“  Todos os dias são iguais Tudo depende da energia  da gente”
CARA DO GRUPO JESUS CRISTO;   DIVERSIDADE; VIDA; GESTÃO; COOPERAÇÃO  MÚTUA; UNIÃO; HONESTIDADE; DETERMINAÇÃO; INTEGRAÇÃO;  FÉ; ESPERANÇA; CONSCIÊNCIA; DINAMISMO; PERSISTÊNCIA;  INFORMAÇÃO; AMOR; DEDICAÇÃO; FRATERNIDADE; FORÇA DE  VONTADE; CUIDADO E PRESERVAÇÃO; MEIO AMBIENTE;  SOLIDARIEDADE; RESPIRAÇÃO; COMEÇO; MUDANÇA; TRANSPARÊNCIA; SUCESSO; HARMONIA; COLABORAÇÃO; UNIDADE; CONTROLE DA NATALIDADE; SEGURANÇA; VITÓRIA; DETERMINAÇÃO; REEDUCAÇÃO MENTAL; PAZ; FUTURO; LIBERDADE; ITAPUÃ; CORAGEM; SONHO; EQUIPE; FORÇA; TRABALHO; MOVIMENTO; SEGURANÇA; COMPANHEIRO; PROSPERIDADE; CARINHO; TRANSFORMADORES; UNIÃO E FORÇA; PARTICIPAÇÃO; SABEDORIA; COMUNIDADE; CONSCIENTIZAÇÃO; ECOLOGIA; VONTADE; PAZ; CAMINHOS; SINCERIDADE; RESPEITO AO PRÓXIMO; CRIANÇA; NOVIDADE; EXPECTATIVA; ENVOLVIMENTO; SOCIALIZAÇÃO; TRANSFORMADORES; NATUREZA; AMOR; COMUNHÃO; POVO; HUMILDADE; MANSIDÃO; PARCERIA; FUTURO; BELEZA; LÓGICA; RESPONSABILIDADE; COMPROMISSO; APRENDIZES; REFLEXÃO; SOLUÇÃO; COMPREENSÃO; MULHER; SOBREVIVÊNCIA; BACANA; PARTICIPAÇÃO; OTIMISTAS; RESPONSABILIDADE SOCIAL; ÉTICA; FOME ; MORAL , VERDADE; DEUS
APRESENTAÇÃO Texto  Um mundo para mim   Thais Cristina Vieira dos Santos – 10 anos Será que o meio ambiente é só os animais e plantas? Ou também são as pessoas?. Porque para mim o meio ambiente é o mundo todo, por isso quando se fala em: proteção ao meio ambiente, também significa proteger as pessoas das próprias pessoas que praticam algum tipo de violência, até porque se nós não nos preservarmos nós os seres humanos vamos acabar, nossa espécie vai entrar em extinção; e então eu pergunto: - Qual o mundo que vocês vão deixar para mim? Vai ser um mundo todo poluído sem florestas, educação e respeito ou vai ser um mundo onde as pessoas se respeitem e não haja violência? E porque só se fala que quando a minha geração crescer que o mundo vai melhorar? Por que vocês adultos não fazem isso agora? Pra que o terrorismo, a guerra, o massacre as crianças, aos mendigos, aos idosos, aos trabalhadores, aonde isso vai levar? O mundo está sendo destruído e ninguém percebeu Para mim basta vou mudar ! Sabe por que? Porque eu sei o que vocês querem Vocês querem ser felizes Não perca tempo chorando Não perca tempo choramingando Não é assim que vocês passarão por cima das dificuldades, muitas existem. Têm muitos que choram e agindo assim perdem tanto tempo Mas tem muitos que são felizes Não tenha medo de nada Vocês são capazes de conseguir O tempo é muito rápido Não sejam como brancas nuvens, que passam sem deixar marcas.
Deixem suas marcas Os pássaros passam nem lembramos deles Vocês tem que marcar O governo até ajuda Só ajuda Vocês tem obrigação de cumprir o seu papel Se vocês perderem tempo Sabe o que acontece O mundo passa Não dá tempo de ser feliz Muitos sonham, mas só sonham mas poucos realizam mas o importante é que vocês vivam e sejam felizes. Vivam e sejam felizes!
INTRODUÇÃO “  O maior desafio da Agenda 21 Brasileira é internalizar nas políticas públicas do país os valores e princípios do desenvolvimento sustentável . Esta é uma meta a ser atingida no mais breve prazo possível. A chave do sucesso da Agenda 21 Brasileira reside na co-responsabilidade, solidariedade e integração desenvolvidas por toda a sociedade ao longo de sua construção. O mais próximo desafio é implementá-la, para que o Brasil alcance novo padrão civilizatório em um contexto mundial de profundas transformações.” Fernando Henrique Cardoso Presidente da República Federativa do Brasil O Desenvolvimento Sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades...”. Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1987  Relatório Brundtland A inserção de temática ambiental no conceito de Desenvolvimento Econômico constituiu uma contribuição da maior importância. De um lado, propiciou a focalização adequada dos objetivos da discussão ambiental, colocando o homem como meta, centro das questões, e, por outro lado, completou o conceito de desenvolvimento econômico ao incorporar o Meio Ambiente como um de seus conteúdos chave.
RELATÓRIO BRUNDTLAND Fruto de uma comissão de 21 países, criada em 1983, na esteira das resoluções da conferência de Estocolmo 1972 o documento intitulado Nosso Futuro Comum apresenta as seguintes definições: Pág.9 – “ Atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras também atenderem as suas”: Pág.10 –“ É um processo de mudança no qual a explosão dos recursos, a orientação dos investimentos, os rumos dos desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional estão de acordo com as necessidades atuais e futuras”: Pág.46 – “ É um desenvolvimento que mantém possíveis as opções futuras”: Pág.53 – “ É uma correção, uma retomada do crescimento alterando a qualidade do desenvolvimento”: Pág.56 – “ É uma correção no teor do crescimento, afim de torná-lo menos intensivo de matéria prima e mais equilativo de seu impacto. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
CLUBE DE ROMA – INÍCIO DOS ANOS 70 Lançamento do livro – Limites do Crescimento – onde se prevê o esgotamento das principais reservas de matéria prima, o crescimento populacional acelerado e o agravamento dos problemas ambientais. Propõem como solução o crescimento zero. CONFERÊNCIA DE FUNEX – SUIÇA Reunião preparatória à Conferência de Estocolmo, surge o termo ECODESENVOLVIMENTO – Tem por princípio o desenvolvimento baseado nas potencialidades de cada ecossistema, com ecotécnicas apropriadas a populações locais, na participação das populações locais, na redução do desperdício e na reciclagem de resíduos. UNIÃO INTERNACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA – IUCN – 1980 Desenvolvimento sustentado definido como “ o processo de mudança no qual a exploração dos recursos, o ridirecionamento dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e as mudanças institucionais se dirigem à satisfação das necessidades, das gerações presentes sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras satisfazerem as suas”.  DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
 
SÍNTESE CONSTITUIÇÃO ORDENADA DO FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AGENDA 21 ITAPUÃ Legenda CE CE CE CE CE C  O  O  R  D  E  N  A  Ç  Ã  O  G  E  R  A  L  GG GA GA GA GA GA GA GA GA GA = GESTÃO GERAL GG = GESTÃO ADJUNTA GA = COORDENAÇÃO ESPECIAL CE SECRETARIA GERAL TESOURARIA MARKETING EVENTOS RELAÇÕES PÚBLICAS RECURSOS HUMANOS CAPTAÇÃO DE RECURSOS ASSESSORIA JURÍDICA AUDITORIA INTERNA ASSENTAMENTOS HUMANOS MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO = COORDENAÇÃO GERAL CG
QUEM SOMOS Somos pessoas atentas ao  Desenvolvimento Sustentável e  as reconstruções  reflexo das  nossas escolhas por uma lagoa do Abaeté que viva sempre ;  salvadores do Abaeté,  somos pessoas contribuintes de uma vida melhor; transformadores do futuro do mundo;  partícula da criação do futuro; imigrantes de uma jornada; expectadores atentos a  mudanças que querem um começo de mundo melhor ; colaboradores; descentes; em  união; grupo comunitário,  policia cidadã, guardiãs da vida de todos  e  protetores dos  sariguês .  Somos capazes de vencer; sabemos como viver num planeta doente e que precisa de socorro. somos frutos que nascem, crescem, envelhecem e morrem; somos a vida; após a participação da agenda 21 de Itapuã viramos defensores do meio ambiente; construtores de ideais e executadores; sementes que darão muitos frutos; pessoas capazes de ajudar a salvar o mundo para também garantir a nossa sobrevivência. somos formiguinhas operárias; seres humanos sofridos com evolução desenfreada do próprio homem; instrumentos de mudança; poderosos porque somos filhos de Deus; ordenadores e pesquisadores a serviço de uma busca melhor; o sal da terra; convenção, dedicação, trabalho, prioridade, ajudantes da natureza; descuidados ambientalmente; atuantes; cooperadores; comunicativos; conscientes do turismo sustentado e da necessidade de uma vida melhor; uma teia toda interligada; integrante do meio; predadores mas com capacidade de reconstruir. Somos crianças;  o amor que ama sem esperar ser amado, que da sem esperar receber;  filhos da terra e do céu de Itapuã; uma comunidade em conjunto; pessoas importantes comprometidas com a preservação do meio ambiente; um grupo de pessoas tentando melhorar e capazes de mudar o meio em que vivemos;  cidadãos de Itapuã do Brasil e do mundo; responsáveis pela natureza; um sorriso sob o mar; o poder que emana do povo; construtores e destruidores do mundo; o meio ambiente como um todo; altruísmo e espiritualidade; um ser coletivo pensante que pode transformar o mundo; motivadores, agradáveis, atraentes; artistas; guerreiros; comunidade sustentável; entrepostos da história na busca de reeducação mental para agradecer e corrigir os erros dos antepassados e dar exemplos a nós mesmos; partículas do criador; uma comunidade em formação; pessoas comuns de consciência; multiplicadores solidários do processo; baianas; capazes de conquistar e prosperar; cidadãos em busca de união; semente do bem pro bem; seres capazes de se sensibilizar;  somos o retrato do amanhã;  a violência do dia a dia,  o caminho da paz; tudo de bom; inocentes, insensatos e ignorantes; pequeninos grãos de areia que juntos poderemos transformar grandes dunas; um processo em andamento e não temos mais tempo de voltar; patrimônio e cultura da Bahia; paz e amor para um mundo melhor; ondas do oceano; participativo integrante;  natureza;  espírito de luz.
ONDE ESTAMOS Estamos na Conferência da Agenda 21 Itapuã, no umbigo de salvador; lugar  abençoado; um mundo onde não há nada; desigual; onde podemos nos  concentrar sem ser perturbados; um espaço onde abriga e acolhe a todos  como irmãos, almas que buscam solução; um ninho para toda comunidade  com saúde e alegria para todos; parque ecológico; em harmonia homem e  natureza visando o desenvolvimento sustentável para Itapuã e região.  estamos no mundo e precisamos lutar por ele agora antes que seja tarde  demais; no lugar de preservação de sariguês; se o que restou é assim tão belo imagine quando era somente a natureza; estamos na nave mãe de Itapuã; amor verdadeiro, contraste em que a paz predomina num ambiente sem segurança,  paraíso da natureza,  abençoado por Deus que deve ser preservado e pode ser salvo; entre o caos e a oitava maravilha, o atraso e o Desenvolvimento Sustentável; em uma região formidável que tem muitas coisas boas que merecem ser preservadas; ligados da praia do Flamengo à areia branca e com potencial turístico. estamos em  Itapuã  um lugar bom para morar e tranqüilo de viver; no meio da diversidade, da mistura racial e social; no bairro da paz, lugar pobre, com gente nas ruas, passando fome agora; numa das últimas remanescentes da mata atlântica;  um lugar lindo que pode ser maravilhoso que os índios vivenciaram com consciência plena dos nossos desequilíbrio e desigualdades; paraíso de contrates e harmonia cultural; lugar carente; região rica de beleza e repleta de contrastes. Itapuã, pedra que ronca, beleza rara; área de grande complexidade e responsabilidade para o meio ambiente devido as suas reservas e a orla litorânea; num lugar que só tem coisas boas como: amor, carinho, união e paixão; no ronco da pedra aparo as arestas escancaro as frestas com o coração em festa. grito! este mundo presta.
NOSSA MISSÃO Nossa missão é, por merecimento, reeducarmo-nos mentalmente na informação e na  busca do equilíbrio do homem com a ecologia e com o melhor da vida, visando solução  para todos, para nossos filhos, nossa família, irmãos e irmãs, de modo sustentável e  aprender a implementar a agenda 21, compreender o que ela faz e porque ela existe, e  assim participar e trabalhar por ela, acreditando que somos capazes de construir um  mundo mais justo e melhor através da unidade da proposta do Desenvolvimento Sustentável em Itapuã, nosso bairro, que promove com a seriedade das pessoas o meio ambiente em todas as áreas.  É nossa missão ainda construir o documento de todas as gerações, respeitando a nós mesmos e nossa capacidade de preservar inclusive as pessoas  que tem o direito de ir e vir e  querem transformar as suas realidades sem estar alheios aos problemas que navegam nesse mar de cidadania e assim, melhorar enquanto pessoas naturais que gostam de estar aqui neste mundo maravilhoso, que se integram discutindo a busca de harmonia do homem com a natureza e sua saúde, no resgate de preservação histórica e cultural, buscando crescimento coletivo destas comunidades que acreditam que unindo forças podem realizar mais rapidamente nossos sonhos de viver num lugar bom que cuida com carinho da nossa fauna e flora por amor ao próximo.
ROTEIRO
AUDITORES DO PROCESSO DE  PRIORIZAÇÃO DOS PROBLEMAS/VOTOS AMADEU ALVES RIBEIRO FILHO  – GESTOR GERAL ADRIAN MACHADO VAN DEUSEN  – GESTOR ADJUNTO D.R.O.   SANDRO  OLIVEIRA ORTINS  – COORDENADOR DE SENSIBILIZAÇÃO/GESTOR ADJUNTO  NADJA MARIA COUTO OLIVEIRA  – ORDENADORA CELSO SILVEIRA DE ARAÛJO  – 1º TESOUREIRO NIVALDA ALVES BENCLAIR  – COORDENAÇÃO DA CENTRAL AGENDA 21 CELINA ALDA DE OLIVEIRA FONSECA –  ORDENADORA JORGE LOPES DOS SANTOS  – CENTRAL DIVULGAÇÃO
GRÁFICO PRIORIZAÇÃO DOS PROBLEMAS 229 VOTOS 39% 15% 12% 8% 8% 7% 6% 5% 0% 0% ASSENTAMENTO HUMANO MEIO AMBIENTE ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO RECURSOS HIDRICOS SAÚDE HUMANA INFÄNCIA E JUVENTUDE ONG COMÉRCIO
PROBLEMAS PRIORIZADOS 229 VOTOS 47% 18% 15% 10% 10% ASSENTAMENTO HUMANO MEIO AMBIENTE ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO
O NOSSO PROBLEMA É:
CAUSAS – ASSENTAMENTO HUMANO Falta de centro comunitário para integração social e cultural Infra-estrutura e transporte Segurança Conscientização
PRIORIZAÇÃO DAS CAUSAS DO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA ASSENTAMENTO HUMANO FALTA SEGURANÇA FALTA DE INFRA-ESTRUTURA E TRANSPORTE FALTA  DE CENTRO  COMUNITÁRIO PARA INTEGRAÇÃO  SÓCIO-CULTURAL FALTA  CONSCIENTIZAÇÃO
META – ASSENTAMENTO HUMANO Construir projetos de  assentamento humano  completo para o Desenvolvimento Sustentável evolutivo social e familiar do homem e da natureza, com respeito a dignidade e natureza humana,  pensando infra-estrutura, moradia (conjunto habitacionais com casas amplas e dignas no lugar de favelas), saneamento básico, lazer completo (espaços culturais, comércio da cultura, lazer para crianças, adultos e idosos), segurança ( aparelhada, policia apta a se relacionar com o meio e os seres humanos, reeducando os não aptos), transporte (qualidade e quantidade 24 horas), implantação de creches, escolas, universidades e linhas de ligação do campo para a cidade. Tudo isso deve ser feito com estudos de impactos ambientais seguros para a melhoria geral do meio, frutificando  como um exército da paz.
DIAGNÓSTICO - ASSENTAMENTO HUMANO Reeducação mental dos vários segmentos da sociedade Ordenamento das ocupações desordenadas Revitalização e ordenamento do comércio Melhoramento do relacionamento das instituições de segurança das comunidades Construções de postos de saúde e hospitais Fortalecimento das áreas de arte, cultura e lazer Construção de universidades Rádios (integração com as comunidades) Destinação dos presos amontoados nas delegacias dos bairros da AR-X Melhoramento da recuperação da orla marítima Melhoramento no atendimento das barracas de praia Criação de parceria de Instituições públicas e privadas Melhoramento do saneamento básico Cadastramento dos imóveis irregulares Melhorias nos serviços de transporte com criação de novas linhas, inclusive com serviços 24h com segurança ONG’s Postos de gasolina Feiras livres Supermercados Hotéis Bancos Casas e condomínios  Parque do Abaeté Lagoas Conjuntos Residenciais Praças Associações de Moradores Colônia de Pescadores Rios Motéis Turismo Bares Comércio diversificado Restaurantes Natureza Exuberante Oficinas Mecânicas Praias Boates Parque de Exposições Parque de Diversões Exército/Base Aérea Cursos Profissionalizantes CEASA Indústrias Quadra de Esporte OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
DIAGNÓSTICO - ASSENTAMENTO HUMANO CONTINUAÇÃO Shoppings Cultos religiosos, filosóficos e científicos AR-X Academias Agricultura, Fazendas Baianas Rios Área para construção de um horto (plantas de restinga) PMS/SPJ  Recursos Hídricos Instituição ou grupos de fiscalização  Conselho de segurança Grupos culturais Pastoral da Criança Rádios Aeroporto Infraero Clubes Instituições de ensino Farol Policiamento/Delegacias Instituições de saúde Estação de ônibus Criação de Creches Públicas para crianças de 0 a 6 anos Fiscalização das empresas responsáveis pelos estudos de impactos ambientais Instituição da Agenda 21como articuladora de ações junto aos conselhos de segurança existentes na AR-X Conservação e preservação das áreas públicas Construção de moradias para população carente. OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
PLANO DE AÇÃO Localidade (onde):  RA – X ITAPUÃ Problema (Por que):  ASSENTAMENTO HUMANO Meta (Para que): CONSTRUIR CONJUNTOS HABITACIONAIS COM INFRA-ESTRUTURA E SANEAMENTO BÁSICO EM SUBSTITUIÇÃO A FAVELAS MELHORAR A INFRA-ESTRUTURA URBANA, RURAL E MARITIMA EXIGIR O CUMPRIMENTO DAS LEIS DO CÓDIGO DO MEIO AMBIENTE IMPLANTAR ÁREAS E EQUIPAMENTOS DE LAZER IMPLEMENTAR, EXPANDIR E HUMANIZAR A SEGURANÇA PÚBLICA CRIAR ESTAÇÃO DE TRANSBORDO ATRAVÉS DA CRIAÇÃO DE NORMA DO CONSELHO. CONSELHOS DE BAIRROS ORDENAR OCUPAÇÃO ESPACIAL QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO -  CONTINUAÇÃO   ASSENTAMENTO HUMANO REVITALIZAR E ORENAR A ESTRUTURA VIARIA, TERRESTRE E MARITIMA CRIAR CONSELHO COMUNITÁRIO CADASTRAR E REGULARIZAR IMÓVEIS PARA LIBERAÇÃO DE ESCRITURAS CONSTRUIR MAIS ESCOLAS, CRECHES E UNIVERSIDADES CRIAR UM CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA FORMAÇÃO DO CIDADÃO ECOLÓGICO CONSELHO DE BAIRRO COBRAR A EXECUÇÃO DAS PROPOSTAS RELATIVAS AO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO SEMINÁRIOS, WORKSHOPPIN, PROJETOS SOCIAIS DESENVOLVER TRABALHOS DE REEDUCAÇÃO MENTAL COMUNIDADE CRIAR POLÍTICAS PÚBLICAS  QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
O NOSSO PROBLEMA É:
CAUSAS – MEIO AMBIENTE Falta de fiscalização da APA do Abaeté e a criação de um conselho gestor para mesma e um conselho do meio  ambiente para todas as comunidades da AR-X Falta conscientização das pessoas, em relação a preservação do meio ambiente com um todo Falta comprometimento e competência dos órgãos públicos para fazer com que as leis sejam cumpridas. Falta política pública para combater a especulação imobiliária, a degradação das dunas, a pesca predatória, e a violência de um modo geral as pessoas e ao meio ambiente na AR-X.
PRIORIZAÇÃO DAS CAUSAS DO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA MEIO AMBIENTE FALTA DE EDUCAÇÃO FALTA FISCALIZAÇÃO FALTA CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS FALTA COMPROMETIMENTO E COMPETÊNCIA  DOS ORGÃOS PÚBLICOS
META – MEIO AMBIENTE Esperamos que em 2006 o meio ambiente social, político, econômico e cultural,encontre unidas as pessoas que tem o compromisso e consciência de preservar sem maltratar os seus recursos e que os órgãos competentes ensinem à população os seus conceitos socializando a informação para que possamos tomar atitudes a exemplo de cuidar da lagoa do Abaeté. esperamos que se crie mais eventos culturais de limpeza do meio ambiente e arborização em sua defesa, valorizando e fiscalizando, recuperando e salvando a vida silvestre e com esses cuidos, no mínimo, 50% do Rio Jaguaribe e outros rios locais entrem em processo de despoluição e tratamento e que no futuro próximo todas as pessoas se respeitem entre si com reeducação mental e possamos viver de modo justo onde todos saiam gratificados com a coleta seletiva de lixo, reciclagem, purificação do ar, rios e mares. e nesse passo os homens não utilizem agrotóxicos em nossos alimentos para que vivamos com saúde de tal forma que possibilite em vida fazer algo pelo nosso cemitério local, em respeito aos nossos antepassados e com isto possa fazer desta ultima morada mais uma atração turística .
DIAGNÓSTICO – MEIO AMBIENTE Outros comerciantes Outras escolas Outros moradores Petrobrás Hotel Sofreu/Catussaba SEMARH/CRA/Comissão de Meio Ambiente Infraero Casa do Samba Associação Clube do Rock e outras Barraqueiros de praia Outras bandas COELBA TELEMAR Hiperideal/Bompreço Cira e outras baianas de acarajé Shopping Itapuã Postos de gasolina SESC Petroclube Nova Schin Prefeitura (João Henrique) Associação de taxista/AMA Jaguaribe CREA Nativo SESI Projeto sariguê GMI Polícia Militar ONG Jogue Limpo Casa dos Concursos Hotel Praia da Sereia Empresa Host. OH 2 Água tratada OH 2  Liguori Agenda 21 Banda Scambo Padaria Pão do Sabor, Flor do Abaeté e Lanche.com Malê-de-Balê Pastoral da Criança AMI Depósito São Jorge Associação de Baianas de Acarajé Grupo JEA Jovem Estudante no Meio Ambiente OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
DIAGNÓSTICO – MEIO AMBIENTE CONTINUAÇÃO 19º B.C Condomínio de Stella, Aleluia Milênium  Insinuante Madereiras Escola de Capoeira Mutação, Vadiação,Camujêre e Naioco ONGBENDENGÓ Circo Picolino EBDA Escola Rotary, Lomanto Jr, Manuel Lisboa, UNEB Igreja Paróquia Itapuã Jôrei Center Instituição de Candomblé Parque Metropolitano do Abaeté CONDER (Marcos Aroucha)/SESP/AR – X/ Espaço Verde/Exercíto/Aeronáutica/PauBrasil Ganhadeiras de Itapuã Colônia de Pesca Esquilo Conseg Galera do Mar Rádios Sereia/Atalaia/Dunas Avançar Associações de Moradores Agricultura Natural Amigos da Baleia OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
PLANO DE AÇÃO Localidade (onde:  RA X - ITAPUÃ Problema (Por que):  MEIO AMBIENTE Meta (Para que): FORMAÇÃO DE UM CONSELHO DE ENTDADES AMBIENTAIS DESPOLUIÇÃO DAS PRAIAS REALIZAR PALESTRAS, FAZER COLETA COLETIVA CONSTRUIR PARQUES ARBORIZADOS DISCIPLINAR A EDUCAÇÃO AMBIENTAL, REALIZAR PROJETOS PARA PRESERVAÇÃO DAS PRAIAS E PRESERVAÇÃO DA LAGOA DO ABAETÉ FISCALIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS AUMENTAR OS PASSEIOS ECOLÓGICOS NAS ESCOLAS, PRESERVAR AS ESCOLAS CONSCIENTIZAR AS PESSOAS DE QUE TAMBÉM FAZEMOS PARTE DO MEIO AMBIENTE QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO CONTINUAÇÃO   MEIO AMBIENTE CAMPANHA DE VONTULARIADO PARA LIMPEZA URBANA COMO TAMBÉM CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS PARA DAR UM DESTINO ADEQUADO AO LIXO DOMÉSTICO PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE NA ADM DO PARQUE M. ABAETÉ COBRANDO POLÍTICAS AMBIENTAIS C/ FISCALIZAÇÃO E MONITORAMENTO SOLICITAR AOS ÓRGÃOS PÚBLICOS CONTRATAÇÃO DE MAIS GARIS CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELETRICA E ÁGUA BUSCAR PARCERIAS COM EMPRESAS DE RECICLAGEM ATIVAR UM 0800 PARA DENUNCIAR ACUMULOS DE LIXO E ENTULHOS EM LOCAIS CONTROLE DA EXPANSÃO IMOBILIÁRIA NAS ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FORMAÇÃO DO CONSELHO GESTOR DA APA PARA PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO CONTINUAÇÃO   MEIO AMBIENTE FAZER UM PROGRAMA DE GESTÃO DA APA DO ABAETÉ INTEGRADO. QUESTÕES AMBIENTAIS, SOCIAIS E CULTURAL AUMENTAR A QUANTIDADE DE CESTOS DE LIXO EM TODA AR-X FORMULAÇÃO DE POLITICAS PÚBLICAS RELACIONADAS AO MEIO AMBIENTE APLICAÇÃO DAS LEIS CONTRA POLUIÇÃO DE MARES, RIOS E LAGOAS DA AR-X GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA ATRAVÉS DA RECICLAGEM FORMAÇÃO DE CURSOS SOBRE O MEIO AMBIENTE REFLORESTAR AS MARGENS DOS LENÇÓIS DAS ÁGUAS DA AR-X RECUPERAR AS ÁREAS EM SITUAÇÃO EM RISCO COM PROBLEMAS DE MORADIA( SAÚDE, LIXO, ESGOTO) DA AR-X QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
O NOSSO PROBLEMA É:
CAUSAS – ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO Falta investimento na estrutura  educacional  e mais escolas Falta infra- estrutura para as organizações comunitárias  Falta formação diferenciada para profissionais da educação em Itapuã Falta respeito e dignidade por nossos políticos na implementação das políticas públicas de educação.
PRIORIZAÇÃO DAS CAUSAS DO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA EDUCAÇÃO,  CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO FALTA INVESTIMENTO  NA ESTRUTURA EDUCACIONAL E MAIS ESCOLAS FALTA RESPEITO  E DIGNIDADE  POR NOSSOS POLÍTICOS NA IMPLEMENTAÇAO DAS POLÍTICAS  PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO,   FALTA INFRA ESTRUTURA PARA AS  ORGANIZAÇOES  COMUNITARIAS  FALTA FORMAÇÃO DIFERENCIADA PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO EM ITAPUA
META – ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO A nossa meta é nos reconhecermos como sociedade de identidade cultural instituída pela agenda 21 descortinando forças através da reeducação mental para ate 2006 planejar e executar ações que busquem ensino diferenciado com qualidade, conscientização e treinamento para todos na regional Itapuã e assim valorizar a cultura  local.
DIAGNÓSTICO – ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO Associações e centros comunitários Investimento na área cultural Apoio na criação de Ong’s , associações, sindicatos Construção de mais escolas Construção de Centro Eco cultural Inclusão na grade curricular do ensino médio, fundamental e superior, em todas as unidades, as matérias: ética e meio ambiente Obrigatoriedade no ensino médio e fundamental da lei 10.6/9 Universidade Federal da Bahia (FFCH) Buscas através da SESP e da CONDER (parcerias visando facilitar a realização dos nossos eventos culturais) Fazer parceria com a prefeitura e seus órgãos competentes junto à Pastoral da criança para identificar as comunidades carentes e ajuda-las de acordo com suas necessidades Malê – de-Balê Esportes para todos na R – X SESC Quadras poli esportivas Comunidade de investigação – uma educação para o pensar Projetos educativos, profissionalizantes escolas Recursos Humanos Vontade ou desejo da comunidade em aprender uma arte ou profissão Qualidade e recursos humanos para se trabalhar com educação Interesse da comunidade em educação não formal Qualidade e boa vontade das pessoas Material humano Profissionais de diversas áreas da RA X a nossa disposição  População a ser preparada receptiva Mecanismo legais na participação dos planejamentos pedagógicos e fiscalização nas escolas publicas Educação: Podemos contar com meio natural para implementação da criação do cidadão ecológico operador dos saberes da virtude Instituição e Associações Iniciativas das Ong´s Grupos Culturais OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
DIAGNÓSTICO – ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO CONTINUAÇÃO Procurar ajuda de todas as partes Instituição Empresas Parceria com Rotary Club Parceria com de Olho no Ambiente Criação e fortalecimento dos conselhos comunitários Instituições financeiras instaladoras em nossa região (bancos) Projetos sociais Hotel Softel Quatro Rodas Maior inserção das ONG”S da comunidade nas escolas, visando uma ampliação na educação Capacitar mais os professores e agentes de mudança da comunidade Promover uma maior integração da comunidade com as escolas visando um resgate cultural Trabalho de levantamento, nos próximos 2 anos, das potencialidades de recursos humanos, associações e entidades, praças culturais, visando a estrutura de um plano de ação Interagir nos planejadores pedagógicos com o conceito da Agenda 21 Participação na lavagem de Itapuã salientando os resultados da Agenda 21 Todas mídias Projetos Governamentais (Faz Universitário, Amigos da Escola, creche e outros) As campanhas, palestras e conferencia que acontecem na comunidade Grupos Sindicatos Associações de Bairros Centros Comunitários Rádios Comunitárias Clube Sociais Mobilização Comunitária Cultura Historia cultural que deve ser recuperada Manancial Artístico e Cultural Referencial Histórico Diversidade Cultural Patrimônio Cultural Diversidade Cultural Produção Artística Atual Diversidade Cultural Produção Artística Atual Movimento Cultural intenso Manifestação Cultural Uma riqueza cultural significativa para uma formação diferenciada OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
DIAGNÓSTICO – ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO CONTINUAÇÃO Instituições internacionais Filosofia para crianças e jovens Criação do Centro da Agenda 21 Marinha, Exército e Aeronáutico  Ministério da Educação e Cultura Localização Localização Estrutura Estrutura escolar existente Creche Rede de ensino a ser trabalhada Vários estabelecimento de ensino (Publico e Particular) com parcerias Espaço Institucional para desenvolver atividade afins Existência de dois colégios de grande porte de ensino médio. Instituição educacional publico, privados e do terceiro setor OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
PLANO DE AÇÃO Localidade (onde:  RA X- ITAPUÃ Problema (Por que):  ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO Meta (Para que): TRAZENDO UNIDADES DOS PROJETOS EXISTENTES(UNIDADE EXTENSÃO APAI, BRADESCO E OUTRAS 2005 FAI/FORÇA PÚBLICA E PRIVADA CRIAR ESCOLAS PARA PESSOAS ESPECIAIS TRAZENDO O FAZ UNIVERSITÁRIO PARA A REGIÃO 2005 FAI GOVERNO ESTADUAL CURSOS PRÉ VESTIBULAR CRIAR UMA RÁDIO COMUNITÁRIA E CRIAR PARCERIAS COM AS EXISTENTES 2005 FAI MIDIA LOCAL CRIAR CENTRAL DE COMUNICAÇÃO JUNTO COM A SECRETARIAS ESTADUAIS, MUNICIPAIS DA EDUCAÇÃO, CRIAR UM PROJETO DE EDUCAÇÃO 2005 FAI MEC CONSTRUÇÃO DA PRÓ-3 PASTA PEDAGOGICA DE EDUCAÇÃO DIFERENCIADA SENSIBILIZANDO SINDICATO E BUSCANDO PARCERIA COM O GOVERNO 2005 FAI SINDICATO GOVERNO CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA OS PROFISSIONAIS DA ÁREA IDENTIFICAR AS NECESSIDADES DA REGIÃO E JUNTO A ESTES ÓRGAOS SOLICITAR RECURSOS 2005 FAI MEC SESI/SESC/SENAI/SEBRAE CURSOS PROFISSIONALIZANTES GRATUITOS IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DESENVOLVER O PROJETO VIÁVEL BUSCANDO RECURSO 2005 FAI PUBLICOS E PRIVADO CRIAR MAIS ESCOLAS SENSIBILIZAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO PROJETOS DE PARCERIAS 2005 ONG’S, ASSOCIAÇÕES, IGREJAS E FAI FORUM PERMANENTE DE DISCURSÃO, DEBATES E PALESTRAS COMUNITÁRIAS INDENTIFICAÇÃO DA ÁREA, DESENVOLVER O PROJETO VIÁVEL, BUSCANDO RECURSOS 2005 PARCERIAS PÚBLICAS E PRIVADAS FAI CRIAR UM CENTRO ECO-CULTURAL QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
O NOSSO PROBLEMA É:
CAUSAS – POBREZA Desemprego Falta de profissionalização Exclusão social Falta programa de desenvolvimento sustentável Má distribuição de renda Falta de educação pública de qualidade Falta de infra-estrutura Falta de moradia Discriminação racial e social Corrupção do poder público Comodidade com status  Falta de políticas públicas Falta de seriedade
PRIORIZAÇÃO DAS CAUSAS DO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA POBREZA FALTA DE EDUCAÇÃO FALTA INTERESSE POLITICO NA IMPLEMENTAÇAO DAS POLÍTICAS  PÚBLICAS MÁ DISTRIBUIÇÃO DE RENDA FALTA DE EMPREGO
META – POBREZA Nossa meta é diminuir a pobreza em torno de 20% em relação a atual situação, gerando alternativas de trabalho e renda, criando associações, cooperativas e centros de treinamento e capacitação de mão de obra, visando aumentar a qualidade de vida e a distribuição de renda dos moradores da  AR – X  atuando para melhorar o IDH ( índice de desenvolvimento humano) da região, sanando as carências básicas, aumentando a expectativa de vida da população, educando e conscientizando as pessoas para que saibam seus direitos e tenham dignidade e saibam gerenciar melhor sua renda, dando condições de moradias para que não existam pessoas pedindo esmolas nem morando em condições sub humanas até 2006.
DIAGNÓSTICO – POBREZA Poder Público (Prefeitura de Salvador, Governo do Estado da Bahia, Governo Federal) Banco Mundial Banco do Brasil Caixa Econômica BNDES Clube Cassas Associação dos Comerciantes Locais Polícia Militar Banco do Nordeste Restaurantes Locais Parque de Exposição Pida Grupo de Revitalização Itapuã (GRITA) SENAC SENAI CETIND Coelba Sebrac UFBA UCSAL CIEE Institições de Ensino Privado EBDA(Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola) Bradesco Comunidade do Bairro da Paz Grupo de Capoeira(Anjos de Angola, Vadiação, Camujerê, Mutação, Kirubê, Arte Brasil, Naigô, etc. Johrei Center Itapuã Espaço Verde Exército Brasileiro (19º B.C) Associação dos Moradores do Parque Abaeté Meninos de Itapuã (Grupo) Projeto Sariguê Pastel.com e Lanches.com Bahia Online Naturarte Colônia dos Pescadores Olakeya (consciência) Pastoral da Criança Nova Brasília Circo Picolino Galera do Mar Escolas e Creches Públicas pertencentes a AR – X Associação Km 17 Grupo Nativo Malê de Balê Posto de saúde 7º centro Associação comunitária do alto do coqueirinho OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
DIAGNÓSTICO – POBREZA CONTINUAÇÃO Associações: Moradores Hotel Catussaba e outros da AR – X Prefeitura/Limpurb/Veja Instituições de ensino: UFBA, UCSAL, FTC, Empresários e Comerciantes SEMRRH Secretaria de Educação- Escolas públicas  e privadas AR – 10 Instituições Religiosas Posto de saúde Programa de Saneamento Bahia Azul EMBASA Comunidades Bahia Tursa  Limpurb/Veja Indústrias Poder Público: Câmara dos Vereadores, Assembléia Legislativa e Ministério Público Imprensa C.T.L – Centro de Treinamento de Liderança Pastoral Afro CONEM MNU – Movimento Negro Unificado Associação dos Barraqueiros de Praia Projeto Axé e Creches  CLAMM (Comunidade Liberta Amor Mulher Mãe) Igreja Batista Lírio dos Vales Rádio Dunas e Atalaia Jogue Limpo CONDER (Marcos Aroucha) AABB(Associação Atlética Banco do Brasil) SESI UNEB Centro Comunitário São Francisco de Assis Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição Igreja Universal do Reino de Deus OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
PLANO DE AÇÃO Localidade (onde:  RA X- ITAPUÃ  Problema (Por que):  POBREZA  Meta (Para que): FAI = Fórum Agenda 21 Itapuã MOBILIZAR COMUNIDADE COM CAMPANHAS EXEMPLARES DE SENSIBILIZAÇÃO EM BUSCA DE ATITUDES PROATIVAS A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA LEVANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES DE MICROCRÉDITO JUNTO ÀS INSTITUIÇÕES  FINANCEIRAS  A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR BANCOS DE DADOS DE INSTITUIÇÕES DE MICROCRÉDITOS CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS ESPORTIVOS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ESSENCIAIS DE RESGATE DA CIDADANIA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs RETIRAR OS JOVENS DA RUA CONSEGUIR APOIO DO GOVERNO;PMS PARA CESSÃO DE TERRAS DEVOLUTAS PARA O CULTIVO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR HORTAS COMUNITÁRIAS ATRAVÉS DE INTERNET ACOMPANHAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO COM VOZ E VOTO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs FISCALIZAÇÃO DO ERÁRIO PÚBLICO INCENTIVO ‘A CRIAÇÃO DE FÁBRICAS, COOPERATIVAS E EMPRESAS PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES. A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO CONTINUAÇÃO   POBREZA CONTATOS/REUNIÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR ATUAÇÃO DO GOVERNO PARA MLHORIA DE INFRAESTRUTURA DAS ÁREAS CARENTES BUSCANDO E IMPLEMENTANDO PROGRAMA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR INCENTIVO PARA CRIAÇÃO DE CASAS DE PASSAGEM E ACOLHIMENTO PARA OS SEM MORADIA BUSCANDO E IMPLEMENTANDO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, MONITORES E MULTIPLICAÇÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CAPACITAR VOLUNTÁRIOS SENSIBILIZAR GOVERNO/ONG’S EM CONJUNTO COM COOPERATIVAS/MULTIRÕES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR PROGRAMAS DE CONSTRUIR E REVITALIZAÇÃO DE MORADIAS ATRAVÉS DE REUNIÕES GOVERNO/COMUNIDADE PARA AÇÕES  CONJUNTAS A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs ARTICULAÇÃO COM PREFEITURA E GOVERNO DO ESTADO PARA UMA GESTÃO COMPARTILHADA CAMPANHAS DE DOAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO DOS GRUPOS MAIS ABASTADOS DO INDIVIDUO COMO SER SOCIAL INSERIDO NUMA COMUNIDADE INTERAGINDO COM O TODO/REST.COMUNITÁRIO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR PROGRAMA DE COMBATE A FOME QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO CONTINUAÇÃO   POBREZA CAMPANHAS DE ESCLARECIMENTO ATENTO PARA IMPORTÂNCIA DO VOTO CIDADÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INSERÇÃO DA 3ª IDADE NOS PROJETOS SOCIAIS ATRAVÉS DE SEMINÁRIOS E PALESTRAS INSERIDAS EM EVENTOS CULTURAIS AMPLOS, QUE CONTEMPLA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EDUCAÇÃO FAMILIAR E AMBIENTAL PARCERIAS JUNTO À SECRETARIA DO TRABALHO E EDUCAÇÃO COM O INTUITO DE FOMENTAR A EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE NA COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE ATRAVÉS DE SEMINÁRIOS E PALESTRAS INSERIDAS EM EVENTOS CULTURA, AMPLO, QUE CONTEMPLA O GERENCIAMENTO FAMILIAR DA RENDA SOB A ÓTICA DA AUTOSUSTENTABILIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INSTRUÇÃO DE GERÊNCIAMENTO DA RENDA IMLEMENTAR O/S PROGRAMAS NA COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs PROGRAMA DE SOLIDARIEDADE CRIAR POSTOS DE TRABALHO ONDE TODOS POSSAM TRABALHAR E GANHAR A MESMA QUANTIA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs DISTRIBUIÇÃO DE RENDA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANO DE AÇÃO CONTINUAÇÃO   POBREZA BAIXANDO OS PREÇOS E FACILITANDO ACESSO APENAS AOS REALMENTE DESFAVORECIDOS CRIANDO CARTÕES DE IDENTIFICAÇÃO FAZER COM QUE A CESTA DO POVO CUMPRA O SEU PAPEL DE VENDER A PREÇO DE CUSTO AOS MENOS FAVORECIDOS VALORIZANDO AS ATIVIDADES CULTURAIS E ESPANDINDO PARA OUTRAS LOCALIDADES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs DESENVOLVER E IMPLEMENTAR PROJETOS CULTURAIS QUE CONTRIBUAM COM A QUALIDADE DE VIDA, EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EQUIPARAR A QUALIDADE DE ENSINO PÚBLICO COM O PRIVADO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs COLOCAR UM NÚCLEO DA NOVA SEC. DE EMPREGO EM ITAPUÃ PROCESSO DE SELEÇÃO = NOTA DO ALUNO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs FACULDADE PÚBLICA PARA QUEM ESTUDA EM ESCOLA PÚBLICA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAÇÃO DE MATERNIDADE E HOSPITAIS PARA IDOSOS E APOSENTADOS ATRAVÉS DE DOAÇÕES/ EMPREGO P/ AS DONAS DE CASA CARENTES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR CRECHE-ESCOLA CAPACITANDO O JOVEM PARA TURISMO RECEPTIVO/HOSPITALIDADE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS COM DIZIMOS DESTINADOS A COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INCENTIVAR O TURISMO ECOLÓGICO QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
O NOSSO PROBLEMA É:
CAUSAS – LIXO E ESGOTO Falta  de políticas públicas Falta de implementação das leis especificas Falta de educação e conscientização das pessoas e comunidades
PRIORIZAÇÃO DAS CAUSAS DO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA LIXO E ESGOTO FALTA DE EDUCAÇÃO E  CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS E  COMUNIDADES FALTA DE IMPLEMENTAÇAO DAS LEIS ESPECIFICAS FALTA  DE POLÍTICAS  PÚBLICAS
META – LIXO E ESGOTO Cobrar do poder público a implantação de 100% do sistema de esgoto; Implementar programa de educação ambiental, coleta seletiva; Criar cooperativa de reciclagem em parceria com iniciativas públicas e privadas visando reduzir o lixo e gerar trabalho e renda na AR X, até novembro de 2006.
DIAGNÓSTICO – LIXO E ESGOTO Associações: Moradores Hotel Catussaba e outros da AR – X Prefeitura/Limpurb/Veja Instituições de ensino: UFBA, UCSAL, FTC, Empresários e Comerciantes SEMRRH Secretaria de Educação- Escolas públicas  e privadas AR – 10 Instituições Religiosas Posto de saúde Programa de Saneamento Bahia Azul EMBASA Comunidades Bahia Tursa  Limpurb/Veja Indústrias Poder Público: Câmara dos Vereadores, Assembléia Legislativa e Ministério Público Imprensa C.T.L – Centro de Treinamento de Liderança Pastoral Afro CONEM MNU – Movimento Negro Unificado Associação dos Barraqueiros de Praia Projeto Axé e Creches  Hotéis: Sofitel e Praia da Sereia ONG: Jogue Limpo, Notivo, Coperdin Rádios Comunitários CONDER Associações: Moradores, Desportivas e Culturais Técnica de Compostagem OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
PLANO DE AÇÃO Localidade (onde:  RA X- ITAPUÃ  Problema (Por que):  LIXO E ESGOTO  Meta (Para que): MILHÕES ARTICULANDO AS OBRAS DE SANEAMENTO COM PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE A PARTIR DE 2005 GOV. - UNIÃO MINIST. CIDADE -PMS SANEAMENTO AMPLIAÇÃO DO BAHIA AZUL/AR-X ITAPUÃ MILHÕES PROJETOS QUE CONTEMPLEM A SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS COMUNIDADES E LIDERANÇAS E O GERENCIAMENTRO DAS AÇÕES A PARTIR DE 2005 ESTADO/INSTITUIÇÕES PRIVADO E SOCIAL EDUCAÇÃO SANEAMENTO E SAÚDE ORGANIZANDO E POTENCIALIZANDO OS CATADORES, ARTICULANDO COM PREFEITURA/CAPACITANDO AS FAMILIAS EM TECNICAS DE COMPOSTAGEM A PARTIR DE 2005 ASSOCIAÇÃO DE CATADORES E FAMILIAS ALTERNATIVAS DE COOPERATIVA E TECNICA DE COMPOSTAGEM CUSTO MINIMO DISPONIBILIZANDO OS RESIDUOS EM LOCAIS ADEQUADOS E NOS DIAS INDICADOS NOS DIAS DE COLETA COMUNIDADE DISPOSICÃO DOS RESIDUOS  CUSTO MINIMO CRIANDO ALTERNATIVAS EM AMBIENTES DOMESTICOS OBEDECENDO O CALENDÁRIO DE COLETA PREFEITURA: DISPONIBILIZA O SERVIÇO E A COMUNIDADE OFERECE O LIXO ORGANIZADO COLETA SELETIVA MILHÕES ARTICULANDO AS OBRAS DE SANEAMENTO COM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PERMANENTE 2005 GOV. - UNIÃO MINIST. CIDADE -PMS SANEAMENTO – AMPLIA~C”AO DO BAHIA AZUL DA AR-X CUSTO MÍNIMO POR CASA DISPONIBILIZANDO O SERVIÇO OFERECENDO O LIXO ORGANIZADO OBEDECENDO O CALENDÃRIO DE COLETA PMS - COMUNIDADE COLETA SELETIVA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
PLANEJAMENTO METODOLÓGICO   DA EQUIPE CONSULTORA USADO COMO EXPERIMENTO TÉCNICO – CIENTÍFICO   PARA OS PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO E AUDITORIA DE AGENDAS 21 REGIONAIS/LOCAIS/SETORIAIS NO ESTADO DA BAHIA.
PLANO DE AÇÃO:  Instrumento de planejamento , que permite identificar com clareza:  O QUE  (quais as medidas a serem tomadas); PORQUE (qual a causa do desvio/o problema/ a questão); PARA QUE (quais os resultados esperados/a meta); ONDE (qual o raio de abrangência das medidas); COMO (qual o método e procedimentos a empregar); QUEM (quais os responsáveis pela implementação e controle das medidas); QUANDO (qual o prazo para execução das medidas); e QUANTO (quais os recursos necessários para implementação das medidas). PLANO DE AÇÃO/PLANEJAMENTO METODOLÓGICO PROBLEMA: META : ITEM DE CONTROLE : O   QUE   (medidas/ações) QUEM COMO (meios) QUANDO QUANTO (recurso$) ONDE POR QUE
A elaboração de  Plano de Ação  pode então ser definida como uma atividade inteligente, que conhece os fins a atingir, os meios a empregar, a oportunidade do seu uso, e as conseqüências a esperar. Este  Plano de Ação  constitui-se em planejamento metodológico,  para o desenvolvimento participativo de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais (construção, implementação e controle), em observância aos  princípios  preconizados na  Declaração do Rio de Janeiro/92 , e atendimento às recomendações da  Agenda 21 Global , tendo em mira uma co-gestão cidadã - axioma do desenvolvimento sustentável e anseio das comunidades.  Este  Plano de Ação  apresenta, então,  Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável,  a que denominamos   RIMAS , e  ciclos metodológicos  de implementação, buscando harmonia de suas ações com as tendências mundiais de gestão ambiental em ambiente da qualidade total, porque percebe a importância da capacitação estratégica dos diversos setores (públicos, privados e comunitários), para a construção, desenvolvimento e controle de Agendas 21, a nível regional e local, que sirvam ao Estado em suas expectativas de cumprimento dos seus compromissos sócio-econômico-ambientais.
RELEVÂNCIA DO PLANO DE AÇÃO (POR QUE) CONSIDERANDO que: a dimensão geográfica do Estado da Bahia, e, que cada região/localidade, é um universo que envolve situações sócio-econômico-ambientais, procedimentos, ações e públicos específicos, é vital para o sucesso de construção, implementação e controle de Agendas 21 Regionais/Locais, o estabelecimento de mecanismos de informação, planejamento e gerenciamento, capazes de promover condições para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis, objetivo primo da Agenda 21; a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais, carecem de um  planejamento   metodológico , cientificamente elaborado, de modo a permitir valorar a ação, através da análise do desnível de  ’onde se está ‘ e de  ‘onde se quer chegar’  ( gap analysis ); o  Plano de Ação  é instrumento de planejamento capaz de identificar métodos e procedimentos científicos, para adequações específicas a cada região/localidade, como a que clama e urge a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais; os quadros de mudança de cultura em que vivemos; e  uma forma, de importância ímpar, de desenvolvimento, preservação e controle do ambiente natural e construído, dá-se pela instrução correta dos diversos atores que compõem o cenário social, e, para isso, é essencial a capacitação estratégia da comunidade (setores públicos, privados e comunitários), a nível regional/local/setorial, que de pronto resulte em  diagnósticos ,  planos  e  ações ,  do que a Agenda 21 preconiza e determina. APRESENTAMOS, então, este instrumento, cientificamente planejado, de forma simples, flexível e dinâmico, como elemento norteador para o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais ,  utilizando-se para sua implementação e controle as  Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável , - RIMAS -  e os  ciclos   metodológicos , a seguir delineados.
OBJETIVOS DO PLANO DE AÇÃO (PARA QUE) Apresentar-se aos líderes dirigentes destinados a decidir sobre a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais, como instrumento de apreciação, da conveniência e oportunidade do desenvolvimento das ações aqui propostas. Apresentar-se como  planejamento   metodológico  para desenvolvimento e controle de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais ,  em harmonia com as tendências mundiais da gestão ambiental e da qualidade, de modo a servir de ferramenta e prática gerencial e educativa, preventiva e interativa, para adoção de ações corretivas, preventivas e proativas . Ações Corretivas :  Ações destinadas a eliminar ou reduzir danos ao meio ambiente. Ações Preventivas :  Ações destinadas a evitar ou bloquear efeitos danosos ao meio ambiente, em decorrência de determinadas atividades e ou condutas. Ações Proativas :  Ações que visam alcançar metas, expandindo oportunidades de melhorias evidenciadas, estimulando uma conduta ambientalmente sustentável  Apresentar  rotas estratégicas ,  Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável, - RIMAS -,   para a construção, desenvolvimento e controle de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais. Fazer uso, que o encontro de vontades técnicas, sociais e políticas propicia, que é a efetivação de parcerias intersetoriais, para uma  governança   estratégica  (planejamento, educação e auditoria), integrada e integradora, que este processo, cientificamente planejado, ambiciona, em todo o seu esforço de busca do simples e do fácil.
Em atendimento aos princípios da  Declaração   do   Rio   de   Janeiro /92, ao caminho apontado pelos Governos para a Agenda 21, e, às recomendações da ONU este  Plano de Ação  prevê um processo de capacitação em  Gestão   Estratégica Comunitária (Educação, Planejamento e Auditoria) , visando desenvolver e manter uma adequação razoável entre os objetivos e recursos das comunidades e as transformações de cultura e oportunidades advindas do desenvolvimento da Agenda 21, a nível regional e local. ASPECTOS ESPACIAIS DO PLANO DE AÇÃO (ONDE)   PLANO DE AÇÃO (O QUE) O desenvolvimento deste  Plano de Ação  busca  atender às  necessidades dos municípios do Estado, em seus compromissos sócio-econômico-ambientais.
 
Rota : Caminho; direção; rumo  curso, percurso - o modo e a forma de fazê-lo; local  *experiências, por meio das  quais, os indivíduos alcançam a auto-realização, e, ao mesmo tempo, aprendem a  contribuir para a construção de  melhores comunidades e de um melhor futuro *  currículo  * meta.  Estratégia :  meios postos em prática para sair-se bem de qualquer coisa * observância e análise para verificar meios e  condições favoráveis para alcançar um objetivo, uma meta.  (Aurélio) ROTA FILOSÓFICA  ( o que deve ser/para onde vai) Estabelece  Princípios e Diretrizes , de acordo com o contexto sócio-econômico-ambiental regional/local e as finalidades da Agenda 21.  ROTA CIENTÍFICA  ( o que é/porque é ) Estabelece  Objetivos, Metas e Métodos,  apoiando-se nos dados apresentados pelas ciências, para os processos de construção, desenvolvimento e controles participativos de Agenda 21 Regional/Local/Setorial ROTA TÉCNICA  ( o como/qual o controle ) Estabelece  Instrumentos  e  Procedimentos , para os processos e práticas que permitem a implementação e acompanhamento da Agenda 21 Regional/Local. ROTA PRODUTIVA  ( o para que/que resultados ) Estabelece  Processos e Indicadores  para a  Governança   (Controle e Gestão Estratégica Participativa)   de Agendas 21 Regionais/Locais. RIMAS   ROTAS DE INFORMAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL (COMO)
ROTA FILOSÓFICA Filosofia : Ciência geral dos seres, dos princípios, das causas e das coisas * sistema de princípios e  diretrizes destinados a agrupar uma certa ordem de fatos para os explicar *fundamentos * razão;  sabedoria. ( Aurélio) A  Rota Filosófica  deverá explicitar os  princípios  preconizados pela Agenda 21, e, estabelecer  as diretrizes  regionais/locais, identificando assim, alternativas que associem os benefícios do desenvolvimento da Agenda 21, às realidades, necessidades e interesses naturais de instituições e comunidades locais, no esforço de buscar transformar “ o que é ” naquilo “ que deve ser ”, para que se alcance uma co-gestão cidadã, integrada e integradora. Esta Rota adota como  visão,  a idéia de fomentar, em cada comunidade, a gestão da qualidade do seu ambiente, preparando-a para apreender, que de modo simples, pode planejar, desenvolver, avaliar, controlar, gerenciar e agir para  viver melhor . PREMISSAS Todo PODER emana do POVO. A EDUCAÇÃO é o mínimo de conhecimento a que uma pessoa tem direito, de modo a participar ativamente do seu processo de desenvolvimento. O começo da Educação é a LEI. O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO tem caráter essencialmente participativo, dinâmico e flexível, constituindo-se em um plano de ação. AGENDA 21 é um programa estratégico, construído segundo a VONTADE DE SEU POVO.  AGENDA 21 traduz em AÇÕES o conceito de DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL .
Referências Introdutórias A conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo-se reunido no Rio de Janeiro de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando a Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, aprovada em Estocolmo em 16 de junho de 1972, e procurando basear-se nela, com objetivo de estabelecer uma aliança mundial nova e eqüitativa através da criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os setores chaves das sociedades e as pessoas, procurando realizar acordos internacionais em que sejam respeitados os interesses de todos e protegida a integridade do sistema ambiental e do desenvolvimento mundial, reconhecendo a natureza integral e interdependentes da Terra, nosso lar, proclama que: Referência I Destaque deve ser dado às declarações de  princípios , a seguir delineados, que fixam a linha geral (diretrizes) que devem seguir os Estados a que elas se destinam. A Declaração do Rio foi aprovada por aclamação na Conferência das Nações Unidas Sobre  Meio Ambiente e Desenvolvimento, na sua oitava reunião, no dia 10 de junho de 1992. A  proposta (documento A/CONF, 151/5) fora já examinada pelos comitês preparatório decidiu  envia-la para a Conferência para considerações posteriores. Foi aprovada integralmente.  REFERÊNCIAS
PRINCÍPIOS PRINCÍPIO 1 Os seres humanos constituem o centro das preocupações relacionadas com desenvolvimento sustentável. Têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia com a natureza. PRINCÍPIO 2 Em conformidade com a carta das Nações Unidas e os princípios do direito internacional, os Estados têm o direito soberano de aproveitar seus próprios recursos segundo suas próprias políticas ambientais e de desenvolvimento, e a responsabilidade de velar para que as atividades realizadas dentro de sua jurisdição ou controle não causem danos ao meio ambiente de outros Estados ou de zonas que estejam fora dos limites da jurisdição nacional. PRINCÍPIO 3 O direito do desenvolvimento deve ser exercido de forma tal que responda eqüitativamente às necessidades ambientais de desenvolvimento das gerações presentes e futuras. PRINCÍPIO 4 A fim de alcançar o desenvolvimento sustentável, a proteção ao meio ambiente deve constituir parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada de forma isolada. PRINCÍPIO 5 Todos os Estados e todas as pessoas devem cooperar na tarefa essencial de erradicar a pobreza como requisito indispensável ao desenvolvimento sustentável, a fim de reduzir as disparidades nos níveis de vida e responder melhor as necessidades da maioria dos povos do mundo. PRINCÍPIO 6 A situação especial e as necessidades dos países em desenvolvimento, em particular os países menos desenvolvidos e os mais vulneráveis do ponto de vista ambiental, devem receber especial prioridade. As medidas internacionais que se adotem com respeito ao meio ambiente também devem considerar os interesses e as necessidades de todos os países.  PRINCÍPIO 7 Os Estados devem cooperar com espírito de solidariedade mundial para conservar, proteger e restabelecer a saúde e integridade do ecossistema da Terra. Visto que têm contribuído em diferentes medidas para a degradação no meio ambiente mundial.Os Estados têm responsabilidades comuns mas diferenciadas. Os países desenvolvidos reconhecem a responsabilidade que lhes cabe na busca internacional do desenvolvimento sustentável, em vista das pressões que suas sociedades exercem sobre o meio ambiente mundial e das tecnologias e recursos financeiros de que dispõem.  PRINCÍPIO 8 A fim de alcançar o desenvolvimento sustentável e uma melhor qualidade de vida para todas as pessoas. Os Estados devem reduzir e eliminar os padrões de produção e consumo insustentáveis a fomentar políticas demográficas apropriadas. PRINCÍPIO 9 Os estados devem cooperar para fortalecer as capacidades endógenas para a construção do desenvolvimento sustentável, aperfeiçoando o saber científicos e tecnológicos e intensificando o desenvolvimento, a adaptação, a difusão e a transferência de tecnologias, incluindo tecnologias novas e inovadoras.
PRINCÍPIO 10 As questões ambientais são melhor administradas com a participação de todos os cidadãos interessados, no nível pertinente. No plano nacional, todas as pessoas devem ter acesso adequado a informações sobre o meio ambiente em poder das autoridades públicas, inclusive informações sobre materiais e atividades perigosas nas suas comunidades, e a oportunidade de participar dos processos de tomada de decisões. Os Estados devem facilitar e estimular a conscientização e a participação pública, pondo a informação à disposição de todos. Deve ser proporcionado acesso aos procedimentos judiciais e administrativos, incluindo compensação e reparação. PRINCÍPIO 11 Os Estados devem estabelecer uma legislação ambiental eficaz. As normas ambientais, e os objetivos e prioridades em matéria de manejo do meio ambiente, devem refletir o contexto ambiental e de desenvolvimento a que se aplicam. As normas aplicadas por alguns países podem resultar inadequadas e representar um custo social e econômico injustificado para outros países, em particular os países em desenvolvimento. PRINCÍPIO 12 Os Estados devem cooperar para promover um sistema econômico internacional participativo e aberto que leve ao crescimento econômico e ao desenvolvimento sustentável de todos os países, a fim de abordar da melhor forma os problemas de degradação ambiental. As medidas de política comercial para fins ambientais não devem constituir um meio de discriminação arbitrária ou injustificável nem uma restrição vetada ao comércio internacional. Devem ser evitadas medidas unilaterais para solucionar os problemas ambientais que se produzam fora da jurisdição do país importador. As medidas destinadas a tratar dos problemas ambientais transfonteiriços ou mundiais devem, na medida do possível, ser baseadas num consenso internacional. PRINCÍPIO 13 Os Estados devem desenvolver leis estabelecendo responsabilidades e indenizações para as vítimas de contaminação e outros danos ambientais. Os Estados devem cooperar igualmente de maneira mais rápida e determinada para elaborar uma nova legislação internacional que estabeleça responsabilidades e indenizações para os efeitos adversos dos danos ambientais causados por atividades realizadas dentro de sua jurisdição, ou sob seu controle, em zonas situadas fora de sua jurisdição. PRINCÍPIO 14 Os Estados devem cooperar efetivamente para desestimular ou impedir o relocamento ou transferência para outros Estados de qualquer atividade ou substância que cause grave degradação ambiental ou seja nociva para a saúde humana. PRINCÍPIO 15 A fim de proteger o ambiente, o critério de precaução deve ser amplamente aplicado pelos Estados, de acordo com suas possibilidades. Onde houver ameaças de danos sérios ou irreversíveis, a falta de certeza científica absoluta não deve ser usada como razão para adiar medidas economicamente viáveis que impeçam a degradação ambiental.  PRINCÍPIO 16 As autoridades nacionais devem se esforçar para promover a internacionalização dos cursos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, considerando o critério de que o que contamina deve, em princípio, assumir o custo da contaminação com a devida consideração ao interesse público e sem distorcer o comércio ou investimentos internacionais.
PRINCÍPIO 17 A avaliação do impacto ambiental como instrumento nacional, deve ser realizada para atividades propostas em que haja a possibilidade de causar um significativo impacto negativo sobre meio ambiente e que estejam sujeitas a uma decisão da autoridade nacional competente. PRINCÍPIO 18 Os estados devem notificar imediatamente aos outros Estados sobre qualquer desastre natural ou outras emergências que possam causar repentinos efeitos prejudiciais ao meio ambiente destes Estados. A comunidade internacional deve fazer todos os esforços para ajudar os Estados afetados. PRINCÍPIO 19 Os Estados devem efetuar notificação prévia e oportuna e informar aos Estados potencialmente afetados sobre atividades que possam ter um significativo efeito ambiental nocivos e transfonteiriços, e devem consultar-se com estes Estados em tempo hábil e de boa fé. PRINCÍPIO 20 As mulheres têm um papel vital no manejo ambiental e desenvolvimento. Sua participação plena é, portanto, essencial para alcançar o desenvolvimento sustentável. PRINCÍPIO 21 A criatividade, os ideais e a coragem dos jovens do mundo devem ser mobilizados para forjar uma aliança mundial a fim de alcançar o desenvolvimento sustentável e assegurar um futuro melhor para todos. PRINCÍPIO 22 Os povos indígenas e suas comunidades locais, têm um papel vital no manejo ambiental e no desenvolvimento, devido ao seu conhecimento e práticas tradicionais. Os Estados devem reconhecer e apoiar adequadamente sua identidade, cultura e interesse e possibilitar sua participação efetiva na conquista do desenvolvimento sustentável. PRINCÍPIO 23 O meio ambiente e os recursos naturais dos povos submetidos a opressão, dominação e ocupação devem ser protegidos. PRINCÍPIO 24 A guerra é intrinsecamente destruidora do desenvolvimento sustentável.  Os Estados devem, portanto, respeitar as leis internacionais que dão proteção ao meio ambiente em épocas de conflito armado e cooperar para promover seu posterior desenvolvimento, quando necessário. PRINCÍPIO 25 A paz, o desenvolvimento e a proteção ambiental são interdependentes e indivisíveis.  PRINCÍPIO 26 Os Estados devem resolver todas as suas disputas ambientais pacificamente e por meios de apropriados, de acordo com a Carta da Nações Unidas. PRINCÍPIO 27 Os Estados e povos devem cooperar de boa fé e com espírito de solidariedade para o cumprimento dos princípios consagrados nesta Declaração e para o melhoramento do Direito Internacional na esfera do desenvolvimento sustentável.
Referência II A humanidade se encontra em um momento de definição histórica. Defrontamo-nos com a perpetuação das disparidades existentes entre as nações e no interior delas, o agravamento da pobreza, da fome, das doenças e do analfabetismo, e com a deteriorização contínua dos ecossistemas de que depende nosso bem-estar. Não obstante, caso se integrem as preocupações relativas a meio ambiente e desenvolvimento e a elas se dedique mais atenção, será possível satisfazer às necessidades básicas, elevar o nível da vida de todos, obter ecossistemas melhor protegidos e gerenciados e construir um futuro mais próximo e seguro. São metas que nação alguma pode atingir sozinha; juntos, porém, podemos - em uma associação mundial em prol de desenvolvimento sustentável.  Essa associação mundial deve partir das premissas da Resolução nº 44228 da Assembléia Geral de 22 de dezembro de 1989, adotada quando as nações do mundo convocaram a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.  A Agenda 21 está voltada para os problemas prementes de hoje e tem o objetivo, ainda, de  preparar o mundo para os desafios do próximo século. Reflete um consenso mundial e um compromisso político no nível mais alto no que diz respeito a desenvolvimento e cooperação ambiental. O êxito de sua execução é responsabilidade, antes de mais nada, dos Governos. Para concretizá-la, são cruciais as estratégias, os planos, as políticas e os processos nacionais. A cooperação internacional deverá apoiar e complementar tais esforços nacionais. Nesse contexto, o sistema das Nações Unidas tem um papel fundamental a desempenhar. Outras organizações internacionais, regionais e sub-regionais também são convidadas a contribuir para tal esforço. A mais ampla participação pública e o envolvimento ativo das organizações não – governamentais e de outros grupos também deve ser estimulados.
O cumprimento dos objetivos da Agenda 21 acerca de desenvolvimento e meio ambiente exigirá um fluxo substancial de recursos financeiros novos e adicionais para os países em desenvolvimento, destinados a cobrir os custos incrementais necessários às ações que esses países deverão empreender para fazer frente aos problemas ambientais mundiais e acelerar o desenvolvimento sustentável. Além disso, o fortalecimento da capacidade das instituições internacionais para a implementação da Agenda 21 também exige recursos financeiros. Cada uma das áreas do programa inclui uma estimativa indicadora da ordem de grandeza dos custos. Essa estimativa deverá ser examinada e aperfeiçoada pelas agências e organizações implementadoras. Na implementação das áreas pertinentes de programas identificadas na Agenda 21, especial atenção deverá ser dedicada às circunstâncias específicas com que se defrontam as economias em transição. É necessário reconhecer, ainda, que tais países enfrentam dificuldades sem precedentes na transformação de suas economias, em alguns casos em meio a considerável tensão social e política. As áreas de programas que constituem a Agenda 21 são descritas em termos de bases para a ação, objetivos, atividades e meios de implementação. A agenda 21 é um programa dinâmico. Ela será levada a cabo pelos diversos fatores segundo as diferentes situações, capacidades e prioridades dos países e regiões e com plena observância de todos os princípios contidos na Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Com o correr do tempo e alteração de necessidades e circunstâncias, é possível que a agenda 21 venha a evoluir. Esse processo assinala o início de uma nova associação mundial em prol do desenvolvimento sustentável. Fonte:  Agenda 21 Global
Referência III - DIRETRIZES
ROTA CIENTÍFICA Este  Plano  tem a  missão  de planejar, metodologicamente, a construção, implementação e controle, de um processo de  Gestão Estratégica Comunitária,  no estabelecimento de objetivos e metas, em conformidade com os princípios e diretrizes apontados na Agenda 21, para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis. “ Quem não observa, não verifica; quem não verifica, não avalia; quem não avalia, não analisa; quem não analisa, não controla; quem não controla, não gerencia; quem não gerencia, não ordena para o progresso” (Oliveira&Oliveira) MÉTODO  PDCA :  método científico utilizado para identificação, caracterização e análise das causas de um  problema  ou questão, visando a sua solução e o atingimento de metas. Este  Plano  adota, então, perseguindo sua visão e missão, o método do ciclo  PDCA  -  P lanejamento,  D esenvolvimento,  C ontrole e  A ção pro ativa - para implementação do processo de ensino aprendizagem sócio-ambiental, capaz de gerar a capacitação e desenvolvimento comunitários. Ciência : Conhecimento Ø saber que se adquire pelo estudo ou observância Ø instrução Ø conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto, tema ou questão, especialmente os obtidos mediante a observação, a experiência dos fatos e um método próprio.  ( Aurélio) P D C A
ROTA TÉCNICA Técnica : A parte material ou o conjunto de processos de uma ciência, arte ou ofício; maneira, jeito,  aptidão ou habilidade de executar ou fazer algo; instrumento Ø prática.  ( Aurélio) Este  Plano  fundamenta-se em técnicas, procedimentos e ferramentas ,  preconizados em  Normas  internacionais e nacionais de  Sistemas de Gestão (ISOs/ABNT),  numa tentativa de tornar simples, o planejamento, desenvolvimento, controle e melhoria contínua do processo de construção e implementação de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais.  O  planejamento estratégico  proposto deve, então, desenvolver-se de modo a resultar em  Análises ,  Diagnósticos  e  Planos de Ação Comunitários  ( instrumentos de planejamento ), que se constituirão em  Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais  .
 
Fonte: OLIVEIRA  & OLIVEIRA  Tratando-se de  DIAGNÓSTICO DE PERCEPÇÃO , estamos lidando com emoções, sentimentos e percepções, portanto dificilmente mensuráveis com base em padrões ou critérios que possam ser definidos no contexto da precisão, devemos, mais uma vez, recordar que o que nos interessa - e à comunidade naturalmente -, é saber o que aconteceu com a sua realidade a partir do tratamento que tenha recebido. Para um  DIAGNÓSTICO SÓCIO-AMBIENTAL , se faz necessário: trabalhar dados e informações, apurados de forma a compor um campo de análise; identificar as variáveis - descartando as desconhecidas, não significativas, autônomas, sem controle e não mensuráveis -, de modo a formular cenários e identificar indicadores relevantes para avaliação dos aspectos críticos da realidade local/regional. “ A prova de um bolo, não está em quem o faz...só quem o come saberá dizê-lo” JURAN DIAGNÓSTICOS
Para o  estudo do entorno  e construção de  cenários , lança-se mão de abordagem multicriterial, através da definição e caracterização de CAMPOS DE ANÁLISE, que permitam identificar e avaliar  aspectos críticos da localidade e da região em que está inserida, considerando: situação geopolítica, ambiente urbano, salubridade ambiental e desenvolvimento sócio-econômico. AMBIENTE AMBIENTE URBANO URBANO SALUBRIDADE SALUBRIDADE AMBIENTAL AMBIENTAL Oliveira   Oliveira • • HABITAÇÃO HABITAÇÃO • • INFRAESTRUTURA INFRAESTRUTURA • • SERVIÇOS SERVIÇOS • • ECONOMIA ECONOMIA • • SOCIEDADE SOCIEDADE - - História História - Cultura - Cultura • • MEIO AMBIENTE MEIO AMBIENTE - Fatores Ambientais - Fatores Ambientais • • SANEAMENTO SANEAMENTO - Água - Água - Esgoto - Esgoto - Drenagem - Drenagem - Lixo - Lixo - Vetores - Vetores • • SAÚDE HUMANA SAÚDE HUMANA • • SALUBRIDADE SALUBRIDADE - Segurança - Segurança - Desenvolvimento - Desenvolvimento DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO SÓCIO-ECONÔMICO • • ORGANIZAÇÃO ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA COMUNITÁRIA • • PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO SOCIAL SOCIAL • • DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO LOCAL/REGIONAL LOCAL/REGIONAL -  -  Educação Educação - Trabalho - Trabalho - Renda - Renda - Lazer - Lazer SITUAÇÃO SITUAÇÃO GEOPOLÍTICA GEOPOLÍTICA • • GEOGRAFIA GEOGRAFIA • • DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA - - • • POLÍTICAS POLÍTICAS -  -  Políticas Públicas Políticas Públicas • • PLANOS PLANOS -  Planos de -  Planos de   Intervenção Plano Social e  Obras CAMPOS DE ANÁLISE PDDU Planos Urbanísticos Fonte: OLIVEIRA & OLIVEIRA
VARIÁVEIS Fonte Inspiradora: JUAREZ., 1994 Adaptação e Editoração: OLIVEIRA  & OLIVEIRA Manifestações de Efeito Fatores Causais ou Condicionantes VARIÁVEIS Conhecidas Significativas Dependentes Controláveis Sem Controle Mensuráveis Não   Mensuráveis Desconhecidas Autônomas Não Significativas
DIAGNÓSTICO SÓCIO-AMBIENTAL
RELATÓRIO 3 GERAÇÕES:  Instrumento de Controle que avalia a efetividade das medidas implementadas e a eficácia dos planos, em todos os seus aspectos, ou seja: o que e quanto do planejado foi realizado;  em que prazo; a que custo; com qual retorno; de que forma; quais os responsáveis pelas ações; quais as dificuldades encontradas; qual a contribuição de cada medida para a Meta; e qual o Plano de Ação Pro ativo  a ser elaborado para a correção dos desvios e otimização dos resultados.  Esse Relatório deve indicar claramente, a evolução dos Planos de Ação Comunitários, de modo a subsidiar tomadas de decisão pro ativas,  para o sucesso das Agendas 21 Regionais/Locais, construídas e implementadas. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE
É signo deste  Plano ,   em consonância com a sua visão e missão, capacitar estrategicamente comunidades e instituições, para o processo de  Gestão Estratégica , através da implementação de  ciclos   metodológicos  para o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais.  O Processo de Gestão Estratégica, idealizado neste Plano, visa promover auto-diagnóstico, auto- avaliação e auto-controle comunitários, através da implementação de rotas estratégicas de informação (RIMAS) e de ciclos metodológicos (planejamento, desenvolvimento, controle e ações pro ativas), de modo a representar o exercício de participação social, na construção,  implementação e controle  de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais, tendo em mira a co-gestão responsável do meio ambiente humano  - axioma do desenvolvimento sustentável. Produção :  Ato ou efeito de produzir, criar, gerar, elaborar, realizar * pôr em prática um conhecimento para realizar um trabalho * resultado de um trabalho ou esforço * criação de bens ou de serviços capazes de suprir necessidades. (Aurélio) ROTA PRODUTIVA
Centro de Sensibilização  - CIS – planejar e coordenar o processo de sensibilização através do repasse do ensino-aprendizagem (conceitos e informações) para obter a adesão das forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para o desenvolvimento sustentável e seu instrumento de implementação Agenda 21. Centro de Mobilização  - CIM – planejar e coordenar o processo de mobilização das forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para o desenvolvimento sustentável e seu instrumento de implementação Agenda 21. Centro de Divulgação  - CID – planejar e coordenar o processo de comunicação social e divulgação das ações dos CIs. Centro de Articulação   - CIA – planejar e coordenar o processo de articulação e negociação com as forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para viabilizar as ações das CIs. Centro de Coordenação   – planejar, coordenar e gerir os processos: acompanhamento de planos; monitoramento de indicadores; consolidação e controle dos registros das ações; interdependência dos CIs, em suas relações, conflitos, riscos, potencialidades. Fonte: Oliveira    Oliveira, 1994 O desenho organizacional gira em torno da estruturação de Centros de Inteligência Local (CIs), cujo Centro de Coordenação é formado pelos líderes eleitos dos demais CIs, que trabalham interligados posto que são interdependentes
Adota-se a estrutura orgânica, onde tal qual as plantas, as partes cooperam em benefício do todo. O processo de construção de Agenda 21 metodologicamente concebido tem como pilares a educação, o planejamento participativo e a ação comunicativa, e recorre aos princípios do  Aprendizado   Social , para capacitar os diversos agentes da sociedade na utilização de ferramentas científicas da gestão pela qualidade total, do gerenciamento pelas diretrizes, do planejamento estratégico, como uma nova forma compartilhada do pensar, sentir, intervir e ser coletivo.  Durante a Conferência de construção de Agenda21, em razão do exercício desenvolvido nas oficinas de planejamento, de teoria substantiva e metodologia construtivista, cientificamente concebida e conduzida, os membros dos CIs atuam como facilitadores em todas as fases. Busca-se assim, obter a maior sinergia possível entre o saber científico e a sabedoria popular. Por certo, um grande obstáculo ao estabelecimento de um clima criador e cooperativo nas sociedades para um desenvolvimento harmonioso, é o conformismo onipresente. A questão básica consiste em superar a alienação, evitar a paralisia da reflexão, melhorar a comunicação e relações sociais e humanas, e, criar um clima de aprendizagem, cooperação e compartilhamento propício ao consenso e à adesão. É essencial a sensibilização, mobilização e conscientização de todos, de modo a gerar uma nova relação entre os agentes públicos, privados e comunitários, onde todos assumem um novo papel e responsabilidades, tendo o poder público a missão de atuar como elemento catalisador e articulador, na rota da reconstrução da fé pública, onde cada um cumpra com o seu dever na persecução de um futuro desejável.  Recorremos então, a um conjunto de dinâmicas ludo-pedagógico voltadas para a estruturação de equipes de alta performance (CIs), de forma a estender os conceitos de desenvolvimento sustentável  e qualidade de vida, em seus aspectos cognitivos (que entram na mente e no coração das pessoas) e operativos (que se inserem na realidade das pessoas). Num esforço empreendido para equilibrar a ‘ lógica passional’  – fruto da integração de interesses diversos e do momento caótico de transição que ora passamos - com a ‘ lógica racional’  necessária à instrumentalização e operacionalização do planejamento estratégico, busca-se através da  Prática Comunicativa  melhorar a qualidade da participação e dos debates, e estabelecer competências coletivas para o surgimento de  propriedades emergentes , próprias do processo de interação. Através dessa prática, é possível estabelecer uma política de boa COMPANHIA, para impulsionar a energia à Ação necessária ao desenvolvimento dos trabalhos de construção e implementação de Agenda 21, capacitando a sociedade nos processos relacionais de:
C omunic Ação O rganizAção M obiliz Ação P articip Ação A rticul Ação H armonizAção N egoci Ação I nter Ação Ação / AMOR Existe uma preocupação constante em saber como estimular ou ajudar as sociedades a adotarem novas formas de pensar e agir que conduzam a uma maior produtividade econômica e possibilitem melhores condições de vida, sem contudo interferir em sua identidade cultural, de forma a preservar o que têm de valioso em seu jeito de ser e de viver.  O estabelecimento de um clima propício à aprendizagem social, requer a adoção de algumas práticas do trabalho comunitário, a saber: Desenvolvimento de Comunidade Organização de Comunidade Ação Comunitária O  Desenvolvimento de Comunidade  surgiu na África sob a denominação de Educação das Massas, para levar as camadas mais populares a obterem sua própria autonomia. A UNESCO transformou essa educação em direito fundamental do homem, que passou a ser conhecida como Educação Fundamental, Educação Popular (França) ou Educação de Base (América), preconizando ser aquele mínimo de conhecimentos de que uma pessoa precisa, e ao qual tem direito, para participar da vida social conscientemente. Em 1948, o termo  Desenvolvimento de Comunidade  foi consagrado pela Inglaterra, conceituando-o como o movimento destinado a promover melhorias para todos com a participação ativa da própria sociedade.
Por  Organização de Comunidade  entende-se como sendo o processo que impulsiona e mantém um ajustamento progressivo e mais eficiente entre os recursos disponíveis e as necessidades de bem-estar social de uma determinada área geográfica ou unidade funcional. Enquanto que a  Ação Comunitária  pressupõe um trabalho sócio-educativo que consiste numa intervenção deliberada em determinada sociedade, através de atividades programadas em conjunto com as pessoas e instituições locais. Tem o objetivo de despertar e expandir a consciência para a percepção dos problemas e potencialidades da realidade local, sensibilizando-as para a mobilização e ação coordenada rumo à solução de questões relevantes no esforço de realização das aspirações relacionadas com a sociedade local ou com a sociedade como um todo. Assim, o processo de construção de Agenda 21, baseia-se numa filosofia social para a intervenção na sociedade, observando-se os princípios da  individualização, da autodeterminação e das decisões condensadas . De início busca-se conhecer, compreender e respeitar a ‘personalidade de cada comunidade’, no sentido de não querer encaixá-la em modelos predeterminados, sem excluir o direito de motivá-la para outros interesses; bem como oferecer-lhe instrumentos para planejamento e tomadas de decisão compartilhadas, preparando-a para assumir as responsabilidades decorrentes destas decisões, incluindo, como primeiro exercício a realização de suas próprias Conferências de construção de Agenda 21 do seu Local embora utilizando a metodologia cuidadosamente científica aqui exposta e a serviço. Todo trabalho metodológico é conduzido tendo em foco: os princípios e bases de ação para o desenvolvimento sustentável preconizados na Agenda 21 Global; o diagnóstico de percepção e as questões priorizadas, expressas e registradas pela sociedade local; a elaboração e implementação de planos de ação realistas e práticos, segundo o sentimento e a percepção dos agendeiros; e, como processo mais amplo, culminar em um programa universal a fim de que atinja suas últimas finalidades.  Todos os participantes são capacitados e qualificados pele equipe ordenadora, em: Noções de Desenvolvimento Sustentável (conceitos, princípios, histórico) Agenda 21 Global/Local (conceitos, princípios, bases para ação) Ambiência de Qualidade e Produtividade (práticas de 5 sensos e de ergonomia) Fundamentos da Qualidade em suas dimensões intrínsecas (humana/relações; atrativa/comunicação; ambiental/inter-relações; ética/conduta) Conceitos filosóficos, métodos, técnicas e procedimentos de gestão para a excelência Conceitos, princípios, técnicas, instrumentos e procedimentos de planejamento (estratégico, tático e operacional).
É utilizada uma didática cognitiva capaz de tornar possível o entendimento (o que entra no coração e na mente de todos), e ao mesmo tempo operativa capaz de tornar possível o exercício do conhecimento apreendido (o que entra na realidade de todos), num esforço de tornar o processo ensino-aprendizagem simples e fácil, por que o que é simples é fácil de conseguir. O processo de certificação dos agendeiros das CIs na competência de planejamento de construção de Agenda 21 do seu local é validado, registrado e chancelado pela UNEB, após a conclusão do exercício: Conferência realizada e Agenda 21 Local construída.  Aos agendeiros participantes da Conferência por esses planejada é conferido o Certificado de Autoria da Agenda 21 Local respectiva, também validado e chancelado pela UNEB. Os Termos de Adesão são resultantes da atração e conquista das forças da sociedade, evidência objetiva do exercício dos planejadores, durante todo o processo. No exercício de construção de Agenda 21, faz-se uso de duas  abordagens : Abordagem via processo: com ênfase na aprendizagem e nos relacionamentos Abordagem via programa: com ênfase nos procedimentos e nos resultados  Fonte: Oliveira    Oliveira, 1994 A abordagem  via processo  inicia com a atração e adesão de agendeiros. Em laboratórios de relações humanas são trabalhados princípios e valores que visam firmar uma ética de responsabilidades e a construção de vínculos necessários para estruturar os CIs locais, em sua dinâmica de atrair e acolher novos agendeiros como exercício essencial. Nessa abordagem, como foco na aprendizagem e na qualidade dos relacionamentos, a ação desenvolve-se segundo as habilidades e competências pessoais o ritmo e  dinâmica  da própria sociedade. A abordagem  via programa  acontece no momento de  intervenção racional , através da implantação do projeto de construção da Agenda 21, onde utiliza-se: do  instrumentalismo   lógico  para a mobilização, nucleação e capacitação dos CIs, com  foco em procedimentos resultados  para produzir pequenas e rápidas conquistas ao longo de todo processo.
A operacionalidade dos CIs, com a elaboração de Planos de Ação, a implantação de atividades concretas e o monitoramento dos resultados, durante todo processo, é  de fundamental importância para despertar a auto-confiança e gerar um clima de compartilhamento e confiabilidade no processo de planejamento, que explicitado através de ações que expressem algumas conquistas, permite ampliar o nível de autonomia dos CIs para saltos de qualidade em ações de maior alcance, abrangência e complexidade.  Os diagnósticos são realizados   a partir da percepção dos agendeiros, das potencialidades e fragilidades do ambiente interno; e das ameaças e oportunidades do ambiente externo (metodologia de análise  SWOT) . A análise de cenário é realizada através de uma matriz de decisão simplificada, a partir das variáveis que interferem nos fatores críticos de sucesso para a missão por todos definida. A identificação desses fatores tem se apresentado como excelente instrumento de diagnóstico e planejamento, para se chegar a um consenso em relação à declaração da missão de um determinado empreendimento (que deve ser clara, objetiva, realizável e mensurável) e às atividades que serão necessárias para alcançá-la, uma vez que: ajuda a identificar e priorizar as principais ações de forma positiva e cooperativa; e permite estabelecer um vínculo entre a missão e o plano de ação a ser implementado. Este é um momento de explorar todas as variáveis envolvidas e selecionar as críticas, para a definição de habilidades e estratégias necessárias para o sucesso do empreendimento
ROTEIRO DA OFICINA DE  PLANEJAMENTO Passo nº 1:  LOCALIZAÇÃO ESPACIAL Onde estamos Onde vivemos Passo nº 2:  HISTÓRICO DA IDENTIDADE Quem somos Quantos somos O que produzimos Como vivemos Passo nº 3:  PROPÓSITO Qual a nossa visão/nossa meta Passo nº 4:  CÓDIGO DE CONDUTA / COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES Qual a nossa missão Passo nº 5:  OBSERVÂNCIA Qual o nosso problema Passo nº 6:  INVESTIGAÇÃO E  ANÁLISE Quais as causas do nosso problema Passo nº 7:  DIAGNÓSTICO DE PERCEPÇÃO E ANÁLISE SITUACIONAL Quais nossos pontos fortes  Quais nossas oportunidades de melhorias Passo nº 8:  PLANO DE AÇÃO Como resolver o problema e atingir nossa meta (o que, para que, quem, onde, quando, quanto custa e como fazer ) Passo nº 9:  FORMAÇÃO OFICIAL DO FÓRUM DA AGENDA 21 LOCAL Apresentação dos resultados da oficina – Documento AGENDA 21 Registro do Compromisso de sua implementação Assinaturas dos Termos de Adesão Entrega dos Certificados dos Planejadores Locais  Passo nº10:  AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO Quanto do planejado foi realizado Quais os resultados (indicadores de qualidade e de participação) Quais as dificuldades encontradas Quais as proposições  Fonte: Oliveira    Oliveira, 1994
O modelo utilizado para construção de Agenda 21 não comporta teses excludentes, contrárias ou contraditórias, uma vez que propõe a integração de dados e relações sutis; e, visa embasar transformações e desenvolver a prática do planejamento estratégico de forma flexível, dinâmica e adaptativa, no intento de apresentar, em tempo hábil (JÁ), propostas que venham a evitar que se dê caráter emergencial a situações perfeitamente previsíveis.  Segue a orientação da busca de oportunidades inovativas, posto que é  fruto de um fazer de novo, continuado, que conduz à espiral da melhoria contínua, ao mesmo tempo que focaliza o processo de tomada de decisões compartilhadas através do difícil exercício do consenso. Adotamos o  Modelo de Gestão pela Qualidade Total -  uma adaptação do  Modelo de   Harvard  - para a definição da MISSÃO (objetivos e metas) dos Centros de Inteligência Local, através de construção individual e por consenso; a realização do DIAGNÓSTICO situacional da região com relação a cada linha estratégica priorizada pelos planejadores locais, com a identificação de pontos fortes e oportunidades de melhorias; a identificação das principais CAUSAS dos PROBLEMAS; o estabelecimento de METAS para cada linha estratégica; e, elaboração dos PLANOS DE AÇÃO, definindo o que, quando, quem, onde, como, por que e com que recursos. Adaptamos o  Sistema de Gerenciamento Pelas Diretrizes,  prevendo os processos de ajustes e negociação ( catch ball ) no desdobramento das diretrizes globais (linhas estratégicas/macro medidas) em diretrizes setoriais (metas e medidas setoriais), imprimindo um  Incrementalismo Lógico  ao planejamento, tendo em mira a sua implementação. Visando manter o foco necessário ao planejamento estratégico, e considerando a complexidade que comporta a priorização das linhas estratégicas, em função das diferentes visões e percepções das questões pelos diversos agentes participantes do processo, recorremos ao sistema de escolha individual por voto, buscando-se através da  Negociação Estratégica  a validação da seleção em plenária.
 
CICLOS METODOLÓGIC0S PARA O DESENVOLVIMENTO DE AGENDAS 21  REGIONAIS/LOCAIS  E DINÂMICA PARTICIPATIVA  (QUEM) (COMO) Este  Plano  se desvendará, em 4 (quatro) ciclos, didática e cientificamente trabalhados com as Comunidades Regionais/Locais: (I)  P lanejamento ; (II)  Desenvolvimento ; (III)  C ontrole ; e (IV)  A ções  Proativas. “ O Planejamento deveria começar pela análise das necessidades do homem e pelo exame de como suprí-las de forma eficiente e eqüitativa”. UICN, PNUMA e WKF - “ Cuidando do Planeta Terra” No ciclo (I) que ora denominamos  Planejamento Estratégico Comunitário , a equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21, trabalhará com as comunidades no sentido: de expandir os princípios, diretrizes e objetivos da Agenda 21 a nível nacional e estadual; e, de identificar e priorizar “a priori” (auto-diagnóstico) as principais questões sócio-econômico-ambientais regionais/locais (riscos e oportunidades). Esse ciclo intenta fomentar uma reflexão sobre a qualidade sócio-econômico-ambiental da região, numa visão de futuro (visão de sucesso), vital para construção de Planos de Ação Comunitários (Agenda 21 Regional/Local ). Esses Planos (macro medidas) deverão representar as diretrizes para um Pacto de Conduta Sócio Ambiental (Termos de Adesão) e deverão ser desdobrados em Planos Setoriais para o desenvolvimento sustentável regional/local.
ESTRATÉGIA METODOLÓGICA:  articulação e mobilização de pessoas, a nível regional/local, para participar da realização de “ Conferência de Planejamento Estratégico para construção da Agenda 21”  ( workshop - 3 dias ). RECURSOS: equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21 (instrutores); material de divulgação e mobilização (folders, cartazes, cartilhas); material didático (retroprojetor, transparências, cadernos de planejamento estratégico, etc); apoio logístico (diárias, passagens, alimentação, hospedagens, etc.). PRODUTOS/RESULTADOS:   Diagnóstico de Percepção Comunitária (Auto-Diagnóstico)  das principais questões sócio-econômico-ambientais regionais/locais; definição de  metas;  elaboração de  Plano de Ação  Estratégico  para o desenvolvimento sustentável -  Agenda 21 Regional/Local. Nesse ciclo, a comunidade elegerá Fórum de Desenvolvimento Sustentável – FDS regionais/locais (representantes dos setores que compõem o cenário social - públicos, privados e comunitários), para implementação e controle das ações propostas na  Agenda 21 Regional/Local  construída .  Esses representantes fóruns) atuarão, também, como facilitadores e multiplicadores de todo processo de gestão estratégica para o desenvolvimento sustentável, a nível regional e local. Não sabendo que era impossível, alguém foi lá e fez! Dito popular
No ciclo (II) a que denominamos  Desenvolvimento Estratégico Comunitário , buscar-se-á nivelar conhecimentos, através de  capacitação e treinamento estratégicos  da  Comissão Agenda 21 Regional/Local , para a promoção de um ambiente de qualidade, educando e treinando em métodos e instrumentos gerenciais para se alcançar as metas traçadas, tendo em foco o cumprimento do  Plano de Ação Estratégico  da   Agenda 21 Regional/Local.   Aspectos Legais e Institucionais: acreditando que o começo da educação é a Lei, sinaliza-se a necessidade de se estudar, por todos os agentes envolvidos: noções básicas da Legislação Ambiental do País e do Estado; análise de Lei Orgânica local; coleta e análise de Planos. O Fórum Regional/Local será responsável pela consolidação, encaminhamentos, implementação e controle do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local, e atuará como agente facilitador e multiplicador na expansão dos conhecimentos construídos ao longo dos processos de capacitação e treinamento estratégicos.  ESTRATÉGIA METODOLÓGICA:  Laboratórios Técnicos Intersetoriais. de ensino aprendizagem, que representam o exercício de compartilhamento na elaboração, implementação e controle de Agenda 21 Regional/Local. Para a operacionalização do Plano de Ação  Estratégico da Agenda 21 Regional/Local , sugere-se  na implementação de Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável - RIMAS, a especial atenção aos seguintes aspectos:
Programas de Investimentos regionais/locais. Esses estudos permitirão uma maior compreensão de aspectos legais e institucionais, para adequações, consolidação, viabilização e otimização do  Plano de Ação Estratégico  da   Agenda 21 Regional/Local.  Aspectos de Gestão Estratégica:   visando o desdobramento das diretrizes (macro medidas) que o  Plano de Ação Estratégico  da   Agenda 21 Regional/Local  construído apontar para a elaboração, implementação e controle de  Planos Setoriais Regionais/Locais , destaca-se   a relevância de capacitação e treinamento de caráter gerencial, dos membros das comissões regionais/locais,  em métodos, técnicas e instrumentos de Legislação Ambiental e Sistema de Gestão Ambiental no ambiente da Qualidade Total, em especial os instrumentos de planejamento, educação, avaliação de impactos e auditorias ambientais.  RECURSOS:  equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21 (instrutores) e comissão regional/local (implementadores/multiplicadores); material didático (retroprojetor, transparências, etc); apoio logístico (diárias, passagens, alimentação, hospedagens, etc.). PRODUTOS/RESULTADOS:   Avaliação e Consolidação da  Agenda 21 Regional/Local;  desdobramento das diretrizes (macro medidas) e elaboração de  Planos de Ação Setoriais;  e, implementação das medidas propostas nos Planos Setoriais, conforme o planejado. “ O que merece ser feito, merece ser bem feito! ” Lord Chesterfield
No ciclo (III) a que denominamos  Controle Estratégico Comunitário ,  é imperativa uma auto-avaliação ( auditorias de conformidades e de procedimentos ) do  Plano da Agenda 21 Regional/Local  para: verificar a efetividade, eficiência e eficácia das ações planejadas e implementadas; e,  identificar oportunidades de melhorias em função de  Indicadores de Relevância  estabelecidos para os processos de acompanhamento e controle, evidenciados nos  Relatórios 3 Gerações. Este Plano de Ação estabelece como MACROINDICADORES de relevância:  indicadores   de   participação indicadores de qualidade  indicadores de   impactos indicadores de sustentabilidade . C
MACRO-INDICADORES SUSTENTABILIDADE QUALIDADE IMPACTOS
PARTICIPAÇÃO DEMONSTRAM O GRAU,  O NÍVEL E A QUALIDADE DAS RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E DA  PARTICIPAÇÃO  SOCIAL SUSTENTABILIDADE DEMONSTRAM O GRAU DE  UTILIZAÇÃO  CONFORME A FINALIDADE PROPOSTA E O NÍVEL DE  MANUTENÇÃO  DO EMPREENDIMENTO IMPACTO DEMONSTRAM OS  EFEITOS  SÓCIO-AMBIENTAIS E ECONÔMICOS  RESULTANTES DAS INTERVENÇÕES QUALIDADE DEMONSTRAM A  QUALIDADE  OU  PADRÃO  DAS INTERVENÇÕES Fonte: OLIVEIRA  & OLIVEIRA  MACRO-INDICADORES
PROSPECÇÃO DE INDICADORES Os indicadores das carências (necessidades), da qualidade ambiental urbana e de desenvolvimento (indicadores de sustentabilidade), constituem-se em desafiante dificuldade para os gestores/agentes públicos. Sabe-se que, por ocasião da realização de  DIAGNÓSTICOS DE PERCEPÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICO-AMBIENTAIS , tradicionalmente (e aí está o grande equívoco) o que se obtém é uma série de generalizações, a par de carências que na verdade refletem problemas estruturais, culturais e situacionais de uma determinada localidade, cidade, região e ou território. O que se observa é uma enorme dificuldade para destacar, associar e até dissociar  causa e conseqüência , de modo a que fique suficientemente claro o que deverá ser feito com vistas ao tratamento (prognósticos), no âmbito das suas reais possibilidades, daquilo a que genericamente se denomina uma  carência . ...a gente tem fome de que? ...  ...a gente tem sede de que?.... Fonte: OLIVEIRA  & OLIVEIRA
No ciclo (IV) a que denominamos  Ações Pró Ativas Comunitárias , as comissões regionais/locais, discutirão com as comunidades regionais/locais sobre a utilização de método(s) que possibilitem-nas a atuar na realidade sócio-econômica-ambiental, através da análise crítica do  Plano de Ação Estratégico  da   Agenda 21 Regional/Local,  em função dos resultados apurados nos  Relatórios 3 Gerações e em Matrizes de Auditoria por Agenda 21 , na busca da melhoria contínua da qualidade sócio-econômica-ambiental, preconizada nas  Agendas 21 Regionais/Locais. Nesse ciclo, deverão ser realizadas Auditorias por Agenda 21 e elaborados Relatórios de Reflexão e Planos de Melhorias e Expansão das Agendas 21 Regionais/Locais.
MATRIZES DA AUDITORIA  AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Fonte: Relatórios Três Gerações
MATRIZES DA AUDITORIA   Fonte: Diagnósticos . .   
MATRIZES DA AUDITORIA     
DE AUTORIA DA EQUIPE ORDENADORA APRESENTADA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE AGENDAS 21
O QUE É AGENDA 21:   É um Programa estratégico, universal e dinâmico, para alcançarmos o Desenvolvimento Sustentável no século XXI. Representa também, o roteiro de ações para o cumprimento dos compromissos assumidos por todos na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano (Rio/92), na busca de solução dos problemas locais. DIMENSÕES DA AGENDA 21:  Para construção da Agenda 21, é necessário a compreensão de suas principais dimensões: Documento principal da Conferência das Nações Unidas (Rio/92); Proposta mais consistente que existe de como alcançar o Desenvolvimento Sustentável no século XXI; Planejamento de ações, de curto e médio prazos, com visão de sucesso no futuro; Roteiro de ações  concretas, com metas, recursos e  responsabilidades definidas; Representa o poder que emana do povo. PORQUE FAZER AGENDA 21:  PRINCÍPIO Nº 1 DA DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO: “Os seres humanos estão no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentado. Têm o direito a uma vida sustentável e produtiva, em harmonia com a natureza”.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 1º , Parágrafo único. “ Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. CAPÍTULO IV  DO MEIO AMBIENTE: “ Art. 225 - Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. PARA QUE AGENDA 21:  Enquanto processo, a construção de Agenda 21 ambiciona: Garantir a expansão do nível de consciência da população sobre a sua realidade local (necessidades e potencialidades) e a relação desta com o contexto regional;  Estimular nas comunidades a organização e desenvolvimento de práticas para,  coletivamente, pensar e agir estrategicamente (equipes operativas); Criar um clima favorável para o ‘emergir’ de liderança; O empreendedorismo social; Percepção coletiva do fato essencial; Treinar lideranças locais na ação organizada, com foco em resultados; Identificar e maximizar recursos e potencialidades existentes (humanos,  materiais e institucionais);
COMO FAZER AGENDA 21:  Através da participação ativa de todos, na construção, implementação e controle de Agendas 21 local. QUEM FAZ AGENDA 21:   Forças públicas, Privadas e Comunitárias – A Sociedade Local  “ O Poder é de todos nós!  TODO PODER EMANA DO POVO QUERER É PODER! POVO É QUERER” ONDE AGENDA 21:   NO MUNDO
ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PEDAGÓGICO: Caderno e Matrizes  de Planejamento Estratégico Mandato Institucional Legal Ambiente Interno (pontos forte e frágeis) Ambiente Externo (riscos e oportunidades) Diagnóstico Estratégico  Ações Estratégicas Plano de Ação Estratégico para Agenda 21 Princípios e Diretrizes Folder Interativo Caderno e Matrizes de Auditoria da Qualidade Ambiental por Agenda 21 Transparências e Data Shows de: Desenvolvimento Sustentável (histórico e Conceitos); Agenda 21 (Histórico, definições estratégicas, bases para ação, dimensões); Direito Ambiental (noções): Planejamento, Gestão e Qualidade (Conceitos, Métodos, Instrumentos, Procedimentos e Práticas) Cartazes e cartazetes de mobilização
CRONOGRAMA DE TRABALHO DA EQUIPE ORDENADORA
ORDENADORAS AGENDA 21: Belª Celina Alda de Oliveira Fonseca Engª Rita de Cássia Couto Oliveira Drª Geralice Guimarães Barbosa Admª Nadja Maria Couto Oliveira Técnica Taiane de Oliveira Fonseca
ORGANIZADORES UNEB – PROEX  PRÓ - REITORIA DE EXTENSÃO Celina Alda de Oliveira Fonseca Ordenadora Ambiental Agenda 21

Programa Agenda 21 de Itapuã

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  • 2.
  • 3.
    “ Todosos dias são iguais Tudo depende da energia da gente”
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    CARA DO GRUPOJESUS CRISTO; DIVERSIDADE; VIDA; GESTÃO; COOPERAÇÃO MÚTUA; UNIÃO; HONESTIDADE; DETERMINAÇÃO; INTEGRAÇÃO; FÉ; ESPERANÇA; CONSCIÊNCIA; DINAMISMO; PERSISTÊNCIA; INFORMAÇÃO; AMOR; DEDICAÇÃO; FRATERNIDADE; FORÇA DE VONTADE; CUIDADO E PRESERVAÇÃO; MEIO AMBIENTE; SOLIDARIEDADE; RESPIRAÇÃO; COMEÇO; MUDANÇA; TRANSPARÊNCIA; SUCESSO; HARMONIA; COLABORAÇÃO; UNIDADE; CONTROLE DA NATALIDADE; SEGURANÇA; VITÓRIA; DETERMINAÇÃO; REEDUCAÇÃO MENTAL; PAZ; FUTURO; LIBERDADE; ITAPUÃ; CORAGEM; SONHO; EQUIPE; FORÇA; TRABALHO; MOVIMENTO; SEGURANÇA; COMPANHEIRO; PROSPERIDADE; CARINHO; TRANSFORMADORES; UNIÃO E FORÇA; PARTICIPAÇÃO; SABEDORIA; COMUNIDADE; CONSCIENTIZAÇÃO; ECOLOGIA; VONTADE; PAZ; CAMINHOS; SINCERIDADE; RESPEITO AO PRÓXIMO; CRIANÇA; NOVIDADE; EXPECTATIVA; ENVOLVIMENTO; SOCIALIZAÇÃO; TRANSFORMADORES; NATUREZA; AMOR; COMUNHÃO; POVO; HUMILDADE; MANSIDÃO; PARCERIA; FUTURO; BELEZA; LÓGICA; RESPONSABILIDADE; COMPROMISSO; APRENDIZES; REFLEXÃO; SOLUÇÃO; COMPREENSÃO; MULHER; SOBREVIVÊNCIA; BACANA; PARTICIPAÇÃO; OTIMISTAS; RESPONSABILIDADE SOCIAL; ÉTICA; FOME ; MORAL , VERDADE; DEUS
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    APRESENTAÇÃO Texto Um mundo para mim Thais Cristina Vieira dos Santos – 10 anos Será que o meio ambiente é só os animais e plantas? Ou também são as pessoas?. Porque para mim o meio ambiente é o mundo todo, por isso quando se fala em: proteção ao meio ambiente, também significa proteger as pessoas das próprias pessoas que praticam algum tipo de violência, até porque se nós não nos preservarmos nós os seres humanos vamos acabar, nossa espécie vai entrar em extinção; e então eu pergunto: - Qual o mundo que vocês vão deixar para mim? Vai ser um mundo todo poluído sem florestas, educação e respeito ou vai ser um mundo onde as pessoas se respeitem e não haja violência? E porque só se fala que quando a minha geração crescer que o mundo vai melhorar? Por que vocês adultos não fazem isso agora? Pra que o terrorismo, a guerra, o massacre as crianças, aos mendigos, aos idosos, aos trabalhadores, aonde isso vai levar? O mundo está sendo destruído e ninguém percebeu Para mim basta vou mudar ! Sabe por que? Porque eu sei o que vocês querem Vocês querem ser felizes Não perca tempo chorando Não perca tempo choramingando Não é assim que vocês passarão por cima das dificuldades, muitas existem. Têm muitos que choram e agindo assim perdem tanto tempo Mas tem muitos que são felizes Não tenha medo de nada Vocês são capazes de conseguir O tempo é muito rápido Não sejam como brancas nuvens, que passam sem deixar marcas.
  • 6.
    Deixem suas marcasOs pássaros passam nem lembramos deles Vocês tem que marcar O governo até ajuda Só ajuda Vocês tem obrigação de cumprir o seu papel Se vocês perderem tempo Sabe o que acontece O mundo passa Não dá tempo de ser feliz Muitos sonham, mas só sonham mas poucos realizam mas o importante é que vocês vivam e sejam felizes. Vivam e sejam felizes!
  • 7.
    INTRODUÇÃO “ O maior desafio da Agenda 21 Brasileira é internalizar nas políticas públicas do país os valores e princípios do desenvolvimento sustentável . Esta é uma meta a ser atingida no mais breve prazo possível. A chave do sucesso da Agenda 21 Brasileira reside na co-responsabilidade, solidariedade e integração desenvolvidas por toda a sociedade ao longo de sua construção. O mais próximo desafio é implementá-la, para que o Brasil alcance novo padrão civilizatório em um contexto mundial de profundas transformações.” Fernando Henrique Cardoso Presidente da República Federativa do Brasil O Desenvolvimento Sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades...”. Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1987 Relatório Brundtland A inserção de temática ambiental no conceito de Desenvolvimento Econômico constituiu uma contribuição da maior importância. De um lado, propiciou a focalização adequada dos objetivos da discussão ambiental, colocando o homem como meta, centro das questões, e, por outro lado, completou o conceito de desenvolvimento econômico ao incorporar o Meio Ambiente como um de seus conteúdos chave.
  • 8.
    RELATÓRIO BRUNDTLAND Frutode uma comissão de 21 países, criada em 1983, na esteira das resoluções da conferência de Estocolmo 1972 o documento intitulado Nosso Futuro Comum apresenta as seguintes definições: Pág.9 – “ Atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras também atenderem as suas”: Pág.10 –“ É um processo de mudança no qual a explosão dos recursos, a orientação dos investimentos, os rumos dos desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional estão de acordo com as necessidades atuais e futuras”: Pág.46 – “ É um desenvolvimento que mantém possíveis as opções futuras”: Pág.53 – “ É uma correção, uma retomada do crescimento alterando a qualidade do desenvolvimento”: Pág.56 – “ É uma correção no teor do crescimento, afim de torná-lo menos intensivo de matéria prima e mais equilativo de seu impacto. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
  • 9.
    CLUBE DE ROMA– INÍCIO DOS ANOS 70 Lançamento do livro – Limites do Crescimento – onde se prevê o esgotamento das principais reservas de matéria prima, o crescimento populacional acelerado e o agravamento dos problemas ambientais. Propõem como solução o crescimento zero. CONFERÊNCIA DE FUNEX – SUIÇA Reunião preparatória à Conferência de Estocolmo, surge o termo ECODESENVOLVIMENTO – Tem por princípio o desenvolvimento baseado nas potencialidades de cada ecossistema, com ecotécnicas apropriadas a populações locais, na participação das populações locais, na redução do desperdício e na reciclagem de resíduos. UNIÃO INTERNACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA – IUCN – 1980 Desenvolvimento sustentado definido como “ o processo de mudança no qual a exploração dos recursos, o ridirecionamento dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e as mudanças institucionais se dirigem à satisfação das necessidades, das gerações presentes sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras satisfazerem as suas”. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
  • 10.
  • 11.
    SÍNTESE CONSTITUIÇÃO ORDENADADO FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AGENDA 21 ITAPUÃ Legenda CE CE CE CE CE C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L GG GA GA GA GA GA GA GA GA GA = GESTÃO GERAL GG = GESTÃO ADJUNTA GA = COORDENAÇÃO ESPECIAL CE SECRETARIA GERAL TESOURARIA MARKETING EVENTOS RELAÇÕES PÚBLICAS RECURSOS HUMANOS CAPTAÇÃO DE RECURSOS ASSESSORIA JURÍDICA AUDITORIA INTERNA ASSENTAMENTOS HUMANOS MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO = COORDENAÇÃO GERAL CG
  • 12.
    QUEM SOMOS Somospessoas atentas ao Desenvolvimento Sustentável e as reconstruções reflexo das nossas escolhas por uma lagoa do Abaeté que viva sempre ; salvadores do Abaeté, somos pessoas contribuintes de uma vida melhor; transformadores do futuro do mundo; partícula da criação do futuro; imigrantes de uma jornada; expectadores atentos a mudanças que querem um começo de mundo melhor ; colaboradores; descentes; em união; grupo comunitário, policia cidadã, guardiãs da vida de todos e protetores dos sariguês . Somos capazes de vencer; sabemos como viver num planeta doente e que precisa de socorro. somos frutos que nascem, crescem, envelhecem e morrem; somos a vida; após a participação da agenda 21 de Itapuã viramos defensores do meio ambiente; construtores de ideais e executadores; sementes que darão muitos frutos; pessoas capazes de ajudar a salvar o mundo para também garantir a nossa sobrevivência. somos formiguinhas operárias; seres humanos sofridos com evolução desenfreada do próprio homem; instrumentos de mudança; poderosos porque somos filhos de Deus; ordenadores e pesquisadores a serviço de uma busca melhor; o sal da terra; convenção, dedicação, trabalho, prioridade, ajudantes da natureza; descuidados ambientalmente; atuantes; cooperadores; comunicativos; conscientes do turismo sustentado e da necessidade de uma vida melhor; uma teia toda interligada; integrante do meio; predadores mas com capacidade de reconstruir. Somos crianças; o amor que ama sem esperar ser amado, que da sem esperar receber; filhos da terra e do céu de Itapuã; uma comunidade em conjunto; pessoas importantes comprometidas com a preservação do meio ambiente; um grupo de pessoas tentando melhorar e capazes de mudar o meio em que vivemos; cidadãos de Itapuã do Brasil e do mundo; responsáveis pela natureza; um sorriso sob o mar; o poder que emana do povo; construtores e destruidores do mundo; o meio ambiente como um todo; altruísmo e espiritualidade; um ser coletivo pensante que pode transformar o mundo; motivadores, agradáveis, atraentes; artistas; guerreiros; comunidade sustentável; entrepostos da história na busca de reeducação mental para agradecer e corrigir os erros dos antepassados e dar exemplos a nós mesmos; partículas do criador; uma comunidade em formação; pessoas comuns de consciência; multiplicadores solidários do processo; baianas; capazes de conquistar e prosperar; cidadãos em busca de união; semente do bem pro bem; seres capazes de se sensibilizar; somos o retrato do amanhã; a violência do dia a dia, o caminho da paz; tudo de bom; inocentes, insensatos e ignorantes; pequeninos grãos de areia que juntos poderemos transformar grandes dunas; um processo em andamento e não temos mais tempo de voltar; patrimônio e cultura da Bahia; paz e amor para um mundo melhor; ondas do oceano; participativo integrante; natureza; espírito de luz.
  • 13.
    ONDE ESTAMOS Estamosna Conferência da Agenda 21 Itapuã, no umbigo de salvador; lugar abençoado; um mundo onde não há nada; desigual; onde podemos nos concentrar sem ser perturbados; um espaço onde abriga e acolhe a todos como irmãos, almas que buscam solução; um ninho para toda comunidade com saúde e alegria para todos; parque ecológico; em harmonia homem e natureza visando o desenvolvimento sustentável para Itapuã e região. estamos no mundo e precisamos lutar por ele agora antes que seja tarde demais; no lugar de preservação de sariguês; se o que restou é assim tão belo imagine quando era somente a natureza; estamos na nave mãe de Itapuã; amor verdadeiro, contraste em que a paz predomina num ambiente sem segurança, paraíso da natureza, abençoado por Deus que deve ser preservado e pode ser salvo; entre o caos e a oitava maravilha, o atraso e o Desenvolvimento Sustentável; em uma região formidável que tem muitas coisas boas que merecem ser preservadas; ligados da praia do Flamengo à areia branca e com potencial turístico. estamos em Itapuã um lugar bom para morar e tranqüilo de viver; no meio da diversidade, da mistura racial e social; no bairro da paz, lugar pobre, com gente nas ruas, passando fome agora; numa das últimas remanescentes da mata atlântica; um lugar lindo que pode ser maravilhoso que os índios vivenciaram com consciência plena dos nossos desequilíbrio e desigualdades; paraíso de contrates e harmonia cultural; lugar carente; região rica de beleza e repleta de contrastes. Itapuã, pedra que ronca, beleza rara; área de grande complexidade e responsabilidade para o meio ambiente devido as suas reservas e a orla litorânea; num lugar que só tem coisas boas como: amor, carinho, união e paixão; no ronco da pedra aparo as arestas escancaro as frestas com o coração em festa. grito! este mundo presta.
  • 14.
    NOSSA MISSÃO Nossamissão é, por merecimento, reeducarmo-nos mentalmente na informação e na busca do equilíbrio do homem com a ecologia e com o melhor da vida, visando solução para todos, para nossos filhos, nossa família, irmãos e irmãs, de modo sustentável e aprender a implementar a agenda 21, compreender o que ela faz e porque ela existe, e assim participar e trabalhar por ela, acreditando que somos capazes de construir um mundo mais justo e melhor através da unidade da proposta do Desenvolvimento Sustentável em Itapuã, nosso bairro, que promove com a seriedade das pessoas o meio ambiente em todas as áreas. É nossa missão ainda construir o documento de todas as gerações, respeitando a nós mesmos e nossa capacidade de preservar inclusive as pessoas que tem o direito de ir e vir e querem transformar as suas realidades sem estar alheios aos problemas que navegam nesse mar de cidadania e assim, melhorar enquanto pessoas naturais que gostam de estar aqui neste mundo maravilhoso, que se integram discutindo a busca de harmonia do homem com a natureza e sua saúde, no resgate de preservação histórica e cultural, buscando crescimento coletivo destas comunidades que acreditam que unindo forças podem realizar mais rapidamente nossos sonhos de viver num lugar bom que cuida com carinho da nossa fauna e flora por amor ao próximo.
  • 15.
  • 16.
    AUDITORES DO PROCESSODE PRIORIZAÇÃO DOS PROBLEMAS/VOTOS AMADEU ALVES RIBEIRO FILHO – GESTOR GERAL ADRIAN MACHADO VAN DEUSEN – GESTOR ADJUNTO D.R.O. SANDRO OLIVEIRA ORTINS – COORDENADOR DE SENSIBILIZAÇÃO/GESTOR ADJUNTO NADJA MARIA COUTO OLIVEIRA – ORDENADORA CELSO SILVEIRA DE ARAÛJO – 1º TESOUREIRO NIVALDA ALVES BENCLAIR – COORDENAÇÃO DA CENTRAL AGENDA 21 CELINA ALDA DE OLIVEIRA FONSECA – ORDENADORA JORGE LOPES DOS SANTOS – CENTRAL DIVULGAÇÃO
  • 17.
    GRÁFICO PRIORIZAÇÃO DOSPROBLEMAS 229 VOTOS 39% 15% 12% 8% 8% 7% 6% 5% 0% 0% ASSENTAMENTO HUMANO MEIO AMBIENTE ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO RECURSOS HIDRICOS SAÚDE HUMANA INFÄNCIA E JUVENTUDE ONG COMÉRCIO
  • 18.
    PROBLEMAS PRIORIZADOS 229VOTOS 47% 18% 15% 10% 10% ASSENTAMENTO HUMANO MEIO AMBIENTE ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO POBREZA LIXO E ESGOTO
  • 19.
  • 20.
    CAUSAS – ASSENTAMENTOHUMANO Falta de centro comunitário para integração social e cultural Infra-estrutura e transporte Segurança Conscientização
  • 21.
    PRIORIZAÇÃO DAS CAUSASDO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA ASSENTAMENTO HUMANO FALTA SEGURANÇA FALTA DE INFRA-ESTRUTURA E TRANSPORTE FALTA DE CENTRO COMUNITÁRIO PARA INTEGRAÇÃO SÓCIO-CULTURAL FALTA CONSCIENTIZAÇÃO
  • 22.
    META – ASSENTAMENTOHUMANO Construir projetos de assentamento humano completo para o Desenvolvimento Sustentável evolutivo social e familiar do homem e da natureza, com respeito a dignidade e natureza humana, pensando infra-estrutura, moradia (conjunto habitacionais com casas amplas e dignas no lugar de favelas), saneamento básico, lazer completo (espaços culturais, comércio da cultura, lazer para crianças, adultos e idosos), segurança ( aparelhada, policia apta a se relacionar com o meio e os seres humanos, reeducando os não aptos), transporte (qualidade e quantidade 24 horas), implantação de creches, escolas, universidades e linhas de ligação do campo para a cidade. Tudo isso deve ser feito com estudos de impactos ambientais seguros para a melhoria geral do meio, frutificando como um exército da paz.
  • 23.
    DIAGNÓSTICO - ASSENTAMENTOHUMANO Reeducação mental dos vários segmentos da sociedade Ordenamento das ocupações desordenadas Revitalização e ordenamento do comércio Melhoramento do relacionamento das instituições de segurança das comunidades Construções de postos de saúde e hospitais Fortalecimento das áreas de arte, cultura e lazer Construção de universidades Rádios (integração com as comunidades) Destinação dos presos amontoados nas delegacias dos bairros da AR-X Melhoramento da recuperação da orla marítima Melhoramento no atendimento das barracas de praia Criação de parceria de Instituições públicas e privadas Melhoramento do saneamento básico Cadastramento dos imóveis irregulares Melhorias nos serviços de transporte com criação de novas linhas, inclusive com serviços 24h com segurança ONG’s Postos de gasolina Feiras livres Supermercados Hotéis Bancos Casas e condomínios Parque do Abaeté Lagoas Conjuntos Residenciais Praças Associações de Moradores Colônia de Pescadores Rios Motéis Turismo Bares Comércio diversificado Restaurantes Natureza Exuberante Oficinas Mecânicas Praias Boates Parque de Exposições Parque de Diversões Exército/Base Aérea Cursos Profissionalizantes CEASA Indústrias Quadra de Esporte OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 24.
    DIAGNÓSTICO - ASSENTAMENTOHUMANO CONTINUAÇÃO Shoppings Cultos religiosos, filosóficos e científicos AR-X Academias Agricultura, Fazendas Baianas Rios Área para construção de um horto (plantas de restinga) PMS/SPJ Recursos Hídricos Instituição ou grupos de fiscalização Conselho de segurança Grupos culturais Pastoral da Criança Rádios Aeroporto Infraero Clubes Instituições de ensino Farol Policiamento/Delegacias Instituições de saúde Estação de ônibus Criação de Creches Públicas para crianças de 0 a 6 anos Fiscalização das empresas responsáveis pelos estudos de impactos ambientais Instituição da Agenda 21como articuladora de ações junto aos conselhos de segurança existentes na AR-X Conservação e preservação das áreas públicas Construção de moradias para população carente. OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 25.
    PLANO DE AÇÃOLocalidade (onde): RA – X ITAPUÃ Problema (Por que): ASSENTAMENTO HUMANO Meta (Para que): CONSTRUIR CONJUNTOS HABITACIONAIS COM INFRA-ESTRUTURA E SANEAMENTO BÁSICO EM SUBSTITUIÇÃO A FAVELAS MELHORAR A INFRA-ESTRUTURA URBANA, RURAL E MARITIMA EXIGIR O CUMPRIMENTO DAS LEIS DO CÓDIGO DO MEIO AMBIENTE IMPLANTAR ÁREAS E EQUIPAMENTOS DE LAZER IMPLEMENTAR, EXPANDIR E HUMANIZAR A SEGURANÇA PÚBLICA CRIAR ESTAÇÃO DE TRANSBORDO ATRAVÉS DA CRIAÇÃO DE NORMA DO CONSELHO. CONSELHOS DE BAIRROS ORDENAR OCUPAÇÃO ESPACIAL QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 26.
    PLANO DE AÇÃO- CONTINUAÇÃO ASSENTAMENTO HUMANO REVITALIZAR E ORENAR A ESTRUTURA VIARIA, TERRESTRE E MARITIMA CRIAR CONSELHO COMUNITÁRIO CADASTRAR E REGULARIZAR IMÓVEIS PARA LIBERAÇÃO DE ESCRITURAS CONSTRUIR MAIS ESCOLAS, CRECHES E UNIVERSIDADES CRIAR UM CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA FORMAÇÃO DO CIDADÃO ECOLÓGICO CONSELHO DE BAIRRO COBRAR A EXECUÇÃO DAS PROPOSTAS RELATIVAS AO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO SEMINÁRIOS, WORKSHOPPIN, PROJETOS SOCIAIS DESENVOLVER TRABALHOS DE REEDUCAÇÃO MENTAL COMUNIDADE CRIAR POLÍTICAS PÚBLICAS QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 27.
  • 28.
    CAUSAS – MEIOAMBIENTE Falta de fiscalização da APA do Abaeté e a criação de um conselho gestor para mesma e um conselho do meio ambiente para todas as comunidades da AR-X Falta conscientização das pessoas, em relação a preservação do meio ambiente com um todo Falta comprometimento e competência dos órgãos públicos para fazer com que as leis sejam cumpridas. Falta política pública para combater a especulação imobiliária, a degradação das dunas, a pesca predatória, e a violência de um modo geral as pessoas e ao meio ambiente na AR-X.
  • 29.
    PRIORIZAÇÃO DAS CAUSASDO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA MEIO AMBIENTE FALTA DE EDUCAÇÃO FALTA FISCALIZAÇÃO FALTA CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS FALTA COMPROMETIMENTO E COMPETÊNCIA DOS ORGÃOS PÚBLICOS
  • 30.
    META – MEIOAMBIENTE Esperamos que em 2006 o meio ambiente social, político, econômico e cultural,encontre unidas as pessoas que tem o compromisso e consciência de preservar sem maltratar os seus recursos e que os órgãos competentes ensinem à população os seus conceitos socializando a informação para que possamos tomar atitudes a exemplo de cuidar da lagoa do Abaeté. esperamos que se crie mais eventos culturais de limpeza do meio ambiente e arborização em sua defesa, valorizando e fiscalizando, recuperando e salvando a vida silvestre e com esses cuidos, no mínimo, 50% do Rio Jaguaribe e outros rios locais entrem em processo de despoluição e tratamento e que no futuro próximo todas as pessoas se respeitem entre si com reeducação mental e possamos viver de modo justo onde todos saiam gratificados com a coleta seletiva de lixo, reciclagem, purificação do ar, rios e mares. e nesse passo os homens não utilizem agrotóxicos em nossos alimentos para que vivamos com saúde de tal forma que possibilite em vida fazer algo pelo nosso cemitério local, em respeito aos nossos antepassados e com isto possa fazer desta ultima morada mais uma atração turística .
  • 31.
    DIAGNÓSTICO – MEIOAMBIENTE Outros comerciantes Outras escolas Outros moradores Petrobrás Hotel Sofreu/Catussaba SEMARH/CRA/Comissão de Meio Ambiente Infraero Casa do Samba Associação Clube do Rock e outras Barraqueiros de praia Outras bandas COELBA TELEMAR Hiperideal/Bompreço Cira e outras baianas de acarajé Shopping Itapuã Postos de gasolina SESC Petroclube Nova Schin Prefeitura (João Henrique) Associação de taxista/AMA Jaguaribe CREA Nativo SESI Projeto sariguê GMI Polícia Militar ONG Jogue Limpo Casa dos Concursos Hotel Praia da Sereia Empresa Host. OH 2 Água tratada OH 2 Liguori Agenda 21 Banda Scambo Padaria Pão do Sabor, Flor do Abaeté e Lanche.com Malê-de-Balê Pastoral da Criança AMI Depósito São Jorge Associação de Baianas de Acarajé Grupo JEA Jovem Estudante no Meio Ambiente OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 32.
    DIAGNÓSTICO – MEIOAMBIENTE CONTINUAÇÃO 19º B.C Condomínio de Stella, Aleluia Milênium Insinuante Madereiras Escola de Capoeira Mutação, Vadiação,Camujêre e Naioco ONGBENDENGÓ Circo Picolino EBDA Escola Rotary, Lomanto Jr, Manuel Lisboa, UNEB Igreja Paróquia Itapuã Jôrei Center Instituição de Candomblé Parque Metropolitano do Abaeté CONDER (Marcos Aroucha)/SESP/AR – X/ Espaço Verde/Exercíto/Aeronáutica/PauBrasil Ganhadeiras de Itapuã Colônia de Pesca Esquilo Conseg Galera do Mar Rádios Sereia/Atalaia/Dunas Avançar Associações de Moradores Agricultura Natural Amigos da Baleia OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 33.
    PLANO DE AÇÃOLocalidade (onde: RA X - ITAPUÃ Problema (Por que): MEIO AMBIENTE Meta (Para que): FORMAÇÃO DE UM CONSELHO DE ENTDADES AMBIENTAIS DESPOLUIÇÃO DAS PRAIAS REALIZAR PALESTRAS, FAZER COLETA COLETIVA CONSTRUIR PARQUES ARBORIZADOS DISCIPLINAR A EDUCAÇÃO AMBIENTAL, REALIZAR PROJETOS PARA PRESERVAÇÃO DAS PRAIAS E PRESERVAÇÃO DA LAGOA DO ABAETÉ FISCALIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS AUMENTAR OS PASSEIOS ECOLÓGICOS NAS ESCOLAS, PRESERVAR AS ESCOLAS CONSCIENTIZAR AS PESSOAS DE QUE TAMBÉM FAZEMOS PARTE DO MEIO AMBIENTE QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 34.
    PLANO DE AÇÃOCONTINUAÇÃO MEIO AMBIENTE CAMPANHA DE VONTULARIADO PARA LIMPEZA URBANA COMO TAMBÉM CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS PARA DAR UM DESTINO ADEQUADO AO LIXO DOMÉSTICO PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE NA ADM DO PARQUE M. ABAETÉ COBRANDO POLÍTICAS AMBIENTAIS C/ FISCALIZAÇÃO E MONITORAMENTO SOLICITAR AOS ÓRGÃOS PÚBLICOS CONTRATAÇÃO DE MAIS GARIS CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELETRICA E ÁGUA BUSCAR PARCERIAS COM EMPRESAS DE RECICLAGEM ATIVAR UM 0800 PARA DENUNCIAR ACUMULOS DE LIXO E ENTULHOS EM LOCAIS CONTROLE DA EXPANSÃO IMOBILIÁRIA NAS ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FORMAÇÃO DO CONSELHO GESTOR DA APA PARA PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 35.
    PLANO DE AÇÃOCONTINUAÇÃO MEIO AMBIENTE FAZER UM PROGRAMA DE GESTÃO DA APA DO ABAETÉ INTEGRADO. QUESTÕES AMBIENTAIS, SOCIAIS E CULTURAL AUMENTAR A QUANTIDADE DE CESTOS DE LIXO EM TODA AR-X FORMULAÇÃO DE POLITICAS PÚBLICAS RELACIONADAS AO MEIO AMBIENTE APLICAÇÃO DAS LEIS CONTRA POLUIÇÃO DE MARES, RIOS E LAGOAS DA AR-X GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA ATRAVÉS DA RECICLAGEM FORMAÇÃO DE CURSOS SOBRE O MEIO AMBIENTE REFLORESTAR AS MARGENS DOS LENÇÓIS DAS ÁGUAS DA AR-X RECUPERAR AS ÁREAS EM SITUAÇÃO EM RISCO COM PROBLEMAS DE MORADIA( SAÚDE, LIXO, ESGOTO) DA AR-X QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 36.
  • 37.
    CAUSAS – ENSINOE CONSCIENTIZAÇÃO Falta investimento na estrutura educacional e mais escolas Falta infra- estrutura para as organizações comunitárias Falta formação diferenciada para profissionais da educação em Itapuã Falta respeito e dignidade por nossos políticos na implementação das políticas públicas de educação.
  • 38.
    PRIORIZAÇÃO DAS CAUSASDO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA EDUCAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO FALTA INVESTIMENTO NA ESTRUTURA EDUCACIONAL E MAIS ESCOLAS FALTA RESPEITO E DIGNIDADE POR NOSSOS POLÍTICOS NA IMPLEMENTAÇAO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO, FALTA INFRA ESTRUTURA PARA AS ORGANIZAÇOES COMUNITARIAS FALTA FORMAÇÃO DIFERENCIADA PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO EM ITAPUA
  • 39.
    META – ENSINOE CONSCIENTIZAÇÃO A nossa meta é nos reconhecermos como sociedade de identidade cultural instituída pela agenda 21 descortinando forças através da reeducação mental para ate 2006 planejar e executar ações que busquem ensino diferenciado com qualidade, conscientização e treinamento para todos na regional Itapuã e assim valorizar a cultura local.
  • 40.
    DIAGNÓSTICO – ENSINOE CONSCIENTIZAÇÃO Associações e centros comunitários Investimento na área cultural Apoio na criação de Ong’s , associações, sindicatos Construção de mais escolas Construção de Centro Eco cultural Inclusão na grade curricular do ensino médio, fundamental e superior, em todas as unidades, as matérias: ética e meio ambiente Obrigatoriedade no ensino médio e fundamental da lei 10.6/9 Universidade Federal da Bahia (FFCH) Buscas através da SESP e da CONDER (parcerias visando facilitar a realização dos nossos eventos culturais) Fazer parceria com a prefeitura e seus órgãos competentes junto à Pastoral da criança para identificar as comunidades carentes e ajuda-las de acordo com suas necessidades Malê – de-Balê Esportes para todos na R – X SESC Quadras poli esportivas Comunidade de investigação – uma educação para o pensar Projetos educativos, profissionalizantes escolas Recursos Humanos Vontade ou desejo da comunidade em aprender uma arte ou profissão Qualidade e recursos humanos para se trabalhar com educação Interesse da comunidade em educação não formal Qualidade e boa vontade das pessoas Material humano Profissionais de diversas áreas da RA X a nossa disposição População a ser preparada receptiva Mecanismo legais na participação dos planejamentos pedagógicos e fiscalização nas escolas publicas Educação: Podemos contar com meio natural para implementação da criação do cidadão ecológico operador dos saberes da virtude Instituição e Associações Iniciativas das Ong´s Grupos Culturais OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 41.
    DIAGNÓSTICO – ENSINOE CONSCIENTIZAÇÃO CONTINUAÇÃO Procurar ajuda de todas as partes Instituição Empresas Parceria com Rotary Club Parceria com de Olho no Ambiente Criação e fortalecimento dos conselhos comunitários Instituições financeiras instaladoras em nossa região (bancos) Projetos sociais Hotel Softel Quatro Rodas Maior inserção das ONG”S da comunidade nas escolas, visando uma ampliação na educação Capacitar mais os professores e agentes de mudança da comunidade Promover uma maior integração da comunidade com as escolas visando um resgate cultural Trabalho de levantamento, nos próximos 2 anos, das potencialidades de recursos humanos, associações e entidades, praças culturais, visando a estrutura de um plano de ação Interagir nos planejadores pedagógicos com o conceito da Agenda 21 Participação na lavagem de Itapuã salientando os resultados da Agenda 21 Todas mídias Projetos Governamentais (Faz Universitário, Amigos da Escola, creche e outros) As campanhas, palestras e conferencia que acontecem na comunidade Grupos Sindicatos Associações de Bairros Centros Comunitários Rádios Comunitárias Clube Sociais Mobilização Comunitária Cultura Historia cultural que deve ser recuperada Manancial Artístico e Cultural Referencial Histórico Diversidade Cultural Patrimônio Cultural Diversidade Cultural Produção Artística Atual Diversidade Cultural Produção Artística Atual Movimento Cultural intenso Manifestação Cultural Uma riqueza cultural significativa para uma formação diferenciada OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 42.
    DIAGNÓSTICO – ENSINOE CONSCIENTIZAÇÃO CONTINUAÇÃO Instituições internacionais Filosofia para crianças e jovens Criação do Centro da Agenda 21 Marinha, Exército e Aeronáutico Ministério da Educação e Cultura Localização Localização Estrutura Estrutura escolar existente Creche Rede de ensino a ser trabalhada Vários estabelecimento de ensino (Publico e Particular) com parcerias Espaço Institucional para desenvolver atividade afins Existência de dois colégios de grande porte de ensino médio. Instituição educacional publico, privados e do terceiro setor OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 43.
    PLANO DE AÇÃOLocalidade (onde: RA X- ITAPUÃ Problema (Por que): ENSINO E CONSCIENTIZAÇÃO Meta (Para que): TRAZENDO UNIDADES DOS PROJETOS EXISTENTES(UNIDADE EXTENSÃO APAI, BRADESCO E OUTRAS 2005 FAI/FORÇA PÚBLICA E PRIVADA CRIAR ESCOLAS PARA PESSOAS ESPECIAIS TRAZENDO O FAZ UNIVERSITÁRIO PARA A REGIÃO 2005 FAI GOVERNO ESTADUAL CURSOS PRÉ VESTIBULAR CRIAR UMA RÁDIO COMUNITÁRIA E CRIAR PARCERIAS COM AS EXISTENTES 2005 FAI MIDIA LOCAL CRIAR CENTRAL DE COMUNICAÇÃO JUNTO COM A SECRETARIAS ESTADUAIS, MUNICIPAIS DA EDUCAÇÃO, CRIAR UM PROJETO DE EDUCAÇÃO 2005 FAI MEC CONSTRUÇÃO DA PRÓ-3 PASTA PEDAGOGICA DE EDUCAÇÃO DIFERENCIADA SENSIBILIZANDO SINDICATO E BUSCANDO PARCERIA COM O GOVERNO 2005 FAI SINDICATO GOVERNO CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA OS PROFISSIONAIS DA ÁREA IDENTIFICAR AS NECESSIDADES DA REGIÃO E JUNTO A ESTES ÓRGAOS SOLICITAR RECURSOS 2005 FAI MEC SESI/SESC/SENAI/SEBRAE CURSOS PROFISSIONALIZANTES GRATUITOS IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DESENVOLVER O PROJETO VIÁVEL BUSCANDO RECURSO 2005 FAI PUBLICOS E PRIVADO CRIAR MAIS ESCOLAS SENSIBILIZAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO PROJETOS DE PARCERIAS 2005 ONG’S, ASSOCIAÇÕES, IGREJAS E FAI FORUM PERMANENTE DE DISCURSÃO, DEBATES E PALESTRAS COMUNITÁRIAS INDENTIFICAÇÃO DA ÁREA, DESENVOLVER O PROJETO VIÁVEL, BUSCANDO RECURSOS 2005 PARCERIAS PÚBLICAS E PRIVADAS FAI CRIAR UM CENTRO ECO-CULTURAL QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 44.
  • 45.
    CAUSAS – POBREZADesemprego Falta de profissionalização Exclusão social Falta programa de desenvolvimento sustentável Má distribuição de renda Falta de educação pública de qualidade Falta de infra-estrutura Falta de moradia Discriminação racial e social Corrupção do poder público Comodidade com status Falta de políticas públicas Falta de seriedade
  • 46.
    PRIORIZAÇÃO DAS CAUSASDO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA POBREZA FALTA DE EDUCAÇÃO FALTA INTERESSE POLITICO NA IMPLEMENTAÇAO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MÁ DISTRIBUIÇÃO DE RENDA FALTA DE EMPREGO
  • 47.
    META – POBREZANossa meta é diminuir a pobreza em torno de 20% em relação a atual situação, gerando alternativas de trabalho e renda, criando associações, cooperativas e centros de treinamento e capacitação de mão de obra, visando aumentar a qualidade de vida e a distribuição de renda dos moradores da AR – X atuando para melhorar o IDH ( índice de desenvolvimento humano) da região, sanando as carências básicas, aumentando a expectativa de vida da população, educando e conscientizando as pessoas para que saibam seus direitos e tenham dignidade e saibam gerenciar melhor sua renda, dando condições de moradias para que não existam pessoas pedindo esmolas nem morando em condições sub humanas até 2006.
  • 48.
    DIAGNÓSTICO – POBREZAPoder Público (Prefeitura de Salvador, Governo do Estado da Bahia, Governo Federal) Banco Mundial Banco do Brasil Caixa Econômica BNDES Clube Cassas Associação dos Comerciantes Locais Polícia Militar Banco do Nordeste Restaurantes Locais Parque de Exposição Pida Grupo de Revitalização Itapuã (GRITA) SENAC SENAI CETIND Coelba Sebrac UFBA UCSAL CIEE Institições de Ensino Privado EBDA(Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola) Bradesco Comunidade do Bairro da Paz Grupo de Capoeira(Anjos de Angola, Vadiação, Camujerê, Mutação, Kirubê, Arte Brasil, Naigô, etc. Johrei Center Itapuã Espaço Verde Exército Brasileiro (19º B.C) Associação dos Moradores do Parque Abaeté Meninos de Itapuã (Grupo) Projeto Sariguê Pastel.com e Lanches.com Bahia Online Naturarte Colônia dos Pescadores Olakeya (consciência) Pastoral da Criança Nova Brasília Circo Picolino Galera do Mar Escolas e Creches Públicas pertencentes a AR – X Associação Km 17 Grupo Nativo Malê de Balê Posto de saúde 7º centro Associação comunitária do alto do coqueirinho OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 49.
    DIAGNÓSTICO – POBREZACONTINUAÇÃO Associações: Moradores Hotel Catussaba e outros da AR – X Prefeitura/Limpurb/Veja Instituições de ensino: UFBA, UCSAL, FTC, Empresários e Comerciantes SEMRRH Secretaria de Educação- Escolas públicas e privadas AR – 10 Instituições Religiosas Posto de saúde Programa de Saneamento Bahia Azul EMBASA Comunidades Bahia Tursa Limpurb/Veja Indústrias Poder Público: Câmara dos Vereadores, Assembléia Legislativa e Ministério Público Imprensa C.T.L – Centro de Treinamento de Liderança Pastoral Afro CONEM MNU – Movimento Negro Unificado Associação dos Barraqueiros de Praia Projeto Axé e Creches CLAMM (Comunidade Liberta Amor Mulher Mãe) Igreja Batista Lírio dos Vales Rádio Dunas e Atalaia Jogue Limpo CONDER (Marcos Aroucha) AABB(Associação Atlética Banco do Brasil) SESI UNEB Centro Comunitário São Francisco de Assis Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição Igreja Universal do Reino de Deus OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 50.
    PLANO DE AÇÃOLocalidade (onde: RA X- ITAPUÃ Problema (Por que): POBREZA Meta (Para que): FAI = Fórum Agenda 21 Itapuã MOBILIZAR COMUNIDADE COM CAMPANHAS EXEMPLARES DE SENSIBILIZAÇÃO EM BUSCA DE ATITUDES PROATIVAS A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA LEVANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES DE MICROCRÉDITO JUNTO ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR BANCOS DE DADOS DE INSTITUIÇÕES DE MICROCRÉDITOS CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS ESPORTIVOS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ESSENCIAIS DE RESGATE DA CIDADANIA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs RETIRAR OS JOVENS DA RUA CONSEGUIR APOIO DO GOVERNO;PMS PARA CESSÃO DE TERRAS DEVOLUTAS PARA O CULTIVO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR HORTAS COMUNITÁRIAS ATRAVÉS DE INTERNET ACOMPANHAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO COM VOZ E VOTO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs FISCALIZAÇÃO DO ERÁRIO PÚBLICO INCENTIVO ‘A CRIAÇÃO DE FÁBRICAS, COOPERATIVAS E EMPRESAS PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES. A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 51.
    PLANO DE AÇÃOCONTINUAÇÃO POBREZA CONTATOS/REUNIÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR ATUAÇÃO DO GOVERNO PARA MLHORIA DE INFRAESTRUTURA DAS ÁREAS CARENTES BUSCANDO E IMPLEMENTANDO PROGRAMA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR INCENTIVO PARA CRIAÇÃO DE CASAS DE PASSAGEM E ACOLHIMENTO PARA OS SEM MORADIA BUSCANDO E IMPLEMENTANDO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, MONITORES E MULTIPLICAÇÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CAPACITAR VOLUNTÁRIOS SENSIBILIZAR GOVERNO/ONG’S EM CONJUNTO COM COOPERATIVAS/MULTIRÕES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR PROGRAMAS DE CONSTRUIR E REVITALIZAÇÃO DE MORADIAS ATRAVÉS DE REUNIÕES GOVERNO/COMUNIDADE PARA AÇÕES CONJUNTAS A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs ARTICULAÇÃO COM PREFEITURA E GOVERNO DO ESTADO PARA UMA GESTÃO COMPARTILHADA CAMPANHAS DE DOAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO DOS GRUPOS MAIS ABASTADOS DO INDIVIDUO COMO SER SOCIAL INSERIDO NUMA COMUNIDADE INTERAGINDO COM O TODO/REST.COMUNITÁRIO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs BUSCAR PROGRAMA DE COMBATE A FOME QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 52.
    PLANO DE AÇÃOCONTINUAÇÃO POBREZA CAMPANHAS DE ESCLARECIMENTO ATENTO PARA IMPORTÂNCIA DO VOTO CIDADÃO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INSERÇÃO DA 3ª IDADE NOS PROJETOS SOCIAIS ATRAVÉS DE SEMINÁRIOS E PALESTRAS INSERIDAS EM EVENTOS CULTURAIS AMPLOS, QUE CONTEMPLA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EDUCAÇÃO FAMILIAR E AMBIENTAL PARCERIAS JUNTO À SECRETARIA DO TRABALHO E EDUCAÇÃO COM O INTUITO DE FOMENTAR A EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE NA COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE ATRAVÉS DE SEMINÁRIOS E PALESTRAS INSERIDAS EM EVENTOS CULTURA, AMPLO, QUE CONTEMPLA O GERENCIAMENTO FAMILIAR DA RENDA SOB A ÓTICA DA AUTOSUSTENTABILIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INSTRUÇÃO DE GERÊNCIAMENTO DA RENDA IMLEMENTAR O/S PROGRAMAS NA COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs PROGRAMA DE SOLIDARIEDADE CRIAR POSTOS DE TRABALHO ONDE TODOS POSSAM TRABALHAR E GANHAR A MESMA QUANTIA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs DISTRIBUIÇÃO DE RENDA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 53.
    PLANO DE AÇÃOCONTINUAÇÃO POBREZA BAIXANDO OS PREÇOS E FACILITANDO ACESSO APENAS AOS REALMENTE DESFAVORECIDOS CRIANDO CARTÕES DE IDENTIFICAÇÃO FAZER COM QUE A CESTA DO POVO CUMPRA O SEU PAPEL DE VENDER A PREÇO DE CUSTO AOS MENOS FAVORECIDOS VALORIZANDO AS ATIVIDADES CULTURAIS E ESPANDINDO PARA OUTRAS LOCALIDADES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs DESENVOLVER E IMPLEMENTAR PROJETOS CULTURAIS QUE CONTRIBUAM COM A QUALIDADE DE VIDA, EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs EQUIPARAR A QUALIDADE DE ENSINO PÚBLICO COM O PRIVADO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs COLOCAR UM NÚCLEO DA NOVA SEC. DE EMPREGO EM ITAPUÃ PROCESSO DE SELEÇÃO = NOTA DO ALUNO A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs FACULDADE PÚBLICA PARA QUEM ESTUDA EM ESCOLA PÚBLICA A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAÇÃO DE MATERNIDADE E HOSPITAIS PARA IDOSOS E APOSENTADOS ATRAVÉS DE DOAÇÕES/ EMPREGO P/ AS DONAS DE CASA CARENTES A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs CRIAR CRECHE-ESCOLA CAPACITANDO O JOVEM PARA TURISMO RECEPTIVO/HOSPITALIDADE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS COM DIZIMOS DESTINADOS A COMUNIDADE A PARTIR DE JAN/05 FAI – PMS GOVERNO ONGs INCENTIVAR O TURISMO ECOLÓGICO QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 54.
  • 55.
    CAUSAS – LIXOE ESGOTO Falta de políticas públicas Falta de implementação das leis especificas Falta de educação e conscientização das pessoas e comunidades
  • 56.
    PRIORIZAÇÃO DAS CAUSASDO PROBLEMA DIAGRAMA ESPINHA DE PEIXE OU DE CAUSA E EFEITO CAUSA EFEITO PROBLEMA LIXO E ESGOTO FALTA DE EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO DAS PESSOAS E COMUNIDADES FALTA DE IMPLEMENTAÇAO DAS LEIS ESPECIFICAS FALTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS
  • 57.
    META – LIXOE ESGOTO Cobrar do poder público a implantação de 100% do sistema de esgoto; Implementar programa de educação ambiental, coleta seletiva; Criar cooperativa de reciclagem em parceria com iniciativas públicas e privadas visando reduzir o lixo e gerar trabalho e renda na AR X, até novembro de 2006.
  • 58.
    DIAGNÓSTICO – LIXOE ESGOTO Associações: Moradores Hotel Catussaba e outros da AR – X Prefeitura/Limpurb/Veja Instituições de ensino: UFBA, UCSAL, FTC, Empresários e Comerciantes SEMRRH Secretaria de Educação- Escolas públicas e privadas AR – 10 Instituições Religiosas Posto de saúde Programa de Saneamento Bahia Azul EMBASA Comunidades Bahia Tursa Limpurb/Veja Indústrias Poder Público: Câmara dos Vereadores, Assembléia Legislativa e Ministério Público Imprensa C.T.L – Centro de Treinamento de Liderança Pastoral Afro CONEM MNU – Movimento Negro Unificado Associação dos Barraqueiros de Praia Projeto Axé e Creches Hotéis: Sofitel e Praia da Sereia ONG: Jogue Limpo, Notivo, Coperdin Rádios Comunitários CONDER Associações: Moradores, Desportivas e Culturais Técnica de Compostagem OPORTUNIDADES DE MELHORIA PONTOS FORTES
  • 59.
    PLANO DE AÇÃOLocalidade (onde: RA X- ITAPUÃ Problema (Por que): LIXO E ESGOTO Meta (Para que): MILHÕES ARTICULANDO AS OBRAS DE SANEAMENTO COM PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PERMANENTE A PARTIR DE 2005 GOV. - UNIÃO MINIST. CIDADE -PMS SANEAMENTO AMPLIAÇÃO DO BAHIA AZUL/AR-X ITAPUÃ MILHÕES PROJETOS QUE CONTEMPLEM A SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS COMUNIDADES E LIDERANÇAS E O GERENCIAMENTRO DAS AÇÕES A PARTIR DE 2005 ESTADO/INSTITUIÇÕES PRIVADO E SOCIAL EDUCAÇÃO SANEAMENTO E SAÚDE ORGANIZANDO E POTENCIALIZANDO OS CATADORES, ARTICULANDO COM PREFEITURA/CAPACITANDO AS FAMILIAS EM TECNICAS DE COMPOSTAGEM A PARTIR DE 2005 ASSOCIAÇÃO DE CATADORES E FAMILIAS ALTERNATIVAS DE COOPERATIVA E TECNICA DE COMPOSTAGEM CUSTO MINIMO DISPONIBILIZANDO OS RESIDUOS EM LOCAIS ADEQUADOS E NOS DIAS INDICADOS NOS DIAS DE COLETA COMUNIDADE DISPOSICÃO DOS RESIDUOS CUSTO MINIMO CRIANDO ALTERNATIVAS EM AMBIENTES DOMESTICOS OBEDECENDO O CALENDÁRIO DE COLETA PREFEITURA: DISPONIBILIZA O SERVIÇO E A COMUNIDADE OFERECE O LIXO ORGANIZADO COLETA SELETIVA MILHÕES ARTICULANDO AS OBRAS DE SANEAMENTO COM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PERMANENTE 2005 GOV. - UNIÃO MINIST. CIDADE -PMS SANEAMENTO – AMPLIA~C”AO DO BAHIA AZUL DA AR-X CUSTO MÍNIMO POR CASA DISPONIBILIZANDO O SERVIÇO OFERECENDO O LIXO ORGANIZADO OBEDECENDO O CALENDÃRIO DE COLETA PMS - COMUNIDADE COLETA SELETIVA QUANTO (quais os recursos) COMO (quais os meios) QUANDO QUEM O QUE (quais as ações)
  • 60.
    PLANEJAMENTO METODOLÓGICO DA EQUIPE CONSULTORA USADO COMO EXPERIMENTO TÉCNICO – CIENTÍFICO PARA OS PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO E AUDITORIA DE AGENDAS 21 REGIONAIS/LOCAIS/SETORIAIS NO ESTADO DA BAHIA.
  • 61.
    PLANO DE AÇÃO: Instrumento de planejamento , que permite identificar com clareza: O QUE (quais as medidas a serem tomadas); PORQUE (qual a causa do desvio/o problema/ a questão); PARA QUE (quais os resultados esperados/a meta); ONDE (qual o raio de abrangência das medidas); COMO (qual o método e procedimentos a empregar); QUEM (quais os responsáveis pela implementação e controle das medidas); QUANDO (qual o prazo para execução das medidas); e QUANTO (quais os recursos necessários para implementação das medidas). PLANO DE AÇÃO/PLANEJAMENTO METODOLÓGICO PROBLEMA: META : ITEM DE CONTROLE : O QUE (medidas/ações) QUEM COMO (meios) QUANDO QUANTO (recurso$) ONDE POR QUE
  • 62.
    A elaboração de Plano de Ação pode então ser definida como uma atividade inteligente, que conhece os fins a atingir, os meios a empregar, a oportunidade do seu uso, e as conseqüências a esperar. Este Plano de Ação constitui-se em planejamento metodológico, para o desenvolvimento participativo de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais (construção, implementação e controle), em observância aos princípios preconizados na Declaração do Rio de Janeiro/92 , e atendimento às recomendações da Agenda 21 Global , tendo em mira uma co-gestão cidadã - axioma do desenvolvimento sustentável e anseio das comunidades. Este Plano de Ação apresenta, então, Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável, a que denominamos RIMAS , e ciclos metodológicos de implementação, buscando harmonia de suas ações com as tendências mundiais de gestão ambiental em ambiente da qualidade total, porque percebe a importância da capacitação estratégica dos diversos setores (públicos, privados e comunitários), para a construção, desenvolvimento e controle de Agendas 21, a nível regional e local, que sirvam ao Estado em suas expectativas de cumprimento dos seus compromissos sócio-econômico-ambientais.
  • 63.
    RELEVÂNCIA DO PLANODE AÇÃO (POR QUE) CONSIDERANDO que: a dimensão geográfica do Estado da Bahia, e, que cada região/localidade, é um universo que envolve situações sócio-econômico-ambientais, procedimentos, ações e públicos específicos, é vital para o sucesso de construção, implementação e controle de Agendas 21 Regionais/Locais, o estabelecimento de mecanismos de informação, planejamento e gerenciamento, capazes de promover condições para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis, objetivo primo da Agenda 21; a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais, carecem de um planejamento metodológico , cientificamente elaborado, de modo a permitir valorar a ação, através da análise do desnível de ’onde se está ‘ e de ‘onde se quer chegar’ ( gap analysis ); o Plano de Ação é instrumento de planejamento capaz de identificar métodos e procedimentos científicos, para adequações específicas a cada região/localidade, como a que clama e urge a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais; os quadros de mudança de cultura em que vivemos; e uma forma, de importância ímpar, de desenvolvimento, preservação e controle do ambiente natural e construído, dá-se pela instrução correta dos diversos atores que compõem o cenário social, e, para isso, é essencial a capacitação estratégia da comunidade (setores públicos, privados e comunitários), a nível regional/local/setorial, que de pronto resulte em diagnósticos , planos e ações , do que a Agenda 21 preconiza e determina. APRESENTAMOS, então, este instrumento, cientificamente planejado, de forma simples, flexível e dinâmico, como elemento norteador para o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais , utilizando-se para sua implementação e controle as Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável , - RIMAS - e os ciclos metodológicos , a seguir delineados.
  • 64.
    OBJETIVOS DO PLANODE AÇÃO (PARA QUE) Apresentar-se aos líderes dirigentes destinados a decidir sobre a construção e o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais, como instrumento de apreciação, da conveniência e oportunidade do desenvolvimento das ações aqui propostas. Apresentar-se como planejamento metodológico para desenvolvimento e controle de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais , em harmonia com as tendências mundiais da gestão ambiental e da qualidade, de modo a servir de ferramenta e prática gerencial e educativa, preventiva e interativa, para adoção de ações corretivas, preventivas e proativas . Ações Corretivas : Ações destinadas a eliminar ou reduzir danos ao meio ambiente. Ações Preventivas : Ações destinadas a evitar ou bloquear efeitos danosos ao meio ambiente, em decorrência de determinadas atividades e ou condutas. Ações Proativas : Ações que visam alcançar metas, expandindo oportunidades de melhorias evidenciadas, estimulando uma conduta ambientalmente sustentável Apresentar rotas estratégicas , Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável, - RIMAS -, para a construção, desenvolvimento e controle de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais. Fazer uso, que o encontro de vontades técnicas, sociais e políticas propicia, que é a efetivação de parcerias intersetoriais, para uma governança estratégica (planejamento, educação e auditoria), integrada e integradora, que este processo, cientificamente planejado, ambiciona, em todo o seu esforço de busca do simples e do fácil.
  • 65.
    Em atendimento aosprincípios da Declaração do Rio de Janeiro /92, ao caminho apontado pelos Governos para a Agenda 21, e, às recomendações da ONU este Plano de Ação prevê um processo de capacitação em Gestão Estratégica Comunitária (Educação, Planejamento e Auditoria) , visando desenvolver e manter uma adequação razoável entre os objetivos e recursos das comunidades e as transformações de cultura e oportunidades advindas do desenvolvimento da Agenda 21, a nível regional e local. ASPECTOS ESPACIAIS DO PLANO DE AÇÃO (ONDE) PLANO DE AÇÃO (O QUE) O desenvolvimento deste Plano de Ação busca atender às necessidades dos municípios do Estado, em seus compromissos sócio-econômico-ambientais.
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    Rota : Caminho;direção; rumo curso, percurso - o modo e a forma de fazê-lo; local *experiências, por meio das quais, os indivíduos alcançam a auto-realização, e, ao mesmo tempo, aprendem a contribuir para a construção de melhores comunidades e de um melhor futuro * currículo * meta. Estratégia : meios postos em prática para sair-se bem de qualquer coisa * observância e análise para verificar meios e condições favoráveis para alcançar um objetivo, uma meta. (Aurélio) ROTA FILOSÓFICA ( o que deve ser/para onde vai) Estabelece Princípios e Diretrizes , de acordo com o contexto sócio-econômico-ambiental regional/local e as finalidades da Agenda 21. ROTA CIENTÍFICA ( o que é/porque é ) Estabelece Objetivos, Metas e Métodos, apoiando-se nos dados apresentados pelas ciências, para os processos de construção, desenvolvimento e controles participativos de Agenda 21 Regional/Local/Setorial ROTA TÉCNICA ( o como/qual o controle ) Estabelece Instrumentos e Procedimentos , para os processos e práticas que permitem a implementação e acompanhamento da Agenda 21 Regional/Local. ROTA PRODUTIVA ( o para que/que resultados ) Estabelece Processos e Indicadores para a Governança (Controle e Gestão Estratégica Participativa) de Agendas 21 Regionais/Locais. RIMAS ROTAS DE INFORMAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL (COMO)
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    ROTA FILOSÓFICA Filosofia: Ciência geral dos seres, dos princípios, das causas e das coisas * sistema de princípios e diretrizes destinados a agrupar uma certa ordem de fatos para os explicar *fundamentos * razão; sabedoria. ( Aurélio) A Rota Filosófica deverá explicitar os princípios preconizados pela Agenda 21, e, estabelecer as diretrizes regionais/locais, identificando assim, alternativas que associem os benefícios do desenvolvimento da Agenda 21, às realidades, necessidades e interesses naturais de instituições e comunidades locais, no esforço de buscar transformar “ o que é ” naquilo “ que deve ser ”, para que se alcance uma co-gestão cidadã, integrada e integradora. Esta Rota adota como visão, a idéia de fomentar, em cada comunidade, a gestão da qualidade do seu ambiente, preparando-a para apreender, que de modo simples, pode planejar, desenvolver, avaliar, controlar, gerenciar e agir para viver melhor . PREMISSAS Todo PODER emana do POVO. A EDUCAÇÃO é o mínimo de conhecimento a que uma pessoa tem direito, de modo a participar ativamente do seu processo de desenvolvimento. O começo da Educação é a LEI. O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO tem caráter essencialmente participativo, dinâmico e flexível, constituindo-se em um plano de ação. AGENDA 21 é um programa estratégico, construído segundo a VONTADE DE SEU POVO. AGENDA 21 traduz em AÇÕES o conceito de DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL .
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    Referências Introdutórias Aconferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo-se reunido no Rio de Janeiro de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando a Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, aprovada em Estocolmo em 16 de junho de 1972, e procurando basear-se nela, com objetivo de estabelecer uma aliança mundial nova e eqüitativa através da criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os setores chaves das sociedades e as pessoas, procurando realizar acordos internacionais em que sejam respeitados os interesses de todos e protegida a integridade do sistema ambiental e do desenvolvimento mundial, reconhecendo a natureza integral e interdependentes da Terra, nosso lar, proclama que: Referência I Destaque deve ser dado às declarações de princípios , a seguir delineados, que fixam a linha geral (diretrizes) que devem seguir os Estados a que elas se destinam. A Declaração do Rio foi aprovada por aclamação na Conferência das Nações Unidas Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, na sua oitava reunião, no dia 10 de junho de 1992. A proposta (documento A/CONF, 151/5) fora já examinada pelos comitês preparatório decidiu envia-la para a Conferência para considerações posteriores. Foi aprovada integralmente. REFERÊNCIAS
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    PRINCÍPIOS PRINCÍPIO 1Os seres humanos constituem o centro das preocupações relacionadas com desenvolvimento sustentável. Têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia com a natureza. PRINCÍPIO 2 Em conformidade com a carta das Nações Unidas e os princípios do direito internacional, os Estados têm o direito soberano de aproveitar seus próprios recursos segundo suas próprias políticas ambientais e de desenvolvimento, e a responsabilidade de velar para que as atividades realizadas dentro de sua jurisdição ou controle não causem danos ao meio ambiente de outros Estados ou de zonas que estejam fora dos limites da jurisdição nacional. PRINCÍPIO 3 O direito do desenvolvimento deve ser exercido de forma tal que responda eqüitativamente às necessidades ambientais de desenvolvimento das gerações presentes e futuras. PRINCÍPIO 4 A fim de alcançar o desenvolvimento sustentável, a proteção ao meio ambiente deve constituir parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada de forma isolada. PRINCÍPIO 5 Todos os Estados e todas as pessoas devem cooperar na tarefa essencial de erradicar a pobreza como requisito indispensável ao desenvolvimento sustentável, a fim de reduzir as disparidades nos níveis de vida e responder melhor as necessidades da maioria dos povos do mundo. PRINCÍPIO 6 A situação especial e as necessidades dos países em desenvolvimento, em particular os países menos desenvolvidos e os mais vulneráveis do ponto de vista ambiental, devem receber especial prioridade. As medidas internacionais que se adotem com respeito ao meio ambiente também devem considerar os interesses e as necessidades de todos os países. PRINCÍPIO 7 Os Estados devem cooperar com espírito de solidariedade mundial para conservar, proteger e restabelecer a saúde e integridade do ecossistema da Terra. Visto que têm contribuído em diferentes medidas para a degradação no meio ambiente mundial.Os Estados têm responsabilidades comuns mas diferenciadas. Os países desenvolvidos reconhecem a responsabilidade que lhes cabe na busca internacional do desenvolvimento sustentável, em vista das pressões que suas sociedades exercem sobre o meio ambiente mundial e das tecnologias e recursos financeiros de que dispõem. PRINCÍPIO 8 A fim de alcançar o desenvolvimento sustentável e uma melhor qualidade de vida para todas as pessoas. Os Estados devem reduzir e eliminar os padrões de produção e consumo insustentáveis a fomentar políticas demográficas apropriadas. PRINCÍPIO 9 Os estados devem cooperar para fortalecer as capacidades endógenas para a construção do desenvolvimento sustentável, aperfeiçoando o saber científicos e tecnológicos e intensificando o desenvolvimento, a adaptação, a difusão e a transferência de tecnologias, incluindo tecnologias novas e inovadoras.
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    PRINCÍPIO 10 Asquestões ambientais são melhor administradas com a participação de todos os cidadãos interessados, no nível pertinente. No plano nacional, todas as pessoas devem ter acesso adequado a informações sobre o meio ambiente em poder das autoridades públicas, inclusive informações sobre materiais e atividades perigosas nas suas comunidades, e a oportunidade de participar dos processos de tomada de decisões. Os Estados devem facilitar e estimular a conscientização e a participação pública, pondo a informação à disposição de todos. Deve ser proporcionado acesso aos procedimentos judiciais e administrativos, incluindo compensação e reparação. PRINCÍPIO 11 Os Estados devem estabelecer uma legislação ambiental eficaz. As normas ambientais, e os objetivos e prioridades em matéria de manejo do meio ambiente, devem refletir o contexto ambiental e de desenvolvimento a que se aplicam. As normas aplicadas por alguns países podem resultar inadequadas e representar um custo social e econômico injustificado para outros países, em particular os países em desenvolvimento. PRINCÍPIO 12 Os Estados devem cooperar para promover um sistema econômico internacional participativo e aberto que leve ao crescimento econômico e ao desenvolvimento sustentável de todos os países, a fim de abordar da melhor forma os problemas de degradação ambiental. As medidas de política comercial para fins ambientais não devem constituir um meio de discriminação arbitrária ou injustificável nem uma restrição vetada ao comércio internacional. Devem ser evitadas medidas unilaterais para solucionar os problemas ambientais que se produzam fora da jurisdição do país importador. As medidas destinadas a tratar dos problemas ambientais transfonteiriços ou mundiais devem, na medida do possível, ser baseadas num consenso internacional. PRINCÍPIO 13 Os Estados devem desenvolver leis estabelecendo responsabilidades e indenizações para as vítimas de contaminação e outros danos ambientais. Os Estados devem cooperar igualmente de maneira mais rápida e determinada para elaborar uma nova legislação internacional que estabeleça responsabilidades e indenizações para os efeitos adversos dos danos ambientais causados por atividades realizadas dentro de sua jurisdição, ou sob seu controle, em zonas situadas fora de sua jurisdição. PRINCÍPIO 14 Os Estados devem cooperar efetivamente para desestimular ou impedir o relocamento ou transferência para outros Estados de qualquer atividade ou substância que cause grave degradação ambiental ou seja nociva para a saúde humana. PRINCÍPIO 15 A fim de proteger o ambiente, o critério de precaução deve ser amplamente aplicado pelos Estados, de acordo com suas possibilidades. Onde houver ameaças de danos sérios ou irreversíveis, a falta de certeza científica absoluta não deve ser usada como razão para adiar medidas economicamente viáveis que impeçam a degradação ambiental. PRINCÍPIO 16 As autoridades nacionais devem se esforçar para promover a internacionalização dos cursos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, considerando o critério de que o que contamina deve, em princípio, assumir o custo da contaminação com a devida consideração ao interesse público e sem distorcer o comércio ou investimentos internacionais.
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    PRINCÍPIO 17 Aavaliação do impacto ambiental como instrumento nacional, deve ser realizada para atividades propostas em que haja a possibilidade de causar um significativo impacto negativo sobre meio ambiente e que estejam sujeitas a uma decisão da autoridade nacional competente. PRINCÍPIO 18 Os estados devem notificar imediatamente aos outros Estados sobre qualquer desastre natural ou outras emergências que possam causar repentinos efeitos prejudiciais ao meio ambiente destes Estados. A comunidade internacional deve fazer todos os esforços para ajudar os Estados afetados. PRINCÍPIO 19 Os Estados devem efetuar notificação prévia e oportuna e informar aos Estados potencialmente afetados sobre atividades que possam ter um significativo efeito ambiental nocivos e transfonteiriços, e devem consultar-se com estes Estados em tempo hábil e de boa fé. PRINCÍPIO 20 As mulheres têm um papel vital no manejo ambiental e desenvolvimento. Sua participação plena é, portanto, essencial para alcançar o desenvolvimento sustentável. PRINCÍPIO 21 A criatividade, os ideais e a coragem dos jovens do mundo devem ser mobilizados para forjar uma aliança mundial a fim de alcançar o desenvolvimento sustentável e assegurar um futuro melhor para todos. PRINCÍPIO 22 Os povos indígenas e suas comunidades locais, têm um papel vital no manejo ambiental e no desenvolvimento, devido ao seu conhecimento e práticas tradicionais. Os Estados devem reconhecer e apoiar adequadamente sua identidade, cultura e interesse e possibilitar sua participação efetiva na conquista do desenvolvimento sustentável. PRINCÍPIO 23 O meio ambiente e os recursos naturais dos povos submetidos a opressão, dominação e ocupação devem ser protegidos. PRINCÍPIO 24 A guerra é intrinsecamente destruidora do desenvolvimento sustentável. Os Estados devem, portanto, respeitar as leis internacionais que dão proteção ao meio ambiente em épocas de conflito armado e cooperar para promover seu posterior desenvolvimento, quando necessário. PRINCÍPIO 25 A paz, o desenvolvimento e a proteção ambiental são interdependentes e indivisíveis. PRINCÍPIO 26 Os Estados devem resolver todas as suas disputas ambientais pacificamente e por meios de apropriados, de acordo com a Carta da Nações Unidas. PRINCÍPIO 27 Os Estados e povos devem cooperar de boa fé e com espírito de solidariedade para o cumprimento dos princípios consagrados nesta Declaração e para o melhoramento do Direito Internacional na esfera do desenvolvimento sustentável.
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    Referência II Ahumanidade se encontra em um momento de definição histórica. Defrontamo-nos com a perpetuação das disparidades existentes entre as nações e no interior delas, o agravamento da pobreza, da fome, das doenças e do analfabetismo, e com a deteriorização contínua dos ecossistemas de que depende nosso bem-estar. Não obstante, caso se integrem as preocupações relativas a meio ambiente e desenvolvimento e a elas se dedique mais atenção, será possível satisfazer às necessidades básicas, elevar o nível da vida de todos, obter ecossistemas melhor protegidos e gerenciados e construir um futuro mais próximo e seguro. São metas que nação alguma pode atingir sozinha; juntos, porém, podemos - em uma associação mundial em prol de desenvolvimento sustentável. Essa associação mundial deve partir das premissas da Resolução nº 44228 da Assembléia Geral de 22 de dezembro de 1989, adotada quando as nações do mundo convocaram a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. A Agenda 21 está voltada para os problemas prementes de hoje e tem o objetivo, ainda, de preparar o mundo para os desafios do próximo século. Reflete um consenso mundial e um compromisso político no nível mais alto no que diz respeito a desenvolvimento e cooperação ambiental. O êxito de sua execução é responsabilidade, antes de mais nada, dos Governos. Para concretizá-la, são cruciais as estratégias, os planos, as políticas e os processos nacionais. A cooperação internacional deverá apoiar e complementar tais esforços nacionais. Nesse contexto, o sistema das Nações Unidas tem um papel fundamental a desempenhar. Outras organizações internacionais, regionais e sub-regionais também são convidadas a contribuir para tal esforço. A mais ampla participação pública e o envolvimento ativo das organizações não – governamentais e de outros grupos também deve ser estimulados.
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    O cumprimento dosobjetivos da Agenda 21 acerca de desenvolvimento e meio ambiente exigirá um fluxo substancial de recursos financeiros novos e adicionais para os países em desenvolvimento, destinados a cobrir os custos incrementais necessários às ações que esses países deverão empreender para fazer frente aos problemas ambientais mundiais e acelerar o desenvolvimento sustentável. Além disso, o fortalecimento da capacidade das instituições internacionais para a implementação da Agenda 21 também exige recursos financeiros. Cada uma das áreas do programa inclui uma estimativa indicadora da ordem de grandeza dos custos. Essa estimativa deverá ser examinada e aperfeiçoada pelas agências e organizações implementadoras. Na implementação das áreas pertinentes de programas identificadas na Agenda 21, especial atenção deverá ser dedicada às circunstâncias específicas com que se defrontam as economias em transição. É necessário reconhecer, ainda, que tais países enfrentam dificuldades sem precedentes na transformação de suas economias, em alguns casos em meio a considerável tensão social e política. As áreas de programas que constituem a Agenda 21 são descritas em termos de bases para a ação, objetivos, atividades e meios de implementação. A agenda 21 é um programa dinâmico. Ela será levada a cabo pelos diversos fatores segundo as diferentes situações, capacidades e prioridades dos países e regiões e com plena observância de todos os princípios contidos na Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Com o correr do tempo e alteração de necessidades e circunstâncias, é possível que a agenda 21 venha a evoluir. Esse processo assinala o início de uma nova associação mundial em prol do desenvolvimento sustentável. Fonte: Agenda 21 Global
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    ROTA CIENTÍFICA Este Plano tem a missão de planejar, metodologicamente, a construção, implementação e controle, de um processo de Gestão Estratégica Comunitária, no estabelecimento de objetivos e metas, em conformidade com os princípios e diretrizes apontados na Agenda 21, para o desenvolvimento de sociedades sustentáveis. “ Quem não observa, não verifica; quem não verifica, não avalia; quem não avalia, não analisa; quem não analisa, não controla; quem não controla, não gerencia; quem não gerencia, não ordena para o progresso” (Oliveira&Oliveira) MÉTODO PDCA : método científico utilizado para identificação, caracterização e análise das causas de um problema ou questão, visando a sua solução e o atingimento de metas. Este Plano adota, então, perseguindo sua visão e missão, o método do ciclo PDCA - P lanejamento, D esenvolvimento, C ontrole e A ção pro ativa - para implementação do processo de ensino aprendizagem sócio-ambiental, capaz de gerar a capacitação e desenvolvimento comunitários. Ciência : Conhecimento Ø saber que se adquire pelo estudo ou observância Ø instrução Ø conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto, tema ou questão, especialmente os obtidos mediante a observação, a experiência dos fatos e um método próprio. ( Aurélio) P D C A
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    ROTA TÉCNICA Técnica: A parte material ou o conjunto de processos de uma ciência, arte ou ofício; maneira, jeito, aptidão ou habilidade de executar ou fazer algo; instrumento Ø prática. ( Aurélio) Este Plano fundamenta-se em técnicas, procedimentos e ferramentas , preconizados em Normas internacionais e nacionais de Sistemas de Gestão (ISOs/ABNT), numa tentativa de tornar simples, o planejamento, desenvolvimento, controle e melhoria contínua do processo de construção e implementação de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais. O planejamento estratégico proposto deve, então, desenvolver-se de modo a resultar em Análises , Diagnósticos e Planos de Ação Comunitários ( instrumentos de planejamento ), que se constituirão em Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais .
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    Fonte: OLIVEIRA & OLIVEIRA Tratando-se de DIAGNÓSTICO DE PERCEPÇÃO , estamos lidando com emoções, sentimentos e percepções, portanto dificilmente mensuráveis com base em padrões ou critérios que possam ser definidos no contexto da precisão, devemos, mais uma vez, recordar que o que nos interessa - e à comunidade naturalmente -, é saber o que aconteceu com a sua realidade a partir do tratamento que tenha recebido. Para um DIAGNÓSTICO SÓCIO-AMBIENTAL , se faz necessário: trabalhar dados e informações, apurados de forma a compor um campo de análise; identificar as variáveis - descartando as desconhecidas, não significativas, autônomas, sem controle e não mensuráveis -, de modo a formular cenários e identificar indicadores relevantes para avaliação dos aspectos críticos da realidade local/regional. “ A prova de um bolo, não está em quem o faz...só quem o come saberá dizê-lo” JURAN DIAGNÓSTICOS
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    Para o estudo do entorno e construção de cenários , lança-se mão de abordagem multicriterial, através da definição e caracterização de CAMPOS DE ANÁLISE, que permitam identificar e avaliar aspectos críticos da localidade e da região em que está inserida, considerando: situação geopolítica, ambiente urbano, salubridade ambiental e desenvolvimento sócio-econômico. AMBIENTE AMBIENTE URBANO URBANO SALUBRIDADE SALUBRIDADE AMBIENTAL AMBIENTAL Oliveira  Oliveira • • HABITAÇÃO HABITAÇÃO • • INFRAESTRUTURA INFRAESTRUTURA • • SERVIÇOS SERVIÇOS • • ECONOMIA ECONOMIA • • SOCIEDADE SOCIEDADE - - História História - Cultura - Cultura • • MEIO AMBIENTE MEIO AMBIENTE - Fatores Ambientais - Fatores Ambientais • • SANEAMENTO SANEAMENTO - Água - Água - Esgoto - Esgoto - Drenagem - Drenagem - Lixo - Lixo - Vetores - Vetores • • SAÚDE HUMANA SAÚDE HUMANA • • SALUBRIDADE SALUBRIDADE - Segurança - Segurança - Desenvolvimento - Desenvolvimento DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO SÓCIO-ECONÔMICO • • ORGANIZAÇÃO ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA COMUNITÁRIA • • PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO SOCIAL SOCIAL • • DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO LOCAL/REGIONAL LOCAL/REGIONAL - - Educação Educação - Trabalho - Trabalho - Renda - Renda - Lazer - Lazer SITUAÇÃO SITUAÇÃO GEOPOLÍTICA GEOPOLÍTICA • • GEOGRAFIA GEOGRAFIA • • DEMOGRAFIA DEMOGRAFIA - - • • POLÍTICAS POLÍTICAS - - Políticas Públicas Políticas Públicas • • PLANOS PLANOS - Planos de - Planos de Intervenção Plano Social e Obras CAMPOS DE ANÁLISE PDDU Planos Urbanísticos Fonte: OLIVEIRA & OLIVEIRA
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    VARIÁVEIS Fonte Inspiradora:JUAREZ., 1994 Adaptação e Editoração: OLIVEIRA & OLIVEIRA Manifestações de Efeito Fatores Causais ou Condicionantes VARIÁVEIS Conhecidas Significativas Dependentes Controláveis Sem Controle Mensuráveis Não Mensuráveis Desconhecidas Autônomas Não Significativas
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    RELATÓRIO 3 GERAÇÕES: Instrumento de Controle que avalia a efetividade das medidas implementadas e a eficácia dos planos, em todos os seus aspectos, ou seja: o que e quanto do planejado foi realizado; em que prazo; a que custo; com qual retorno; de que forma; quais os responsáveis pelas ações; quais as dificuldades encontradas; qual a contribuição de cada medida para a Meta; e qual o Plano de Ação Pro ativo a ser elaborado para a correção dos desvios e otimização dos resultados. Esse Relatório deve indicar claramente, a evolução dos Planos de Ação Comunitários, de modo a subsidiar tomadas de decisão pro ativas, para o sucesso das Agendas 21 Regionais/Locais, construídas e implementadas. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE
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    É signo deste Plano , em consonância com a sua visão e missão, capacitar estrategicamente comunidades e instituições, para o processo de Gestão Estratégica , através da implementação de ciclos metodológicos para o desenvolvimento de Agendas 21 Regionais/Locais. O Processo de Gestão Estratégica, idealizado neste Plano, visa promover auto-diagnóstico, auto- avaliação e auto-controle comunitários, através da implementação de rotas estratégicas de informação (RIMAS) e de ciclos metodológicos (planejamento, desenvolvimento, controle e ações pro ativas), de modo a representar o exercício de participação social, na construção, implementação e controle de Agendas 21 Regionais/Locais/Setoriais, tendo em mira a co-gestão responsável do meio ambiente humano - axioma do desenvolvimento sustentável. Produção : Ato ou efeito de produzir, criar, gerar, elaborar, realizar * pôr em prática um conhecimento para realizar um trabalho * resultado de um trabalho ou esforço * criação de bens ou de serviços capazes de suprir necessidades. (Aurélio) ROTA PRODUTIVA
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    Centro de Sensibilização - CIS – planejar e coordenar o processo de sensibilização através do repasse do ensino-aprendizagem (conceitos e informações) para obter a adesão das forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para o desenvolvimento sustentável e seu instrumento de implementação Agenda 21. Centro de Mobilização - CIM – planejar e coordenar o processo de mobilização das forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para o desenvolvimento sustentável e seu instrumento de implementação Agenda 21. Centro de Divulgação - CID – planejar e coordenar o processo de comunicação social e divulgação das ações dos CIs. Centro de Articulação - CIA – planejar e coordenar o processo de articulação e negociação com as forças públicas, privadas e comuns que formam a sociedade, para viabilizar as ações das CIs. Centro de Coordenação – planejar, coordenar e gerir os processos: acompanhamento de planos; monitoramento de indicadores; consolidação e controle dos registros das ações; interdependência dos CIs, em suas relações, conflitos, riscos, potencialidades. Fonte: Oliveira  Oliveira, 1994 O desenho organizacional gira em torno da estruturação de Centros de Inteligência Local (CIs), cujo Centro de Coordenação é formado pelos líderes eleitos dos demais CIs, que trabalham interligados posto que são interdependentes
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    Adota-se a estruturaorgânica, onde tal qual as plantas, as partes cooperam em benefício do todo. O processo de construção de Agenda 21 metodologicamente concebido tem como pilares a educação, o planejamento participativo e a ação comunicativa, e recorre aos princípios do Aprendizado Social , para capacitar os diversos agentes da sociedade na utilização de ferramentas científicas da gestão pela qualidade total, do gerenciamento pelas diretrizes, do planejamento estratégico, como uma nova forma compartilhada do pensar, sentir, intervir e ser coletivo. Durante a Conferência de construção de Agenda21, em razão do exercício desenvolvido nas oficinas de planejamento, de teoria substantiva e metodologia construtivista, cientificamente concebida e conduzida, os membros dos CIs atuam como facilitadores em todas as fases. Busca-se assim, obter a maior sinergia possível entre o saber científico e a sabedoria popular. Por certo, um grande obstáculo ao estabelecimento de um clima criador e cooperativo nas sociedades para um desenvolvimento harmonioso, é o conformismo onipresente. A questão básica consiste em superar a alienação, evitar a paralisia da reflexão, melhorar a comunicação e relações sociais e humanas, e, criar um clima de aprendizagem, cooperação e compartilhamento propício ao consenso e à adesão. É essencial a sensibilização, mobilização e conscientização de todos, de modo a gerar uma nova relação entre os agentes públicos, privados e comunitários, onde todos assumem um novo papel e responsabilidades, tendo o poder público a missão de atuar como elemento catalisador e articulador, na rota da reconstrução da fé pública, onde cada um cumpra com o seu dever na persecução de um futuro desejável. Recorremos então, a um conjunto de dinâmicas ludo-pedagógico voltadas para a estruturação de equipes de alta performance (CIs), de forma a estender os conceitos de desenvolvimento sustentável e qualidade de vida, em seus aspectos cognitivos (que entram na mente e no coração das pessoas) e operativos (que se inserem na realidade das pessoas). Num esforço empreendido para equilibrar a ‘ lógica passional’ – fruto da integração de interesses diversos e do momento caótico de transição que ora passamos - com a ‘ lógica racional’ necessária à instrumentalização e operacionalização do planejamento estratégico, busca-se através da Prática Comunicativa melhorar a qualidade da participação e dos debates, e estabelecer competências coletivas para o surgimento de propriedades emergentes , próprias do processo de interação. Através dessa prática, é possível estabelecer uma política de boa COMPANHIA, para impulsionar a energia à Ação necessária ao desenvolvimento dos trabalhos de construção e implementação de Agenda 21, capacitando a sociedade nos processos relacionais de:
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    C omunic AçãoO rganizAção M obiliz Ação P articip Ação A rticul Ação H armonizAção N egoci Ação I nter Ação Ação / AMOR Existe uma preocupação constante em saber como estimular ou ajudar as sociedades a adotarem novas formas de pensar e agir que conduzam a uma maior produtividade econômica e possibilitem melhores condições de vida, sem contudo interferir em sua identidade cultural, de forma a preservar o que têm de valioso em seu jeito de ser e de viver. O estabelecimento de um clima propício à aprendizagem social, requer a adoção de algumas práticas do trabalho comunitário, a saber: Desenvolvimento de Comunidade Organização de Comunidade Ação Comunitária O Desenvolvimento de Comunidade surgiu na África sob a denominação de Educação das Massas, para levar as camadas mais populares a obterem sua própria autonomia. A UNESCO transformou essa educação em direito fundamental do homem, que passou a ser conhecida como Educação Fundamental, Educação Popular (França) ou Educação de Base (América), preconizando ser aquele mínimo de conhecimentos de que uma pessoa precisa, e ao qual tem direito, para participar da vida social conscientemente. Em 1948, o termo Desenvolvimento de Comunidade foi consagrado pela Inglaterra, conceituando-o como o movimento destinado a promover melhorias para todos com a participação ativa da própria sociedade.
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    Por Organizaçãode Comunidade entende-se como sendo o processo que impulsiona e mantém um ajustamento progressivo e mais eficiente entre os recursos disponíveis e as necessidades de bem-estar social de uma determinada área geográfica ou unidade funcional. Enquanto que a Ação Comunitária pressupõe um trabalho sócio-educativo que consiste numa intervenção deliberada em determinada sociedade, através de atividades programadas em conjunto com as pessoas e instituições locais. Tem o objetivo de despertar e expandir a consciência para a percepção dos problemas e potencialidades da realidade local, sensibilizando-as para a mobilização e ação coordenada rumo à solução de questões relevantes no esforço de realização das aspirações relacionadas com a sociedade local ou com a sociedade como um todo. Assim, o processo de construção de Agenda 21, baseia-se numa filosofia social para a intervenção na sociedade, observando-se os princípios da individualização, da autodeterminação e das decisões condensadas . De início busca-se conhecer, compreender e respeitar a ‘personalidade de cada comunidade’, no sentido de não querer encaixá-la em modelos predeterminados, sem excluir o direito de motivá-la para outros interesses; bem como oferecer-lhe instrumentos para planejamento e tomadas de decisão compartilhadas, preparando-a para assumir as responsabilidades decorrentes destas decisões, incluindo, como primeiro exercício a realização de suas próprias Conferências de construção de Agenda 21 do seu Local embora utilizando a metodologia cuidadosamente científica aqui exposta e a serviço. Todo trabalho metodológico é conduzido tendo em foco: os princípios e bases de ação para o desenvolvimento sustentável preconizados na Agenda 21 Global; o diagnóstico de percepção e as questões priorizadas, expressas e registradas pela sociedade local; a elaboração e implementação de planos de ação realistas e práticos, segundo o sentimento e a percepção dos agendeiros; e, como processo mais amplo, culminar em um programa universal a fim de que atinja suas últimas finalidades. Todos os participantes são capacitados e qualificados pele equipe ordenadora, em: Noções de Desenvolvimento Sustentável (conceitos, princípios, histórico) Agenda 21 Global/Local (conceitos, princípios, bases para ação) Ambiência de Qualidade e Produtividade (práticas de 5 sensos e de ergonomia) Fundamentos da Qualidade em suas dimensões intrínsecas (humana/relações; atrativa/comunicação; ambiental/inter-relações; ética/conduta) Conceitos filosóficos, métodos, técnicas e procedimentos de gestão para a excelência Conceitos, princípios, técnicas, instrumentos e procedimentos de planejamento (estratégico, tático e operacional).
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    É utilizada umadidática cognitiva capaz de tornar possível o entendimento (o que entra no coração e na mente de todos), e ao mesmo tempo operativa capaz de tornar possível o exercício do conhecimento apreendido (o que entra na realidade de todos), num esforço de tornar o processo ensino-aprendizagem simples e fácil, por que o que é simples é fácil de conseguir. O processo de certificação dos agendeiros das CIs na competência de planejamento de construção de Agenda 21 do seu local é validado, registrado e chancelado pela UNEB, após a conclusão do exercício: Conferência realizada e Agenda 21 Local construída. Aos agendeiros participantes da Conferência por esses planejada é conferido o Certificado de Autoria da Agenda 21 Local respectiva, também validado e chancelado pela UNEB. Os Termos de Adesão são resultantes da atração e conquista das forças da sociedade, evidência objetiva do exercício dos planejadores, durante todo o processo. No exercício de construção de Agenda 21, faz-se uso de duas abordagens : Abordagem via processo: com ênfase na aprendizagem e nos relacionamentos Abordagem via programa: com ênfase nos procedimentos e nos resultados Fonte: Oliveira  Oliveira, 1994 A abordagem via processo inicia com a atração e adesão de agendeiros. Em laboratórios de relações humanas são trabalhados princípios e valores que visam firmar uma ética de responsabilidades e a construção de vínculos necessários para estruturar os CIs locais, em sua dinâmica de atrair e acolher novos agendeiros como exercício essencial. Nessa abordagem, como foco na aprendizagem e na qualidade dos relacionamentos, a ação desenvolve-se segundo as habilidades e competências pessoais o ritmo e dinâmica da própria sociedade. A abordagem via programa acontece no momento de intervenção racional , através da implantação do projeto de construção da Agenda 21, onde utiliza-se: do instrumentalismo lógico para a mobilização, nucleação e capacitação dos CIs, com foco em procedimentos resultados para produzir pequenas e rápidas conquistas ao longo de todo processo.
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    A operacionalidade dosCIs, com a elaboração de Planos de Ação, a implantação de atividades concretas e o monitoramento dos resultados, durante todo processo, é de fundamental importância para despertar a auto-confiança e gerar um clima de compartilhamento e confiabilidade no processo de planejamento, que explicitado através de ações que expressem algumas conquistas, permite ampliar o nível de autonomia dos CIs para saltos de qualidade em ações de maior alcance, abrangência e complexidade. Os diagnósticos são realizados a partir da percepção dos agendeiros, das potencialidades e fragilidades do ambiente interno; e das ameaças e oportunidades do ambiente externo (metodologia de análise SWOT) . A análise de cenário é realizada através de uma matriz de decisão simplificada, a partir das variáveis que interferem nos fatores críticos de sucesso para a missão por todos definida. A identificação desses fatores tem se apresentado como excelente instrumento de diagnóstico e planejamento, para se chegar a um consenso em relação à declaração da missão de um determinado empreendimento (que deve ser clara, objetiva, realizável e mensurável) e às atividades que serão necessárias para alcançá-la, uma vez que: ajuda a identificar e priorizar as principais ações de forma positiva e cooperativa; e permite estabelecer um vínculo entre a missão e o plano de ação a ser implementado. Este é um momento de explorar todas as variáveis envolvidas e selecionar as críticas, para a definição de habilidades e estratégias necessárias para o sucesso do empreendimento
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    ROTEIRO DA OFICINADE PLANEJAMENTO Passo nº 1: LOCALIZAÇÃO ESPACIAL Onde estamos Onde vivemos Passo nº 2: HISTÓRICO DA IDENTIDADE Quem somos Quantos somos O que produzimos Como vivemos Passo nº 3: PROPÓSITO Qual a nossa visão/nossa meta Passo nº 4: CÓDIGO DE CONDUTA / COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES Qual a nossa missão Passo nº 5: OBSERVÂNCIA Qual o nosso problema Passo nº 6: INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE Quais as causas do nosso problema Passo nº 7: DIAGNÓSTICO DE PERCEPÇÃO E ANÁLISE SITUACIONAL Quais nossos pontos fortes Quais nossas oportunidades de melhorias Passo nº 8: PLANO DE AÇÃO Como resolver o problema e atingir nossa meta (o que, para que, quem, onde, quando, quanto custa e como fazer ) Passo nº 9: FORMAÇÃO OFICIAL DO FÓRUM DA AGENDA 21 LOCAL Apresentação dos resultados da oficina – Documento AGENDA 21 Registro do Compromisso de sua implementação Assinaturas dos Termos de Adesão Entrega dos Certificados dos Planejadores Locais Passo nº10: AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO Quanto do planejado foi realizado Quais os resultados (indicadores de qualidade e de participação) Quais as dificuldades encontradas Quais as proposições Fonte: Oliveira  Oliveira, 1994
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    O modelo utilizadopara construção de Agenda 21 não comporta teses excludentes, contrárias ou contraditórias, uma vez que propõe a integração de dados e relações sutis; e, visa embasar transformações e desenvolver a prática do planejamento estratégico de forma flexível, dinâmica e adaptativa, no intento de apresentar, em tempo hábil (JÁ), propostas que venham a evitar que se dê caráter emergencial a situações perfeitamente previsíveis. Segue a orientação da busca de oportunidades inovativas, posto que é fruto de um fazer de novo, continuado, que conduz à espiral da melhoria contínua, ao mesmo tempo que focaliza o processo de tomada de decisões compartilhadas através do difícil exercício do consenso. Adotamos o Modelo de Gestão pela Qualidade Total - uma adaptação do Modelo de Harvard - para a definição da MISSÃO (objetivos e metas) dos Centros de Inteligência Local, através de construção individual e por consenso; a realização do DIAGNÓSTICO situacional da região com relação a cada linha estratégica priorizada pelos planejadores locais, com a identificação de pontos fortes e oportunidades de melhorias; a identificação das principais CAUSAS dos PROBLEMAS; o estabelecimento de METAS para cada linha estratégica; e, elaboração dos PLANOS DE AÇÃO, definindo o que, quando, quem, onde, como, por que e com que recursos. Adaptamos o Sistema de Gerenciamento Pelas Diretrizes, prevendo os processos de ajustes e negociação ( catch ball ) no desdobramento das diretrizes globais (linhas estratégicas/macro medidas) em diretrizes setoriais (metas e medidas setoriais), imprimindo um Incrementalismo Lógico ao planejamento, tendo em mira a sua implementação. Visando manter o foco necessário ao planejamento estratégico, e considerando a complexidade que comporta a priorização das linhas estratégicas, em função das diferentes visões e percepções das questões pelos diversos agentes participantes do processo, recorremos ao sistema de escolha individual por voto, buscando-se através da Negociação Estratégica a validação da seleção em plenária.
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    CICLOS METODOLÓGIC0S PARAO DESENVOLVIMENTO DE AGENDAS 21 REGIONAIS/LOCAIS E DINÂMICA PARTICIPATIVA (QUEM) (COMO) Este Plano se desvendará, em 4 (quatro) ciclos, didática e cientificamente trabalhados com as Comunidades Regionais/Locais: (I) P lanejamento ; (II) Desenvolvimento ; (III) C ontrole ; e (IV) A ções Proativas. “ O Planejamento deveria começar pela análise das necessidades do homem e pelo exame de como suprí-las de forma eficiente e eqüitativa”. UICN, PNUMA e WKF - “ Cuidando do Planeta Terra” No ciclo (I) que ora denominamos Planejamento Estratégico Comunitário , a equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21, trabalhará com as comunidades no sentido: de expandir os princípios, diretrizes e objetivos da Agenda 21 a nível nacional e estadual; e, de identificar e priorizar “a priori” (auto-diagnóstico) as principais questões sócio-econômico-ambientais regionais/locais (riscos e oportunidades). Esse ciclo intenta fomentar uma reflexão sobre a qualidade sócio-econômico-ambiental da região, numa visão de futuro (visão de sucesso), vital para construção de Planos de Ação Comunitários (Agenda 21 Regional/Local ). Esses Planos (macro medidas) deverão representar as diretrizes para um Pacto de Conduta Sócio Ambiental (Termos de Adesão) e deverão ser desdobrados em Planos Setoriais para o desenvolvimento sustentável regional/local.
  • 95.
    ESTRATÉGIA METODOLÓGICA: articulação e mobilização de pessoas, a nível regional/local, para participar da realização de “ Conferência de Planejamento Estratégico para construção da Agenda 21” ( workshop - 3 dias ). RECURSOS: equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21 (instrutores); material de divulgação e mobilização (folders, cartazes, cartilhas); material didático (retroprojetor, transparências, cadernos de planejamento estratégico, etc); apoio logístico (diárias, passagens, alimentação, hospedagens, etc.). PRODUTOS/RESULTADOS: Diagnóstico de Percepção Comunitária (Auto-Diagnóstico) das principais questões sócio-econômico-ambientais regionais/locais; definição de metas; elaboração de Plano de Ação Estratégico para o desenvolvimento sustentável - Agenda 21 Regional/Local. Nesse ciclo, a comunidade elegerá Fórum de Desenvolvimento Sustentável – FDS regionais/locais (representantes dos setores que compõem o cenário social - públicos, privados e comunitários), para implementação e controle das ações propostas na Agenda 21 Regional/Local construída . Esses representantes fóruns) atuarão, também, como facilitadores e multiplicadores de todo processo de gestão estratégica para o desenvolvimento sustentável, a nível regional e local. Não sabendo que era impossível, alguém foi lá e fez! Dito popular
  • 96.
    No ciclo (II)a que denominamos Desenvolvimento Estratégico Comunitário , buscar-se-á nivelar conhecimentos, através de capacitação e treinamento estratégicos da Comissão Agenda 21 Regional/Local , para a promoção de um ambiente de qualidade, educando e treinando em métodos e instrumentos gerenciais para se alcançar as metas traçadas, tendo em foco o cumprimento do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local. Aspectos Legais e Institucionais: acreditando que o começo da educação é a Lei, sinaliza-se a necessidade de se estudar, por todos os agentes envolvidos: noções básicas da Legislação Ambiental do País e do Estado; análise de Lei Orgânica local; coleta e análise de Planos. O Fórum Regional/Local será responsável pela consolidação, encaminhamentos, implementação e controle do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local, e atuará como agente facilitador e multiplicador na expansão dos conhecimentos construídos ao longo dos processos de capacitação e treinamento estratégicos. ESTRATÉGIA METODOLÓGICA: Laboratórios Técnicos Intersetoriais. de ensino aprendizagem, que representam o exercício de compartilhamento na elaboração, implementação e controle de Agenda 21 Regional/Local. Para a operacionalização do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local , sugere-se na implementação de Rotas de Informação para o Meio Ambiente Sustentável - RIMAS, a especial atenção aos seguintes aspectos:
  • 97.
    Programas de Investimentosregionais/locais. Esses estudos permitirão uma maior compreensão de aspectos legais e institucionais, para adequações, consolidação, viabilização e otimização do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local. Aspectos de Gestão Estratégica: visando o desdobramento das diretrizes (macro medidas) que o Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local construído apontar para a elaboração, implementação e controle de Planos Setoriais Regionais/Locais , destaca-se a relevância de capacitação e treinamento de caráter gerencial, dos membros das comissões regionais/locais, em métodos, técnicas e instrumentos de Legislação Ambiental e Sistema de Gestão Ambiental no ambiente da Qualidade Total, em especial os instrumentos de planejamento, educação, avaliação de impactos e auditorias ambientais. RECURSOS: equipe técnica responsável pela implantação da Agenda 21 (instrutores) e comissão regional/local (implementadores/multiplicadores); material didático (retroprojetor, transparências, etc); apoio logístico (diárias, passagens, alimentação, hospedagens, etc.). PRODUTOS/RESULTADOS: Avaliação e Consolidação da Agenda 21 Regional/Local; desdobramento das diretrizes (macro medidas) e elaboração de Planos de Ação Setoriais; e, implementação das medidas propostas nos Planos Setoriais, conforme o planejado. “ O que merece ser feito, merece ser bem feito! ” Lord Chesterfield
  • 98.
    No ciclo (III)a que denominamos Controle Estratégico Comunitário , é imperativa uma auto-avaliação ( auditorias de conformidades e de procedimentos ) do Plano da Agenda 21 Regional/Local para: verificar a efetividade, eficiência e eficácia das ações planejadas e implementadas; e, identificar oportunidades de melhorias em função de Indicadores de Relevância estabelecidos para os processos de acompanhamento e controle, evidenciados nos Relatórios 3 Gerações. Este Plano de Ação estabelece como MACROINDICADORES de relevância: indicadores de participação indicadores de qualidade indicadores de impactos indicadores de sustentabilidade . C
  • 99.
  • 100.
    PARTICIPAÇÃO DEMONSTRAM OGRAU, O NÍVEL E A QUALIDADE DAS RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL SUSTENTABILIDADE DEMONSTRAM O GRAU DE UTILIZAÇÃO CONFORME A FINALIDADE PROPOSTA E O NÍVEL DE MANUTENÇÃO DO EMPREENDIMENTO IMPACTO DEMONSTRAM OS EFEITOS SÓCIO-AMBIENTAIS E ECONÔMICOS RESULTANTES DAS INTERVENÇÕES QUALIDADE DEMONSTRAM A QUALIDADE OU PADRÃO DAS INTERVENÇÕES Fonte: OLIVEIRA & OLIVEIRA MACRO-INDICADORES
  • 101.
    PROSPECÇÃO DE INDICADORESOs indicadores das carências (necessidades), da qualidade ambiental urbana e de desenvolvimento (indicadores de sustentabilidade), constituem-se em desafiante dificuldade para os gestores/agentes públicos. Sabe-se que, por ocasião da realização de DIAGNÓSTICOS DE PERCEPÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICO-AMBIENTAIS , tradicionalmente (e aí está o grande equívoco) o que se obtém é uma série de generalizações, a par de carências que na verdade refletem problemas estruturais, culturais e situacionais de uma determinada localidade, cidade, região e ou território. O que se observa é uma enorme dificuldade para destacar, associar e até dissociar causa e conseqüência , de modo a que fique suficientemente claro o que deverá ser feito com vistas ao tratamento (prognósticos), no âmbito das suas reais possibilidades, daquilo a que genericamente se denomina uma carência . ...a gente tem fome de que? ... ...a gente tem sede de que?.... Fonte: OLIVEIRA & OLIVEIRA
  • 102.
    No ciclo (IV)a que denominamos Ações Pró Ativas Comunitárias , as comissões regionais/locais, discutirão com as comunidades regionais/locais sobre a utilização de método(s) que possibilitem-nas a atuar na realidade sócio-econômica-ambiental, através da análise crítica do Plano de Ação Estratégico da Agenda 21 Regional/Local, em função dos resultados apurados nos Relatórios 3 Gerações e em Matrizes de Auditoria por Agenda 21 , na busca da melhoria contínua da qualidade sócio-econômica-ambiental, preconizada nas Agendas 21 Regionais/Locais. Nesse ciclo, deverão ser realizadas Auditorias por Agenda 21 e elaborados Relatórios de Reflexão e Planos de Melhorias e Expansão das Agendas 21 Regionais/Locais.
  • 103.
    MATRIZES DA AUDITORIA AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Fonte: Relatórios Três Gerações
  • 104.
    MATRIZES DA AUDITORIA Fonte: Diagnósticos . .   
  • 105.
  • 106.
    DE AUTORIA DAEQUIPE ORDENADORA APRESENTADA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE AGENDAS 21
  • 107.
    O QUE ÉAGENDA 21: É um Programa estratégico, universal e dinâmico, para alcançarmos o Desenvolvimento Sustentável no século XXI. Representa também, o roteiro de ações para o cumprimento dos compromissos assumidos por todos na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano (Rio/92), na busca de solução dos problemas locais. DIMENSÕES DA AGENDA 21: Para construção da Agenda 21, é necessário a compreensão de suas principais dimensões: Documento principal da Conferência das Nações Unidas (Rio/92); Proposta mais consistente que existe de como alcançar o Desenvolvimento Sustentável no século XXI; Planejamento de ações, de curto e médio prazos, com visão de sucesso no futuro; Roteiro de ações concretas, com metas, recursos e responsabilidades definidas; Representa o poder que emana do povo. PORQUE FAZER AGENDA 21: PRINCÍPIO Nº 1 DA DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO: “Os seres humanos estão no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentado. Têm o direito a uma vida sustentável e produtiva, em harmonia com a natureza”.
  • 108.
    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICAFEDERATIVA DO BRASIL Art. 1º , Parágrafo único. “ Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. CAPÍTULO IV DO MEIO AMBIENTE: “ Art. 225 - Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. PARA QUE AGENDA 21: Enquanto processo, a construção de Agenda 21 ambiciona: Garantir a expansão do nível de consciência da população sobre a sua realidade local (necessidades e potencialidades) e a relação desta com o contexto regional; Estimular nas comunidades a organização e desenvolvimento de práticas para, coletivamente, pensar e agir estrategicamente (equipes operativas); Criar um clima favorável para o ‘emergir’ de liderança; O empreendedorismo social; Percepção coletiva do fato essencial; Treinar lideranças locais na ação organizada, com foco em resultados; Identificar e maximizar recursos e potencialidades existentes (humanos, materiais e institucionais);
  • 109.
    COMO FAZER AGENDA21: Através da participação ativa de todos, na construção, implementação e controle de Agendas 21 local. QUEM FAZ AGENDA 21: Forças públicas, Privadas e Comunitárias – A Sociedade Local “ O Poder é de todos nós! TODO PODER EMANA DO POVO QUERER É PODER! POVO É QUERER” ONDE AGENDA 21: NO MUNDO
  • 110.
    ELABORAÇÃO DE MATERIALDIDÁTICO PEDAGÓGICO: Caderno e Matrizes de Planejamento Estratégico Mandato Institucional Legal Ambiente Interno (pontos forte e frágeis) Ambiente Externo (riscos e oportunidades) Diagnóstico Estratégico Ações Estratégicas Plano de Ação Estratégico para Agenda 21 Princípios e Diretrizes Folder Interativo Caderno e Matrizes de Auditoria da Qualidade Ambiental por Agenda 21 Transparências e Data Shows de: Desenvolvimento Sustentável (histórico e Conceitos); Agenda 21 (Histórico, definições estratégicas, bases para ação, dimensões); Direito Ambiental (noções): Planejamento, Gestão e Qualidade (Conceitos, Métodos, Instrumentos, Procedimentos e Práticas) Cartazes e cartazetes de mobilização
  • 111.
    CRONOGRAMA DE TRABALHODA EQUIPE ORDENADORA
  • 112.
    ORDENADORAS AGENDA 21:Belª Celina Alda de Oliveira Fonseca Engª Rita de Cássia Couto Oliveira Drª Geralice Guimarães Barbosa Admª Nadja Maria Couto Oliveira Técnica Taiane de Oliveira Fonseca
  • 113.
    ORGANIZADORES UNEB –PROEX PRÓ - REITORIA DE EXTENSÃO Celina Alda de Oliveira Fonseca Ordenadora Ambiental Agenda 21