EDUCAR PARA VIVER
          +
SAúDE e PREVENÇão NaS
       ESCoLAS
Grupo Gestor Municipal
     Uruguaiana
“O campeão sabe que é nos detalhes
 que reside o inferno ou o paraíso. Por
 isso ele transforma problemas em
 desafios e, a partir daí cria suas
 maiores vitórias.”

                Roberto Shiniashiki
Com o objetivo de informar e diminuir a
vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DST,
 à infecção pelo HIV e à gravidez não planejada,
 foi criado, em 1994 Projeto Municipal Educar
   para Viver e em 2006 SPE é implantado no
                   município.
Apresentação:


O Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas
(SPE) se constitui como uma ação
interministerial (Ministério da Saúde e
Ministério da Educação) em parceria com
UNESCO – Organizações das Nações Unidas para a
Educação a Ciência e a Cultura - do UNICEF -
Fundo das Nações Unidas para a Infância e do
UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas,
no planejamento, na execução, no monitoramento e
na avaliação das ações desenvolvidas em âmbito
federal, estadual e municipal.
Produto da experiência e da reflexão de
diferentes atores sociais, esse projeto
representa um marco na integração dos
sistemas de educação e saúde e privilegia a
escola como espaço para a articulação das
políticas voltadas para adolescentes e
jovens, mediante a participação dos sujeitos
desse processo: estudantes, famílias,
profissionais da educação e da saúde.
O Projeto SPE-RS atende as diretrizes do
Grupo Gestor Federal e pretende integrar as
ações entre educação e saúde, privilegiando
  o ambiente escolar como espaço potencial
necessário para a articulação entre a rede de
ensino e saúde, família e a comunidade.
ESCOLA:
o lugar ideal para aprender a se cuidar

   Portanto, a integração entre escolas e
   serviços de saúde é fundamental para
   levar as crianças e aos adolescentes
   do nosso município, conhecimentos
   sobre saúde e sobre o exercício da
   sexualidade com consciência e
   responsabilidade.
SAúDE e PREVENÇão NaS Escolas
   Organograma do GGM - Uruguaiana/RS
Educar para Viver
                +
SAúDE e PREVENÇão NaS ESCoLAS
      Composição do GGM

   Maria Aparecida. Bofill - Psic. / DST/AIDS
       Coordenadora do GGM e SPE
   Adriana K. Tamayo - Enf. / DST/AIDS
   Marta Abad / Gineco - Saúde da Mulher
   Marta de Barros / Psic. - Saúde da Mulher
   Elaine C. de Oliveira / Enf. - Saúde da Mulher
   Jussara Rodrigues de Freitas / Educadora - SEMED
   Marlise Grecco de S. Silveira / Educadora - 10ª CRE
   Joana Maristela Moreira Moleda - 10ª CRE
   Betina L. R. Moreira / Prof. Enf. - UNIPAMPA
   Sandra Regina Aires de Lima – RNP+Brasil/RS
  Aguinaldo Rezende Cannes- RNP + Brasil/RS
Integrado ao componente da promoção da saúde e
prevenção, o Educar para Viver + SPE tem como
principais objetivos:

 • Contribuir para a promoção dos direitos sexuais e direitos
reprodutivos de adolescentes e jovens;

• Contribuir para o enfrentamento da epidemia de HIV/Aids
entre adolescentes e jovens escolares;

• Desenvolver ações articuladas no âmbito das escolas e das
unidades básicas de saúde;

• Envolver toda a comunidade escolar na promoção de ações
em saúde sexual e saúde reprodutiva;

• Promover a participação juvenil para que adolescentes e
jovens possam atuar como sujeitos transformadores das suas
realidades.
Essa iniciativa tem como propósito reduzir as
vulnerabilidades e contribuir para a promoção da
saúde dessa importante parcela da população,
promovendo ações sobre questões relacionadas à
saúde integral, como qualidade de vida, prevenção
das DST/Aids, gravidez não planejada,
diversidade sexual, drogas, promoção da cultura
de paz, por meio do desenvolvimento articulado de
ações no âmbito das escolas e das unidades básicas
de saúde.
EDUCAR PARA VIVER
              +
SAÚDE E PREVENÇÃO NAS ESCOLAS

 Temáticas propostas:

    Sexualidade
    Orientação sexual
    Gravidez na adolescência
    Drogas
    Prevenção DST/HIV/AIDS
    Violência
    Gênero
Gravidez na Adolescência / 2005 – 2011
 20,44 % - 2009 Menor índice desde 1993 – 413 mães adol.
                         (2030 )
22,18 % - 2010 Aumento do índice - 433 mães adol. (1952)
21,0 % -2011    Redução do índice- 410 mães adol. (1952)




Fonte SINASC Sistema Nacional de Informação Nascidos Vivos
SAE- Total 1150 Pacientes
                  Cadastrados no Setor DST/AIDS

                                     Adultos;
Penitenciária Modulada :            13 a + 60 anos
 62 pacientes                        960 pacientes
 Masculino – 58                      Masculino – 518
 Feminino – 4                        Feminino – 442
  Crianças:                          Inicio TARV:
  o a 12 anos
                                     9 pacientes
 123 pacientes
 Exposta / sem diag.fechado          Em TARV:
  72 (33 M / 29 F)
 HIV + – 28 (17 M / 11 F)            390 pacientes
 TARV – 23
                                     Gestantes:
 Adolescentes:
 13 a 19 anos                        16 pacientes
 35 adolescentes
 11 sexo masculino
  24 sexo feminino
PACIENTES CADASTRADOS SETOR DST/AIDS
         FX ETÁRIA / 1150 PACIENTES




 Perfil Epidemia: Interior, Jovem, Feminina e mais Heterossexual
O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de
      Aids no país, segundo dados divulgados no dia 28/11/11
     pelo Ministério da Saúde . A taxa de incidência de casos da
           doença é de 27,7 para cada 100 mil habitantes,

                          Municípios do Sul
Os municípios da região Sul dominam a lista das 14 cidades com mais de 50
   mil habitantes que, proporcionalmente, possuem mais casos de Aids.
Em primeiro na lista, está Porto Alegre, com taxa de incidência de 99,8 casos
por 100 mil habitantes. Também localizado no Rio Grande do Sul, Alvorada é
 a segunda cidade com mais registros de Aids, 81,8 por 100 mil habitantes.
    Em terceiro no ranking está Balneário de Camboriú (SC), em quarto
              Uruguaiana (RS) e quinto Sapucaia do Sul (RS).

 Foram registrados no país 34,2 mil novos casos de Aids no ano passado,
 contra 35,9 mil em 2009. De 1980 a junho de 2011, 608.230 (1980 a 06/2011)
pessoas foram infectadas no país. A taxa de incidência da doença passou de
           18,8 por 100 mil habitantes em 2009 para 17,9 em 2010.

A Região Sul, que abriga 14% da população total do país, concentra 23% dos
   casos da doença. O dado chama atenção do Ministério da Saúde, que
      promete investimentos na região para reverter essa estatística.
Ranking Nacional
Taxa de incidência por 100.000 hab. de casos de AIDS notificados no
SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM em 100
 municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes e as maiores
                taxas de incidência Brasil 1998-2010



    1. Porto Alegre (RS) —99,8
    2. Alvorada (RS) — 81,8
    3. Balneário Camboriú (SC) — 77,7
    4. Uruguaiana (RS) — 67,0
    5. Sapucaia do Sul (RS) — 66,4
    6. Criciúma (SC) — 61,9
    7. Biguaçu (SC) — 60,1
    8. Pinhais (PR) — 58,1
    9. Florianópolis (SC) — 57,9
    10. Canoas (RS) — 57,4

Fonte Ministério da Saúde / SVS / Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais
O Uso do preservativo depende do acesso ao insumo, de
informação, de políticas que diminuam as situações de
vulnerabilidade e de mudança de atitude pessoal em
relação ao autocuidado. Muitas pessoas não se vêem em
risco e não se sentem responsáveis pela sua saúde,
entretanto , parte do enfrentamento da AIDS no Brasil, RS
e Uruguaiana dependem de práticas individuais seguras,
com o apoio do SUS.
Importância do diagnóstico precoce:
o exame de HIV é sigiloso; é gratuito; está
disponível na rede pública; não necessita de
requisição médica; e as pessoas devem ir
buscar os resultados.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Colaborar na formação integral do educando, visando à reflexão
e problematização sobre sexualidade: valores, posturas,
preconceitos, vivências e informações;

Oportunizar situações para que os educandos desenvolvam a
capacidade de trabalhar suas emoções, sentimentos e a auto-
estima;

Oportunizar situações para que os educandos desenvolvam
consciência crítica para tomarem decisões responsáveis a
respeito de sua sexualidade;

Respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos
existentes relativos à sexualidade, desde que seja garantida a
dignidade do ser humano.
METODOLOGIA :

A metodologia que melhor tem encontrado
resultados para desenvolver os temas de
orientação      sexual    é     a     linha
PARTICIPATIVA-         CONSTRUTIVISTA,
por partir do princípio que o conhecimento
é uma construção, e na medida em que a
pessoa é capaz de construir o próprio
conhecimento, torna-se mais capacitada
para entender e interpretar a realidade e a
fazer interpretações no mundo em que vive.
METODOLOGIA :
O trabalho de orientação sexual na escola
não deve trazer respostas prontas, deve sim,
problematizar,levantar questionamentos e
ampliar o leque de conhecimentos e de
opções, partindo sempre do conhecimento
que o aluno já possui sobre o assunto e ir
preenchendo as lacunas nas informações,
para que o aluno escolha o seu próprio
caminho.
METODOLOGIA :
As estratégias metodológicas para o
trabalho devem constituir-se em atividades
lúdicas e criativas para facilitar a
participação do aluno, criar o interesse
grupal e possibilitar um clima de confiança
que permita o profissional identificar como
os educandos se relacionam com as
situações ligadas aos relacionamentos, aos
afetos e a sexualidade.      Dinâmicas de
grupo, jogos educativos, estudo de casos,
dramatizações, roda de bate-papo, etc
produzem um bom resultado.
SEXUALIDADE…


       ?
           ??????????
           ?????????
UNIDADE 1 :
SEXUALIDADE NA VIDA HUMANA

a) Fases do desenvolvimento;

b) Gênero;

c) Diversidade sexual.
UNIDADE 2 -
VIOLÊNCIA E CIDADANIA
DROGAS
UNIDADE 3 –
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
 a) Anatomia e fisiologia dos órgãos sexuais;

 b) Métodos contraceptivos;

 c) Direitos sexuais e reprodutivos;
 d) Gravidez na adolescência (maternidade e
 paternidade consciente)
Orientar a maneira correta de utilizar os
preservativos masculino e feminino.
Distribuição gratuita dos preservativos e material
educativo nas escolas.
                UNIDADE 4 –
                DST E AIDS
a) Sexualidade em tempo de AIDS;



b) Doenças sexualmente transmissíveis:
    Orientações sobre as DST/AIDS “VULNERABILIDADES”




C) Prevenção das DST/AIDS;
D) Discriminação X Solidariedade
AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua,através de observação direta
e auto-avaliação das atividades individuais e das
realizadas em grupo. No final de cada tema abordado ,
a culminância do trabalho deverá ser através de
relatórios,exposições dos trabalhos realizados, oficinas,
mostra pedagógica entre outras atividades que
deverão contar com a presença de toda comunidade
escolar.

Entrega de relatório nas reuniões com a equipe da
coordenação GGM , com todas as ações desenvolvidas
(público atingido, professor responsável,etc )
mensalmente.
CRONOGRAMA DE REUNIÕES
Educadores Multiplicadores 2012
  1-    05/04/2012 / SEMED
  2-    17/05/2012 / 10* CRE
  3-    14/06/2012 / 10* CRE
  4-    05/07/2012 / SEMED
  5-    09/08/2012 / SEMED
  6-    13/09/2012 / 10ª CRE
  7-    04/10/2012 / SEMED
  8-    01/11/2012 / SEMED
  9-   06/12/2012 / SEMED- ENCERRAMENTO
AÇÕES PONTUAIS ANO 2012:

13/04: Dia do Beijo
17/maio:Dia de luta contra a Homofobia
18/maio:Dia de enfrentamento à violência e o abuso
sexual
12/ junho:Dia dos Namorados –
“Te Liga Gravidez tem hora ”
26/junho: Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na
Adolescência
28/julho : Dia Nacional de Enfrentamento das
Hepatites Virais
01/dezembro:Dia Mundial de Luta Contra a AIDS
“ Assim como criamos a cultura do
risco, da violência, podemos e
devemos criar a cultura da
prevenção, do auto-cuidado, do
bem estar coletivo, da cidadania e
da promoção da saúde.”
EDUCAR PARA VIVER
              +
SAúDE e PREVENÇão NaS ESCoLAS



   BOM TRABAHO EM 2012!




              Muito Obrigada !
            Maria Aparecida Bofill
            Psicóloga CRP 07/08987
            Coordenadora GGM SPE Uruguaiana/RS
            cidabofill@uol.com.br

Educadore sspe 2012

  • 1.
    EDUCAR PARA VIVER + SAúDE e PREVENÇão NaS ESCoLAS Grupo Gestor Municipal Uruguaiana
  • 2.
    “O campeão sabeque é nos detalhes que reside o inferno ou o paraíso. Por isso ele transforma problemas em desafios e, a partir daí cria suas maiores vitórias.” Roberto Shiniashiki
  • 3.
    Com o objetivode informar e diminuir a vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DST, à infecção pelo HIV e à gravidez não planejada, foi criado, em 1994 Projeto Municipal Educar para Viver e em 2006 SPE é implantado no município.
  • 4.
    Apresentação: O Projeto Saúdee Prevenção nas Escolas (SPE) se constitui como uma ação interministerial (Ministério da Saúde e Ministério da Educação) em parceria com UNESCO – Organizações das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura - do UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância e do UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas, no planejamento, na execução, no monitoramento e na avaliação das ações desenvolvidas em âmbito federal, estadual e municipal.
  • 5.
    Produto da experiênciae da reflexão de diferentes atores sociais, esse projeto representa um marco na integração dos sistemas de educação e saúde e privilegia a escola como espaço para a articulação das políticas voltadas para adolescentes e jovens, mediante a participação dos sujeitos desse processo: estudantes, famílias, profissionais da educação e da saúde.
  • 6.
    O Projeto SPE-RSatende as diretrizes do Grupo Gestor Federal e pretende integrar as ações entre educação e saúde, privilegiando o ambiente escolar como espaço potencial necessário para a articulação entre a rede de ensino e saúde, família e a comunidade.
  • 7.
    ESCOLA: o lugar idealpara aprender a se cuidar Portanto, a integração entre escolas e serviços de saúde é fundamental para levar as crianças e aos adolescentes do nosso município, conhecimentos sobre saúde e sobre o exercício da sexualidade com consciência e responsabilidade.
  • 8.
    SAúDE e PREVENÇãoNaS Escolas Organograma do GGM - Uruguaiana/RS
  • 9.
    Educar para Viver + SAúDE e PREVENÇão NaS ESCoLAS Composição do GGM Maria Aparecida. Bofill - Psic. / DST/AIDS Coordenadora do GGM e SPE Adriana K. Tamayo - Enf. / DST/AIDS Marta Abad / Gineco - Saúde da Mulher Marta de Barros / Psic. - Saúde da Mulher Elaine C. de Oliveira / Enf. - Saúde da Mulher Jussara Rodrigues de Freitas / Educadora - SEMED Marlise Grecco de S. Silveira / Educadora - 10ª CRE Joana Maristela Moreira Moleda - 10ª CRE Betina L. R. Moreira / Prof. Enf. - UNIPAMPA Sandra Regina Aires de Lima – RNP+Brasil/RS Aguinaldo Rezende Cannes- RNP + Brasil/RS
  • 10.
    Integrado ao componenteda promoção da saúde e prevenção, o Educar para Viver + SPE tem como principais objetivos: • Contribuir para a promoção dos direitos sexuais e direitos reprodutivos de adolescentes e jovens; • Contribuir para o enfrentamento da epidemia de HIV/Aids entre adolescentes e jovens escolares; • Desenvolver ações articuladas no âmbito das escolas e das unidades básicas de saúde; • Envolver toda a comunidade escolar na promoção de ações em saúde sexual e saúde reprodutiva; • Promover a participação juvenil para que adolescentes e jovens possam atuar como sujeitos transformadores das suas realidades.
  • 11.
    Essa iniciativa temcomo propósito reduzir as vulnerabilidades e contribuir para a promoção da saúde dessa importante parcela da população, promovendo ações sobre questões relacionadas à saúde integral, como qualidade de vida, prevenção das DST/Aids, gravidez não planejada, diversidade sexual, drogas, promoção da cultura de paz, por meio do desenvolvimento articulado de ações no âmbito das escolas e das unidades básicas de saúde.
  • 12.
    EDUCAR PARA VIVER + SAÚDE E PREVENÇÃO NAS ESCOLAS Temáticas propostas: Sexualidade Orientação sexual Gravidez na adolescência Drogas Prevenção DST/HIV/AIDS Violência Gênero
  • 13.
    Gravidez na Adolescência/ 2005 – 2011 20,44 % - 2009 Menor índice desde 1993 – 413 mães adol. (2030 ) 22,18 % - 2010 Aumento do índice - 433 mães adol. (1952) 21,0 % -2011 Redução do índice- 410 mães adol. (1952) Fonte SINASC Sistema Nacional de Informação Nascidos Vivos
  • 14.
    SAE- Total 1150Pacientes Cadastrados no Setor DST/AIDS Adultos; Penitenciária Modulada : 13 a + 60 anos 62 pacientes 960 pacientes Masculino – 58 Masculino – 518 Feminino – 4 Feminino – 442 Crianças: Inicio TARV: o a 12 anos 9 pacientes 123 pacientes Exposta / sem diag.fechado Em TARV: 72 (33 M / 29 F) HIV + – 28 (17 M / 11 F) 390 pacientes TARV – 23 Gestantes: Adolescentes: 13 a 19 anos 16 pacientes 35 adolescentes 11 sexo masculino 24 sexo feminino
  • 15.
    PACIENTES CADASTRADOS SETORDST/AIDS FX ETÁRIA / 1150 PACIENTES Perfil Epidemia: Interior, Jovem, Feminina e mais Heterossexual
  • 16.
    O Rio Grandedo Sul é o estado com maior incidência de Aids no país, segundo dados divulgados no dia 28/11/11 pelo Ministério da Saúde . A taxa de incidência de casos da doença é de 27,7 para cada 100 mil habitantes, Municípios do Sul Os municípios da região Sul dominam a lista das 14 cidades com mais de 50 mil habitantes que, proporcionalmente, possuem mais casos de Aids. Em primeiro na lista, está Porto Alegre, com taxa de incidência de 99,8 casos por 100 mil habitantes. Também localizado no Rio Grande do Sul, Alvorada é a segunda cidade com mais registros de Aids, 81,8 por 100 mil habitantes. Em terceiro no ranking está Balneário de Camboriú (SC), em quarto Uruguaiana (RS) e quinto Sapucaia do Sul (RS). Foram registrados no país 34,2 mil novos casos de Aids no ano passado, contra 35,9 mil em 2009. De 1980 a junho de 2011, 608.230 (1980 a 06/2011) pessoas foram infectadas no país. A taxa de incidência da doença passou de 18,8 por 100 mil habitantes em 2009 para 17,9 em 2010. A Região Sul, que abriga 14% da população total do país, concentra 23% dos casos da doença. O dado chama atenção do Ministério da Saúde, que promete investimentos na região para reverter essa estatística.
  • 17.
    Ranking Nacional Taxa deincidência por 100.000 hab. de casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM em 100 municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes e as maiores taxas de incidência Brasil 1998-2010 1. Porto Alegre (RS) —99,8 2. Alvorada (RS) — 81,8 3. Balneário Camboriú (SC) — 77,7 4. Uruguaiana (RS) — 67,0 5. Sapucaia do Sul (RS) — 66,4 6. Criciúma (SC) — 61,9 7. Biguaçu (SC) — 60,1 8. Pinhais (PR) — 58,1 9. Florianópolis (SC) — 57,9 10. Canoas (RS) — 57,4 Fonte Ministério da Saúde / SVS / Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais
  • 18.
    O Uso dopreservativo depende do acesso ao insumo, de informação, de políticas que diminuam as situações de vulnerabilidade e de mudança de atitude pessoal em relação ao autocuidado. Muitas pessoas não se vêem em risco e não se sentem responsáveis pela sua saúde, entretanto , parte do enfrentamento da AIDS no Brasil, RS e Uruguaiana dependem de práticas individuais seguras, com o apoio do SUS.
  • 19.
    Importância do diagnósticoprecoce: o exame de HIV é sigiloso; é gratuito; está disponível na rede pública; não necessita de requisição médica; e as pessoas devem ir buscar os resultados.
  • 20.
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Colaborar naformação integral do educando, visando à reflexão e problematização sobre sexualidade: valores, posturas, preconceitos, vivências e informações; Oportunizar situações para que os educandos desenvolvam a capacidade de trabalhar suas emoções, sentimentos e a auto- estima; Oportunizar situações para que os educandos desenvolvam consciência crítica para tomarem decisões responsáveis a respeito de sua sexualidade; Respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos existentes relativos à sexualidade, desde que seja garantida a dignidade do ser humano.
  • 21.
    METODOLOGIA : A metodologiaque melhor tem encontrado resultados para desenvolver os temas de orientação sexual é a linha PARTICIPATIVA- CONSTRUTIVISTA, por partir do princípio que o conhecimento é uma construção, e na medida em que a pessoa é capaz de construir o próprio conhecimento, torna-se mais capacitada para entender e interpretar a realidade e a fazer interpretações no mundo em que vive.
  • 22.
    METODOLOGIA : O trabalhode orientação sexual na escola não deve trazer respostas prontas, deve sim, problematizar,levantar questionamentos e ampliar o leque de conhecimentos e de opções, partindo sempre do conhecimento que o aluno já possui sobre o assunto e ir preenchendo as lacunas nas informações, para que o aluno escolha o seu próprio caminho.
  • 23.
    METODOLOGIA : As estratégiasmetodológicas para o trabalho devem constituir-se em atividades lúdicas e criativas para facilitar a participação do aluno, criar o interesse grupal e possibilitar um clima de confiança que permita o profissional identificar como os educandos se relacionam com as situações ligadas aos relacionamentos, aos afetos e a sexualidade. Dinâmicas de grupo, jogos educativos, estudo de casos, dramatizações, roda de bate-papo, etc produzem um bom resultado.
  • 24.
    SEXUALIDADE… ? ?????????? ?????????
  • 25.
    UNIDADE 1 : SEXUALIDADENA VIDA HUMANA a) Fases do desenvolvimento; b) Gênero; c) Diversidade sexual.
  • 26.
    UNIDADE 2 - VIOLÊNCIAE CIDADANIA DROGAS
  • 27.
    UNIDADE 3 – SAÚDESEXUAL E REPRODUTIVA a) Anatomia e fisiologia dos órgãos sexuais; b) Métodos contraceptivos; c) Direitos sexuais e reprodutivos; d) Gravidez na adolescência (maternidade e paternidade consciente)
  • 28.
    Orientar a maneiracorreta de utilizar os preservativos masculino e feminino. Distribuição gratuita dos preservativos e material educativo nas escolas.
  • 29.
    UNIDADE 4 – DST E AIDS a) Sexualidade em tempo de AIDS; b) Doenças sexualmente transmissíveis: Orientações sobre as DST/AIDS “VULNERABILIDADES” C) Prevenção das DST/AIDS; D) Discriminação X Solidariedade
  • 30.
    AVALIAÇÃO A avaliação serácontínua,através de observação direta e auto-avaliação das atividades individuais e das realizadas em grupo. No final de cada tema abordado , a culminância do trabalho deverá ser através de relatórios,exposições dos trabalhos realizados, oficinas, mostra pedagógica entre outras atividades que deverão contar com a presença de toda comunidade escolar. Entrega de relatório nas reuniões com a equipe da coordenação GGM , com todas as ações desenvolvidas (público atingido, professor responsável,etc ) mensalmente.
  • 31.
    CRONOGRAMA DE REUNIÕES EducadoresMultiplicadores 2012 1- 05/04/2012 / SEMED 2- 17/05/2012 / 10* CRE 3- 14/06/2012 / 10* CRE 4- 05/07/2012 / SEMED 5- 09/08/2012 / SEMED 6- 13/09/2012 / 10ª CRE 7- 04/10/2012 / SEMED 8- 01/11/2012 / SEMED 9- 06/12/2012 / SEMED- ENCERRAMENTO
  • 32.
    AÇÕES PONTUAIS ANO2012: 13/04: Dia do Beijo 17/maio:Dia de luta contra a Homofobia 18/maio:Dia de enfrentamento à violência e o abuso sexual 12/ junho:Dia dos Namorados – “Te Liga Gravidez tem hora ” 26/junho: Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência 28/julho : Dia Nacional de Enfrentamento das Hepatites Virais 01/dezembro:Dia Mundial de Luta Contra a AIDS
  • 33.
    “ Assim comocriamos a cultura do risco, da violência, podemos e devemos criar a cultura da prevenção, do auto-cuidado, do bem estar coletivo, da cidadania e da promoção da saúde.”
  • 35.
    EDUCAR PARA VIVER + SAúDE e PREVENÇão NaS ESCoLAS BOM TRABAHO EM 2012! Muito Obrigada ! Maria Aparecida Bofill Psicóloga CRP 07/08987 Coordenadora GGM SPE Uruguaiana/RS cidabofill@uol.com.br