O documento discute como as ciências sociais contribuíram para a "invenção do outro" durante a modernidade através de três mecanismos: 1) Constituições definiam quem era considerado cidadão de acordo com critérios como raça e gênero, excluindo outros; 2) Manuais de educação disciplinavam corpos e mentes para moldar a identidade nacional desejada; 3) Gramáticas do idioma estabeleciam fronteiras entre inclusões e exclusões culturais.