Este documento analisa a política de certificação de professores no Brasil e seu caso específico na Bahia entre 2001-2006. Discute como a certificação foi proposta pelo Banco Mundial como forma de melhorar a qualidade da educação, mas na prática produziu segmentações entre professores e prejuízos à categoria, sendo usada para controlar aumentos salariais. A Fundação Luis Eduardo Magalhães implementou o projeto de certificação na Bahia, mas ele não melhorou a qualidade como prometido.