Este documento discute como as representações gráficas como símbolos e logotipos do comércio tradicional de Lisboa constroem e reforçam as memórias urbanas da cidade, cristalizando ao longo do tempo novos significados, mesmo quando o comércio muda. Essas representações gráficas sobrevivem em novas formas e configurações, narrando uma memória dinâmica da cidade à medida que ganham novos significados.