A carta apresenta propostas para uma educação infantil pública de qualidade em Minas Gerais, incluindo: reconhecer os profissionais da educação infantil como trabalhadores em educação com os mesmos direitos dos demais níveis; implementar o piso salarial nacional e uma jornada que inclua tempo para planejamento; e ampliar investimentos em estrutura, formação e número de profissionais.