Etienne de la Boétie, em seu discurso sobre a servidão voluntária, argumenta que o poder de um único homem sobre muitos é ilegítimo e que as crenças religiosas são frequentemente manipuladas para manter a população submissa. Ele defende a ideia de que a liberdade e a igualdade política são direitos de todos, e que a opressão do tirano só pode ser superada quando o povo decide não mais servi-lo. A obra, que permanece relevante, aponta a alienação como uma condição doce, enquanto a liberdade é percebida como amarga e solitária.