O documento discute a situação dos afrodescendentes nas Américas e no mundo. Afirma que cerca de 200 milhões de pessoas nas Américas se identificam como afrodescendentes e que muitos mais vivem fora da África. Destaca que afrodescendentes geralmente constituem grupos pobres e marginalizados com acesso limitado a educação, saúde e moradia. Também reconhece esforços das Nações Unidas para promover os direitos humanos dos afrodescendentes.