O documento expressa solidariedade à assistente social Maria Lúcia Lopes da Silva, que foi colocada à disposição do Setor de Recursos Humanos do INSS após expressar discordância com os rumos do Serviço Social na instituição. O manifesto questiona se servidores qualificados não têm direito à liberdade de expressão e se o INSS está preparado para absorver profissionais especializados. Pede diálogo e respeito à pluralidade de ideias para avançar democraticamente.