O documento discute a evolução da política externa brasileira em relação às questões ambientais, desde a Conferência de Estocolmo em 1972 até a Conferência de Joanesburgo em 2002. Inicialmente, o Brasil adotou uma postura mais defensiva, enfatizando o direito ao desenvolvimento. Posteriormente, o país passou a uma abordagem mais colaborativa e emergiu como líder nas negociações, especialmente na Conferência do Rio-92 que sediou.