Carlos Cerqueira  IPN d3@ipn.pt |  d3.ipn.pt
 
 
 
 
 
Quantas vezes não se ouve uma organização dizer (com justiça) que a “a sociedade não reconhece o seu papel…”.  É que não se pode reconhecer o que não se conhece!
Ou seja, qual o problema a resolver?  Este: como podem as organizações do 3º sector divulgar os seus produtos/actividades, “acertando” exactamente no seu grupo-alvo (utentes, voluntários, doadores, etc.) e sem gastar muito com o processo? A resposta poder ser …  Marketing 2.0   A evolução do Marketing 1.0 = 1:n (Marca & Resposta à Procura) 1.5 = 1:1 (Segmentação & Personalização) 2.0 = n:n (Conversas & Comunidades)
O Marketing deixa de ser feito exclusivamente pela empresa .  Passa a ser feito pela comunidade,  por  voluntários  que acreditam em determinada causa (ou produto)! 2.0 = n:n (Conversas & Comunidades)
Para as organizações sem fins lucrativos : É preciso comunicar! Comunicar duma forma “2.0”, com ferramentas TIC em que a comunidade de suporte seja o “megafone”!
 
 
Mas como comunicar? Com estas ferramentas TIC Mas como comunicar?
 
Com um Sistema de Gestão de  Conteúdos (CMS) que: Permita a qualquer utilizador manter e actualizar um portal. Torne a organização (semi)independente de especialistas. Tenha actualizações em tempo real que reflictam a vida da organização. Funcione como uma plataforma de trabalho colaborativo e repositório de documentos.
O Joomla é um CMS de código livre criado para utilizadores “não-informáticos”, destinado a Portais para todo tipo de organizações. http://www.joomlapt.com/ http://www.joomla.org/
 
 
 
 
 
 
De Novembro 2005 a  Agosto de 2006, o portal D3 registou mais de 7.500 visitas.  A partir de Agosto 2006, passamos a usar uma outra plataforma de gestão de conteúdos – Joomla!, que regista em Setembro 2007 mais de 4.500 visitas.  Ou seja, ultrapassámos as 10.000 visitas!
 
 
RSS Permite estar actualizado sobre todos os sites que nos interessam RSS + Newsfeed Permite que outros consultem e partilhem a informação que nós produzimos para mais informações, ver  http ://pt.wikipedia.org/wiki/Rss
Como conseguir, em dois anos de blogue D3, escrever (quase) 1 post por dia?
 
 
 
 
 
Este capítulo divide-se em duas parte.  Na primeira serão introduzidos os conceitos iniciais sobre Gestão de Projectos, na segunda será descrito de uma forma sumária uma ferramenta de gestão de projectos.  De modo a apoiar a gestão de projectos foi adoptado o  software Project Fork . O Fork oferece as funcionalidades básicas de suporte à gestão de projectos, e uma das suas vantagens é ser disponibilizado gratuitamente.
 
Um Sistema de Gestão Documental (SGD) deverá permitir a cada  organização: Aceder à informação crítica da actividade de uma forma mais rápida e eficaz, permitindo assim aumentar o desempenho e a qualidade de serviço; Reduzir o espaço dedicado ao arquivo físico; Poupar nos custos de cópia e impressão de documentos; Tornar os funcionários mais produtivos, reduzindo as tarefas rotineiras.
 
 
Como usar o D3? Auto - utilização Para organizações de Nível II: - uso sistemático e abrangente das TIC, com infra-estrutura informática (equipamentos, estruturas de rede, Internet, etc.) adequada, departamento/técnico informático (interno ou externo). - utilizam as TIC na gestão de quase todas as áreas de trabalho, possuem página web (ainda que nem sempre actualizada) e fazem uso quotidiano do e-mail.
Organizações de Nível I: reduzido uso das TIC, em apenas algumas áreas da organização e/ou em tarefas pouco complexas (e.g. como máquina de escrever).  Serão organizações em fase de aquisição de equipamento e infra-estrutura, e vontade de evoluir no sentido de uma maior e melhor utilização (e.g. abrangência de uso, presença web actualizada, incrementar o email, etc.). Como usar o D3? Utilização mediada
Disseminação do D3 Plano de comunicação / disseminação Portal D3 Blogue D3 E-mail Vodcasts Acção 3 do D3 (EQUAL)
Disseminação do D3
Para além dos autores do manual, o projecto D3 contou com a colaboração de uma equipa operacional das instituições parceiras.  Nas actividades desenvolvidas nas organizações beneficiárias que foram a base para a elaboração este manual, participaram Patricia Encarnação e Nuno Pimenta, do IPN, Carla Duarte e Tania Afonso, do IEBA, Maria da Saúde e Manuel Ribeiro, da AEP e Licinio Roque da FCTUC
Organizações Beneficiárias: ABAADV - Associação Beira Aguieira ao Apoio do Deficiente Visual (Mortágua) CERCIMIRA - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados (Mira) NRC – APPC - Núcleo Regional do Centro - Associação Portuguesas de Paralisia Cerebral (Coimbra) Vários – Cooperativa de Solidariedade Social, CRL (Tondela) Estas organizações beneficiárias foram uma peça essencial em todo o processo, e sem a sua participação e contribuições, o D3 não teria sido possível. Deste modo, a equipa D3 deixa aqui os mais sinceros agradecimentos pela sua participação, à ABAADV, CERCIMIRA, NRC-APPC e Vários.
Contactos: Carlos Cerqueira | Instituto Pedro Nunes (IPN) | R. Pedro Nunes 3030 – 199 Coimbra (Portugal) Tel.: +351 239 700 962 | Fax: +351 239 700 965 | e-mail: d3@ipn.pt |  http://d3.ipn.pt

Como Usar O D3 (Carlos Cerqueira)

  • 1.
    Carlos Cerqueira IPN d3@ipn.pt | d3.ipn.pt
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Quantas vezes nãose ouve uma organização dizer (com justiça) que a “a sociedade não reconhece o seu papel…”. É que não se pode reconhecer o que não se conhece!
  • 8.
    Ou seja, qualo problema a resolver? Este: como podem as organizações do 3º sector divulgar os seus produtos/actividades, “acertando” exactamente no seu grupo-alvo (utentes, voluntários, doadores, etc.) e sem gastar muito com o processo? A resposta poder ser … Marketing 2.0 A evolução do Marketing 1.0 = 1:n (Marca & Resposta à Procura) 1.5 = 1:1 (Segmentação & Personalização) 2.0 = n:n (Conversas & Comunidades)
  • 9.
    O Marketing deixade ser feito exclusivamente pela empresa . Passa a ser feito pela comunidade, por voluntários que acreditam em determinada causa (ou produto)! 2.0 = n:n (Conversas & Comunidades)
  • 10.
    Para as organizaçõessem fins lucrativos : É preciso comunicar! Comunicar duma forma “2.0”, com ferramentas TIC em que a comunidade de suporte seja o “megafone”!
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Mas como comunicar?Com estas ferramentas TIC Mas como comunicar?
  • 14.
  • 15.
    Com um Sistemade Gestão de Conteúdos (CMS) que: Permita a qualquer utilizador manter e actualizar um portal. Torne a organização (semi)independente de especialistas. Tenha actualizações em tempo real que reflictam a vida da organização. Funcione como uma plataforma de trabalho colaborativo e repositório de documentos.
  • 16.
    O Joomla éum CMS de código livre criado para utilizadores “não-informáticos”, destinado a Portais para todo tipo de organizações. http://www.joomlapt.com/ http://www.joomla.org/
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    De Novembro 2005a Agosto de 2006, o portal D3 registou mais de 7.500 visitas. A partir de Agosto 2006, passamos a usar uma outra plataforma de gestão de conteúdos – Joomla!, que regista em Setembro 2007 mais de 4.500 visitas. Ou seja, ultrapassámos as 10.000 visitas!
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    RSS Permite estaractualizado sobre todos os sites que nos interessam RSS + Newsfeed Permite que outros consultem e partilhem a informação que nós produzimos para mais informações, ver http ://pt.wikipedia.org/wiki/Rss
  • 27.
    Como conseguir, emdois anos de blogue D3, escrever (quase) 1 post por dia?
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    Este capítulo divide-seem duas parte. Na primeira serão introduzidos os conceitos iniciais sobre Gestão de Projectos, na segunda será descrito de uma forma sumária uma ferramenta de gestão de projectos. De modo a apoiar a gestão de projectos foi adoptado o software Project Fork . O Fork oferece as funcionalidades básicas de suporte à gestão de projectos, e uma das suas vantagens é ser disponibilizado gratuitamente.
  • 34.
  • 35.
    Um Sistema deGestão Documental (SGD) deverá permitir a cada organização: Aceder à informação crítica da actividade de uma forma mais rápida e eficaz, permitindo assim aumentar o desempenho e a qualidade de serviço; Reduzir o espaço dedicado ao arquivo físico; Poupar nos custos de cópia e impressão de documentos; Tornar os funcionários mais produtivos, reduzindo as tarefas rotineiras.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Como usar oD3? Auto - utilização Para organizações de Nível II: - uso sistemático e abrangente das TIC, com infra-estrutura informática (equipamentos, estruturas de rede, Internet, etc.) adequada, departamento/técnico informático (interno ou externo). - utilizam as TIC na gestão de quase todas as áreas de trabalho, possuem página web (ainda que nem sempre actualizada) e fazem uso quotidiano do e-mail.
  • 39.
    Organizações de NívelI: reduzido uso das TIC, em apenas algumas áreas da organização e/ou em tarefas pouco complexas (e.g. como máquina de escrever). Serão organizações em fase de aquisição de equipamento e infra-estrutura, e vontade de evoluir no sentido de uma maior e melhor utilização (e.g. abrangência de uso, presença web actualizada, incrementar o email, etc.). Como usar o D3? Utilização mediada
  • 40.
    Disseminação do D3Plano de comunicação / disseminação Portal D3 Blogue D3 E-mail Vodcasts Acção 3 do D3 (EQUAL)
  • 41.
  • 42.
    Para além dosautores do manual, o projecto D3 contou com a colaboração de uma equipa operacional das instituições parceiras. Nas actividades desenvolvidas nas organizações beneficiárias que foram a base para a elaboração este manual, participaram Patricia Encarnação e Nuno Pimenta, do IPN, Carla Duarte e Tania Afonso, do IEBA, Maria da Saúde e Manuel Ribeiro, da AEP e Licinio Roque da FCTUC
  • 43.
    Organizações Beneficiárias: ABAADV- Associação Beira Aguieira ao Apoio do Deficiente Visual (Mortágua) CERCIMIRA - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados (Mira) NRC – APPC - Núcleo Regional do Centro - Associação Portuguesas de Paralisia Cerebral (Coimbra) Vários – Cooperativa de Solidariedade Social, CRL (Tondela) Estas organizações beneficiárias foram uma peça essencial em todo o processo, e sem a sua participação e contribuições, o D3 não teria sido possível. Deste modo, a equipa D3 deixa aqui os mais sinceros agradecimentos pela sua participação, à ABAADV, CERCIMIRA, NRC-APPC e Vários.
  • 44.
    Contactos: Carlos Cerqueira| Instituto Pedro Nunes (IPN) | R. Pedro Nunes 3030 – 199 Coimbra (Portugal) Tel.: +351 239 700 962 | Fax: +351 239 700 965 | e-mail: d3@ipn.pt | http://d3.ipn.pt

Notas do Editor

  • #45 1ª etapa: Apresentação do Produto pelos autores que deve focalizar-se nos principais conteúdos do Produto, salientando o seu carácter distintivo, utilidade e valor acrescentado (mais valia) relativamente a outras soluções já existentes, fazendo referência às evidências do Produto no que respeita aos sete critérios de qualidade. A presença de bene_ciários que testemunhem na primeira pessoa os resultados da experimentação do produto enriquece e credibiliza o produto e a apresentação. Os participantes na sessão colocam dúvidas e os autores esclarecem-nas - ±45 min.