DOENÇAS
INFECTO-
PARASITÁRIAS
Msc.: Gabrielly Andrade
Especialista em Unidade de Terapia Intensiva - CEFAPP
Mestre em Educação com Ênfase em Metodologias ativas
no ensino em saúde - UFPE
Membro do grupo de Pesquisa – Educat UFPE
Docente Universitária
Enfermeira Emergencista – SCC
HEPATITES
HEPATITES Inflamação
difusa do
fígado, pode ser
de origem não
infecciosa ou
infecciosa.
Assintomática ou
Sintomática
HEPATITE A
 O HAV é causado por um enterovírus de RNA
transmitido por via oral-fecal, predominantemente por
água contaminada ou marisco crus ou parcialmente
cozidos.
 Os sintomas são geralmente brandos ou
inexistentes;
Não leva a HEPATITE
CRÔNICA, nem a cirrose
Profilaxia
(vacina)
É mais prevalente
nos países em
desenvolvimento e
nas áreas com maior
densidade
populacional e más
condições de
saneamento
HEPATITE B
 O vírus da hepatite B (HBV), é um vírus de
DNA da família Hepadnaviride;
 A infecção provoca a hepatite Aguda e
Crônica;
A exposição sexual a uma pessoa
com HBV constitui o modo mais
comum de transmissão.
O vírus também é transmitido
por via parenteral, além disso pode
ser transmitido de mãe para filho
Vacina
profilaticam
ente com
intervalo de
6 meses
O HBV dissemina-
se por contato com
sangue ou
hemoderivados. O
antígeno foi
identificado em
secreções corporais
como sêmen, muco
e saliva.
HEPATITE C
 Trata-se de um vírus de RNA de filamento único,
relacionado com a família Flaviviridae;
 O HCV, um vírus transmitido pelo sangue, pode provocar
hepatite tanto aguda quanto crônica, entre os indivíduos
que desenvolvem infecção aguda pelo HCV, pode ocorrer
cronicidade em até 55 a 85%;
NÃO
POSSUI
VACINA
Os portadores correm
o risco se não tratados
precocemente e
adequadamente em
desenvolver doença
hepática de estágio
terminal, bem como
carcinoma
hepatocelular.
HEPATITE D (VÍRUS DELTA OU HDV)
 É um vírus de RNA incompleto, que depende das proteínas
do envelope do HDV para se reproduzir;
 A infecção por HDV pode acontecer como uma superinfecção
no paciente que exibe hepatite B crônica, ou pode ocorrer
simultaneamente com a infecção aguda pelo HBV;
 Pode progredir para hepatite fulminante e doença crônica.
A vacinação
contra o
HBV
também
protege
contra a
infecção
pelo HDV
HEPATITE E
 O vírus da hepatite E (HEV) é um vírus de RNA de filamento
único semelhante ao HAV;
 Ele é transmitido por via oral-fecal a partir de água e alimento
contaminado;
 Por razões que não que ainda não são esclarecidas, as mulheres
grávidas com a Hepatite E morrem mais frequentemente e
apresentam mais complicações obstétricas e desfechos fetais mais
graves.
NÃO
POSSUI
VACINA
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 Mal-estar
 Cefaléia
 Febre baixa
 Anorexia
 Astenia
 Fadiga
 Artralgia,
 Náuseas e vômitos
 Desconforto no
hipocôndrio direito
 Aversão a alguns
alimentos e cigarro.
 Icterícia geralmente
 Colúria (urina escura)
 Hipocolia fecal (fezes com
cor esbranquiçada
DIAGNÓSTICO
 Anamnese e Exame Físico;
 Exames de imagem
(Ultrassonografia de abdome e
Ressonância Magnética).
 Exames Laboratoriais:
Sorológicos;
Provas de função hepática;
Gama GT;
Albumina.
IgM quando positiv
o indica que a
pessoa se
contaminou
recentemente
(infecção aguda)
IgG quando positiv
o indica que a
pessoa teve contato
com o vírus A e que
curou.
TRATAMENTO
 Ribavirina;
 Interferon;
 Lamivudina;
 Adefovir dipivoxila;
 Entecavir;
 Telbivudina.
O tratamento básico na hepatite aguda
de qualquer tipo, principalmente de
suporte e incluem:
Proporcionar repouso;
Proporcionar nutrição adequada;
Orientações sobre o uso de
medicamentos e substâncias
hepatotóxicas.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
 Educação em saúde e todo suporte hositalar.
 Administração de medicamentos;
 Anamnese e exame físico;
 Verificação de SSVV;
 Auxílio na coleta de materiais para exames.
REFERÊNCIAS
 BARROS, L. B. L. de B. (Colab.). Anamnese e
exame físico: Avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed.
2010.
 BRUNNER, L.S.; SMELTZER, S.C.;
SUDDARTH, D.S. Brunner e Suddart. Tratado
de enfermagem médico-cirúrgica. 12 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
 GUYTON. Fisiologia Humana e Mecanismos.
6ª ed. Guanabara, 2008.

Aula - Hepatites Virais DOS TIPOS A,B,C,D,E

  • 1.
    DOENÇAS INFECTO- PARASITÁRIAS Msc.: Gabrielly Andrade Especialistaem Unidade de Terapia Intensiva - CEFAPP Mestre em Educação com Ênfase em Metodologias ativas no ensino em saúde - UFPE Membro do grupo de Pesquisa – Educat UFPE Docente Universitária Enfermeira Emergencista – SCC
  • 2.
    HEPATITES HEPATITES Inflamação difusa do fígado,pode ser de origem não infecciosa ou infecciosa. Assintomática ou Sintomática
  • 5.
    HEPATITE A  OHAV é causado por um enterovírus de RNA transmitido por via oral-fecal, predominantemente por água contaminada ou marisco crus ou parcialmente cozidos.  Os sintomas são geralmente brandos ou inexistentes; Não leva a HEPATITE CRÔNICA, nem a cirrose Profilaxia (vacina) É mais prevalente nos países em desenvolvimento e nas áreas com maior densidade populacional e más condições de saneamento
  • 6.
    HEPATITE B  Ovírus da hepatite B (HBV), é um vírus de DNA da família Hepadnaviride;  A infecção provoca a hepatite Aguda e Crônica; A exposição sexual a uma pessoa com HBV constitui o modo mais comum de transmissão. O vírus também é transmitido por via parenteral, além disso pode ser transmitido de mãe para filho Vacina profilaticam ente com intervalo de 6 meses O HBV dissemina- se por contato com sangue ou hemoderivados. O antígeno foi identificado em secreções corporais como sêmen, muco e saliva.
  • 7.
    HEPATITE C  Trata-sede um vírus de RNA de filamento único, relacionado com a família Flaviviridae;  O HCV, um vírus transmitido pelo sangue, pode provocar hepatite tanto aguda quanto crônica, entre os indivíduos que desenvolvem infecção aguda pelo HCV, pode ocorrer cronicidade em até 55 a 85%; NÃO POSSUI VACINA Os portadores correm o risco se não tratados precocemente e adequadamente em desenvolver doença hepática de estágio terminal, bem como carcinoma hepatocelular.
  • 8.
    HEPATITE D (VÍRUSDELTA OU HDV)  É um vírus de RNA incompleto, que depende das proteínas do envelope do HDV para se reproduzir;  A infecção por HDV pode acontecer como uma superinfecção no paciente que exibe hepatite B crônica, ou pode ocorrer simultaneamente com a infecção aguda pelo HBV;  Pode progredir para hepatite fulminante e doença crônica. A vacinação contra o HBV também protege contra a infecção pelo HDV
  • 9.
    HEPATITE E  Ovírus da hepatite E (HEV) é um vírus de RNA de filamento único semelhante ao HAV;  Ele é transmitido por via oral-fecal a partir de água e alimento contaminado;  Por razões que não que ainda não são esclarecidas, as mulheres grávidas com a Hepatite E morrem mais frequentemente e apresentam mais complicações obstétricas e desfechos fetais mais graves. NÃO POSSUI VACINA
  • 10.
    MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  Mal-estar Cefaléia  Febre baixa  Anorexia  Astenia  Fadiga  Artralgia,  Náuseas e vômitos  Desconforto no hipocôndrio direito  Aversão a alguns alimentos e cigarro.  Icterícia geralmente  Colúria (urina escura)  Hipocolia fecal (fezes com cor esbranquiçada
  • 11.
    DIAGNÓSTICO  Anamnese eExame Físico;  Exames de imagem (Ultrassonografia de abdome e Ressonância Magnética).  Exames Laboratoriais: Sorológicos; Provas de função hepática; Gama GT; Albumina.
  • 12.
    IgM quando positiv oindica que a pessoa se contaminou recentemente (infecção aguda) IgG quando positiv o indica que a pessoa teve contato com o vírus A e que curou.
  • 13.
    TRATAMENTO  Ribavirina;  Interferon; Lamivudina;  Adefovir dipivoxila;  Entecavir;  Telbivudina. O tratamento básico na hepatite aguda de qualquer tipo, principalmente de suporte e incluem: Proporcionar repouso; Proporcionar nutrição adequada; Orientações sobre o uso de medicamentos e substâncias hepatotóxicas.
  • 14.
    ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Educação em saúde e todo suporte hositalar.  Administração de medicamentos;  Anamnese e exame físico;  Verificação de SSVV;  Auxílio na coleta de materiais para exames.
  • 15.
    REFERÊNCIAS  BARROS, L.B. L. de B. (Colab.). Anamnese e exame físico: Avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed. 2010.  BRUNNER, L.S.; SMELTZER, S.C.; SUDDARTH, D.S. Brunner e Suddart. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.  GUYTON. Fisiologia Humana e Mecanismos. 6ª ed. Guanabara, 2008.