O documento discute como o graffiti reflete as características do cotidiano metropolitano de forma questionadora e irreverente, apropriando-se do espaço urbano como suporte artístico. As cidades contemporâneas são descritas como uma miríade de símbolos, onde o graffiti compete por atenção entre uma variedade de imagens públicas. O olhar dos moradores da cidade torna-se fragmentado e superficial diante da sobrecarga de estímulos visuais.