisão  dos estágios Execução das atividades do ENADE Acompanhamento  de alunos egressos Supervisão das condições de empregabilidade Captação de recursos alternativos Execução do processo de reconhecimento Acompanhamento das condições de oferta do curso
 
DOZE AÇÕES 1 Reuniões com professores de curso para discussão dos planos de ensino; 2 Reuniões com docentes e discentes no primeiro dia de aula para explicação da localização das disciplinas no tronco comum de conhecimento; 3 Levantamento de evasão e assentamentos escolares; 4 Levantamento junto aos docentes das dificuldades encontradas nas aulas; 5 Reuniões com dirigentes de RH; 6 Reuniões com lideranças estudantis;
7 Realização de avaliações do desempenho dos docentes e discentes; 8 Revisão sistemática do Projeto Pedagógico do Curso; 9 Revisão sistemática dos procedimentos acadêmicos e administrativos utilizados; 10 Revisão dos meios de comunicação utilizados para os públicos internos e externos; 11 Realização de cursos de extensão para docentes e discentes; 12 Realização de avaliações sistemáticas dos conteúdos ministrados em cada período.
 
CRITÉRIO: PROJETOS REALIZADOS CREDIBILIDADE, VISIBILIDADE QUALIDADE CAPTAÇÃO EMPREGABILIDADE CRITÉRIO:  PERFIL INICIATIVA, DEDICAÇÃO, ORGANIZAÇÃO CONTROLE DE RECURSOS, PRIORIDADES, DELEGAÇÃO RELACIONAMENTO, MOTIVAÇÃO, LIDERANÇA ATUALIAZAÇÃO, CONHECIMENTO
 
 
 
 
 
Sistema de medição de desempenho   “ um conjunto de medidas referentes à totalidade da  organização incluindo as suas partes, os seus processos  e as suas atividades organizadas, de forma a refletir as  características do desempenho para cada nível gerencial  interessado”. (Moreira, 1966) Objetivo de um sistema de medição de desempenho   estabelecer o grau de evolução ou de estagnação de  seus processos, assim como, da adequação ao uso de  seus bens e serviços, fornecendo informação adequada,  no momento preciso, a fim de tomar as ações preventivas  e/ou corretivas que levem à conquista das metas  organizacionais.
As  medidas de desempenho  são representadas por  indicadores de desempenho  normalmente expressos da  seguinte forma  (FIGUEIREDO, 2002, p.25) : um elemento que indica o  contexto da medida .  Exemplos: desempenho de docentes, aulas estruturadas, coordenação  das ações etc.; um número que indica o  valor de uma variável .  Exemplos: quantidade de horas-aula, quantidade de reprovações,  evasão por curso, horas trabalhadas por docente, retorno sobre  investimento etc.; uma unidade de medida que indica o  tipo de grandeza   de cada uma  das variáveis envolvidas .  Ex.: horas-aula, reais, número de cursos etc.
Critérios segundo USA-DoD ser crítico para as metas estratégicas indicado para monitorar resultados através do tempo mostra processo de melhoria das metas ter sensibilidade às mudanças ser quantificável e mensurável ter reconhecimento e aceitação
CARACTERÍSTICAS DESEJÁVEIS DOS INDICADORES Prospectivos ,  indicando tendências futuras ; Normalizados ,  possibilitando sua comparação com outros indicadores ; Estatisticamente confiáveis ; Eqüitativos ,  devem ser aceitos pelas pessoas que têm de lidar ou trabalhar com eles ; Balanceados   em termos quantitativos ,  permitindo múltiplas perspectivas ; Apropriados   a medir as características de modo adequado ; Quantificáveis ,  podendo ser traduzidos em números, calculados, agregados e comparados ; Eficientes ,  permitindo conclusões e inter-relações construtivas com outros indicadores ; Abrangentes ,  podendo incorporar características significantes ; Discriminatórios ,  ou seja, pequenas alterações têm significado relevante . Objetivos ; Imparciais ;
BSC  – Balanced Scorecard Balanced scorecard  é um conjunto de medidas relacionadas diretamente à estratégia da empresa. Sua implementação assegura a empresa o foco na execução da estratégia traduzindo seus objetivos em termos operacionais. Kaplan e Norton foram os primeiros autores a introduzir o conceito em 1992 por meio de um artigo Publicado na Harvard Business Review (“The Balanced Scorecard— Measures that Drive Performance”).
Balanced Scorecard Comunicação e  Integração Comunicação e Educação Integrando a premiação às medidas de performance   Clarificação e Tradução da Visão e da Estratégia Obtendo o consenso Feedback da Estratégia e Aprendizagem Facilitando o processo de revisão da estratégia Planejamento e Fixação de Objetivos Alinhando iniciativas estratégicas Alocando os recursos Estabelecendo prazos BSC
Processos Clientes Mercados Financeira Aprendizagem Crescimento BSC BSC: as 4 perspectivas
BSC  –  Balanced Scorecard Medidas financeiras, como taxa de utilização dos ativos, receitas por docentes e retorno do capital empregado;  Medidas sobre clientes, como satisfação, e taxa de retenção;  Medidas internas, % de vendas de novos cursos; introdução novos cursos vs. concorrência e tempo de colocação no mercado da nova geração de cursos; e  Medidas para crescimento e aprendizagem, como satisfação de docentes, % de saída de professores-chave e, % de processos realizados excepcionalmente.
Aumento e mix de receitas Melhoria dos custos e produtividade Incremento na utilização dos ativos Benefícios   esperados   Perspectiva Financeira Redução dos riscos: liquidez, crédito  e concentração
Participação de  mercado Captação de novos clientes, retenção e satisfação  Rentabilidade  proporcionada pelos clientes Benefícios  esperados  Perspectiva Cliente Ambiente:  análise dos  competidores
Análise da inter- relação com  departamentos Processo de identifi- cação necessidades dos clientes e servi- ços pós vendas Processo de  inovação e novos produtos Benefícios  esperados  Processo  de operações Perspectiva Processos Internos
Avaliação da  capacidade dos funcionários Capacidade dos Sistemas de  Informação Motivação e  alinhamento com  as estratégias Benefícios  esperados  Empowerment Perspectiva Aprendizagem e Crescimento
Critérios para seleção de objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Perspectiva Financeira
Critérios para seleção de objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Aumentar o valor líquido das mensalidades 9 9 9 3 9 7,3 6 Perspectiva Financeira
Critérios para seleção de objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Aumentar o valor líquido das mensalidades 7,3 6 Melhorar a lucratividade da Universidade 7,8 2 Perspectiva Financeira Aumentar o market share 8,6 1 Otimizar os recursos financeiros 7,6 3 Gerenciar os riscos 7,5 4 Minimizar a capacidade ociosa e o excesso de custos operacionais 7,4 5
Mapa estratégico Financeira Comunidade Processos Cresc. e Aprend. Melhorar o clima e as condições de trabalho das pessoas Melhorar a performance dos funcionários Desenvolver um sistema de informações que as forneça em tempo hábil e de forma balanceada para o staff de frente acerca dos serviços que estão sendo entregues Reter funcionários Melhorar o desempenho e a titulação dos professores.  Investir na qualidade da educação Melhorar a imagem da Universidade Otimizar o processo ensino aprendizagem Assegurar que os alunos aprendam e se desenvolvam Melhorar a satisfação dos alunos Aumentar o market share Aumentar a visibilidade da Universidade Aumentar a demanda pelos cursos  ofertados Melhorar a lucratividade da Universidade Minimizar a capacidade ociosa e custos operacionais Aumentar o valor líquido da mensalidade Gerenciar os riscos Otimizar os recursos financeiros Estimular o desenvolvimento das competências dos colaboradores Reter alunos
Critérios para seleção dos indicadores Objetivo Indicador 1 prospectivo 2 objetivo/imparcial 3 normalizado 4  confiável 5 equitativo 6 viável (custo) 7 balanceado 8 apropriado 9 quantficável 10 eficiente 11 abrangente 12 discriminatório Total Posição Aumentar a lucratividade dos clientes 47.Lucratividade dos clientes 4,0 6 Aumentar a participação no  mercado 49.Participação de mercado 6,5 1
Objetivo Indicador Posição Hierarárquica Exeqüibilidade  Custo de obtenção dos dados Média geométrica Aumentar o valor líquido da mensalidade 3.Receita com mensalidades/alunos (“ticket líquido”)  4 Melhorar a lucratividade da instituição 10.EBITDA absoluto 11.EBITDA relativo 14.Valor médio obtido da mensalidade 3,3 3,9 4,3 Aumentar o market share 15.Índice de participação de mercado (% de Mkt share 16.Número de entrantes 20.Taxa de evasão no semestre 3,9 3,4 3,6 Otimização dos recursos financeiros 24.Lucro sobre ativos (return on assets => ROA) 25.Fluxo de caixa/ativos 3,4 3,6 Manter as taxas escolares tão baixas quanto possível 26.Mensalidades/custos do ensino 3,6 Gerenciar o risco 28.Passivo/alunos 29.Evasão  3,6 Minimizar capacidade ociosa e excesso de custos operacionais 33.Custo de ensino/aluno 34.Custo de administração/aluno 3,6 2,5
Drill-Down dos indicadores Objetivo Indicador Especificação Investir na qualidade da educação Pesquisa de opinião e de imagem da Universidade com a comunidade externa e interna  Detalhamento : painel de opiniões acerca da Universidade e de assuntos de educação junto a professores, coordenadores, diretores, alunos e pessoal administrativo Métrica : Escala de atitudes a ser definida  Responsável : Diretoria Acadêmica Abrangência : Curso Periodicidade : Semestral Critério : Média Formato : (sem formatação)
Institucionalizar Orçamento Pluri Anual Otimizar   Gastos Aumentar a Receita Minimizar Riscos Financeiros e Econômicos Maximizar a Utilização de Ativos Implementar Programas de Qualidade de Vida Desenvolver Competências e Habilidades Disseminar e Atualizar os Valores e Diretrizes Organizacionais Otimizar os Sistema de Informação Adequar a Estrutura de Sistema de Informação Remunerar Competitivamente Reter Funcionários Desenvolver Parcerias Implementar Processos de Inovação Aprimorar os Processos de Sistema de Informação  Minimizar os Riscos de Não Conformidades Garantir a Implementação do Processo Produtivo Satisfazer as Necessidades do Cliente Assegurar a Confiança na Marca Estabelecer Relacionamentos Duradouros Fazer Benchmarking Estruturado Crescimento e   Aprendizagem Processos Clientes Financeira  BSC PARA EMPRESAS COM FINS LUCRATIVOS
Institucionalizar Orçamento Pluri Anual Otimizar   Gastos Aumentar a Receita Minimizar Riscos Financeiros e Econômicos Maximizar a Utilização de Ativos Implementar Programas de Qualidade de Vida Desenvolver Competências e Habilidades Disseminar e Atualizar os Valores e Diretrizes Organizacionais Otimizar os Sistema de Informação Adequar a Estrutura de Sistema de Informação Remunerar Competitivamente Reter Funcionários Desenvolver Parcerias Implementar Processos de Inovação Aprimorar os Processos de Sistema de Informação  Minimizar os Riscos de Não Conformidades Garantir a Implementação do Processo Produtivo Satisfazer as Necessidades do Cliente Assegurar a Confiança na Marca Estabelecer Relacionamentos Duradouros Fazer Benchmarking Estruturado Contribuir para o Desenvolvimento Social Econômica Crescimento e   Aprendizagem Processos Clientes Sociedade EMPRESAS SEM FINS LUCRATIVOS
Objetivo  Indicadores                          1.   Ranking Especializados (Guia de Estudantes, Playboy, CAPES etc.). 2.   Relação candidato / vaga em engenharia Poli / USP 3.   Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os alunos de todos os anos de acordo com os atributos de valor propostos (tipo Mapcom)                           4.   Valor dos projetos desenvolvidos com os parceiros governamentais (Número, mantendo o aspecto do valor/ relevância, liderança). 5.   Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros governamentais                           6.   Valor dos projetos desenvolvidos com empresas 7.   Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros empresariais (avaliação também do engenheiro formado)                           8.   Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros da rede de relacionamento
 
1. Ranking Especializados (Guia de Estudantes, Playboy, CAPES etc.) Definição Média da classificação das melhores Escolas de Engenharia do País, elaborada por  mídia com reconhecida credibilidade e de repercussão nacional Fórmula Grad: média aritmética das notas atribuídas pelo Guia do Estudante para as  engenharias relacionadas Pós: média aritmética das notas atribuídas pela CAPES aos programas de  engenharia Unidade de Medida grad: Guia dos estudantes - estrelas ( 0 a 5) pos: Capes - nota (0 a 7) Periodicidade grad: anual pos: trianual Fonte grad: Publicação Abril pos: CAPES  Disponibilidade Disponível  Drill-Down Abertura por engenharia e comparação com outras escolas de engenharia
Metas:  5 estrelas em todos ranking desde 2005 Indicador 1: Ranking:   Ranking Especializado (Guia do Estudante)   Metas 2001 2002 2003 2004 2005 2010 2015 15,1 15 13,3 17 20 50 90 Indicador 2: Relação candidato/vaga em engenharia
 
 
Avaliação de Cursos na Educação Superior Adaptado  Inep/MEC
SINAES –  Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior   Avaliação de Cursos Avaliação de IES
Avaliação de Cursos
Avaliação de Cursos Objetivos: Aferir a qualidade do profissional egresso Aferir a contribuição do cursos para a formação do profissional
Públicos Externo às instituições :  potenciais alunos, mercado de trabalho etc. Interno :  gestores, professores e alunos Órgãos Reguladores
Principais Indicadores Nota e Conceito Enade IDD  Conceito do Curso
ENADE –  Conceito e Nota Concluinte Indicador de qualidade do  egresso Importante, principalmente, para o  público externo Indicador de resultados Norma
IDD  – Indicador de Diferença de Desempenho Indicador de qualidade do  curso Importante, principalmente, para o  público interno Indicador de resultados
Conceito do Curso Indicador de qualidade do  curso Importante, principalmente, para o  público interno e para o regulador Indicador de insumos e processos baseado  em visitas  in loco
Conceito  Preliminar  do Curso Objetivos: Orientar as visitas  in loco   Racionalizar a avaliação dos cursos
Processo para obtenção do Conceito de Curso Conceito  Preliminar  do Curso Visitas in loco  (avaliação de insumos e processos) Conceito do Curso Dispensa da visita
Conceito  Preliminar  do Curso Indicador que pondera: Resultado Enade Resultado IDD (valor adicionado) Condições de ensino dos cursos: Recursos didático-pedagógicos  Infra-estrutura e instalações físicas  Corpo docente Insumos e Processos
Influência dos insumos e processos no CPC: Qualidade dos cursos: medida pelo valor adicionado (IDD) Estudo de como os insumos afetam o IDD (estimação) Variáveis que se mostraram importantes para explicar o IDD dos cursos Ponderações dos insumos no indicador: resultado do modelo (estudo)
Insumos e Processos:  Ponderações Resultantes
Conceito Preliminar do Curso: Pesos ENADE INSUMOS IDD Corpo Docente = 63% Infra-estrutura = 10% Didático-pedag. = 27%
Distribuição do Conceito ENADE
Distribuição do Conceito IDD
Distribuição do Conceito Preliminar do Curso
Conforma relato de  Schwartzmann , os componentes do  CPC foram definidos após diversas reuniões técnicas com  especialistas da área de Educação Superior. Posteriormente, o assunto foi discutido na Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior  (CONAES),  que acabou por  referendar os seguintes parâmetros:
A nota do ENADE é assim definida: A nota final da IES em um determinado curso é a média  ponderada da nota padronizada dos concluintes no  componente específico, da nota padronizada dos  ingressantes no componente específico e da nota  padronizada em Formação Geral (concluintes e  Ingressantes).  COMENTÁRIO SOBRE A COMPONENTE NOTA DO ENADE
COMPARATIVO ENTRE AS MÉDIAS DE NOTAS DAS TURMAS  INICIAIS E FINAIS DO ENADE PARA OS CURSOS DE SAÚDE
altos de conhecimento e informação, geralmente de nível sócio-econômico mais eleva- do.
 
 
 
 
 
Em resumo, ao combinar duas medidas  em boa parte contraditórias (o ENADE  e o IDD)  já que o índice de insumo é  calculado a partir de sua equivalência com o IDD) o conceito preliminar torna-se ainda  mais confuso e de difícil interpretação
Schwartzmann, conclui que o CPC
IGC – INDICE GERAL DE CURSOS MÉDIA PONDERADA dos CPC dos cursos de graduação (70%) e das avaliações da CAPES para  stricto sensu (30%)
1- PORTER, M.  Estratégias competitivas: técnicas para análise de  indústrias e  da concorrência.  Rio de Janeiro: Campus, 1996. 2- PORTER, M.  Vantagem competitiva . Rio de Janeiro: Campus, 5. ed., 1985. 3- FIGUEIREDO, J.R.M.  Identificação de indicadores estratégicos de  desempenho a partir do Balanced Scorecard.  Florianópolis: UFSC,  2002. 4- KAPLAN, R.S., NORTON, D.P.  A estratégia em ação: Balanced Scorecard .  Rio de Janeiro: Campus, 1997. 5- KAPLAN, R.S., NORTON, D.P.  The Balanced Scorecard . Boston: Harvard  Business  School Press, Sep. 1996c. 6- ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.  POLI2015 :  construção do BSC .< www.usp.br/poli >. Acesso em out. 2008. REFERÊNCIAS
7- ABMES:  Funções do coordenador de curso: Como “construir” o coordenador ideal . Brasília: AMES, 2004 8- ANDRADE, Rui O.B.:  O papel dos coordenadores dos cursos de graduação em administração frente às mudanças . São Paulo: CRA, 2002 REFERÊNCIAS

Curso Coordenadores de Curso - AMPESC

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    Contexto Nacional o Ensino Superior no Brasil O momento atual: Grande dinamismo Novos atores Novos ‘produtos’ e serviços Intensificação da concorrência Multiplicação de parcerias Reforma universitária em processo
  • 5.
    Evolução do ensinosuperior no Brasil Tendências Consolidadas Expansão acelerada da graduação Interiorização do ensino Consolidação da pós graduação Melhoria da qualificação do corpo docente Aumento da eficácia e produtividade do sistema
  • 6.
    Presença de doismovimentos importantes na área de Educação Superior: 1 – Mercado Fragmentado, em consolidação 2 – Mercado em Crescimento * Aumento do PIB per capita * Acesso a crédito * Baixa penetração, ainda existente do ensino superior
  • 7.
    1 – MercadoFragmentado, em consolidação Cenário Provável para o Ensino Superior Privado em 2012   2007 2012     Instituições Privadas 2.201 1.900 -14% Instituições Públicas 256 272   6%  Total de IES 2.457 2.172     -12% Alunos de Graduação 4.900.000 6.200.000 27% Alunos na Pós Graduação 600.000 2.500.000 317% Alunos EAD 720.000 1.800.000 150%           IES privadas mantidas 2.201 1.900 -14% Mantenedoras 1.702 1.200 -29% Alunos nas 10 maiores Mantenedoras 640.000 1.300.000 103%
  • 8.
    Ranking/Share dos GruposConsolidadores Ranking IES/Grupo Alunos na Graduação Presencial Market Share 1 Grupo do &quot;Di Gênio&quot; (UNIP + Holding) 198.309 5,10% 2 Estácio Participações 192.000 5,00% 3 Anhanguera Educacional 114.720 3,00% 4 Laureate Internacional 69.201 1,80% 5 Grupo UNIBAN (Universidade Bandeirantes) 65.420 1,70% 6 Gruopo UNINOVE (Universidade Nove de Julho) 59.112 1,50% 7 Grupo UNIPAC (Universidade Pres. Antonio Carlos) 58.920 1,50% 8 Gruopo UNIVERSO (Universidade Salgado de Oliveira) 51.765 1,30% 9 IUNI Educacional 46.762 1,20% 10 Grupo UNICSUL (Universidade Cruzeiro do Sul) 32.763 0,80% 11 Kroton (Pitágoras + INED) 23.280 0,60% 12 Grupo Ânima (UMA + UNIMONTE) 23.120 0,60% 13 Grupo Universitário Maurício de Nassau 22.820 0,60% 14 Grupo Splice (Newton Paiva + Facens) 13.800 0,40% 15 UB Particiapções (UNIBRASIL + 6 Faculdade no PR) 13.498 0,30% 16 Veris Educacional (IBMEC e INTA) 10.700 0,30% 17 SEB (COC) 9.517 0,20% 18 Fanor (Banco Pactual) 9.270 0,20% Market Shate dos 18 maiores Grupos 26,10%
  • 9.
    Índice Herfindahl-Hirschman (HHI): mede tamanho das empresas em relação à indústria – proxy para Concentração de Mercado. Variação de 0 a 1, com a seguinte graduação: - Abaixo de 0,1: baixa concentração - Entre 0,1 e 0,18: concentração moderada - Acima de 0,18 : Alta concentração  18 Consolidadores detêm 26,1% do mercado em uma indústria com mais de 2.200 instituições em 2007. BAIXA CONCENTRAÇÃO DE MERCADO HHI = 0,008 Referências: Editora de Livros (indústria complementar à Educação): 0,078 Telefonia Móvel: 0,242
  • 10.
    2 – Mercadoem Crescimento a) Aumento do PIB per capita b) Acesso a crédito c) Baixa penetração
  • 11.
    75% dos alunosnos EUA têm acesso a crédito Universitário (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 11/06/2007) No Brasil, o acesso ao crédito Universitário atende cerca de 4%dos alunos. Demanda reprimida: 4,5 milhões gostariam de fazer Universidade Inadimplência: 1,5 milhão estudam, mas têm dificuldades para pagar Potencial: 6 milhões de pessoas podem se beneficiar de crédito Universitário Grande margem de crescimento
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Leitura do cenárioem 2008 IES que competem por imagem de qualidade percebida Zona Indefinida IES que competem por preços e conveniência. Nicho Premium com Escala Porte Tradição Custo/ benefício Localização Pequenas IES (Fac. Isoladas em Pequenas cidades) Massa Grandes Consolidadores A B C D
  • 15.
    Conveniência Premium Nicho: Atua somente em uma área do conhecimento (ex.: IBMEC, FGV, ESPM) Premium: Atua em diversas áreas (ex.: PUCs, Mackenzie, Facamp) Porte e Tradição: - Geralmente são IES de médio e grande porte. - Já possuem uma história na região (tradição) - Quase sempre são universidades ou centros universitários Bem Localizadas: -Excelente localização e acesso - Preço baixo - Em alguns casos é multicampi Melhor Preço: - Preço mais baixo da região - Localização e acesso adequados
  • 16.
    Qual a opçãode posicionamento estratégico das IES ?
  • 17.
    Para garantir seuposicionamento estratégico as IES buscam construir seus diferenciais: 1) Diferenciais Estratégicos 2) Diferenciais Acadêmicos 3) Diferenciais de Gestão
  • 18.
    Diferenciais Estratégicos: Região target clara e definida: Área Primária de Atratividade
  • 19.
    2) Diferenciais Acadêmicos: Modelo Acadêmico inovador: Planejamento Estratégico Acadêmico, Interdisciplinaridade e Avaliação Colegiada  Gestão Acadêmica Integrada
  • 20.
    3 ) Diferenciaisde Gestão: Busca por elevado grau de profissionalização:  Planejamento Estratégico  Cultura orçamentária  Modelo de gestão integrada (Back Office)  Adequada gestão da informação (ERP e Sistemas Transacionais)  Governança Corporativa
  • 21.
    Gestão de qualidadeé um diferencial? Atualmente Em alguns anos SIM. Gestão de qualidade ainda é um diferencial. Segmento pouco profissionalizado. NÃO. Em breve será condição básica de mercado, ou seja: qualidade de gestão deixará de ser um diferencial
  • 22.
    Fatores críticos naconcorrência entre grandes grupos Atualmente: Modelo de Gestão Acesso a funding para crescimento Eficiência e eficácia em aquisições
  • 23.
    Fatores críticos naconcorrência entre grandes grupos Em alguns anos: Marca consolidada Diferenciais percebidos
  • 24.
    Alguns analistas deBancos de Investimentos não vêem possibilidade de lucro com operações abaixo de 700 alunos.
  • 25.
    “ Few servivors”IES menores de 1000 alunos
  • 26.
  • 27.
    Posicionamento: Instituições depequeno porte podem ser viáveis se construírem diferenciais bastantes claros Diferenciais de qualidade:  Instituições de nicho  Instituições de referência Diferenciais de conveniência:  Localização  Preço
  • 28.
    Fatores críticos naconcorrência entre pequenas IES Apesar de viáveis, as IES de pequeno porte têm desafios ainda maiores para sua sobrevivência.: Não é fácil construir diferenciais
  • 29.
    Dificuldades das IESde pequeno porte: Diferenciais de Qualidade Construir Diferenciais de Qualidade é tarefa difícil e muitas vezes leva tempo (às vezes mais tempo do que suporta uma IES de pequeno porte).
  • 30.
    Dificuldades das IESde pequeno porte: Diferenciais de Conveniência  Diferenciais de Conveniência baseados em localização são arriscados, pois podem deixar de ser diferenciais por conta de fatores externos (implantação de outras IES)  Diferenciais de conveniência baseados em preços têm risco extra. Além de manter margens operacionais apertadas, há competição com grandes grupos, que usufruem dos benefícios de escala.
  • 31.
    Montando os cenáriosnacionais: Invariantes Do contexto nacional: Envelhecimento da população / mudanças no perfil demográfico Reestruturação produtiva e interiorização do desenvolvimento da economia Mudança nas relações de trabalho Modernização da infra-estrutura econômica Redefinição do papel do Estado
  • 32.
    Montando os cenáriosnacionais: Invariantes do contexto específico Expansão e diversificação da demanda Educação como instrumento de mobilidade social Crescimento de estudantes economicamente menos favorecidos Maior presença de “alunos não tradicionais” (ou adultos profissionais) Diversificação do sistema de ensino superior Crescimento da educação executiva e das universidades corporativas Acirramento da concorrência Aumento das ações no campo da defesa do consumidor aplicadas às instituições de ensino Valorização social da interdisciplinaridade e do “espírito empreendedor” como atributos da formação universitária Consolidação da cultura da avaliação
  • 33.
    Quatro cenários - horizonte 2025 “ Stop and Go” Crescimento Sustentado Educação como mercadoria Educação como “bem público” C - Expansão com Desqualificação A - Massificação Planejada D - Expansão Orientada pelo Mercado B - Massificação Segmentada Dinâmica do crescimento econômico Conceito Dominante
  • 34.
    Variáveis CENÁRIO A– Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Condições Internacio-nais Integração liberal e equilíbrio instável Integração regulada e estável Redução da integração com recrudescimento do protecionismo Integração liberal e equilíbrio instável Projeto Político Nacional Aliança social reformista Aliança social-liberal Aliança social reformista Aliança liberal Natureza e Orientação do Estado Estado promotor social Estado regulador e indutor Estado indutor e promotor social Estado liberal (mínimo) Crescimento do PIB Médio Muito alto Baixo Baixo Mercado e Poupança Internos e Externos moderados Internos e Externos altos Externo e interno baixos Externos altos e Internos moderados Estrutura Produtiva Reestruturação ampla com aumento do peso do terciário e agricultura Diversificação com crescimento do terciário, agropecuária e indústria de bens duráveis Reestruturação moderada com aumento do peso do terciário e agricultura Reestruturação e Especialização com presença da indústria de bens intermediários e de capital
  • 35.
    Variáveis CENÁRIO A– Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Política industrial Privilegia setores intensivos em geração de empregos Apóia empresas mundialmente competitivas Privilegia setores intensivos em geração de empregos Instável, com alguns estímulos a setores mais competitivos Desemprego e Subemprego Moderado Moderado Moderado / Alto Alto Pobreza Baixa Moderada Moderada Alta Organização Regional Moderadamente desconcentrada Ligeiramente desconcentrada Moderadamente desconcentrada Altamente concentrada Qualidade Ambiental Moderado impacto Baixo impacto Moderado impacto Alto impacto Investimentos em P & D Ampliados Ampliados Seletivos Medianos
  • 36.
    Variáveis CENÁRIO A– Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Conceito predominante Educação é bem público e principal vetor de inclusão social Educação é relevante para a inclusão social mas solucionada pela iniciativa privada Educação é bem público e recurso estratégico para o País Educação é relevante mas a prioridade é o ensino fundamental Política de ensino superior Fortalecimento do ensino público Coexistência entre ensino público e privado Fortalecimento do ensino público com perda de qualidade Privatizante Distribuição da matrícula Equilíbrio público-privado e instituições Mix Predominância do segmento privado Equilíbrio público privado Predominância do segmento privado Interiorização das matriculas Intensa Intensa Intensa Pouca Regulação Muito ativa enfatizando a inclusão social, processos e resultados Ativa e voltada para garantir a livre concorrência Forte especialmente sobre o segmento privado Seletiva e voltada para produtos e resultados
  • 37.
    Variáveis CENÁRIO A– Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Demanda Alta e distribuída entre públicas e privadas Alta e concentrada sobre as privadas Alta e intensificada pela população de baixa renda nas públicas Ampliação com ênfase na população de baixa renda Oferta Expansão quantitativa e exigência de bom padrão de qualidade Expansão quantitativa e melhoria da qualidade sistêmica Expansão quantitativa mas segmentada em qualidade Dual, com predomínio de cursos de menor custo Ensino publico Renovado e parcerias com setor privado Renovado em expansão da pós-graduação Expansão do atendimento e manutenção de dificuldades estruturais Padrão de qualidade heterogêneo Ensino privado Melhoria da qualidade sistêmica devido à intensa regulação Melhoria da qualidade sistêmica devido à intensa regulação Crises e instabilidade com comprometimento da qualidade sistêmica Crises e instabilidade, com qualidade dual Financiamento Incentivos fiscais para o setor produtivo, recursos do FGTS e FAT, mensalidades, fundos setoriais, credito educativo acessível e abrangente Contratos de gestão e compra de vagas, mensalidades, recursos do FGTS e FAT, fundos setoriais, securitização, financiamento de bancos de desenvolvimento, aumento substancial do credito educativo Fundo de desenvolvimento nos moldes do Fundef, incentivos fiscais para o setor produtivo, recursos do FAT, fundos setoriais, mensalidades, credito educativo relativamente ampliado Securitização, mensalidades, abertura de capital, credito educativo instável
  • 38.
    Variáveis CENÁRIO A– Massificação planejada CENÁRIO B – Massificação segmentada CENÁRIO C – Expansão com desqualificação CENÁRIO D – Expansão orientada pelo mercado Ambiente tecnológico Moderadamente atualizado Relativamente atualizado Moderadamente atualizado, com restrições de financiamento “ High-tech” para segmentos de elite e sofrível para os demais EAD Oferta liderada pelas IES públicas em consórcios Oferta liderada pelas IES privadas em consórcios Oferta liderada pelas IES publicas Oferta liderada pelas IES privadas Concorrência Menos intensa, mas fortemente regulada Intensa, porém regulada Restrita e muito regulada Intensa e relativamente livre Presença de instituições estrangeiras Reduzida Forte via parcerias e alianças Reduzida Estimulada Lógica do cenário “ Crescimento Controlado” “ Renovação com Regulação” “ Crescimento com perda da qualidade sistêmica” “ Tudo pelo Mercado”
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    Qualidade dos Cursos Formação Empreen- dedora Potencia- lização da Emprega- blidade Atributos dos serviços Imagem
  • 42.
    PROPOSIÇÃO DE VALORPARA O CLIENTE FINANCEIRA CLIENTE INTERNA APRENDIZADO Imagem dos Cursos em Funcionamento Projeto Pedagógico e Plano de Ações dos Cursos Menores taxas de evasão Mais alunos Valor percebido como justo Capacitação de Coordenadores, Professores e Pessoal Administrativo Preparação adequada para o ENADE Programa Institucional e de cada curso visando ao ENADE Alcançar média 4 nos cursos da Instituição Conceito obtido no ENADE Aumentar a rentabilidade Qualidade dos Cursos Formação Empreen- dedora Potencia- lização da Emprega- blidade Marca OBJETIVO INDICADOR META INICIATIVA
  • 43.
  • 44.
    2 AVALIAÇÃO DASFUNÇÕES DO COORDENADOR COORDENADOR Funções Funções Políticas Funções Gerenciais Funções Acadêmicas Funções Institucionais Liderança Animação Representatividade Divulgação Ligação com mercado Supervisão de Infra-estrutura Supervisão de acervo bibliogr. Administração de pessoal docente Administração de pessoal discente Supervisão da adimplência Supervisão da evasão Elaboração e execução do Proj. Pedagógico Exeução das atividades em sala e extra-aulas Execução da avaliação setorial Supervisão e estímulo à pesquisa cient. Supervisão da Monitoria Supervisão das atividades de extensão Supervisão dos estágios Execução das atividades do ENADE Acompanhamento de alunos egressos Supervisão das condições de empregabilidade Captação de recursos alternativos Execução do processo de reconhecimento Acompanhamento das condições de oferta do curso
  • 45.
  • 46.
    DOZE AÇÕES 1Reuniões com professores de curso para discussão dos planos de ensino; 2 Reuniões com docentes e discentes no primeiro dia de aula para explicação da localização das disciplinas no tronco comum de conhecimento; 3 Levantamento de evasão e assentamentos escolares; 4 Levantamento junto aos docentes das dificuldades encontradas nas aulas; 5 Reuniões com dirigentes de RH; 6 Reuniões com lideranças estudantis;
  • 47.
    7 Realização deavaliações do desempenho dos docentes e discentes; 8 Revisão sistemática do Projeto Pedagógico do Curso; 9 Revisão sistemática dos procedimentos acadêmicos e administrativos utilizados; 10 Revisão dos meios de comunicação utilizados para os públicos internos e externos; 11 Realização de cursos de extensão para docentes e discentes; 12 Realização de avaliações sistemáticas dos conteúdos ministrados em cada período.
  • 48.
  • 49.
    CRITÉRIO: PROJETOS REALIZADOSCREDIBILIDADE, VISIBILIDADE QUALIDADE CAPTAÇÃO EMPREGABILIDADE CRITÉRIO: PERFIL INICIATIVA, DEDICAÇÃO, ORGANIZAÇÃO CONTROLE DE RECURSOS, PRIORIDADES, DELEGAÇÃO RELACIONAMENTO, MOTIVAÇÃO, LIDERANÇA ATUALIAZAÇÃO, CONHECIMENTO
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Sistema de mediçãode desempenho “ um conjunto de medidas referentes à totalidade da organização incluindo as suas partes, os seus processos e as suas atividades organizadas, de forma a refletir as características do desempenho para cada nível gerencial interessado”. (Moreira, 1966) Objetivo de um sistema de medição de desempenho estabelecer o grau de evolução ou de estagnação de seus processos, assim como, da adequação ao uso de seus bens e serviços, fornecendo informação adequada, no momento preciso, a fim de tomar as ações preventivas e/ou corretivas que levem à conquista das metas organizacionais.
  • 56.
    As medidasde desempenho são representadas por indicadores de desempenho normalmente expressos da seguinte forma (FIGUEIREDO, 2002, p.25) : um elemento que indica o contexto da medida . Exemplos: desempenho de docentes, aulas estruturadas, coordenação das ações etc.; um número que indica o valor de uma variável . Exemplos: quantidade de horas-aula, quantidade de reprovações, evasão por curso, horas trabalhadas por docente, retorno sobre investimento etc.; uma unidade de medida que indica o tipo de grandeza de cada uma das variáveis envolvidas . Ex.: horas-aula, reais, número de cursos etc.
  • 57.
    Critérios segundo USA-DoDser crítico para as metas estratégicas indicado para monitorar resultados através do tempo mostra processo de melhoria das metas ter sensibilidade às mudanças ser quantificável e mensurável ter reconhecimento e aceitação
  • 58.
    CARACTERÍSTICAS DESEJÁVEIS DOSINDICADORES Prospectivos , indicando tendências futuras ; Normalizados , possibilitando sua comparação com outros indicadores ; Estatisticamente confiáveis ; Eqüitativos , devem ser aceitos pelas pessoas que têm de lidar ou trabalhar com eles ; Balanceados em termos quantitativos , permitindo múltiplas perspectivas ; Apropriados a medir as características de modo adequado ; Quantificáveis , podendo ser traduzidos em números, calculados, agregados e comparados ; Eficientes , permitindo conclusões e inter-relações construtivas com outros indicadores ; Abrangentes , podendo incorporar características significantes ; Discriminatórios , ou seja, pequenas alterações têm significado relevante . Objetivos ; Imparciais ;
  • 59.
    BSC –Balanced Scorecard Balanced scorecard é um conjunto de medidas relacionadas diretamente à estratégia da empresa. Sua implementação assegura a empresa o foco na execução da estratégia traduzindo seus objetivos em termos operacionais. Kaplan e Norton foram os primeiros autores a introduzir o conceito em 1992 por meio de um artigo Publicado na Harvard Business Review (“The Balanced Scorecard— Measures that Drive Performance”).
  • 60.
    Balanced Scorecard Comunicaçãoe Integração Comunicação e Educação Integrando a premiação às medidas de performance Clarificação e Tradução da Visão e da Estratégia Obtendo o consenso Feedback da Estratégia e Aprendizagem Facilitando o processo de revisão da estratégia Planejamento e Fixação de Objetivos Alinhando iniciativas estratégicas Alocando os recursos Estabelecendo prazos BSC
  • 61.
    Processos Clientes MercadosFinanceira Aprendizagem Crescimento BSC BSC: as 4 perspectivas
  • 62.
    BSC – Balanced Scorecard Medidas financeiras, como taxa de utilização dos ativos, receitas por docentes e retorno do capital empregado; Medidas sobre clientes, como satisfação, e taxa de retenção; Medidas internas, % de vendas de novos cursos; introdução novos cursos vs. concorrência e tempo de colocação no mercado da nova geração de cursos; e Medidas para crescimento e aprendizagem, como satisfação de docentes, % de saída de professores-chave e, % de processos realizados excepcionalmente.
  • 63.
    Aumento e mixde receitas Melhoria dos custos e produtividade Incremento na utilização dos ativos Benefícios esperados Perspectiva Financeira Redução dos riscos: liquidez, crédito e concentração
  • 64.
    Participação de mercado Captação de novos clientes, retenção e satisfação Rentabilidade proporcionada pelos clientes Benefícios esperados Perspectiva Cliente Ambiente: análise dos competidores
  • 65.
    Análise da inter-relação com departamentos Processo de identifi- cação necessidades dos clientes e servi- ços pós vendas Processo de inovação e novos produtos Benefícios esperados Processo de operações Perspectiva Processos Internos
  • 66.
    Avaliação da capacidade dos funcionários Capacidade dos Sistemas de Informação Motivação e alinhamento com as estratégias Benefícios esperados Empowerment Perspectiva Aprendizagem e Crescimento
  • 67.
    Critérios para seleçãode objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Perspectiva Financeira
  • 68.
    Critérios para seleçãode objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Aumentar o valor líquido das mensalidades 9 9 9 3 9 7,3 6 Perspectiva Financeira
  • 69.
    Critérios para seleçãode objetivos estratégicos Critérios Possíveis objetivos estratégicos/fatores críticos de sucesso Crítico para a estratégia geral Indicado para monitorar resultados através do tempo É quantificável e mensurável Sensibilidade às mudanças Reconhecimento e aceitação Pontuação Hierarquização Aumentar o valor líquido das mensalidades 7,3 6 Melhorar a lucratividade da Universidade 7,8 2 Perspectiva Financeira Aumentar o market share 8,6 1 Otimizar os recursos financeiros 7,6 3 Gerenciar os riscos 7,5 4 Minimizar a capacidade ociosa e o excesso de custos operacionais 7,4 5
  • 70.
    Mapa estratégico FinanceiraComunidade Processos Cresc. e Aprend. Melhorar o clima e as condições de trabalho das pessoas Melhorar a performance dos funcionários Desenvolver um sistema de informações que as forneça em tempo hábil e de forma balanceada para o staff de frente acerca dos serviços que estão sendo entregues Reter funcionários Melhorar o desempenho e a titulação dos professores. Investir na qualidade da educação Melhorar a imagem da Universidade Otimizar o processo ensino aprendizagem Assegurar que os alunos aprendam e se desenvolvam Melhorar a satisfação dos alunos Aumentar o market share Aumentar a visibilidade da Universidade Aumentar a demanda pelos cursos ofertados Melhorar a lucratividade da Universidade Minimizar a capacidade ociosa e custos operacionais Aumentar o valor líquido da mensalidade Gerenciar os riscos Otimizar os recursos financeiros Estimular o desenvolvimento das competências dos colaboradores Reter alunos
  • 71.
    Critérios para seleçãodos indicadores Objetivo Indicador 1 prospectivo 2 objetivo/imparcial 3 normalizado 4 confiável 5 equitativo 6 viável (custo) 7 balanceado 8 apropriado 9 quantficável 10 eficiente 11 abrangente 12 discriminatório Total Posição Aumentar a lucratividade dos clientes 47.Lucratividade dos clientes 4,0 6 Aumentar a participação no mercado 49.Participação de mercado 6,5 1
  • 72.
    Objetivo Indicador PosiçãoHierarárquica Exeqüibilidade Custo de obtenção dos dados Média geométrica Aumentar o valor líquido da mensalidade 3.Receita com mensalidades/alunos (“ticket líquido”) 4 Melhorar a lucratividade da instituição 10.EBITDA absoluto 11.EBITDA relativo 14.Valor médio obtido da mensalidade 3,3 3,9 4,3 Aumentar o market share 15.Índice de participação de mercado (% de Mkt share 16.Número de entrantes 20.Taxa de evasão no semestre 3,9 3,4 3,6 Otimização dos recursos financeiros 24.Lucro sobre ativos (return on assets => ROA) 25.Fluxo de caixa/ativos 3,4 3,6 Manter as taxas escolares tão baixas quanto possível 26.Mensalidades/custos do ensino 3,6 Gerenciar o risco 28.Passivo/alunos 29.Evasão 3,6 Minimizar capacidade ociosa e excesso de custos operacionais 33.Custo de ensino/aluno 34.Custo de administração/aluno 3,6 2,5
  • 73.
    Drill-Down dos indicadoresObjetivo Indicador Especificação Investir na qualidade da educação Pesquisa de opinião e de imagem da Universidade com a comunidade externa e interna Detalhamento : painel de opiniões acerca da Universidade e de assuntos de educação junto a professores, coordenadores, diretores, alunos e pessoal administrativo Métrica : Escala de atitudes a ser definida Responsável : Diretoria Acadêmica Abrangência : Curso Periodicidade : Semestral Critério : Média Formato : (sem formatação)
  • 74.
    Institucionalizar Orçamento PluriAnual Otimizar Gastos Aumentar a Receita Minimizar Riscos Financeiros e Econômicos Maximizar a Utilização de Ativos Implementar Programas de Qualidade de Vida Desenvolver Competências e Habilidades Disseminar e Atualizar os Valores e Diretrizes Organizacionais Otimizar os Sistema de Informação Adequar a Estrutura de Sistema de Informação Remunerar Competitivamente Reter Funcionários Desenvolver Parcerias Implementar Processos de Inovação Aprimorar os Processos de Sistema de Informação Minimizar os Riscos de Não Conformidades Garantir a Implementação do Processo Produtivo Satisfazer as Necessidades do Cliente Assegurar a Confiança na Marca Estabelecer Relacionamentos Duradouros Fazer Benchmarking Estruturado Crescimento e Aprendizagem Processos Clientes Financeira BSC PARA EMPRESAS COM FINS LUCRATIVOS
  • 75.
    Institucionalizar Orçamento PluriAnual Otimizar Gastos Aumentar a Receita Minimizar Riscos Financeiros e Econômicos Maximizar a Utilização de Ativos Implementar Programas de Qualidade de Vida Desenvolver Competências e Habilidades Disseminar e Atualizar os Valores e Diretrizes Organizacionais Otimizar os Sistema de Informação Adequar a Estrutura de Sistema de Informação Remunerar Competitivamente Reter Funcionários Desenvolver Parcerias Implementar Processos de Inovação Aprimorar os Processos de Sistema de Informação Minimizar os Riscos de Não Conformidades Garantir a Implementação do Processo Produtivo Satisfazer as Necessidades do Cliente Assegurar a Confiança na Marca Estabelecer Relacionamentos Duradouros Fazer Benchmarking Estruturado Contribuir para o Desenvolvimento Social Econômica Crescimento e Aprendizagem Processos Clientes Sociedade EMPRESAS SEM FINS LUCRATIVOS
  • 76.
    Objetivo Indicadores                        1. Ranking Especializados (Guia de Estudantes, Playboy, CAPES etc.). 2. Relação candidato / vaga em engenharia Poli / USP 3. Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os alunos de todos os anos de acordo com os atributos de valor propostos (tipo Mapcom)                        4. Valor dos projetos desenvolvidos com os parceiros governamentais (Número, mantendo o aspecto do valor/ relevância, liderança). 5. Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros governamentais                        6. Valor dos projetos desenvolvidos com empresas 7. Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros empresariais (avaliação também do engenheiro formado)                        8. Índice de satisfação com base na pesquisa de opinião com os parceiros da rede de relacionamento
  • 77.
  • 78.
    1. Ranking Especializados(Guia de Estudantes, Playboy, CAPES etc.) Definição Média da classificação das melhores Escolas de Engenharia do País, elaborada por mídia com reconhecida credibilidade e de repercussão nacional Fórmula Grad: média aritmética das notas atribuídas pelo Guia do Estudante para as engenharias relacionadas Pós: média aritmética das notas atribuídas pela CAPES aos programas de engenharia Unidade de Medida grad: Guia dos estudantes - estrelas ( 0 a 5) pos: Capes - nota (0 a 7) Periodicidade grad: anual pos: trianual Fonte grad: Publicação Abril pos: CAPES Disponibilidade Disponível Drill-Down Abertura por engenharia e comparação com outras escolas de engenharia
  • 79.
    Metas: 5estrelas em todos ranking desde 2005 Indicador 1: Ranking: Ranking Especializado (Guia do Estudante) Metas 2001 2002 2003 2004 2005 2010 2015 15,1 15 13,3 17 20 50 90 Indicador 2: Relação candidato/vaga em engenharia
  • 80.
  • 81.
  • 82.
    Avaliação de Cursosna Educação Superior Adaptado Inep/MEC
  • 83.
    SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Avaliação de Cursos Avaliação de IES
  • 84.
  • 85.
    Avaliação de CursosObjetivos: Aferir a qualidade do profissional egresso Aferir a contribuição do cursos para a formação do profissional
  • 86.
    Públicos Externo àsinstituições : potenciais alunos, mercado de trabalho etc. Interno : gestores, professores e alunos Órgãos Reguladores
  • 87.
    Principais Indicadores Notae Conceito Enade IDD Conceito do Curso
  • 88.
    ENADE – Conceito e Nota Concluinte Indicador de qualidade do egresso Importante, principalmente, para o público externo Indicador de resultados Norma
  • 89.
    IDD –Indicador de Diferença de Desempenho Indicador de qualidade do curso Importante, principalmente, para o público interno Indicador de resultados
  • 90.
    Conceito do CursoIndicador de qualidade do curso Importante, principalmente, para o público interno e para o regulador Indicador de insumos e processos baseado em visitas in loco
  • 91.
    Conceito Preliminar do Curso Objetivos: Orientar as visitas in loco Racionalizar a avaliação dos cursos
  • 92.
    Processo para obtençãodo Conceito de Curso Conceito Preliminar do Curso Visitas in loco (avaliação de insumos e processos) Conceito do Curso Dispensa da visita
  • 93.
    Conceito Preliminar do Curso Indicador que pondera: Resultado Enade Resultado IDD (valor adicionado) Condições de ensino dos cursos: Recursos didático-pedagógicos Infra-estrutura e instalações físicas Corpo docente Insumos e Processos
  • 94.
    Influência dos insumose processos no CPC: Qualidade dos cursos: medida pelo valor adicionado (IDD) Estudo de como os insumos afetam o IDD (estimação) Variáveis que se mostraram importantes para explicar o IDD dos cursos Ponderações dos insumos no indicador: resultado do modelo (estudo)
  • 95.
    Insumos e Processos: Ponderações Resultantes
  • 96.
    Conceito Preliminar doCurso: Pesos ENADE INSUMOS IDD Corpo Docente = 63% Infra-estrutura = 10% Didático-pedag. = 27%
  • 97.
  • 98.
  • 99.
    Distribuição do ConceitoPreliminar do Curso
  • 100.
    Conforma relato de Schwartzmann , os componentes do CPC foram definidos após diversas reuniões técnicas com especialistas da área de Educação Superior. Posteriormente, o assunto foi discutido na Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), que acabou por referendar os seguintes parâmetros:
  • 101.
    A nota doENADE é assim definida: A nota final da IES em um determinado curso é a média ponderada da nota padronizada dos concluintes no componente específico, da nota padronizada dos ingressantes no componente específico e da nota padronizada em Formação Geral (concluintes e Ingressantes). COMENTÁRIO SOBRE A COMPONENTE NOTA DO ENADE
  • 102.
    COMPARATIVO ENTRE ASMÉDIAS DE NOTAS DAS TURMAS INICIAIS E FINAIS DO ENADE PARA OS CURSOS DE SAÚDE
  • 103.
    altos de conhecimentoe informação, geralmente de nível sócio-econômico mais eleva- do.
  • 104.
  • 105.
  • 106.
  • 107.
  • 108.
  • 109.
    Em resumo, aocombinar duas medidas em boa parte contraditórias (o ENADE e o IDD) já que o índice de insumo é calculado a partir de sua equivalência com o IDD) o conceito preliminar torna-se ainda mais confuso e de difícil interpretação
  • 110.
  • 111.
    IGC – INDICEGERAL DE CURSOS MÉDIA PONDERADA dos CPC dos cursos de graduação (70%) e das avaliações da CAPES para stricto sensu (30%)
  • 112.
    1- PORTER, M. Estratégias competitivas: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1996. 2- PORTER, M. Vantagem competitiva . Rio de Janeiro: Campus, 5. ed., 1985. 3- FIGUEIREDO, J.R.M. Identificação de indicadores estratégicos de desempenho a partir do Balanced Scorecard. Florianópolis: UFSC, 2002. 4- KAPLAN, R.S., NORTON, D.P. A estratégia em ação: Balanced Scorecard . Rio de Janeiro: Campus, 1997. 5- KAPLAN, R.S., NORTON, D.P. The Balanced Scorecard . Boston: Harvard Business School Press, Sep. 1996c. 6- ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. POLI2015 : construção do BSC .< www.usp.br/poli >. Acesso em out. 2008. REFERÊNCIAS
  • 113.
    7- ABMES: Funções do coordenador de curso: Como “construir” o coordenador ideal . Brasília: AMES, 2004 8- ANDRADE, Rui O.B.: O papel dos coordenadores dos cursos de graduação em administração frente às mudanças . São Paulo: CRA, 2002 REFERÊNCIAS