Trabalho
De
Biologia
AIDS
Abril/2015
Erem José Joaquim da Silva filho
Maria Eduarda Da Silva Souza
Trabalho de Biologia da aluna MARIA
EDUARDA DA SILVA SOUZA, 1°C,
sobre a AIDS, apresentado a professora
Elieser.
Introdução
A Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico devido á destruição dos
glóbulos brancos. Considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu
caráter pandêmico ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região e sua
gravidade.
AIDS
A Infecção da aids se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do Sistema Imunológico,
destruindo os glóbulos brancos (Linfócitos TCD4+).A falta desses linfócitos diminui a
capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por
microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas
com sistema imune normal. A sigla aids quer dizer Síndrome da imunodeficiência
adquirida e em outros países de língua portuguesa, é chamada SIDA enquanto a sigla
HIV quer dizer vírus da imunodeficiência humana.
Transmissão
O vírus da aids é transmitido através da troca de secreções entre dois indivíduos, sendo
um obrigatoriamente o portador do vírus. O HIV pode ser transmitido pelo sêmen,
secreções vaginais, sangue e leite materno. Há ainda a possibilidade de transmissão
através transplante de órgãos ou utensílios cirúrgicos não esterilizados. As principais
vias de transmissão são:
Sexual – O contato, por ato sexual, com secreções de um indivíduo infectado pode
levar à transmissão da aids. Tanto o sexo vaginal, anal ou oral sem proteção podem
transmitir o vírus.
Sangue – Transfusões de sangue são também uma via de transmissão do vírus.
Atualmente, hospitais e bancos de sangue realizam exames antes da transfusão, o que
diminui o risco de transmissão.
Agulhas e seringas contaminadas – O compartilhamento de agulhas e seringas é uma
grande via de transmissão do vírus da aids. Usuários de drogas injetáveis estão entre
os grupos de maior risco.
Mãe para filho – Existe a possibilidade de transmissão da mãe durante a gestação, o
parto ou a amamentação. Felizmente, existe a possibilidade de tratamento durante o
período da gravidez. Assim, se reduz o risco da transmissão para o bebê.
Sintomas e diagnóstico
Os sintomas não são os mesmos para todos os infectados. Geralmente, os primeiros
sintomas aparecem de duas a quatro semanas após a infecção e se caracterizam,
principalmente, por febre, dores musculares, de cabeça e garganta, calafrios e manchas
na pele. A progressão da aids no organismo leva ao aparecimento das chamadas
“doenças oportunistas”, causadas pela baixa imunidade. As mais comuns são a
tuberculose, a pneumonia, o sarcoma de Kaposi e um evidente emagrecimento. É
importante destacar que mesmo que os sintomas não se apresentem, uma pessoa
infectada pode transmitir o vírus a outras pessoas. Os primeiros sintomas podem
aparecer até 10 anos após a infecção. No Brasil, o SUS, Sistema Único de Saúde,
garante o tratamento, a medicação e os exames. O diagnóstico mais comum é ainda o
Teste de HIV. Estes testes são sempre gratuitos e sigilosos.
Tratamento
Ainda não se tem a cura para a aids, mas atualmente existem tratamentos a partir de
drogas chamadas antirretrovirais. Estas drogas inibem o multiplicação do vírus HIV.
Este tratamento dá a possibilidade dos portadores do vírus de viver com mais
qualidade de vida. É importante lembrar que no início da epidemia receber o
diagnóstico de aids era considerado uma sentença de morte. No ápice da doença e sem
as informações e tratamentos que temos hoje, os infectados morriam rapidamente. No
Brasil, o tratamento por antirretrovirais é oferecido pelo Sistema Único de Saúde
(SUS).
Prevenção
Uso de preservativo – É ainda a forma mais eficaz de evitar o contágio. Mesmo entre
os portadores do vírus deve-se usar o preservativo para evitar a reinfecção. Além
disso, o preservativo previne o contágio de outras doenças sexualmente transmissíveis.
Pré-natal – Grávidas devem fazer o teste de HIV para, caso estejam infectadas,
diminuir o risco de transmissão para o bebê.
Agulhas e seringas descartáveis – É imprescindível o uso de seringas e agulhas
descartáveis.
Conclusão
O presente trabalho nós mostrou que a Aids não é uma doença transmitida
pelo beijo, abraço ou aperto de mão, e sim pelo ato sexual e através do
contato do sangue entre pessoas contaminada, ou seja portadora do vírus.
Foi muito importante, pois aprendemos um pouco mais sobre esta doença e
sobre seus mitos.
Fonte de pesquisa:
http://doutissima.com.br/2013/07/08/saiba-tudo-sobre-a-aids-causas-
sintomas-e-tratamento-9416/

Eduarda

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    Erem José Joaquimda Silva filho Maria Eduarda Da Silva Souza Trabalho de Biologia da aluna MARIA EDUARDA DA SILVA SOUZA, 1°C, sobre a AIDS, apresentado a professora Elieser.
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    Introdução A Aids éuma doença que ataca o sistema imunológico devido á destruição dos glóbulos brancos. Considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região e sua gravidade. AIDS A Infecção da aids se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do Sistema Imunológico, destruindo os glóbulos brancos (Linfócitos TCD4+).A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal. A sigla aids quer dizer Síndrome da imunodeficiência adquirida e em outros países de língua portuguesa, é chamada SIDA enquanto a sigla HIV quer dizer vírus da imunodeficiência humana. Transmissão O vírus da aids é transmitido através da troca de secreções entre dois indivíduos, sendo um obrigatoriamente o portador do vírus. O HIV pode ser transmitido pelo sêmen, secreções vaginais, sangue e leite materno. Há ainda a possibilidade de transmissão através transplante de órgãos ou utensílios cirúrgicos não esterilizados. As principais vias de transmissão são: Sexual – O contato, por ato sexual, com secreções de um indivíduo infectado pode levar à transmissão da aids. Tanto o sexo vaginal, anal ou oral sem proteção podem transmitir o vírus. Sangue – Transfusões de sangue são também uma via de transmissão do vírus. Atualmente, hospitais e bancos de sangue realizam exames antes da transfusão, o que diminui o risco de transmissão. Agulhas e seringas contaminadas – O compartilhamento de agulhas e seringas é uma grande via de transmissão do vírus da aids. Usuários de drogas injetáveis estão entre os grupos de maior risco. Mãe para filho – Existe a possibilidade de transmissão da mãe durante a gestação, o parto ou a amamentação. Felizmente, existe a possibilidade de tratamento durante o período da gravidez. Assim, se reduz o risco da transmissão para o bebê.
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    Sintomas e diagnóstico Ossintomas não são os mesmos para todos os infectados. Geralmente, os primeiros sintomas aparecem de duas a quatro semanas após a infecção e se caracterizam, principalmente, por febre, dores musculares, de cabeça e garganta, calafrios e manchas na pele. A progressão da aids no organismo leva ao aparecimento das chamadas “doenças oportunistas”, causadas pela baixa imunidade. As mais comuns são a tuberculose, a pneumonia, o sarcoma de Kaposi e um evidente emagrecimento. É importante destacar que mesmo que os sintomas não se apresentem, uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras pessoas. Os primeiros sintomas podem aparecer até 10 anos após a infecção. No Brasil, o SUS, Sistema Único de Saúde, garante o tratamento, a medicação e os exames. O diagnóstico mais comum é ainda o Teste de HIV. Estes testes são sempre gratuitos e sigilosos. Tratamento Ainda não se tem a cura para a aids, mas atualmente existem tratamentos a partir de drogas chamadas antirretrovirais. Estas drogas inibem o multiplicação do vírus HIV. Este tratamento dá a possibilidade dos portadores do vírus de viver com mais qualidade de vida. É importante lembrar que no início da epidemia receber o diagnóstico de aids era considerado uma sentença de morte. No ápice da doença e sem as informações e tratamentos que temos hoje, os infectados morriam rapidamente. No Brasil, o tratamento por antirretrovirais é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Prevenção Uso de preservativo – É ainda a forma mais eficaz de evitar o contágio. Mesmo entre os portadores do vírus deve-se usar o preservativo para evitar a reinfecção. Além disso, o preservativo previne o contágio de outras doenças sexualmente transmissíveis. Pré-natal – Grávidas devem fazer o teste de HIV para, caso estejam infectadas, diminuir o risco de transmissão para o bebê. Agulhas e seringas descartáveis – É imprescindível o uso de seringas e agulhas descartáveis.
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    Conclusão O presente trabalhonós mostrou que a Aids não é uma doença transmitida pelo beijo, abraço ou aperto de mão, e sim pelo ato sexual e através do contato do sangue entre pessoas contaminada, ou seja portadora do vírus. Foi muito importante, pois aprendemos um pouco mais sobre esta doença e sobre seus mitos.
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