O autor discute como há constantemente novas descobertas sobre o que é bom ou ruim para a saúde, o que o leva a preferir não mudar seus hábitos. Ele então lista várias atividades que acredita serem benéficas, como prazer, ler, viajar, caminhar e namorar, enquanto atividades como brigar, ver estupidez ou lixo na rua o afetam negativamente. Por fim, defende que humor, amigos e sonhar são melhores do que rancor, influência ou nada.