Este capítulo discute a importância da caridade e do desapego material na Doutrina Espírita. Aponta que objetos e bens em excesso em nossas casas deveriam ser doados aos necessitados, a fim de promover a circulação de bens e ajudar o próximo. Defende que a verdadeira morte começa com a estagnação, e que ao compartilhar o que não usamos, renovamos nosso próprio caminho e trazemos alegria para outros.