SUS
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
ENFª IVIA FATIMA RODRIGUES
Especialista em Saude Publica
Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho
História da Saúde Pública no BrasilHistória da Saúde Pública no Brasil
1700
1750
1800
1850
1900
1950
2000
2050 Primeira Organização de
Saúde Publica
Nova era de Higiene
Nacional
Dr. Carlos Chagas
Visitas Casos doenças
transmissíveis
Criação SESP
Normas Gerais (Defesa e
Proteção da saúde)
Fundo de Assistência ao
trabalho rural
Criação INPS
Lei 6439
Prevsaúde
Criação do SUS
SUS
 Marco histórico de surgimento do SUS:
VIII Conferência Nacional de Saúde (1986)
Saúde com direito de todos,
Equidade e Integralidade das ações de saúde,
Saúde como componente da seguridade social,
Sistema público com comando único.
Pré-constituinte da Saúde.
CONSTRUINDO O SUS
 REFORMA SANITARIA
BRASILEIRA
 1990 – 2006
Lei Orgânica de Saúde – 8.080/90
Normas Operacionais do SUS
PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE
(LEI ORGÂNICA DA SAÚDE
8080/90)
 Garantir que a população por intermédio de suas
entidades representativas poderá participar dos
processos de formação das políticas de saúde em todos
os níveis desde o Federal até o local.
COMUNIDADE
(LEI ORGÂNICA DA SAÚDE – LEI
8142/90)
 Conselhos de Saúde
Nacional
Estadual – Cons. De Secretários Estad. de Saúde - CONASS
Municipal – Cons. De Secretários Munic. de Saúde - CONASEMS
Distrito Federal - CONASS
 Função Deliberativa
 Composição do conselho: usuários, governo, prof. da saúde,
prestadores de serviços.
 Conferência de Saúde
Encontros de 4 em 4 anos
PARTICIPAÇÃO SOCIAL
CLS
COMUSA
CONSELHO ESTADUAL
 CONSELHO NACIONAL
CONFERENCIAS DE SAÚDE
COMPOSIÇÃO DO CLS
COMPOSIÇÃO DO CLS
A saúde tem como fatores determinantes e
condicionantes, entre outros, a alimentação, a
moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o
trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e
o acesso aos bens e serviços essenciais.
FUNÇÕES DO SUS
REGULAR – FISCALIZAR
CONTROLAR - EXECUTAR
DIRETRIZES E PRINCÍPIOS
DOUTRINÁRIOS/ASSISTENCIAIS
 UNIVERSALIDADE
 EQUIDADE
 INTEGRALIDADE
12
INTEGRALIDADE
 As ações de saúde devem ser organizadas, visando a:
Promoção – atenção primária à saúde
Proteção - atenção secundária à saúde
Recuperação – atenção terciária à saúde
INTEGRALIDADE
As ações de saúde devem ser combinadas e
voltadas para a prevenção, promoção e
reabilitação.
UNIVERSALIDADE
 É dever do Estado (Fed., Est., Munic., DF)
 Todos tem direito à saúde:
 Índios
 Cidadãos
 Pessoas carentes
 Presidiários
 Usuários de drogas
 Estrangeiros ( desde que estejam em território
nacional)
UNIVERSALIDADE
Saúde é direito de todos,
EQUIDADE
 Diminuir as desigualdades.
 Tratar desigualmente os desiguais, investindo
mais aonde a carência é maior.
 Princípio de justiça social. Eu ofereço mais a
quem mais preciso diminuindo assim as
desigualdades existentes.
EQUIDADE
Diminuir as desigualdades.
Universalidade
Equidade Integralidad
e
SUSRegionalização e
Hierarquização
Resolubilidade
Descentralizaçã
o
Controle Social
Participação
complementar do Setor
Privado
Princípios
organizacionais
PRINCÍPIOS ÉTICOS/DOUTRINÁRIOS
DIRETRIZES E PRINCÍPIOS
ORGANIZACIONAIS GERENCIAIS
 DESCENTRALIZAÇÃO
 REGIONALIZAÇÃO
 HIERARQUIZAÇÃO
 PARTICIPAÇÃO SOCIAL
 Gestor único em cada esfera de governo
 Complementaridade do privado
 suplementariedade do privado
 Financiamento
17
Nacional
Estadual
Municipal
Ministério da
Saúde
Secretarias
Estaduais
Secretarias
Municipais
Comissão
Tripartite
Conselho
Nacional
Conselho
Estadual
Conselho
Municipal
Nacional
Estadual
Municipal
Gestor
Comissão
Intergestores
Colegiado
Participativo
Gestor
Comissão
Intergestores
Colegiados
Deliberativos
Ministério da
Saúde
Secretarias
Estaduais
Secretarias
Municipais
Comissão
Tripartite
Comissão
Bipartite
Conselho
Nacional
Conselhos
Estaduais
Conselhos
Municipais
ESTRUTURA INSTITUCIONAL E
DECISÓRIA DO SUS
O SUS EM NÚMEROS

Dados positivos (estatística de 2015)
 67 mil unidades de saúde
 5.900 hospitais
 200 mil agentes comunitários
 20 mil equipes de saúde de família
 1,5 bilhão de atendimentos ambulatoriais
 12 milhões de internações
 300 milhões de exames laboratoriais
 1 milhão de tomografias
 160 mil ressonâncias
 6,5 milhões ultra-sonografias
 8 milhões de seções de hemodiálise
 23.400 transplantes de órgãos e tecidos
 105 mil cirurgias oncológicas
 140 milhões de vacinas aplicadas
ATENÇÃO PRIMÁRIA
 Primeiro atendimento realizado por uma Unidade
Básica de Saúde – UBS.
 Postos de saúde – PSF / PACS e NASF
 Resolução dos problemas e maior prevalência e
significado social em cada comunidade.
 Baixo nível de complexidade
PROMOÇÃO PREVENÇÃO
ATENÇÃO SECUNDÁRIA
 Tratamento ambulatorial e pequenos hospitais,
que incorpora funções de nível primário e
acrescenta as de tratamento especializado.
 Centros de Saúde, laboratórios, ambulatórios
especializados – maternidades, laboratório Central
 Nível intermediário de complexidade.
 Reabilitação
ATENÇÃO TERCIÁRIA
 Grandes Hospitais gerais e especializados.
 Cirurgias cardíacas, transplantes, Tomografia,
ressonância magnética
 Alto nível de complexidade e de ponta
 Servindo de referência para os demais
programas, sistemas e serviços.
COMPLEMENTARIDADE DO
SETOR PRIVADO
 Forma complementar.
 Contratada ou conveniada
 Prevalecendo o interesse público sobre o privado.
 Preferência para os serviços não lucrativos:
Hospitais Filantrópicos, Santas Casas
VISÃO DO SUS
 VISÃO MAIS HUMANA
 TRATA O SER HUMANO E NÃO A DOENÇA,
 AÇÃO CURATIVA PARA PREVENTIVA,
DE GERENTE EM GESTOR
CUSTO PARA RESOLUTIVIDADE
SUS PARA SER VIÁVEL DEPENDE DE:
LEI DOS “5 MAIS”
MAIS BRASIL
MAIS SAÚDE
MAIS EFICIÊNCIA
MAIS HONESTIDADE
MAIS DINHEIRO
25
Política Nacional de Atenção Básica
Portaria n. 2488, de 21 de outubro de 2011.
• PMAQ – Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade
na Atenção Básica
• RequalificaUBS – Construção, Reforma e Ampliação
• Telessaúde – Informatização, conectividade e segunda
opinião formativa
• Programa de Valorização dos Profissionais da Atenção
Básica
• Ações para Provimento e Fixação de Profissionais
Médicos na Atenção Básica – FIES PROESF – Projeto
de Expansão e Consolidação da Saúde da Família
• Programa Saúde na Escola – PSE
• Política Nacional de Alimentação e Nutrição –
SF 6
composições
NASF
ESFR
ESFF
UBS - Fluviais
Política Nacional de Atenção
A Atenção Básica caracteriza-se por um conjunto de
ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que
abrange a promoção e a proteção da saúde, a
prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a
reabilitação, redução de danos e a manutenção da
saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção
integral que impacte na situação de saúde e
autonomia das pessoas e nos determinantes e
condicionantes de saúde das coletividades
Política Nacional de Atenção
Básica
Portaria n. 2488, de 21 de outubro de 2011.
ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMÍLIA
 https://www.youtube.com/watch?
v=EvAbGkvf3Yw
Princípios da estratégia de
Saúde da Família
ADSCRIÇÃO DE CLIENTELA
Definição precisa do território de atuação
TERRITORIALIZAÇÃO
Mapeamento da área, compreendendo segmento populacional determinado
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO
Cadastramento das famílias e dos indivíduos, gerando dados que possibilitem a
análise da situação de saúde do território
PLANEJAMENTO BASEADO NA REALIDADE LOCAL
Programação das atividades segundo critérios de risco à saúde, priorizando
solução dos problemas
INTERDISCIPLINARIDADE
Trabalho interdisciplinar, integrando áreas técnicas e profissionais de
diferentes formações
VINCULAÇÃO
Participação na dinâmica social das famílias assistidas e da própria
comunidade
COMPETÊNCIA CULTURAL
Valorização dos diversos saberes e práticas na perspectiva de uma
abordagem integral e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos de
confiança com ética, compromisso e respeito
Características do processo de
trabalho da SF
PARTICIPAÇÃO SOCIAL
Participação da comunidade no planejamento, execução e avaliação
das ações
INTERSETORIALIDADE
Trabalho intersetorial, integrando projetos sociais e setores afins,
voltados para a promoção da saúde
FORTALECIMENTO DA GESTÃO LOCAL
Apoio a estratégias de fortalecimento da gestão local.
Características do processo de
trabalho da SF
Composição Básica:
• Médico
• Enfermeiro
• Auxiliares de enfermagem
• Agentes comunitários de saúde
• Cirurgião-Dentista
• Auxiliar de consultório dentário e/ou
• Técnico de higiene dental
SAÚDE DA FAMÍLIA
TERRITORIALIZAÇÃO E
CADASTRAMENTO DA CLIENTELA
 Área de abrangência previamente definida.
 Cadastramento e o acompanhamento da população
adscrita a esta área.
 Uma equipe se responsabilizará por, no máximo,
4.500 pessoas.
 Entre 600 e 1.000 famílias.
 Um agente: em média 575 pessoas.
AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE
(ACS)
 I - Desenvolver ações que busquem a integração entre a
equipe de saúde e a população adscrita à UBS,
considerando as características e as finalidades do
trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos
sociais ou coletividade;
 II - Trabalhar com adscrição de famílias em base
geográfica definida, a microárea;
 III - Estar em contato permanente com as famílias
desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da
saúde e à prevenção das doenças, de acordo com o
planejamento da equipe;
Aula 1 sus resumido
Aula 1 sus resumido
Aula 1 sus resumido
Aula 1 sus resumido

Aula 1 sus resumido

  • 1.
    SUS SISTEMA ÚNICO DESAÚDE ENFª IVIA FATIMA RODRIGUES Especialista em Saude Publica Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho
  • 2.
    História da SaúdePública no BrasilHistória da Saúde Pública no Brasil 1700 1750 1800 1850 1900 1950 2000 2050 Primeira Organização de Saúde Publica Nova era de Higiene Nacional Dr. Carlos Chagas Visitas Casos doenças transmissíveis Criação SESP Normas Gerais (Defesa e Proteção da saúde) Fundo de Assistência ao trabalho rural Criação INPS Lei 6439 Prevsaúde Criação do SUS
  • 3.
    SUS  Marco históricode surgimento do SUS: VIII Conferência Nacional de Saúde (1986) Saúde com direito de todos, Equidade e Integralidade das ações de saúde, Saúde como componente da seguridade social, Sistema público com comando único. Pré-constituinte da Saúde.
  • 4.
    CONSTRUINDO O SUS REFORMA SANITARIA BRASILEIRA  1990 – 2006 Lei Orgânica de Saúde – 8.080/90 Normas Operacionais do SUS
  • 5.
    PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE (LEIORGÂNICA DA SAÚDE 8080/90)  Garantir que a população por intermédio de suas entidades representativas poderá participar dos processos de formação das políticas de saúde em todos os níveis desde o Federal até o local.
  • 6.
    COMUNIDADE (LEI ORGÂNICA DASAÚDE – LEI 8142/90)  Conselhos de Saúde Nacional Estadual – Cons. De Secretários Estad. de Saúde - CONASS Municipal – Cons. De Secretários Munic. de Saúde - CONASEMS Distrito Federal - CONASS  Função Deliberativa  Composição do conselho: usuários, governo, prof. da saúde, prestadores de serviços.  Conferência de Saúde Encontros de 4 em 4 anos
  • 7.
    PARTICIPAÇÃO SOCIAL CLS COMUSA CONSELHO ESTADUAL CONSELHO NACIONAL CONFERENCIAS DE SAÚDE
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    A saúde temcomo fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.
  • 11.
    FUNÇÕES DO SUS REGULAR– FISCALIZAR CONTROLAR - EXECUTAR
  • 12.
    DIRETRIZES E PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS/ASSISTENCIAIS UNIVERSALIDADE  EQUIDADE  INTEGRALIDADE 12
  • 13.
    INTEGRALIDADE  As açõesde saúde devem ser organizadas, visando a: Promoção – atenção primária à saúde Proteção - atenção secundária à saúde Recuperação – atenção terciária à saúde INTEGRALIDADE As ações de saúde devem ser combinadas e voltadas para a prevenção, promoção e reabilitação.
  • 14.
    UNIVERSALIDADE  É deverdo Estado (Fed., Est., Munic., DF)  Todos tem direito à saúde:  Índios  Cidadãos  Pessoas carentes  Presidiários  Usuários de drogas  Estrangeiros ( desde que estejam em território nacional) UNIVERSALIDADE Saúde é direito de todos,
  • 15.
    EQUIDADE  Diminuir asdesigualdades.  Tratar desigualmente os desiguais, investindo mais aonde a carência é maior.  Princípio de justiça social. Eu ofereço mais a quem mais preciso diminuindo assim as desigualdades existentes. EQUIDADE Diminuir as desigualdades.
  • 16.
    Universalidade Equidade Integralidad e SUSRegionalização e Hierarquização Resolubilidade Descentralizaçã o ControleSocial Participação complementar do Setor Privado Princípios organizacionais PRINCÍPIOS ÉTICOS/DOUTRINÁRIOS
  • 17.
    DIRETRIZES E PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAISGERENCIAIS  DESCENTRALIZAÇÃO  REGIONALIZAÇÃO  HIERARQUIZAÇÃO  PARTICIPAÇÃO SOCIAL  Gestor único em cada esfera de governo  Complementaridade do privado  suplementariedade do privado  Financiamento 17
  • 18.
  • 19.
    O SUS EMNÚMEROS  Dados positivos (estatística de 2015)  67 mil unidades de saúde  5.900 hospitais  200 mil agentes comunitários  20 mil equipes de saúde de família  1,5 bilhão de atendimentos ambulatoriais  12 milhões de internações  300 milhões de exames laboratoriais  1 milhão de tomografias  160 mil ressonâncias  6,5 milhões ultra-sonografias  8 milhões de seções de hemodiálise  23.400 transplantes de órgãos e tecidos  105 mil cirurgias oncológicas  140 milhões de vacinas aplicadas
  • 20.
    ATENÇÃO PRIMÁRIA  Primeiroatendimento realizado por uma Unidade Básica de Saúde – UBS.  Postos de saúde – PSF / PACS e NASF  Resolução dos problemas e maior prevalência e significado social em cada comunidade.  Baixo nível de complexidade PROMOÇÃO PREVENÇÃO
  • 21.
    ATENÇÃO SECUNDÁRIA  Tratamentoambulatorial e pequenos hospitais, que incorpora funções de nível primário e acrescenta as de tratamento especializado.  Centros de Saúde, laboratórios, ambulatórios especializados – maternidades, laboratório Central  Nível intermediário de complexidade.  Reabilitação
  • 22.
    ATENÇÃO TERCIÁRIA  GrandesHospitais gerais e especializados.  Cirurgias cardíacas, transplantes, Tomografia, ressonância magnética  Alto nível de complexidade e de ponta  Servindo de referência para os demais programas, sistemas e serviços.
  • 23.
    COMPLEMENTARIDADE DO SETOR PRIVADO Forma complementar.  Contratada ou conveniada  Prevalecendo o interesse público sobre o privado.  Preferência para os serviços não lucrativos: Hospitais Filantrópicos, Santas Casas
  • 24.
    VISÃO DO SUS VISÃO MAIS HUMANA  TRATA O SER HUMANO E NÃO A DOENÇA,  AÇÃO CURATIVA PARA PREVENTIVA, DE GERENTE EM GESTOR CUSTO PARA RESOLUTIVIDADE
  • 25.
    SUS PARA SERVIÁVEL DEPENDE DE: LEI DOS “5 MAIS” MAIS BRASIL MAIS SAÚDE MAIS EFICIÊNCIA MAIS HONESTIDADE MAIS DINHEIRO 25
  • 26.
    Política Nacional deAtenção Básica Portaria n. 2488, de 21 de outubro de 2011.
  • 27.
    • PMAQ –Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade na Atenção Básica • RequalificaUBS – Construção, Reforma e Ampliação • Telessaúde – Informatização, conectividade e segunda opinião formativa • Programa de Valorização dos Profissionais da Atenção Básica • Ações para Provimento e Fixação de Profissionais Médicos na Atenção Básica – FIES PROESF – Projeto de Expansão e Consolidação da Saúde da Família • Programa Saúde na Escola – PSE • Política Nacional de Alimentação e Nutrição – SF 6 composições NASF ESFR ESFF UBS - Fluviais
  • 28.
    Política Nacional deAtenção A Atenção Básica caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades Política Nacional de Atenção Básica Portaria n. 2488, de 21 de outubro de 2011.
  • 29.
    ESTRATEGIA DE SAUDEDA FAMÍLIA  https://www.youtube.com/watch? v=EvAbGkvf3Yw
  • 30.
    Princípios da estratégiade Saúde da Família ADSCRIÇÃO DE CLIENTELA Definição precisa do território de atuação TERRITORIALIZAÇÃO Mapeamento da área, compreendendo segmento populacional determinado DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO Cadastramento das famílias e dos indivíduos, gerando dados que possibilitem a análise da situação de saúde do território PLANEJAMENTO BASEADO NA REALIDADE LOCAL Programação das atividades segundo critérios de risco à saúde, priorizando solução dos problemas
  • 31.
    INTERDISCIPLINARIDADE Trabalho interdisciplinar, integrandoáreas técnicas e profissionais de diferentes formações VINCULAÇÃO Participação na dinâmica social das famílias assistidas e da própria comunidade COMPETÊNCIA CULTURAL Valorização dos diversos saberes e práticas na perspectiva de uma abordagem integral e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos de confiança com ética, compromisso e respeito Características do processo de trabalho da SF
  • 32.
    PARTICIPAÇÃO SOCIAL Participação dacomunidade no planejamento, execução e avaliação das ações INTERSETORIALIDADE Trabalho intersetorial, integrando projetos sociais e setores afins, voltados para a promoção da saúde FORTALECIMENTO DA GESTÃO LOCAL Apoio a estratégias de fortalecimento da gestão local. Características do processo de trabalho da SF
  • 33.
    Composição Básica: • Médico •Enfermeiro • Auxiliares de enfermagem • Agentes comunitários de saúde • Cirurgião-Dentista • Auxiliar de consultório dentário e/ou • Técnico de higiene dental SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 34.
    TERRITORIALIZAÇÃO E CADASTRAMENTO DACLIENTELA  Área de abrangência previamente definida.  Cadastramento e o acompanhamento da população adscrita a esta área.  Uma equipe se responsabilizará por, no máximo, 4.500 pessoas.  Entre 600 e 1.000 famílias.  Um agente: em média 575 pessoas.
  • 35.
    AGENTE COMUNITÁRIO DESAÚDE (ACS)  I - Desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade;  II - Trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida, a microárea;  III - Estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e à prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe;