Convergências
  midiáticas
Convergência possui uma concepção
técnica
Possui uma dimensão cultural, na
medida em que produz novos textos da
cultura e com outros níveis de
mediação,
Também envolve economia política
Impõem-se como necessidade
estratégica para as empresas.
Tudo isso incide sobre os produtos
midiáticos cuja principal característica
é a de ser naturalmente convergente.
A convergência já da natureza
da mídia: os meios de
comunicação já são
potencialmente convergentes
na medida em que acoplam e
hibridizam linguagens
O jornalismo impresso: linguagens
 verbais, gráficas, fotográficas,
 infográficas e outras

Irene Machado: semiosis in design
  – programação transcodificadora
• McLuhan : a visão, o som e o movimento
  são em toda extensão simultâneos e
  globais.
• Lúcia Santaella: matrizes das
  possibilidades verbais, sonoras e visuais
  de linguagens que se interpenetram numa
  intensidade vertiginosa a partir da eclosão
  das mídias.
Jornalismo online: composição e design gráfico,
convergência entre a arte e a comunicação
(Longhi).
Rusch (2005) se apropria do conceito de
“extensive audio-visual event”, retirado da web
arte, para pensar o jornalismo online como um
evento audiovisual

Estrutura hipertextual e hipermodal
Confere maior eficácia na transferência de
informações por meio de publicações na web

Proporciona níveis mais significativos de
interação com os conteúdos noticiosos.

Amplia possibilidades de participação do
leitor através interfaces de navegabilidade
que permitem escrita tridimensional –
hipertextual – e hipermodal.
Integração entre meios distintos e mais:
- produção de conteúdos combinando
multiplataformas para publicação e distribuição
- convergência estrutural com a reorganização das
redações e a introdução de novas funções para os
jornalistas
uso associado de tecnologias da informação,
softwares, sistemas inteligentes, audiência ativa,
exploração do potencial interativo, hipertextual e
multimídia da internet
 construção de narrativas jornalísticas em
conformidade com tais recursos
Jornalismo Digital em Base de Dados
assegura funcionalidades para a
construção e gestão de produtos
jornalísticos digitais e a estruturação e a
apresentação
dos conteúdos.
As BDs são definidoras da estrutura e da
organização das informações, bem como
de sua apresentação.
Forma das notícias, modos de
classificação interna e externa,
atualização, níveis de articulação.
Resolução semântica, relato imersivo ou
narrativa multimídia e jornalismo
participativo
Cinco dimensões para a convergência
(Grant, 2009) : propriedades, táticas,
estrutura, captura da informação
(information gathering) e apresentação
(narrativa).

Essa última característica da convergência
jornalística vem como resultado da
convergência tecnológica (Kolodzy, 2009),
que abriu novas formas de apresentar a
informação com multimídia: diferentes
plataformas de narrativas podem ser
combinadas.
Funcionalidades

Novas tecnologias não são só
ferramentas mas constitutivas das
práticas.

Possibilitam a criação de formatos

Reconfiguram a estruturação da
informação

Suporte para modelos de narrativa
multimídia.

Memória dos conteúdos publicados.
Mídias convencionais e
convergência

Incorporação da lógica da web nos
formatos tradicionais (emails, redes
sociais, chats e postagem de
materiais audiovisuais).

Utilização das ferramentas como
estratégia tanto para os produtos
convencionais como para o online.

Disponibilização dos diversos
materiais na memória dos sistemas.
Desconstrução dos programas jornalísticos
(Alves 2006) graças a proliferação do
podcasting.

Provedores de conteúdo na internet
disponibilizam aos assinantes arquivos
digitais de áudio ou vídeo, que são
capturados pelos computadores e
repassados para pequenos aparelhos
reprodutores de MP3 e MP4.
TV Digital como suporte de múltiplas convergências
Modelo brasileiro segue caminho inverso do resto
do mundo (Becker, 2009)
Aposta na baixa resolução para beneficiar o
compartilhamento de conteúdos em suportes
diferentes.
Arlindo Machado apostava na possibilidade de
intervenção radical do espectador.
A produção de um jornalismo mais dinâmico e
segmentado, com informação on demand,
veiculando vários vídeos simultaneamente depende
da inovação das linguagens de programação em
plataformas digitais específicas para a TV Digital.
A convergência que se vê hoje ainda se dá entre
sistemas diferentes.

Convergência entre e inter mídias

  • 1.
  • 3.
    Convergência possui umaconcepção técnica Possui uma dimensão cultural, na medida em que produz novos textos da cultura e com outros níveis de mediação, Também envolve economia política Impõem-se como necessidade estratégica para as empresas. Tudo isso incide sobre os produtos midiáticos cuja principal característica é a de ser naturalmente convergente.
  • 4.
    A convergência jáda natureza da mídia: os meios de comunicação já são potencialmente convergentes na medida em que acoplam e hibridizam linguagens
  • 5.
    O jornalismo impresso:linguagens verbais, gráficas, fotográficas, infográficas e outras Irene Machado: semiosis in design – programação transcodificadora
  • 6.
    • McLuhan :a visão, o som e o movimento são em toda extensão simultâneos e globais. • Lúcia Santaella: matrizes das possibilidades verbais, sonoras e visuais de linguagens que se interpenetram numa intensidade vertiginosa a partir da eclosão das mídias.
  • 9.
    Jornalismo online: composiçãoe design gráfico, convergência entre a arte e a comunicação (Longhi). Rusch (2005) se apropria do conceito de “extensive audio-visual event”, retirado da web arte, para pensar o jornalismo online como um evento audiovisual Estrutura hipertextual e hipermodal
  • 10.
    Confere maior eficáciana transferência de informações por meio de publicações na web Proporciona níveis mais significativos de interação com os conteúdos noticiosos. Amplia possibilidades de participação do leitor através interfaces de navegabilidade que permitem escrita tridimensional – hipertextual – e hipermodal.
  • 11.
    Integração entre meiosdistintos e mais: - produção de conteúdos combinando multiplataformas para publicação e distribuição - convergência estrutural com a reorganização das redações e a introdução de novas funções para os jornalistas uso associado de tecnologias da informação, softwares, sistemas inteligentes, audiência ativa, exploração do potencial interativo, hipertextual e multimídia da internet construção de narrativas jornalísticas em conformidade com tais recursos
  • 12.
    Jornalismo Digital emBase de Dados assegura funcionalidades para a construção e gestão de produtos jornalísticos digitais e a estruturação e a apresentação dos conteúdos. As BDs são definidoras da estrutura e da organização das informações, bem como de sua apresentação. Forma das notícias, modos de classificação interna e externa, atualização, níveis de articulação. Resolução semântica, relato imersivo ou narrativa multimídia e jornalismo participativo
  • 13.
    Cinco dimensões paraa convergência (Grant, 2009) : propriedades, táticas, estrutura, captura da informação (information gathering) e apresentação (narrativa). Essa última característica da convergência jornalística vem como resultado da convergência tecnológica (Kolodzy, 2009), que abriu novas formas de apresentar a informação com multimídia: diferentes plataformas de narrativas podem ser combinadas.
  • 14.
    Funcionalidades Novas tecnologias nãosão só ferramentas mas constitutivas das práticas. Possibilitam a criação de formatos Reconfiguram a estruturação da informação Suporte para modelos de narrativa multimídia. Memória dos conteúdos publicados.
  • 15.
    Mídias convencionais e convergência Incorporaçãoda lógica da web nos formatos tradicionais (emails, redes sociais, chats e postagem de materiais audiovisuais). Utilização das ferramentas como estratégia tanto para os produtos convencionais como para o online. Disponibilização dos diversos materiais na memória dos sistemas.
  • 16.
    Desconstrução dos programasjornalísticos (Alves 2006) graças a proliferação do podcasting. Provedores de conteúdo na internet disponibilizam aos assinantes arquivos digitais de áudio ou vídeo, que são capturados pelos computadores e repassados para pequenos aparelhos reprodutores de MP3 e MP4.
  • 17.
    TV Digital comosuporte de múltiplas convergências Modelo brasileiro segue caminho inverso do resto do mundo (Becker, 2009) Aposta na baixa resolução para beneficiar o compartilhamento de conteúdos em suportes diferentes. Arlindo Machado apostava na possibilidade de intervenção radical do espectador. A produção de um jornalismo mais dinâmico e segmentado, com informação on demand, veiculando vários vídeos simultaneamente depende da inovação das linguagens de programação em plataformas digitais específicas para a TV Digital. A convergência que se vê hoje ainda se dá entre sistemas diferentes.