O texto discute a quantidade excessiva de informações contraditórias sobre hábitos que previnem doenças. O autor prefere não mudar seus hábitos e acredita que prazer, dormir, ler e viajar fazem bem à saúde dele, enquanto brigar e ver atos estúpidos ou preconceituosos o incomodam. Ele também aponta que pedir desculpas quando erra, ter amigos e sonhar são melhores para a saúde do que guardar mágoas.