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INDICE
Introdução 3
Mensagem 4
O Que é o Reiki? 5
A história do Reiki 6
A história do Dr Mikao Usui 7
A descendência do Reiki 9
Par cularidades do Reiki 12
Princípios do Reiki 12
Níveis do Reiki 15
Iniciação ou sintonização no Reiki 16
Os 21 dias de processo 17
Quem pode ser Reikiano? 18
Os três pilares do Reiki 19
Os chakras 21
Chakras secundários 30
Campo áurico 30
Glândulas do corpo su l 31
Os símbolos do Reiki 33
Sugestão de aplicação 35
Energização dos chakras 36
Técnicas Ensinadas por Mikao Usui 38
Técnicas extras 41
Sequência de imposição de mãos 44
Agradecimentos 46
Conclusão 46
Introdução
Reiki Nível I – Shoden. O Reiki é uma técnica terapêu ca que pode ser aplicada tanto para
cuidar a vamente de si mesmo e para tratar outras pessoas.
Os efeitos da energia Reiki:
Equilibra as energias do corpo;
Equilibra os órgãos e glândulas e suas funções corporais;
Relaxa e reduz o stress;
Potencializa a energia vital;
Fortalece o sistema imunológico;
Alivia a dor;
Libera as toxinas;
Libera bloqueios e emoções reprimidas;
Amplia a consciência pessoal e facilita os estados medita vos;
Trata holis camente;
Promove o potencial de recuperação natural da saúde, etc...
A energia Reiki é:
Energia divina de amor compassivo e incondicional;
Uma arte de terapia simples, segura e universal;
Uma revitalização e harmonização do corpo e da mente;
Uma maneira fácil de toque com as mãos;
Uma experiência de transformação única;
Uma chave que conduz à luz;
Uma energia amorosa e inteligente;
A vação de energia Vital;
Independentemente de qualquer religião e compa vel com qualquer Outro tratamento.
O Reiki não é:
Uma religião, filosofia ou credo;
Massagem;
Imposição de mão (usa da imposição, mas não é imposição)
Um dogma ou uma doutrina;
Um passe espiritual ou magné co;
Magia;
Uma terapia verbal;
Poder mental;
Ponto de compressão;
Fenomenologia;
Mediunidade e etc...
3
Técnica Holística
O que seria então uma técnica de cura holís ca? Qualquer técnica que “vê” o ser humano como um
todo, não panas um corpo sico, mas também todas as partes energé cas mais su s que o
compõe. Tratar as doenças com técnicas holís cas leva em consideração não só as causas
biológicas, como também os aspectos emocionais, mentais, espirituais, etc.
Um exemplo: uma pessoa está doente e realiza uma consulta médica. O médico tratará com
os meios que dispõe - remédios, cirurgia, radioterapia e tantos outros que visam apenas o nível
biológico, ou seja, vendo apenas uma parte do todo da pessoa. Já o terapeuta holís co irá se
atentar não só apenas para o corpo biológico que é onde se está a soma zação, além disso irá
se preocupar com o que a pessoa come, pensa, faz e sente, e ainda com o meio em que vive e
sua visão perante a vida.
Um Terapeuta Reiki jamais fará um tratamento apenas na região afetada pela enfermidade, pois as
verdadeiras causas podem estar muito mais profundas, até mesmo em outros planos da realidade.
Se alguém está com dor de cabeça, ele não vai aplicar Reiki apenas nessa região, mas sim fazer uma
sessão completa, pois está visando o equilíbrio energé co por completo daquele ser. Uma pessoa
equilibrada energe camente é seu próprio curador, não necessitando de agentes externos para
conseguir este feito. Infelizmente essas pessoas são raras na atual sociedade de terceira dimensão,
devido a uma série de fatores.
Busquemos devolver o potencial de cura, compar lhando nossos conhecimentos a todos aqueles
que demonstrarem verdadeiro interesse. “Explicar e difundir a verdade é a maior de todas as
caridades” (Buda).
Como somos parte inseparável do Todo, podemos, elevando nossa frequência vibratória, imergir
na consciência do Todo. Neste estado holís co, teremos a capacidade do conjunto, não apenas do
eu. Quanto maior for a sua facilidade de ficar nesse estado de consciência de ego, maior será sua
evolução espiritual, e consequentemente, terá aumentada a sua capacidade como curador.
Se você tem consciência que é o Todo, passará a respeitar infinitamente os outros seres, pois
saberá que cada um também é parte de você (sejam seres animados ou inanimados, também
é você).
“O que está em cima, é como o que está em baixo” (Hermes Trimegisto).
4
A Você!
"Não poderia me furtar em tecer alguns comentários sobre o tema iniciação.
Normalmente, quando as pessoas, em geral, buscam a sua iniciação, têm em mente que serão
desvelados segredos guardados a sete chaves, o incrível irá ser revelado e o abstrato se
tornará concreto
Éimportante sempre lembrar, que no nosso dia-a-dia somos Mestres e Discípulos. Mestres,
porque estamos de alguma forma proporcionando um caminho àqueles que não o viram, e
Discípulos, pois neste planetoide, ninguém é sabedor de tudo: se o fosse, não estaria entre nós.
Numa abordagem simples, iniciação pode ser interpretada como início para uma ação ou
mesmo ação de início. toda perspec va, sob a minha ó ca, visa o auxílio momentâneo para o
despertar interior, que sempre será o nosso mestre que, quem sabe, não sejamos nós mesmos.
Infelizmente, a agitação dos dias atuais, onde as pessoas são formadas e forjadas para a
compe ção, perdem-se, momentaneamente, oportunidades para o desenvolvimento e
crescimento de todos. Valores ou premissas individuais tentam prevalecer sobre premissas
cole vas, pois na quase totalidade das vezes, pelo menos no que já ve a oportunidade de
conhecer, há o princípio de "obediência incondicional", onde a verdade rela va de alguns tem de
ser aprendidas como verdades absolutas.
O processo iniciatório vai além de conceitos próprios de filosofia, ciências, religião, artes, forma de
ver o mundo sico ou astral. A iniciação transcende os valores que conhecemos, já que a
perspec va é a de fazer, ou melhor, auxiliar no crescimento das pessoas como seres, para algo
muito maior do que o rótulo de nossas convicções.
Para a relação de Mestre e Discípulo, a princípio, não há necessidade de que pessoas sejam afins
ao mesmo projeto de vida, pois a iniciação não é uma escolha e sim a catalisação de valores
individuais, que já estão latentes nos indivíduos. Iniciação não é uma ins tuição e sim um processo
individual, pois cada ser tem diferentes aspirações, vontades, determinações, carências, qualidade,
etc... O aspecto religioso, por exemplo, é apenas um facilitador ou mesmo um dificultador.
Devemos considerar que o neófito, quando da sua iniciação como o Reikiano, se estará recobrando
aquilo que já lhe era intrínseco e apenas estará sendo despertado para algo que já exis a dentro
de si." - Swami Paatra Shankara.
Onde não posso curar
Deixe-me ajudar
Onde eu não posso ajudar
Deixe-me aliviar
Não contra a vontade divina
Mas com a graça de Deus
Nós doamos Reiki.
5
O que é o Reiki?
Reiki é uma técnica cura va milenar que é aplicada através da imposição das mãos. Reiki - uma
palavra genérica japonesa, u lizada para descrever qualquer po de trabalho de cura que u liza
a energia ou força vital. Não é o nome exclusivo do sistema Usui de cura natural, porém é comum
chamá-lo assim no ocidente.
Para entender Reiki, precisamos entender que todo o ser vivo é composto de vários níveis de
energia. O equilíbrio e a harmonia dessa energia é que gera a vida e a saúde. Usui criou o seu
sistema de cura natural, Reiki, preocupado em criar um sistema de harmonização e cura simples,
por meio da imposição das mãos, que, sem exercícios complicados ou longos treinamentos,
pudesse recuperar, harmonizar e es mular a cura dos seres vivos. A energia oriunda desse processo
é composta de 2 partes, a saber:
REI:
Inteligência divina manifesta. Matriz de tudo o que é. Gerencia o fluxo da energia Ki em todos os
seres, fazendo-os retornar aos moldes originais, quando necessário. Notem que todos os seres têm,
originalmente, a matriz correta do fluxo da energia KI. Como temos livre arbítrio, o Universo
permite que nos afastemos dessa harmonia, através de bloqueios oriundos de comportamentos,
emoções e crenças danosas. Contudo, o mesmo universo dá a oportunidade de obter novamente
esse equilíbrio que gera felicidade, saúde e prosperidade, por meio da mudança interior. A energia
Reiki é uma potente catalizadora nesse processo.
KI:
Os japoneses chamam essa energia de KI, os chineses de CHI, Pitágoras de FOGO CENTRAL,
Hipocrates de FOGO INTERIOR, Mesmer de MAGNETISMO, os Hindus de PRANA, Reich de
ORGONIO, na an ga União sovié ca era chamada de ENERGIA BIOPLASMATICA, os judeus de
NEFESH, os alquimistas de FLUIDO DA VIDA e tantas outras definições. É oriunda do sol, e pode ser
captada pela radiação desse astro, por alimentos frescos in natura, pelo ar e em contato direto com
uma pessoa harmonizadora (canalizador).
Veja que a Ki que compõe a Reiki, não provem do terapeuta. Separamos as duas apenas para fins
de explicação, pois a energia é uma só, com propriedades ímpares, ainda que seja o somatório de
duas energias com propriedades definidas.
6
A história do Reiki
Os japoneses, como muitas culturas an gas, usavam a comunicação de boca a boca para passar a
sua história e as prá cas de geração em geração. Infelizmente, isso levou uma grande quan dade
de conhecimentos e sabedoria a ser diluída e perdida. Muitas pessoas envolvidas com o Reiki
acreditam que as técnicas que usamos hoje para a cura foram u lizados pela primeira vez na Índia
por Buddha e mais tarde por Jesus.
Outros olham ainda mais para trás, para as civilizações de Mu e de Atlân da, para o nascimento
e desenvolvimento do Reiki. Claro, sem prova escrita, podemos apenas especular como a
humanidade aprendeu a explorar e desenvolver a força vital universal.
O que podemos afirmar certamente é que ele foi redescoberto no final do
século XIX pelo Dr. Mikao Usui.
Até recentemente, além do túmulo do Dr. Mikao Usui, em Tóquio, tem
havido pouca evidência material de sua vida e obra. A maioria dos escritos
sobre a história do Reiki declaram que o Dr. Usui era um monge cristão que
lecionava na Universidade Doshisha, em Kyoto. Um dia um aluno perguntou
ao Dr. Usui se ele acreditava que os ensinamentos da Bíblia eram
verdadeiros. Se poderia Jesus andar sobre a água e curar as pessoas pelo
toque. Audaciosamente, ele ques onou se o próprio Dr. Usui poderia curar
os doentes como Jesus.
Usui nha que admi r que isto estava além de suas capacidades. Envergonhado por ser
ques onado e incapaz de elaborar uma resposta, a história diz que o Dr. Usui renunciou
imediatamente ao seu posto e começou uma busca pessoal para descobrir como ele poderia curar
da forma que Jesus havia curado. A lenda se torna ainda mais duvidosa quando se conta como o Dr.
Usui decidiu começar sua busca para os segredos da cura, como Jesus, na América - a saber, na
Universidade de Chicago.
O mestre William Rand tem sido capaz de refutar a lenda da busca por iluminação do Dr. Usui na
América. A Universidade de Chicago não tem qualquer registro do Dr. Usui par cipando como um
estudante. Além disso, não há registro algum do Dr. Usui cursando ou lecionando na Universidade
de Doshisha. A obra de William Rand confirma o que muitas pessoas acreditam. A história da vida
do Dr. Usui foi alterada e colorida para atender a sociedade ocidental. Logicamente, existem
muitos furos na lenda.
A história do Dr. Mikao Usui
Mikao Usui nasceu em uma família que vinha pra cando Zen Budismo por onze gerações. Na
juventude, Usui desenvolveu fascínio por todas as coisas ocidentais. No entanto, ele nunca viajou
para fora do Japão. Depois de sair da escola, ele passou a estudar medicina alopá ca com vários
7
médicos alopatas ocidentais formados nas Universidade de Yale e Harvard.
Quando uma epidemia de cólera se espalhou por Tóquio, Usui foi a ngido pela doença. Durante
sua hospitalização, como estava perto da morte, teve uma experiência espiritual. Isso inspirou Usui
a estudar os an gos ensinamentos de seus antepassados. Ele se refugiou em um mosteiro Zen e
começou a ler an gos sânscritos e sutras.
Após muitos anos de estudo, Usui encontrou referências a uma an ga forma de cura. Estudos
posteriores revelaram métodos, fórmulas e símbolos que detalharam exatamente como pra car e
dominar esta arte de cura pelas mãos. No entanto, embora ele vesse o conhecimento técnico
para pra car a cura, ele não nha a sabedoria para transformar os ensinamentos em realidade. Ele
precisava da chave para ligar e a var o seu poder. Usui decidiu procurar a peça final do quebra-
cabeça através da meditação.
Saindo do mosteiro, Usui par u para o monte santo de Kurama. Quando chegou ao topo, ele pegou
vinte e um cristais e colocou-os na frente de si mesmo. Ele sentou-se e começou a sua meditação. A
cada dia ele jogou fora um cristal. Durante vinte e um dias ele orou, meditou, cantou e leu os
sutras. No úl mo dia, enquanto rezava, pediu a Deus para lhe mostrar a luz. De repente, uma luz
brilhante apareceu no céu e veio rapidamente em sua direção, a ngindo-o na testa, no Chakra
Frontal. Usui ficou inconsciente, e neste estado alterado teve a visão dos mesmos símbolos que ele
nha anteriormente encontrado nos sutras.
Esta visão foi a confirmação de que Dr. Usui necessitava. Ele agora sabia que nha encontrado as
chaves para a an ga forma de cura usada por Buda e Jesus. Quando Usui recuperou a consciência
plena, ele desceu o monte. Em sua descida, ele a ngiu e cortou seu dedo do pé, e
ins n vamente colocou a mão sobre a ferida e o sangramento e a dor pararam.
Na chegada a uma vila próxima, ele parou para comer e descansar. Ele foi capaz, apesar de ter
jejuado por 21 dias, de comer uma refeição saudável, sem ter qualquer dor de estômago. A garota
que serviu a refeição a Usui estava em grande sofrimento devido a uma dor de dente. Usui
perguntou se ele poderia colocar suas mãos sobre o rosto inchado, ela concordou, e ele foi capaz
de aliviar o inchaço e a dor. Descansado, Usui voltou ao mosteiro. Na chegada, ele encontrou um
amigo, o abade na cama sofrendo com artrite severa. Mais uma vez, Usui foi capaz de aliviar a dor e
o sofrimento. Usui chamou esta dádiva de Deus de Reiki, a palavra japonesa para força vital
universal.
Essas experiências se tornaram conhecidas como os quatro milagres. Tendo demonstrado seu
conhecimento e sua nova capacidade de curar, o abade aconselhou Usui a aproveitar este
presente especial nas favelas de Kyoto para curar os mendigos. Ele lembrou-se de que não é
suficiente curar o corpo; é de igual importância curar também o espírito e a mente. Esta lição foi
trazida a sua casa abruptamente sete anos mais tarde.
Depois de ter passado o tempo aplicando o Reiki nos mendigos das favelas de Kyoto para levá-los a
trabalhar, ele os encontrou voltando à vida an ga com a desculpa de que era mais fácil mendigar.
8
Usui nha esquecido uma doutrina básica. Mor ficado, ele se re rou para meditar mais uma vez.
Desta vez, ele foi iluminado com os cinco princípios de Reiki. O resto da vida de Usui foi gasto em
cura, ensinamentos e desenvolvimento do método Shiki Ryoho de cura.
Em Abril de 1922 Usui abriu então a escola Usui Reiki RyohoGakkai, em Tókio. Essa escola existe
até os dias de hoje. Usui teve diversos alunos e entre eles um oficial da Marinha chamado
ChujiroHayashi, que iniciou a Mestra HawoyoTakata, a qual é responsável por difundir a técnica no
ocidente
Usui nha dezenove principais alunos que eram todos ocidentais alopá cos ou japoneses
tradicionais em sua prá ca. Ele sabia que teria que desenvolver um método que poderia ser
compreendido e aceito por qualquer religião ou cultura. O Reiki foi formado por Usui de forma a
não ter nenhum dogma ou crenças religiosas ligadas a ele. Isso tornou o Reiki universal.
Tenno, o Imperador do Japão, homenageou o trabalho de Usui concedendo-lhe um doutorado. Na
época de sua morte, em 1930, o Dr. Mikao Usui havia iniciado todos os seus dezenove alunos ao
nível de mestre/professor de Reiki. O Dr. Chujiro Hayashi foi escolhido como o próximo grão-
mestre. É importante notar que o Dr. Usui ensinou todos os três graus em conjunto. O Dr. Usui foi
cremado e suas cinzas colocadas em um monastério Zen, em Tóquio.
A DESCENDÊNCIA DO REIKI
Após a morte do Dr. Usui, Hayashi assumiu o papel de grão-mestre. Ele foi
responsável pelo treinamento de mais dezesseis mestres de Reiki e criação
de uma fórmula definida para o treinamento.
Chujiro Hayashi nasceu em uma família japonesa de classe alta, e era
um médico qualificado e comandante aposentado da Marinha.
Ele montou uma clínica perto do palácio dos imperadores em Tóquio
chamada Shina No Macha. A cada dia, seus estudantes realizaram sessões
de cura na clínica, ou visitaram as pessoas em suas casas quando elas
eram incapazes de se locomover.
Como médico, Mestre Hayashi desenvolveu sua própria técnica de trabalho com o Reiki, u lizando
seus conhecimentos da medicina japonesa para iden ficar 18 regiões do corpo sico,
consideradas muito importantes para a saúde de todo o Ser.
Surgia uma nova maneira de uso e de aplicação da Energia Reiki, tão importante quanto o Reiki
de Mikao Usui: as 18 posições do Reiki.
Mestre Hayashi não apenas acrescentou ao Reiki as 18 posições, como também facilitou a
aprendizagem, pois ele sabia que nem todos vinham prontos para sen r a Energia Reiki nas
mãos ou para usar a intuição durante a transmissão da energia.
9
viajar imediatamente ao Japão. Na chegada ao Japão, ela se reuniu com o Dr. Hayashi e ele
explicou sua decisão de deixar este mundo. Eles passaram muitos dias planejando o futuro.
Quando Hayashi estava sa sfeito de que ele nha salvaguardado o futuro do Reiki, ele reuniu todos
os seus alunos e amigos. Nesse ponto, ele declarou a senhora Takata sua sucessora e terceiro grão-
mestre de Reiki. Ves do em traje tradicional japonês, deitou-se e permi u que seu espírito deixasse
seu corpo. A senhora Takata, na posição de grão-mestre, retornou ao Havaí para con nuar seus
ensinamentos e curas.
Este é o ponto no qual a história do Reiki foi alterado e passou a retratar o Dr. Mikao Usui como
um cristão. A senhora Takata percebeu que o povo americano e o mundo ocidental em geral teria
certa intolerância com os japoneses. Então, logo após a guerra, seria impossível promover um
método de cura com as suas raízes firmes no budismo e no Japão.
A senhora Takata treinou outros vinte e dois mestres de Reiki antes de sua morte, em dezembro
de 1980. Havia dois grão-mestres instaurados para con nuar o trabalho de Takata. Phyllis Lei
Furumoto, a neta da senhora Takata, e o Dr. Barbara Weber. Esta parceria foi man da por apenas
um ano, até que, por razões pessoais, eles con nuaram o trabalho separadamente.
A Reiki Alliance (Aliança Reiki, em português) foi formada por Phyllis
Lei Furumoto, enquanto o Dr. Weber formava a A.I.R.A., The American
Internacional Reiki Associa on (Associação Americana Internacional de
Reiki, em português).
Infelizmente, muitas coisas especiais neste mundo têm sido tomadas pelo
ego humano. Existem hoje várias associações diferentes em todo o
mundo lutando entre si. Cada qual alega ter a maneira única e correta de
ensinar Reiki
Há até mesmo um sistema de Reiki sendo ensinado em onze graus. Os úl mos rumores de um
aplica vo para Reiki com direitos autorais parecem mostrar o quão longe este dom maravilhoso
de Deus pode ser maculado.
Há apenas um Reiki. Ninguém tem o direito de reivindicá-lo como próprio, ele pertence à humanidade
e ao universo. O nosso único desejo para o futuro do Reiki é que, em vez de lutar e brigar, todos os
envolvidos com o Reiki possam novamente se reunir no verdadeiro espírito de cura.
Vamos compar lhar nossas experiências e habilidades para que o Reiki possa ser aceito
universalmente como um tratamento natural para o corpo, mente e espírito. Precisamos
trabalhar juntos para promover esta causa. É vital no nosso mundo cada vez mais duro e violento
que mudemos toda a psique da humanidade.
Juntos, podemos trazer este dom de cura para o mundo. Precisamos da prá ca e u lização do Reiki
em todos os hospitais e clínicas em todo o mundo. Vamos espalhar a palavra de forma posi va.
Vamos fazer a diferença. Vamos deixar o Dr. Usui, o Dr. Hayashi e a senhora Takata orgulhosos.
Vamos honrar seus trabalhos e suas memórias. Vamos viver e interiorizar os princípios de Reiki.
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Particularidades da energia Reiki
A energia da Reiki é apolar, ou seja, nem posi va nem nega va, podendo assumir a polaridade que
o receptor precisa. Além disto, ela é de alta frequência, sendo que, literalmente, desfaz os
bloqueios energé cos que impedem a livre circulação de energia no corpo (geralmente a causa de
doenças).
A energia canalizada não é do terapeuta Reiki, sendo que este não ficará exaurido mesmo após
várias sessões de cura. Por incrível que pareça, o Reikiano também é beneficiado pela energia
quando trata outras pessoas, pois a Reiki passa por ele para chegar ao paciente. Isso é
conseguido apenas se a técnica for usada corretamente, ou seja, não tentando controlar o
processo de cura e deixando com que a energia universal flua livremente e seja encaminhada
para as áreas necessitadas de acordo com o merecimento do receptor.
Casos de reações adversas são raros, pois a Reiki não causa mal. O que pode acontecer é uma fase
de adaptação ao novo estado, onde o organismo estará se reequilibrando, se reorganizando
energe camente em virtude da remoção dos bloqueios, mas isso geralmente dura pouco. Outras
pessoas inibem a cura quando mantém padrões de vida desequilibrados, mesmo com a nova
“visão” proporcionada pela energia Reiki. Ou seja, as famosas catarses, que são limpezas
propulsoras de mudanças de hábitos e padrões.
A Reiki não faz e nem fará parte de alguma religião. Qualquer pessoa, independente de credo pode
pra ca-la sem qualquer restrição. Crianças e idosos podem ser excelentes curadores com essa
técnica, pois ela depende mais do amor incondicional que oferece o terapeuta do que
conhecimentos teóricos acumulados.
Princípios do Reiki
Só por hoje:
O significado do "Aqui e Agora"
Com isto se quer assinalar a importância do presente. Só Aqui e Agora é que uma pessoa pode ser
realmente feliz, amar, descobrir-se a si mesmo, sen r a vida, desenvolver seus talentos e atuar
em proveito de todos.
Quem coloca sua maior atenção no passado ou no futuro para superar os desafios co dianos da
vida, terá menos êxito e não aprenderá tanto como quem tenha sua consciência no presente.
No "Aqui e Agora" se encontra a chave do portal que está fechado e que separa o mundo
material do reino de Amor e de Luz.
Uma das mensagens fundamentais do caminho mís co do Reiki é o seguinte:
"Permanece com tua consciência no Aqui e Agora. Somente assim alcançará a Grande Luz! Só
assim poderá conduzir sua vida para melhor e de forma espiritualmente mais adequada"
12
1 - Só por hoje, não sinta raiva:
Este princípio se ocupa do poder da agressão, quer dizer, a energia vital que também se encontra
no chakra raiz. Esta frase pode nos dar a chave para uma grandiosa fonte de energia.
A raiva é a maneira que a energia agressiva se manifesta quando entra em "curto", quer dizer,
quando se encontra separada de uma ação constru va. Quem se sente com raiva, deverá
explorar rapidamente as causas deste sen mento e aclarar o mo vo.
Deve refle r de que modo pode transformar esta força em ações e pôr as mãos à obra!
A inves gação das causas reais da raiva é reves da de enorme significado para este profundo
processo de cura espiritual. Quem sente raiva por outra pessoa, não deveria descansar até ter
entendido o que o remeteu aos seus próprios medos e o que o outro está lhe mostrando que
é desagradável em si mesmo.
O que você teme realmente? Por que o medo está sempre unido à raiva? Que partes, talvez
reprimidas e não queridas de sua personalidade ascendeu com mais força à sua consciência
através desta vivência?
2 - Só por hoje, não se preocupe
Com respeito as preocupações, deve-se preceder de certo modo, de maneira semelhante ao que
foi dito em relação à raiva.
As preocupações evidenciam que em geral que uma parte do nosso subconsciente acredita perder
o controle sobre coisas essenciais necessárias a sobrevivência, ou para a conservação de recursos
importantes. Em outras palavras, nosso subconsciente crê que algo muito perigoso, doloroso ou de
algum modo incômodo acontecerá e não sabe o que fazer.
Podemos solucionar este problema se sabermos exatamente o que é que tememos. Na maioria das
vezes, o mo vo do medo se mostra oculto à Luz da consciência e pode ser superado com um
pouco de esforço.
Este princípio tem relação com o poder do medo que na verdade é somente um guardião, mas que
algumas pessoas o transformam em o e senhor de suas vidas. Os medos nos dizem: Pare onde
está, não se mexa!
O Reiki nos diz: Reconhece a tua força, levanta e siga o seu próprio caminho! Devemos dar um
bom exemplo aos demais e ajudá-los a encontrar seu próprio caminho. O trabalho com este
princípio cura importantes áreas do segundo e terceiro chakras.
3 - Só por hoje, seja grato
A gra dão significa um reconhecimento das bênçãos divinas que obtemos através de tudo o que
recebemos, independentemente do quão grande ou pequeno seja. Pra car a gra dão significa nos
conectarmos com a rede da vida e sustentados por ela, conseguirmos a força da confiança básica
e plena no Todo.
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Quando somos gratos, reconhecemos a grandeza da Força Criadora e com ela ao mesmo tempo, o
Poder da Centelha Divina que habita em nós e nos outros, e que permite que o coração bata e
que o espirito e o corpo possam viver. Através da consciência da presença do Divino que cresce
com a gra dão pra cada, desaparecem os sen mentos de estarmos sós e abandonados em nós
mesmos vendo a vida como inimiga.
A gra dão nos faz ter êxito! Com frequência ignoramos a força da mão criadora porque ficamos
presos de forma rígida à ideia de uma determinada forma de felicidade e realização padronizada
pela sociedade/cultura.
A gra dão desperta os sen mentos para Ações Divinas. Este princípio nos ajuda a não cairmos
no isolamento. Somente aquele que é consciente da união de todos os viventes pode realmente
perceber o Divino em tudo.
Independentemente de quem somos, de onde viemos e de como nos sen mos neste momento,
façamos um chamado a Graça da Força Criadora, apliquemos o que sabemos e comecemos a mudar
a nossa realidade.
Aceitemos tudo o que recebemos. Se aceitarmos de coração, compreenderemos que sempre vem
a nós o necessário e no momento ímpar.
4 - Só por hoje, faça suas obrigações
Trabalhar árduo sobre si mesmo ajuda a superar resistências e a conhecer as próprias forças.
Sob o ponto de vista real, uma missão espiritual só poderá se solidificar de fato à par r de um
trabalho bastante duro. O trabalho no sen do espiritual é fundamentalmente em primeiro
lugar, um trabalho consigo mesmo. Somente quem realiza isto de maneira correta e incansável
pode comprometer-se cada vez mais com seu Eu Divino.
Este trabalho não é nenhum serviço imposto por alguém. É necessário porque de outro modo, os
velhos e já aceitos padrões de comportamento de medo, ódio, separação, ques onamentos sobre
nós mesmos, inconsciência, autoengano e irresponsabilidade, tomam novamente o controle sobre
o rumo de nossas vidas e destroem todo o sucesso cura vo que alcançaríamos com esforço
baseado em amor, atenção, expansão da consciência e a ação plena de entrega e de sen do.
Fazer suas obrigações, significa realizar um sério esforço para percorrer o caminho até Deus: Aqui e
Agora, não somente duas horas, duas vezes por semana em um curso de meditação. Somente com
a constância é que se pode resolver e harmonizar de forma duradoura, os bloqueios que impedem
as pessoas de se religarem com o Divino que é o verdadeiro significado da palavra religião =
religare.
A espiritualidade somente tem sen do quando pra cada na vida co diana, enriquecendo a vida
de todos. Se não nos comprometemos seriamente com nosso trabalho, se não trabalhamos duro
conosco mesmos e não ocupamos nosso lugar tão bem como deveríamos, não poderemos
encontrar a nós mesmos durante nossa jornada, nem andar nosso próprio caminho.
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Seguindo este princípio, logo poderemos soltar as rédeas de nossos talentos e desenvolver nossos
pontos fortes e todos também aproveitarão algo disto.
5 – Só por hoje, Seja gentil com todos os seres
O desafio de pra car o Amor Incondicional e ser afetuoso com todos os seres (humanos e não
humanos) é talvez o mais di cil de todos os desafios. Por que? Porque o Amor autên co, espiritual,
deseja o melhor para todos e não somente uma adaptação simpá ca superficial de conduta.
Ser afetuoso com todos os seres pode significar um sorriso ou um abraço no momento
adequado, uma palavra de alento ou uma ação realizada com a cabeça e o coração. Da mesma
maneira, o amor pode ser também a consequência, a claridade e a força com que alguém segura
uma pessoa que quer correr às cegas para a ruína até que esteja novamente em equilíbrio e
possa tomar com calma, uma autên ca decisão para prosseguir seu caminho.
Este princípio de vida nos leva a reconhecer e honrar o divino em todos. Se aprendermos a
perceber em todos a Força Criadora e a despertar sua obra, não estaremos adormecidos para
perceber o momento de nos reconhecermos em outros espelhos, isto é, naquele que acende em
nós a chama da vida.
Em úl ma instância, estamos todos juntos navegando no mesmo barco e de mãos dadas.
Devemos compreender esta expressão cada vez melhor e mais profundamente.
Níveis do Reiki
O aprendizado de Reiki é feito em quatro níveis, sendo que é realizada uma sintonização
específica para cada um deles.
Sistema Tradicional Usui
Reiki I:
Os canais de energia são abertos e o iniciado aprende as posições básicas do tratamento no
corpo sico, permi ndo-o a aplicar a energia Reiki em si e nos outros. Recebe o primeiro símbolo
(em algumas escolas este símbolo só é ensinado no nível II quando se trata de apenas iniciação
no Sistema Tradicional Usui). No nosso caso a iniciação é nos dois Sistemas ao mesmo tempo,
então você receberá o primeiro símbolo já neste nível.
Reiki II:
Éo momento em que o discípulo aprende outros dois símbolos de cura, sendo o símbolo de
cura emocional e outro possibilitator de envio de Reiki a distância e para a cura do mental.
Podendo trabalhar independente da distância ou do tempo.
Reiki III-A:
Éo primeiro nível do mestrado, no qual o discípulo pode ingressar após aprender e pra car
extensivamente os ensinamentos recebidos nos níveis anteriores. O quarto símbolo é para o
tratamento do corpo espiritual e envio em massa para mul dões. Você se torna um mestre
curador e instrutor podendo iniciar pessoas no Sistema Tradicional Usui de Reiki.
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Sistema Tibetano
Reiki III-B:
Éo segundo nível do mestrado, no qual o discípulo estará apto a iniciar pessoas no Sistema betano
de Reiki, uma modalidade adicional do Reiki. A diferença dos dois é a autorização ou não para fazer
a sintonização nos diferentes Sistemas de Reiki.
Em cada nível do Reiki recebe-se símbolos através de sintonização específica, podendo
após, trabalhar com o aspecto da energia Reiki que ele representa.
Iniciação ou sintonização no Reiki
A Iniciação do Primeiro Grau do Reiki trabalha com a preparação do corpo sico para a recepção
da Energia Vital, agindo nos três chakras mais su s e espirituais e no chakra cardíaco. Essa
Iniciação, também conhecida como Sintonização, é realizada em quatro etapas e conduzidas por
um Mestre Reiki, como a seguir:
Primeira Iniciação
Harmoniza o coração e o mo e o chakra cardíaco no nível etérico.
Segunda Iniciação
Afeta a glândula reoide e chakra laríngeo no nível etérico.
Terceira Iniciação
Afeta ambos da Segunda Iniciação, mais a glândula pituitária (consciência superior e intuição) e o
hipotálamo (temperatura e humor corporal).
Quarta Iniciação
A va o chakra coronário e a glândula pineal (elo de ligação com a consciência espiritual). Sem
as iniciações, qualquer pessoa poderia doar energia, mas estaria doando a sua própria energia,
podendo chegar à debilitação orgânica e espiritual, pois estaria também exposta às energias
perturbadoras ou nega vas, provenientes do receptor.
Iniciada a pessoa, a Energia Vital passa pelo indivíduo (canal Reikiano) direto para o receptor.
Não há retorno de energias do receptor ao doador e este se Supre da Energia Vital.
As Sintonizações
Antes de qualquer explicação é fundamental detalhar a diferença entre uma sintonização e uma
iniciação. A sintonização é o processo pelo qual o professor coloca o aluno na frequência da energia
com a qual ele irá trabalhar a par r daí. O que se dá é simplesmente o toque necessário para que,
como num rádio, se sintonize a frequência da estação desejada.
A iniciação é o conjunto das sintonizações mais o aprendizado dos ensinamentos sobre o sistema, seu
conhecimento, compreensão e aspectos prá cos. No Reiki, a energia vital universal é transferida ao
aluno pelo professor com a sintonização. Uma sintonização de Reiki é uma an ga forma de transmi r
energia de uma pessoa para outra. O conhecimento e a compreensão não são
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transferidos na sintonização, apenas a energia pura e simples.
A profunda compreensão do sistema Reiki é algo que vem ao buscador sincero com o tempo e a
prá ca; não pode ser conseguida por meio da sintonização. Alguns professores de Reiki evitam a
palavra sintonização, pois implica a existência de rituais religiosos, como jejum ou vários outros
processos de purificação e, em vez disso, chamam-no de harmonização. Outros diferenciam
entre sintonização, como sendo o processo inteiro, e harmonização como sendo uma de várias
harmonizações (no Primeiro Nível, no Quarto Nível).
Essa palavra também implica um método, que significa sintonização em alguma coisa. Desde
tempos imemoriais, professores de religião ou mestres do mundo inteiro usavam a sintonização
para transferir uma energia ou conhecimento fundamental que não podia ser passado
oralmente para outra pessoa.
Um exemplo: fórmulas secretas, orações ou mantras passados ao buscador com um obje vo
específico. Sem a sintonização, a meta não pode ser a ngida; de fato, alguns mestres dizem que
seria perigoso, por exemplo, cantar um certo mantra sem ser iniciado nos seus segredos.
Outros dizem simplesmente que isso não funciona, e esse também é o caso do Reiki.
O sistema Reiki, incluindo a imposição das mãos e todos os símbolos, não funciona sem a
sintonização, uma vez que o canal para a energia universal ainda não foi limpo. É por isso que o
Reiki é envolvido em tanto segredo: ele simplesmente não pode ser comentado abertamente
com outras pessoas além das iniciadas.
Na primeira sintonização do Primeiro Nível do Reiki, o professor de Reiki limpa no aluno o canal
para a energia vital universal. Isso o ajuda a absorver mais energia cósmica para o seu bem-estar
pessoal. A cada uma das sintonizações seguintes, o processo é intensificado. A par r desse ponto,
o aluno de Reiki con nuará sendo um canal por toda a vida.
Os 21 dias de processo
Sobre os 21 dias de Limpeza Energé ca:
"As toxinas e impurezas consideradas como lixo energé co são armazenadas no ser humano
desde o nascimento, minimizando a qualidade de vida. Após a iniciação, pode parecer que a nossa
condição piorou ou ficou mais grave. Na verdade, estaremos a passar por um processo de limpeza,
que não pode ser evitado.
Este processo pode comportar graves crises, pois os an gos bloqueios energé cos estarão a ser
expurgados. Durante esta eliminação, serão removidas todas as toxinas e impurezas dos nossos
corpos sico, emocional, mental e espiritual. A limpeza ocorrerá através das fezes, urina, suor,
pensamentos, sonhos e na forma de emoções nega vas que foram criadas.
Após a remoção desses sedimentos, o corpo estará apto a funcionar de forma mais harmoniosa
e posi va."
-in "Reiki Universal" por Johnny De' Carli
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Após os 21 dias de purificação com a energia Reiki, o iniciado percebe-se começando uma nova etapa
de vida, mais feliz e harmoniosa, pois os aspectos posi vos do Ser se manifestam livremente.
Desintoxicação:
Desintoxicação é o período de 21 dias que ocorre após o recebimento das iniciações. É um período de
limpeza e adaptação ao recebimento da energia Reiki ao iniciado Reikiano. O iniciado pode se sen r
aéreo, ter sonhos muito vívidos, ou apresentar sintomas, como por exemplo: diarreia, náuseas ou
coriza. Se o processo se tornar incómodo, o simples fato de realizar um auto tratamento ou de outra
pessoa, reequilibra a energia do agente de cura e diminui as sensações desagradáveis.
Pode-se vislumbrar, também neste período, soluções para problemas que até então
aparentemente sem solução, além de recebermos uma boa dose de energia para implementar
mudanças em nossas vidas.
Éimportante que o iniciado tenha tranquilidade e compreensão durante este período de 21 dias,
para o que está ocorrendo consigo. Seu corpo sico e os corpos su s estão sendo adaptados a uma
quan dade maior de energia. Para tanto é necessário desobstruir os canais, eliminado emoções e
pensamentos nega vos. Algumas vezes, dependendo do estado geral do iniciado, alguns sintomas
con nuam após este período, indo até ao ponto onde a pessoa consiga harmonizar a Sua própria
vida.
Quem pode ser Reikiano?
Qualquer pessoa pode receber a Iniciação em Reiki, desde que queira. Aliás, nem sempre é preciso
querer. No caso de crianças (sempre acima de 7 anos) são os pais ou responsável quem as levam
para serem iniciadas. As pessoas muito doentes, em estado terminal ou que sofrem de algum mal
que afeta o cérebro na sua tarefa de pensar, também não decidem por si, mas podem ser
iniciadas, com o intuito de melhorarem seu quadro e, em alguns casos, até de se recuperarem por
completo. Elas não têm consciência, não escolhem e mesmo assim são iniciadas e passam a
conectar e transmi r a energia Reiki, para si e para outros.
Pode se fazer a Iniciação em Reiki mesmo uma mulher estando grávida. Aliás, é altamente
benéfico para o bebê, que desde o começo passa a receber Reiki.
Quando o Mestre Dr. Mikao Usui encontrou e compreendeu os símbolos do Reiki e seu poder,
começou a transmi -lo tal qual havia recebido para si. Ocorreu que as pessoas as quais iniciou não
suportaram a força e potência daquela energia. Curaram seus males corpóreos, mas não seus
males espirituais e veram multa dificuldade em encontrar harmonia e equilíbrio na nova condição,
chegando a ponto de acusarem Dr. Usui de tê-los criado um sério problema.
Então, o Mestre decidiu dividir a iniciação em Reiki em graus grada vos de transmissão daquele
poder, criando para o primeiro nível uma condição Inicial leve, onde a energia atua apenas no corpo
sico. A ideia funcionou, foi aperfeiçoada por um de seus alunos e desde então passou a ser
possível para qualquer pessoa ser iniciada em Reiki.
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Os três pilares do Reiki
O sistema de Reiki do Dr. Mikao Usui, tem por base três pilares: GASSHO, REJI-HO E
CHIRYO, cuja prá ca é extremamente valiosa na aplicação do Reiki.
MEDITAÇÃO GASSHO
A palavra japonesa Gassho significa “duas mãos que se juntam”.
A meditação Gassho tem vários aspectos: Um deles é trazer a sua mente de volta para aquilo que
é o seu real ser e o outro é para aumentar a percepção das suas mãos de tal forma que você possa
trabalhar melhor quando es ver aplicando Reiki, se tornando mais sensível. Outro ponto a ser
considerado é aumentar a sua energia. Sem dúvida isso é bom tanto para você quanto para quem
você aplica.
Para você porque assim você pode lidar melhor com tudo aquilo que acontece no seu dia a dia e
para o receptor para que ele possa receber mais energia Reiki. São aspectos diferentes a serem
considerados. Quando estamos meditando normalmente acontece de vir a nós impulsos ou
es mulos mentais que nos trazem lembranças. Isso significa que os pensamentos precisam da sua
par cipação a va, a par r do momento que você deixa de par cipar ele simplesmente param.
Éa mesma coisa que acontece quando estamos dentro de um conflito, por exemplo, a par r do
momento que você não par cipa mais do conflito simplesmente isso para. Então durante a
meditação abstenha-se de par cipar desse processo mental, mas de qualquer forma esses
impulsos vão chegar a você. Isso tem alguma coisa a ver com a sua percepção, você ouve o carro,
você ouve uma música, os pássaros ou, quem sabe, a posição que você está sentado pode te
lembrar alguma coisa ou simplesmente, a sua mente começa a relaxar e algumas vezes a mente
relaxada traz à tona muitas coisas que não nham sido digeridas convenientemente.
Quando um pensamento vem, simplesmente não tente afastá-lo, porque se você tentar afastá-lo
você estará dando energia a esse pensamento e se você lhe der um pouco de energia, sem dúvida
você está retendo. Simplesmente quando um pensamento vem deixe-o passar. Você o vê, mas
você não interfere e se você não interfere você não par cipa. É como um carro que está acabando
o combus vel, assim que o combus vel ver acabado ele desliga e con nua um pouquinho mais e
aí simplesmente para.
E aí um novo pensamento vem você o vê, você o reconhece, mas não o energiza, não par cipa e
assim depois de certo tempo ele não tem mais efeito. Devemos olhar para os nossos pensamentos,
mas sem interesse e é a mesma coisa em relação a qualquer fenômeno espiritual que
eventualmente venha à tona. De repente você pode enxergar a linda imagem de Nossa Senhora ou
quem sabe, algum Buda, simplesmente trate da mesma forma, diga alô e até logo, porque isso
deve ser a mente criando coisas para lhe distrair e se você não der nenhuma energia isso vai
desaparecer.
Se você pra car isso por algum tempo os intervalos entre os pensamentos se tornam maior, cada vez
maior. Se você precisar mudar de posição, corrigir a postura faça-o de modo bem devagar. Se algum
barulho externo o es ver incomodando pense que é música medita va. Tudo faz parte da
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meditação, ou seja, meditação não é exatamente uma técnica, não é isso, ou seja, é você e tudo
que você está experienciando naquele momento, tudo aquilo que você ouve, sente, tudo aquilo
que pensa e o silêncio entre um pensamento e outro, isso é meditação.
Enquanto estiver sentado, esteja o mais ereto possível sem se forçar demais a isso. Você
pode, por exemplo, colocar um travesseiro nas suas costas. Não deve se torturar nessa
meditação. Procure manter a área da barriga mais solta, sem estar com cinto apertado ou calça
apertada, de forma que sua barriga possa se expandir
Respire normalmente, no seu próprio ritmo. Não há necessidade de seguir um
determinado método de respiração.
Mantenha os olhos fechados.
Colocamos as mãos unidas em Gassho na altura do coração, no centro do peito.
A atenção deve estar focada onde os dedos médios se encontram.
Pratique isso diariamente de 20 a 30 minutos, mas se você ainda não tem o hábito da
meditação comece com um tempo bem menor, o que lhe seja confortável, 5 minutos, 2 minutos,
mesmo um minuto no início e depois naturalmente esse tempo vai se ampliando. O importante é
você criar o hábito diário e para isso o melhor é que seja na medida do possível, no mesmo horário
todos os dias.
Do ponto de vista da ciência da meditação, quando juntamos as mãos, se encontram o sol (mão
direita), a lua (mão esquerda) e todos os outros elementos: o polegar é o vazio, o indicador o ar,
o médio o fogo, o anular a água e o mínimo a terra. Dessa forma se fecha o círculo.
Quando dirigimos nossa atenção aos dedos médios, acentua-se o aspecto “fogo” da meditação;
o consciente queima assim, os elementos inconscientes. No Japão, antes de fazer uma aplicação
de Reiki, se faz a meditação Gassho, uma a vação rápida e quando sente uma pulsação, faz a
aplicação.
REIJI-HO: indicação da energia Reiki ou “referência à energia Reiki” e Ho: técnica no diário da Sra.
Takata é descrita como “a técnica superior da ciência da energia”.
Primeiro passo: Gassho – você se conecta com a origem da energia.
Segundo passo: você coloca suas mãos juntas diante da sua terceira visão e aí você pede à
energia do Reiki que guie as suas mãos para o ponto certo que deve ser tratado.
Parece uma técnica muito simples, mas é uma técnica muito efe va. Com essa técnica, muito
provavelmente você vai encontrar as áreas problemá cas no corpo de quem você está aplicando
ou na auto-aplicação. O truque nisso está em confiar na sua intuição, que você tem, mas
normalmente você não presta atenção a ela.
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Essa intuição pode ser uma imagem que você tenha ou algo que você não vê, pode ser um
pensamento, pode ser uma sensação, pode ser uma sensação muito su l no seu próprio corpo
ou uma voz dentro da sua cabeça sussurrando algo.
CHIRYO: Significa tratamento e é o terceiro pilar do Reiki.
Os chakras
CHAKRA Significa: roda ou anel. Estes centros são vór ces de energia psicoemocional de um
indivíduo. Contém todo um registro akáshico nos níveis: consciente, subconsciente e inconsciente.
A função destes centros é de receber, acumular, transformar e irradiar a energia cósmica para as
áreas onde eles fazem a energização. Sendo que esta função é determinada, de acordo com a
energização em cada chakra, ou seja, pela capacidade e necessidade do indivíduo lidar com os
seus registros, ou de acordo com o seu nível de consciência.
Muladhara - Primeiro Chakra - Básico: Centro raiz, suporte,
sustentação. (Vermelho)
Glândula: Gônadas ou sexuais
Elemento: Terra
Localização: Região do períneo
Mantra: LAM
O Muladhara é o fundamento da emoção e da saúde mental. A estabilidade emocional e
psicológica se origina na unidade familiar e no primeiro ambiente social. Várias doenças mentais
são geradas devido a disfunções familiares, incluindo personalidades múl plas, desordens
obsessivas e compulsivas, depressão e padrões destru vos como o alcoolismo. O muladhara
relaciona-se com a consciência da realidade material, com o poder de realização, responsabilidade
com o seu desenvolvimento e com os demais, capacidade de saber o que quer, para onde quer ir e
poder de decisão. Os medos e inseguranças provenientes do medo básico, que é o medo da morte
ou da aniquilação, são os grandes obstáculos e também a causa do aprisionamento neste nível.
Os medos principais estão associados a sobrevivência sica e ao medo de ser abandonado
pelo grupo.
Pouco Energizado: Pessoas que tendem a negar as necessidades materiais, não
assumindo as responsabilidades referentes a ela e dando ênfase aos aspectos sen mentais
ou mís cos. Materialmente são dependentes. Também não assumem o seu próprio
desenvolvimento, são levados pelas vontades dos outros ou ficam sempre "em cima do
muro" não assumindo a responsabilidade por suas decisões.
Muito Energizado: Pessoa tende a ter um forte apego e rigidez na forma como lida com as
suas necessidades materiais de sobrevivência, negando seus sen mentos e emoções,
desqualificando-os, negando a existência de Deus e níveis de realidade não tangíveis.
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São pessoas frias e calculistas. Há uma necessidade de controlar tudo e todos a sua volta e uma
tendência em projetar todos os erros nas pessoas e no ambiente a sua volta. Essa pessoa tende a
consumir tudo que entra em contato, estocando tudo, como forma de precaver-se das intempéries
futuras.
Distúrbios: do sangue, gado, bexiga, inflamações e qualquer espécie de hemorragia, como
também qualquer anomalia dos órgãos relacionados. Problemas de coluna, hemorróidas,
instabilidade social e emocional, uso incorreto da vontade, o sen r-se impotente diante das
situações, insegurança, desespero, medo e falta de pra cidade. Além de preocupações excessivas
com as coisas da matéria, ganância, descontrole dos aspectos ins n vos e sexuais. Seu desequilíbrio
pode manifestar-se por impotência sexual e frigidez
Função: de captar e distribuir a força primária para todo o organismo e absorve a energia da
Kundalini, que serve para rea var os demais Chakras. Essa energia sobe pela coluna, alimentando-a.
Sua potência sica combina com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma presença de força e
vitalidade e se encontra bem fundamentada na realidade sica. Faz com que a forte vontade de
viver a ve os demais Chakras e a pessoas ao redor, recarregando-lhes o sistema de energia.
SWADHISTANA - Segundo Chakra - Sexual: Centro sexual, suporte do
sopro da vida, morada própria. (Laranja)
Glândula: Supra Renais e baço
Elemento: Água
Localização: Altura do umbigo à esquerda.
Mantra: VAM
O elemento água trata-se de um elemento poderoso que precisa se canalizado para poder ser bem
aproveitado. Ele não pode ser con do ou represado pois sua reação será incontrolável. Com o
aumento de volume e de pressão se transforma em força agressiva e destruidora. Da mesma
forma é a energia propulsora da vida e o sexo.
Está em estreita correlação com o Visuddha Cakra. Relaciona-se com a coragem, consciência do
mundo como lugar de luta e objeto de conquista. Cria vidade em todos os sen dos, vitalidade
sica, domínio sobre paixões. Capacidade de saber o que é essencial para o seu bem-estar, valor
pelas a vidades prazerosas da vida e a vida em equilíbrio (sono, trabalho, lazer e sexo,
alimentação saudável e exercício).
Valor pelas suas necessidades mais ín mas. Neste nível a pessoa desenvolve um poder de reação
ante todos os obstáculos porque sabe exatamente o que é bom para si. Neste centro estão todos os
registros inconscientes que se manifestam em sonho quando a vamos a energização dele.
Pouco Energizado: Pessoa se mostra apá ca, sem energia, lenta, não consegue realizar os seus
planos. Fica com certa aversão sexual, vergonha, necessitando interagir com pessoas ou coisas
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causadoras de dor e insegurança, mantendo-se num ciclo vicioso de seu desequilíbrio. Tem
dificuldade de resolver seus problemas e tende a reclamar demais (Hiper Visuddha)
Muito Energizado: Tende a fazer coisas em excesso, fala muito, compulsão por experiências
prazerosas e repulsão à experiências desagradáveis. Necessitam de pessoas, objetos e
situações que o façam sen r seguros emocionalmente ou que estejam associados ao prazer.
Vivem basicamente o impulso sexual desejam exercer domínio sobre o ser amado, são
possesivos, ero zados e fantasiosos. Quando existe algum bloqueio nessa região a pessoa
desenvolve uma personalidade agressiva, necessidade de ação violenta, de destruir
(autodestruição), ero smo excessivo e fantasioso, desejo sexual indiscriminado e dificilmente a
relação homem-mulher será sa sfatória pois não haverá afeto.
Distúrbios: da bexiga, a menstruação, as cólicas, colite, febre, diarreia, anemia, diabete,
câncer, etc. Sua energia flui pelo reves mento medular dos nervos (não pelas fibras) e é
distribuída para todas as partes do corpo.
Os bloqueios desse Chakra são geralmente causados por problemas emocionais, dificuldade em dar e
receber e intensidade de prazer ou dor, manifestando histeria e vícios; excesso de preocupação com o
futuro, com o bem-estar dos outros e com a preservação. Medos e ressen mentos sobre o sexo,
causando experiências sexuais traumá cas ou dificuldades no parto. Pode ocorrer uma falta
generalizada de vitalidade, perda de juventude e diminuição do magne smo pessoal.
O desequilíbrio do Chakra Esplênico afeta o sistema diges vo inferior, podendo causar alterações
das substâncias químicas nos intes nos e no estômago, causando úlcera e até câncer. As glândulas
de secreção interna (ovários, tes culos, pâncreas, rins, reoides e pituitária), deixam de expelir sua
secreção para a corrente sanguínea, causando disfunção orgânica e doença.
Função: O excesso de energia absorvida pelo Esplênico, que não for usada pelo organismo,
é expelido pelos poros em forma de emanação energé ca. Quanto maior sua absorção, mais
poderoso o magne smo pessoal, muito u lizado nos trabalhos de cura.
MANIPURA - Terceiro Chakra - Plexo Solar: Cidade das joias, centro
do ego e interação com o mundo exterior. (Amarelo)
Glândula: Pâncreas
Elemento: fogo
Localização: Altura do estômago.
Mantra: RAM
Relaciona-se com o poder social, a iden dade no mundo, o poder de persuasão, a capacidade de saber
quem é, o que deseja e saber se expressar adequadamente. Emprego do poder pessoal como forma se
intensificar as suas experiências. Dignidade, compreensão do seu papel no mundo e a
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importância de sua colaboração, interagindo e reconhecendo o papel de todos como
importantes para o bem comum. Centro das emoções e sua expressão.
Pouco Energizado: A pessoa ainda não encontrou o seu papel no mundo e a sua iden dade
está confusa a ponto de não saber se defender, porque nem mesmo sabe quem é ou se expressar
adequadamente. Tende à "engolir sapo" por não saber se defender ou por detestar briga.
Quando se expressa geralmente se sente mal porque exagera, diz o que não gostaria ou diz até o
contrário do que gostaria de falar. Isto se dá porque não consegue expressar as suas emoções
adequadamente e principalmente a raiva (devido ao outro querer interferir na sua vida).
Quando consegue descarregar ela vem em excesso ou distorcida. Esta descarga acaba por
influenciar na sua autoes ma nega vamente e cria reações mentais que se repetem reforçando
esta "Menos Valia". São sen mentais, inseguros com muito medo de rejeição e de crí ca.
Muito Energizado: Egocentrismo, necessidade de ser o centro das atrações, obcecado controle
de si mesmo e de todos a sua volta, sedução e sensualidade exagerada como forma de chamar a
atenção, manipular o outro e como meio de afirmação da iden dade pessoal.
Dificilmente reconhece sua incapacidade ou fraqueza e tende a projetar nos outros a
razão única de todos os seus problemas. Guarda magoas e rancores e relaciona-se com o
outro projetando os resíduos de seus problemas sem se dar conta disso. Seu ego é tão forte
que dificilmente tem algo a aprender com o outro, mas sim a ensinar. A raiva e a arrogância
são caracterís cas predominantes. Age constantemente com o obje vo de aumentar o seu
poder pessoal e com intuito de ser reconhecido como superior. A sedução compulsiva é o seu
meio e garan a para a afirmação da sua iden dade.
Distúrbios: doenças dos ossos, paralisia, gota, dores de cabeça, etc. Influi nas emoções e
através dele percebemos as emanações hos s ou vibrações afe vas do ambiente.
Seu desequilíbrio provoca midez, egoísmo, narcisismo, egocentrismo vários pos de medos,
que geram propensão para a raiva e violência; na dificuldade de expressar a autoconfiança e
cria vidade, incapacidade de se colocar em sintonia com as pessoas, locais e carência de
autoes ma.
Função: Ligado às emoções de poder pessoal, cria vidade e auto expressão. É considerado
mental e o vínculo da mente com as emoções pode ser constatado, porque os processos mentais
servem de reguladores da vida emocional. Possui grande importância nas relações humana.
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ANAHATA - Quarto Chakra - Cardíaco: Centro da afe vidade, da
autoes ma e do amor incondicional. (Verde)
Glândula: Timo/coração
Elemento: Ar
Localização: Altura do coração.
Mantra: YAM
Ao ser rompido permite a fusão de consciente e inconsciente, rompe
os agregados que compõe a noção de eu que é dada pelo Manipura. Neste momento podemos
sen r um vazio muito grande e devemos tomar o cuidado para não abandonar o caminho ou ficar
depressivos. Devemos transcender a visão limitada de iden dade pessoal para compreensão e
abrangência da Iden dade Transpessoal.
Valor do Eu, confiança em si, automo vação, alegria, autoridade, visão de Deus (pessoal) e
unidade da vida. Personalidade compreensiva, generosa e altruís ca. Neste chakra surge o líder
nato. A energização deste centro forma uma iden dade mais abrangente, em que a
individualidade e o sen mento de universalidade começam a se fundir.
Este processo pode ser traumá co, resultando, às vezes, numa crise de iden dade ou num vazio
muito grande.
Pouco Energizado: Ego desinflado, auto es ma baixa, tristeza e mágoas guardadas no
peito. As pessoas tenderão a ser mais passivas do que agressivas; seus sen mentos e
sensações serão propensos à depressão e as ações serão mo vadas por uma crônica sensação
de medo e inferioridade.
Necessidade de ser carregado e inspirado pelas energias da vida dos outros. Tenderá a
vivenciar sen mentos de angús a e desespero ao mobilizar a região do peito.
Muito Energizado: Ego inflado (peito inflado), auto es ma baseada no grande poder que tem
em cuidar dos outros sem nenhum contato consigo mesmo. Embora vivencie o sen mento de que
estou ó ma, posso cuidar de mim, este sen mento é falso, pois detesta ficar só e olhar para si. Por
essa razão envolve-se excessivamente com os outros a ponto de sobrecarregar-se (desculpa para
não cuidar de si). Tem dificuldade de chorar, de aceitar ajuda e de se abrir com os outros
mostrando seus sen mentos.
Tem a necessidade de estar no controle das situações e parecer forte. Tendência a ser
fortemente asser vo, chegando mesmo a ser agressivo. Muitas vezes o excesso de energia nesse
centro se dá em detrimento de outros centros (manipura, svadhisthana e muladhara).
A verbalização, visuddha, com a par cipação da energização do anahata se torna um gesto de amor
e o toque é mais uma expressão deste amor. O anahata é também um importante canal de
comunicação com os chakras básicos. O sexo é um ato de amor se tem a par cipação do Anahata.
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Distúrbios: Traumas ligados a relacionamentos afe vos afetam diretamente a região
cardíaca, provocando o desequilíbrio neste Chakra. Quando ocorrem bloqueios, o potencial do
amor e compaixão transforma-se em luxúria; a autoes ma é prejudicada e a vontade individual
enfraquecida, gerando a falta de cria vidade e tornando as pessoas excessivamente sensíveis
às influências e opiniões.
Há problemas de relacionamento com o mundo exterior, sensação de falta de intercâmbio
amoroso e um angus ante vazio dentro do peito.
Função: Alimenta o coração, sangue, nervos e vasos sanguíneos, é responsável pelo
funcionamento adequado do sistema imunológico e relaciona-se ao mo. Regula as emoções e os
sen mentos, tais como simpa a, ternura, compreensão e compaixão. É a sede do eu superior onde
se assenta a alma humana. Controla a integração de nossas forças superiores e inferiores, equilibra
a autoes ma e a capacidade de dar e receber amor.
Quanto maior e mais aberto esse Chakra es ver, maior a capacidade de amar a si e aos outros.
Tem capacidade de transformar as energias do cosmo em energia de cura sica. A harmonia deste
Chakra acentua as a vidades posi vas, no tocante a realização de coisas da vida, e faz ver as outras
pessoas como sustentáculos, destacando a perfeita harmonia entre as vontades humanas e as leis
divinas.
VISUDDHA - Quinto Chakra – Laríngeo: Grande Pureza. O portal da
grande Liberação. (Azul)
Glândula: reoide
Elemento: Akasha ou espaço.
Localização: Garganta.
Mantra: HAM
O espaço personifica a essência dos cinco elementos, não tem cor,
cheiro, paladar, tato ou forma, é livre dos elementos densos. O espaço tem relação com a
força dilatadora da realidade sica.
Este centro relaciona-se com a expressão, a comunicação, a fala e a cria vidade em todos os sen dos
da vida (intelectual, ar s co, moral ou espiritual), desenvolvimento do conhecimento intui vo e
espiritual. Quando os ins ntos básicos (primeiros chakras), as emoções e os sen mentos conseguem
ser expressos por palavras a compreensão e o autoconhecimento acontecem.
Este é o centro da análise e do autoconhecimento. Quando corretamente energizado, cria a
facilidade na expressão dos próprios sen mentos e emoções. Possibilita o desenvolvimento
do conhecimento intui vo e a expressão do conhecimento com clareza, emoção e
magne smo, conseguindo chegar ao outro com facilidade.
A natureza da pessoa se torna alerta, auto reflexiva e auto percep va com tendência à introspecção.
Neste nível a pessoa começa a desenvolver a comunicação interna, a inves gação do seu
relacionamento consigo mesmo e com o universo em geral. Esta região é chamada de "O portal
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da grande liberação". Aqui se dá a necessidade do desenvolvimento dos potenciais latentes e
o estudo da compreensão de si mesmo, a necessidade de render a própria vontade à vontade
de Deus.
No equilíbrio, possibilita a comunicação entre o consciente e o inconsciente, permi ndo ouvir
o inconsciente pessoal de modo que possa compreender de onde estão vindo os impulsos. Esta
compreensão permite superar os velhos programas, subs tuindo-os por parâmetros de
crescimento aperfeiçoados, e ter acesso à orientação do inconsciente cole vo. Discriminação.
Pouco Energizado: Dificuldade de expressar seus sen mentos e emoções, obrigando o
indivíduo a aguentar em silêncio situações indesejáveis. A pessoa apresenta, também, conflitos
quanto a auto imagem, provocando a dificuldade de organizar e expressar as emoções e os
sen mentos, reprimindo-os.
Esta pessoa fala pouco e tem a tendência a ter o tom de voz baixo e (ou) grave (voz cavernosa).
A pessoa desenvolve medo da entrega à vontade de Deus.
Muito Energizado: A pessoa tenderá a falar demais (tom de voz alto e agudo às vezes) ou ficar
fortemente introspec vo, dedicando-se exclusivamente às suas a vidades e reflexões internas e
desligando-se do mundo externo, tendo por principal caracterís ca o intelecto nega vo,
podendo ocorrer, por ignorância, uso insensato do conhecimento.
Esta pessoa tem dificuldade de ouvir o outro. Para se proteger e se esconder a pessoa tende a
contrair os ombros e o pescoço para impedir que os impulsos, emoções e sen mentos
indesejáveis (não aceitos pela própria pessoa) sejam expressos pela fala ou expressão facial. Isto
também se dá para impedir que os outros possam ver aquilo que a pessoa não deseja que seja
visto (imagem nega va).
Função: Controla a expressão verbal, influindo também sobre o sistema audi vo. Responsável
pelo rejuvenescimento e longevidade. A caracterís ca desse Chakra é o sucesso; sua expansão
proporciona sa sfação no trabalho e nas tarefas da vida das pessoas, mantendo-as bem ajustadas
e consequentemente bem-sucedidas.
Distúrbios: Quando existe bloqueio, esta causa incertezas, indecisões, dúvidas e desânimo,
afetando a auto expressão e a prosperidade. O desequilíbrio em torno da voz, gagueira, ver gens,
fadiga, asma, doenças metabólicas, obesidade, etc... são algumas das consequências que surgem.
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AJNA - Sexto Chakra - Terceiro Olho: Centro frontal,
centro do mando e visão do todo. (Índigo)
Glândula: Hipófise ou Pituitária.
Elemento: Avyakta (nuvem original de energia e matéria
indiferenciada).
Localização: Entre as sobrancelhas
Mantra: OM
"É dito que no Anahata o estudante evolui através de Ananda (plenitude), no Visuddha através de
Cit (consciência) e no Ajna ele se torna Sat (existência). Não há mais observador nem observado, ele
a nge a realização "Aham Sah", "Eu sou Ele". Deidades: Paramesvara (causa do processo da criação)
e Hakini Animal: Neste chakra já não existe mais feras a combater, nem elementos materiais e nem
paixões herdadas da idade da pedra.
Relaciona-se com a consciência e a a vidade mental e intelectual em todas as suas formas. Visão
clara, compreensão precisa e entendimento rápido do que está sendo lido, estudado, escutado e
meditado. Concentração em um tema até esgotá-lo.
O indivíduo é impelido a buscar con nuamente a diferença entre a verdade e a ilusão. É neste
centro que se tem a visão da suprema VERDADE "Atma Jnana" (o conhecimento do Ser). Neste
nível percebe-se o amor nos vários níveis de todos os Chakras.
Pouco Energizado: A pessoa apresenta dificuldade em aprofundar e ampliar sua compreensão
de si mesmo e sobre o mundo. Também apresenta dificuldade de visão e ou audição, vendo e
ouvindo somente aquilo que lhe é conveniente e processando transformações indevidas na
interpretação das situações e conceitos.
Verifica-se também um bloqueio em nível intelectual, dificultando e impedindo o ques onamento
e a aquisição de novos conhecimentos. O indivíduo desenvolve um grande medo de enfrentar
situações novas, de se apoiar em conselhos externos e dificuldade de estabelecer uma disciplina.
Muito Energizado: A pessoa apresenta todas as dificuldades apresentadas anteriormente sendo
que neste caso o grande obstáculo é que esta mente pensa demais, se interessa por tudo e faz uma
grande confusão entre o que pensa, ouve, lê. Dificilmente consegue se concentrar e só ouvir, e
como a mente não pode ter dois pensamentos ao mesmo tempo sua compreensão é sempre
distorcida dos fatos. Também é instável no que pensa.
Função: Regula as a vidades inteligentes, é o ponto de abertura da visão interior, espiritual
e inspiração. Associado à implementação de ideias cria vas.
Distúrbios: seu desequilíbrio provoca desinteresse pelo presente e medo do futuro, fazendo
com que se manifestem ideias e conceitos mentais confusos e geralmente nega vos, que podem
criar obsessão mental ou perturbação psíquica. Há ainda memória fraca, dando a sensação de
estar no “espaço”, problemas de sono, sonhos perturbadores e alucinações.
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SAHASRARA - Sétimo Chakra - Coroa: Lotus das Mil pétalas ou
Centro Superior. (Violeta)
Glândula: Pineal
Chakras Auxiliares: Lalana ou Kala
Localização: Alto da cabeça.
Mantra: AUM
Está relacionado ao Nível transcendental ou transpessoal. Neste nível o indivíduo já ultrapassou as
limitações do Ego e consegue viver com total consciência a plenitude do ser. Sua energização faz
o indivíduo ter sen mentos altruís cos. O Néctar segregado pelo Sahasrara tem forma de gotas
no Bindu Visarga, o ponto psíquico atrás da cabeça.
Ele goteja num Chakra menor, chamado Lalana, na parte superior da epiglote ou na base do
ori cio nasal, que funciona como reservatório desse néctar. É segregado quando se pra cam
mudras do po Khechari, e então, desce para o Visuddha Chakra. Se esse Chakra foi a vado, o
néctar sofre uma purificação, tornando-se um néctar divino que rejuvenesce o corpo, ocasionando
boa saúde e longevidade.
Contudo, dizem que se o visuddha não es ver a vado, o néctar transforma-se em veneno e desce
pelo corpo. Passa então a envenená-lo vagarosamente, levando-o ao enfraquecimento e por fim à
morte.
Função: é responsável pela maior captação de energia cósmica, bem como por estabelecer
contato com as esferas superiores do Universo. Está associado à conexão da pessoa com a sua
espiritualidade e à integração de todo o seu ser sico, mental e espiritual. Vai além do mundo sico
e cria no indivíduo um sen do de totalidade.
A energia do prana, captada por esse Chakra, alimenta os demais centros de força e auxilia na
meditação, suprindo-nos de vida cósmica.
Distúrbios: seu desequilíbrio nos deixa fora de sintonia com a espiritualidade, provocando
depressão por não encontrarmos significado na vida. Faz nos sen rmos separados de todo e
desconectados da unidade. Devido ao seu desequilíbrio, a pessoa não estabelecerá o intercâmbio
com a espiritualidade, perdendo com isso a oportunidade de crescer e evoluir nesta existência.
Simboliza a sabedoria intelectual dos governantes. Tornou-se hábito a u lização da coroa na cabeça
dos governantes, representando o desenvolvimento desse Chakra.
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Chakras Secundários
Dos demais Chakras, convém menciona a função de outros quatro secundários:
Chakra dos Pés:
Localizado nas solas dos pés, sua finalidade é descarregar a energia elétrica (está ca) gerada pelo
corpo sico, como também absorve a energia da Kundalini que vem da terra e a energia magné ca.
Chakra do Joelho:
Atua como um transformador, regulando a quan dade de corrente que deve entrar no corpo.
Chakra das Mãos:
Absorve as ondas radia vas, como também transmite energia, o que explica a cura pela imposição
das mãos.
Chakra Humeral:
Localizado nas costas, sobre a parte superior do pulmão esquerdo. Além de também exercer
influência nos pulmões, é responsável pela relação mediúnica entre o plano espiritual e o sico.
Campo Áurico
A aura é um campo de energia que circunda o corpo, protegendo-o
como envoltório de luz. Este envoltório pode ir de poucos metros
até alguns quilômetros em seres iluminados como Jesus e Buda.
Além da extensão, a cor é determinante para se conhecer o estado
emocional e de saúde de uma pessoa.
Quando ficamos doentes a aura se retrai e a sua cor adquire
tonalidades escuras tornando-nos susce veis a sofrer ataques por
parte de energias desarmônicas, o que tende a agravar ainda mais
nosso estado. Nos processos de assedio espiritual a aura e os
chakras (em especial o plexo solar) são os alvos.
Da mesma forma que age nos chakras, o Reiki age na aura, restaurando,
limpando fortalecendo e protegendo. Hoje em dia já é possível visualizar
o estado da aura através de um processo chamado fotografia Kirlian.
Atente para o fato de que uma fotografia Kirlian não
é uma foto da aura, e sim o registro fotográfico de um fenômeno elétrico influenciado por ela
e registrando em um filme comum.
Através dessa fotografia, pode-se analisar o estado geral do paciente nos mais diversos níveis, e
até diagnos car com vários meses de antecedência, pois os corpos energé cos precedem o sico.
Isto permite adiantar o tratamento, evitando muitas vezes o aparecimento da enfermidade.
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Glândulas do Corpo Sutil
São sete as glândulas do corpo su l, pois na verdade não correspondem exatamente às do corpo
sico. Nem todas as glândulas sicas têm correspondência de função no corpo su l, assim como
partes da endocrinologia su l não se fazem corresponder no corpo humano.
PINEAL: Ela que permite a atuação na matéria, possibilitando a torção de objetos, a quebra e a
levitação dos mesmos. Uma patologia sica relacionada a essa glândula leva, no plano su l, à
situação de não se alcançarem os obje vos na vida. De certo modo, podemos dizer que conquistas
no mundo sico serão limitadas.
PITUITÁRIA: Ela se encarrega de lidar com o tempo e o espaço. É sua função permi r o acesso ao
passado e ao futuro, assim como facilita a desmaterialização e transformação. O
comprome mento desta glândula no sico, leva a que, no plano su l (igualmente disfuncional)
cause a estagnação evolu va do indivíduo. Ocorre então uma grande interferência na vida pessoal.
A própria evolução fica comprome da nesta encarnação.
TIREÓIDE: No plano su l, esta glândula tem função dis nta nos sexos:
Na mulher - Se for bem trabalhada, deixa o corpo da mulher mais su l, podendo dar equilíbrio aos
es mulos sexuais. É responsável por 70% da coordenação motora e a va a capacidade cria va.
No homem - Atua 90% na parte sexual, podendo aumentar de tamanho durante o ato sexual, além de
alterar as cordas vocais e possibilitar maior irrigação sanguínea nos olhos, o que permanece visível por
duas a três horas após o intercurso. É ela que facilita o acesso à clarividência e a todo conjunto de
percepções extra-sensoriais. A patologia desta glândula pode causar sonolência, principalmente na
puberdade, tendência a desmaio e, às vezes, retardo mental.
TIMO: É o responsável pelas emoções, os sen mentos, a estrutura vital no que se refere à
capacidade de sen r. É essa glândula que controla o emocional. A lesão, no sico, causa
consequências no plano su l que se expressam por tendência à frieza, desequilíbrio, tendência
a atos impulsivos violentos, que podem levar ao suicídio ou ao homicídio.
SUPRA-RENAL: É a principal glândula do corpo su l. A responsável pela formação do
cérebro durante o desenvolvimento embriológico e segue sendo a que sustenta basicamente a
a vidade cerebral saudável no adulto, pois mesmo que a vida traga atribulações que gerem
problemas psíquicos, a irrupção de patologia mental grave só acontece caso haja uma base
disfuncional, na endocrinologia su l.
A outra função desta glândula é de importância sexual. Assim, quem nasceu com aura prata, já tem
em latência a condição para uso da energia vibracional. A disfunção da supra-renal pode acarretar
esquizofrenia, alterando a função do cérebro. A patologia desta glândula compromete seriamente
a evolução nesta encarnação.
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APÊNDICE: Funciona como uma válvula, onde são elaboradas as informações recebidas pela
pineal, sendo ali processadas e amplificadas, equilibrando as polaridades nega vas e posi vas, para
enviar a descarga que atua sobre a matéria. Por isso, as pessoas que sofreram ablação cirúrgica,
ficam com capacidade limitada de realizar efeitos sicos.
Quando conseguem, são de pouca duração, ou de pequena intensidade. Além disso, há baixa de
vitalidade, menor resistência vital. Essas pessoas terão dificuldade de a ngir metas, convencer
outras pessoas a se envolverem nos projetos que elas equacionam. Terão bloqueios e,
ocasionalmente, poderão ficar frios, pois o fluxo de energia vital não lhes escoa con nuo, o que
lhes acarreta certa insegurança no tocante a serem capazes de conseguir o que almejam.
Elas têm dificuldades nos planos social e sen mental, havendo muitos altos e baixos no decorrer de
suas vidas. Tudo isso cessa ao se refazer o apêndice de forma energé ca, o que precisa ser feito em
períodos certos, com reforço a cada três meses. Reforçando-se três vezes seguidas, é o suficiente.
CÓCCIX: É ele quem equilibra todas as outras glândulas, como se fosse um distribuidor, ou um
espelho. Para ele é que vai toda a energia das glândulas e ele reflete para as células de todo o
corpo. Quando há um desequilíbrio de energia, é fácil para a pessoa sen r, pois isso provoca
uma sensação de calafrio que vem do cóccix e provoca um tremor súbito, denunciando dessa
forma o desequilíbrio. Na verdade, é o cóccix que regula a kundalini e não o contrário.
A fratura ou qualquer lesão nessa região provoca disfunção energé ca. O indivíduo pode ter mãos
frias ou quentes e fortes sensações de estado febril. A a vação das glândulas pituitária e pineal, é
que facilitará a interação com a Quarta Dimensão, ter acesso a portais e à realização de todas as
formas de pensamento. Precisamos portanto, aprender a manipula-las. Quando as glândulas
estão bem desenvolvidas numa pessoa, sua saúde, inteligência e evolução também estão bem.
Quando não desenvolvidas, ou bloqueadas, a pessoa sen rá as consequências, por exemplo,
problemas na reoide podem até paralisar alguns movimentos do corpo; nas supra-renais, pode
causar prejuízo na parte extra-sensorial e na evolução mental. Mesmo que a pessoa tenha sofrido
cirurgias em alguma glândula é possível auxiliá-la através de trabalhos específicos. Com as glândulas
equilibradas, a pessoa terá um equilíbrio geral no corpo, uma imunização, principalmente no plano
su l, o que acarretará o mesmo no corpo sico.
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Os símbolos do Reiki
Os símbolos do Reiki são representações de um aspecto da sua energia. O Cho-ku-rei, por
exemplo, representa o aspecto da energia que trabalha no nível sico. Eles não são secretos, são
sagrados pela energia que simbolizam. Foram introduzidos por Usui no sistema, quando alguns de
seus alunos apresentaram dificuldades para canalizar a Reiki.
O ato de desenhar e dizer seus nomes, é um es mulo que gera resposta: a conexão com a energia
em uma pessoa que foi sintonizada. Por isso usa-los sem a devida sintonização não sur rá efeito,
já que eles apenas representam (não são) a energia. Neste sistema de cura, há 5 símbolos a serem
aprendidos.
Todos são compostos de um desenho (yantra) e um som (mantra). Ao usa-los é necessário fazer
o traçado correto (com o dedo, olhar ou mentalmente) e pronunciar (ou mentalizar) seu nome
três vezes. Como os símbolos são chaves de conexão, você não precisa estar em estado
mediúnico ou medita vo para que ele funcione. Esteja apenas amoroso, consciente, recep vo e
ciente de que o usa para um sen mento nobre e elevado de cura e harmonia de um ser vivente.
Conforme se desenvolver familiaridade com a energia, você naturalmente descobrira que os
símbolos, como todas as ferramentas, podem ser postas de lado quando não são mais necessárias.
Não se apresse, seja cauteloso, leve o tempo necessário para que a conexão com a energia se
fortaleça.
Há pessoas com muito tempo de pra ca que optaram por con nuar usando essa importante
ferramenta dentro do sistema Reiki. O primeiro símbolo: Cho-Ku-Rei é u lizado para
aumentar/potenciar/intensificar o poder do Reiki e do tratamento (local ou à distância). Serve
para carregar de energia objetos ou locais por algum tempo.
Tem sen do profundo de chamar energia, sendo um símbolo de reforço do poder. Tem por
tradução ou significado algo como “Deus está aqui”, “O Divino está aqui” ou ainda o simbolismo
de “Reforço do Poder”. Este símbolo pode ser u lizado sozinho ou juntamente com o 2º ou o 3º
símbolos para a var e reforçar o efeito dos mesmos.
Aumenta o poder da energia. É considerado também como símbolo de proteção, podendo ser
desenhado mental ou fisicamente em seres, objetos ou locais para que sejam protegidos espiritual
ou fisicamente de diversas situações ou energia dissonantes. No caso de ir para algum local em que
necessite de proteção, ou mesmo antes de começar um tratamento a alguém, poderá u lizar este
símbolo como proteção desenhando-o energe camente com a mão dominante à sua frente de
modo a apanhar a maior parte do corpo, ao mesmo tempo que repete 3 vezes o seu mantra. Depois
desenhe o mesmo símbolo mais pequeno com a mesma mão, à frente de cada chakra, ao mesmo
tempo que repete o mantra em cada uma delas.
Este símbolo também pode ser u lizado para limpar energias dissonantes em locais, bastará para
isso desenhá-lo mentalmente, visualizando-o a ser impregnado na sala, nas paredes, no teto ou
chão, etc... Nunca se esquecendo de dizer mentalmente o mantra 3 vezes, sempre que o desenhar.
Caso queira também poderá desenhá-lo fisicamente e colocá-lo em qualquer local à vista (numa
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moldura por exemplo), ou escondida (por trás de um quadro, de um móvel), devendo
periodicamente recarregar energe camente os desenhos (pelo processo de visualização e
mentalização do mantra 3 vezes) para reforçar a energia do local.
Poderá u lizar este processo de visualização mental e mantra para proteção e limpeza
energé ca em objetos, utensílios, camas ou cadeiras que precise u lizar fora de sua casa, em
plantas, alimentos, remédios que u lize no seu co diano, etc...
No Reiki tradicional o cho-ku-rei é desenhado no
sen do an -horário e no Reiki Essencial é
desenhado no sen do inverso. Diane Stein refere
que a diferença existe pelo fato do movimento de
rotação de água se dar no sen do dos ponteiros
do relógio no Hemisfério Norte e no sen do
contrário no Hemisfério Sul do planeta, devendo
o mesmo ser desenhado conforme localização
geográfica em que se encontra o terapeuta.
Após vários testes concluiu-se que no local onde
nos encontramos o sen do horário aumenta mais
o fluxo de energia. No entanto o nosso conselho é:
desenhe o cho-ku-rei de forma que foi intuído,
não esqueçamos que não há limitações.
Na limpeza energética das residências,
de modo a limpar miasmas, metais e espirituais.
(Miasmas - significa poluição, mas não no sen do que hoje lhe damos. Miasma é toda a sujidade
associada ao mundano, a sujidade que este gera: quando corremos e transpiramos estamos a criar
miasma, quando sangramos temos miasma, se caímos numa possa de lama geramos miasma. Mas o
miasma não se limita à sujidade sica, incluindo também a sujidade espiritual, é ca e mental. Assim,
quando matamos algo de forma injusta criamos miasma, se ofendemos alguém também criamos
miasma, se cometemos um crime aos outros criamos miasma, os próprios pensamentos geram
miasma);
Na limpeza de objetos, aqueles que apresentam carga de pensamentos tóxicos,
instalados consciente e inconscientemente;
Remédios alopáticos, suaviza os efeitos tóxicos no organismo;
Remédios naturais, potencializa ação no organismo;
Conflito, brigas e acidentes transmutam a energia, reequilibrio das pessoas do ambiente;
Comida ou água, anula os resíduos de padrões mentais nega vos de quem serviu o alimento;
Na aplicação usual, harmoniza o fluxo de energia dos nadis (meridianos, canais de energia),
além de limpar miasmas mentais, protege a pessoa ou eventos agressivos e afasta espíritos
desencarnados carregados de nega vidade.
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Sugestão de Aplicação
Aplique o Reiki em um local apropriado, onde não haja interrupções. Mãos limpas, aroma zadas (se
quiser) com óleos ou essências leves. Se quiser pode usar aroma zação do ambiente, com incenso
ou essências, como também músicas relaxantes e sons relaxantes.
Explique ao paciente o que é o tratamento, o que vai acontecer, dê-lhe oportunidade de conversar,
de desabafar ou se aliviar. Apesar das posições comuns, use e confie em sua intuição, assim você
não pode nunca errar. “Ouça” a voz silenciosa de seu coração. Não aplique Reiki de qualquer
modo. Tanto você quanto o paciente deve estar em uma posição confortável. Não insista em
aplicar Reiki em quem não quer ou não lhe deu permissão para isto.
Émelhor pouco Reiki do que nenhum, mas sempre que possível, procure fazer uma sessão
completa. Mantenha sempre as mãos em concha, sem pressiona-las ou deixa-las pesadas sobre o
paciente, pois não é a força que faz fluir a energia, é a intenção amorosa. Inicie o tratamento pela
cabeça, sem a obrigatoriedade de tocar, podendo manter as mãos afastadas do corpo do paciente
uns dois ou três cen metros da pele.
Uma regra básica: aplique em áreas especificas e depois faça uma aplicação completa. Em
média uma aplicação por dia, sendo o ideal 6 – 10 sessões consecu vas.
Dependendo da enfermidade o tratamento pode se estender por meses, como no caso de câncer.
Não há tempo especifico para cada posição, em média 2 a 5 minutos são suficientes. Tente sen r o
fluxo energé co e usa sua intuição, mas não o relógio.
Evite ao máximo locais com luzes florescentes e afins para uma sessão de cura, prefira luzes de vela
ou incandescentes, pois essas permitem melhor circulação das energias destoantes liberadas. Evite
passar de 30 minutos de aplicação, depois deste tempo, crianças e idosos podem se sen r
desconfortáveis. Limpe o seu local de aplicação sempre que achar necessário. “Plante” um cho-ku-
rei em cada canto e abra as janelas e portas.
Deixe entrar muita luz solar, pois traz prana. Uma sugestão ao usar incensos: aplique Reiki na
caixinha ou pacote com as varetas, pois ao queima-los estará liberando a energia no
ambiente através da fumaça.
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Como começar a aplicação
Faça a meditação Gassho por pelo menos 1 minuto, sempre de acordo com a intuição. Mentalize
a intenção do início da aplicação do Reiki e peça “licença” para o Universo/Criador/Deus
mentalizando a vontade de usar a energia do Reiki para a cura, que toda energia seja direcionada
para as áreas necessitadas de acordo com o merecimento do receptor e peça proteção espiritual.
Mentalize a energia do Reiki descendo e entrando pelo chakra coronário (alto da cabeça). Trace o
cho-ku-rei na sua frente de forma a abranger os seus sete chakras e diga o mantra três vezes
(cho-ku-rei, cho-ku-rei, cho-ku-rei ) Em seguida trace o cho-ku-rei em uma das mãos e entoe o
mantra novamente três vezes, repita o mesmo procedimento com a outra mão.
Peça licença para o receptor para iniciar a aplicação de Reiki. Agora imagine a energia que
entra pela cabeça descendo até o coração, subindo para os braços, indo para as mãos e saindo
em direção a área canalizada.
Essa sequência serve tanto para a aplicação para outros seres e objetos quanto para a
auto aplicação.
Agora é só se posicionar perante a pessoa para iniciar a aplicação e seguir a sequência de
imposição de mãos descrita no final desta apos la. O mesmo serve para a auto aplicação.
Ao finalizar a aplicação ou auto aplicação finalize o trabalho voltando se novamente para a
meditação Gassho e agradecendo ao Universo/Criador/Deus pela energia, pela proteção e declare
o trabalho finalizado. Com isso o canal será fechado, para novas aplicações deve-se refazer todo o
processo de abertura novamente.
Energização dos chakras
> Para energizar/ativar o sétimo chakra com um cristal de quartzo, sugerimos o
seguinte exercício de meditação: Prepare o ambiente com incenso e música suave. Escolha a
posição mais confortável para seu corpo, de preferência sentado numa cadeira de espaldar reto.
Concentre-se pra cando um relaxamento que se inicia pelos pés, subindo lentamente até a
cabeça, e mentalize luz branca em volta de todo o seu corpo, para proteção.
Segure com a mão direita um cristal de quartzo gerador ligeiramente inclinado, com a ponta
direcionada a seu chakra coronário, mantendo uma distância de 10 a 12 cen metros. Feche os
olhos e mentalize um raio de luz branca saindo pela ponta do cristal e penetrando em seu
corpo através do chakra coronário, abrindo-o e energizando-o.
Mantenha o cristal em constante movimento giratório, no sen do horário, por três a cinco minutos.
Depois, baixe seu braço direito e, mantendo o cristal em suas mãos e os olhos fechados, perceba
quaisquer sensações, luzes, cores, imagens ou intuições. Terminada a meditação, é bom anotar as
sensações para comparação com experiências futuras. Não se frustre se não houver nenhuma
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sensação nas primeiras experiências. Tudo vem com a prá ca e a regularidade, como em qualquer
trabalho espiritual.
Pedras: Apofilita Incolor, Ame sta, Ametrino, Calcita Dente de Cão, Alexandrita, Calcita Ó ca,
Charoita Calcita Dourada Moldavita, Cristal de Quartzo Fluorita Heliodoro, Danburita Halita Violeta
Pirita, Diamante Iolita, Diamante Herkimer Lepidolita, Dolomita Sugilita, Escolecita Tanzanita,
Fenacita, Goshenita, Selenita (Gipsita), Topázio Incolor e Ulexita.
> Para energizar/ativar o sexto chakra, proceda da mesma forma que na meditação
anterior, apontando o cristal ligeiramente inclinado na direção deste centro de energia. Lembre-se
de visualizar a parte posterior do chakra também vibrando com esta luz. O sé mo e o sexto
chakras devem ser trabalhados sempre em conjunto, começando-se pelo sé mo. Algumas das
pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita.
Pedras: Apa ta Azul, Azurita, Calcan ta, Cianita Halita Azul Indicolita (Turmalina Azul),
Labradorita Lápis Lazuli, Papagoita, Safira Azul, Sodalita E Vivianita.
> Para energizar/ativar o quinto chakra, proceda exatamente como nos dois
primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao
chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo
sempre em sen do horário e de visualizar sua parte posterior.
Pedras: Ágata Azul Rendada Crisocola, Água Marinha Euclásio, Ajoita Hemimorfita, Albita
Larimar, Amazonita Quartzo Azul, Angelita Sha uckita, Calcan ta Sílica Gema, Calcita Azul Topázio
Azul e Celes ta Turquesa.
> Para energizar/ativar o quarto chkra, proceda como das vezes anteriores, mantendo
o cristal paralelo ao chão, na posição horizontal, com a ponta direcionada ao quarto chakra, e
visualize também um raio de luz branca saindo de dentro deste seu centro de energia,
encontrando-se e unindo-se ao feixe de luz que sai pela ponta do cristal.
O chakra cardíaco é especialmente importante por ser o ponto central de nosso corpo,
separando (e unindo) os chakras superiores (quinto, sexto e sé mo), que regem a espiritualidade,
dos inferiores (primeiro, segundo e terceiro), que regem o sico.
Pedras: Verde Rosa Verde e rosa Translúcida, Ágata Musgo Calcita Rosa Jade do Transvaal
Opala, Apa ta Verde Cobaltocalcita (Afrodite) Turmalina Melancia Pedra da Lua, Aventurina
(Quartzo Verde) Halita Rosa, Apofilita Verde Kunzita, Brasilianita Morganita, Calcita Verde
Quartzo Rosa, Crisoberilo Rodocrosita, Crisoprásio Rubelita (Turmalina Rosa), Diopsídio
Smithsonita Rosa, Dioptásio, Esmeralda, Hiddenita, Jade (Jadeíta e Nefrita), Malaquita, Peridoto,
Serpen na, Smithsonita Verde, Uvarovita, Variscita, Verdelita (Turmalina Verde) e Vesuvianita.
> Para energizar/ativar o terceiro chakra, são feitas da mesma maneira que as
anteriores, ficando o cristal na posição horizontal.
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Pedras: Adamita, Âmbar, Apa ta, Amarela, Calcita Amarela, Citrino Natural, Enxofre Pedra do
Sol, Piromorfita, Tempest Stone e Topázio Imperial.
> Para energizar/ativar o segundo chakra, siga o mesmo processo de energização e
a vação dos chakras anteriores, posicionando o cristal inclinado levemente com a ponta
direcionada ao segundo chakra. Ao visualizar a luz branca entrando em seu corpo através do
chakra sexual, faça com que ela se espalhe em círculos concêntricos por toda a região abdominal.
Pedras: Andaluzita, Calcita Laranja, Coral Cornalina, Crocoita, Opala de Fogo,
Orpimento, Vanadinita e Wulfenita.
> Para energizar/ativar o primeiro chakra, proceda como nas meditações
anteriores, mantendo o cristal ligeiramente inclinado com a ponta direcionada ao chakra
básico. Importante: não gire o cristal, mantenha-o imóvel enquanto apontado para este
centro energé co.
Pedras: Bixbita, Ágata de Botswana, Crisântemo, Calcita Vermelha, Boji Stone, Obsidiana,
Cinábrio, Galena, Ônix, Cuprita Howlita Turmalina Preta, Espinélio Jaspe Paisagem, Granada Jaspe
Pele de Leopardo, Hema ta Lingam, Heliotrópio (Bloodstone) Madeira Petrificada, Jaspe Vermelho
Magnesita, Quartzo Vermelho Magne ta, Realgar, Quartzo Enfumaçado (Fumê), Rodonita Quartzo
Olho de Falcão, Rubi Quartzo Olho de Tigre, Ru lo Quartzo Ru lado, Thulita Quartzo Turmalinado,
Zincita Unakita e Zircão.
Os exercícios de meditação para a vação e energização dos chakras devem ser pra cados com
regularidade, até que você consiga sen r reações nas áreas correspondentes aos chakras. É
importante anotar o que acontece durante e após os exercícios e tentar reconhecer sua influência no
co diano. Não espere nem procure resultados imediatos. Como em todas as coisas na vida, só com a
prá ca e a regularidade nos exercícios é que se chega a reconhecer os resultados.
TÉCNICAS ENSINADAS POR MIKAO USUI
KOKI-HO
Koki significa “soprar” e Ho significa “técnica”. A pronúncia correta é “coquirrô”. Ensinada no
Shoden, porém, no Shimpiden ela recebe mais algumas ferramentas. Esta técnica u liza-se
preferencialmente do ar fresco e da respiração em conjunto com o símbolo Cho ku Rei. Seu efeito é
refrigerante, calmante, funciona como um poderoso recurso de dispersão.
Uma camada fluídica nociva sempre fica agregada nas áreas problemá cas do corpo. Sua re rada
facilita a ação das energias benéficas transmi das pelo reikiano. Recomenda-se Koki-Ho em casos
de dores em geral.
 Inspire o ar fresco pelo nariz. Pelas narinas filtramos, aquecemos e umidificamos o ar. Os
nadis de absorção de Prana, estão conectados às narinas;
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 Imagine o ar inspirado entrando pelo Chacra Coronário descendo para o abdômen até o
Tanden (três dedos abaixo do umbigo). Prenda a respiração e no céu da boca, desenhe o
símbolo Cho Ku Rei ou qualquer outro símbolo que sua intuição indicar que seja necessário
à aplicação, mentalizando o mantra três vezes e
 Com os lábios posicionados como se es vesse assobiando, assopre com rapidez e vigor
sobre a parte que deseja atuar, como se fosse para apagar uma vela à distância, imaginando
que o símbolo está sendo expirado no local tratado.
Repita o processo quantas vezes achar necessário, lembre-se sempre que essa técnica é poderosa.
Pode ocorrer o aquecimento da respiração, a exemplo do que ocorre com as mãos.
O mo vo de imaginarmos o ar penetrando pelo Chacra Coronário é que temos um “cordão
espiritual” que nos liga ao “Eu Superior”. Conhecido como “pilar de luz” na Cabala e como
“antakarana” em sânscrito, que quer dizer “ponte espiritual de luz”, por onde penetra a Energia
Universal u lizada no Reiki. Essa energia sofre o adensamento no Chacra Cardíaco, o que
permite sua u lização em tratamentos.
A técnica Koki-Ho deve ser executada a uma distância entre 30cm e 1m do receptor, podemos
reduzir a distância em regiões mais acessíveis como os olhos, cabeça, dedos e braços, por exemplo.
Neste caso as expirações devem ser mais curtas e sucessivas, como se es véssemos limpando a
lente de um óculos.
A técnica Koki-Ho é recomendada, com grande eficácia, em receptores que tenham alguma
manifestação mediúnica durante a sessão de Reiki, e demorem a sair do estado de torpor em que
muitos ficam após tal ocorrência. Nestes casos, devemos levantar os braços, afastar ligeiramente as
pernas e “ves r” o ideograma central (Koo) do símbolo Dai Koo Myo, que significa Hikari ou Luz.
Visualizamos os ideogramas do Sol e da Lua (Myo), cada um sob nossos pés e o ideograma superior
(Dai) sobre nossa cabeça.
Neste momento. Inspiramos e retemos o ar rapidamente nos pulmões. O sopro é direcionado,
com bastante vivacidade, ao Chacra Frontal do receptor, entre os olhos, ou a um dos ouvidos,
onde há um chacra que leva à glândula pineal (espiritual), devemos tomar cuidado para que o
receptor não venha a desequilibrar-se e cair.
Com a técnica Koki-Ho re ramos provisoriamente o obsessor, porém é necessário que tanto
obsessor como o obsediado sejam doutrinados. A técnica Koki-Ho pode ser u lizada à distância, em
fotografias, após traçar o símbolo Hon Sha Ze Sho Nen. Neste caso tratamos o corpo todo com um
só sopro.
Não é recomendável u lizar essa técnica em pessoas portadoras de tuberculose avançada. O
cliente poderá não suportar a crise de catarse inicial.
39
JAKI-KIRI-JHOKA-HO
Jaki significa “energia nega va do corpo”, Kiri significa “cortar”, Jhoka significa “limpeza” e Ho
significa “técnica”. A pronúncia correta é “diáquiquílidiôcarrô”. Ensinada no Shoden mas, assim
como a anterior, as possibilidades d atuação são ampliadas no Shimpiden. É usada para re rar
a energia nega va ou miasmas, cortar ondas nega vas fixadas à muito tempo, purificar ou
harmonizar algo.
 Faça uma meditação Gassho por alguns momentos, seguida de uma oração Reiji-Ho;
 Pegue o objeto que irá tratar, purificar. Se for pequeno coloque-o em uma das palmas das
mãos. Se for grande fique de pé à sua frente e
 Faça uma respiração profunda, concentre a energia no ponto Tanden e, enquanto segura
a respiração, dê três golpes sobre o objeto de dentro para fora com movimentos rápidos,
numa distância de 2 a 5cm acima do objeto. Só então solte o ar. O 3º golpe deve terminar
em cima do objeto.
Após isso energize-o aplicando Reiki, usando o símbolo Cho Ku Rei. Deste modo você estará
neutralizando a energia nega va e subs tuindo-a pela energia Reiki. Esta técnica pode ser u lizada
com objetos bem grandes como casas, bastando usar os símbolos Dai-Koo-Myo e Hon Sha Ze Sho
Nen e imaginar que você está fazendo os cortes acima do objeto.
Em seguida é preciso energizar o objeto com o Reiki à distância usando a técnica da redução.
De acordo com Sensei Aoki, se você não prende a respiração ao longo dos 3 “cortes”, corre o rico
de contaminar-se com a energia nega va que está transmutando.
Técnicas extras
BYOSEN-REIKAN-HO
Byo significa “enfermidade ou doença”, Sen significa “linha desenhada, Reikan significa “sensação”
e Ho significa “técnica”. A pronúncia correta é “biozenreicanrrô”. Ensinada no Shoden. Poderia ser
traduzida como “sen r a linha da doença” ou se quiser u lizar uma linguagem mais moderna,
“escaneamento”.
1 - Baseia-se na intenção para detectar as áreas em que o receptor esteja precisando de energia
Reiki. Coloque a mão não-dominante a uma distância de uns 30cm do chakra coronário do
receptor, transferindo sua consciência para a sua mão, em seguida, aproxime-se até cerca de 8 a
10cm da pele, região onde a aura é mais densa (comparada às camadas mais su s);
2 - Movimente a mão, lentamente, corpo abaixo, em direção aos pés. Procure manter uma
distância da pele do receptor de 5 a 30cm, percebendo a energia do mesmo, além de seu corpo.
Mantenha um estado mais recep vel possível para as impressões que você possa captar. Em todo o
percurso, sinta as mudanças, perceba os bloqueios. Uma vez determinado onde se encontravam, as
“variações” ou “mudanças e diferenças” registradas pela sensibilidade da mão, você terá
indicadores para direcionar com mais intensidade sua atenção. Havendo alguma mudança, é nessa
área que a pessoa estará precisando de mais energia;
40
Apostila reiki-1-v.2018-16.04
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Apostila reiki-1-v.2018-16.04

  • 1.
  • 2. INDICE Introdução 3 Mensagem 4 O Que é o Reiki? 5 A história do Reiki 6 A história do Dr Mikao Usui 7 A descendência do Reiki 9 Par cularidades do Reiki 12 Princípios do Reiki 12 Níveis do Reiki 15 Iniciação ou sintonização no Reiki 16 Os 21 dias de processo 17 Quem pode ser Reikiano? 18 Os três pilares do Reiki 19 Os chakras 21 Chakras secundários 30 Campo áurico 30 Glândulas do corpo su l 31 Os símbolos do Reiki 33 Sugestão de aplicação 35 Energização dos chakras 36 Técnicas Ensinadas por Mikao Usui 38 Técnicas extras 41 Sequência de imposição de mãos 44 Agradecimentos 46 Conclusão 46
  • 3. Introdução Reiki Nível I – Shoden. O Reiki é uma técnica terapêu ca que pode ser aplicada tanto para cuidar a vamente de si mesmo e para tratar outras pessoas. Os efeitos da energia Reiki: Equilibra as energias do corpo; Equilibra os órgãos e glândulas e suas funções corporais; Relaxa e reduz o stress; Potencializa a energia vital; Fortalece o sistema imunológico; Alivia a dor; Libera as toxinas; Libera bloqueios e emoções reprimidas; Amplia a consciência pessoal e facilita os estados medita vos; Trata holis camente; Promove o potencial de recuperação natural da saúde, etc... A energia Reiki é: Energia divina de amor compassivo e incondicional; Uma arte de terapia simples, segura e universal; Uma revitalização e harmonização do corpo e da mente; Uma maneira fácil de toque com as mãos; Uma experiência de transformação única; Uma chave que conduz à luz; Uma energia amorosa e inteligente; A vação de energia Vital; Independentemente de qualquer religião e compa vel com qualquer Outro tratamento. O Reiki não é: Uma religião, filosofia ou credo; Massagem; Imposição de mão (usa da imposição, mas não é imposição) Um dogma ou uma doutrina; Um passe espiritual ou magné co; Magia; Uma terapia verbal; Poder mental; Ponto de compressão; Fenomenologia; Mediunidade e etc... 3
  • 4. Técnica Holística O que seria então uma técnica de cura holís ca? Qualquer técnica que “vê” o ser humano como um todo, não panas um corpo sico, mas também todas as partes energé cas mais su s que o compõe. Tratar as doenças com técnicas holís cas leva em consideração não só as causas biológicas, como também os aspectos emocionais, mentais, espirituais, etc. Um exemplo: uma pessoa está doente e realiza uma consulta médica. O médico tratará com os meios que dispõe - remédios, cirurgia, radioterapia e tantos outros que visam apenas o nível biológico, ou seja, vendo apenas uma parte do todo da pessoa. Já o terapeuta holís co irá se atentar não só apenas para o corpo biológico que é onde se está a soma zação, além disso irá se preocupar com o que a pessoa come, pensa, faz e sente, e ainda com o meio em que vive e sua visão perante a vida. Um Terapeuta Reiki jamais fará um tratamento apenas na região afetada pela enfermidade, pois as verdadeiras causas podem estar muito mais profundas, até mesmo em outros planos da realidade. Se alguém está com dor de cabeça, ele não vai aplicar Reiki apenas nessa região, mas sim fazer uma sessão completa, pois está visando o equilíbrio energé co por completo daquele ser. Uma pessoa equilibrada energe camente é seu próprio curador, não necessitando de agentes externos para conseguir este feito. Infelizmente essas pessoas são raras na atual sociedade de terceira dimensão, devido a uma série de fatores. Busquemos devolver o potencial de cura, compar lhando nossos conhecimentos a todos aqueles que demonstrarem verdadeiro interesse. “Explicar e difundir a verdade é a maior de todas as caridades” (Buda). Como somos parte inseparável do Todo, podemos, elevando nossa frequência vibratória, imergir na consciência do Todo. Neste estado holís co, teremos a capacidade do conjunto, não apenas do eu. Quanto maior for a sua facilidade de ficar nesse estado de consciência de ego, maior será sua evolução espiritual, e consequentemente, terá aumentada a sua capacidade como curador. Se você tem consciência que é o Todo, passará a respeitar infinitamente os outros seres, pois saberá que cada um também é parte de você (sejam seres animados ou inanimados, também é você). “O que está em cima, é como o que está em baixo” (Hermes Trimegisto). 4
  • 5. A Você! "Não poderia me furtar em tecer alguns comentários sobre o tema iniciação. Normalmente, quando as pessoas, em geral, buscam a sua iniciação, têm em mente que serão desvelados segredos guardados a sete chaves, o incrível irá ser revelado e o abstrato se tornará concreto Éimportante sempre lembrar, que no nosso dia-a-dia somos Mestres e Discípulos. Mestres, porque estamos de alguma forma proporcionando um caminho àqueles que não o viram, e Discípulos, pois neste planetoide, ninguém é sabedor de tudo: se o fosse, não estaria entre nós. Numa abordagem simples, iniciação pode ser interpretada como início para uma ação ou mesmo ação de início. toda perspec va, sob a minha ó ca, visa o auxílio momentâneo para o despertar interior, que sempre será o nosso mestre que, quem sabe, não sejamos nós mesmos. Infelizmente, a agitação dos dias atuais, onde as pessoas são formadas e forjadas para a compe ção, perdem-se, momentaneamente, oportunidades para o desenvolvimento e crescimento de todos. Valores ou premissas individuais tentam prevalecer sobre premissas cole vas, pois na quase totalidade das vezes, pelo menos no que já ve a oportunidade de conhecer, há o princípio de "obediência incondicional", onde a verdade rela va de alguns tem de ser aprendidas como verdades absolutas. O processo iniciatório vai além de conceitos próprios de filosofia, ciências, religião, artes, forma de ver o mundo sico ou astral. A iniciação transcende os valores que conhecemos, já que a perspec va é a de fazer, ou melhor, auxiliar no crescimento das pessoas como seres, para algo muito maior do que o rótulo de nossas convicções. Para a relação de Mestre e Discípulo, a princípio, não há necessidade de que pessoas sejam afins ao mesmo projeto de vida, pois a iniciação não é uma escolha e sim a catalisação de valores individuais, que já estão latentes nos indivíduos. Iniciação não é uma ins tuição e sim um processo individual, pois cada ser tem diferentes aspirações, vontades, determinações, carências, qualidade, etc... O aspecto religioso, por exemplo, é apenas um facilitador ou mesmo um dificultador. Devemos considerar que o neófito, quando da sua iniciação como o Reikiano, se estará recobrando aquilo que já lhe era intrínseco e apenas estará sendo despertado para algo que já exis a dentro de si." - Swami Paatra Shankara. Onde não posso curar Deixe-me ajudar Onde eu não posso ajudar Deixe-me aliviar Não contra a vontade divina Mas com a graça de Deus Nós doamos Reiki. 5
  • 6. O que é o Reiki? Reiki é uma técnica cura va milenar que é aplicada através da imposição das mãos. Reiki - uma palavra genérica japonesa, u lizada para descrever qualquer po de trabalho de cura que u liza a energia ou força vital. Não é o nome exclusivo do sistema Usui de cura natural, porém é comum chamá-lo assim no ocidente. Para entender Reiki, precisamos entender que todo o ser vivo é composto de vários níveis de energia. O equilíbrio e a harmonia dessa energia é que gera a vida e a saúde. Usui criou o seu sistema de cura natural, Reiki, preocupado em criar um sistema de harmonização e cura simples, por meio da imposição das mãos, que, sem exercícios complicados ou longos treinamentos, pudesse recuperar, harmonizar e es mular a cura dos seres vivos. A energia oriunda desse processo é composta de 2 partes, a saber: REI: Inteligência divina manifesta. Matriz de tudo o que é. Gerencia o fluxo da energia Ki em todos os seres, fazendo-os retornar aos moldes originais, quando necessário. Notem que todos os seres têm, originalmente, a matriz correta do fluxo da energia KI. Como temos livre arbítrio, o Universo permite que nos afastemos dessa harmonia, através de bloqueios oriundos de comportamentos, emoções e crenças danosas. Contudo, o mesmo universo dá a oportunidade de obter novamente esse equilíbrio que gera felicidade, saúde e prosperidade, por meio da mudança interior. A energia Reiki é uma potente catalizadora nesse processo. KI: Os japoneses chamam essa energia de KI, os chineses de CHI, Pitágoras de FOGO CENTRAL, Hipocrates de FOGO INTERIOR, Mesmer de MAGNETISMO, os Hindus de PRANA, Reich de ORGONIO, na an ga União sovié ca era chamada de ENERGIA BIOPLASMATICA, os judeus de NEFESH, os alquimistas de FLUIDO DA VIDA e tantas outras definições. É oriunda do sol, e pode ser captada pela radiação desse astro, por alimentos frescos in natura, pelo ar e em contato direto com uma pessoa harmonizadora (canalizador). Veja que a Ki que compõe a Reiki, não provem do terapeuta. Separamos as duas apenas para fins de explicação, pois a energia é uma só, com propriedades ímpares, ainda que seja o somatório de duas energias com propriedades definidas. 6
  • 7. A história do Reiki Os japoneses, como muitas culturas an gas, usavam a comunicação de boca a boca para passar a sua história e as prá cas de geração em geração. Infelizmente, isso levou uma grande quan dade de conhecimentos e sabedoria a ser diluída e perdida. Muitas pessoas envolvidas com o Reiki acreditam que as técnicas que usamos hoje para a cura foram u lizados pela primeira vez na Índia por Buddha e mais tarde por Jesus. Outros olham ainda mais para trás, para as civilizações de Mu e de Atlân da, para o nascimento e desenvolvimento do Reiki. Claro, sem prova escrita, podemos apenas especular como a humanidade aprendeu a explorar e desenvolver a força vital universal. O que podemos afirmar certamente é que ele foi redescoberto no final do século XIX pelo Dr. Mikao Usui. Até recentemente, além do túmulo do Dr. Mikao Usui, em Tóquio, tem havido pouca evidência material de sua vida e obra. A maioria dos escritos sobre a história do Reiki declaram que o Dr. Usui era um monge cristão que lecionava na Universidade Doshisha, em Kyoto. Um dia um aluno perguntou ao Dr. Usui se ele acreditava que os ensinamentos da Bíblia eram verdadeiros. Se poderia Jesus andar sobre a água e curar as pessoas pelo toque. Audaciosamente, ele ques onou se o próprio Dr. Usui poderia curar os doentes como Jesus. Usui nha que admi r que isto estava além de suas capacidades. Envergonhado por ser ques onado e incapaz de elaborar uma resposta, a história diz que o Dr. Usui renunciou imediatamente ao seu posto e começou uma busca pessoal para descobrir como ele poderia curar da forma que Jesus havia curado. A lenda se torna ainda mais duvidosa quando se conta como o Dr. Usui decidiu começar sua busca para os segredos da cura, como Jesus, na América - a saber, na Universidade de Chicago. O mestre William Rand tem sido capaz de refutar a lenda da busca por iluminação do Dr. Usui na América. A Universidade de Chicago não tem qualquer registro do Dr. Usui par cipando como um estudante. Além disso, não há registro algum do Dr. Usui cursando ou lecionando na Universidade de Doshisha. A obra de William Rand confirma o que muitas pessoas acreditam. A história da vida do Dr. Usui foi alterada e colorida para atender a sociedade ocidental. Logicamente, existem muitos furos na lenda. A história do Dr. Mikao Usui Mikao Usui nasceu em uma família que vinha pra cando Zen Budismo por onze gerações. Na juventude, Usui desenvolveu fascínio por todas as coisas ocidentais. No entanto, ele nunca viajou para fora do Japão. Depois de sair da escola, ele passou a estudar medicina alopá ca com vários 7
  • 8. médicos alopatas ocidentais formados nas Universidade de Yale e Harvard. Quando uma epidemia de cólera se espalhou por Tóquio, Usui foi a ngido pela doença. Durante sua hospitalização, como estava perto da morte, teve uma experiência espiritual. Isso inspirou Usui a estudar os an gos ensinamentos de seus antepassados. Ele se refugiou em um mosteiro Zen e começou a ler an gos sânscritos e sutras. Após muitos anos de estudo, Usui encontrou referências a uma an ga forma de cura. Estudos posteriores revelaram métodos, fórmulas e símbolos que detalharam exatamente como pra car e dominar esta arte de cura pelas mãos. No entanto, embora ele vesse o conhecimento técnico para pra car a cura, ele não nha a sabedoria para transformar os ensinamentos em realidade. Ele precisava da chave para ligar e a var o seu poder. Usui decidiu procurar a peça final do quebra- cabeça através da meditação. Saindo do mosteiro, Usui par u para o monte santo de Kurama. Quando chegou ao topo, ele pegou vinte e um cristais e colocou-os na frente de si mesmo. Ele sentou-se e começou a sua meditação. A cada dia ele jogou fora um cristal. Durante vinte e um dias ele orou, meditou, cantou e leu os sutras. No úl mo dia, enquanto rezava, pediu a Deus para lhe mostrar a luz. De repente, uma luz brilhante apareceu no céu e veio rapidamente em sua direção, a ngindo-o na testa, no Chakra Frontal. Usui ficou inconsciente, e neste estado alterado teve a visão dos mesmos símbolos que ele nha anteriormente encontrado nos sutras. Esta visão foi a confirmação de que Dr. Usui necessitava. Ele agora sabia que nha encontrado as chaves para a an ga forma de cura usada por Buda e Jesus. Quando Usui recuperou a consciência plena, ele desceu o monte. Em sua descida, ele a ngiu e cortou seu dedo do pé, e ins n vamente colocou a mão sobre a ferida e o sangramento e a dor pararam. Na chegada a uma vila próxima, ele parou para comer e descansar. Ele foi capaz, apesar de ter jejuado por 21 dias, de comer uma refeição saudável, sem ter qualquer dor de estômago. A garota que serviu a refeição a Usui estava em grande sofrimento devido a uma dor de dente. Usui perguntou se ele poderia colocar suas mãos sobre o rosto inchado, ela concordou, e ele foi capaz de aliviar o inchaço e a dor. Descansado, Usui voltou ao mosteiro. Na chegada, ele encontrou um amigo, o abade na cama sofrendo com artrite severa. Mais uma vez, Usui foi capaz de aliviar a dor e o sofrimento. Usui chamou esta dádiva de Deus de Reiki, a palavra japonesa para força vital universal. Essas experiências se tornaram conhecidas como os quatro milagres. Tendo demonstrado seu conhecimento e sua nova capacidade de curar, o abade aconselhou Usui a aproveitar este presente especial nas favelas de Kyoto para curar os mendigos. Ele lembrou-se de que não é suficiente curar o corpo; é de igual importância curar também o espírito e a mente. Esta lição foi trazida a sua casa abruptamente sete anos mais tarde. Depois de ter passado o tempo aplicando o Reiki nos mendigos das favelas de Kyoto para levá-los a trabalhar, ele os encontrou voltando à vida an ga com a desculpa de que era mais fácil mendigar. 8
  • 9. Usui nha esquecido uma doutrina básica. Mor ficado, ele se re rou para meditar mais uma vez. Desta vez, ele foi iluminado com os cinco princípios de Reiki. O resto da vida de Usui foi gasto em cura, ensinamentos e desenvolvimento do método Shiki Ryoho de cura. Em Abril de 1922 Usui abriu então a escola Usui Reiki RyohoGakkai, em Tókio. Essa escola existe até os dias de hoje. Usui teve diversos alunos e entre eles um oficial da Marinha chamado ChujiroHayashi, que iniciou a Mestra HawoyoTakata, a qual é responsável por difundir a técnica no ocidente Usui nha dezenove principais alunos que eram todos ocidentais alopá cos ou japoneses tradicionais em sua prá ca. Ele sabia que teria que desenvolver um método que poderia ser compreendido e aceito por qualquer religião ou cultura. O Reiki foi formado por Usui de forma a não ter nenhum dogma ou crenças religiosas ligadas a ele. Isso tornou o Reiki universal. Tenno, o Imperador do Japão, homenageou o trabalho de Usui concedendo-lhe um doutorado. Na época de sua morte, em 1930, o Dr. Mikao Usui havia iniciado todos os seus dezenove alunos ao nível de mestre/professor de Reiki. O Dr. Chujiro Hayashi foi escolhido como o próximo grão- mestre. É importante notar que o Dr. Usui ensinou todos os três graus em conjunto. O Dr. Usui foi cremado e suas cinzas colocadas em um monastério Zen, em Tóquio. A DESCENDÊNCIA DO REIKI Após a morte do Dr. Usui, Hayashi assumiu o papel de grão-mestre. Ele foi responsável pelo treinamento de mais dezesseis mestres de Reiki e criação de uma fórmula definida para o treinamento. Chujiro Hayashi nasceu em uma família japonesa de classe alta, e era um médico qualificado e comandante aposentado da Marinha. Ele montou uma clínica perto do palácio dos imperadores em Tóquio chamada Shina No Macha. A cada dia, seus estudantes realizaram sessões de cura na clínica, ou visitaram as pessoas em suas casas quando elas eram incapazes de se locomover. Como médico, Mestre Hayashi desenvolveu sua própria técnica de trabalho com o Reiki, u lizando seus conhecimentos da medicina japonesa para iden ficar 18 regiões do corpo sico, consideradas muito importantes para a saúde de todo o Ser. Surgia uma nova maneira de uso e de aplicação da Energia Reiki, tão importante quanto o Reiki de Mikao Usui: as 18 posições do Reiki. Mestre Hayashi não apenas acrescentou ao Reiki as 18 posições, como também facilitou a aprendizagem, pois ele sabia que nem todos vinham prontos para sen r a Energia Reiki nas mãos ou para usar a intuição durante a transmissão da energia. 9
  • 10.
  • 11. viajar imediatamente ao Japão. Na chegada ao Japão, ela se reuniu com o Dr. Hayashi e ele explicou sua decisão de deixar este mundo. Eles passaram muitos dias planejando o futuro. Quando Hayashi estava sa sfeito de que ele nha salvaguardado o futuro do Reiki, ele reuniu todos os seus alunos e amigos. Nesse ponto, ele declarou a senhora Takata sua sucessora e terceiro grão- mestre de Reiki. Ves do em traje tradicional japonês, deitou-se e permi u que seu espírito deixasse seu corpo. A senhora Takata, na posição de grão-mestre, retornou ao Havaí para con nuar seus ensinamentos e curas. Este é o ponto no qual a história do Reiki foi alterado e passou a retratar o Dr. Mikao Usui como um cristão. A senhora Takata percebeu que o povo americano e o mundo ocidental em geral teria certa intolerância com os japoneses. Então, logo após a guerra, seria impossível promover um método de cura com as suas raízes firmes no budismo e no Japão. A senhora Takata treinou outros vinte e dois mestres de Reiki antes de sua morte, em dezembro de 1980. Havia dois grão-mestres instaurados para con nuar o trabalho de Takata. Phyllis Lei Furumoto, a neta da senhora Takata, e o Dr. Barbara Weber. Esta parceria foi man da por apenas um ano, até que, por razões pessoais, eles con nuaram o trabalho separadamente. A Reiki Alliance (Aliança Reiki, em português) foi formada por Phyllis Lei Furumoto, enquanto o Dr. Weber formava a A.I.R.A., The American Internacional Reiki Associa on (Associação Americana Internacional de Reiki, em português). Infelizmente, muitas coisas especiais neste mundo têm sido tomadas pelo ego humano. Existem hoje várias associações diferentes em todo o mundo lutando entre si. Cada qual alega ter a maneira única e correta de ensinar Reiki Há até mesmo um sistema de Reiki sendo ensinado em onze graus. Os úl mos rumores de um aplica vo para Reiki com direitos autorais parecem mostrar o quão longe este dom maravilhoso de Deus pode ser maculado. Há apenas um Reiki. Ninguém tem o direito de reivindicá-lo como próprio, ele pertence à humanidade e ao universo. O nosso único desejo para o futuro do Reiki é que, em vez de lutar e brigar, todos os envolvidos com o Reiki possam novamente se reunir no verdadeiro espírito de cura. Vamos compar lhar nossas experiências e habilidades para que o Reiki possa ser aceito universalmente como um tratamento natural para o corpo, mente e espírito. Precisamos trabalhar juntos para promover esta causa. É vital no nosso mundo cada vez mais duro e violento que mudemos toda a psique da humanidade. Juntos, podemos trazer este dom de cura para o mundo. Precisamos da prá ca e u lização do Reiki em todos os hospitais e clínicas em todo o mundo. Vamos espalhar a palavra de forma posi va. Vamos fazer a diferença. Vamos deixar o Dr. Usui, o Dr. Hayashi e a senhora Takata orgulhosos. Vamos honrar seus trabalhos e suas memórias. Vamos viver e interiorizar os princípios de Reiki. 11
  • 12. Particularidades da energia Reiki A energia da Reiki é apolar, ou seja, nem posi va nem nega va, podendo assumir a polaridade que o receptor precisa. Além disto, ela é de alta frequência, sendo que, literalmente, desfaz os bloqueios energé cos que impedem a livre circulação de energia no corpo (geralmente a causa de doenças). A energia canalizada não é do terapeuta Reiki, sendo que este não ficará exaurido mesmo após várias sessões de cura. Por incrível que pareça, o Reikiano também é beneficiado pela energia quando trata outras pessoas, pois a Reiki passa por ele para chegar ao paciente. Isso é conseguido apenas se a técnica for usada corretamente, ou seja, não tentando controlar o processo de cura e deixando com que a energia universal flua livremente e seja encaminhada para as áreas necessitadas de acordo com o merecimento do receptor. Casos de reações adversas são raros, pois a Reiki não causa mal. O que pode acontecer é uma fase de adaptação ao novo estado, onde o organismo estará se reequilibrando, se reorganizando energe camente em virtude da remoção dos bloqueios, mas isso geralmente dura pouco. Outras pessoas inibem a cura quando mantém padrões de vida desequilibrados, mesmo com a nova “visão” proporcionada pela energia Reiki. Ou seja, as famosas catarses, que são limpezas propulsoras de mudanças de hábitos e padrões. A Reiki não faz e nem fará parte de alguma religião. Qualquer pessoa, independente de credo pode pra ca-la sem qualquer restrição. Crianças e idosos podem ser excelentes curadores com essa técnica, pois ela depende mais do amor incondicional que oferece o terapeuta do que conhecimentos teóricos acumulados. Princípios do Reiki Só por hoje: O significado do "Aqui e Agora" Com isto se quer assinalar a importância do presente. Só Aqui e Agora é que uma pessoa pode ser realmente feliz, amar, descobrir-se a si mesmo, sen r a vida, desenvolver seus talentos e atuar em proveito de todos. Quem coloca sua maior atenção no passado ou no futuro para superar os desafios co dianos da vida, terá menos êxito e não aprenderá tanto como quem tenha sua consciência no presente. No "Aqui e Agora" se encontra a chave do portal que está fechado e que separa o mundo material do reino de Amor e de Luz. Uma das mensagens fundamentais do caminho mís co do Reiki é o seguinte: "Permanece com tua consciência no Aqui e Agora. Somente assim alcançará a Grande Luz! Só assim poderá conduzir sua vida para melhor e de forma espiritualmente mais adequada" 12
  • 13. 1 - Só por hoje, não sinta raiva: Este princípio se ocupa do poder da agressão, quer dizer, a energia vital que também se encontra no chakra raiz. Esta frase pode nos dar a chave para uma grandiosa fonte de energia. A raiva é a maneira que a energia agressiva se manifesta quando entra em "curto", quer dizer, quando se encontra separada de uma ação constru va. Quem se sente com raiva, deverá explorar rapidamente as causas deste sen mento e aclarar o mo vo. Deve refle r de que modo pode transformar esta força em ações e pôr as mãos à obra! A inves gação das causas reais da raiva é reves da de enorme significado para este profundo processo de cura espiritual. Quem sente raiva por outra pessoa, não deveria descansar até ter entendido o que o remeteu aos seus próprios medos e o que o outro está lhe mostrando que é desagradável em si mesmo. O que você teme realmente? Por que o medo está sempre unido à raiva? Que partes, talvez reprimidas e não queridas de sua personalidade ascendeu com mais força à sua consciência através desta vivência? 2 - Só por hoje, não se preocupe Com respeito as preocupações, deve-se preceder de certo modo, de maneira semelhante ao que foi dito em relação à raiva. As preocupações evidenciam que em geral que uma parte do nosso subconsciente acredita perder o controle sobre coisas essenciais necessárias a sobrevivência, ou para a conservação de recursos importantes. Em outras palavras, nosso subconsciente crê que algo muito perigoso, doloroso ou de algum modo incômodo acontecerá e não sabe o que fazer. Podemos solucionar este problema se sabermos exatamente o que é que tememos. Na maioria das vezes, o mo vo do medo se mostra oculto à Luz da consciência e pode ser superado com um pouco de esforço. Este princípio tem relação com o poder do medo que na verdade é somente um guardião, mas que algumas pessoas o transformam em o e senhor de suas vidas. Os medos nos dizem: Pare onde está, não se mexa! O Reiki nos diz: Reconhece a tua força, levanta e siga o seu próprio caminho! Devemos dar um bom exemplo aos demais e ajudá-los a encontrar seu próprio caminho. O trabalho com este princípio cura importantes áreas do segundo e terceiro chakras. 3 - Só por hoje, seja grato A gra dão significa um reconhecimento das bênçãos divinas que obtemos através de tudo o que recebemos, independentemente do quão grande ou pequeno seja. Pra car a gra dão significa nos conectarmos com a rede da vida e sustentados por ela, conseguirmos a força da confiança básica e plena no Todo. 13
  • 14. Quando somos gratos, reconhecemos a grandeza da Força Criadora e com ela ao mesmo tempo, o Poder da Centelha Divina que habita em nós e nos outros, e que permite que o coração bata e que o espirito e o corpo possam viver. Através da consciência da presença do Divino que cresce com a gra dão pra cada, desaparecem os sen mentos de estarmos sós e abandonados em nós mesmos vendo a vida como inimiga. A gra dão nos faz ter êxito! Com frequência ignoramos a força da mão criadora porque ficamos presos de forma rígida à ideia de uma determinada forma de felicidade e realização padronizada pela sociedade/cultura. A gra dão desperta os sen mentos para Ações Divinas. Este princípio nos ajuda a não cairmos no isolamento. Somente aquele que é consciente da união de todos os viventes pode realmente perceber o Divino em tudo. Independentemente de quem somos, de onde viemos e de como nos sen mos neste momento, façamos um chamado a Graça da Força Criadora, apliquemos o que sabemos e comecemos a mudar a nossa realidade. Aceitemos tudo o que recebemos. Se aceitarmos de coração, compreenderemos que sempre vem a nós o necessário e no momento ímpar. 4 - Só por hoje, faça suas obrigações Trabalhar árduo sobre si mesmo ajuda a superar resistências e a conhecer as próprias forças. Sob o ponto de vista real, uma missão espiritual só poderá se solidificar de fato à par r de um trabalho bastante duro. O trabalho no sen do espiritual é fundamentalmente em primeiro lugar, um trabalho consigo mesmo. Somente quem realiza isto de maneira correta e incansável pode comprometer-se cada vez mais com seu Eu Divino. Este trabalho não é nenhum serviço imposto por alguém. É necessário porque de outro modo, os velhos e já aceitos padrões de comportamento de medo, ódio, separação, ques onamentos sobre nós mesmos, inconsciência, autoengano e irresponsabilidade, tomam novamente o controle sobre o rumo de nossas vidas e destroem todo o sucesso cura vo que alcançaríamos com esforço baseado em amor, atenção, expansão da consciência e a ação plena de entrega e de sen do. Fazer suas obrigações, significa realizar um sério esforço para percorrer o caminho até Deus: Aqui e Agora, não somente duas horas, duas vezes por semana em um curso de meditação. Somente com a constância é que se pode resolver e harmonizar de forma duradoura, os bloqueios que impedem as pessoas de se religarem com o Divino que é o verdadeiro significado da palavra religião = religare. A espiritualidade somente tem sen do quando pra cada na vida co diana, enriquecendo a vida de todos. Se não nos comprometemos seriamente com nosso trabalho, se não trabalhamos duro conosco mesmos e não ocupamos nosso lugar tão bem como deveríamos, não poderemos encontrar a nós mesmos durante nossa jornada, nem andar nosso próprio caminho. 14
  • 15. Seguindo este princípio, logo poderemos soltar as rédeas de nossos talentos e desenvolver nossos pontos fortes e todos também aproveitarão algo disto. 5 – Só por hoje, Seja gentil com todos os seres O desafio de pra car o Amor Incondicional e ser afetuoso com todos os seres (humanos e não humanos) é talvez o mais di cil de todos os desafios. Por que? Porque o Amor autên co, espiritual, deseja o melhor para todos e não somente uma adaptação simpá ca superficial de conduta. Ser afetuoso com todos os seres pode significar um sorriso ou um abraço no momento adequado, uma palavra de alento ou uma ação realizada com a cabeça e o coração. Da mesma maneira, o amor pode ser também a consequência, a claridade e a força com que alguém segura uma pessoa que quer correr às cegas para a ruína até que esteja novamente em equilíbrio e possa tomar com calma, uma autên ca decisão para prosseguir seu caminho. Este princípio de vida nos leva a reconhecer e honrar o divino em todos. Se aprendermos a perceber em todos a Força Criadora e a despertar sua obra, não estaremos adormecidos para perceber o momento de nos reconhecermos em outros espelhos, isto é, naquele que acende em nós a chama da vida. Em úl ma instância, estamos todos juntos navegando no mesmo barco e de mãos dadas. Devemos compreender esta expressão cada vez melhor e mais profundamente. Níveis do Reiki O aprendizado de Reiki é feito em quatro níveis, sendo que é realizada uma sintonização específica para cada um deles. Sistema Tradicional Usui Reiki I: Os canais de energia são abertos e o iniciado aprende as posições básicas do tratamento no corpo sico, permi ndo-o a aplicar a energia Reiki em si e nos outros. Recebe o primeiro símbolo (em algumas escolas este símbolo só é ensinado no nível II quando se trata de apenas iniciação no Sistema Tradicional Usui). No nosso caso a iniciação é nos dois Sistemas ao mesmo tempo, então você receberá o primeiro símbolo já neste nível. Reiki II: Éo momento em que o discípulo aprende outros dois símbolos de cura, sendo o símbolo de cura emocional e outro possibilitator de envio de Reiki a distância e para a cura do mental. Podendo trabalhar independente da distância ou do tempo. Reiki III-A: Éo primeiro nível do mestrado, no qual o discípulo pode ingressar após aprender e pra car extensivamente os ensinamentos recebidos nos níveis anteriores. O quarto símbolo é para o tratamento do corpo espiritual e envio em massa para mul dões. Você se torna um mestre curador e instrutor podendo iniciar pessoas no Sistema Tradicional Usui de Reiki. 15
  • 16. Sistema Tibetano Reiki III-B: Éo segundo nível do mestrado, no qual o discípulo estará apto a iniciar pessoas no Sistema betano de Reiki, uma modalidade adicional do Reiki. A diferença dos dois é a autorização ou não para fazer a sintonização nos diferentes Sistemas de Reiki. Em cada nível do Reiki recebe-se símbolos através de sintonização específica, podendo após, trabalhar com o aspecto da energia Reiki que ele representa. Iniciação ou sintonização no Reiki A Iniciação do Primeiro Grau do Reiki trabalha com a preparação do corpo sico para a recepção da Energia Vital, agindo nos três chakras mais su s e espirituais e no chakra cardíaco. Essa Iniciação, também conhecida como Sintonização, é realizada em quatro etapas e conduzidas por um Mestre Reiki, como a seguir: Primeira Iniciação Harmoniza o coração e o mo e o chakra cardíaco no nível etérico. Segunda Iniciação Afeta a glândula reoide e chakra laríngeo no nível etérico. Terceira Iniciação Afeta ambos da Segunda Iniciação, mais a glândula pituitária (consciência superior e intuição) e o hipotálamo (temperatura e humor corporal). Quarta Iniciação A va o chakra coronário e a glândula pineal (elo de ligação com a consciência espiritual). Sem as iniciações, qualquer pessoa poderia doar energia, mas estaria doando a sua própria energia, podendo chegar à debilitação orgânica e espiritual, pois estaria também exposta às energias perturbadoras ou nega vas, provenientes do receptor. Iniciada a pessoa, a Energia Vital passa pelo indivíduo (canal Reikiano) direto para o receptor. Não há retorno de energias do receptor ao doador e este se Supre da Energia Vital. As Sintonizações Antes de qualquer explicação é fundamental detalhar a diferença entre uma sintonização e uma iniciação. A sintonização é o processo pelo qual o professor coloca o aluno na frequência da energia com a qual ele irá trabalhar a par r daí. O que se dá é simplesmente o toque necessário para que, como num rádio, se sintonize a frequência da estação desejada. A iniciação é o conjunto das sintonizações mais o aprendizado dos ensinamentos sobre o sistema, seu conhecimento, compreensão e aspectos prá cos. No Reiki, a energia vital universal é transferida ao aluno pelo professor com a sintonização. Uma sintonização de Reiki é uma an ga forma de transmi r energia de uma pessoa para outra. O conhecimento e a compreensão não são 16
  • 17. transferidos na sintonização, apenas a energia pura e simples. A profunda compreensão do sistema Reiki é algo que vem ao buscador sincero com o tempo e a prá ca; não pode ser conseguida por meio da sintonização. Alguns professores de Reiki evitam a palavra sintonização, pois implica a existência de rituais religiosos, como jejum ou vários outros processos de purificação e, em vez disso, chamam-no de harmonização. Outros diferenciam entre sintonização, como sendo o processo inteiro, e harmonização como sendo uma de várias harmonizações (no Primeiro Nível, no Quarto Nível). Essa palavra também implica um método, que significa sintonização em alguma coisa. Desde tempos imemoriais, professores de religião ou mestres do mundo inteiro usavam a sintonização para transferir uma energia ou conhecimento fundamental que não podia ser passado oralmente para outra pessoa. Um exemplo: fórmulas secretas, orações ou mantras passados ao buscador com um obje vo específico. Sem a sintonização, a meta não pode ser a ngida; de fato, alguns mestres dizem que seria perigoso, por exemplo, cantar um certo mantra sem ser iniciado nos seus segredos. Outros dizem simplesmente que isso não funciona, e esse também é o caso do Reiki. O sistema Reiki, incluindo a imposição das mãos e todos os símbolos, não funciona sem a sintonização, uma vez que o canal para a energia universal ainda não foi limpo. É por isso que o Reiki é envolvido em tanto segredo: ele simplesmente não pode ser comentado abertamente com outras pessoas além das iniciadas. Na primeira sintonização do Primeiro Nível do Reiki, o professor de Reiki limpa no aluno o canal para a energia vital universal. Isso o ajuda a absorver mais energia cósmica para o seu bem-estar pessoal. A cada uma das sintonizações seguintes, o processo é intensificado. A par r desse ponto, o aluno de Reiki con nuará sendo um canal por toda a vida. Os 21 dias de processo Sobre os 21 dias de Limpeza Energé ca: "As toxinas e impurezas consideradas como lixo energé co são armazenadas no ser humano desde o nascimento, minimizando a qualidade de vida. Após a iniciação, pode parecer que a nossa condição piorou ou ficou mais grave. Na verdade, estaremos a passar por um processo de limpeza, que não pode ser evitado. Este processo pode comportar graves crises, pois os an gos bloqueios energé cos estarão a ser expurgados. Durante esta eliminação, serão removidas todas as toxinas e impurezas dos nossos corpos sico, emocional, mental e espiritual. A limpeza ocorrerá através das fezes, urina, suor, pensamentos, sonhos e na forma de emoções nega vas que foram criadas. Após a remoção desses sedimentos, o corpo estará apto a funcionar de forma mais harmoniosa e posi va." -in "Reiki Universal" por Johnny De' Carli 17
  • 18. Após os 21 dias de purificação com a energia Reiki, o iniciado percebe-se começando uma nova etapa de vida, mais feliz e harmoniosa, pois os aspectos posi vos do Ser se manifestam livremente. Desintoxicação: Desintoxicação é o período de 21 dias que ocorre após o recebimento das iniciações. É um período de limpeza e adaptação ao recebimento da energia Reiki ao iniciado Reikiano. O iniciado pode se sen r aéreo, ter sonhos muito vívidos, ou apresentar sintomas, como por exemplo: diarreia, náuseas ou coriza. Se o processo se tornar incómodo, o simples fato de realizar um auto tratamento ou de outra pessoa, reequilibra a energia do agente de cura e diminui as sensações desagradáveis. Pode-se vislumbrar, também neste período, soluções para problemas que até então aparentemente sem solução, além de recebermos uma boa dose de energia para implementar mudanças em nossas vidas. Éimportante que o iniciado tenha tranquilidade e compreensão durante este período de 21 dias, para o que está ocorrendo consigo. Seu corpo sico e os corpos su s estão sendo adaptados a uma quan dade maior de energia. Para tanto é necessário desobstruir os canais, eliminado emoções e pensamentos nega vos. Algumas vezes, dependendo do estado geral do iniciado, alguns sintomas con nuam após este período, indo até ao ponto onde a pessoa consiga harmonizar a Sua própria vida. Quem pode ser Reikiano? Qualquer pessoa pode receber a Iniciação em Reiki, desde que queira. Aliás, nem sempre é preciso querer. No caso de crianças (sempre acima de 7 anos) são os pais ou responsável quem as levam para serem iniciadas. As pessoas muito doentes, em estado terminal ou que sofrem de algum mal que afeta o cérebro na sua tarefa de pensar, também não decidem por si, mas podem ser iniciadas, com o intuito de melhorarem seu quadro e, em alguns casos, até de se recuperarem por completo. Elas não têm consciência, não escolhem e mesmo assim são iniciadas e passam a conectar e transmi r a energia Reiki, para si e para outros. Pode se fazer a Iniciação em Reiki mesmo uma mulher estando grávida. Aliás, é altamente benéfico para o bebê, que desde o começo passa a receber Reiki. Quando o Mestre Dr. Mikao Usui encontrou e compreendeu os símbolos do Reiki e seu poder, começou a transmi -lo tal qual havia recebido para si. Ocorreu que as pessoas as quais iniciou não suportaram a força e potência daquela energia. Curaram seus males corpóreos, mas não seus males espirituais e veram multa dificuldade em encontrar harmonia e equilíbrio na nova condição, chegando a ponto de acusarem Dr. Usui de tê-los criado um sério problema. Então, o Mestre decidiu dividir a iniciação em Reiki em graus grada vos de transmissão daquele poder, criando para o primeiro nível uma condição Inicial leve, onde a energia atua apenas no corpo sico. A ideia funcionou, foi aperfeiçoada por um de seus alunos e desde então passou a ser possível para qualquer pessoa ser iniciada em Reiki. 18
  • 19. Os três pilares do Reiki O sistema de Reiki do Dr. Mikao Usui, tem por base três pilares: GASSHO, REJI-HO E CHIRYO, cuja prá ca é extremamente valiosa na aplicação do Reiki. MEDITAÇÃO GASSHO A palavra japonesa Gassho significa “duas mãos que se juntam”. A meditação Gassho tem vários aspectos: Um deles é trazer a sua mente de volta para aquilo que é o seu real ser e o outro é para aumentar a percepção das suas mãos de tal forma que você possa trabalhar melhor quando es ver aplicando Reiki, se tornando mais sensível. Outro ponto a ser considerado é aumentar a sua energia. Sem dúvida isso é bom tanto para você quanto para quem você aplica. Para você porque assim você pode lidar melhor com tudo aquilo que acontece no seu dia a dia e para o receptor para que ele possa receber mais energia Reiki. São aspectos diferentes a serem considerados. Quando estamos meditando normalmente acontece de vir a nós impulsos ou es mulos mentais que nos trazem lembranças. Isso significa que os pensamentos precisam da sua par cipação a va, a par r do momento que você deixa de par cipar ele simplesmente param. Éa mesma coisa que acontece quando estamos dentro de um conflito, por exemplo, a par r do momento que você não par cipa mais do conflito simplesmente isso para. Então durante a meditação abstenha-se de par cipar desse processo mental, mas de qualquer forma esses impulsos vão chegar a você. Isso tem alguma coisa a ver com a sua percepção, você ouve o carro, você ouve uma música, os pássaros ou, quem sabe, a posição que você está sentado pode te lembrar alguma coisa ou simplesmente, a sua mente começa a relaxar e algumas vezes a mente relaxada traz à tona muitas coisas que não nham sido digeridas convenientemente. Quando um pensamento vem, simplesmente não tente afastá-lo, porque se você tentar afastá-lo você estará dando energia a esse pensamento e se você lhe der um pouco de energia, sem dúvida você está retendo. Simplesmente quando um pensamento vem deixe-o passar. Você o vê, mas você não interfere e se você não interfere você não par cipa. É como um carro que está acabando o combus vel, assim que o combus vel ver acabado ele desliga e con nua um pouquinho mais e aí simplesmente para. E aí um novo pensamento vem você o vê, você o reconhece, mas não o energiza, não par cipa e assim depois de certo tempo ele não tem mais efeito. Devemos olhar para os nossos pensamentos, mas sem interesse e é a mesma coisa em relação a qualquer fenômeno espiritual que eventualmente venha à tona. De repente você pode enxergar a linda imagem de Nossa Senhora ou quem sabe, algum Buda, simplesmente trate da mesma forma, diga alô e até logo, porque isso deve ser a mente criando coisas para lhe distrair e se você não der nenhuma energia isso vai desaparecer. Se você pra car isso por algum tempo os intervalos entre os pensamentos se tornam maior, cada vez maior. Se você precisar mudar de posição, corrigir a postura faça-o de modo bem devagar. Se algum barulho externo o es ver incomodando pense que é música medita va. Tudo faz parte da 19
  • 20. meditação, ou seja, meditação não é exatamente uma técnica, não é isso, ou seja, é você e tudo que você está experienciando naquele momento, tudo aquilo que você ouve, sente, tudo aquilo que pensa e o silêncio entre um pensamento e outro, isso é meditação. Enquanto estiver sentado, esteja o mais ereto possível sem se forçar demais a isso. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro nas suas costas. Não deve se torturar nessa meditação. Procure manter a área da barriga mais solta, sem estar com cinto apertado ou calça apertada, de forma que sua barriga possa se expandir Respire normalmente, no seu próprio ritmo. Não há necessidade de seguir um determinado método de respiração. Mantenha os olhos fechados. Colocamos as mãos unidas em Gassho na altura do coração, no centro do peito. A atenção deve estar focada onde os dedos médios se encontram. Pratique isso diariamente de 20 a 30 minutos, mas se você ainda não tem o hábito da meditação comece com um tempo bem menor, o que lhe seja confortável, 5 minutos, 2 minutos, mesmo um minuto no início e depois naturalmente esse tempo vai se ampliando. O importante é você criar o hábito diário e para isso o melhor é que seja na medida do possível, no mesmo horário todos os dias. Do ponto de vista da ciência da meditação, quando juntamos as mãos, se encontram o sol (mão direita), a lua (mão esquerda) e todos os outros elementos: o polegar é o vazio, o indicador o ar, o médio o fogo, o anular a água e o mínimo a terra. Dessa forma se fecha o círculo. Quando dirigimos nossa atenção aos dedos médios, acentua-se o aspecto “fogo” da meditação; o consciente queima assim, os elementos inconscientes. No Japão, antes de fazer uma aplicação de Reiki, se faz a meditação Gassho, uma a vação rápida e quando sente uma pulsação, faz a aplicação. REIJI-HO: indicação da energia Reiki ou “referência à energia Reiki” e Ho: técnica no diário da Sra. Takata é descrita como “a técnica superior da ciência da energia”. Primeiro passo: Gassho – você se conecta com a origem da energia. Segundo passo: você coloca suas mãos juntas diante da sua terceira visão e aí você pede à energia do Reiki que guie as suas mãos para o ponto certo que deve ser tratado. Parece uma técnica muito simples, mas é uma técnica muito efe va. Com essa técnica, muito provavelmente você vai encontrar as áreas problemá cas no corpo de quem você está aplicando ou na auto-aplicação. O truque nisso está em confiar na sua intuição, que você tem, mas normalmente você não presta atenção a ela. 20
  • 21. Essa intuição pode ser uma imagem que você tenha ou algo que você não vê, pode ser um pensamento, pode ser uma sensação, pode ser uma sensação muito su l no seu próprio corpo ou uma voz dentro da sua cabeça sussurrando algo. CHIRYO: Significa tratamento e é o terceiro pilar do Reiki. Os chakras CHAKRA Significa: roda ou anel. Estes centros são vór ces de energia psicoemocional de um indivíduo. Contém todo um registro akáshico nos níveis: consciente, subconsciente e inconsciente. A função destes centros é de receber, acumular, transformar e irradiar a energia cósmica para as áreas onde eles fazem a energização. Sendo que esta função é determinada, de acordo com a energização em cada chakra, ou seja, pela capacidade e necessidade do indivíduo lidar com os seus registros, ou de acordo com o seu nível de consciência. Muladhara - Primeiro Chakra - Básico: Centro raiz, suporte, sustentação. (Vermelho) Glândula: Gônadas ou sexuais Elemento: Terra Localização: Região do períneo Mantra: LAM O Muladhara é o fundamento da emoção e da saúde mental. A estabilidade emocional e psicológica se origina na unidade familiar e no primeiro ambiente social. Várias doenças mentais são geradas devido a disfunções familiares, incluindo personalidades múl plas, desordens obsessivas e compulsivas, depressão e padrões destru vos como o alcoolismo. O muladhara relaciona-se com a consciência da realidade material, com o poder de realização, responsabilidade com o seu desenvolvimento e com os demais, capacidade de saber o que quer, para onde quer ir e poder de decisão. Os medos e inseguranças provenientes do medo básico, que é o medo da morte ou da aniquilação, são os grandes obstáculos e também a causa do aprisionamento neste nível. Os medos principais estão associados a sobrevivência sica e ao medo de ser abandonado pelo grupo. Pouco Energizado: Pessoas que tendem a negar as necessidades materiais, não assumindo as responsabilidades referentes a ela e dando ênfase aos aspectos sen mentais ou mís cos. Materialmente são dependentes. Também não assumem o seu próprio desenvolvimento, são levados pelas vontades dos outros ou ficam sempre "em cima do muro" não assumindo a responsabilidade por suas decisões. Muito Energizado: Pessoa tende a ter um forte apego e rigidez na forma como lida com as suas necessidades materiais de sobrevivência, negando seus sen mentos e emoções, desqualificando-os, negando a existência de Deus e níveis de realidade não tangíveis. 21
  • 22. São pessoas frias e calculistas. Há uma necessidade de controlar tudo e todos a sua volta e uma tendência em projetar todos os erros nas pessoas e no ambiente a sua volta. Essa pessoa tende a consumir tudo que entra em contato, estocando tudo, como forma de precaver-se das intempéries futuras. Distúrbios: do sangue, gado, bexiga, inflamações e qualquer espécie de hemorragia, como também qualquer anomalia dos órgãos relacionados. Problemas de coluna, hemorróidas, instabilidade social e emocional, uso incorreto da vontade, o sen r-se impotente diante das situações, insegurança, desespero, medo e falta de pra cidade. Além de preocupações excessivas com as coisas da matéria, ganância, descontrole dos aspectos ins n vos e sexuais. Seu desequilíbrio pode manifestar-se por impotência sexual e frigidez Função: de captar e distribuir a força primária para todo o organismo e absorve a energia da Kundalini, que serve para rea var os demais Chakras. Essa energia sobe pela coluna, alimentando-a. Sua potência sica combina com a vontade de viver, dá ao indivíduo uma presença de força e vitalidade e se encontra bem fundamentada na realidade sica. Faz com que a forte vontade de viver a ve os demais Chakras e a pessoas ao redor, recarregando-lhes o sistema de energia. SWADHISTANA - Segundo Chakra - Sexual: Centro sexual, suporte do sopro da vida, morada própria. (Laranja) Glândula: Supra Renais e baço Elemento: Água Localização: Altura do umbigo à esquerda. Mantra: VAM O elemento água trata-se de um elemento poderoso que precisa se canalizado para poder ser bem aproveitado. Ele não pode ser con do ou represado pois sua reação será incontrolável. Com o aumento de volume e de pressão se transforma em força agressiva e destruidora. Da mesma forma é a energia propulsora da vida e o sexo. Está em estreita correlação com o Visuddha Cakra. Relaciona-se com a coragem, consciência do mundo como lugar de luta e objeto de conquista. Cria vidade em todos os sen dos, vitalidade sica, domínio sobre paixões. Capacidade de saber o que é essencial para o seu bem-estar, valor pelas a vidades prazerosas da vida e a vida em equilíbrio (sono, trabalho, lazer e sexo, alimentação saudável e exercício). Valor pelas suas necessidades mais ín mas. Neste nível a pessoa desenvolve um poder de reação ante todos os obstáculos porque sabe exatamente o que é bom para si. Neste centro estão todos os registros inconscientes que se manifestam em sonho quando a vamos a energização dele. Pouco Energizado: Pessoa se mostra apá ca, sem energia, lenta, não consegue realizar os seus planos. Fica com certa aversão sexual, vergonha, necessitando interagir com pessoas ou coisas 22
  • 23. causadoras de dor e insegurança, mantendo-se num ciclo vicioso de seu desequilíbrio. Tem dificuldade de resolver seus problemas e tende a reclamar demais (Hiper Visuddha) Muito Energizado: Tende a fazer coisas em excesso, fala muito, compulsão por experiências prazerosas e repulsão à experiências desagradáveis. Necessitam de pessoas, objetos e situações que o façam sen r seguros emocionalmente ou que estejam associados ao prazer. Vivem basicamente o impulso sexual desejam exercer domínio sobre o ser amado, são possesivos, ero zados e fantasiosos. Quando existe algum bloqueio nessa região a pessoa desenvolve uma personalidade agressiva, necessidade de ação violenta, de destruir (autodestruição), ero smo excessivo e fantasioso, desejo sexual indiscriminado e dificilmente a relação homem-mulher será sa sfatória pois não haverá afeto. Distúrbios: da bexiga, a menstruação, as cólicas, colite, febre, diarreia, anemia, diabete, câncer, etc. Sua energia flui pelo reves mento medular dos nervos (não pelas fibras) e é distribuída para todas as partes do corpo. Os bloqueios desse Chakra são geralmente causados por problemas emocionais, dificuldade em dar e receber e intensidade de prazer ou dor, manifestando histeria e vícios; excesso de preocupação com o futuro, com o bem-estar dos outros e com a preservação. Medos e ressen mentos sobre o sexo, causando experiências sexuais traumá cas ou dificuldades no parto. Pode ocorrer uma falta generalizada de vitalidade, perda de juventude e diminuição do magne smo pessoal. O desequilíbrio do Chakra Esplênico afeta o sistema diges vo inferior, podendo causar alterações das substâncias químicas nos intes nos e no estômago, causando úlcera e até câncer. As glândulas de secreção interna (ovários, tes culos, pâncreas, rins, reoides e pituitária), deixam de expelir sua secreção para a corrente sanguínea, causando disfunção orgânica e doença. Função: O excesso de energia absorvida pelo Esplênico, que não for usada pelo organismo, é expelido pelos poros em forma de emanação energé ca. Quanto maior sua absorção, mais poderoso o magne smo pessoal, muito u lizado nos trabalhos de cura. MANIPURA - Terceiro Chakra - Plexo Solar: Cidade das joias, centro do ego e interação com o mundo exterior. (Amarelo) Glândula: Pâncreas Elemento: fogo Localização: Altura do estômago. Mantra: RAM Relaciona-se com o poder social, a iden dade no mundo, o poder de persuasão, a capacidade de saber quem é, o que deseja e saber se expressar adequadamente. Emprego do poder pessoal como forma se intensificar as suas experiências. Dignidade, compreensão do seu papel no mundo e a 23
  • 24. importância de sua colaboração, interagindo e reconhecendo o papel de todos como importantes para o bem comum. Centro das emoções e sua expressão. Pouco Energizado: A pessoa ainda não encontrou o seu papel no mundo e a sua iden dade está confusa a ponto de não saber se defender, porque nem mesmo sabe quem é ou se expressar adequadamente. Tende à "engolir sapo" por não saber se defender ou por detestar briga. Quando se expressa geralmente se sente mal porque exagera, diz o que não gostaria ou diz até o contrário do que gostaria de falar. Isto se dá porque não consegue expressar as suas emoções adequadamente e principalmente a raiva (devido ao outro querer interferir na sua vida). Quando consegue descarregar ela vem em excesso ou distorcida. Esta descarga acaba por influenciar na sua autoes ma nega vamente e cria reações mentais que se repetem reforçando esta "Menos Valia". São sen mentais, inseguros com muito medo de rejeição e de crí ca. Muito Energizado: Egocentrismo, necessidade de ser o centro das atrações, obcecado controle de si mesmo e de todos a sua volta, sedução e sensualidade exagerada como forma de chamar a atenção, manipular o outro e como meio de afirmação da iden dade pessoal. Dificilmente reconhece sua incapacidade ou fraqueza e tende a projetar nos outros a razão única de todos os seus problemas. Guarda magoas e rancores e relaciona-se com o outro projetando os resíduos de seus problemas sem se dar conta disso. Seu ego é tão forte que dificilmente tem algo a aprender com o outro, mas sim a ensinar. A raiva e a arrogância são caracterís cas predominantes. Age constantemente com o obje vo de aumentar o seu poder pessoal e com intuito de ser reconhecido como superior. A sedução compulsiva é o seu meio e garan a para a afirmação da sua iden dade. Distúrbios: doenças dos ossos, paralisia, gota, dores de cabeça, etc. Influi nas emoções e através dele percebemos as emanações hos s ou vibrações afe vas do ambiente. Seu desequilíbrio provoca midez, egoísmo, narcisismo, egocentrismo vários pos de medos, que geram propensão para a raiva e violência; na dificuldade de expressar a autoconfiança e cria vidade, incapacidade de se colocar em sintonia com as pessoas, locais e carência de autoes ma. Função: Ligado às emoções de poder pessoal, cria vidade e auto expressão. É considerado mental e o vínculo da mente com as emoções pode ser constatado, porque os processos mentais servem de reguladores da vida emocional. Possui grande importância nas relações humana. 24
  • 25. ANAHATA - Quarto Chakra - Cardíaco: Centro da afe vidade, da autoes ma e do amor incondicional. (Verde) Glândula: Timo/coração Elemento: Ar Localização: Altura do coração. Mantra: YAM Ao ser rompido permite a fusão de consciente e inconsciente, rompe os agregados que compõe a noção de eu que é dada pelo Manipura. Neste momento podemos sen r um vazio muito grande e devemos tomar o cuidado para não abandonar o caminho ou ficar depressivos. Devemos transcender a visão limitada de iden dade pessoal para compreensão e abrangência da Iden dade Transpessoal. Valor do Eu, confiança em si, automo vação, alegria, autoridade, visão de Deus (pessoal) e unidade da vida. Personalidade compreensiva, generosa e altruís ca. Neste chakra surge o líder nato. A energização deste centro forma uma iden dade mais abrangente, em que a individualidade e o sen mento de universalidade começam a se fundir. Este processo pode ser traumá co, resultando, às vezes, numa crise de iden dade ou num vazio muito grande. Pouco Energizado: Ego desinflado, auto es ma baixa, tristeza e mágoas guardadas no peito. As pessoas tenderão a ser mais passivas do que agressivas; seus sen mentos e sensações serão propensos à depressão e as ações serão mo vadas por uma crônica sensação de medo e inferioridade. Necessidade de ser carregado e inspirado pelas energias da vida dos outros. Tenderá a vivenciar sen mentos de angús a e desespero ao mobilizar a região do peito. Muito Energizado: Ego inflado (peito inflado), auto es ma baseada no grande poder que tem em cuidar dos outros sem nenhum contato consigo mesmo. Embora vivencie o sen mento de que estou ó ma, posso cuidar de mim, este sen mento é falso, pois detesta ficar só e olhar para si. Por essa razão envolve-se excessivamente com os outros a ponto de sobrecarregar-se (desculpa para não cuidar de si). Tem dificuldade de chorar, de aceitar ajuda e de se abrir com os outros mostrando seus sen mentos. Tem a necessidade de estar no controle das situações e parecer forte. Tendência a ser fortemente asser vo, chegando mesmo a ser agressivo. Muitas vezes o excesso de energia nesse centro se dá em detrimento de outros centros (manipura, svadhisthana e muladhara). A verbalização, visuddha, com a par cipação da energização do anahata se torna um gesto de amor e o toque é mais uma expressão deste amor. O anahata é também um importante canal de comunicação com os chakras básicos. O sexo é um ato de amor se tem a par cipação do Anahata. 25
  • 26. Distúrbios: Traumas ligados a relacionamentos afe vos afetam diretamente a região cardíaca, provocando o desequilíbrio neste Chakra. Quando ocorrem bloqueios, o potencial do amor e compaixão transforma-se em luxúria; a autoes ma é prejudicada e a vontade individual enfraquecida, gerando a falta de cria vidade e tornando as pessoas excessivamente sensíveis às influências e opiniões. Há problemas de relacionamento com o mundo exterior, sensação de falta de intercâmbio amoroso e um angus ante vazio dentro do peito. Função: Alimenta o coração, sangue, nervos e vasos sanguíneos, é responsável pelo funcionamento adequado do sistema imunológico e relaciona-se ao mo. Regula as emoções e os sen mentos, tais como simpa a, ternura, compreensão e compaixão. É a sede do eu superior onde se assenta a alma humana. Controla a integração de nossas forças superiores e inferiores, equilibra a autoes ma e a capacidade de dar e receber amor. Quanto maior e mais aberto esse Chakra es ver, maior a capacidade de amar a si e aos outros. Tem capacidade de transformar as energias do cosmo em energia de cura sica. A harmonia deste Chakra acentua as a vidades posi vas, no tocante a realização de coisas da vida, e faz ver as outras pessoas como sustentáculos, destacando a perfeita harmonia entre as vontades humanas e as leis divinas. VISUDDHA - Quinto Chakra – Laríngeo: Grande Pureza. O portal da grande Liberação. (Azul) Glândula: reoide Elemento: Akasha ou espaço. Localização: Garganta. Mantra: HAM O espaço personifica a essência dos cinco elementos, não tem cor, cheiro, paladar, tato ou forma, é livre dos elementos densos. O espaço tem relação com a força dilatadora da realidade sica. Este centro relaciona-se com a expressão, a comunicação, a fala e a cria vidade em todos os sen dos da vida (intelectual, ar s co, moral ou espiritual), desenvolvimento do conhecimento intui vo e espiritual. Quando os ins ntos básicos (primeiros chakras), as emoções e os sen mentos conseguem ser expressos por palavras a compreensão e o autoconhecimento acontecem. Este é o centro da análise e do autoconhecimento. Quando corretamente energizado, cria a facilidade na expressão dos próprios sen mentos e emoções. Possibilita o desenvolvimento do conhecimento intui vo e a expressão do conhecimento com clareza, emoção e magne smo, conseguindo chegar ao outro com facilidade. A natureza da pessoa se torna alerta, auto reflexiva e auto percep va com tendência à introspecção. Neste nível a pessoa começa a desenvolver a comunicação interna, a inves gação do seu relacionamento consigo mesmo e com o universo em geral. Esta região é chamada de "O portal 26
  • 27. da grande liberação". Aqui se dá a necessidade do desenvolvimento dos potenciais latentes e o estudo da compreensão de si mesmo, a necessidade de render a própria vontade à vontade de Deus. No equilíbrio, possibilita a comunicação entre o consciente e o inconsciente, permi ndo ouvir o inconsciente pessoal de modo que possa compreender de onde estão vindo os impulsos. Esta compreensão permite superar os velhos programas, subs tuindo-os por parâmetros de crescimento aperfeiçoados, e ter acesso à orientação do inconsciente cole vo. Discriminação. Pouco Energizado: Dificuldade de expressar seus sen mentos e emoções, obrigando o indivíduo a aguentar em silêncio situações indesejáveis. A pessoa apresenta, também, conflitos quanto a auto imagem, provocando a dificuldade de organizar e expressar as emoções e os sen mentos, reprimindo-os. Esta pessoa fala pouco e tem a tendência a ter o tom de voz baixo e (ou) grave (voz cavernosa). A pessoa desenvolve medo da entrega à vontade de Deus. Muito Energizado: A pessoa tenderá a falar demais (tom de voz alto e agudo às vezes) ou ficar fortemente introspec vo, dedicando-se exclusivamente às suas a vidades e reflexões internas e desligando-se do mundo externo, tendo por principal caracterís ca o intelecto nega vo, podendo ocorrer, por ignorância, uso insensato do conhecimento. Esta pessoa tem dificuldade de ouvir o outro. Para se proteger e se esconder a pessoa tende a contrair os ombros e o pescoço para impedir que os impulsos, emoções e sen mentos indesejáveis (não aceitos pela própria pessoa) sejam expressos pela fala ou expressão facial. Isto também se dá para impedir que os outros possam ver aquilo que a pessoa não deseja que seja visto (imagem nega va). Função: Controla a expressão verbal, influindo também sobre o sistema audi vo. Responsável pelo rejuvenescimento e longevidade. A caracterís ca desse Chakra é o sucesso; sua expansão proporciona sa sfação no trabalho e nas tarefas da vida das pessoas, mantendo-as bem ajustadas e consequentemente bem-sucedidas. Distúrbios: Quando existe bloqueio, esta causa incertezas, indecisões, dúvidas e desânimo, afetando a auto expressão e a prosperidade. O desequilíbrio em torno da voz, gagueira, ver gens, fadiga, asma, doenças metabólicas, obesidade, etc... são algumas das consequências que surgem. 27
  • 28. AJNA - Sexto Chakra - Terceiro Olho: Centro frontal, centro do mando e visão do todo. (Índigo) Glândula: Hipófise ou Pituitária. Elemento: Avyakta (nuvem original de energia e matéria indiferenciada). Localização: Entre as sobrancelhas Mantra: OM "É dito que no Anahata o estudante evolui através de Ananda (plenitude), no Visuddha através de Cit (consciência) e no Ajna ele se torna Sat (existência). Não há mais observador nem observado, ele a nge a realização "Aham Sah", "Eu sou Ele". Deidades: Paramesvara (causa do processo da criação) e Hakini Animal: Neste chakra já não existe mais feras a combater, nem elementos materiais e nem paixões herdadas da idade da pedra. Relaciona-se com a consciência e a a vidade mental e intelectual em todas as suas formas. Visão clara, compreensão precisa e entendimento rápido do que está sendo lido, estudado, escutado e meditado. Concentração em um tema até esgotá-lo. O indivíduo é impelido a buscar con nuamente a diferença entre a verdade e a ilusão. É neste centro que se tem a visão da suprema VERDADE "Atma Jnana" (o conhecimento do Ser). Neste nível percebe-se o amor nos vários níveis de todos os Chakras. Pouco Energizado: A pessoa apresenta dificuldade em aprofundar e ampliar sua compreensão de si mesmo e sobre o mundo. Também apresenta dificuldade de visão e ou audição, vendo e ouvindo somente aquilo que lhe é conveniente e processando transformações indevidas na interpretação das situações e conceitos. Verifica-se também um bloqueio em nível intelectual, dificultando e impedindo o ques onamento e a aquisição de novos conhecimentos. O indivíduo desenvolve um grande medo de enfrentar situações novas, de se apoiar em conselhos externos e dificuldade de estabelecer uma disciplina. Muito Energizado: A pessoa apresenta todas as dificuldades apresentadas anteriormente sendo que neste caso o grande obstáculo é que esta mente pensa demais, se interessa por tudo e faz uma grande confusão entre o que pensa, ouve, lê. Dificilmente consegue se concentrar e só ouvir, e como a mente não pode ter dois pensamentos ao mesmo tempo sua compreensão é sempre distorcida dos fatos. Também é instável no que pensa. Função: Regula as a vidades inteligentes, é o ponto de abertura da visão interior, espiritual e inspiração. Associado à implementação de ideias cria vas. Distúrbios: seu desequilíbrio provoca desinteresse pelo presente e medo do futuro, fazendo com que se manifestem ideias e conceitos mentais confusos e geralmente nega vos, que podem criar obsessão mental ou perturbação psíquica. Há ainda memória fraca, dando a sensação de estar no “espaço”, problemas de sono, sonhos perturbadores e alucinações. 28
  • 29. SAHASRARA - Sétimo Chakra - Coroa: Lotus das Mil pétalas ou Centro Superior. (Violeta) Glândula: Pineal Chakras Auxiliares: Lalana ou Kala Localização: Alto da cabeça. Mantra: AUM Está relacionado ao Nível transcendental ou transpessoal. Neste nível o indivíduo já ultrapassou as limitações do Ego e consegue viver com total consciência a plenitude do ser. Sua energização faz o indivíduo ter sen mentos altruís cos. O Néctar segregado pelo Sahasrara tem forma de gotas no Bindu Visarga, o ponto psíquico atrás da cabeça. Ele goteja num Chakra menor, chamado Lalana, na parte superior da epiglote ou na base do ori cio nasal, que funciona como reservatório desse néctar. É segregado quando se pra cam mudras do po Khechari, e então, desce para o Visuddha Chakra. Se esse Chakra foi a vado, o néctar sofre uma purificação, tornando-se um néctar divino que rejuvenesce o corpo, ocasionando boa saúde e longevidade. Contudo, dizem que se o visuddha não es ver a vado, o néctar transforma-se em veneno e desce pelo corpo. Passa então a envenená-lo vagarosamente, levando-o ao enfraquecimento e por fim à morte. Função: é responsável pela maior captação de energia cósmica, bem como por estabelecer contato com as esferas superiores do Universo. Está associado à conexão da pessoa com a sua espiritualidade e à integração de todo o seu ser sico, mental e espiritual. Vai além do mundo sico e cria no indivíduo um sen do de totalidade. A energia do prana, captada por esse Chakra, alimenta os demais centros de força e auxilia na meditação, suprindo-nos de vida cósmica. Distúrbios: seu desequilíbrio nos deixa fora de sintonia com a espiritualidade, provocando depressão por não encontrarmos significado na vida. Faz nos sen rmos separados de todo e desconectados da unidade. Devido ao seu desequilíbrio, a pessoa não estabelecerá o intercâmbio com a espiritualidade, perdendo com isso a oportunidade de crescer e evoluir nesta existência. Simboliza a sabedoria intelectual dos governantes. Tornou-se hábito a u lização da coroa na cabeça dos governantes, representando o desenvolvimento desse Chakra. 29
  • 30. Chakras Secundários Dos demais Chakras, convém menciona a função de outros quatro secundários: Chakra dos Pés: Localizado nas solas dos pés, sua finalidade é descarregar a energia elétrica (está ca) gerada pelo corpo sico, como também absorve a energia da Kundalini que vem da terra e a energia magné ca. Chakra do Joelho: Atua como um transformador, regulando a quan dade de corrente que deve entrar no corpo. Chakra das Mãos: Absorve as ondas radia vas, como também transmite energia, o que explica a cura pela imposição das mãos. Chakra Humeral: Localizado nas costas, sobre a parte superior do pulmão esquerdo. Além de também exercer influência nos pulmões, é responsável pela relação mediúnica entre o plano espiritual e o sico. Campo Áurico A aura é um campo de energia que circunda o corpo, protegendo-o como envoltório de luz. Este envoltório pode ir de poucos metros até alguns quilômetros em seres iluminados como Jesus e Buda. Além da extensão, a cor é determinante para se conhecer o estado emocional e de saúde de uma pessoa. Quando ficamos doentes a aura se retrai e a sua cor adquire tonalidades escuras tornando-nos susce veis a sofrer ataques por parte de energias desarmônicas, o que tende a agravar ainda mais nosso estado. Nos processos de assedio espiritual a aura e os chakras (em especial o plexo solar) são os alvos. Da mesma forma que age nos chakras, o Reiki age na aura, restaurando, limpando fortalecendo e protegendo. Hoje em dia já é possível visualizar o estado da aura através de um processo chamado fotografia Kirlian. Atente para o fato de que uma fotografia Kirlian não é uma foto da aura, e sim o registro fotográfico de um fenômeno elétrico influenciado por ela e registrando em um filme comum. Através dessa fotografia, pode-se analisar o estado geral do paciente nos mais diversos níveis, e até diagnos car com vários meses de antecedência, pois os corpos energé cos precedem o sico. Isto permite adiantar o tratamento, evitando muitas vezes o aparecimento da enfermidade. 30
  • 31. Glândulas do Corpo Sutil São sete as glândulas do corpo su l, pois na verdade não correspondem exatamente às do corpo sico. Nem todas as glândulas sicas têm correspondência de função no corpo su l, assim como partes da endocrinologia su l não se fazem corresponder no corpo humano. PINEAL: Ela que permite a atuação na matéria, possibilitando a torção de objetos, a quebra e a levitação dos mesmos. Uma patologia sica relacionada a essa glândula leva, no plano su l, à situação de não se alcançarem os obje vos na vida. De certo modo, podemos dizer que conquistas no mundo sico serão limitadas. PITUITÁRIA: Ela se encarrega de lidar com o tempo e o espaço. É sua função permi r o acesso ao passado e ao futuro, assim como facilita a desmaterialização e transformação. O comprome mento desta glândula no sico, leva a que, no plano su l (igualmente disfuncional) cause a estagnação evolu va do indivíduo. Ocorre então uma grande interferência na vida pessoal. A própria evolução fica comprome da nesta encarnação. TIREÓIDE: No plano su l, esta glândula tem função dis nta nos sexos: Na mulher - Se for bem trabalhada, deixa o corpo da mulher mais su l, podendo dar equilíbrio aos es mulos sexuais. É responsável por 70% da coordenação motora e a va a capacidade cria va. No homem - Atua 90% na parte sexual, podendo aumentar de tamanho durante o ato sexual, além de alterar as cordas vocais e possibilitar maior irrigação sanguínea nos olhos, o que permanece visível por duas a três horas após o intercurso. É ela que facilita o acesso à clarividência e a todo conjunto de percepções extra-sensoriais. A patologia desta glândula pode causar sonolência, principalmente na puberdade, tendência a desmaio e, às vezes, retardo mental. TIMO: É o responsável pelas emoções, os sen mentos, a estrutura vital no que se refere à capacidade de sen r. É essa glândula que controla o emocional. A lesão, no sico, causa consequências no plano su l que se expressam por tendência à frieza, desequilíbrio, tendência a atos impulsivos violentos, que podem levar ao suicídio ou ao homicídio. SUPRA-RENAL: É a principal glândula do corpo su l. A responsável pela formação do cérebro durante o desenvolvimento embriológico e segue sendo a que sustenta basicamente a a vidade cerebral saudável no adulto, pois mesmo que a vida traga atribulações que gerem problemas psíquicos, a irrupção de patologia mental grave só acontece caso haja uma base disfuncional, na endocrinologia su l. A outra função desta glândula é de importância sexual. Assim, quem nasceu com aura prata, já tem em latência a condição para uso da energia vibracional. A disfunção da supra-renal pode acarretar esquizofrenia, alterando a função do cérebro. A patologia desta glândula compromete seriamente a evolução nesta encarnação. 31
  • 32. APÊNDICE: Funciona como uma válvula, onde são elaboradas as informações recebidas pela pineal, sendo ali processadas e amplificadas, equilibrando as polaridades nega vas e posi vas, para enviar a descarga que atua sobre a matéria. Por isso, as pessoas que sofreram ablação cirúrgica, ficam com capacidade limitada de realizar efeitos sicos. Quando conseguem, são de pouca duração, ou de pequena intensidade. Além disso, há baixa de vitalidade, menor resistência vital. Essas pessoas terão dificuldade de a ngir metas, convencer outras pessoas a se envolverem nos projetos que elas equacionam. Terão bloqueios e, ocasionalmente, poderão ficar frios, pois o fluxo de energia vital não lhes escoa con nuo, o que lhes acarreta certa insegurança no tocante a serem capazes de conseguir o que almejam. Elas têm dificuldades nos planos social e sen mental, havendo muitos altos e baixos no decorrer de suas vidas. Tudo isso cessa ao se refazer o apêndice de forma energé ca, o que precisa ser feito em períodos certos, com reforço a cada três meses. Reforçando-se três vezes seguidas, é o suficiente. CÓCCIX: É ele quem equilibra todas as outras glândulas, como se fosse um distribuidor, ou um espelho. Para ele é que vai toda a energia das glândulas e ele reflete para as células de todo o corpo. Quando há um desequilíbrio de energia, é fácil para a pessoa sen r, pois isso provoca uma sensação de calafrio que vem do cóccix e provoca um tremor súbito, denunciando dessa forma o desequilíbrio. Na verdade, é o cóccix que regula a kundalini e não o contrário. A fratura ou qualquer lesão nessa região provoca disfunção energé ca. O indivíduo pode ter mãos frias ou quentes e fortes sensações de estado febril. A a vação das glândulas pituitária e pineal, é que facilitará a interação com a Quarta Dimensão, ter acesso a portais e à realização de todas as formas de pensamento. Precisamos portanto, aprender a manipula-las. Quando as glândulas estão bem desenvolvidas numa pessoa, sua saúde, inteligência e evolução também estão bem. Quando não desenvolvidas, ou bloqueadas, a pessoa sen rá as consequências, por exemplo, problemas na reoide podem até paralisar alguns movimentos do corpo; nas supra-renais, pode causar prejuízo na parte extra-sensorial e na evolução mental. Mesmo que a pessoa tenha sofrido cirurgias em alguma glândula é possível auxiliá-la através de trabalhos específicos. Com as glândulas equilibradas, a pessoa terá um equilíbrio geral no corpo, uma imunização, principalmente no plano su l, o que acarretará o mesmo no corpo sico. 32
  • 33. Os símbolos do Reiki Os símbolos do Reiki são representações de um aspecto da sua energia. O Cho-ku-rei, por exemplo, representa o aspecto da energia que trabalha no nível sico. Eles não são secretos, são sagrados pela energia que simbolizam. Foram introduzidos por Usui no sistema, quando alguns de seus alunos apresentaram dificuldades para canalizar a Reiki. O ato de desenhar e dizer seus nomes, é um es mulo que gera resposta: a conexão com a energia em uma pessoa que foi sintonizada. Por isso usa-los sem a devida sintonização não sur rá efeito, já que eles apenas representam (não são) a energia. Neste sistema de cura, há 5 símbolos a serem aprendidos. Todos são compostos de um desenho (yantra) e um som (mantra). Ao usa-los é necessário fazer o traçado correto (com o dedo, olhar ou mentalmente) e pronunciar (ou mentalizar) seu nome três vezes. Como os símbolos são chaves de conexão, você não precisa estar em estado mediúnico ou medita vo para que ele funcione. Esteja apenas amoroso, consciente, recep vo e ciente de que o usa para um sen mento nobre e elevado de cura e harmonia de um ser vivente. Conforme se desenvolver familiaridade com a energia, você naturalmente descobrira que os símbolos, como todas as ferramentas, podem ser postas de lado quando não são mais necessárias. Não se apresse, seja cauteloso, leve o tempo necessário para que a conexão com a energia se fortaleça. Há pessoas com muito tempo de pra ca que optaram por con nuar usando essa importante ferramenta dentro do sistema Reiki. O primeiro símbolo: Cho-Ku-Rei é u lizado para aumentar/potenciar/intensificar o poder do Reiki e do tratamento (local ou à distância). Serve para carregar de energia objetos ou locais por algum tempo. Tem sen do profundo de chamar energia, sendo um símbolo de reforço do poder. Tem por tradução ou significado algo como “Deus está aqui”, “O Divino está aqui” ou ainda o simbolismo de “Reforço do Poder”. Este símbolo pode ser u lizado sozinho ou juntamente com o 2º ou o 3º símbolos para a var e reforçar o efeito dos mesmos. Aumenta o poder da energia. É considerado também como símbolo de proteção, podendo ser desenhado mental ou fisicamente em seres, objetos ou locais para que sejam protegidos espiritual ou fisicamente de diversas situações ou energia dissonantes. No caso de ir para algum local em que necessite de proteção, ou mesmo antes de começar um tratamento a alguém, poderá u lizar este símbolo como proteção desenhando-o energe camente com a mão dominante à sua frente de modo a apanhar a maior parte do corpo, ao mesmo tempo que repete 3 vezes o seu mantra. Depois desenhe o mesmo símbolo mais pequeno com a mesma mão, à frente de cada chakra, ao mesmo tempo que repete o mantra em cada uma delas. Este símbolo também pode ser u lizado para limpar energias dissonantes em locais, bastará para isso desenhá-lo mentalmente, visualizando-o a ser impregnado na sala, nas paredes, no teto ou chão, etc... Nunca se esquecendo de dizer mentalmente o mantra 3 vezes, sempre que o desenhar. Caso queira também poderá desenhá-lo fisicamente e colocá-lo em qualquer local à vista (numa 33
  • 34. moldura por exemplo), ou escondida (por trás de um quadro, de um móvel), devendo periodicamente recarregar energe camente os desenhos (pelo processo de visualização e mentalização do mantra 3 vezes) para reforçar a energia do local. Poderá u lizar este processo de visualização mental e mantra para proteção e limpeza energé ca em objetos, utensílios, camas ou cadeiras que precise u lizar fora de sua casa, em plantas, alimentos, remédios que u lize no seu co diano, etc... No Reiki tradicional o cho-ku-rei é desenhado no sen do an -horário e no Reiki Essencial é desenhado no sen do inverso. Diane Stein refere que a diferença existe pelo fato do movimento de rotação de água se dar no sen do dos ponteiros do relógio no Hemisfério Norte e no sen do contrário no Hemisfério Sul do planeta, devendo o mesmo ser desenhado conforme localização geográfica em que se encontra o terapeuta. Após vários testes concluiu-se que no local onde nos encontramos o sen do horário aumenta mais o fluxo de energia. No entanto o nosso conselho é: desenhe o cho-ku-rei de forma que foi intuído, não esqueçamos que não há limitações. Na limpeza energética das residências, de modo a limpar miasmas, metais e espirituais. (Miasmas - significa poluição, mas não no sen do que hoje lhe damos. Miasma é toda a sujidade associada ao mundano, a sujidade que este gera: quando corremos e transpiramos estamos a criar miasma, quando sangramos temos miasma, se caímos numa possa de lama geramos miasma. Mas o miasma não se limita à sujidade sica, incluindo também a sujidade espiritual, é ca e mental. Assim, quando matamos algo de forma injusta criamos miasma, se ofendemos alguém também criamos miasma, se cometemos um crime aos outros criamos miasma, os próprios pensamentos geram miasma); Na limpeza de objetos, aqueles que apresentam carga de pensamentos tóxicos, instalados consciente e inconscientemente; Remédios alopáticos, suaviza os efeitos tóxicos no organismo; Remédios naturais, potencializa ação no organismo; Conflito, brigas e acidentes transmutam a energia, reequilibrio das pessoas do ambiente; Comida ou água, anula os resíduos de padrões mentais nega vos de quem serviu o alimento; Na aplicação usual, harmoniza o fluxo de energia dos nadis (meridianos, canais de energia), além de limpar miasmas mentais, protege a pessoa ou eventos agressivos e afasta espíritos desencarnados carregados de nega vidade. 34
  • 35. Sugestão de Aplicação Aplique o Reiki em um local apropriado, onde não haja interrupções. Mãos limpas, aroma zadas (se quiser) com óleos ou essências leves. Se quiser pode usar aroma zação do ambiente, com incenso ou essências, como também músicas relaxantes e sons relaxantes. Explique ao paciente o que é o tratamento, o que vai acontecer, dê-lhe oportunidade de conversar, de desabafar ou se aliviar. Apesar das posições comuns, use e confie em sua intuição, assim você não pode nunca errar. “Ouça” a voz silenciosa de seu coração. Não aplique Reiki de qualquer modo. Tanto você quanto o paciente deve estar em uma posição confortável. Não insista em aplicar Reiki em quem não quer ou não lhe deu permissão para isto. Émelhor pouco Reiki do que nenhum, mas sempre que possível, procure fazer uma sessão completa. Mantenha sempre as mãos em concha, sem pressiona-las ou deixa-las pesadas sobre o paciente, pois não é a força que faz fluir a energia, é a intenção amorosa. Inicie o tratamento pela cabeça, sem a obrigatoriedade de tocar, podendo manter as mãos afastadas do corpo do paciente uns dois ou três cen metros da pele. Uma regra básica: aplique em áreas especificas e depois faça uma aplicação completa. Em média uma aplicação por dia, sendo o ideal 6 – 10 sessões consecu vas. Dependendo da enfermidade o tratamento pode se estender por meses, como no caso de câncer. Não há tempo especifico para cada posição, em média 2 a 5 minutos são suficientes. Tente sen r o fluxo energé co e usa sua intuição, mas não o relógio. Evite ao máximo locais com luzes florescentes e afins para uma sessão de cura, prefira luzes de vela ou incandescentes, pois essas permitem melhor circulação das energias destoantes liberadas. Evite passar de 30 minutos de aplicação, depois deste tempo, crianças e idosos podem se sen r desconfortáveis. Limpe o seu local de aplicação sempre que achar necessário. “Plante” um cho-ku- rei em cada canto e abra as janelas e portas. Deixe entrar muita luz solar, pois traz prana. Uma sugestão ao usar incensos: aplique Reiki na caixinha ou pacote com as varetas, pois ao queima-los estará liberando a energia no ambiente através da fumaça. 35
  • 36. Como começar a aplicação Faça a meditação Gassho por pelo menos 1 minuto, sempre de acordo com a intuição. Mentalize a intenção do início da aplicação do Reiki e peça “licença” para o Universo/Criador/Deus mentalizando a vontade de usar a energia do Reiki para a cura, que toda energia seja direcionada para as áreas necessitadas de acordo com o merecimento do receptor e peça proteção espiritual. Mentalize a energia do Reiki descendo e entrando pelo chakra coronário (alto da cabeça). Trace o cho-ku-rei na sua frente de forma a abranger os seus sete chakras e diga o mantra três vezes (cho-ku-rei, cho-ku-rei, cho-ku-rei ) Em seguida trace o cho-ku-rei em uma das mãos e entoe o mantra novamente três vezes, repita o mesmo procedimento com a outra mão. Peça licença para o receptor para iniciar a aplicação de Reiki. Agora imagine a energia que entra pela cabeça descendo até o coração, subindo para os braços, indo para as mãos e saindo em direção a área canalizada. Essa sequência serve tanto para a aplicação para outros seres e objetos quanto para a auto aplicação. Agora é só se posicionar perante a pessoa para iniciar a aplicação e seguir a sequência de imposição de mãos descrita no final desta apos la. O mesmo serve para a auto aplicação. Ao finalizar a aplicação ou auto aplicação finalize o trabalho voltando se novamente para a meditação Gassho e agradecendo ao Universo/Criador/Deus pela energia, pela proteção e declare o trabalho finalizado. Com isso o canal será fechado, para novas aplicações deve-se refazer todo o processo de abertura novamente. Energização dos chakras > Para energizar/ativar o sétimo chakra com um cristal de quartzo, sugerimos o seguinte exercício de meditação: Prepare o ambiente com incenso e música suave. Escolha a posição mais confortável para seu corpo, de preferência sentado numa cadeira de espaldar reto. Concentre-se pra cando um relaxamento que se inicia pelos pés, subindo lentamente até a cabeça, e mentalize luz branca em volta de todo o seu corpo, para proteção. Segure com a mão direita um cristal de quartzo gerador ligeiramente inclinado, com a ponta direcionada a seu chakra coronário, mantendo uma distância de 10 a 12 cen metros. Feche os olhos e mentalize um raio de luz branca saindo pela ponta do cristal e penetrando em seu corpo através do chakra coronário, abrindo-o e energizando-o. Mantenha o cristal em constante movimento giratório, no sen do horário, por três a cinco minutos. Depois, baixe seu braço direito e, mantendo o cristal em suas mãos e os olhos fechados, perceba quaisquer sensações, luzes, cores, imagens ou intuições. Terminada a meditação, é bom anotar as sensações para comparação com experiências futuras. Não se frustre se não houver nenhuma 36
  • 37. sensação nas primeiras experiências. Tudo vem com a prá ca e a regularidade, como em qualquer trabalho espiritual. Pedras: Apofilita Incolor, Ame sta, Ametrino, Calcita Dente de Cão, Alexandrita, Calcita Ó ca, Charoita Calcita Dourada Moldavita, Cristal de Quartzo Fluorita Heliodoro, Danburita Halita Violeta Pirita, Diamante Iolita, Diamante Herkimer Lepidolita, Dolomita Sugilita, Escolecita Tanzanita, Fenacita, Goshenita, Selenita (Gipsita), Topázio Incolor e Ulexita. > Para energizar/ativar o sexto chakra, proceda da mesma forma que na meditação anterior, apontando o cristal ligeiramente inclinado na direção deste centro de energia. Lembre-se de visualizar a parte posterior do chakra também vibrando com esta luz. O sé mo e o sexto chakras devem ser trabalhados sempre em conjunto, começando-se pelo sé mo. Algumas das pedras do sexto chakra também agem sobre o quinto, como o Lápis Lazuli e a Indicolita. Pedras: Apa ta Azul, Azurita, Calcan ta, Cianita Halita Azul Indicolita (Turmalina Azul), Labradorita Lápis Lazuli, Papagoita, Safira Azul, Sodalita E Vivianita. > Para energizar/ativar o quinto chakra, proceda exatamente como nos dois primeiros, modificando apenas a posição do cristal, que neste caso deverá ficar paralelo ao chão, horizontalmente apontando para este centro de energia, não esquecendo de girá-lo sempre em sen do horário e de visualizar sua parte posterior. Pedras: Ágata Azul Rendada Crisocola, Água Marinha Euclásio, Ajoita Hemimorfita, Albita Larimar, Amazonita Quartzo Azul, Angelita Sha uckita, Calcan ta Sílica Gema, Calcita Azul Topázio Azul e Celes ta Turquesa. > Para energizar/ativar o quarto chkra, proceda como das vezes anteriores, mantendo o cristal paralelo ao chão, na posição horizontal, com a ponta direcionada ao quarto chakra, e visualize também um raio de luz branca saindo de dentro deste seu centro de energia, encontrando-se e unindo-se ao feixe de luz que sai pela ponta do cristal. O chakra cardíaco é especialmente importante por ser o ponto central de nosso corpo, separando (e unindo) os chakras superiores (quinto, sexto e sé mo), que regem a espiritualidade, dos inferiores (primeiro, segundo e terceiro), que regem o sico. Pedras: Verde Rosa Verde e rosa Translúcida, Ágata Musgo Calcita Rosa Jade do Transvaal Opala, Apa ta Verde Cobaltocalcita (Afrodite) Turmalina Melancia Pedra da Lua, Aventurina (Quartzo Verde) Halita Rosa, Apofilita Verde Kunzita, Brasilianita Morganita, Calcita Verde Quartzo Rosa, Crisoberilo Rodocrosita, Crisoprásio Rubelita (Turmalina Rosa), Diopsídio Smithsonita Rosa, Dioptásio, Esmeralda, Hiddenita, Jade (Jadeíta e Nefrita), Malaquita, Peridoto, Serpen na, Smithsonita Verde, Uvarovita, Variscita, Verdelita (Turmalina Verde) e Vesuvianita. > Para energizar/ativar o terceiro chakra, são feitas da mesma maneira que as anteriores, ficando o cristal na posição horizontal. 37
  • 38. Pedras: Adamita, Âmbar, Apa ta, Amarela, Calcita Amarela, Citrino Natural, Enxofre Pedra do Sol, Piromorfita, Tempest Stone e Topázio Imperial. > Para energizar/ativar o segundo chakra, siga o mesmo processo de energização e a vação dos chakras anteriores, posicionando o cristal inclinado levemente com a ponta direcionada ao segundo chakra. Ao visualizar a luz branca entrando em seu corpo através do chakra sexual, faça com que ela se espalhe em círculos concêntricos por toda a região abdominal. Pedras: Andaluzita, Calcita Laranja, Coral Cornalina, Crocoita, Opala de Fogo, Orpimento, Vanadinita e Wulfenita. > Para energizar/ativar o primeiro chakra, proceda como nas meditações anteriores, mantendo o cristal ligeiramente inclinado com a ponta direcionada ao chakra básico. Importante: não gire o cristal, mantenha-o imóvel enquanto apontado para este centro energé co. Pedras: Bixbita, Ágata de Botswana, Crisântemo, Calcita Vermelha, Boji Stone, Obsidiana, Cinábrio, Galena, Ônix, Cuprita Howlita Turmalina Preta, Espinélio Jaspe Paisagem, Granada Jaspe Pele de Leopardo, Hema ta Lingam, Heliotrópio (Bloodstone) Madeira Petrificada, Jaspe Vermelho Magnesita, Quartzo Vermelho Magne ta, Realgar, Quartzo Enfumaçado (Fumê), Rodonita Quartzo Olho de Falcão, Rubi Quartzo Olho de Tigre, Ru lo Quartzo Ru lado, Thulita Quartzo Turmalinado, Zincita Unakita e Zircão. Os exercícios de meditação para a vação e energização dos chakras devem ser pra cados com regularidade, até que você consiga sen r reações nas áreas correspondentes aos chakras. É importante anotar o que acontece durante e após os exercícios e tentar reconhecer sua influência no co diano. Não espere nem procure resultados imediatos. Como em todas as coisas na vida, só com a prá ca e a regularidade nos exercícios é que se chega a reconhecer os resultados. TÉCNICAS ENSINADAS POR MIKAO USUI KOKI-HO Koki significa “soprar” e Ho significa “técnica”. A pronúncia correta é “coquirrô”. Ensinada no Shoden, porém, no Shimpiden ela recebe mais algumas ferramentas. Esta técnica u liza-se preferencialmente do ar fresco e da respiração em conjunto com o símbolo Cho ku Rei. Seu efeito é refrigerante, calmante, funciona como um poderoso recurso de dispersão. Uma camada fluídica nociva sempre fica agregada nas áreas problemá cas do corpo. Sua re rada facilita a ação das energias benéficas transmi das pelo reikiano. Recomenda-se Koki-Ho em casos de dores em geral.  Inspire o ar fresco pelo nariz. Pelas narinas filtramos, aquecemos e umidificamos o ar. Os nadis de absorção de Prana, estão conectados às narinas; 38
  • 39.  Imagine o ar inspirado entrando pelo Chacra Coronário descendo para o abdômen até o Tanden (três dedos abaixo do umbigo). Prenda a respiração e no céu da boca, desenhe o símbolo Cho Ku Rei ou qualquer outro símbolo que sua intuição indicar que seja necessário à aplicação, mentalizando o mantra três vezes e  Com os lábios posicionados como se es vesse assobiando, assopre com rapidez e vigor sobre a parte que deseja atuar, como se fosse para apagar uma vela à distância, imaginando que o símbolo está sendo expirado no local tratado. Repita o processo quantas vezes achar necessário, lembre-se sempre que essa técnica é poderosa. Pode ocorrer o aquecimento da respiração, a exemplo do que ocorre com as mãos. O mo vo de imaginarmos o ar penetrando pelo Chacra Coronário é que temos um “cordão espiritual” que nos liga ao “Eu Superior”. Conhecido como “pilar de luz” na Cabala e como “antakarana” em sânscrito, que quer dizer “ponte espiritual de luz”, por onde penetra a Energia Universal u lizada no Reiki. Essa energia sofre o adensamento no Chacra Cardíaco, o que permite sua u lização em tratamentos. A técnica Koki-Ho deve ser executada a uma distância entre 30cm e 1m do receptor, podemos reduzir a distância em regiões mais acessíveis como os olhos, cabeça, dedos e braços, por exemplo. Neste caso as expirações devem ser mais curtas e sucessivas, como se es véssemos limpando a lente de um óculos. A técnica Koki-Ho é recomendada, com grande eficácia, em receptores que tenham alguma manifestação mediúnica durante a sessão de Reiki, e demorem a sair do estado de torpor em que muitos ficam após tal ocorrência. Nestes casos, devemos levantar os braços, afastar ligeiramente as pernas e “ves r” o ideograma central (Koo) do símbolo Dai Koo Myo, que significa Hikari ou Luz. Visualizamos os ideogramas do Sol e da Lua (Myo), cada um sob nossos pés e o ideograma superior (Dai) sobre nossa cabeça. Neste momento. Inspiramos e retemos o ar rapidamente nos pulmões. O sopro é direcionado, com bastante vivacidade, ao Chacra Frontal do receptor, entre os olhos, ou a um dos ouvidos, onde há um chacra que leva à glândula pineal (espiritual), devemos tomar cuidado para que o receptor não venha a desequilibrar-se e cair. Com a técnica Koki-Ho re ramos provisoriamente o obsessor, porém é necessário que tanto obsessor como o obsediado sejam doutrinados. A técnica Koki-Ho pode ser u lizada à distância, em fotografias, após traçar o símbolo Hon Sha Ze Sho Nen. Neste caso tratamos o corpo todo com um só sopro. Não é recomendável u lizar essa técnica em pessoas portadoras de tuberculose avançada. O cliente poderá não suportar a crise de catarse inicial. 39
  • 40. JAKI-KIRI-JHOKA-HO Jaki significa “energia nega va do corpo”, Kiri significa “cortar”, Jhoka significa “limpeza” e Ho significa “técnica”. A pronúncia correta é “diáquiquílidiôcarrô”. Ensinada no Shoden mas, assim como a anterior, as possibilidades d atuação são ampliadas no Shimpiden. É usada para re rar a energia nega va ou miasmas, cortar ondas nega vas fixadas à muito tempo, purificar ou harmonizar algo.  Faça uma meditação Gassho por alguns momentos, seguida de uma oração Reiji-Ho;  Pegue o objeto que irá tratar, purificar. Se for pequeno coloque-o em uma das palmas das mãos. Se for grande fique de pé à sua frente e  Faça uma respiração profunda, concentre a energia no ponto Tanden e, enquanto segura a respiração, dê três golpes sobre o objeto de dentro para fora com movimentos rápidos, numa distância de 2 a 5cm acima do objeto. Só então solte o ar. O 3º golpe deve terminar em cima do objeto. Após isso energize-o aplicando Reiki, usando o símbolo Cho Ku Rei. Deste modo você estará neutralizando a energia nega va e subs tuindo-a pela energia Reiki. Esta técnica pode ser u lizada com objetos bem grandes como casas, bastando usar os símbolos Dai-Koo-Myo e Hon Sha Ze Sho Nen e imaginar que você está fazendo os cortes acima do objeto. Em seguida é preciso energizar o objeto com o Reiki à distância usando a técnica da redução. De acordo com Sensei Aoki, se você não prende a respiração ao longo dos 3 “cortes”, corre o rico de contaminar-se com a energia nega va que está transmutando. Técnicas extras BYOSEN-REIKAN-HO Byo significa “enfermidade ou doença”, Sen significa “linha desenhada, Reikan significa “sensação” e Ho significa “técnica”. A pronúncia correta é “biozenreicanrrô”. Ensinada no Shoden. Poderia ser traduzida como “sen r a linha da doença” ou se quiser u lizar uma linguagem mais moderna, “escaneamento”. 1 - Baseia-se na intenção para detectar as áreas em que o receptor esteja precisando de energia Reiki. Coloque a mão não-dominante a uma distância de uns 30cm do chakra coronário do receptor, transferindo sua consciência para a sua mão, em seguida, aproxime-se até cerca de 8 a 10cm da pele, região onde a aura é mais densa (comparada às camadas mais su s); 2 - Movimente a mão, lentamente, corpo abaixo, em direção aos pés. Procure manter uma distância da pele do receptor de 5 a 30cm, percebendo a energia do mesmo, além de seu corpo. Mantenha um estado mais recep vel possível para as impressões que você possa captar. Em todo o percurso, sinta as mudanças, perceba os bloqueios. Uma vez determinado onde se encontravam, as “variações” ou “mudanças e diferenças” registradas pela sensibilidade da mão, você terá indicadores para direcionar com mais intensidade sua atenção. Havendo alguma mudança, é nessa área que a pessoa estará precisando de mais energia; 40