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Imunobiológicos
Profº Enf. Bilato Correia Eleoterio
Disciplina: Saúde Pública
2024
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA
Imunidade
Inata
Inespecífica
Adquirida
Ativa
Vacinas
Passiva
Soros e leite
materno
VACINAS X IMUNOGLOBULINAS
São medicamentos biológicos que contêm uma ou mais substâncias
antigênicas que, quando inoculados, são capazes de induzir imunidade
específica ativa e proteger contra a doença causada pelo agente infeccioso
que originou o antígeno.
São proteínas sintetizadas por células derivadas dos linfócitos e presentes
no plasma. Possui como principais ações a neutralização de toxinas e a
proteção contra micro-organismos nocivos.
VACINAS
IMUNOGLOBULINAS
FATORES QUE INFLUENCIAM A RESPOSTA IMUNE
• Idade
• Estado clínico (imunossupressão)
• Uso de paracetamol “profilático”
• Gestação
• Aleitamento materno
• Composição, dose, via de administração e
conservação dos imunobiológicos
EQUIPE DE VACINAÇÃO
REQUISITOS: Equipe de enfermagem treinada e capacitada para os procedimentos de manuseio,
conservação, preparo e administração, registro e descarte dos resíduos resultantes das ações de
vacinação.
COMPONENTES: Enfermeiro (a), técnico ou auxiliar de enfermagem.
RESPONSABILIDADES DO (A) ENFERMEIRO (A): Supervisão e monitoramento do processo de
trabalho desenvolvido na sala de vacinação e pelo processo de educação permanente da equipe.
DIMENSIONAMENTO: Depende do porte do serviço e demanda populacional.
FUNÇÕES BÁSICAS DA EQUIPE DE VACINAÇÃO
São funções da equipe de enfermagem responsável pelo trabalho na sala de vacinação:
• participar da compreensão da situação epidemiológica;
• planejar as atividades de vacinação, monitorar e avaliar o trabalho desenvolvido de forma integrada ao conjunto das
demais ações da unidade de saúde;
• prover, periodicamente, as necessidades de material e de imunobiológicos;
• manter as condições preconizadas de conservação dos imunobiológicos;
• utilizar os equipamentos de forma a preservá-los em condições de funcionamento;
• dar destino adequado aos resíduos da sala de vacinação conforme legislação vigente;
• atender e orientar os usuários com responsabilidade e respeito;
• registrar todos os dados referentes às atividades de vacinação nos impressos adequados incluindo o monitoramento
diário de temperatura e registros para alimentação do e-SUS e SIPNI;
• manter o arquivo da sala de vacinação em ordem conforme orientação dada nesta parte do Manual, tópico 7;
• promover a organização e monitorar a limpeza da sala de vacinação.
ESPECIFICIDADES DA SALA DE VACINAÇÃO
Sala com área
mínima de 6 m2
Piso e paredes
lisos, contínuos
(sem frestas) e
laváveis;
Portas e janelas
pintadascom
tinta lavável;
Teto com
acabamento
resistente a
lavagem;
Portas de entrada e
saída independentes,
quando possível;
Pia especifica para uso
dos profissionais na
higienização das mãos
antes e depois do
atendimento;
Bancada feita de
material não poroso
para o preparo dos
insumos;
Nível de iluminação
(natural e artificial),
temperatura, umidade
em condições
adequadas
Tomada exclusiva
para cada
equipamento
elétrico;
Equipamentos de
refrigeração utilizados
exclusivamente para
conservação de vacinas,
soros e imunoglobulinas;
EQUIPAMENTOS, MOBILIÁRIOS E INSUMOS BÁSICOS
• Equipamentos de refrigeração exclusivamente
para a conservação dos imunobiológicos,
conforme PNI;
• Equipamentos de informática para o sistema de
informação;
• Mesa;
• Cadeiras laváveis;
• Cadeira giratória com braços;
• Armário com porta para a guarda de material;
• Fichário ou arquivo;
• Depósitos com tampa e pedal para o lixo comum;
• Instrumentos de medição de temperatura para os
equipamentos de refrigeração e as caixas térmicas;
EQUIPAMENTOS, MOBILIÁRIOS E INSUMOS BÁSICOS
• Caixa coletora de material perfurocortante com
suporte;
• Sabão líquido e dispensador;
• Papel toalha e dispensador;
• Bandeja de aço inoxidável;
• Tesoura;
• Termômetro clínico;
• Bobinas de gelo reutilizáveis;
• Algodão hidrófilo;
• Recipiente para o algodão;
• Fita adesiva;
• Caixas térmicas de poliuretano;
• Seringas (1mL, 3mL e/ou 5mL) com agulhas
(13x3,8; 13x4,5; 20x5,5, 25x6; 25x7; 30x7; 30x8);
• Materiais de escritório.
IMPRESSOS E MANUAIS TÉCNICOS E OPERACIONAIS
IMPRESSOS E MANUAIS TÉCNICOS E OPERACIONAIS
Verificar se a sala está limpa e em ordem;
Verificar e anotar a temperatura do(s) refrigerador(es), no mapa de
controle diário de temperatura;
Verificar ou ligar o sistema de ar condicionado;
Higienizar as mãos e organizar a(s) caixa(s) térmica(s);
Retirar do refrigerador a quantidade necessária de vacinas e diluentes
para a jornada de trabalho. Acondicioná-los na caixa térmica climatizada
(com bobinas de gelo reutilizáveis).
FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – INÍCIO DO TRABALHO
DIÁRIO
Verificar se a pessoa está comparecendo a sala de vacinação pela primeira vez;
No caso de retorno verificar quais vacinas devem ser administradas;
Obter informações sobre o estado de saúde do cliente;
Orientar sobre a importância da vacinação e da conclusão do esquema básico;
Fazer o registro da(s) dose(s) a ser(em) aplicada(s) e o(s) aprazamento(s)
necessário(s).
FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – TRIAGEM
Verificar qual o imunobiológico a ser administrado, conforme indicado no
cartão de vacinação;
Higienizar as mãos com água e sabão;
Examinar o produto, observando a aparência da solução, estado da
embalagem, o prazo de validade, a via de administração, o número de
lote e dosagem;
Preparar e administrar. Observar possíveis eventos adversos pós vacinais;
Reforçar as orientações e desprezar o material descartável;
Higienizar as mãos com água e sabão.
FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ADMINISTRAÇÃO DOS
IMUNOBIOLÓGICOS
Retirar as vacinas da caixa térmica de uso diário, observando o prazo de
validade; guardando-as no refrigerador;
Armazenar as doses válidas no refrigerador e desprezar os frascos que
ultrapassaram o prazo de validade;
Registrar no sistema as doses desprezadas;
Proceder à limpeza da caixa térmica, deixando-a seca;
Verificar e anotar a temperatura do equipamento de refrigeração no mapa
de controle diário. Deixar a sala limpa e em ordem.
FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ENCERRAMENTO DO TRABALHO
DIÁRIO
Consolidar os registros do mês (doses aplicadas, perdidas, movimentação de
imunobiológicos, eventos adversos notificados etc);
Revisar os registros das atividades de vacinação realizadas;
Analisar as informações e enviar os relatórios e comunicações necessárias
para o nível local;
Manter os registros e arquivos revisados e atualizados.
FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ENCERRAMENTO DO TRABALHO
MENSAL
RESÍDUOS RESULTANTES DAS ATIVIDADES DE VACINAÇÃO
Contém na sua formulação micro-organismos vivos ou atenuados, incluindo
frascos de vacinas com prazo de validade expirado, vazios ou com sobras de
vacinas, devendo ser tratados antes da disposição final ambientalmente
adequada.
Seringas e agulhas utilizadas.
Caracterizados por não apresentarem risco biológico, químico ou
radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados
aos resíduos domiciliares (papel, embalagens, algodão).
RESÍDUOS
INFECTANTES (GRUPO
A1)
RESÍDUOS
PERFUROCORTANTES
(GRUPO E)
RESÍDUO COMUM
(GRUPO D)
Resolução CONAMA 358 de 2005. RDC ANVISA 222 de 2018.
A segregação de resíduos é de responsabilidade da equipe de vacinação.
RESÍDUO
COMUM
RESÍDUO
COMUM
• Não se deve varrer o chão para evitar a dispersão do pó e a contaminação
do ambiente.
LIMPEZA DIÁRIA DA SALA DE VACINAÇÃO
• Periodicidade: duas vezes ao dia
O produto usado para
a desinfecção da sala
de vacinação é, de
preferência, o
hipoclorito a 1%.
Umedecer um pano na
solução desinfetante,
envolvê-lo em um rodo e
proceder à limpeza da
sala do fundo para a
saída, em sentido único.
Recolher o lixo do chão
com a pá, utilizando
esfregão ou rodo
envolvido em pano
úmido.
A cada 15 dias.
Inicia a limpeza pelo
teto, usando pano
seco envolvido no
rodo
Limpar janelas, vidros
e esquadrias com
pano úmido em
solução desinfetante,
finalizando a limpeza
com pano seco.
Enxaguar a(s) pia(s)
e passar um pano
umedecido em
solução
desinfetante
LIMPEZA TERMINAL DA SALA DE VACINAÇÃO
• Periodicidade: a cada 15 dias.
CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS
REDE DE FRIO
Estrutura técnico-administrativa (normatização,
planejamento, avaliação e financiamento) direcionada
para a manutenção adequada da Cadeia de Frio.
Na sala de vacinação, todas as vacinas devem
ser armazenadas entre +2 °C e +8°C, sendo
ideal +5°C.
INSTRUMENTOS PARA MONITORAMENTO E CONTROLE DA TEMPERATURA
• TERMÔMETRO MOMENTO, MÁXIMA
E MÍNIMA, DIGITAL COM CABO
EXTENSOR
• TERMÔMETRO DE INFRAVERMELHO
COM MIRA A LASER
• DATA LOGGER (MAIS UTILIZADO NA
REDE DE FRIO)
EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO
CÂMARA REFRIGERADA •Manter o equipamento longe de
fontes de calor
• Utilização de tomada exclusiva
para cada equipamento
• Ajustar o alarme visual e sonoro
• Organizar os imunobiológicos em
bandejas sem que haja
necessidade de diferenciá-los
EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO
• Caixas Térmicas – Uso diário
• Freezer – para armazenamento
de bobinas (mais utilizado na
Rede de Frio)
• Refrigerador – Sala de vacina
INSUMOS UTILIZADOS
BOBINAS REUTILIZÁVEIS
São insumos importantes para a
conservação dos imunobiológicos em caixas
térmicas.
Ambientar as bobinas reutilizáveis até 0°C e
aguardar desaparecer a “nevoa” da
superfície.
INSUMOS – BOBINA REUTILIZÁVEL
ORGANIZAÇÃO DAS CAIXAS TÉRMICAS
INTERRUPÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA OU
FALHA DO EQUIPAMENTO
PLANO DE CONTINGÊNCIA
Caixas térmicas
Câmaras em bom
funcionamento
CUIDADOS COM IMUNOBIOLÓGICOS COM DESVIO DE QUALIDADE
FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS SOB SUSPEITA
Defeito técnico
Os imunobiológicos deverão
ser acondicionados em
caixas térmicas mantendo a
temperatura de +2ºC a +8ºC,
onde poderão permanecer
até 24 horas.
Corte de
energia
elétrica
Manter fechada por um
período máximo de 8h
REFERÊNCIAS
 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de
Vigilância em Saúde. Departamentode Vigilância das
Doenças Transmissíveis.
 Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.
 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica.
 Manual de rede de frio / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em
Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 5. ed. – Brasília : Ministério
da Saúde, 2017.
 Resolução CONAMA 358 de 2005.
 RDC ANVISA 222 de 2018
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Aula 5 imunobiológicos Bilato correia eleoterio

  • 1. Imunobiológicos Profº Enf. Bilato Correia Eleoterio Disciplina: Saúde Pública 2024
  • 3. VACINAS X IMUNOGLOBULINAS São medicamentos biológicos que contêm uma ou mais substâncias antigênicas que, quando inoculados, são capazes de induzir imunidade específica ativa e proteger contra a doença causada pelo agente infeccioso que originou o antígeno. São proteínas sintetizadas por células derivadas dos linfócitos e presentes no plasma. Possui como principais ações a neutralização de toxinas e a proteção contra micro-organismos nocivos. VACINAS IMUNOGLOBULINAS
  • 4. FATORES QUE INFLUENCIAM A RESPOSTA IMUNE • Idade • Estado clínico (imunossupressão) • Uso de paracetamol “profilático” • Gestação • Aleitamento materno • Composição, dose, via de administração e conservação dos imunobiológicos
  • 5. EQUIPE DE VACINAÇÃO REQUISITOS: Equipe de enfermagem treinada e capacitada para os procedimentos de manuseio, conservação, preparo e administração, registro e descarte dos resíduos resultantes das ações de vacinação. COMPONENTES: Enfermeiro (a), técnico ou auxiliar de enfermagem. RESPONSABILIDADES DO (A) ENFERMEIRO (A): Supervisão e monitoramento do processo de trabalho desenvolvido na sala de vacinação e pelo processo de educação permanente da equipe. DIMENSIONAMENTO: Depende do porte do serviço e demanda populacional.
  • 6. FUNÇÕES BÁSICAS DA EQUIPE DE VACINAÇÃO São funções da equipe de enfermagem responsável pelo trabalho na sala de vacinação: • participar da compreensão da situação epidemiológica; • planejar as atividades de vacinação, monitorar e avaliar o trabalho desenvolvido de forma integrada ao conjunto das demais ações da unidade de saúde; • prover, periodicamente, as necessidades de material e de imunobiológicos; • manter as condições preconizadas de conservação dos imunobiológicos; • utilizar os equipamentos de forma a preservá-los em condições de funcionamento; • dar destino adequado aos resíduos da sala de vacinação conforme legislação vigente; • atender e orientar os usuários com responsabilidade e respeito; • registrar todos os dados referentes às atividades de vacinação nos impressos adequados incluindo o monitoramento diário de temperatura e registros para alimentação do e-SUS e SIPNI; • manter o arquivo da sala de vacinação em ordem conforme orientação dada nesta parte do Manual, tópico 7; • promover a organização e monitorar a limpeza da sala de vacinação.
  • 7. ESPECIFICIDADES DA SALA DE VACINAÇÃO Sala com área mínima de 6 m2 Piso e paredes lisos, contínuos (sem frestas) e laváveis; Portas e janelas pintadascom tinta lavável; Teto com acabamento resistente a lavagem; Portas de entrada e saída independentes, quando possível; Pia especifica para uso dos profissionais na higienização das mãos antes e depois do atendimento; Bancada feita de material não poroso para o preparo dos insumos; Nível de iluminação (natural e artificial), temperatura, umidade em condições adequadas Tomada exclusiva para cada equipamento elétrico; Equipamentos de refrigeração utilizados exclusivamente para conservação de vacinas, soros e imunoglobulinas;
  • 8. EQUIPAMENTOS, MOBILIÁRIOS E INSUMOS BÁSICOS • Equipamentos de refrigeração exclusivamente para a conservação dos imunobiológicos, conforme PNI; • Equipamentos de informática para o sistema de informação; • Mesa; • Cadeiras laváveis; • Cadeira giratória com braços; • Armário com porta para a guarda de material; • Fichário ou arquivo; • Depósitos com tampa e pedal para o lixo comum; • Instrumentos de medição de temperatura para os equipamentos de refrigeração e as caixas térmicas;
  • 9. EQUIPAMENTOS, MOBILIÁRIOS E INSUMOS BÁSICOS • Caixa coletora de material perfurocortante com suporte; • Sabão líquido e dispensador; • Papel toalha e dispensador; • Bandeja de aço inoxidável; • Tesoura; • Termômetro clínico; • Bobinas de gelo reutilizáveis; • Algodão hidrófilo; • Recipiente para o algodão; • Fita adesiva; • Caixas térmicas de poliuretano; • Seringas (1mL, 3mL e/ou 5mL) com agulhas (13x3,8; 13x4,5; 20x5,5, 25x6; 25x7; 30x7; 30x8); • Materiais de escritório.
  • 10. IMPRESSOS E MANUAIS TÉCNICOS E OPERACIONAIS
  • 11. IMPRESSOS E MANUAIS TÉCNICOS E OPERACIONAIS
  • 12. Verificar se a sala está limpa e em ordem; Verificar e anotar a temperatura do(s) refrigerador(es), no mapa de controle diário de temperatura; Verificar ou ligar o sistema de ar condicionado; Higienizar as mãos e organizar a(s) caixa(s) térmica(s); Retirar do refrigerador a quantidade necessária de vacinas e diluentes para a jornada de trabalho. Acondicioná-los na caixa térmica climatizada (com bobinas de gelo reutilizáveis). FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – INÍCIO DO TRABALHO DIÁRIO
  • 13. Verificar se a pessoa está comparecendo a sala de vacinação pela primeira vez; No caso de retorno verificar quais vacinas devem ser administradas; Obter informações sobre o estado de saúde do cliente; Orientar sobre a importância da vacinação e da conclusão do esquema básico; Fazer o registro da(s) dose(s) a ser(em) aplicada(s) e o(s) aprazamento(s) necessário(s). FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – TRIAGEM
  • 14. Verificar qual o imunobiológico a ser administrado, conforme indicado no cartão de vacinação; Higienizar as mãos com água e sabão; Examinar o produto, observando a aparência da solução, estado da embalagem, o prazo de validade, a via de administração, o número de lote e dosagem; Preparar e administrar. Observar possíveis eventos adversos pós vacinais; Reforçar as orientações e desprezar o material descartável; Higienizar as mãos com água e sabão. FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ADMINISTRAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS
  • 15. Retirar as vacinas da caixa térmica de uso diário, observando o prazo de validade; guardando-as no refrigerador; Armazenar as doses válidas no refrigerador e desprezar os frascos que ultrapassaram o prazo de validade; Registrar no sistema as doses desprezadas; Proceder à limpeza da caixa térmica, deixando-a seca; Verificar e anotar a temperatura do equipamento de refrigeração no mapa de controle diário. Deixar a sala limpa e em ordem. FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ENCERRAMENTO DO TRABALHO DIÁRIO
  • 16. Consolidar os registros do mês (doses aplicadas, perdidas, movimentação de imunobiológicos, eventos adversos notificados etc); Revisar os registros das atividades de vacinação realizadas; Analisar as informações e enviar os relatórios e comunicações necessárias para o nível local; Manter os registros e arquivos revisados e atualizados. FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINAÇÃO – ENCERRAMENTO DO TRABALHO MENSAL
  • 17. RESÍDUOS RESULTANTES DAS ATIVIDADES DE VACINAÇÃO Contém na sua formulação micro-organismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com prazo de validade expirado, vazios ou com sobras de vacinas, devendo ser tratados antes da disposição final ambientalmente adequada. Seringas e agulhas utilizadas. Caracterizados por não apresentarem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares (papel, embalagens, algodão). RESÍDUOS INFECTANTES (GRUPO A1) RESÍDUOS PERFUROCORTANTES (GRUPO E) RESÍDUO COMUM (GRUPO D) Resolução CONAMA 358 de 2005. RDC ANVISA 222 de 2018. A segregação de resíduos é de responsabilidade da equipe de vacinação. RESÍDUO COMUM RESÍDUO COMUM
  • 18. • Não se deve varrer o chão para evitar a dispersão do pó e a contaminação do ambiente. LIMPEZA DIÁRIA DA SALA DE VACINAÇÃO • Periodicidade: duas vezes ao dia O produto usado para a desinfecção da sala de vacinação é, de preferência, o hipoclorito a 1%. Umedecer um pano na solução desinfetante, envolvê-lo em um rodo e proceder à limpeza da sala do fundo para a saída, em sentido único. Recolher o lixo do chão com a pá, utilizando esfregão ou rodo envolvido em pano úmido.
  • 19. A cada 15 dias. Inicia a limpeza pelo teto, usando pano seco envolvido no rodo Limpar janelas, vidros e esquadrias com pano úmido em solução desinfetante, finalizando a limpeza com pano seco. Enxaguar a(s) pia(s) e passar um pano umedecido em solução desinfetante LIMPEZA TERMINAL DA SALA DE VACINAÇÃO • Periodicidade: a cada 15 dias.
  • 20. CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS REDE DE FRIO Estrutura técnico-administrativa (normatização, planejamento, avaliação e financiamento) direcionada para a manutenção adequada da Cadeia de Frio. Na sala de vacinação, todas as vacinas devem ser armazenadas entre +2 °C e +8°C, sendo ideal +5°C.
  • 21. INSTRUMENTOS PARA MONITORAMENTO E CONTROLE DA TEMPERATURA • TERMÔMETRO MOMENTO, MÁXIMA E MÍNIMA, DIGITAL COM CABO EXTENSOR • TERMÔMETRO DE INFRAVERMELHO COM MIRA A LASER • DATA LOGGER (MAIS UTILIZADO NA REDE DE FRIO)
  • 22. EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO CÂMARA REFRIGERADA •Manter o equipamento longe de fontes de calor • Utilização de tomada exclusiva para cada equipamento • Ajustar o alarme visual e sonoro • Organizar os imunobiológicos em bandejas sem que haja necessidade de diferenciá-los
  • 23. EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO • Caixas Térmicas – Uso diário • Freezer – para armazenamento de bobinas (mais utilizado na Rede de Frio) • Refrigerador – Sala de vacina
  • 24. INSUMOS UTILIZADOS BOBINAS REUTILIZÁVEIS São insumos importantes para a conservação dos imunobiológicos em caixas térmicas. Ambientar as bobinas reutilizáveis até 0°C e aguardar desaparecer a “nevoa” da superfície.
  • 25. INSUMOS – BOBINA REUTILIZÁVEL
  • 27.
  • 28. INTERRUPÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA OU FALHA DO EQUIPAMENTO PLANO DE CONTINGÊNCIA Caixas térmicas Câmaras em bom funcionamento
  • 29. CUIDADOS COM IMUNOBIOLÓGICOS COM DESVIO DE QUALIDADE
  • 30. FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS SOB SUSPEITA
  • 31. Defeito técnico Os imunobiológicos deverão ser acondicionados em caixas térmicas mantendo a temperatura de +2ºC a +8ºC, onde poderão permanecer até 24 horas. Corte de energia elétrica Manter fechada por um período máximo de 8h
  • 32. REFERÊNCIAS  Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamentode Vigilância das Doenças Transmissíveis.  Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.  Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.  Manual de rede de frio / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 5. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.  Resolução CONAMA 358 de 2005.  RDC ANVISA 222 de 2018 REFERÊNCIAS