Adolf Hitler - Ultima Declaração

Fiz aqui uma tradução da última declaração politica de Adolf Hitler, em 29 de abril de
1945. Aqueles que tem um conhecimento mais avançado de qualquer lingua sabem que o
termo "tradução" em si é um termo falso, pois só existe adaptação e interpretação de uma
lingua para outra. Pois, aos kameraden que conhecem a lingua inglesa (pois ainda sou
iniciante na lingua alemã e traduzi uma versão da carta de Hitler em inglês, que é, assim
como o português, uma lingua nativa para mim), por favor tenham isso em mente. Aos que
desejarem dar sua opinião de interpretação da tradução, são mais do que bem vindos pois os
resultados hão de ser construtivos.

Quanto a carta, seu conteudo é fascinante.
Pensem em todos os documentários, filmes, e declarações de combatentes americanos e
ingleses, sobre os ultimos dias de Hitler, em que dizem que estes estava demente e
babando, completamente louco e fora de si, e comparem com o conteudo da carta. Pensem
nos tantos documentários onde dizem que Hitler só queria a destruição da Alemanha e de
seu povo. E leiam a carta!

“Mais de trinta anos se passaram desde 1914 quando eu fiz a minha primeira e modesta
contribuição como soldado voluntário da Primeira Guerra Mundial; guerra tal que foi
imposta ao Reich.
Nestas três décadas, o amor e lealdade ao meu povo guiaram os meus pensamentos, ações e
vida. Eles me deram forças para tomar as decisões mais difíceis que jamais um ser mortal
teve que encarar. Nestas três décadas a minha força e saúde se esvaíram.
Não é verdade que eu ou qualquer outra pessoa na Alemanha queria a guerra em 1939. Esta
era o desejo de, e foi provocada unicamente por, políticos seja de origem judaica ou que
trabalhavam para interesses judaicos. Eu fiz muitas ofertas para o limite e controle de
armamentos, fato que a posteridade não será sempre covarde em ignorá-lo, pois a
responsabilidade do inicio de tal guerra foi a mim por outros rotulada.
Nem eu jamais desejei depois da chocante primeira guerra, que houvesse uma segunda
contra seja a Inglaterra ou a America. Séculos se passarão, mas das ruínas de nossas
cidades e monumentos o ódio daqueles realmente responsáveis sempre renascerá contra
aqueles os quais devemos agradecer por toda essa situação: o Judaísmo Internacional e seus
capangas.
Apenas três dias antes do inicio do conflito Alemão-Polones eu propus uma solução para tal
problema ao Embaixador Britânico em Berlim – um controle internacional como no caso de
Saar. Esta oferta também não pode ser distorcida com mentiras. E ela somente foi rejeitada
porque aqueles no poder na Inglaterra queriam uma guerra, parcialmente por razões
econômicas, parcialmente porque eles sido influenciados pela propaganda divulgada pelo
Judaísmo Internacional.

Eu não deixei nenhuma pessoa sequer em duvida sobre o fato de que se as pessoas da
Europa forem tratadas mais uma vez sequer como meras ações da bolsa nas mãos desses
conspiradores internacionais de dinheiro e finanças, então a completa responsabilidade pelo
massacre resultante deve ser carregada pelos culpados: os Judeus. Nem eu deixei também
alguém em duvida sobre o fato de que desta vez milhões de crianças Européias de
descendência Ariana definharão de fome até morrerem, milhões de homens morrerão em
batalha, e centenas de milhares de mulheres e crianças serão queimadas ou bombardeadas
até a morte em nossas cidades sem que os verdadeiros culpados sejam responsabilizados,
embora de maneira mais humana.
Depois de seis anos de guerra que, apesar de seus contratempos, virá a ser considerada pela
História como a manifestação mais heróica e gloriosa da luta de uma nação pela sua
existência, eu não posso abandonar a cidade que é a capital deste Reich. Já que as nossas
forças não são numerosas o suficiente para agüentar os ataques do inimigo, e já que nossa
resistência está sendo sabotada por criaturas que são tão cegas quanto são de caráter
desprezível, eu desejo então compartilhar o meu destino com os milhões de outros também
se dispuseram a permanecer nesta cidade. Além disso, eu não cairei nas mãos de um
inimigo que exige mais um espetáculo, apresentado pelos judeus, para a distração das
massas em histeria.
Eu, conseqüentemente, decidi ficar em Berlim e lá escolher a minha morte voluntária assim
que ficar determinado que a posição do Fuhrer e da Chancelaria não podem mais ser
mantidas. Eu morro com um coração cheio de alegria sabendo dos imensuráveis feitos
cumpridos pelos nossos camponeses e trabalhadores e da contribuição sem igual na História
de nossa juventude que leva o meu nome.

Eu sou profundamente grato a eles e é evidente em mim que desejo que eles não
abandonem esta luta, mas que, não importa onde, eles continuem a lutar contra os inimigos
da Nação Pátria, fieis aos ideais do grande Clausewitz. Através do sacrifício de nossos
soldados e minha própria irmandade com eles até a morte, uma semente foi plantada na
história alemã que algum dia crescerá para trazer volta um glorioso renascer do movimento
Nacional Socialista em uma nação verdadeiramente unida.
Muitos dos nossos homens e mulheres mais corajosos juraram manter suas vidas unidas a
minha até o fim. Eu lhes implorei, e finalmente lhes mandei que não fizessem tal coisa, mas
sim que cumprissem com a sua parte na luta desta nação. Eu peço aos lideres do Exercito,
Marinha e Força Aérea para por todos os meios fortalecerem o espírito de resistência
nacional socialista de nossos soldados, com uma ênfase especial no fato de que eu mesmo,
como fundador e criador deste movimento, prefiro a morte a resignação covarde ou até
mesmo a capitulação.
Que se torne uma questão de honra para futuros oficiais do exercito alemão, como assim já
o é para a nossa marinha, que a rendição de nossos distritos e cidades é fora de questão e
que, acima de tudo o mais, nossos comandantes devem até a morte ser um exemplo radiante
do que é uma dedicação fiel a sua responsabilidade.
Antes de minha morte, eu aqui expulso do partido e de todos os seus cargos de estado o
Marechal-do-Reich Hermann Goring, e o Ministro do Interior Heinrich Himmler. Aponto
como seus sucessores o Gauleiter Karl Hanke como Reichsfuhrer da S.S. e Diretor da
Policia Alemã, e o Gauleiter Paul Giesler como Ministro do Interior.
Além de, no todo, sua deslealdade para comigo, Goring e Himmler causaram uma vergonha
irreparável a nação por terem negociado, sem o meu conhecimento e contra o meu desejo,
secretamente com o meu inimigo, e também tentaram tomar controle do Estado
ilegalmente.

Para que seja possível prover o povo alemão com um governo de homens de honra que hei
de cumprir a tarefa de dar continuidade a guerra através de todos os meios que tenham a
disposição, eu, como Fuhrer da nação, nomeio os seguintes membros do novo Gabinete:

Presidente do Reich: Donitz
Chanceler do Reich: Dr Goebbels
Ministro do Partido: Bormann
Ministro do Exterior: Seyss-Inquart
Ministro do Interior: Gauleiter Giesler
Ministro da Guerra: Donitz
Supremo Comandante do Exercito: Schorner
Supremo Comandante da Marinha: Donitz
Supremo Comandante da Força Aérea: Greim
Reichsfuhrer da S.S. e Diretor da Policia Alemã: Gauleiter Hanke
Comércio: Funk
Agricultura: Backe
Justiça: Thierack
Cultura: Dr Scheel
Propaganda: Dr Naumann
Finanças: Schwerin-Crossigk
Trabalho: Dr Hupfauer
Munições: Saur
Líder da Frente de Trabalho Alemã e Ministro sem Portfólio: Dr Ley.

Embora certo número destes homens, incluindo Martin Bormann, Doutor Goebbels e outros
juntamente com suas esposas se juntaram a mim de sua livre e espontânea vontade, não
tendo estes o desejo de sair da capital sob quaisquer circunstâncias e estando preparados
para morrer comigo, eu lhes imploro que venham a cumprir com o meu desejo de que
coloquem o bem estar da nação acima de seus próprios sentimentos. Através de seu
trabalho e leal companhia, eles permanecerão tão perto de mim depois de minha morte
quanto agora, já que tenho a esperança de que meu espírito continuará a viver entre eles,
sempre ao seu lado. Que sejam severos, mas nunca injustos, e que nunca, acima de tudo,
permitam que o medo comande suas ações, colocando assim a honra da nação acima de
tudo o que existe na Terra. E que, finalmente, eles sempre venham a lembrar que nossa
missão, a consolidação do estado Nacional Socialista, representa o trabalho de séculos
ainda por vir, para que assim cada indivíduo não coloque o seu próprio interesse acima do
bem comum. Eu peço a todos os alemães, a todos os nacional-socialistas, homens, mulheres
e soldados da Wehrmacht, que permaneçam fiéis e obedientes até a morte ao novo governo
e seu presidente.
Acima de tudo, eu proscrevo ao governo e ao povo para que defendam as leis raciais ao
máximo e que resistam sem misericórdia ao veneno de todas as nações, o Judaismo
Internacional.

Berlim, 29 de Abril, 1945, 4 da manhã.

Adolf Hitler


Testemunhas:
Dr Joseph Goebbels Wilhelm Burgdorf

Martin Bormann Hans Krebs

Adolf hitler -_ultima_declaração

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    Adolf Hitler -Ultima Declaração Fiz aqui uma tradução da última declaração politica de Adolf Hitler, em 29 de abril de 1945. Aqueles que tem um conhecimento mais avançado de qualquer lingua sabem que o termo "tradução" em si é um termo falso, pois só existe adaptação e interpretação de uma lingua para outra. Pois, aos kameraden que conhecem a lingua inglesa (pois ainda sou iniciante na lingua alemã e traduzi uma versão da carta de Hitler em inglês, que é, assim como o português, uma lingua nativa para mim), por favor tenham isso em mente. Aos que desejarem dar sua opinião de interpretação da tradução, são mais do que bem vindos pois os resultados hão de ser construtivos. Quanto a carta, seu conteudo é fascinante. Pensem em todos os documentários, filmes, e declarações de combatentes americanos e ingleses, sobre os ultimos dias de Hitler, em que dizem que estes estava demente e babando, completamente louco e fora de si, e comparem com o conteudo da carta. Pensem nos tantos documentários onde dizem que Hitler só queria a destruição da Alemanha e de seu povo. E leiam a carta! “Mais de trinta anos se passaram desde 1914 quando eu fiz a minha primeira e modesta contribuição como soldado voluntário da Primeira Guerra Mundial; guerra tal que foi imposta ao Reich. Nestas três décadas, o amor e lealdade ao meu povo guiaram os meus pensamentos, ações e vida. Eles me deram forças para tomar as decisões mais difíceis que jamais um ser mortal teve que encarar. Nestas três décadas a minha força e saúde se esvaíram. Não é verdade que eu ou qualquer outra pessoa na Alemanha queria a guerra em 1939. Esta era o desejo de, e foi provocada unicamente por, políticos seja de origem judaica ou que trabalhavam para interesses judaicos. Eu fiz muitas ofertas para o limite e controle de armamentos, fato que a posteridade não será sempre covarde em ignorá-lo, pois a responsabilidade do inicio de tal guerra foi a mim por outros rotulada. Nem eu jamais desejei depois da chocante primeira guerra, que houvesse uma segunda contra seja a Inglaterra ou a America. Séculos se passarão, mas das ruínas de nossas cidades e monumentos o ódio daqueles realmente responsáveis sempre renascerá contra aqueles os quais devemos agradecer por toda essa situação: o Judaísmo Internacional e seus capangas. Apenas três dias antes do inicio do conflito Alemão-Polones eu propus uma solução para tal problema ao Embaixador Britânico em Berlim – um controle internacional como no caso de Saar. Esta oferta também não pode ser distorcida com mentiras. E ela somente foi rejeitada porque aqueles no poder na Inglaterra queriam uma guerra, parcialmente por razões econômicas, parcialmente porque eles sido influenciados pela propaganda divulgada pelo Judaísmo Internacional. Eu não deixei nenhuma pessoa sequer em duvida sobre o fato de que se as pessoas da Europa forem tratadas mais uma vez sequer como meras ações da bolsa nas mãos desses conspiradores internacionais de dinheiro e finanças, então a completa responsabilidade pelo massacre resultante deve ser carregada pelos culpados: os Judeus. Nem eu deixei também alguém em duvida sobre o fato de que desta vez milhões de crianças Européias de
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    descendência Ariana definharãode fome até morrerem, milhões de homens morrerão em batalha, e centenas de milhares de mulheres e crianças serão queimadas ou bombardeadas até a morte em nossas cidades sem que os verdadeiros culpados sejam responsabilizados, embora de maneira mais humana. Depois de seis anos de guerra que, apesar de seus contratempos, virá a ser considerada pela História como a manifestação mais heróica e gloriosa da luta de uma nação pela sua existência, eu não posso abandonar a cidade que é a capital deste Reich. Já que as nossas forças não são numerosas o suficiente para agüentar os ataques do inimigo, e já que nossa resistência está sendo sabotada por criaturas que são tão cegas quanto são de caráter desprezível, eu desejo então compartilhar o meu destino com os milhões de outros também se dispuseram a permanecer nesta cidade. Além disso, eu não cairei nas mãos de um inimigo que exige mais um espetáculo, apresentado pelos judeus, para a distração das massas em histeria. Eu, conseqüentemente, decidi ficar em Berlim e lá escolher a minha morte voluntária assim que ficar determinado que a posição do Fuhrer e da Chancelaria não podem mais ser mantidas. Eu morro com um coração cheio de alegria sabendo dos imensuráveis feitos cumpridos pelos nossos camponeses e trabalhadores e da contribuição sem igual na História de nossa juventude que leva o meu nome. Eu sou profundamente grato a eles e é evidente em mim que desejo que eles não abandonem esta luta, mas que, não importa onde, eles continuem a lutar contra os inimigos da Nação Pátria, fieis aos ideais do grande Clausewitz. Através do sacrifício de nossos soldados e minha própria irmandade com eles até a morte, uma semente foi plantada na história alemã que algum dia crescerá para trazer volta um glorioso renascer do movimento Nacional Socialista em uma nação verdadeiramente unida. Muitos dos nossos homens e mulheres mais corajosos juraram manter suas vidas unidas a minha até o fim. Eu lhes implorei, e finalmente lhes mandei que não fizessem tal coisa, mas sim que cumprissem com a sua parte na luta desta nação. Eu peço aos lideres do Exercito, Marinha e Força Aérea para por todos os meios fortalecerem o espírito de resistência nacional socialista de nossos soldados, com uma ênfase especial no fato de que eu mesmo, como fundador e criador deste movimento, prefiro a morte a resignação covarde ou até mesmo a capitulação. Que se torne uma questão de honra para futuros oficiais do exercito alemão, como assim já o é para a nossa marinha, que a rendição de nossos distritos e cidades é fora de questão e que, acima de tudo o mais, nossos comandantes devem até a morte ser um exemplo radiante do que é uma dedicação fiel a sua responsabilidade. Antes de minha morte, eu aqui expulso do partido e de todos os seus cargos de estado o Marechal-do-Reich Hermann Goring, e o Ministro do Interior Heinrich Himmler. Aponto como seus sucessores o Gauleiter Karl Hanke como Reichsfuhrer da S.S. e Diretor da Policia Alemã, e o Gauleiter Paul Giesler como Ministro do Interior. Além de, no todo, sua deslealdade para comigo, Goring e Himmler causaram uma vergonha irreparável a nação por terem negociado, sem o meu conhecimento e contra o meu desejo, secretamente com o meu inimigo, e também tentaram tomar controle do Estado ilegalmente. Para que seja possível prover o povo alemão com um governo de homens de honra que hei de cumprir a tarefa de dar continuidade a guerra através de todos os meios que tenham a
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    disposição, eu, comoFuhrer da nação, nomeio os seguintes membros do novo Gabinete: Presidente do Reich: Donitz Chanceler do Reich: Dr Goebbels Ministro do Partido: Bormann Ministro do Exterior: Seyss-Inquart Ministro do Interior: Gauleiter Giesler Ministro da Guerra: Donitz Supremo Comandante do Exercito: Schorner Supremo Comandante da Marinha: Donitz Supremo Comandante da Força Aérea: Greim Reichsfuhrer da S.S. e Diretor da Policia Alemã: Gauleiter Hanke Comércio: Funk Agricultura: Backe Justiça: Thierack Cultura: Dr Scheel Propaganda: Dr Naumann Finanças: Schwerin-Crossigk Trabalho: Dr Hupfauer Munições: Saur Líder da Frente de Trabalho Alemã e Ministro sem Portfólio: Dr Ley. Embora certo número destes homens, incluindo Martin Bormann, Doutor Goebbels e outros juntamente com suas esposas se juntaram a mim de sua livre e espontânea vontade, não tendo estes o desejo de sair da capital sob quaisquer circunstâncias e estando preparados para morrer comigo, eu lhes imploro que venham a cumprir com o meu desejo de que coloquem o bem estar da nação acima de seus próprios sentimentos. Através de seu trabalho e leal companhia, eles permanecerão tão perto de mim depois de minha morte quanto agora, já que tenho a esperança de que meu espírito continuará a viver entre eles, sempre ao seu lado. Que sejam severos, mas nunca injustos, e que nunca, acima de tudo, permitam que o medo comande suas ações, colocando assim a honra da nação acima de tudo o que existe na Terra. E que, finalmente, eles sempre venham a lembrar que nossa missão, a consolidação do estado Nacional Socialista, representa o trabalho de séculos ainda por vir, para que assim cada indivíduo não coloque o seu próprio interesse acima do bem comum. Eu peço a todos os alemães, a todos os nacional-socialistas, homens, mulheres e soldados da Wehrmacht, que permaneçam fiéis e obedientes até a morte ao novo governo e seu presidente. Acima de tudo, eu proscrevo ao governo e ao povo para que defendam as leis raciais ao máximo e que resistam sem misericórdia ao veneno de todas as nações, o Judaismo Internacional. Berlim, 29 de Abril, 1945, 4 da manhã. Adolf Hitler Testemunhas:
  • 4.
    Dr Joseph GoebbelsWilhelm Burgdorf Martin Bormann Hans Krebs