SlideShare uma empresa Scribd logo
TRABALHO DE BIOLOGIA
                                  3º Trimestre - Data:....30./..set.../2011. Prof. Roberto Henrique Bagatini
                               Estudante: ..................................................................... 8ª Série – Turma:.......
                      Objetivos: Conhecer as semelhanças e as diferenças entre os grandes grupos de plantas, o
                      que permite refletir sobre as relações de parentesco evolutivo entre esses importantes
                      componentes do mundo vivo.
Valorizar o conhecimento sistemático das plantas, tanto para identificar padrões que ocorrem no mundo natural,
quanto para compreender a importância das plantas no grande conjunto de seres vivos.

               O Reino Plantae compreende seres eucariontes, pluricelulares, autotróficos, que realizam fotossíntese. A exemplo dos animais, o organismo
     vegetal é constituído por células. Contudo, sua organização é bastante diferente. Se seus órgãos têm funções paralelas às dos sistemas animais, o
     mesmo não pode se dizer da sua estrutura. Em relação aos animais falamos em sistemas digestório, respiratório, reprodutor, etc.; no que diz respeito
     às plantas, tratamos de órgãos: a raiz, o caule, a folha, a flor, o fruto e a semente. A classificação dos vegetais possui ligeiras diferenças em relação à
     classificação animal. Ao invés de usar o termo Filo, usa-se o termo Divisão. As plantas são divididas em dois grandes grupos:

     CRIPTÓGAMAS (KRIPTO, ESCONDIDO)
               Plantas que possuem as estruturas produtoras de gametas pouco evidentes

     FANERÓGAMAS (PHANERO, EVIDENTE)
               Possuem as estruturas produtoras de gametas bem visíveis.

     Os órgãos e suas funções
               A raiz tem por função fixar a planta ao solo e retirar dele água e sais minerais, essenciais à vida vegetal. O caule mantém a planta ereta. Em
     seu interior encontram-se vasos condutores de seiva. Por seiva entende-se o líquido absorvido pelas raízes (seiva bruta) e as substâncias produzidas
     pela fotossíntese (seiva elaborada).
               Há vegetais que não possuem vasos condutores (musgos). Nesse caso, a distribuição da seiva se faz de célula a célula. A maioria, porém, é
     dotada de vasos condutores.
               Do caule partem ramos onde se prendem as folhas, levando a seiva bruta e trazendo a seiva elaborada. As folhas são, portanto, a parte dos
     vegetais onde ocorre a fotossíntese. A seiva elaborada por ela produzida é distribuída todas as partes do vegetal, garantindo a sua sobrevivência.
     Nas folhas também acontecem os processos de respiração e transpiração vegetal.
               Flores e sementes são órgãos que se relacionam com a reprodução vegetal.

     Criptógamas
               As criptógamas podem ser divididas, com base na organização do corpo, em grupos menores:

     1 - BRIÓFITAS
               As briófitas são plantas de pequeno porte, sendo que na maioria não ultrapassa 20 cm de altura.
     Vivem em ambientes úmidos e sombreados, uma vez que não são susceptíveis à dessecação.
               As briófitas apresentam estruturas chamadas rizóides, caulóides e filóides que desempenham um
     papel semelhante ao da raiz, caule e folhas. No entanto, não têm vasos condutores de seiva; tanto a seiva
     elaborada quanto a bruta passam diretamente de uma célula para outra, através de suas paredes.
               O grupo das briófitas tem os musgos como principal representante.

     2 - PTERIDÓFITAS
               As pteridófitas são as primeiras plantas a possuir vasos condutores de seiva. A existência dos vasos possibilitou às plantas a conquista
     definitiva do ambiente terrestre. Os vasos permitem o transporte rápido da água e sais minerais até as folhas e de
     seiva elaborada para as demais partes da planta.
               Os principais representantes do grupo são as samambaias e as avencas.
               Nas pteridófitas as folhas se desenrolam a partir do centro da planta.
               A reprodução é feita por meio de esporos, que freqüentemente são produzidos em soros localizados na
     parte de baixo das folhas (são aqueles pontinhos alaranjados que vemos às vezes nas samambaias).
     Ocorre alternância de gerações, sendo o vegetal adulto produtor de esporos que, uma vez no chão, dão origem a
     uma plantinha parecida com um coração (prótalo) e que produz os gametas. Esses se unem e vão dar origem a uma nova planta.

     Fanerógamas
               Nas fanerógamas os óvulos e o pólen são os gametas feminino e masculino, respectivamente.
               Dentre as fanerógamas temos as Gimnospermas, que produzem estróbilos como estruturas reprodutoras, que são erradamente
     denominados flores; e as Angiospermas, que produzem flores.
               Uma flor pode ser definida, de maneira ampla, como um “ramo” modificado e adaptado à reprodução. Sobre as folhas modificadas desse
     ramo é que se formam as estruturas reprodutivas das plantas fanerógamas.
A semente é uma estrutura que contém em seu interior um pequeno embrião em repouso, além de grande quantidade de células e material
nutritivo para garantir a germinação.
          As sementes têm origem a partir dos óvulos, formados nas flores.
          As fanerógamas são divididas em dois grandes grupos:

3 - GIMNOSPERMAS
          As gimnospermas são as primeiras plantas a produzirem flores (inflorescências) e sementes, porém não
produzem frutos (grego = gymnos = nua, grego = sperma = semente) .
          As gimnospermas mais conhecidas são os pinheiros, ciprestes e sequóias. No Brasil uma gimnosperma nativa é
a araucária, também conhecida como pinheiro-do-paraná.
          As flores da gimnosperma são chamadas de cones ou estróbilos.
          Essas flores são de um só sexo, masculino ou feminino.
          As gimnospermas estão mais adaptadas às regiões temperadas Chegam a formar vegetações como as taigas no Hemisfério Norte e a mata
de araucária no sul do Brasil.
          As sequóias são gimnospermas de grande porte e ocorrem na Califórnia (Estados Unidos). Essas plantas chegam a atingir 120 metros de
altura e seus troncos podem chegar a ter diâmetro de 12 metros.
          Estima-se que as sequóias atuais tenham aproximadamente 4000 anos de idade.

4 - ANGIOSPERMAS
          As angiospermaspossuem como característica exclusiva, a semente contida no interior de um fruto (grego
angio = urna; sperma = semente). Por esse motivo são conhecidas como plantas frutíferas.
          As angiospermas correspondem ao grupo de plantas com maior número de espécies sobre a Terra.
Ocorrem em ampla diversidade de hábitats, existindo desde espécies aquáticas até plantas adaptadas a ambientes
áridos, como os cactos.
          Economicamente, as angiospermas representam uma fonte de inestimável importância para o homem. Seus órgãos, como raiz, caule, folhas,
flores, sementes e frutos, podem servir de alimento para a população humana. Além disso, servem, também como fontes de matéria-prima para as
mais diversas atividades humanas e industriais.
          As angiospermas são divididas em dois grandes grupos: o das monocotiledôneas e o das dicotiledôneas.
          A principal característica que permite distinguir esses dois grupos é o número de cotilédones presentes na semente. Os cotilédones são
folhas modificadas que fazem parte do corpo do embrião e que podem armazenar nutrientes que serão fornecidos a ele durante os estágios iniciais de
desenvolvimento. Como o próprio nome diz, nas monocotiledôneas há apenas um cotilédone por semente, enquanto nas dicotiledôneas há dois
cotilédones por semente.
          São exemplos de monocotiledôneas: Alho, cebola, aspargo, abacaxi, bambu, grama, arroz, trigo, aveia, cana-de-açúcar, milho, gengibre e
palmeiras em geral: coco-da-baía, babaçu, etc.
          São exemplos de dicotiledôneas: Vitória-régia, eucalipto, abacate, rosa, morango, pêra, maçã, feijão, ervilha, goiaba, jabuticaba, algodão,
cacau, limão, maracujá, cacto, mamona, mandioca, seringueira, batata, mate, tomate, jacarandá, café, abóbora, melancia, etc.
A formação da semente
          Nas angiospermas a fecundação se dá quando o núcleo masculino (proveniente do grão de pólen) e o núcleo feminino (oosfera, proveniente
do óvulo) se encontram, formando o zigoto, ainda no ovário da flor.
          O zigoto, uma célula simples, sofre então muitas divisões celulares e dá origem a um pequeno embrião, pluricelular.
          O óvulo fecundado desenvolve-se formando então uma semente. Ela contém um embrião e substâncias nutritivas que o alimentarão quando
a semente germinar.
          A formação de uma ou mais sementes no interior de um ovário provoca o seu desenvolvimento e ele, crescendo muito origina um fruto,
enquanto murcham todas as demais partes da flor.


Fonte: educar.sc.usp.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Morfologia das angiospermas 2ª£
Morfologia das angiospermas 2ª£Morfologia das angiospermas 2ª£
Morfologia das angiospermas 2ª£
Larisse Roberto Rufino
 
Plantas vasculares 1
Plantas  vasculares 1Plantas  vasculares 1
Plantas vasculares 1
SESI 422 - Americana
 
Quizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
Quizz da Botânica - Características Gerais das PlantasQuizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
Quizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo
 
Angiosperma
AngiospermaAngiosperma
Angiosperma
Maria de Jesus Paes
 
Botanica geral i grupos vegetais ppt
Botanica geral i  grupos vegetais pptBotanica geral i  grupos vegetais ppt
Botanica geral i grupos vegetais ppt
Andre Luiz Nascimento
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
Geisla Maia Gomes
 
Aula de botânica
Aula de botânicaAula de botânica
Aula de botânica
denilsonbio
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
Pedr457
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
Soraya Góes Lemos
 
Biologia 2 - Aula 1 - Embriologia
Biologia 2 - Aula 1 - EmbriologiaBiologia 2 - Aula 1 - Embriologia
Biologia 2 - Aula 1 - Embriologia
Curisnho Popular Comunitário
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
Isabella Silva
 
Botânica
BotânicaBotânica
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
Ikaro Slipk
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
infoeducp2
 
Reino Vegetal
Reino VegetalReino Vegetal
Reino Vegetal
Giseli Trento
 
As Plantas, Raiz E Caule
As Plantas, Raiz E CauleAs Plantas, Raiz E Caule
As Plantas, Raiz E Caule
Tânia Reis
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
00367p
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
SEMED de Santarém/PA
 

Mais procurados (18)

Morfologia das angiospermas 2ª£
Morfologia das angiospermas 2ª£Morfologia das angiospermas 2ª£
Morfologia das angiospermas 2ª£
 
Plantas vasculares 1
Plantas  vasculares 1Plantas  vasculares 1
Plantas vasculares 1
 
Quizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
Quizz da Botânica - Características Gerais das PlantasQuizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
Quizz da Botânica - Características Gerais das Plantas
 
Angiosperma
AngiospermaAngiosperma
Angiosperma
 
Botanica geral i grupos vegetais ppt
Botanica geral i  grupos vegetais pptBotanica geral i  grupos vegetais ppt
Botanica geral i grupos vegetais ppt
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
 
Aula de botânica
Aula de botânicaAula de botânica
Aula de botânica
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
 
Biologia 2 - Aula 1 - Embriologia
Biologia 2 - Aula 1 - EmbriologiaBiologia 2 - Aula 1 - Embriologia
Biologia 2 - Aula 1 - Embriologia
 
Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193Apostila botânica-pronta.107.193
Apostila botânica-pronta.107.193
 
Botânica
BotânicaBotânica
Botânica
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
 
Reino Vegetal
Reino VegetalReino Vegetal
Reino Vegetal
 
As Plantas, Raiz E Caule
As Plantas, Raiz E CauleAs Plantas, Raiz E Caule
As Plantas, Raiz E Caule
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
 

Destaque

Manifesto lassos uece
Manifesto lassos  ueceManifesto lassos  uece
Manifesto lassos uece
servicosocial
 
Obama Ecomap
Obama EcomapObama Ecomap
Obama Ecomap
candicew
 
Folder verso
Folder versoFolder verso
Folder verso
Roberto Rabat Chame
 
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humbertoComunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
Jorge Humberto
 
Centenario de machu pichu para el mundo
Centenario de machu pichu para el mundoCentenario de machu pichu para el mundo
Centenario de machu pichu para el mundo
paola_yanina
 
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Infarto agudo do miocárdio   (IAM)Infarto agudo do miocárdio   (IAM)
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Shirley Rodrigues
 

Destaque (6)

Manifesto lassos uece
Manifesto lassos  ueceManifesto lassos  uece
Manifesto lassos uece
 
Obama Ecomap
Obama EcomapObama Ecomap
Obama Ecomap
 
Folder verso
Folder versoFolder verso
Folder verso
 
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humbertoComunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
Comunicado 28.1 apresentação de curriculum vitae de jorge humberto
 
Centenario de machu pichu para el mundo
Centenario de machu pichu para el mundoCentenario de machu pichu para el mundo
Centenario de machu pichu para el mundo
 
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Infarto agudo do miocárdio   (IAM)Infarto agudo do miocárdio   (IAM)
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
 

Semelhante a Aula bio 30set2011 2

reino plantae
reino plantaereino plantae
reino plantae
Brígida Menário
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 
Reino vegetal e reprod
Reino vegetal e reprodReino vegetal e reprod
Reino vegetal e reprod
ProfDeboraCursinho
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
Marcos Mororó
 
Pteridófitas
PteridófitasPteridófitas
Pteridófitas
Matheus S. Oliveira
 
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
biroskaa
 
1introduobotnica 110917101817-phpapp02
1introduobotnica 110917101817-phpapp021introduobotnica 110917101817-phpapp02
1introduobotnica 110917101817-phpapp02
Matheus Alves
 
Reino Plantae Power Point
Reino Plantae Power PointReino Plantae Power Point
Reino Plantae Power Point
infoeducp2
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
Glauco Duarte
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitasFrente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
Colégio Batista de Mantena
 
3 - morfologia e fisiologia vegetal
3 - morfologia e fisiologia vegetal3 - morfologia e fisiologia vegetal
3 - morfologia e fisiologia vegetal
Marcus Magarinho
 
Parcial biologia
Parcial   biologiaParcial   biologia
Parcial biologia
Isabella Silva
 
As plantas e o homem
As plantas e o homemAs plantas e o homem
As plantas e o homem
HenriqueMoraismeneze
 
Reino vegetal7ºcd
Reino vegetal7ºcdReino vegetal7ºcd
Reino vegetal7ºcd
Neila
 
Aulas sobre plantas
Aulas sobre plantasAulas sobre plantas
Aulas sobre plantas
Fatima Comiotto
 
plantae
plantaeplantae
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
aulasdotubao
 
aulas de 1 a 4 botanica.pdf
aulas de 1 a 4 botanica.pdfaulas de 1 a 4 botanica.pdf
aulas de 1 a 4 botanica.pdf
RailsonLima8
 

Semelhante a Aula bio 30set2011 2 (20)

reino plantae
reino plantaereino plantae
reino plantae
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
 
Reino vegetal e reprod
Reino vegetal e reprodReino vegetal e reprod
Reino vegetal e reprod
 
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
Reinodasplantas 130731180649-phpapp01
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 
Pteridófitas
PteridófitasPteridófitas
Pteridófitas
 
Classificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantasClassificacao e reproducao das plantas
Classificacao e reproducao das plantas
 
1introduobotnica 110917101817-phpapp02
1introduobotnica 110917101817-phpapp021introduobotnica 110917101817-phpapp02
1introduobotnica 110917101817-phpapp02
 
Reino Plantae Power Point
Reino Plantae Power PointReino Plantae Power Point
Reino Plantae Power Point
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 
Reino das plantas
Reino das plantasReino das plantas
Reino das plantas
 
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitasFrente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
Frente 3 módulo 2 Reprodução nas briófitas e pteridófitas
 
3 - morfologia e fisiologia vegetal
3 - morfologia e fisiologia vegetal3 - morfologia e fisiologia vegetal
3 - morfologia e fisiologia vegetal
 
Parcial biologia
Parcial   biologiaParcial   biologia
Parcial biologia
 
As plantas e o homem
As plantas e o homemAs plantas e o homem
As plantas e o homem
 
Reino vegetal7ºcd
Reino vegetal7ºcdReino vegetal7ºcd
Reino vegetal7ºcd
 
Aulas sobre plantas
Aulas sobre plantasAulas sobre plantas
Aulas sobre plantas
 
plantae
plantaeplantae
plantae
 
Semi reino vegetal
Semi reino vegetalSemi reino vegetal
Semi reino vegetal
 
aulas de 1 a 4 botanica.pdf
aulas de 1 a 4 botanica.pdfaulas de 1 a 4 botanica.pdf
aulas de 1 a 4 botanica.pdf
 

Mais de Roberto Bagatini

Plantão eletrostática
Plantão eletrostáticaPlantão eletrostática
Plantão eletrostática
Roberto Bagatini
 
Prezi eletrostática
Prezi eletrostáticaPrezi eletrostática
Prezi eletrostática
Roberto Bagatini
 
Resumo de eletricidade
Resumo de eletricidadeResumo de eletricidade
Resumo de eletricidade
Roberto Bagatini
 
Exercícios de eletricidade
Exercícios de eletricidadeExercícios de eletricidade
Exercícios de eletricidade
Roberto Bagatini
 
Atividades experimentais de eletricidade
Atividades experimentais de eletricidadeAtividades experimentais de eletricidade
Atividades experimentais de eletricidade
Roberto Bagatini
 
Atividades experimentais de eletrostática
Atividades experimentais de eletrostáticaAtividades experimentais de eletrostática
Atividades experimentais de eletrostática
Roberto Bagatini
 
Curiosidades eletrostática e eletricidade
Curiosidades eletrostática e eletricidadeCuriosidades eletrostática e eletricidade
Curiosidades eletrostática e eletricidade
Roberto Bagatini
 
Exercícios de eletrostática
Exercícios de eletrostáticaExercícios de eletrostática
Exercícios de eletrostática
Roberto Bagatini
 
Simulado eletrostática
Simulado eletrostáticaSimulado eletrostática
Simulado eletrostática
Roberto Bagatini
 
Resumo eletrostática
Resumo eletrostáticaResumo eletrostática
Resumo eletrostática
Roberto Bagatini
 
Exercícios onda,som,luz,espelho,lente
Exercícios onda,som,luz,espelho,lenteExercícios onda,som,luz,espelho,lente
Exercícios onda,som,luz,espelho,lente
Roberto Bagatini
 
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentes
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentesCharges ondas, som, luz, espelhos e lentes
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentes
Roberto Bagatini
 
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentesCuriosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
Roberto Bagatini
 
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentesExperimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
Roberto Bagatini
 
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentesAula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Roberto Bagatini
 
Simulado de termologia
Simulado de termologiaSimulado de termologia
Simulado de termologia
Roberto Bagatini
 
Exercícios sobre termologia
Exercícios sobre termologiaExercícios sobre termologia
Exercícios sobre termologia
Roberto Bagatini
 
Atividades experimentais de termologia
Atividades experimentais de termologiaAtividades experimentais de termologia
Atividades experimentais de termologia
Roberto Bagatini
 
Curiosidades de termologia
Curiosidades de termologiaCuriosidades de termologia
Curiosidades de termologia
Roberto Bagatini
 
Resumo de termologia
Resumo de termologiaResumo de termologia
Resumo de termologia
Roberto Bagatini
 

Mais de Roberto Bagatini (20)

Plantão eletrostática
Plantão eletrostáticaPlantão eletrostática
Plantão eletrostática
 
Prezi eletrostática
Prezi eletrostáticaPrezi eletrostática
Prezi eletrostática
 
Resumo de eletricidade
Resumo de eletricidadeResumo de eletricidade
Resumo de eletricidade
 
Exercícios de eletricidade
Exercícios de eletricidadeExercícios de eletricidade
Exercícios de eletricidade
 
Atividades experimentais de eletricidade
Atividades experimentais de eletricidadeAtividades experimentais de eletricidade
Atividades experimentais de eletricidade
 
Atividades experimentais de eletrostática
Atividades experimentais de eletrostáticaAtividades experimentais de eletrostática
Atividades experimentais de eletrostática
 
Curiosidades eletrostática e eletricidade
Curiosidades eletrostática e eletricidadeCuriosidades eletrostática e eletricidade
Curiosidades eletrostática e eletricidade
 
Exercícios de eletrostática
Exercícios de eletrostáticaExercícios de eletrostática
Exercícios de eletrostática
 
Simulado eletrostática
Simulado eletrostáticaSimulado eletrostática
Simulado eletrostática
 
Resumo eletrostática
Resumo eletrostáticaResumo eletrostática
Resumo eletrostática
 
Exercícios onda,som,luz,espelho,lente
Exercícios onda,som,luz,espelho,lenteExercícios onda,som,luz,espelho,lente
Exercícios onda,som,luz,espelho,lente
 
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentes
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentesCharges ondas, som, luz, espelhos e lentes
Charges ondas, som, luz, espelhos e lentes
 
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentesCuriosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
Curiosidades ondas, som, luz, espelhos e lentes
 
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentesExperimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
Experimentos ondas,som,luz,espelhos,lentes
 
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentesAula ondas, som, luz, espelhos, lentes
Aula ondas, som, luz, espelhos, lentes
 
Simulado de termologia
Simulado de termologiaSimulado de termologia
Simulado de termologia
 
Exercícios sobre termologia
Exercícios sobre termologiaExercícios sobre termologia
Exercícios sobre termologia
 
Atividades experimentais de termologia
Atividades experimentais de termologiaAtividades experimentais de termologia
Atividades experimentais de termologia
 
Curiosidades de termologia
Curiosidades de termologiaCuriosidades de termologia
Curiosidades de termologia
 
Resumo de termologia
Resumo de termologiaResumo de termologia
Resumo de termologia
 

Aula bio 30set2011 2

  • 1. TRABALHO DE BIOLOGIA 3º Trimestre - Data:....30./..set.../2011. Prof. Roberto Henrique Bagatini Estudante: ..................................................................... 8ª Série – Turma:....... Objetivos: Conhecer as semelhanças e as diferenças entre os grandes grupos de plantas, o que permite refletir sobre as relações de parentesco evolutivo entre esses importantes componentes do mundo vivo. Valorizar o conhecimento sistemático das plantas, tanto para identificar padrões que ocorrem no mundo natural, quanto para compreender a importância das plantas no grande conjunto de seres vivos. O Reino Plantae compreende seres eucariontes, pluricelulares, autotróficos, que realizam fotossíntese. A exemplo dos animais, o organismo vegetal é constituído por células. Contudo, sua organização é bastante diferente. Se seus órgãos têm funções paralelas às dos sistemas animais, o mesmo não pode se dizer da sua estrutura. Em relação aos animais falamos em sistemas digestório, respiratório, reprodutor, etc.; no que diz respeito às plantas, tratamos de órgãos: a raiz, o caule, a folha, a flor, o fruto e a semente. A classificação dos vegetais possui ligeiras diferenças em relação à classificação animal. Ao invés de usar o termo Filo, usa-se o termo Divisão. As plantas são divididas em dois grandes grupos: CRIPTÓGAMAS (KRIPTO, ESCONDIDO) Plantas que possuem as estruturas produtoras de gametas pouco evidentes FANERÓGAMAS (PHANERO, EVIDENTE) Possuem as estruturas produtoras de gametas bem visíveis. Os órgãos e suas funções A raiz tem por função fixar a planta ao solo e retirar dele água e sais minerais, essenciais à vida vegetal. O caule mantém a planta ereta. Em seu interior encontram-se vasos condutores de seiva. Por seiva entende-se o líquido absorvido pelas raízes (seiva bruta) e as substâncias produzidas pela fotossíntese (seiva elaborada). Há vegetais que não possuem vasos condutores (musgos). Nesse caso, a distribuição da seiva se faz de célula a célula. A maioria, porém, é dotada de vasos condutores. Do caule partem ramos onde se prendem as folhas, levando a seiva bruta e trazendo a seiva elaborada. As folhas são, portanto, a parte dos vegetais onde ocorre a fotossíntese. A seiva elaborada por ela produzida é distribuída todas as partes do vegetal, garantindo a sua sobrevivência. Nas folhas também acontecem os processos de respiração e transpiração vegetal. Flores e sementes são órgãos que se relacionam com a reprodução vegetal. Criptógamas As criptógamas podem ser divididas, com base na organização do corpo, em grupos menores: 1 - BRIÓFITAS As briófitas são plantas de pequeno porte, sendo que na maioria não ultrapassa 20 cm de altura. Vivem em ambientes úmidos e sombreados, uma vez que não são susceptíveis à dessecação. As briófitas apresentam estruturas chamadas rizóides, caulóides e filóides que desempenham um papel semelhante ao da raiz, caule e folhas. No entanto, não têm vasos condutores de seiva; tanto a seiva elaborada quanto a bruta passam diretamente de uma célula para outra, através de suas paredes. O grupo das briófitas tem os musgos como principal representante. 2 - PTERIDÓFITAS As pteridófitas são as primeiras plantas a possuir vasos condutores de seiva. A existência dos vasos possibilitou às plantas a conquista definitiva do ambiente terrestre. Os vasos permitem o transporte rápido da água e sais minerais até as folhas e de seiva elaborada para as demais partes da planta. Os principais representantes do grupo são as samambaias e as avencas. Nas pteridófitas as folhas se desenrolam a partir do centro da planta. A reprodução é feita por meio de esporos, que freqüentemente são produzidos em soros localizados na parte de baixo das folhas (são aqueles pontinhos alaranjados que vemos às vezes nas samambaias). Ocorre alternância de gerações, sendo o vegetal adulto produtor de esporos que, uma vez no chão, dão origem a uma plantinha parecida com um coração (prótalo) e que produz os gametas. Esses se unem e vão dar origem a uma nova planta. Fanerógamas Nas fanerógamas os óvulos e o pólen são os gametas feminino e masculino, respectivamente. Dentre as fanerógamas temos as Gimnospermas, que produzem estróbilos como estruturas reprodutoras, que são erradamente denominados flores; e as Angiospermas, que produzem flores. Uma flor pode ser definida, de maneira ampla, como um “ramo” modificado e adaptado à reprodução. Sobre as folhas modificadas desse ramo é que se formam as estruturas reprodutivas das plantas fanerógamas.
  • 2. A semente é uma estrutura que contém em seu interior um pequeno embrião em repouso, além de grande quantidade de células e material nutritivo para garantir a germinação. As sementes têm origem a partir dos óvulos, formados nas flores. As fanerógamas são divididas em dois grandes grupos: 3 - GIMNOSPERMAS As gimnospermas são as primeiras plantas a produzirem flores (inflorescências) e sementes, porém não produzem frutos (grego = gymnos = nua, grego = sperma = semente) . As gimnospermas mais conhecidas são os pinheiros, ciprestes e sequóias. No Brasil uma gimnosperma nativa é a araucária, também conhecida como pinheiro-do-paraná. As flores da gimnosperma são chamadas de cones ou estróbilos. Essas flores são de um só sexo, masculino ou feminino. As gimnospermas estão mais adaptadas às regiões temperadas Chegam a formar vegetações como as taigas no Hemisfério Norte e a mata de araucária no sul do Brasil. As sequóias são gimnospermas de grande porte e ocorrem na Califórnia (Estados Unidos). Essas plantas chegam a atingir 120 metros de altura e seus troncos podem chegar a ter diâmetro de 12 metros. Estima-se que as sequóias atuais tenham aproximadamente 4000 anos de idade. 4 - ANGIOSPERMAS As angiospermaspossuem como característica exclusiva, a semente contida no interior de um fruto (grego angio = urna; sperma = semente). Por esse motivo são conhecidas como plantas frutíferas. As angiospermas correspondem ao grupo de plantas com maior número de espécies sobre a Terra. Ocorrem em ampla diversidade de hábitats, existindo desde espécies aquáticas até plantas adaptadas a ambientes áridos, como os cactos. Economicamente, as angiospermas representam uma fonte de inestimável importância para o homem. Seus órgãos, como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos, podem servir de alimento para a população humana. Além disso, servem, também como fontes de matéria-prima para as mais diversas atividades humanas e industriais. As angiospermas são divididas em dois grandes grupos: o das monocotiledôneas e o das dicotiledôneas. A principal característica que permite distinguir esses dois grupos é o número de cotilédones presentes na semente. Os cotilédones são folhas modificadas que fazem parte do corpo do embrião e que podem armazenar nutrientes que serão fornecidos a ele durante os estágios iniciais de desenvolvimento. Como o próprio nome diz, nas monocotiledôneas há apenas um cotilédone por semente, enquanto nas dicotiledôneas há dois cotilédones por semente. São exemplos de monocotiledôneas: Alho, cebola, aspargo, abacaxi, bambu, grama, arroz, trigo, aveia, cana-de-açúcar, milho, gengibre e palmeiras em geral: coco-da-baía, babaçu, etc. São exemplos de dicotiledôneas: Vitória-régia, eucalipto, abacate, rosa, morango, pêra, maçã, feijão, ervilha, goiaba, jabuticaba, algodão, cacau, limão, maracujá, cacto, mamona, mandioca, seringueira, batata, mate, tomate, jacarandá, café, abóbora, melancia, etc. A formação da semente Nas angiospermas a fecundação se dá quando o núcleo masculino (proveniente do grão de pólen) e o núcleo feminino (oosfera, proveniente do óvulo) se encontram, formando o zigoto, ainda no ovário da flor. O zigoto, uma célula simples, sofre então muitas divisões celulares e dá origem a um pequeno embrião, pluricelular. O óvulo fecundado desenvolve-se formando então uma semente. Ela contém um embrião e substâncias nutritivas que o alimentarão quando a semente germinar. A formação de uma ou mais sementes no interior de um ovário provoca o seu desenvolvimento e ele, crescendo muito origina um fruto, enquanto murcham todas as demais partes da flor. Fonte: educar.sc.usp.br