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              QUALIDADE DE VIDA
            APRENDEMOS NA ESCOLA?
                      Componente Curricular Educação e Saúde I




09 de Abril de 2010                 PROF.ª MS. IZABEL LAMENHA
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Pensamento




           5%
                  20%
                                    75%
      0%        20%     40%   60%   80%




3
Vamos refletir   O LEGADO

4
Nesta aula, seremos capazes de:
5




                   Refletir sobre Educação e Saúde na
    OBJETIVOS

                    Escola, usando como ponto de partida
                    nós mesmos.
                   Tomar consciência da adoção de estilos
                    de vida saudáveis e ativos;
                   Praticar(...)
6
                                            Agenda
                 História;
                 Saúde;
    Parte 1




                 Estresse;
                 Privação de Sono;
                 Atividade Física

                 Educação e Saúde;
                 Tudo isso na escola;
    Parte 2




                 E, agora... Aprendizes?
                 Considerações Finais
                 Despedida
7   Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
8           Primeira Parte




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COMO ANDA A MINHA SAÚDE?




                            Atividade Física   Controle de riscos   Estresse   Sono   Alimentação




9   Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
10   Um Pouco de História


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Ao longo dos tempos...
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           Homem das Cavernas                                    Homem Moderno

        Nômade;                                        Agricultura;
        Desorganização social;                         Organização societária;
        Luta pela sobrevivência;                       Avanços Tecnológicos;
        Vida ativa.                                    Sedentário.




                Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Diagnóstico Atual
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                   Saúde                     Doença




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Fenômeno do Destreinamento
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             Sedentarismo                           Tecnologia              Má Alimentação




     Polito (2010) discute sobre o ponto de vista do ser humano e sua
       relação direta com o sedentarismo advindos das facilidades e
       comodidades do estilo de vida moderno e das conveniências
       alimentares, levando-o ao processo de destreinamento físico.
       Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Fenômeno do Destreinamento
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                             Oliveira (2005) cita que o baixo nível de atividade
                                 física é fator decisivo para o adoecimento físico e
                                 emocional.


     Diante das evidências de
     que o homem moderno
     utiliza-se cada vez menos
     de suas potencialidades
     corporais para enfrentar
     as mazelas de hoje;

                                                        O mesmo autor comenta que o caminho para
                                                          quebra dessa realidade é a promoção de
                                                          mudanças no estilo de vida das pessoas.


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Ministério da Saúde:
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               Pesquisa sobre saúde dos brasileiros (2009)


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Primeira conclusão
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                                Falta de
                                atividade
                                  física




                           ADOECIMENTO

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17   Saúde


       Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
18         Definição


 FLECK, Marcelo Pio de Almeida. O instrumento de avaliação de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-
 100): características e perspectivas. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, 2000.
MODELO Ideal de Saúde
19




                                                       Social




                             Intelectual                                       Física

                                                     Saúde



                                       Espiritual                  Emocional




      ALMEIDA FILHO, Naomar de. O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia?. Rev. bras. epidemiol., São Paulo, v.
      3, n. 1-3, Dec. 2000.
MODELO Ideal de Saúde
20




                               Social      Comunidade, amizades e
                                                        familiares




      Intelectual                                    Física

                             Saúde



              Espiritual                 Emocional




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MODELO Ideal de Saúde
21




                               Social
                                                                  Atividade Física e
                                                                          Nutrição


      Intelectual                                    Física

                             Saúde



              Espiritual                 Emocional




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MODELO Ideal de Saúde
22




                               Social




      Intelectual                                    Física

                             Saúde

                                                          Controle do estresse e
                                                               apoio emocional

              Espiritual                 Emocional




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MODELO Ideal de Saúde
23




                            Social




      Intelectual                                   Física

                           Saúde



              Espiritual                Emocional



                           Amor, esperança e caridade

                               Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
MODELO Ideal de Saúde
24




                                                  Social
       Educação, realização e
                      carreira



                             Intelectual                                Física

                                                  Saúde



                                     Espiritual             Emocional




              Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Melhoria das condições de vida
25




             1           Mudança de hábitos saudáveis

                      Controle dos riscos
           2
                   Controle do estresse
       3




     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Melhoria das condições de vida
26




                            Mudança de hábitos saudáveis;
                 1

             2           Controle de riscos

                      Controle do estresse;
         3




     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Melhoria das condições de vida
27




                           Mudança de hábitos;
                 1
                        Controle de riscos;
             2

         3            Controle do Estresse




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Segunda conclusão
28




                             Falta de
                             exercício
                               físico

                                         Controle
                                         de riscos




                           ADOECIMENTO

          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
29   Estresse


        Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
30   Definição
Diferenças Individuais

                                                                 Relações sociais, amizades
                                                                                e familiares
                                                    Realidade


                                                  Afetividade
      Segundo a visão que cada um
      tem da realidade;



      Segundo a sensibilidade                     Indivíduo
      afetiva da pessoa;


      Segundo a valorização do
      passado ou das perspectivas                 Perspectivas
      do futuro.




     Sabendo que cada pessoa reage de forma diferente aos estímulos da vida, elas
31   também terão limiares diferentes de esgotamento por estresse:
Diferenças Individuais


                                                                   Realidade


                                                                 Afetividade
        Segundo a visão que cada um
        tem da realidade;



       Segundo a sensibilidade                                    Indivíduo
       afetiva da pessoa;


       Segundo a valorização do
       passado ou das perspectivas                               Perspectivas
       do futuro.




                                                                                         Objetivos, planos,
                                                                                   motivações, sobretudo
                                                                                  realizações, nos âmbito
32   Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?         profissional, por exemplo.
Homeostase
33




         Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Cortisol
34




       1   Os corticóides e os hormônios androgênicos são as substâncias mais
           relacionadas com o estresse.

           O cortisol é o corticóide mais abundante no organismo.                2

       3   Os níveis de cortisol variam, e exerce efeitos importantes:
           .

           sobre o metabolismo das proteínas, carboidratos e lipídeos,           4

       5   sobre a tonicidade dos músculos e outros tecidos


           sobre a integridade do miocárdio                                      6

       7   sobre as respostas antiinflamatórias.


            Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Cortisol
35




        8   O cortisol influi também na conservação da glicose


            síntese de proteínas                                                   9
       10   na regulação de ácidos graxos em nos tecidos adiposos.




              Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Terceira conclusão
36




                             Falta de       Estresse
                             exercício
                               físico

                                         Riscos




                            ADOECIMENTO

          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Privação de Sono
37




                                      Dificuldade de Dormir


                            Acordar frequentemente a noite


                                        Acordar muito cedo


                                      Sono não revigorante

     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Distúrbios Associados ao Sono
38


                                 Sem repouso noturno adequado, o organismo aumenta a produção
     Resistência a Insulina




                                  de cortisol, adrenalina e noroadrenalina, hormônios associados ao
                                  estresse.
                                 Em excesso, eles tornam as células resistentes à insulina, o que
                                  dificulta o processamento da glicose e predispõe a diabetes tipo 2.


                                 O cortisol, adrenalina e noroadrenalina são vasoconstritores.
                                 Quatro horas e meia de sono por noite ao longo de cinco noites,
     Hipertensão




                                  reduzem em 50% a capacidade de dilatação dos vasos, o que
                                  pode levar a hipertensão.



                                       Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Distúrbios Associados ao Sono
39


                             Noites mal dormidas podem alterar os impulsos elétricos que
     Doenças do Coração




                              regulam os batimentos cardíacos do coração.
                             Com isso, aumentam os riscos de ocorrência da arritmias entre as
                              pessoas com propensão ao problema.




                             Provoca redução nos níveis de CD4, CD8 e células T, os principais
                              agentes de defesa do organismo.
     Baixa Imunidade




                             Dormir pouco pode, portanto, aumentar a vulnerabilidade das
                              doenças infecciosas.



                               Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Distúrbios Associados ao Sono
40


                      Causam desequilíbrio na produção dos neurotransmissores
                       responsáveis por ativar ou inibir a transmissão dos impulsos
     Dor Crônica




                       relacionados à dor, além de aumentar a percepção dolorosa.




                      O organismo reduz durante o sono, a síntese de adrenalina, o
                       hormônio do apetite, e aumenta a de leptina, responsável pela
     Obesidade




                       saciedade.
                      Quando uma pessoa se priva de repouso ideal, a fabricação dessas
                       substâncias fica desregulada, o que favorece ao ganho de peso.


                        Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Quarta e quinta conclusões
41




                   Sono      Falta de        Estresse
                             atividade
                               física
                                                        Alimentação


                                         Riscos




                           ADOECIMENTO

          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
42   Qualidade de Vida


          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
43   Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
44           Conceito
             A OMS definiu qualidade de vida como:
                 “a percepção do individuo de sua posição de vida, no
                 contexto da cultura e do sistema de valores nos quais
                 ele vive, considerando seus objetivos, expectativas,
                 padrões e preocupações” (FLECK, 2000).




FLECK, Marcelo Pio de Almeida. O instrumento de avaliação de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-
100): características e perspectivas. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, 2000.
Outra perspectiva
45


     Minayo (2000) diz que qualidade de vida é uma
       noção eminentemente humana que se aproxima do
       grau de satisfação encontrado:
      na vida familiar;

      na vida amorosa;

      Social, e

      Ambiental.




        Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
46   Atividade Física


         Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
Vamos refletir

47
48     Definição
       A atividade física pode ser entendida como qualquer movimento
       produzido pela musculatura esquelética que provoque gasto
       calórico acima dos níveis de repouso. Dessa forma as atividades
       domésticas, no trabalho, transporte e mesmo um programa de
       exercícios físicos estão reunidos sob o termo atividade física
       (ARAÚJO; ARAÚJO, 2000).




     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
49   Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Tipos de Atividade Física
50



                     Aeróbios                                               Anaeróbios

        É um exercício de longa duração,                     Utiliza uma forma de energia
         contínuo e de baixa e moderada                        que independe do uso do
         intensidade, havendo o uso de                         oxigênio, é de alta intensidade e
         oxigênio.                                             curta duração, envolvendo um
        São exemplos:                                         esforço intenso.
         Caminhar,       correr,           andar,             São exemplos:
         pedalar,        nadar               (não              a corrida de 100 metros rasos,
         competitivo), dançar.                                 os saltos, o arremesso de peso,
                                                               exercícios resistidos (musculação).



           Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
Benefícios da Atividade Física
                      Auxilia na melhoria da força e do tônus muscular,
     esquelético
       Músculo



                      Melhoria da flexibilidade,

                      Fortalecimento dos ossos e das articulações.


                      Perda de peso e da porcentagem de gordura corporal,
                      Redução da pressão arterial em repouso,
     Saúde
     Física




                      Redução do risco de problemas cardíacos,
                      Melhora do diabetes,
                      Diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol.

                      Melhora o fluxo de sangue para o cérebro,
                      Ajuda na redução da ansiedade e do estresse e no tratamento da
                       depressão,
     Mental
     Saúde




                      Ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso,
                      Auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na
                       recuperação da auto-estima
51
Como escolher a atividade ideal?
52



            Preferência
              Pessoal




              Aptidão     Qualidade   Aderência e
             necessária
                           de Vida    continuidade




               Risco
             associado
Por onde começar?
53



        Avaliação Física
        Medidas Antropométricas (dobras cutâneas, diâmetros ósseos,
         perímetros e circunferências);
        Composição Corporal (Percentual de Gordura, Massas:
         Gorda, Óssea, Residual, Muscular e Magra), Índice de Massa
         Corporal, Relação Cintura / Quadril, Somatotipo, etc...;
        Flexibilidade, Testes de Aptidão Cardiorrespiratória (em
         ergômetros ou na pista);
        Teste de Lactato (Limiar e MLSS);
        Testes de Força, de Impulsão, etc....
        Avaliação Médica
                Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
Para não desistir...
54


         Evite fazer exercícios físicos sob o sol forte;
        Tome água moderadamente antes, durante e
         depois da atividade física;
        Use roupas leves, claras e ventiladas;
        Não faça exercícios em jejum, mas evite comer
         demais antes da atividade física;
        Use sapatos confortáveis e macios.



          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
55   Programa de Treinamento



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Exercício
56


         Poderoso remédio;
        Conhecemos as vantagens, porém:
        Existem duas barreiras: tempo e esforço.
         Alternativa...
        Os maiores benefícios para a saúde se origina de
         quantidades moderadas de atividades (HASKELL, 1999)




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Atividade Física
57




                                                        Aeróbio
                                                          Manutenção do
                                     Ganhos para         tônus e da força
                                        saúde e         muscular, melhoria
                                     prevenção de             da QV.
                                       doenças
                30´ ou mais de
            intensidade moderada,
            quase todos os dias da
                    semana.




          Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
58           Segunda Parte
              O que aprendemos na escola?




     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Educação e Saúde
59




        Peter Drucker sobre as relações entre planejamento
         e a construção do futuro, diz:
        “Planejar não diz respeito às ações do futuro,
         mas ao impacto futuro das ações do presente”.




     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Futuro
60


        O objetivo principal das ESCOLAS na análise do
         futuro é torná-lo melhor.
        Tendências, previsões e ideias sobre o futuro
         permitem detectar oportunidades e ameaças mais
         cedo, permitindo que as organizações educacionais
         definam seu posicionamento e o nível dos
         investimentos necessários.



     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
61           A taxa de mudança está se acelerando.
       Todos nós vamos passar o resto de nossas vidas no futuro. Portanto,
       se quisermos ser práticos, devemos concentrar nossa atenção sobre
       as tendências e ideias que estão moldando o futuro.

                 Quais serão essas mudanças? O que elas
                 significam para você, sua família, sua carreira, sua
                 comunidade, seus investimentos ou sua escola?



     Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
Obrigada!

62
63


Minicurrículo
Possui graduação em Educação Física pelo Centro Universitário de João Pessoa-UNIPÊ
(2000), Especialização em Educação à Distância (2008) e Mestrado em Psicologia
Escolar pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas-SP (2003). Atualmente é
coordenadora Grupo Educacional do Unipê Virtual, professora titular do Centro
Universitário de João Pessoa-UNIPÊ, no curso de Psicologia e demais pós-graduações e
Professora-mediadora da Universidade Federal da Paraíba, curso de Pedagogia à
Distância. Tem experiência na área de Pesquisa em Psicologia, com ênfase em Psicologia
do Esporte, atuando também nos seguintes temas: Motivação, Estresse, Competências
Psicológicas, Handebol, Educação Física Escolar e Educação à Distância.




                     ENTREM EM CONTATO!
                     bellamenha@hotmail.com

Aula presencial 2011.1

  • 1.
    1 QUALIDADE DE VIDA APRENDEMOS NA ESCOLA? Componente Curricular Educação e Saúde I 09 de Abril de 2010 PROF.ª MS. IZABEL LAMENHA
  • 2.
    2 Você está aqui?
  • 3.
    Pensamento 5% 20% 75% 0% 20% 40% 60% 80% 3
  • 4.
    Vamos refletir O LEGADO 4
  • 5.
    Nesta aula, seremoscapazes de: 5  Refletir sobre Educação e Saúde na OBJETIVOS Escola, usando como ponto de partida nós mesmos.  Tomar consciência da adoção de estilos de vida saudáveis e ativos;  Praticar(...)
  • 6.
    6 Agenda  História;  Saúde; Parte 1  Estresse;  Privação de Sono;  Atividade Física  Educação e Saúde;  Tudo isso na escola; Parte 2  E, agora... Aprendizes?  Considerações Finais  Despedida
  • 7.
    7 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 8.
    8 Primeira Parte Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 9.
    COMO ANDA AMINHA SAÚDE? Atividade Física Controle de riscos Estresse Sono Alimentação 9 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 10.
    10 Um Pouco de História Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 11.
    Ao longo dostempos... 11 Homem das Cavernas Homem Moderno  Nômade;  Agricultura;  Desorganização social;  Organização societária;  Luta pela sobrevivência;  Avanços Tecnológicos;  Vida ativa.  Sedentário. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 12.
    Diagnóstico Atual 12 Saúde Doença Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 13.
    Fenômeno do Destreinamento 13 Sedentarismo Tecnologia Má Alimentação Polito (2010) discute sobre o ponto de vista do ser humano e sua relação direta com o sedentarismo advindos das facilidades e comodidades do estilo de vida moderno e das conveniências alimentares, levando-o ao processo de destreinamento físico. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 14.
    Fenômeno do Destreinamento 14 Oliveira (2005) cita que o baixo nível de atividade física é fator decisivo para o adoecimento físico e emocional. Diante das evidências de que o homem moderno utiliza-se cada vez menos de suas potencialidades corporais para enfrentar as mazelas de hoje; O mesmo autor comenta que o caminho para quebra dessa realidade é a promoção de mudanças no estilo de vida das pessoas. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 15.
    Ministério da Saúde: 15 Pesquisa sobre saúde dos brasileiros (2009) Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 16.
    Primeira conclusão 16 Falta de atividade física ADOECIMENTO Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 17.
    17 Saúde Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 18.
    18 Definição FLECK, Marcelo Pio de Almeida. O instrumento de avaliação de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL- 100): características e perspectivas. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, 2000.
  • 19.
    MODELO Ideal deSaúde 19 Social Intelectual Física Saúde Espiritual Emocional ALMEIDA FILHO, Naomar de. O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia?. Rev. bras. epidemiol., São Paulo, v. 3, n. 1-3, Dec. 2000.
  • 20.
    MODELO Ideal deSaúde 20 Social Comunidade, amizades e familiares Intelectual Física Saúde Espiritual Emocional Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 21.
    MODELO Ideal deSaúde 21 Social Atividade Física e Nutrição Intelectual Física Saúde Espiritual Emocional Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 22.
    MODELO Ideal deSaúde 22 Social Intelectual Física Saúde Controle do estresse e apoio emocional Espiritual Emocional Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 23.
    MODELO Ideal deSaúde 23 Social Intelectual Física Saúde Espiritual Emocional Amor, esperança e caridade Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 24.
    MODELO Ideal deSaúde 24 Social Educação, realização e carreira Intelectual Física Saúde Espiritual Emocional Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 25.
    Melhoria das condiçõesde vida 25 1 Mudança de hábitos saudáveis Controle dos riscos 2 Controle do estresse 3 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 26.
    Melhoria das condiçõesde vida 26 Mudança de hábitos saudáveis; 1 2 Controle de riscos Controle do estresse; 3 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 27.
    Melhoria das condiçõesde vida 27 Mudança de hábitos; 1 Controle de riscos; 2 3 Controle do Estresse Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 28.
    Segunda conclusão 28 Falta de exercício físico Controle de riscos ADOECIMENTO Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 29.
    29 Estresse Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 30.
    30 Definição
  • 31.
    Diferenças Individuais Relações sociais, amizades e familiares Realidade Afetividade Segundo a visão que cada um tem da realidade; Segundo a sensibilidade Indivíduo afetiva da pessoa; Segundo a valorização do passado ou das perspectivas Perspectivas do futuro. Sabendo que cada pessoa reage de forma diferente aos estímulos da vida, elas 31 também terão limiares diferentes de esgotamento por estresse:
  • 32.
    Diferenças Individuais Realidade Afetividade Segundo a visão que cada um tem da realidade; Segundo a sensibilidade Indivíduo afetiva da pessoa; Segundo a valorização do passado ou das perspectivas Perspectivas do futuro. Objetivos, planos, motivações, sobretudo realizações, nos âmbito 32 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola? profissional, por exemplo.
  • 33.
    Homeostase 33 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 34.
    Cortisol 34 1 Os corticóides e os hormônios androgênicos são as substâncias mais relacionadas com o estresse. O cortisol é o corticóide mais abundante no organismo. 2 3 Os níveis de cortisol variam, e exerce efeitos importantes: . sobre o metabolismo das proteínas, carboidratos e lipídeos, 4 5 sobre a tonicidade dos músculos e outros tecidos sobre a integridade do miocárdio 6 7 sobre as respostas antiinflamatórias. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 35.
    Cortisol 35 8 O cortisol influi também na conservação da glicose síntese de proteínas 9 10 na regulação de ácidos graxos em nos tecidos adiposos. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 36.
    Terceira conclusão 36 Falta de Estresse exercício físico Riscos ADOECIMENTO Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 37.
    Privação de Sono 37 Dificuldade de Dormir Acordar frequentemente a noite Acordar muito cedo Sono não revigorante Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 38.
    Distúrbios Associados aoSono 38  Sem repouso noturno adequado, o organismo aumenta a produção Resistência a Insulina de cortisol, adrenalina e noroadrenalina, hormônios associados ao estresse.  Em excesso, eles tornam as células resistentes à insulina, o que dificulta o processamento da glicose e predispõe a diabetes tipo 2.  O cortisol, adrenalina e noroadrenalina são vasoconstritores.  Quatro horas e meia de sono por noite ao longo de cinco noites, Hipertensão reduzem em 50% a capacidade de dilatação dos vasos, o que pode levar a hipertensão. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 39.
    Distúrbios Associados aoSono 39  Noites mal dormidas podem alterar os impulsos elétricos que Doenças do Coração regulam os batimentos cardíacos do coração.  Com isso, aumentam os riscos de ocorrência da arritmias entre as pessoas com propensão ao problema.  Provoca redução nos níveis de CD4, CD8 e células T, os principais agentes de defesa do organismo. Baixa Imunidade  Dormir pouco pode, portanto, aumentar a vulnerabilidade das doenças infecciosas. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 40.
    Distúrbios Associados aoSono 40  Causam desequilíbrio na produção dos neurotransmissores responsáveis por ativar ou inibir a transmissão dos impulsos Dor Crônica relacionados à dor, além de aumentar a percepção dolorosa.  O organismo reduz durante o sono, a síntese de adrenalina, o hormônio do apetite, e aumenta a de leptina, responsável pela Obesidade saciedade.  Quando uma pessoa se priva de repouso ideal, a fabricação dessas substâncias fica desregulada, o que favorece ao ganho de peso. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 41.
    Quarta e quintaconclusões 41 Sono Falta de Estresse atividade física Alimentação Riscos ADOECIMENTO Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 42.
    42 Qualidade de Vida Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 43.
    43 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 44.
    44 Conceito A OMS definiu qualidade de vida como: “a percepção do individuo de sua posição de vida, no contexto da cultura e do sistema de valores nos quais ele vive, considerando seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (FLECK, 2000). FLECK, Marcelo Pio de Almeida. O instrumento de avaliação de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL- 100): características e perspectivas. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, 2000.
  • 45.
    Outra perspectiva 45 Minayo (2000) diz que qualidade de vida é uma noção eminentemente humana que se aproxima do grau de satisfação encontrado:  na vida familiar;  na vida amorosa;  Social, e  Ambiental. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 46.
    46 Atividade Física Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 47.
  • 48.
    48 Definição A atividade física pode ser entendida como qualquer movimento produzido pela musculatura esquelética que provoque gasto calórico acima dos níveis de repouso. Dessa forma as atividades domésticas, no trabalho, transporte e mesmo um programa de exercícios físicos estão reunidos sob o termo atividade física (ARAÚJO; ARAÚJO, 2000). Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 49.
    49 Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 50.
    Tipos de AtividadeFísica 50 Aeróbios Anaeróbios  É um exercício de longa duração,  Utiliza uma forma de energia contínuo e de baixa e moderada que independe do uso do intensidade, havendo o uso de oxigênio, é de alta intensidade e oxigênio. curta duração, envolvendo um  São exemplos: esforço intenso. Caminhar, correr, andar,  São exemplos: pedalar, nadar (não a corrida de 100 metros rasos, competitivo), dançar. os saltos, o arremesso de peso, exercícios resistidos (musculação). Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 51.
    Benefícios da AtividadeFísica  Auxilia na melhoria da força e do tônus muscular, esquelético Músculo  Melhoria da flexibilidade,  Fortalecimento dos ossos e das articulações.  Perda de peso e da porcentagem de gordura corporal,  Redução da pressão arterial em repouso, Saúde Física  Redução do risco de problemas cardíacos,  Melhora do diabetes,  Diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol.  Melhora o fluxo de sangue para o cérebro,  Ajuda na redução da ansiedade e do estresse e no tratamento da depressão, Mental Saúde  Ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso,  Auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima 51
  • 52.
    Como escolher aatividade ideal? 52 Preferência Pessoal Aptidão Qualidade Aderência e necessária de Vida continuidade Risco associado
  • 53.
    Por onde começar? 53  Avaliação Física  Medidas Antropométricas (dobras cutâneas, diâmetros ósseos, perímetros e circunferências);  Composição Corporal (Percentual de Gordura, Massas: Gorda, Óssea, Residual, Muscular e Magra), Índice de Massa Corporal, Relação Cintura / Quadril, Somatotipo, etc...;  Flexibilidade, Testes de Aptidão Cardiorrespiratória (em ergômetros ou na pista);  Teste de Lactato (Limiar e MLSS);  Testes de Força, de Impulsão, etc....  Avaliação Médica Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 54.
    Para não desistir... 54  Evite fazer exercícios físicos sob o sol forte;  Tome água moderadamente antes, durante e depois da atividade física;  Use roupas leves, claras e ventiladas;  Não faça exercícios em jejum, mas evite comer demais antes da atividade física;  Use sapatos confortáveis e macios. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida e Atividade Física
  • 55.
    55 Programa de Treinamento Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 56.
    Exercício 56  Poderoso remédio;  Conhecemos as vantagens, porém:  Existem duas barreiras: tempo e esforço.  Alternativa...  Os maiores benefícios para a saúde se origina de quantidades moderadas de atividades (HASKELL, 1999) Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 57.
    Atividade Física 57 Aeróbio Manutenção do Ganhos para tônus e da força saúde e muscular, melhoria prevenção de da QV. doenças 30´ ou mais de intensidade moderada, quase todos os dias da semana. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 58.
    58 Segunda Parte O que aprendemos na escola? Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 59.
    Educação e Saúde 59  Peter Drucker sobre as relações entre planejamento e a construção do futuro, diz:  “Planejar não diz respeito às ações do futuro, mas ao impacto futuro das ações do presente”. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 60.
    Futuro 60  O objetivo principal das ESCOLAS na análise do futuro é torná-lo melhor.  Tendências, previsões e ideias sobre o futuro permitem detectar oportunidades e ameaças mais cedo, permitindo que as organizações educacionais definam seu posicionamento e o nível dos investimentos necessários. Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 61.
    61 A taxa de mudança está se acelerando. Todos nós vamos passar o resto de nossas vidas no futuro. Portanto, se quisermos ser práticos, devemos concentrar nossa atenção sobre as tendências e ideias que estão moldando o futuro. Quais serão essas mudanças? O que elas significam para você, sua família, sua carreira, sua comunidade, seus investimentos ou sua escola? Prof.ª Ms. Izabel Lamenha Qualidade de Vida, aprendemos na escola?
  • 62.
  • 63.
    63 Minicurrículo Possui graduação emEducação Física pelo Centro Universitário de João Pessoa-UNIPÊ (2000), Especialização em Educação à Distância (2008) e Mestrado em Psicologia Escolar pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas-SP (2003). Atualmente é coordenadora Grupo Educacional do Unipê Virtual, professora titular do Centro Universitário de João Pessoa-UNIPÊ, no curso de Psicologia e demais pós-graduações e Professora-mediadora da Universidade Federal da Paraíba, curso de Pedagogia à Distância. Tem experiência na área de Pesquisa em Psicologia, com ênfase em Psicologia do Esporte, atuando também nos seguintes temas: Motivação, Estresse, Competências Psicológicas, Handebol, Educação Física Escolar e Educação à Distância. ENTREM EM CONTATO! bellamenha@hotmail.com