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PLANO DE FORMAÇÃO PARA UMA
EMPRESA
          Noções de pedagogia




            Trabalho Final




               Trabalho realizado por: Joana
           Martins
               Formadora: Mafalda Vicente
Dia: 06-01-2011




                              Índice


1-Introdução
2-Diagnóstico de necessidades de formação
3-Designação da acção de formação
4-Definição do público-alvo
5-Definição dos objectivos da formação
6-Definição dos conteúdos programáticos e respectivas cargas
horárias
7-Métodos e técnicas pedagógicas a operacionalizar
8-Metodologia de avaliação da formação
9-Meios materiais e humanos necessário para o desenvolvimento do
curso   de formação
10-Conclusão
11-Referências bibliográficas




1. INTRODUÇÃO


                                                               2
O trabalho que se segue foi proposto e realiza-se no âmbito do Módulo: Noções de
Pedagogia.
Assim sendo, este tem por objectivo aplicar os métodos e técnicas de identificação
de necessidades de formação, tendo em conta os conteúdos abordados ao longo
das sessões de formação.
Um trabalho desta natureza pressupõe então a detecção de uma necessidade e,
consequentemente, a proposta de uma acção correctiva de uma determinada área.
E é sempre mais fácil detectar uma necessidade nos espaços e nas realidades das
quais nos vão chegando informações.




2-DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO
Constantemente, assistimos à divulgação, nomeadamente, através dos órgãos de
comunicação social e da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) do
crescente aumento de sinistralidade laboral. Estes acidentes de trabalho, na sua



                                                                                 3
maioria, acontecem por culpa das empresas que não cumprem as normas de
segurança e não agem preventivamente.
Segundo estudos realizados e como se pode constatar através da análise do gráfico
1, em Portugal, a profissão identificada como a susceptível de maior risco de
sinistralidade é a de operário da construção civil (48%), seguida da de operário
pirotécnico (18%), operário metalúrgico (12%), e mineiro (10%).




Gráfico 1 - Profissões com maior risco de sinistralidade.


Podemos então constar que o sector da construção civil é o responsável pelo maior
número de acidentes de trabalho. Mas o elevado nível de sinistralidade não se
circunscreve à construção civil. Os ramos da indústria transformadora são também
causadores de inúmeras vítimas mortais.




Gráfico 2 - Acidentes mortais segundo as causas.




Sendo que o esmagamento foi referido em primeiro lugar, seguido da queda em


                                                                                4
altura como as principais causas desta sinistralidade. Estas surgem, sobretudo,
associadas ao não cumprimento das regras de segurança, à não utilização de
dispositivos   de   segurança,   à   utilização   de   forma    desadequada   destes
equipamentos ou ao seu mau estado de conservação. Precisamente, numa época
em que atravessamos um período de crise económica e esta crise estar afectar o
sector empresarial. Contudo, isto não pode ser desculpa para tal desleixo.
Não devendo, no entanto, deixar de desresponsabilizar também os trabalhadores
uma vez que, a fadiga, a ingestão de bebidas alcoólicas e as hipoglicémias, por
exemplo, quando os trabalhadores não tomam o pequeno-almoço, também são
apontes como algumas das causas de acidentes de trabalho.
A consciencialização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho e
também do empregador são a melhor forma de prevenir acidentes. Prevenir, quer
na perspectiva do trabalhador quer na do empregador, é a melhor forma de evitar
que os acidentes aconteçam.
Neste sentido é importante adquirir conhecimentos ao nível da segurança e
higiene no trabalho, embora as acções e medidas destinadas a evitar acidentes de
trabalho estejam directamente dependentes do tipo de actividade exercida, do
ambiente de trabalho e das tecnologias e técnicas utilizadas.
O programa de acção de Segurança e Higiene no Trabalho que ora se apresenta
procura então dar resposta actualizada a tais necessidades.




3. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO


Segurança e Higiene no Trabalho




4. DEFINIÇÃO DO PÚBLICO-ALVO

Esta acção de formação está indicada para ser ministrada a trabalhadores da área
da construção civil.


Tendo como pré-requisitos:



                                                                                   5
. Idade igual ou superior a dezoito anos, do sexo masculino.
. 6º ano de escolaridade.
. Activos empregados.



5. DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS DE FORMAÇÃO

No final da acção de formação Segurança e Higiene no Trabalho os formandos
deverão ter adquirido conhecimentos a nível teórico-prático necessários e
imprescindíveis, no sentido de lhes permitir, um correcto cumprimento do uso de
equipamentos de protecção e regras básicas de segurança.
Em termos específicos, os formandos deverão no final da acção ser capazes de:
1. Identificar os fundamentos de segurança do trabalho;
2. Avaliar os riscos profissionais;
3. Identificar procedimentos de prevenção e correcção de potenciais situações de
acidente;
4. Aplicar os conhecimentos adquiridos no trabalho em obra.




6- DEFINIÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E RESPECTIVAS CARGAS
HORÁRIAS

Módulos                                                                Carga
                                                                       horária

1.Responsabilidades dos trabalhadores e entidades patronais.                2



2.Acidentes de trabalho e doenças profissionais na construção civil.        4


3.Trabalho em altura e riscos associados.                                   6

                                                                            4
                                                                                   6
4.Utilização de máquinas e equipamentos de trabalho e legislação
aplicável.

5. Movimentos de materiais (manual e mecânico).                              4

6. Equipamentos de protecção colectiva.                                      4


7. Equipamentos de protecção individual.
                                                                             4



8.Fadiga, a ingestão de bebidas alcoólicas e hipoglicémia.                   4




9.Procedimentos em caso de emergência                                        2




10.Regulamentos internos da empresa                                          2

                                                             TOTAL         36




7. MÉTODOS E TÉCNICAS PEDAGÓGICAS A OPERACIONALIZAR

Serão utilizados métodos e técnicas diversificadas, que envolverão sessões teóricas
e práticas.
Assim, está prevista a utilização do método expositivo ao longo de toda a acção de
formação, através de exposições teóricas com recurso a meios audiovisuais.
O conteúdo dos módulos de formação ao longo de toda a acção de formação
Segurança e Higiene no Trabalho será apresentado também com recurso ao
método interrogativo, por se considerar fundamental que os formandos
participem activamente, reflictam e também fundamental para o formador uma
vez que permite tomar consciência do nível de conhecimentos de cada formando
sobre a temática.


                                                                                 7
Nos módulos 4, 5, 6, 7 e 9 do curso de formação nos quais se prevê a componente
prática, utilizar-se-á o método activo. Componente prática esta que comporta a
simulação de casos reais, para que individualmente e em grupo, se ponha à prova
a capacidade de acção de cada formando e em evidência as vantagens do trabalho
de equipa.
O método demonstrativo será também uma constante ao longo de toda acção de
formação.
As técnicas a utilizar nesta acção de formação serão:
. Trabalho individual que consistirá na realização de pequenas actividades
individuais.
. Trabalho de grupo que pressupõe a realização de trabalhos de grupo.
. Simulação que consistirá na reprodução de uma ou várias situações de trabalho
no sentido de testar as capacidades técnicas ou os conhecimentos obtidos pelos
formandos, permitindo o aperfeiçoamento de competências e aptidões.
O debate e a troca de experiências serão também uma constante ao longo de toda a
acção.




8. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO


A avaliação será contínua. Assim, no decurso de cada um dos módulos, será
aferida a apreensão de conhecimentos pelos formandos através da realização de
trabalhos individuais e em grupo.
As simulações efectuadas no local de trabalho serão, obviamente, as mais
valorizadas.
No final de cada módulo haverá lugar à avaliação dos formandos.
No final da acção de formação, será também efectuada pelos formandos uma
apreciação geral à formação que incidirá sobre o desempenho dos formadores, o
modelo organizativo da acção, a estrutura do programa, a metodologia e os
recursos técnicos e materiais utilizados.


                                                                              8
9. MEIOS MATERIAIS E HUMANOS NECESSÁRIOS PARA O DESESENVOLVIMENTO
DO CURSO DE FORMAÇÃO


A formação será ministrada nas instalações da empresa Máquinas e Martelos Lda.
Sendo necessária apenas a disponibilização de uma sala onde irá decorrer a acção
de formação. Deverá ser espaçosa, climatizada e com luminosidade para poder
garantir as condições favoráveis à aprendizagem.
Com vista a facilitar o processo de aprendizagem dos formandos e a dinamizar os
conteúdos programáticos serão utilizados no decurso da formação os seguintes
recursos didácticos:
. Computador Portátil para o Formador com Programa Microsoft PowerPoint
. Projector Multimédia
. Quadro branco.
Aos formandos será fornecida uma pasta contendo papel branco, o cronograma, os
conteúdos programáticos e o regulamento de funcionamento da acção a
desenvolver.




Aos formandos serão também fornecidas fotocópias dos conteúdos desenvolvidos
com recurso a diapositivos. Serão também fornecidas fotocópias dos documentos
de apoio à aprendizagem, actividades a desenvolver e testes de avaliação.
Na sala de formação uma mesa quadrada para o Formador, Projector Multimédia
com bancada de apoio, mesas rectangulares do tipo escolar para os formandos,
distribuídas em forma de U, dezasseis cadeiras e aquecedor.
Uma resma de papel branco de escritório formato A4, quinze esferográficas, dois
furadores, apagador para utilização do quadro branco e canetas para utilização do
mesmo.
Tendo em conta a duração da formação, e sem perder de vista os objectivos
enunciados, a acção será desenvolvida com recurso a um único formador, Joana
Da Silva Martins. A formadora deverá ter conhecimentos e experiência prática nas
temáticas a ministrar, neste caso Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho.



                                                                                9
A presente acção terá uma carga horária total de 36 horas/ 9 dias, em sessões com
a duração de 2, 4 e 6 horas. Irá decorrer todas as sextas-feiras das 14 horas às 18
horas.
A acção funcionará com um número de 15 formandos (máximo).




10. CONCLUSÃO


Este projecto é uma solução fácil, e não muito dispendiosa, de implementar um
correcto cumprimento do uso de equipamentos de protecção e regras básicas de
segurança, visto que, como podemos constatar as principais causas dos
acidentes em construção civil são não seguir as regras de segurança e não utilizar
os dispositivos de segurança ou utilizá-los de forma desadequada.
Muitas destas regras passam por:
. Fazer com que o seu local de trabalho seja confortável;
. Ter muito cuidado e seguir todas as regras de segurança na realização de
actividades mais perigosas;
. Organizar o local de trabalho ou o seu posto de trabalho, não deixar objectos fora
dos seus lugares ou mal arrumados. Se tudo estiver no seu lugar não precisa de
improvisar perante imprevistos e isso reduz os acidentes;



                                                                                 10
. Saber quais os riscos e cuidados que deve ter na actividade que desenvolve e
quais as formas de protecção para reduzir esses riscos;
. Participar sempre nas acções ou cursos de prevenção de acidentes que a empresa
lhe proporcionar;
. Aplicar as medidas e dispositivos de prevenção de acidentes que lhe são
facultados, designadamente o uso de vestuário de protecção adequado, como as
protecções auriculares para o ruído, óculos, capacetes e dispositivos anti-queda, e
equipamento de protecção respiratória, entre outras;
. Não recear sugerir à empresa onde trabalha a realização de palestras, seminários
e acções de formação sobre prevenção de acidentes.
Concluindo, consciencializar e formar os trabalhadores no local de trabalho são a
melhor forma de prevenir acidentes, sendo esta acção de Segurança e Higiene no
Trabalho uma das melhores formas de formar e informar os trabalhadores. Sendo
que, a melhor forma de prevenir o acidente é com informação.
Ao elaborar este trabalho foi-me permitido uma maior aprendizagem, senti
alguma dificuldade na concretização deste, pois as sessões foram poucas e não nos
permitiu aprofundar mais os conteúdos do módulo.
Foi um trabalho que implicou muita pesquisa e análise de gráficos, e uma
percepção do mercado de trabalho.
Escolhi a área da construção civil por ser uma área em termos de segurança muito
problemática onde se tem verificado muitos acidentes de trabalho e por ser uma
área que me suscita algum interesse.
Este trabalho irá ser muito útil para o meu futuro como técnico, pois concerteza
terei de aplicar os métodos acima referidos.




                                                                                11
11-Referências bibliográficas
http://segurancahigienetrabalho.com/index.php/historia-prevencao-acidentes/06-1-2011
http://www.act.gov.pt 05-1-2011
http://osha.europa.eu05-1-2011
http://segurancahigienetrabalho.com/index.php/historia-prevencao-acidentes/ 28-12-2010




                                                      Joana Martins




                                                                                       12

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Diagnóstico de necessidades de formação final

  • 1. PLANO DE FORMAÇÃO PARA UMA EMPRESA Noções de pedagogia Trabalho Final Trabalho realizado por: Joana Martins Formadora: Mafalda Vicente
  • 2. Dia: 06-01-2011 Índice 1-Introdução 2-Diagnóstico de necessidades de formação 3-Designação da acção de formação 4-Definição do público-alvo 5-Definição dos objectivos da formação 6-Definição dos conteúdos programáticos e respectivas cargas horárias 7-Métodos e técnicas pedagógicas a operacionalizar 8-Metodologia de avaliação da formação 9-Meios materiais e humanos necessário para o desenvolvimento do curso de formação 10-Conclusão 11-Referências bibliográficas 1. INTRODUÇÃO 2
  • 3. O trabalho que se segue foi proposto e realiza-se no âmbito do Módulo: Noções de Pedagogia. Assim sendo, este tem por objectivo aplicar os métodos e técnicas de identificação de necessidades de formação, tendo em conta os conteúdos abordados ao longo das sessões de formação. Um trabalho desta natureza pressupõe então a detecção de uma necessidade e, consequentemente, a proposta de uma acção correctiva de uma determinada área. E é sempre mais fácil detectar uma necessidade nos espaços e nas realidades das quais nos vão chegando informações. 2-DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO Constantemente, assistimos à divulgação, nomeadamente, através dos órgãos de comunicação social e da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) do crescente aumento de sinistralidade laboral. Estes acidentes de trabalho, na sua 3
  • 4. maioria, acontecem por culpa das empresas que não cumprem as normas de segurança e não agem preventivamente. Segundo estudos realizados e como se pode constatar através da análise do gráfico 1, em Portugal, a profissão identificada como a susceptível de maior risco de sinistralidade é a de operário da construção civil (48%), seguida da de operário pirotécnico (18%), operário metalúrgico (12%), e mineiro (10%). Gráfico 1 - Profissões com maior risco de sinistralidade. Podemos então constar que o sector da construção civil é o responsável pelo maior número de acidentes de trabalho. Mas o elevado nível de sinistralidade não se circunscreve à construção civil. Os ramos da indústria transformadora são também causadores de inúmeras vítimas mortais. Gráfico 2 - Acidentes mortais segundo as causas. Sendo que o esmagamento foi referido em primeiro lugar, seguido da queda em 4
  • 5. altura como as principais causas desta sinistralidade. Estas surgem, sobretudo, associadas ao não cumprimento das regras de segurança, à não utilização de dispositivos de segurança, à utilização de forma desadequada destes equipamentos ou ao seu mau estado de conservação. Precisamente, numa época em que atravessamos um período de crise económica e esta crise estar afectar o sector empresarial. Contudo, isto não pode ser desculpa para tal desleixo. Não devendo, no entanto, deixar de desresponsabilizar também os trabalhadores uma vez que, a fadiga, a ingestão de bebidas alcoólicas e as hipoglicémias, por exemplo, quando os trabalhadores não tomam o pequeno-almoço, também são apontes como algumas das causas de acidentes de trabalho. A consciencialização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho e também do empregador são a melhor forma de prevenir acidentes. Prevenir, quer na perspectiva do trabalhador quer na do empregador, é a melhor forma de evitar que os acidentes aconteçam. Neste sentido é importante adquirir conhecimentos ao nível da segurança e higiene no trabalho, embora as acções e medidas destinadas a evitar acidentes de trabalho estejam directamente dependentes do tipo de actividade exercida, do ambiente de trabalho e das tecnologias e técnicas utilizadas. O programa de acção de Segurança e Higiene no Trabalho que ora se apresenta procura então dar resposta actualizada a tais necessidades. 3. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Segurança e Higiene no Trabalho 4. DEFINIÇÃO DO PÚBLICO-ALVO Esta acção de formação está indicada para ser ministrada a trabalhadores da área da construção civil. Tendo como pré-requisitos: 5
  • 6. . Idade igual ou superior a dezoito anos, do sexo masculino. . 6º ano de escolaridade. . Activos empregados. 5. DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS DE FORMAÇÃO No final da acção de formação Segurança e Higiene no Trabalho os formandos deverão ter adquirido conhecimentos a nível teórico-prático necessários e imprescindíveis, no sentido de lhes permitir, um correcto cumprimento do uso de equipamentos de protecção e regras básicas de segurança. Em termos específicos, os formandos deverão no final da acção ser capazes de: 1. Identificar os fundamentos de segurança do trabalho; 2. Avaliar os riscos profissionais; 3. Identificar procedimentos de prevenção e correcção de potenciais situações de acidente; 4. Aplicar os conhecimentos adquiridos no trabalho em obra. 6- DEFINIÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E RESPECTIVAS CARGAS HORÁRIAS Módulos Carga horária 1.Responsabilidades dos trabalhadores e entidades patronais. 2 2.Acidentes de trabalho e doenças profissionais na construção civil. 4 3.Trabalho em altura e riscos associados. 6 4 6
  • 7. 4.Utilização de máquinas e equipamentos de trabalho e legislação aplicável. 5. Movimentos de materiais (manual e mecânico). 4 6. Equipamentos de protecção colectiva. 4 7. Equipamentos de protecção individual. 4 8.Fadiga, a ingestão de bebidas alcoólicas e hipoglicémia. 4 9.Procedimentos em caso de emergência 2 10.Regulamentos internos da empresa 2 TOTAL 36 7. MÉTODOS E TÉCNICAS PEDAGÓGICAS A OPERACIONALIZAR Serão utilizados métodos e técnicas diversificadas, que envolverão sessões teóricas e práticas. Assim, está prevista a utilização do método expositivo ao longo de toda a acção de formação, através de exposições teóricas com recurso a meios audiovisuais. O conteúdo dos módulos de formação ao longo de toda a acção de formação Segurança e Higiene no Trabalho será apresentado também com recurso ao método interrogativo, por se considerar fundamental que os formandos participem activamente, reflictam e também fundamental para o formador uma vez que permite tomar consciência do nível de conhecimentos de cada formando sobre a temática. 7
  • 8. Nos módulos 4, 5, 6, 7 e 9 do curso de formação nos quais se prevê a componente prática, utilizar-se-á o método activo. Componente prática esta que comporta a simulação de casos reais, para que individualmente e em grupo, se ponha à prova a capacidade de acção de cada formando e em evidência as vantagens do trabalho de equipa. O método demonstrativo será também uma constante ao longo de toda acção de formação. As técnicas a utilizar nesta acção de formação serão: . Trabalho individual que consistirá na realização de pequenas actividades individuais. . Trabalho de grupo que pressupõe a realização de trabalhos de grupo. . Simulação que consistirá na reprodução de uma ou várias situações de trabalho no sentido de testar as capacidades técnicas ou os conhecimentos obtidos pelos formandos, permitindo o aperfeiçoamento de competências e aptidões. O debate e a troca de experiências serão também uma constante ao longo de toda a acção. 8. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO A avaliação será contínua. Assim, no decurso de cada um dos módulos, será aferida a apreensão de conhecimentos pelos formandos através da realização de trabalhos individuais e em grupo. As simulações efectuadas no local de trabalho serão, obviamente, as mais valorizadas. No final de cada módulo haverá lugar à avaliação dos formandos. No final da acção de formação, será também efectuada pelos formandos uma apreciação geral à formação que incidirá sobre o desempenho dos formadores, o modelo organizativo da acção, a estrutura do programa, a metodologia e os recursos técnicos e materiais utilizados. 8
  • 9. 9. MEIOS MATERIAIS E HUMANOS NECESSÁRIOS PARA O DESESENVOLVIMENTO DO CURSO DE FORMAÇÃO A formação será ministrada nas instalações da empresa Máquinas e Martelos Lda. Sendo necessária apenas a disponibilização de uma sala onde irá decorrer a acção de formação. Deverá ser espaçosa, climatizada e com luminosidade para poder garantir as condições favoráveis à aprendizagem. Com vista a facilitar o processo de aprendizagem dos formandos e a dinamizar os conteúdos programáticos serão utilizados no decurso da formação os seguintes recursos didácticos: . Computador Portátil para o Formador com Programa Microsoft PowerPoint . Projector Multimédia . Quadro branco. Aos formandos será fornecida uma pasta contendo papel branco, o cronograma, os conteúdos programáticos e o regulamento de funcionamento da acção a desenvolver. Aos formandos serão também fornecidas fotocópias dos conteúdos desenvolvidos com recurso a diapositivos. Serão também fornecidas fotocópias dos documentos de apoio à aprendizagem, actividades a desenvolver e testes de avaliação. Na sala de formação uma mesa quadrada para o Formador, Projector Multimédia com bancada de apoio, mesas rectangulares do tipo escolar para os formandos, distribuídas em forma de U, dezasseis cadeiras e aquecedor. Uma resma de papel branco de escritório formato A4, quinze esferográficas, dois furadores, apagador para utilização do quadro branco e canetas para utilização do mesmo. Tendo em conta a duração da formação, e sem perder de vista os objectivos enunciados, a acção será desenvolvida com recurso a um único formador, Joana Da Silva Martins. A formadora deverá ter conhecimentos e experiência prática nas temáticas a ministrar, neste caso Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho. 9
  • 10. A presente acção terá uma carga horária total de 36 horas/ 9 dias, em sessões com a duração de 2, 4 e 6 horas. Irá decorrer todas as sextas-feiras das 14 horas às 18 horas. A acção funcionará com um número de 15 formandos (máximo). 10. CONCLUSÃO Este projecto é uma solução fácil, e não muito dispendiosa, de implementar um correcto cumprimento do uso de equipamentos de protecção e regras básicas de segurança, visto que, como podemos constatar as principais causas dos acidentes em construção civil são não seguir as regras de segurança e não utilizar os dispositivos de segurança ou utilizá-los de forma desadequada. Muitas destas regras passam por: . Fazer com que o seu local de trabalho seja confortável; . Ter muito cuidado e seguir todas as regras de segurança na realização de actividades mais perigosas; . Organizar o local de trabalho ou o seu posto de trabalho, não deixar objectos fora dos seus lugares ou mal arrumados. Se tudo estiver no seu lugar não precisa de improvisar perante imprevistos e isso reduz os acidentes; 10
  • 11. . Saber quais os riscos e cuidados que deve ter na actividade que desenvolve e quais as formas de protecção para reduzir esses riscos; . Participar sempre nas acções ou cursos de prevenção de acidentes que a empresa lhe proporcionar; . Aplicar as medidas e dispositivos de prevenção de acidentes que lhe são facultados, designadamente o uso de vestuário de protecção adequado, como as protecções auriculares para o ruído, óculos, capacetes e dispositivos anti-queda, e equipamento de protecção respiratória, entre outras; . Não recear sugerir à empresa onde trabalha a realização de palestras, seminários e acções de formação sobre prevenção de acidentes. Concluindo, consciencializar e formar os trabalhadores no local de trabalho são a melhor forma de prevenir acidentes, sendo esta acção de Segurança e Higiene no Trabalho uma das melhores formas de formar e informar os trabalhadores. Sendo que, a melhor forma de prevenir o acidente é com informação. Ao elaborar este trabalho foi-me permitido uma maior aprendizagem, senti alguma dificuldade na concretização deste, pois as sessões foram poucas e não nos permitiu aprofundar mais os conteúdos do módulo. Foi um trabalho que implicou muita pesquisa e análise de gráficos, e uma percepção do mercado de trabalho. Escolhi a área da construção civil por ser uma área em termos de segurança muito problemática onde se tem verificado muitos acidentes de trabalho e por ser uma área que me suscita algum interesse. Este trabalho irá ser muito útil para o meu futuro como técnico, pois concerteza terei de aplicar os métodos acima referidos. 11