Joanna de Angelis Responde:
1
Prof. Paulo Ratki
Apresentações
AULA 6 – 14 abril 2021
Prof. Paulo Ratki
Apresentações
A coleção Psicológica
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1 – Na atualidade, vemos jovens, adultos e
crianças cada vez mais interconectados
através das redes sociais da internet, sem
que, necessariamente, exista uma relação
pessoal (contato físico) entre os
comunicantes. Quais os distúrbios podem
advir desta conduta e de que forma os
profissionais de Psicologia e os educadores
devem preparar-se para melhor atende-los?
Prof. Paulo Ratki
Apresentações
Resposta: Inevitavelmente, este
comportamento gera situações
perturbadoras, porque interrompe a corrente
vital do intercâmbio direto, pessoa a pessoa,
que proporciona calor e afetividade reais. Na
comunicação virtual, a imaginação exorbita e
o pensamento constrói valores distantes da
realidade. As frustrações e ansiedades
encarregam-se do imaginário que delira com
significados que não têm existência legítima,
elaborando vivências impossíveis de serem
mantidas. O Self (indivíduo essência)
necessita da convivência direta com outrem,
do contato físico para externar sentimentos,
enquanto o ego afasta o ser humano da
convivência saudável, provocando conflitos,
especialmente desconfiança, irritabilidade,
medo, insegurança em geral, de acordo com a
própria estrutura emocional.
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Os profissionais da Psicologia e os
educadores devem considerar a necessidade
de mais significativa convivência com os
pacientes e os educandos, considerando-os
membros da sua família universal e não
somente necessitados de apoio, orientação e
aprendizagem.
Nessa convivência, a afetividade
apresentar-se-á como respeito à pessoa,
sem vinculações perturbadoras, como
estímulo ao seu progresso e crescimento
interior, ao seu desenvolvimento pessoal e ao
enriquecimento interno, descobrindo os
atributos superiores que se lhes encontram
adormecidos e necessitam do despertamento
para a realidade e aplicação existencial.
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O Psicólogo, neste momento, torna-se o
amigo e o ouvinte que também fala, enquanto
que o educador transforma-se no espelho de
tudo quanto apresenta em teoria.
Joanna de Angelis
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2. No estágio atual da psiquiatria, o uso dos
medicamentos para o tratamento dos
transtornos mentais faz-se, na maioria dos
casos, indispensável. No entanto, os efeitos
colaterais do uso prolongado desse fármacos
mostram-se muito intensos para os
pacientes. De que forma a Psicologia espírita
encara essa questão e quais contribuições
apresenta para esse ramo da medicina?
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Resposta: Em razão da gravidade de
determinados transtornos psicóticos
profundos, com deterioração das sinapses e
carência da produção de neurotransmissores,
alguns fármacos, sendo a sintetização
química em laboratório dos neuropeptídeos,
tornam-se indispensáveis durante um bom
período, enquanto o cérebro se refaz e
recompõe o equilíbrio perdido.
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A contribuição da Psicologia espírita deverá
cingir-se à aceitação temporária da
terapêutica, a tempo que trabalhará o
paciente, a fim de que ele mesmo, por meio
do esforço mental e moral, recomponha a
produção da serotonina, da noradrenalina e
da dopamina, entre outras, mediante a
mudança de comportamento moral para
melhor. Essa conduta irá influenciar o
períspirito que se reorganizará na área
afetada pelos distúrbios do passado,
recompondo-se e, por efeito, imprimindo na
matéria a nova e saudável ordem neuronal.
Joanna de Angelis
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3. Como distinguir um fenômeno mediúnico de
transtorno mental? Qual a fronteira entre um
e outro?
Prof. Paulo Ratki
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Resposta: Sem qualquer dúvida, a fronteira
entre um e outro transtorno – mediúnico e
mental – é muito tênue e difícil de ser
traçada. Isto porque, na raiz de qualquer
ocorrência afligente, encontra-se sempre o
Espírito em débito perante a própria e a
Consciência Cósmica.
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Reencarnando-se com o mapa das
necessidades evolutivas, entre as quais se
encontram os impositivos da reparação dos
erros e delitos praticados anteriormente, o
organismo gera predisposições para o
transtorno mental, um dos valiosos recursos
expurgatórios, ao tempo em que as vítimas
em sintonia com o anterior algoz, graças à lei
das afinidades, passam a impor-lhe o jugo da
vingança desnecessária.
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Dificilmente se poderá definir onde um
transtorno começa e o outro termina,
mesclando-se ambos continuamente.
Qualquer terapêutica, portanto, a ser aplicada,
deverá ter como objetivo atender o ser
espiritual reencarnado em si mesmo, com as
suas deficiência psíquicas e aquele que lhe se
transforma em parasita explorador.
Joanna de Angelis.
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4. O suicídio se apresenta como uma grave
questão de saúde pública e temos visto um
contingente imenso de pessoas que não
conseguem fazer uso da própria vontade,
sendo incitadas ao suicídio através das “vozes
de comando”. Vozes que humilham, agridem,
ameaçam e levam o indivíduo a grande
perturbação culminando com o suicídio. Como
podemos compreender este fenômeno? Seria
possível estabelecer uma diferenciação
didática das psicoses?
Prof. Paulo Ratki
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Resposta: Nunca nos devemos esquecer que
o Espírito reencarnado é o grande devedor
em relação à Consciência Cósmica,
encontrando-se na Terra em processo de
reparação e de desenvolvimento dos valores
morais que se lhe encontram adormecidos.
Não poucas vezes, o inconsciente, durante o
gravame das psicoses, liberta as impressões
arquivadas e vozes alucinatórias impõem o
mecanismo de fuga do resgate através do
suicídio, como meio de libertação dos
conflitos.
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Em outras vezes, como efeito dos distúrbios
neuronais, da intercorrência desequilibrada
dos neurotransmissores, os adversários
desencarnados por telepatia induzem o
paciente ao suicídio e criam situações
vexatórias que podem propiciar o ato ignóbil.
Em ambas as situações, a luta mental faz-se
tão intensa que se torna difícil estabelecer
uma metodologia de identificação de
referência a um ou a outro impositivo. Ideal,
portanto, que a psicoterapêutica se apoie em
fármacos, sob orientação psiquiátrica,
simultaneamente em orientações emocionais,
fluídicas e desobsessivas, trabalhando-se-lhe
o Espírito encarnado para a mudança de
comportamento mental para melhor.
Joanna de Angelis
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5. O setor de atendimento espiritual da casa
espírita, e em específico o atendimento
fraterno, se apresenta como um valioso
recurso para tratamento das pessoas que
sofrem e que buscam a Doutrina Espírita, no
entanto sabemos não deve ser confundido
com psicoterapia. Que delineamento podemos
fazer da Psicologia espírita como arsenal
teórico e prático favorecendo a Doutrina
Espírita no tratamento que proporciona aos
doentes da alma, sem ferirmos a ética da
prática psicológica?
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Resposta: O atendimento fraterno na casa
espírita tem por objetivo ouvir o visitante
aflito e confortá-lo moralmente, utilizando-se
das propostas libertadoras do Espiritismo,
convidando-o a uma análise mais profunda
em torno da própria situação emocional e
moral, oferecendo-lhe a diretriz edificante do
Evangelho de Jesus.
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Quando se trata de portadores de alienações
emocionais e mentais, de distúrbios graves de
conduta, de enfermidades orgânicas severas,
cabe ao atendente sugerir o acompanhamento
médico especializado sem intromissão
pessoal nessa área, que lhe não diz respeito.
A Psicologia espírita possui os seus
paradigmas, que são os mesmos da doutrina,
de maneira alguma entrando em competição
com diferentes escolas psicológicas.
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O atendente fraterno deve reconhecer os
seus limites e tornar-se irmão do
necessitado, sem desejar transformar-se no
seu psicoterapeuta, mesmo que ele, em
alguns casos, seja psicólogo ou psiquiatra.
Não será, portanto, no centro espírita, nesses
momentos, que irá exercer a sua função
especializada.
Nessa ocasião, cumpre-lhe acolher o aflito,
orientá-lo com amor para o bem, para o
recurso da oração, para o esforço de
transformação pessoal e apresentar-lhe os
tesouros da doutrina, sugerindo-lhe sempre
buscar a ajuda especializada nas doutrina
psicológicas, sem abandono das terapêuticas
espiritistas.
Joanna de Angelis
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6. Se o centro espírita não é e nem deve ser
uma clínica psicológica, podemos, ainda
assim, considera-lo como um espaço
terapêutico? Em caso afirmativo, o que o
caracteriza como tal?
Prof. Paulo Ratki
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Resposta: O centro espírita pode ser
considerado como um hospital de almas,
portanto, um espaço terapêutico, no qual
existem valiosas contribuições para o
reequilíbrio da criatura humana açodada por
todos os tipos de aflições.
Em razão da sua finalidade precípua, que é
libertar os assistentes da ignorância da sua
realidade, as realizações doutrinárias
caracterizam-se como psicoterapias valiosas,
que ensejam o entendimento das
necessidades existenciais e a melhor maneira
de superar as angústias e os sofrimentos.
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A presença dos mentores espirituais, que
sempre se encontram em trabalhos
edificantes, proporciona a psicosfera
saudável que beneficia todos quantos a
aspiram ou deixam-se impregnar, enquanto
recebem as benesses vibratórias que lhe são
proporcionadas.
O cuidado deverá ser em não o transformar
em uma clínica psicológica ou que faculte a
aplicação de terapias alternativas,
afastando-o dos objetivos espirituais para os
quais foi criado esse núcleo de amor e de
ação caridosa quão fraternal.
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Demais, as ações de beneficência que
desenvolve em favor do próximo facultam ao
frequentador esquecer-se dos próprios
problemas para bem servir, desenvolvendo
específica laborterapia, cujos resultados são
inestimáveis.
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7. A violência presente em a natureza humana
e que hoje vemos manifestada no dia a dia
pode ser justificada como resultado do
contexto social e econômico? Qual a
participação do indivíduo nesse resultado?
Prof. Paulo Ratki
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Resposta: Sem dúvida, os fatores
sociopsicológicos contribuem para que seja
expressa em violência a ira ancestral que
permanece no ser humano, em decorrência
do seu processo evolutivo. Nada obstante, a
progressiva perda do sentido moral, o
contínuo desrespeito aos códigos legais, a
leniência das autoridades administrativas e
educacionais, em relação aos transtornos de
comportamento, concedendo-lhes cidadania,
o desaparecimento, das tradições nobres da
família, da religião, especialmente do estado
de religiosidade, vem facultando ao indivíduo
o desbordar das paixões primevas,
asselvajadas, ante a consciência das punições
injustas e repressões igualmente violentas,
quando seria lógico que se fizessem
investimentos na educação e reeducação dos
agressores...
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Desse modo, os indivíduos que transitam nas
faixas do processo primário de evolução,
incapazes de destacarem-se pelos valores
éticos morais, chama a atenção pela violência
e agressividade, derrapando a sociedade no
acumpliciamento com a drogadição, o
alcoolismo, o tabagismo e o abuso sexual,
porque, invariavelmente, como afirmou Freud,
“na raiz de todo o transtorno neurótico,
sempre existe um distúrbio da libido.” Esse
distúrbio, é invariavelmente, disfarçado pela
violência que explode no paciente, tornando-o
revel, por lhe faltar coragem para enfrentar o
desafio da própria morbidez.
Joanna de Angelis
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Fonte de consulta:
Aula 6    14 abr - Refletindo a Alma

Aula 6 14 abr - Refletindo a Alma

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    Joanna de AngelisResponde: 1 Prof. Paulo Ratki Apresentações AULA 6 – 14 abril 2021
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  • 3.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações 1– Na atualidade, vemos jovens, adultos e crianças cada vez mais interconectados através das redes sociais da internet, sem que, necessariamente, exista uma relação pessoal (contato físico) entre os comunicantes. Quais os distúrbios podem advir desta conduta e de que forma os profissionais de Psicologia e os educadores devem preparar-se para melhor atende-los?
  • 4.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:Inevitavelmente, este comportamento gera situações perturbadoras, porque interrompe a corrente vital do intercâmbio direto, pessoa a pessoa, que proporciona calor e afetividade reais. Na comunicação virtual, a imaginação exorbita e o pensamento constrói valores distantes da realidade. As frustrações e ansiedades encarregam-se do imaginário que delira com significados que não têm existência legítima, elaborando vivências impossíveis de serem mantidas. O Self (indivíduo essência) necessita da convivência direta com outrem, do contato físico para externar sentimentos, enquanto o ego afasta o ser humano da convivência saudável, provocando conflitos, especialmente desconfiança, irritabilidade, medo, insegurança em geral, de acordo com a própria estrutura emocional.
  • 5.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Osprofissionais da Psicologia e os educadores devem considerar a necessidade de mais significativa convivência com os pacientes e os educandos, considerando-os membros da sua família universal e não somente necessitados de apoio, orientação e aprendizagem. Nessa convivência, a afetividade apresentar-se-á como respeito à pessoa, sem vinculações perturbadoras, como estímulo ao seu progresso e crescimento interior, ao seu desenvolvimento pessoal e ao enriquecimento interno, descobrindo os atributos superiores que se lhes encontram adormecidos e necessitam do despertamento para a realidade e aplicação existencial.
  • 6.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações OPsicólogo, neste momento, torna-se o amigo e o ouvinte que também fala, enquanto que o educador transforma-se no espelho de tudo quanto apresenta em teoria. Joanna de Angelis
  • 7.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações 2.No estágio atual da psiquiatria, o uso dos medicamentos para o tratamento dos transtornos mentais faz-se, na maioria dos casos, indispensável. No entanto, os efeitos colaterais do uso prolongado desse fármacos mostram-se muito intensos para os pacientes. De que forma a Psicologia espírita encara essa questão e quais contribuições apresenta para esse ramo da medicina?
  • 8.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:Em razão da gravidade de determinados transtornos psicóticos profundos, com deterioração das sinapses e carência da produção de neurotransmissores, alguns fármacos, sendo a sintetização química em laboratório dos neuropeptídeos, tornam-se indispensáveis durante um bom período, enquanto o cérebro se refaz e recompõe o equilíbrio perdido.
  • 9.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Acontribuição da Psicologia espírita deverá cingir-se à aceitação temporária da terapêutica, a tempo que trabalhará o paciente, a fim de que ele mesmo, por meio do esforço mental e moral, recomponha a produção da serotonina, da noradrenalina e da dopamina, entre outras, mediante a mudança de comportamento moral para melhor. Essa conduta irá influenciar o períspirito que se reorganizará na área afetada pelos distúrbios do passado, recompondo-se e, por efeito, imprimindo na matéria a nova e saudável ordem neuronal. Joanna de Angelis
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações 3.Como distinguir um fenômeno mediúnico de transtorno mental? Qual a fronteira entre um e outro?
  • 11.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:Sem qualquer dúvida, a fronteira entre um e outro transtorno – mediúnico e mental – é muito tênue e difícil de ser traçada. Isto porque, na raiz de qualquer ocorrência afligente, encontra-se sempre o Espírito em débito perante a própria e a Consciência Cósmica.
  • 12.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Reencarnando-secom o mapa das necessidades evolutivas, entre as quais se encontram os impositivos da reparação dos erros e delitos praticados anteriormente, o organismo gera predisposições para o transtorno mental, um dos valiosos recursos expurgatórios, ao tempo em que as vítimas em sintonia com o anterior algoz, graças à lei das afinidades, passam a impor-lhe o jugo da vingança desnecessária.
  • 13.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Dificilmentese poderá definir onde um transtorno começa e o outro termina, mesclando-se ambos continuamente. Qualquer terapêutica, portanto, a ser aplicada, deverá ter como objetivo atender o ser espiritual reencarnado em si mesmo, com as suas deficiência psíquicas e aquele que lhe se transforma em parasita explorador. Joanna de Angelis.
  • 14.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações 4.O suicídio se apresenta como uma grave questão de saúde pública e temos visto um contingente imenso de pessoas que não conseguem fazer uso da própria vontade, sendo incitadas ao suicídio através das “vozes de comando”. Vozes que humilham, agridem, ameaçam e levam o indivíduo a grande perturbação culminando com o suicídio. Como podemos compreender este fenômeno? Seria possível estabelecer uma diferenciação didática das psicoses?
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:Nunca nos devemos esquecer que o Espírito reencarnado é o grande devedor em relação à Consciência Cósmica, encontrando-se na Terra em processo de reparação e de desenvolvimento dos valores morais que se lhe encontram adormecidos. Não poucas vezes, o inconsciente, durante o gravame das psicoses, liberta as impressões arquivadas e vozes alucinatórias impõem o mecanismo de fuga do resgate através do suicídio, como meio de libertação dos conflitos.
  • 16.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Emoutras vezes, como efeito dos distúrbios neuronais, da intercorrência desequilibrada dos neurotransmissores, os adversários desencarnados por telepatia induzem o paciente ao suicídio e criam situações vexatórias que podem propiciar o ato ignóbil. Em ambas as situações, a luta mental faz-se tão intensa que se torna difícil estabelecer uma metodologia de identificação de referência a um ou a outro impositivo. Ideal, portanto, que a psicoterapêutica se apoie em fármacos, sob orientação psiquiátrica, simultaneamente em orientações emocionais, fluídicas e desobsessivas, trabalhando-se-lhe o Espírito encarnado para a mudança de comportamento mental para melhor. Joanna de Angelis
  • 17.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações 5.O setor de atendimento espiritual da casa espírita, e em específico o atendimento fraterno, se apresenta como um valioso recurso para tratamento das pessoas que sofrem e que buscam a Doutrina Espírita, no entanto sabemos não deve ser confundido com psicoterapia. Que delineamento podemos fazer da Psicologia espírita como arsenal teórico e prático favorecendo a Doutrina Espírita no tratamento que proporciona aos doentes da alma, sem ferirmos a ética da prática psicológica?
  • 18.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:O atendimento fraterno na casa espírita tem por objetivo ouvir o visitante aflito e confortá-lo moralmente, utilizando-se das propostas libertadoras do Espiritismo, convidando-o a uma análise mais profunda em torno da própria situação emocional e moral, oferecendo-lhe a diretriz edificante do Evangelho de Jesus.
  • 19.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Quandose trata de portadores de alienações emocionais e mentais, de distúrbios graves de conduta, de enfermidades orgânicas severas, cabe ao atendente sugerir o acompanhamento médico especializado sem intromissão pessoal nessa área, que lhe não diz respeito. A Psicologia espírita possui os seus paradigmas, que são os mesmos da doutrina, de maneira alguma entrando em competição com diferentes escolas psicológicas.
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Oatendente fraterno deve reconhecer os seus limites e tornar-se irmão do necessitado, sem desejar transformar-se no seu psicoterapeuta, mesmo que ele, em alguns casos, seja psicólogo ou psiquiatra. Não será, portanto, no centro espírita, nesses momentos, que irá exercer a sua função especializada. Nessa ocasião, cumpre-lhe acolher o aflito, orientá-lo com amor para o bem, para o recurso da oração, para o esforço de transformação pessoal e apresentar-lhe os tesouros da doutrina, sugerindo-lhe sempre buscar a ajuda especializada nas doutrina psicológicas, sem abandono das terapêuticas espiritistas. Joanna de Angelis
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações 6.Se o centro espírita não é e nem deve ser uma clínica psicológica, podemos, ainda assim, considera-lo como um espaço terapêutico? Em caso afirmativo, o que o caracteriza como tal?
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:O centro espírita pode ser considerado como um hospital de almas, portanto, um espaço terapêutico, no qual existem valiosas contribuições para o reequilíbrio da criatura humana açodada por todos os tipos de aflições. Em razão da sua finalidade precípua, que é libertar os assistentes da ignorância da sua realidade, as realizações doutrinárias caracterizam-se como psicoterapias valiosas, que ensejam o entendimento das necessidades existenciais e a melhor maneira de superar as angústias e os sofrimentos.
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Apresença dos mentores espirituais, que sempre se encontram em trabalhos edificantes, proporciona a psicosfera saudável que beneficia todos quantos a aspiram ou deixam-se impregnar, enquanto recebem as benesses vibratórias que lhe são proporcionadas. O cuidado deverá ser em não o transformar em uma clínica psicológica ou que faculte a aplicação de terapias alternativas, afastando-o dos objetivos espirituais para os quais foi criado esse núcleo de amor e de ação caridosa quão fraternal.
  • 24.
    Prof. Paulo Ratki Apresentações Demais,as ações de beneficência que desenvolve em favor do próximo facultam ao frequentador esquecer-se dos próprios problemas para bem servir, desenvolvendo específica laborterapia, cujos resultados são inestimáveis. Joanna de Angelis
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações 7.A violência presente em a natureza humana e que hoje vemos manifestada no dia a dia pode ser justificada como resultado do contexto social e econômico? Qual a participação do indivíduo nesse resultado?
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Resposta:Sem dúvida, os fatores sociopsicológicos contribuem para que seja expressa em violência a ira ancestral que permanece no ser humano, em decorrência do seu processo evolutivo. Nada obstante, a progressiva perda do sentido moral, o contínuo desrespeito aos códigos legais, a leniência das autoridades administrativas e educacionais, em relação aos transtornos de comportamento, concedendo-lhes cidadania, o desaparecimento, das tradições nobres da família, da religião, especialmente do estado de religiosidade, vem facultando ao indivíduo o desbordar das paixões primevas, asselvajadas, ante a consciência das punições injustas e repressões igualmente violentas, quando seria lógico que se fizessem investimentos na educação e reeducação dos agressores...
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    Prof. Paulo Ratki Apresentações Dessemodo, os indivíduos que transitam nas faixas do processo primário de evolução, incapazes de destacarem-se pelos valores éticos morais, chama a atenção pela violência e agressividade, derrapando a sociedade no acumpliciamento com a drogadição, o alcoolismo, o tabagismo e o abuso sexual, porque, invariavelmente, como afirmou Freud, “na raiz de todo o transtorno neurótico, sempre existe um distúrbio da libido.” Esse distúrbio, é invariavelmente, disfarçado pela violência que explode no paciente, tornando-o revel, por lhe faltar coragem para enfrentar o desafio da própria morbidez. Joanna de Angelis
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