Max Weber argumenta que o desenvolvimento do capitalismo no Ocidente é influenciado pelo individualismo econômico e pela ética protestante, que promovem a ideia de sucesso econômico como sinal de escolha divina. Ele relaciona a ascensão do capitalismo com a emergência do estado moderno e a burocracia, enfatizando o papel da contabilidade racional na eficácia das empresas. Karl Marx complementa essa análise ao descrever o capitalismo como um sistema baseado na relação de classes e na alienação dos trabalhadores, prevendo que as contradições internas do sistema levariam à sua eventual destruição e à transição para o socialismo.