O documento discute diferentes concepções de Deus, incluindo se Deus é infinito, antropomórfico ou plural. Argumenta-se que atribuir a formação do universo ao acaso ou às propriedades da matéria não faz sentido e que deve haver uma causa inteligente por trás da criação. O Espiritismo vê Deus como distinto mas imanente à criação, não se confundindo com o panteísmo ou antropomorfismo.