Cor, Composição e Imagem
O que é a composição? Definição base: A Composição é usualmente definida como o arranjo visual dos elementos num plano de forma a que a imagem possua um todo completo e satisfatório. A integração da imagem é obtida pela posição agradável das linhas, da cor e da luz. Mas o que é uma imagem satifastória? E uma imagem agradável?
Moldura espacial “ Não há qualquer qualidade absoluta de dimensão, forma, cor, brilho, comprimento ou largura, porque cada unidade visual é influenciada pelo meio óptico que a rodeia e as inter-relações em actuação.” (Sausmarez, p. 34) O modo como a área da imagem está dividida é uma questão relevante pois são estas proporções fundamentais que produzem o primeiro impacto sobre o olhar.
Moldura espacial Quando uma qualquer mancha, mesmo um ponto, é colocado num quadrado/rectângulo de papel/tela/etc. aparecem novas formas; estas formas são energias que operam entre a mancha e os lados e os cantos do quadrado/rectângulo.
Do quadrado ao rectângulo Rectângulo de ouro  – sistema geométrico para estabelecer divisões harmoniosas da área da imagem; utilizado no Renascimento a partir da recuperação de cânones da antiguidade clássica.
Do quadrado ao rectângulo Regra dos Terços  – divisão que indica os pontos de maior interesse perceptivo de uma imagem.
Do quadrado ao rectângulo Séries Fibonacci  – sistema de relações em expansão, que provém do Renascimento, em que o número seguinte é obtido adicionando os dois números anteriores, i.e., 1, 2, 3, 5, 8,...;  tipo de divisão da imagem muito comum no trabalho de storyboard de sítios web.
Cor Propriedades físicas  – interesse da Física que incide sobre os fenómenos da luz, a mistura de luz cromática, a classificação da cor mediante o conhecimento das frequências e comprimentos de onda dos raios de luz colorida. Visibilidade da cor  – qualquer cor é visível dado um determinado material reflectir uma frequência e comprimento de onda e absorver todos os outros. Branco  – reflexão de todas as frequências e comprimentos de onda. Preto  – absorção de todas as frequências e comprimentos de onda. Arco-íris  – fenómeno de difracção da luz, tornando visíveis as várias frequências e comprimentos de onda.
Cor Propriedades fisiológicas  – investigação segundo o funcionamento do aparelho visual humano e reacção nervosa à luz e às cores. Propriedades psicológicas  – interesse pela percepção e influência da cor em termos de simbolismo subjectivo. Propriedades culturais  – reflexão sobre a construção dinâmica de significados da cor mediante períodos históricos, zonas geográficas, interesses estéticos.
Cor Aspectos a considerar: aspecto construtivo  da cor, i.e, como funciona numa diversidade de relações; aspecto expressivo  da cor, ou seja, as suas potencialidades na tradução da impressão visual que temos do mundo exterior, bem como as suas potencialidades como veículo emocionalmente expressivo do mundo interior da imagética simbólica.
Cor Na Sensação de Cor podem distinguir-se três características essenciais: matiz , i.e, qualidade que distingue uma cor de outra, por exemplo, o laranja do vermelho; tom , ou seja, qualidade de claro ou escuro; croma , ou seja, qualidade de saturação ou medida do conteúdo em cor (os matizes do espectro têm uma saturação máxima).
Cor Valor de Cor – impacto global das três características matiz, tom e croma. Temperatura de Cor – a sua aparência de quente ou fria. Peso da Cor – propriedade tanto de si própria como dependente do contexto, não está relacionado com o facto da cor ser escura ou clara.
Cor Cada matiz oscila precariamente entre cores que lhe são adjacentes em termos de qualidade de cor (por exemplo, o vermelho está entre um laranja avermelhado e um violeta avermelhado). Para auxiliar a diferenciação definem-se: Cores Primárias – azul, amarelo, magenta. Cores Secundárias – obtêm-se misturando duas cores primárias. Cores Terciárias – resultam da mistura de uma cor primária com uma cor secundária.
Cor Roda das Cores:
Cor Escalas tonais:
Cor Escalas tonais:
Cor Energia da Cor: a cor é modificada por alteração no contexto, sendo o contraste o factor operante. Contracção e Expansão.
Cor Energia da Cor: Expansão e Contracção.
Cor A Energia da Cor resulta da nossa reacção fisiológica, uma vez que este fenómeno tem lugar mesmo não havendo relação com uma segunda cor.
 
Cor Energia da Cor: depois da concentração visual sobre o vermelho do diapositivo anterior e de alguns momentos passados com os olhos fechados, é natural a aparição de uma pós-imagem de um rectângulo verde; a cor verde, complementar do vermelho, equilibra. Este fenómeno designa-se por  contraste sucessivo .
Cor Energia da Cor: Também por reacção fisiológica determinados conjuntos de cores complementares parecem tingir-se; Este fenómeno designa-se por  contraste simultâneo .
Cor Outra distinção útil: Cores Cromáticas – todo o leque de matizes e seus derivados por meio da mistura entre si; Cores A-Cromáticas – o branco, o cinzento e o preto. Contudo, se se reunirem todas as variedades de cores a-cromáticas disponíveis, verificar-se-á que estão tingidas cromaticamente: distinguimos branco amarelado, branco rosado, cinzento esverdeado; preto azulado, etc.; os inuit usam vinte e sete palavras diferentes para referir a cor branca; O uso pós-impressionista do preto, do branco e do cinzento colocam-nos ao nível das cores cromáticas.
Espaço da Cor O contraste cromático que controla a operação do espaço da cor, ou seja, a sensação de espaço exclusivamente resultante do uso da cor, pode funcionar através de diversas maneiras: da oposição claro/escuro; da justaposição de matizes; do contraste frio – quente; do contraste complementar; do contraste simultâneo; do contraste de proporção; do contraste da configuração das áreas de cor; dos graus contrastados de saturação; do contraste da textura das áreas de cor.
Associações
Análise de Exemplos Arcimboldo.  Primavera .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
Análise de Exemplos Arcimboldo.  Verão .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
Análise de Exemplos Arcimboldo.  Outono .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
Análise de Exemplos Arcimboldo.  Inverno .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
Análise de Exemplos Boticelli.  Primavera .1470 – 80. Tempera sobre madeira. 175,5x278,5 cm. Galeria degli Uffizi .
Análise de Exemplos Boticelli.  Primavera .1470 – 80. Personagens mitológicas.
Análise de Exemplos Bruegel.  Festa de Casamento Camponês .1566 – 67. Óleo sobre madeira. 114,3x162,6 cm. Museu Kunschistorisches.
Análise de Exemplos Bruegel.  Festa de Casamento Camponês .1566 – 67. Pormenores.
Análise de Exemplos Degas.  O Ensaio .1873 – 74. Pastel sobre tela. 59x83,8 cm. Museu de Glasgow.
Análise de Exemplos Degas.  O Ensaio .1873 – 74. Pormenores.
Análise de Exemplos Van Eick.  O Retrato Arnolfini .1434. Óleo sobre madeira. 81,8x59,7 cm. National Gallery, Londres.
Análise de Exemplos Van Eick.  O Retrato Arnolfini .1434. Pormenores.
Análise de Exemplos Van Gogh.  Girassóis .1888. Óleo sobre tela. 92x73 cm. National Gallery, Londres.
Análise de Exemplos Van Gogh.  Girassóis .1888. Trabalho em gradiente de cor.
Análise de Exemplos Leonardo.  Mona Lisa .1503 – 06. Óleo sobre madeira. 77x53 cm. Museu do Louvre.
Análise de Exemplos Leonardo.  Mona Lisa .1503 – 06. Pormenor.
Análise de Exemplos Miró.  Mulher, Pássaro ao Luar .1949. Óleo sobre tela. 81,5x66 cm. Tate London.
Análise de Exemplos Miró.  Mulher, Pássaro ao Luar .1949. Distorção das formas.
Análise de Exemplos Monet.  Lago de Nenúfares .1899. Óleo sobre tela. 88x43 cm. National Gallery, Londres.
Análise de Exemplos Picasso.  Mulher Chorando .1937. Óleo sobre tela. 60,8x50 cm. Tate London.
Análise de Exemplos Picasso.  Mulher Chorando .1937. Distorção expressiva fisionómica. Formas emotivas.
Análise de Exemplos Rousseau.  Os Macacos .1906. Óleo sobre tela. 145,5x113 cm. Museu de Arte de Filadélfia.
Análise de Exemplos Rousseau.  Os Macacos .1906. Simplificação das formas. Bidimensionalidade.
Análise de Exemplos Turner.  O Naufrágio .1805. Óleo sobre tela. 171,5x241,5 cm. Tate London.
Análise de Exemplos Turner.  Tempestade de Neve .1842. Óleo sobre tela. 91x122 cm. Tate London.
Análise de Exemplos Velázquez.  As Meninas .1656. Óleo sobre tela. 318x276 cm. Museu do Prado.
Análise de Exemplos Velázquez.  As Meninas .1656. Os diferentes planos e narrações no enquadramento.
Análise de Exemplos Wood.  American Gothic .1930. Óleo sobre tábua. 74,3x62,4 cm. Instituto de Arte de Chicago.
Análise de Exemplos Wood.  American Gothic .1930. Pormenores.
Planos, Enquadramentos & Posições de Câmara Gestão Sociocultural
Planos e Enquadramentos Muito Grande Plano ou Plano de Pormenor Grande Plano ou Close-Up
Planos e Enquadramentos Plano Próximo ou Close-Up Médio Plano Médio
Planos e Enquadramentos Plano Americano Plano Inteiro
Planos e Enquadramentos Plano Geral
Planos e Enquadramentos Two Shot
Planos e Enquadramentos Over the Shoulder (Campo / Contra-campo)
Planos e Enquadramentos Espaço de direcção do olhar Espaço de movimentação
Planos e Enquadramentos Plano Picado Plano Contra-Picado
Planos e Enquadramentos Plano Inclinado
Posições de Câmara Picado, normal, contra-picado:
Workshop de Fotografia Iluminação & Posições de Câmara Gestão Sociocultural
Luz, Sombra e Recorte Fonte de luz à esquerda / frente
Luz, Sombra e Recorte Fonte de luz à esquerda / trás
Luz, Sombra e Recorte Fonte de luz à direita / frente
Luz, Sombra e Recorte Fonte de luz à direita / trás
Imagens Estáticas Informação central
Imagens Dinâmicas Ponto de Fuga à esquerda
Imagens Dinâmicas Ponto de Fuga à direita
Imagens Dinâmicas Eixo vertical à esquerda
Imagens Dinâmicas Eixo vertical à direita
Imagens Dinâmicas Ponto de fuga em cima
Imagens Dinâmicas Eixos arquitectónicos
Imagens Dinâmicas Eixos arquitectónicos
Imagens Dinâmicas Repetição de Padrão
Imagens Dinâmicas Repetição de Padrão
Imagens Dinâmicas Analogia de Formas
Imagens Dinâmicas Grupos e Formas (triângulo)
Imagens Dinâmicas Grupos e Formas (círculo)
Imagens Dinâmicas Grupos e Formas (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Grupos e Formas (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Grupos e Formas (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Profundidade de Campo (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Profundidade de Campo (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Profundidade de Campo (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Profundidade de Campo (diferenciação de planos)
Imagens Dinâmicas Profundidade de Campo (diferenciação de planos)
Workshop de Fotografia Fim Gestão Sociocultural

Aula3 Imagem

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    O que éa composição? Definição base: A Composição é usualmente definida como o arranjo visual dos elementos num plano de forma a que a imagem possua um todo completo e satisfatório. A integração da imagem é obtida pela posição agradável das linhas, da cor e da luz. Mas o que é uma imagem satifastória? E uma imagem agradável?
  • 3.
    Moldura espacial “Não há qualquer qualidade absoluta de dimensão, forma, cor, brilho, comprimento ou largura, porque cada unidade visual é influenciada pelo meio óptico que a rodeia e as inter-relações em actuação.” (Sausmarez, p. 34) O modo como a área da imagem está dividida é uma questão relevante pois são estas proporções fundamentais que produzem o primeiro impacto sobre o olhar.
  • 4.
    Moldura espacial Quandouma qualquer mancha, mesmo um ponto, é colocado num quadrado/rectângulo de papel/tela/etc. aparecem novas formas; estas formas são energias que operam entre a mancha e os lados e os cantos do quadrado/rectângulo.
  • 5.
    Do quadrado aorectângulo Rectângulo de ouro – sistema geométrico para estabelecer divisões harmoniosas da área da imagem; utilizado no Renascimento a partir da recuperação de cânones da antiguidade clássica.
  • 6.
    Do quadrado aorectângulo Regra dos Terços – divisão que indica os pontos de maior interesse perceptivo de uma imagem.
  • 7.
    Do quadrado aorectângulo Séries Fibonacci – sistema de relações em expansão, que provém do Renascimento, em que o número seguinte é obtido adicionando os dois números anteriores, i.e., 1, 2, 3, 5, 8,...; tipo de divisão da imagem muito comum no trabalho de storyboard de sítios web.
  • 8.
    Cor Propriedades físicas – interesse da Física que incide sobre os fenómenos da luz, a mistura de luz cromática, a classificação da cor mediante o conhecimento das frequências e comprimentos de onda dos raios de luz colorida. Visibilidade da cor – qualquer cor é visível dado um determinado material reflectir uma frequência e comprimento de onda e absorver todos os outros. Branco – reflexão de todas as frequências e comprimentos de onda. Preto – absorção de todas as frequências e comprimentos de onda. Arco-íris – fenómeno de difracção da luz, tornando visíveis as várias frequências e comprimentos de onda.
  • 9.
    Cor Propriedades fisiológicas – investigação segundo o funcionamento do aparelho visual humano e reacção nervosa à luz e às cores. Propriedades psicológicas – interesse pela percepção e influência da cor em termos de simbolismo subjectivo. Propriedades culturais – reflexão sobre a construção dinâmica de significados da cor mediante períodos históricos, zonas geográficas, interesses estéticos.
  • 10.
    Cor Aspectos aconsiderar: aspecto construtivo da cor, i.e, como funciona numa diversidade de relações; aspecto expressivo da cor, ou seja, as suas potencialidades na tradução da impressão visual que temos do mundo exterior, bem como as suas potencialidades como veículo emocionalmente expressivo do mundo interior da imagética simbólica.
  • 11.
    Cor Na Sensaçãode Cor podem distinguir-se três características essenciais: matiz , i.e, qualidade que distingue uma cor de outra, por exemplo, o laranja do vermelho; tom , ou seja, qualidade de claro ou escuro; croma , ou seja, qualidade de saturação ou medida do conteúdo em cor (os matizes do espectro têm uma saturação máxima).
  • 12.
    Cor Valor deCor – impacto global das três características matiz, tom e croma. Temperatura de Cor – a sua aparência de quente ou fria. Peso da Cor – propriedade tanto de si própria como dependente do contexto, não está relacionado com o facto da cor ser escura ou clara.
  • 13.
    Cor Cada matizoscila precariamente entre cores que lhe são adjacentes em termos de qualidade de cor (por exemplo, o vermelho está entre um laranja avermelhado e um violeta avermelhado). Para auxiliar a diferenciação definem-se: Cores Primárias – azul, amarelo, magenta. Cores Secundárias – obtêm-se misturando duas cores primárias. Cores Terciárias – resultam da mistura de uma cor primária com uma cor secundária.
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    Cor Energia daCor: a cor é modificada por alteração no contexto, sendo o contraste o factor operante. Contracção e Expansão.
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    Cor Energia daCor: Expansão e Contracção.
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    Cor A Energiada Cor resulta da nossa reacção fisiológica, uma vez que este fenómeno tem lugar mesmo não havendo relação com uma segunda cor.
  • 20.
  • 21.
    Cor Energia daCor: depois da concentração visual sobre o vermelho do diapositivo anterior e de alguns momentos passados com os olhos fechados, é natural a aparição de uma pós-imagem de um rectângulo verde; a cor verde, complementar do vermelho, equilibra. Este fenómeno designa-se por contraste sucessivo .
  • 22.
    Cor Energia daCor: Também por reacção fisiológica determinados conjuntos de cores complementares parecem tingir-se; Este fenómeno designa-se por contraste simultâneo .
  • 23.
    Cor Outra distinçãoútil: Cores Cromáticas – todo o leque de matizes e seus derivados por meio da mistura entre si; Cores A-Cromáticas – o branco, o cinzento e o preto. Contudo, se se reunirem todas as variedades de cores a-cromáticas disponíveis, verificar-se-á que estão tingidas cromaticamente: distinguimos branco amarelado, branco rosado, cinzento esverdeado; preto azulado, etc.; os inuit usam vinte e sete palavras diferentes para referir a cor branca; O uso pós-impressionista do preto, do branco e do cinzento colocam-nos ao nível das cores cromáticas.
  • 24.
    Espaço da CorO contraste cromático que controla a operação do espaço da cor, ou seja, a sensação de espaço exclusivamente resultante do uso da cor, pode funcionar através de diversas maneiras: da oposição claro/escuro; da justaposição de matizes; do contraste frio – quente; do contraste complementar; do contraste simultâneo; do contraste de proporção; do contraste da configuração das áreas de cor; dos graus contrastados de saturação; do contraste da textura das áreas de cor.
  • 25.
  • 26.
    Análise de ExemplosArcimboldo. Primavera .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
  • 27.
    Análise de ExemplosArcimboldo. Verão .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
  • 28.
    Análise de ExemplosArcimboldo. Outono .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
  • 29.
    Análise de ExemplosArcimboldo. Inverno .1573. Óleo sobre tela. 77x63 cm. Museu do Louvre.
  • 30.
    Análise de ExemplosBoticelli. Primavera .1470 – 80. Tempera sobre madeira. 175,5x278,5 cm. Galeria degli Uffizi .
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    Análise de ExemplosBoticelli. Primavera .1470 – 80. Personagens mitológicas.
  • 32.
    Análise de ExemplosBruegel. Festa de Casamento Camponês .1566 – 67. Óleo sobre madeira. 114,3x162,6 cm. Museu Kunschistorisches.
  • 33.
    Análise de ExemplosBruegel. Festa de Casamento Camponês .1566 – 67. Pormenores.
  • 34.
    Análise de ExemplosDegas. O Ensaio .1873 – 74. Pastel sobre tela. 59x83,8 cm. Museu de Glasgow.
  • 35.
    Análise de ExemplosDegas. O Ensaio .1873 – 74. Pormenores.
  • 36.
    Análise de ExemplosVan Eick. O Retrato Arnolfini .1434. Óleo sobre madeira. 81,8x59,7 cm. National Gallery, Londres.
  • 37.
    Análise de ExemplosVan Eick. O Retrato Arnolfini .1434. Pormenores.
  • 38.
    Análise de ExemplosVan Gogh. Girassóis .1888. Óleo sobre tela. 92x73 cm. National Gallery, Londres.
  • 39.
    Análise de ExemplosVan Gogh. Girassóis .1888. Trabalho em gradiente de cor.
  • 40.
    Análise de ExemplosLeonardo. Mona Lisa .1503 – 06. Óleo sobre madeira. 77x53 cm. Museu do Louvre.
  • 41.
    Análise de ExemplosLeonardo. Mona Lisa .1503 – 06. Pormenor.
  • 42.
    Análise de ExemplosMiró. Mulher, Pássaro ao Luar .1949. Óleo sobre tela. 81,5x66 cm. Tate London.
  • 43.
    Análise de ExemplosMiró. Mulher, Pássaro ao Luar .1949. Distorção das formas.
  • 44.
    Análise de ExemplosMonet. Lago de Nenúfares .1899. Óleo sobre tela. 88x43 cm. National Gallery, Londres.
  • 45.
    Análise de ExemplosPicasso. Mulher Chorando .1937. Óleo sobre tela. 60,8x50 cm. Tate London.
  • 46.
    Análise de ExemplosPicasso. Mulher Chorando .1937. Distorção expressiva fisionómica. Formas emotivas.
  • 47.
    Análise de ExemplosRousseau. Os Macacos .1906. Óleo sobre tela. 145,5x113 cm. Museu de Arte de Filadélfia.
  • 48.
    Análise de ExemplosRousseau. Os Macacos .1906. Simplificação das formas. Bidimensionalidade.
  • 49.
    Análise de ExemplosTurner. O Naufrágio .1805. Óleo sobre tela. 171,5x241,5 cm. Tate London.
  • 50.
    Análise de ExemplosTurner. Tempestade de Neve .1842. Óleo sobre tela. 91x122 cm. Tate London.
  • 51.
    Análise de ExemplosVelázquez. As Meninas .1656. Óleo sobre tela. 318x276 cm. Museu do Prado.
  • 52.
    Análise de ExemplosVelázquez. As Meninas .1656. Os diferentes planos e narrações no enquadramento.
  • 53.
    Análise de ExemplosWood. American Gothic .1930. Óleo sobre tábua. 74,3x62,4 cm. Instituto de Arte de Chicago.
  • 54.
    Análise de ExemplosWood. American Gothic .1930. Pormenores.
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    Planos, Enquadramentos &Posições de Câmara Gestão Sociocultural
  • 56.
    Planos e EnquadramentosMuito Grande Plano ou Plano de Pormenor Grande Plano ou Close-Up
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    Planos e EnquadramentosPlano Próximo ou Close-Up Médio Plano Médio
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    Planos e EnquadramentosPlano Americano Plano Inteiro
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    Planos e EnquadramentosOver the Shoulder (Campo / Contra-campo)
  • 62.
    Planos e EnquadramentosEspaço de direcção do olhar Espaço de movimentação
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    Planos e EnquadramentosPlano Picado Plano Contra-Picado
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    Planos e EnquadramentosPlano Inclinado
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    Posições de CâmaraPicado, normal, contra-picado:
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    Workshop de FotografiaIluminação & Posições de Câmara Gestão Sociocultural
  • 67.
    Luz, Sombra eRecorte Fonte de luz à esquerda / frente
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    Luz, Sombra eRecorte Fonte de luz à esquerda / trás
  • 69.
    Luz, Sombra eRecorte Fonte de luz à direita / frente
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    Luz, Sombra eRecorte Fonte de luz à direita / trás
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  • 72.
    Imagens Dinâmicas Pontode Fuga à esquerda
  • 73.
    Imagens Dinâmicas Pontode Fuga à direita
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    Imagens Dinâmicas Eixovertical à esquerda
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    Imagens Dinâmicas Eixovertical à direita
  • 76.
    Imagens Dinâmicas Pontode fuga em cima
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    Imagens Dinâmicas Eixosarquitectónicos
  • 78.
    Imagens Dinâmicas Eixosarquitectónicos
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    Imagens Dinâmicas Grupose Formas (triângulo)
  • 83.
    Imagens Dinâmicas Grupose Formas (círculo)
  • 84.
    Imagens Dinâmicas Grupose Formas (diferenciação de planos)
  • 85.
    Imagens Dinâmicas Grupose Formas (diferenciação de planos)
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    Imagens Dinâmicas Grupose Formas (diferenciação de planos)
  • 87.
    Imagens Dinâmicas Profundidadede Campo (diferenciação de planos)
  • 88.
    Imagens Dinâmicas Profundidadede Campo (diferenciação de planos)
  • 89.
    Imagens Dinâmicas Profundidadede Campo (diferenciação de planos)
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    Imagens Dinâmicas Profundidadede Campo (diferenciação de planos)
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    Imagens Dinâmicas Profundidadede Campo (diferenciação de planos)
  • 92.
    Workshop de FotografiaFim Gestão Sociocultural

Notas do Editor