PADI CO
ATUALIZAÇÃO EM REDE DE FRIO
Objetivos deste Módulo
- Apresentação do Padi Centro- oeste, bem como as
características, objetivos e fluxo operacional do nosso trabalho;
- Aspectos relacionados à Rede de Frio: conceitos/objetivos/
importância; montagem de caixas térmicas;
- Ficha de notificação de alteração de temperatura:
preenchimento adequado (correto e completo) de todas as
informações que a compõem.
PADI CO
Transporte
Recebimento
Armazenamento
Conservação
Manuseio
Distribuição
QUALIDADE
Aquisição
- A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é um
sistema logístico que compreende uma
equipe técnica qualificada,
equipamentos e procedimentos
padronizados para o recebimento,
armazenamento, conservação,
manuseio, distribuição e transporte de
imunobiológicos em condições
adequadas de temperatura e protegidos
da luz, desde o fabricante até o
momento de sua utilização.
- Imunobiológicos são produtos
termolábeis, isto é, podem ter sua
capacidade imunogênica
comprometida quando expostos a
temperaturas inadequadas.
- O manuseio incorreto, equipamentos
com defeito ou falta de energia podem
interromper o processo de refrigeração,
comprometendo a potência e eficácia
dos imunobiológicos.
REDE DE FRIO
Insumos Utilizados nas Salas de Vacinação
Impressos Utilizados nas Salas de Vacinação
12
Cuidados Básicos com Equipamentos de
Refrigeração
Refrigeradores afastados 20 cm da parede e 40 cm dos demais equipamentos,
em ambiente climatizado (entre +18ºC e +22ºC), distante de fontes de calor e
sem incidência de luz solar direta;
Tomada exclusiva, instalada a 1,30 m do piso (NBR 5410) para cada
equipamento, sendo proibida a utilização de extensões ou “benjamim”;
Colocar o equipamento sobre suporte com rodinhas para evitar a oxidação das
chapas da caixa em contato direto com o piso úmido e facilitando sua
movimentação e limpeza;
Observar se o equipamento está em boas condições de funcionamento;
Certificar-se de que a porta está vedando adequadamente (teste da tira de
papel);
Fazer degelo e a limpeza a cada 15 dias, da geladeira e/ou freezer, quando a
camada de gelo atingir 0,5cm;
Realizar manutenção preventiva, preditiva e corretiva conforme recomendação
de cada equipamento.
13
Procedimentos de Rotina com os Equipamentos de
Refrigeração
Utilizar adesivos do tipo “ vacinas – não desligue” e “uso exclusivo – não
abra.”
Não armazenar produtos que não sejam imunobiológicos do PNI no refrigerador;
Evitar manusear o termostato;
Utilizar bandejas do tipo “porta talheres”, perfuradas;
Armazenar bobinas de gelo reutilizável, com capacidade aproximada de 80%
(após o congelamento ocorre a expansão do produto interno aumentando o
volume da bobina).
Transporte dos
Imunobiológicos entre as
Instâncias
OBSERVAR RIGOROSAMENTE
A TEMPERATURA IDEAL
RECOMENDADA PARA CADA
INSTÂNCIA!
Falhas na Rede de Frio
.
Falhas Relativas a
Pessoal
Utilização
incorreta
dos
equipamentos
Ausência
de um
responsável
técnico
Comunicação
inexistente
ou
ineficaz entre
equipe
e gestor
Gerência
não
atuante
Profissionais
não
habilitados
Falhas na Rede de Frio
.
Falhas Técnicas
Equipamento
Desligado
Defeito
do
Equipamento
Aumento ou
queda
da temperatura
ambiente
Falta de
Manutenção
Preventiva
Interrupção
de energia
Chuvas
Falta do
Gerador
Oscilação
Sobrecarga
Elétrica
Acidentes
Falhas na Rede de Frio
.
Falhas
Institucionais
Falta de
previsão
das
possíveis
interrupções
no uso
dos
equipamentos
Falta
de
Capacitação
Técnica
Ausência
de
manutenção
periódica
Procedi-
mentos
não
padronizados
Inexistência
de
instruções
claras
para
situações
de
emergência
Ausência
de
plantão
em
finais de
semana
e
feriados
21
Termoestabilidade das Vacinas
Vacinas de vírus vivos atenuados são mais sensíveis ao calor;
Vacinas que contém adjuvantes de alumínio toleram melhor temperaturas mais
altas. O congelamento pode interferir na sua eficácia e na alteração físico-
química;
Cada exposição de uma vacina à temperatura abaixo de + 2ºC e acima de + 8ºC,
resulta em alguma perda de potência, tendo como consequência um efeito
cumulativo irreversível na eficácia da imunogenicidade.
Tipos de Termômetros
Linear
Digital
Termômetros a
laser
Organização e Montagem das
Caixas Térmicas
Cuidados Básicos com as Bobinas de Gelo Reutilizável
Desprezar a bobina caso o material plástico seja danificado, deixando vazar seu
conteúdo, no total ou em parte;
Ao final da jornada de trabalho lavar as bobinas, enxugá-las e retorná-las ao
congelador;
Verificar o prazo de validade das bobinas e a presença de depósitos ou resíduos
em seu interior, o que representaria a contaminação do produto. Caso isto ocorra,
desprezar imediatamente;
Usar bobinas de água, possíveis de serem abertas, nas atividades de vacinação em
áreas de longa distância e difícil acesso (reservas indígenas). Após o
descongelamento, esvaziar e conservar apenas o material plástico;
Ao retornar ao ponto de apoio, lavá-las, reabastecê-las e retorná-las ao
equipamento para congelamento. Essa recomendação tem como objetivo diminuir o
peso do material durante o transporte.
Importante!!
• O estoque de imunobiológicos não deve ser
maior do que a quantidade prevista para o
consumo de um mês afim de reduzir os riscos
de exposição em situações que possam
comprometer a qualidade dos produtos (MS
2014).
Exemplo:
ABRIL
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira Sábado Domingo
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30
Previsão de consumo para 12 dias
(ideal 15 dias)
ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PADI-CO
Número de Salas de Vacinas
27
23
28 Butanta
Lap/Pinh
Centro
Quando a temperatura
chegar a +1ºC já
pode montar a caixa
Colocar a bobina de gelo reutilizável sobre uma
superfície até desaparecer a névoa. Ao mesmo tempo,
monitorar uma delas com termômetro de cabo
extensor.
Tipos de Caixas Térmicas
Mais indicada para uso
Quantidade e Temperatura das Bobinas de
Gelo Reutilizável
- A quantidade de
bobinas de gelo
reutilizável colocada
no interior da caixa
térmica é importante
para a correta
conservação.
- Ao colocar bobinas
nas paredes laterais,
forma-se uma barreira
Para diminuir a velocidade
de entrada de calor,
por um período de
tempo.
- O calor atravessará
as paredes, porque
não existe material
perfeitamente isolante,
atingirá primeiro as
bobinas, aumentando
sua temperatura, e,
somente depois,
alterará a do interior
da caixa.
Elevação de temperatura:
regiões quentes, bobinas
de gelo insuficientes.
SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
Problemas com os Geradores
Risco de congelamento:
regiões frias, armazenamento
incorreto, bobinas de gelo
em excesso ou sem ambientação.
• Perdas Excessivas
• Imunobiológicos com desvio de
qualidade
Situações de Emergência
- Falta de energia elétrica:
manter o equipamento
fechado e monitorar
rigorosamente a
temperatura interna com
termômetro de cabo
extensor, no prazo máximo
de 8 h (se o refrigerador
estiver em boas
condições) ou,
- Monitorar no máximo por 2
h se a temperatura estiver
próxima de +8ºC,
- Se a energia não se restabelecer
ou se a falha não for corrigida,
transferir os imunobiológicos para
outro equipamento com
temperatura adequada
(refrigerador ou caixa térmica).
- O serviço de saúde deve dispor
de bobinas de gelo reutilizável
congeladas para uso no
acondicionamento de emergência
dos imunobiológicos
em caixas térmicas.
Situações de Emergência
- É importante identificar no quadro de distribuição de energia elétrica da
Instituição a chave especifica do circuito da Rede de Frio e/ou sala de
vacinação colocando um aviso em destaque:“VACINAS! NÃO DESLIGUE!”
- Estabelecer uma parceria com a empresa local de energia elétrica para obter
informações prévias sobre interrupções programadas no fornecimento.
- Quando for observada qualquer alteração (exemplo: temperatura máxima
acima do limite), anotar no mapa, no item “observações” e, em seguida,
comunicar o fato ao responsável para adoção de condutas padronizadas.
DESVIO DE QUALIDADE COM ALTERAÇÃO DE
TEMPERATURA
PROVIDÊNCIAS TOMADAS PELO RESPONSÁVEL DA SALA DE VACINA
•Identificar com uma “marca” os imunobiológicos, acondicionar em embalagem plástica
perfurada, identificados como “Sob Suspeita – Não Usar” e colocá-los em caixas térmicas com
temperatura entre + 2º C e + 8º C;
•Proceder à limpeza do refrigerador;
•Verificar se alcançou a temperatura ideal (+ 2º C a + 8º C) antes de retornar os
imunobiológicos para o refrigerador;
•Preencher o relatório padronizado: “Ficha de alteração de tenperatura em equipamento de
refrigeração de imunobiologicos”, com os dados obtidos anteriormente;
•Enviar o relatório para o PADI CO e SUVIS, para avaliação;
•Aguardar resposta oficial para utilizá-los ou desprezá-los.
SALAS INADEQUADAS E
ACONDICIONAMENTOS
INCORRETOS DE INSUMOS
62
Acondicionamentos Incorretos
COMO ASSEGURAR A POTÊNCIA IDEAL DAS
VACINAS?
• Para assegurar a potência ideal de qualquer vacina é necessária atenção
rigorosa que vão desde a fabricação até o transporte e manuseio adequados
nas Redes de Frio Nacional, Estadual e Municipal/Local, até o usuário final.
COMO ASSEGURAR A POTÊNCIA IDEAL DAS
VACINAS?
• Respeitar cronograma;
• Caixa devidamente montada (termômetro,
gelox);
• Presença de profissional de enfermagem;
• Transporte adequado.
AVALIAÇÃO
OBRIGADO!
BIBLIOGRAFIA
• Manual de Rede de frios / Ministério da
Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde,
Departamento de Vigilância Epidemiológica –
Brasilia: Ministério da Saúde, 2015.
• Norma Técnica do programa de imunização /
Brigina Kemps (et al.) – São Paulo: CVE, 2014.

Aula rede de-frio para parceiro

  • 1.
  • 2.
    Objetivos deste Módulo -Apresentação do Padi Centro- oeste, bem como as características, objetivos e fluxo operacional do nosso trabalho; - Aspectos relacionados à Rede de Frio: conceitos/objetivos/ importância; montagem de caixas térmicas; - Ficha de notificação de alteração de temperatura: preenchimento adequado (correto e completo) de todas as informações que a compõem.
  • 3.
  • 4.
    - A Redede Frio ou Cadeia de Frio é um sistema logístico que compreende uma equipe técnica qualificada, equipamentos e procedimentos padronizados para o recebimento, armazenamento, conservação, manuseio, distribuição e transporte de imunobiológicos em condições adequadas de temperatura e protegidos da luz, desde o fabricante até o momento de sua utilização. - Imunobiológicos são produtos termolábeis, isto é, podem ter sua capacidade imunogênica comprometida quando expostos a temperaturas inadequadas. - O manuseio incorreto, equipamentos com defeito ou falta de energia podem interromper o processo de refrigeração, comprometendo a potência e eficácia dos imunobiológicos. REDE DE FRIO
  • 5.
    Insumos Utilizados nasSalas de Vacinação
  • 6.
    Impressos Utilizados nasSalas de Vacinação
  • 7.
    12 Cuidados Básicos comEquipamentos de Refrigeração Refrigeradores afastados 20 cm da parede e 40 cm dos demais equipamentos, em ambiente climatizado (entre +18ºC e +22ºC), distante de fontes de calor e sem incidência de luz solar direta; Tomada exclusiva, instalada a 1,30 m do piso (NBR 5410) para cada equipamento, sendo proibida a utilização de extensões ou “benjamim”; Colocar o equipamento sobre suporte com rodinhas para evitar a oxidação das chapas da caixa em contato direto com o piso úmido e facilitando sua movimentação e limpeza; Observar se o equipamento está em boas condições de funcionamento; Certificar-se de que a porta está vedando adequadamente (teste da tira de papel); Fazer degelo e a limpeza a cada 15 dias, da geladeira e/ou freezer, quando a camada de gelo atingir 0,5cm; Realizar manutenção preventiva, preditiva e corretiva conforme recomendação de cada equipamento.
  • 8.
    13 Procedimentos de Rotinacom os Equipamentos de Refrigeração Utilizar adesivos do tipo “ vacinas – não desligue” e “uso exclusivo – não abra.” Não armazenar produtos que não sejam imunobiológicos do PNI no refrigerador; Evitar manusear o termostato; Utilizar bandejas do tipo “porta talheres”, perfuradas; Armazenar bobinas de gelo reutilizável, com capacidade aproximada de 80% (após o congelamento ocorre a expansão do produto interno aumentando o volume da bobina).
  • 9.
    Transporte dos Imunobiológicos entreas Instâncias OBSERVAR RIGOROSAMENTE A TEMPERATURA IDEAL RECOMENDADA PARA CADA INSTÂNCIA!
  • 10.
    Falhas na Redede Frio . Falhas Relativas a Pessoal Utilização incorreta dos equipamentos Ausência de um responsável técnico Comunicação inexistente ou ineficaz entre equipe e gestor Gerência não atuante Profissionais não habilitados
  • 11.
    Falhas na Redede Frio . Falhas Técnicas Equipamento Desligado Defeito do Equipamento Aumento ou queda da temperatura ambiente Falta de Manutenção Preventiva Interrupção de energia Chuvas Falta do Gerador Oscilação Sobrecarga Elétrica Acidentes
  • 12.
    Falhas na Redede Frio . Falhas Institucionais Falta de previsão das possíveis interrupções no uso dos equipamentos Falta de Capacitação Técnica Ausência de manutenção periódica Procedi- mentos não padronizados Inexistência de instruções claras para situações de emergência Ausência de plantão em finais de semana e feriados
  • 13.
    21 Termoestabilidade das Vacinas Vacinasde vírus vivos atenuados são mais sensíveis ao calor; Vacinas que contém adjuvantes de alumínio toleram melhor temperaturas mais altas. O congelamento pode interferir na sua eficácia e na alteração físico- química; Cada exposição de uma vacina à temperatura abaixo de + 2ºC e acima de + 8ºC, resulta em alguma perda de potência, tendo como consequência um efeito cumulativo irreversível na eficácia da imunogenicidade.
  • 14.
  • 15.
    Organização e Montagemdas Caixas Térmicas
  • 16.
    Cuidados Básicos comas Bobinas de Gelo Reutilizável Desprezar a bobina caso o material plástico seja danificado, deixando vazar seu conteúdo, no total ou em parte; Ao final da jornada de trabalho lavar as bobinas, enxugá-las e retorná-las ao congelador; Verificar o prazo de validade das bobinas e a presença de depósitos ou resíduos em seu interior, o que representaria a contaminação do produto. Caso isto ocorra, desprezar imediatamente; Usar bobinas de água, possíveis de serem abertas, nas atividades de vacinação em áreas de longa distância e difícil acesso (reservas indígenas). Após o descongelamento, esvaziar e conservar apenas o material plástico; Ao retornar ao ponto de apoio, lavá-las, reabastecê-las e retorná-las ao equipamento para congelamento. Essa recomendação tem como objetivo diminuir o peso do material durante o transporte.
  • 17.
    Importante!! • O estoquede imunobiológicos não deve ser maior do que a quantidade prevista para o consumo de um mês afim de reduzir os riscos de exposição em situações que possam comprometer a qualidade dos produtos (MS 2014).
  • 18.
    Exemplo: ABRIL 2ª feira 3ªfeira 4ª feira 5ª feira 6ª feira Sábado Domingo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Previsão de consumo para 12 dias (ideal 15 dias)
  • 19.
  • 20.
    Número de Salasde Vacinas 27 23 28 Butanta Lap/Pinh Centro
  • 21.
    Quando a temperatura chegara +1ºC já pode montar a caixa Colocar a bobina de gelo reutilizável sobre uma superfície até desaparecer a névoa. Ao mesmo tempo, monitorar uma delas com termômetro de cabo extensor.
  • 22.
    Tipos de CaixasTérmicas Mais indicada para uso
  • 23.
    Quantidade e Temperaturadas Bobinas de Gelo Reutilizável - A quantidade de bobinas de gelo reutilizável colocada no interior da caixa térmica é importante para a correta conservação. - Ao colocar bobinas nas paredes laterais, forma-se uma barreira Para diminuir a velocidade de entrada de calor, por um período de tempo. - O calor atravessará as paredes, porque não existe material perfeitamente isolante, atingirá primeiro as bobinas, aumentando sua temperatura, e, somente depois, alterará a do interior da caixa.
  • 24.
    Elevação de temperatura: regiõesquentes, bobinas de gelo insuficientes. SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Problemas com os Geradores Risco de congelamento: regiões frias, armazenamento incorreto, bobinas de gelo em excesso ou sem ambientação. • Perdas Excessivas • Imunobiológicos com desvio de qualidade
  • 25.
    Situações de Emergência -Falta de energia elétrica: manter o equipamento fechado e monitorar rigorosamente a temperatura interna com termômetro de cabo extensor, no prazo máximo de 8 h (se o refrigerador estiver em boas condições) ou, - Monitorar no máximo por 2 h se a temperatura estiver próxima de +8ºC, - Se a energia não se restabelecer ou se a falha não for corrigida, transferir os imunobiológicos para outro equipamento com temperatura adequada (refrigerador ou caixa térmica). - O serviço de saúde deve dispor de bobinas de gelo reutilizável congeladas para uso no acondicionamento de emergência dos imunobiológicos em caixas térmicas.
  • 26.
    Situações de Emergência -É importante identificar no quadro de distribuição de energia elétrica da Instituição a chave especifica do circuito da Rede de Frio e/ou sala de vacinação colocando um aviso em destaque:“VACINAS! NÃO DESLIGUE!” - Estabelecer uma parceria com a empresa local de energia elétrica para obter informações prévias sobre interrupções programadas no fornecimento. - Quando for observada qualquer alteração (exemplo: temperatura máxima acima do limite), anotar no mapa, no item “observações” e, em seguida, comunicar o fato ao responsável para adoção de condutas padronizadas.
  • 27.
    DESVIO DE QUALIDADECOM ALTERAÇÃO DE TEMPERATURA PROVIDÊNCIAS TOMADAS PELO RESPONSÁVEL DA SALA DE VACINA •Identificar com uma “marca” os imunobiológicos, acondicionar em embalagem plástica perfurada, identificados como “Sob Suspeita – Não Usar” e colocá-los em caixas térmicas com temperatura entre + 2º C e + 8º C; •Proceder à limpeza do refrigerador; •Verificar se alcançou a temperatura ideal (+ 2º C a + 8º C) antes de retornar os imunobiológicos para o refrigerador; •Preencher o relatório padronizado: “Ficha de alteração de tenperatura em equipamento de refrigeração de imunobiologicos”, com os dados obtidos anteriormente; •Enviar o relatório para o PADI CO e SUVIS, para avaliação; •Aguardar resposta oficial para utilizá-los ou desprezá-los.
  • 29.
  • 30.
  • 34.
    COMO ASSEGURAR APOTÊNCIA IDEAL DAS VACINAS? • Para assegurar a potência ideal de qualquer vacina é necessária atenção rigorosa que vão desde a fabricação até o transporte e manuseio adequados nas Redes de Frio Nacional, Estadual e Municipal/Local, até o usuário final.
  • 35.
    COMO ASSEGURAR APOTÊNCIA IDEAL DAS VACINAS? • Respeitar cronograma; • Caixa devidamente montada (termômetro, gelox); • Presença de profissional de enfermagem; • Transporte adequado.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    BIBLIOGRAFIA • Manual deRede de frios / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica – Brasilia: Ministério da Saúde, 2015. • Norma Técnica do programa de imunização / Brigina Kemps (et al.) – São Paulo: CVE, 2014.