Contos Ana Catarina e Beatriz Turma: 7ºD  Professora: Wilma
O que é? Conto é a forma narrativa, em prosa, de menor extensão. Aborda um só conflito, um só drama e uma só ação, diferentemente das novelas. Precisa causar um efeito singular no leitor, não pode ser monótono, deve causar muita interesse e emotividade, sendo o gênero literário mais moderno e que possui maior vitalidade, pela razão que as pessoas jamais deixarão de contar o que se passa, nem de interessar-se pelo que acontece com os outros. O escritor do conto é normalmente chamado de contista. 
Tipos de contos Contos de fadas - são contos de fadas, onde aparece o sobrenatural, o maravilhoso;  Contos de encantamento - apresentam metamorfoses, ou transformações, por encantamento, na maioria das vezes;  Contos maravilhosos - apresentam o elemento mágico, sobrenatural, integrado naturalmente nas situações apresentadas;  Contos de enigma ou mistério - têm como eixo um enigma a ser desvendado;  Contos jocosos - são humorísticos ou divertidos.
Conto 1: A rosa e o cravo Num jardim um aroma chama tenção, este exala por todo jardim Lá bem no meio a mais bela de todas as rosas vive a sonhar Um belo dia plantaram bem juntinho dela um cravo Este se pos a crescer, tão belo e charmoso cobiçado por todas as rosas. Mas este se encantou só por uma delas, a mais bela de todas. Esta por tua vez nem lhe deu bola,coitado do cravo! Sentiu-se o mais infeliz de tantas flores belas foi logo escolher justo ela! A rosa mal dava bola mal olhava pra ele,este foi entristecendo e com o passar dos dias foi definhando cada vez mais. Foi arrancado deste jardim e jogado fora. Quase sem vida,passou uma pessoa e o viu ali naquele estado. Pegou-o com muito cuidado e carinho,levou pro teu jardim,e o plantou com todo amor Passado o tempo este cresceu lindo novamente cobiçado por todas as rosas. Lá viveu teus dias feliz esquecendo que um dia conheceu a mais bela que amor a ele negou. Hoje quem vive só é ela ....pois amor lhe negou e igual a este...... jamais encontrou. Autora Dalva Stolf
Conto 2 : Perfume de Panetone Come-se muito na época de fim de ano. Iolanda  estava desesperada. Dezoito anos.  Noventa quilos. Regime rigoroso. Rabanetes  no  almoço. Alface no jantar. A família toda reunida.  Entupindo-se de peru. “Não, obrigada. Não estou com fome.” Três da manhã. Iolanda saiu da cama.  O perfume do panetone era irresistível. Ela pegou a faca. Cortou a primeira fatia. O pai apareceu de  pijama branco. “Iolanda. Você não pode comer.” Foi degolado com a faca de serra. Iolanda chupava  o sangue do pescoço. “Tenho este direito.” Pensemos, em época de festas, em quem tem fome.  (Voltaire de Souza)

Contos portugues

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    Contos Ana Catarinae Beatriz Turma: 7ºD Professora: Wilma
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    O que é?Conto é a forma narrativa, em prosa, de menor extensão. Aborda um só conflito, um só drama e uma só ação, diferentemente das novelas. Precisa causar um efeito singular no leitor, não pode ser monótono, deve causar muita interesse e emotividade, sendo o gênero literário mais moderno e que possui maior vitalidade, pela razão que as pessoas jamais deixarão de contar o que se passa, nem de interessar-se pelo que acontece com os outros. O escritor do conto é normalmente chamado de contista. 
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    Tipos de contosContos de fadas - são contos de fadas, onde aparece o sobrenatural, o maravilhoso; Contos de encantamento - apresentam metamorfoses, ou transformações, por encantamento, na maioria das vezes; Contos maravilhosos - apresentam o elemento mágico, sobrenatural, integrado naturalmente nas situações apresentadas; Contos de enigma ou mistério - têm como eixo um enigma a ser desvendado; Contos jocosos - são humorísticos ou divertidos.
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    Conto 1: Arosa e o cravo Num jardim um aroma chama tenção, este exala por todo jardim Lá bem no meio a mais bela de todas as rosas vive a sonhar Um belo dia plantaram bem juntinho dela um cravo Este se pos a crescer, tão belo e charmoso cobiçado por todas as rosas. Mas este se encantou só por uma delas, a mais bela de todas. Esta por tua vez nem lhe deu bola,coitado do cravo! Sentiu-se o mais infeliz de tantas flores belas foi logo escolher justo ela! A rosa mal dava bola mal olhava pra ele,este foi entristecendo e com o passar dos dias foi definhando cada vez mais. Foi arrancado deste jardim e jogado fora. Quase sem vida,passou uma pessoa e o viu ali naquele estado. Pegou-o com muito cuidado e carinho,levou pro teu jardim,e o plantou com todo amor Passado o tempo este cresceu lindo novamente cobiçado por todas as rosas. Lá viveu teus dias feliz esquecendo que um dia conheceu a mais bela que amor a ele negou. Hoje quem vive só é ela ....pois amor lhe negou e igual a este...... jamais encontrou. Autora Dalva Stolf
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    Conto 2 :Perfume de Panetone Come-se muito na época de fim de ano. Iolanda estava desesperada. Dezoito anos. Noventa quilos. Regime rigoroso. Rabanetes no almoço. Alface no jantar. A família toda reunida. Entupindo-se de peru. “Não, obrigada. Não estou com fome.” Três da manhã. Iolanda saiu da cama. O perfume do panetone era irresistível. Ela pegou a faca. Cortou a primeira fatia. O pai apareceu de pijama branco. “Iolanda. Você não pode comer.” Foi degolado com a faca de serra. Iolanda chupava o sangue do pescoço. “Tenho este direito.” Pensemos, em época de festas, em quem tem fome. (Voltaire de Souza)