Bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre o grupo mais fraco. Ela se divide em duas categorias:  Bullyng direto;  Bullyng indireto; O bullyng direto é mais comum entre os agressores masculinos e o bullyng indireto é mais comum em pessoas do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por força a vítima ao isolamento social. A legislação jurídica do estado de São Paulo define Bullyng como atitudes de violência física ou psicológica, com o objetivo de intimida-los ou agredí-los, causando dor e angústia.  
 
Os atos de bullyng são atos que não estão autorizados juridicamente, e desrespeitarem princípios, como a dignidade, por exemplo: Insultar a vítima (ex: não serve para nada); Ataques físicos repetitivos contra o corpo ou propriedade;  Interferir com a propriedade pessoal (ex: livros ou material escolar, roupas,etc..); Espalhar rumores negativos sobre a vítima; Fazer com que a vitima faça o que ela não quer; Isolamento social; Usar as tecnologias de informação contra a pessoa; Chantagens; Expressões ameaçadoras; Fazer que a vítima passe vergonha na frente de outras pessoas; Entre outras...
                Um dos modos de se prevenir é:  Deixar a turma falar,  num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato , o reconhecimento  do quanto estão sofrendo - o que é diferente de achar que não há motivos para se chatear.       
Ficar atento Com um trabalho de conscientização constante, os casos se resolvem antes de estourar. Reuniões com os pais e encontros com grupos de alunos ajudam a evitar que o problema se instale. Um modo de resolver é: Reconhecer os sinais Identificar as mudanças no comportamento dos alunos ajuda a identificar casos de cyberbullyng. É comum as vítimas se queixarem de dores e de falta de vontade de ir á escola. Fazer um diagnóstico   Uma boa saída é realizar uma sondagem, aplicando questionários para verificar como os alunos se relacionam sem que sejam identificados. As informações servem de base para discussões sobre como melhorar o quadro. Quando os alunos , compartilham histórias e refletem sobre elas, ficam mais comprometidos.
 
Colégio Estadual Visconde de Itaboraí    Disciplina: Integração das Mídias e Novas Tecnologias   Professora: Joelma  Alunas: Naiane e  Gleiciane    CN 1002/2010

BULLYING

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    Bullying é frequentementeusado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre o grupo mais fraco. Ela se divide em duas categorias: Bullyng direto; Bullyng indireto; O bullyng direto é mais comum entre os agressores masculinos e o bullyng indireto é mais comum em pessoas do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por força a vítima ao isolamento social. A legislação jurídica do estado de São Paulo define Bullyng como atitudes de violência física ou psicológica, com o objetivo de intimida-los ou agredí-los, causando dor e angústia.  
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    Os atos debullyng são atos que não estão autorizados juridicamente, e desrespeitarem princípios, como a dignidade, por exemplo: Insultar a vítima (ex: não serve para nada); Ataques físicos repetitivos contra o corpo ou propriedade; Interferir com a propriedade pessoal (ex: livros ou material escolar, roupas,etc..); Espalhar rumores negativos sobre a vítima; Fazer com que a vitima faça o que ela não quer; Isolamento social; Usar as tecnologias de informação contra a pessoa; Chantagens; Expressões ameaçadoras; Fazer que a vítima passe vergonha na frente de outras pessoas; Entre outras...
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                   Um dos modos de se prevenir é: Deixar a turma falar, num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato , o reconhecimento  do quanto estão sofrendo - o que é diferente de achar que não há motivos para se chatear.      
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    Ficar atento Comum trabalho de conscientização constante, os casos se resolvem antes de estourar. Reuniões com os pais e encontros com grupos de alunos ajudam a evitar que o problema se instale. Um modo de resolver é: Reconhecer os sinais Identificar as mudanças no comportamento dos alunos ajuda a identificar casos de cyberbullyng. É comum as vítimas se queixarem de dores e de falta de vontade de ir á escola. Fazer um diagnóstico Uma boa saída é realizar uma sondagem, aplicando questionários para verificar como os alunos se relacionam sem que sejam identificados. As informações servem de base para discussões sobre como melhorar o quadro. Quando os alunos , compartilham histórias e refletem sobre elas, ficam mais comprometidos.
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    Colégio Estadual Viscondede Itaboraí    Disciplina: Integração das Mídias e Novas Tecnologias   Professora: Joelma Alunas: Naiane e  Gleiciane   CN 1002/2010