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Adaptação de atual, o novo acordo ortográfico,
                                                                                                                  de João Malaca Casteleiro e Pedro Dinis Correia, Texto Editora, 2007
ALTERAÇ Õ     ES                                                                                                 EXPLICAÇÕES
As letras k, w e y foram incorporadas ao alfabeto.
O alfabeto passa a ter 26 letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j,k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z.
Maiúsculas/Minúsculas                                                                                            Mantém-se maiúscula inicial nas abreviaturas dos pontos cardeais e
    • Dias da Semana (segunda-feira…)
                                                                                                                 colaterais, assim como na designação de regiões com os mesmos pontos.
    • Meses do Ano (janeiro, fevereiro…)
    • Pontos Cardeais e colaterais (norte, este…)                                                                Exemplo: O avião virou-se para N; O Sul está em festa
Pode usar-se indiferentemente
    • Títulos de livros ou obras
    • Formas de tratamento
    • Nomes que designam domínios do saber, cursos, disciplinas
    • Logradouros públicos, templos ou edifícios
Supressão gráfica de consoantes mudas ou não articuladas                                                         Nos casos em que a consoante se articula, esta mantém-se (nas
    • Sequências consonânticas                                                                                   assinaturas pessoais e nos nomes de marcas ou entidades registadas não
         CC – ex: abstracionismo, colecionador, lecionar, protecional                                            é obrigatória a adoção da nova ortografia.)
         CÇ – ex: ação, coleção, contração, distração, proteção                                                  CC – ex: faccioso, friccionar, perfeccionismo
         CT – ex: ata (nome), ativar, ator, diretor, letivo, objetivo, projeto                                   CÇ – ex: convicção, ficção, fricção, sucção
         PC – ex: anticoncecional, dececionante, excecional,rececionista                                         CT – ex: bactéria, compacto, intelectual, néctar, pacto
         PÇ – ex: aceção, adoção, conceção, deceção, receção                                                     PC – ex: capcioso, egípcio, núpcias, opcional
         PT – ex: Egito, adotar, batismo, ótimo, otimismo                                                        PÇ – ex: corrupção, erupção, interrupção, opção
                                                                                                                 PT – ex: adepto, apto, eucalipto, rapto
Coexistência de duas grafias, devido à variação de pronúncia nas duas normas cultas                              O Novo Acordo prevê que nas palavras que apresentam variação entre a
Exemplos: característica/caraterística; dáctilo/dátilo; dactilografia/datilografia;
                                                                                                                 prolação e o emudecimento, se registe essa variação com dupla grafia.
infecção/infeção; intersecção/interseção;sector/setor…
Coexistência de duas grafias – entre a norma luso-africana e norma brasileira                                    Neste caso, verifica-se uma oscilação entre a norma culta lusoafricana e a
CC, CÇ, CT
                                                                                                                 norma culta brasileira. Ou seja, existem palavras em que se pronuncia a
Norma lusoafricana – facto, contactar, olfacto
Norma brasileira - fato, contatar, olfato,                                                                       consoante conforme a norma.
PC, PÇ, PT
Norma lusoafricana- conceção, contraceção, contracetivo, corrupção, deceção, receção…
Norma brasileira - concepção, contracepção, contracepção, corrução, decepção,
recepção
BD, BT, GD, MN, TM
Norma lusoafricana – súbdito, subtil, amígdala, amnistina, indemnizar, aritmética…
Norma brasileira – súbdito ou súdito, subtil ou sutil, amígdala ou amídala, amnistia ou
anistia, indenizar, aritmética ou arimética.

ALTERAÇÕES                                                                                     EXPLICAÇÕES
Supressão de acentos gráficos em palavras graves                                               O Novo Acordo prevê que todas as palavras graves, nomeadamente os
     • Creem, deem, leem, veem, descreem, desdem, releem, reveem                               verbos da 2ª conjugação, que contém um e tónico oral fechado em hiato
     • para(á), flexão de parar e para preposição                                              com a terminação –em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou
     • pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar e pela(s), combinação de per e la(s)         conjuntivo não recebam acento circunflexo.
     • polo(s) (ó), substantivo e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s)          As palavras graves que tendo respectivamente vogal tónica aberta ou
Exeções: pôde, 3ª pessoa do singular do pretérito perfeilto do indicativo e pode presente do   fechada, são homógrafas de palavras proclíticas deixam de receber acento
indicativo                                                                                     agudo ou circunflexo.
           pôr, forma verbal e por, preposição                                                 Nota: comboio, dezoito, já não tinham acento
Supressão de acentos gráficos em palavras em palavras graves com ditongo oi
     • asteroide, carcinoide, heroico, esfenoide, espermatozoide, etmoide, ictitoide,
         jiboia, joia
Emprego de acento agudo ou de acento circunflexo no universo da língua portuguesa              Encontramos estas divergências de timbre nas palavras esdrúxulas que
Palavras esdrúxulas (proparoxítonas)                                                           têm vogais tónicas e e o, seguidas das consoantes nasais m e n, uma vez
Vogal e seguida de consoante nasal m e n                                                       que em Portugal essas vogais são abertas e em grande parte do Brasil são
Norma lusoafricana – académico, biénio, efémero, gémeo, género, génese, oxigénio               de timbre fechado. São legítimas as duas variantes.
Norma brasileira      - acadêmico, biênio, efêmero, gêmeo, gênero, gênese, oxigênio
Vogal o, seguida de consoante nasal m ou n
Norma lusoafricana – agronómico, barómetro, cómico, crónico, homónimo, matrimónio
Norma brasileira - agronômico, barômetro, cômico, crônico, homônimo, matrimônio
Palavras graves (paroxítonas)
Vogal e seguida de consoante nasal m ou n
Norma lusoafricana – fémur, Fénix, pénis, ténis, Vénus, xénon
Norma brasileira - fêmur, Fênix, pênis, tênis, Vênus, xênon
Vogal o seguida de consoante nasal m ou n
Norma lusoafricana – abdómen, Adónis, bónus, ónix, ónus, pónei
Norma brasileira      - abdômen, Adônis, bônus, ônix, ônus, pônei
Palavras agudas (oxítonas)
Vogal e e o final em palavras agudas
Norma lusoafricana – caraté, bebé, croché, matiné, puré, cocó, ró
Norma brasileira – caratê, bebê, crochê, matinê, puré, cocô, rô
Vogal o final com variação de sílaba tónica
Norma lusoafricana – judo, metro
Norma brasileira – judô, metrô
Emprego ou supressão de acentos gráficos em palavras graves                                O Novo Acordo prevê que se assinale, na norma culta lusoafricana, com
Norma culta lusoafricana – andámos, cantámos, lavámos, dêmos                               acento agudo nos verbos regulares da primeira conjugação, a terminação
Norma culta brasileira – andamos, cantamos, lavamos, demos                                 da 1ª pessoa do pl do pretérito perfeito do indicativo, de modo a distingui-la
                                                                                           das correspondentes formas do presente do indicativo e que na norma
                                                                                           culta brasileira não haja distinção.
                                                                                           O mesmo acontece com o verbo dar na 1ª pessoa do presente do
                                                                                           conjuntivo, usando acento circunflexo




ALTERAÇÕES                                                                EXPLICAÇÕES
Hifenização
    • antirreligioso, autorrádio, autosserviço, contrarreação,            Elimina-se o hífen nas formações por prefixação e recomposição em que o prefixo ou
        contrarrelógio, cosseno, microssistema, minissaia,                pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente a seguir começa por r ou
        semisselvagem, semirreta, ultrassónico                            s, dobrando-se as consoantes.
    • Agroindustrial, antiaéreo, autoestrada, coautor, codireção,         Elimina-se o hífen nas formações por prefixação e recomposição em que o prefixo ou
        extraescolar, hidroelétrico, plurianual                           pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente a seguir começa por
                                                                          vogal diferente daquela.
   •   anti-ibérico, contra-almirante, coobrigação, coocorrente, infra-   Emprega-se o hífen sempre que nas formações por prefixação e recomposição, o prefixo
       axilar, intra-arterial, micro-ondas, semi-interno                  ou pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente seguinte começa por
                                                                          vogal igual àquela, exceptuando o prefixo co-, que ocorre em geral aglutinado, mesmo
                                                                          quando o elemento seguinte começa por o.
   •   Abóbora-menina, couve-flor, erva-doce, feijão-verde,               As palavras compostas que designam espécies na área da botânica e da zoologia,
       bênção-de-deus, erva-de-rato, erva-de-chá, ervilha-de-cheiro,      estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento, escrevem-se sempre
       fava-de-santo-inácio, bem-me-quer, andorinha-grande,               com hífen.
       cobra-capelo, forminga-branca
   •   hei de, hás de, há de, heis de, hão de                             Elimina-se o hífen nas ligações da preposição de com as formas monossilábicas do
                                                                          presente do indicativo do verbo haver
Orthographia (ôr-tu-ghra-fia), s.f. a parte da grammatica que ensina as regras de boa escripta das palavras; arte de escrever com os
caracteres e signaes consagrados pelo uso. //Maneira de escrever as palavras: Orthographia viciosa. (…)// Orthographia etymologica,
o modo de escrever as palavras coma as lettras fundamentaes que ellas tinham na lingua mae. // Orthographia sónica, o modo de
escrever as palavras empregando só as lettras que correspondem aos sons.

(Aulete e Valente, Diccionario Contemporaneo da lingua portugueza, 1881)

                                           In Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, Paulo Feytor Pinto, INCM&APP,2009

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Atual adapt grelha_novo_acordo_ort

  • 1. Adaptação de atual, o novo acordo ortográfico, de João Malaca Casteleiro e Pedro Dinis Correia, Texto Editora, 2007 ALTERAÇ Õ ES EXPLICAÇÕES As letras k, w e y foram incorporadas ao alfabeto. O alfabeto passa a ter 26 letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j,k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z. Maiúsculas/Minúsculas Mantém-se maiúscula inicial nas abreviaturas dos pontos cardeais e • Dias da Semana (segunda-feira…) colaterais, assim como na designação de regiões com os mesmos pontos. • Meses do Ano (janeiro, fevereiro…) • Pontos Cardeais e colaterais (norte, este…) Exemplo: O avião virou-se para N; O Sul está em festa Pode usar-se indiferentemente • Títulos de livros ou obras • Formas de tratamento • Nomes que designam domínios do saber, cursos, disciplinas • Logradouros públicos, templos ou edifícios Supressão gráfica de consoantes mudas ou não articuladas Nos casos em que a consoante se articula, esta mantém-se (nas • Sequências consonânticas assinaturas pessoais e nos nomes de marcas ou entidades registadas não CC – ex: abstracionismo, colecionador, lecionar, protecional é obrigatória a adoção da nova ortografia.) CÇ – ex: ação, coleção, contração, distração, proteção CC – ex: faccioso, friccionar, perfeccionismo CT – ex: ata (nome), ativar, ator, diretor, letivo, objetivo, projeto CÇ – ex: convicção, ficção, fricção, sucção PC – ex: anticoncecional, dececionante, excecional,rececionista CT – ex: bactéria, compacto, intelectual, néctar, pacto PÇ – ex: aceção, adoção, conceção, deceção, receção PC – ex: capcioso, egípcio, núpcias, opcional PT – ex: Egito, adotar, batismo, ótimo, otimismo PÇ – ex: corrupção, erupção, interrupção, opção PT – ex: adepto, apto, eucalipto, rapto Coexistência de duas grafias, devido à variação de pronúncia nas duas normas cultas O Novo Acordo prevê que nas palavras que apresentam variação entre a Exemplos: característica/caraterística; dáctilo/dátilo; dactilografia/datilografia; prolação e o emudecimento, se registe essa variação com dupla grafia. infecção/infeção; intersecção/interseção;sector/setor… Coexistência de duas grafias – entre a norma luso-africana e norma brasileira Neste caso, verifica-se uma oscilação entre a norma culta lusoafricana e a CC, CÇ, CT norma culta brasileira. Ou seja, existem palavras em que se pronuncia a Norma lusoafricana – facto, contactar, olfacto Norma brasileira - fato, contatar, olfato, consoante conforme a norma. PC, PÇ, PT Norma lusoafricana- conceção, contraceção, contracetivo, corrupção, deceção, receção… Norma brasileira - concepção, contracepção, contracepção, corrução, decepção, recepção BD, BT, GD, MN, TM
  • 2. Norma lusoafricana – súbdito, subtil, amígdala, amnistina, indemnizar, aritmética… Norma brasileira – súbdito ou súdito, subtil ou sutil, amígdala ou amídala, amnistia ou anistia, indenizar, aritmética ou arimética. ALTERAÇÕES EXPLICAÇÕES Supressão de acentos gráficos em palavras graves O Novo Acordo prevê que todas as palavras graves, nomeadamente os • Creem, deem, leem, veem, descreem, desdem, releem, reveem verbos da 2ª conjugação, que contém um e tónico oral fechado em hiato • para(á), flexão de parar e para preposição com a terminação –em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou • pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar e pela(s), combinação de per e la(s) conjuntivo não recebam acento circunflexo. • polo(s) (ó), substantivo e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s) As palavras graves que tendo respectivamente vogal tónica aberta ou Exeções: pôde, 3ª pessoa do singular do pretérito perfeilto do indicativo e pode presente do fechada, são homógrafas de palavras proclíticas deixam de receber acento indicativo agudo ou circunflexo. pôr, forma verbal e por, preposição Nota: comboio, dezoito, já não tinham acento Supressão de acentos gráficos em palavras em palavras graves com ditongo oi • asteroide, carcinoide, heroico, esfenoide, espermatozoide, etmoide, ictitoide, jiboia, joia Emprego de acento agudo ou de acento circunflexo no universo da língua portuguesa Encontramos estas divergências de timbre nas palavras esdrúxulas que Palavras esdrúxulas (proparoxítonas) têm vogais tónicas e e o, seguidas das consoantes nasais m e n, uma vez Vogal e seguida de consoante nasal m e n que em Portugal essas vogais são abertas e em grande parte do Brasil são Norma lusoafricana – académico, biénio, efémero, gémeo, género, génese, oxigénio de timbre fechado. São legítimas as duas variantes. Norma brasileira - acadêmico, biênio, efêmero, gêmeo, gênero, gênese, oxigênio Vogal o, seguida de consoante nasal m ou n Norma lusoafricana – agronómico, barómetro, cómico, crónico, homónimo, matrimónio Norma brasileira - agronômico, barômetro, cômico, crônico, homônimo, matrimônio Palavras graves (paroxítonas) Vogal e seguida de consoante nasal m ou n Norma lusoafricana – fémur, Fénix, pénis, ténis, Vénus, xénon Norma brasileira - fêmur, Fênix, pênis, tênis, Vênus, xênon Vogal o seguida de consoante nasal m ou n Norma lusoafricana – abdómen, Adónis, bónus, ónix, ónus, pónei Norma brasileira - abdômen, Adônis, bônus, ônix, ônus, pônei Palavras agudas (oxítonas) Vogal e e o final em palavras agudas Norma lusoafricana – caraté, bebé, croché, matiné, puré, cocó, ró Norma brasileira – caratê, bebê, crochê, matinê, puré, cocô, rô Vogal o final com variação de sílaba tónica
  • 3. Norma lusoafricana – judo, metro Norma brasileira – judô, metrô Emprego ou supressão de acentos gráficos em palavras graves O Novo Acordo prevê que se assinale, na norma culta lusoafricana, com Norma culta lusoafricana – andámos, cantámos, lavámos, dêmos acento agudo nos verbos regulares da primeira conjugação, a terminação Norma culta brasileira – andamos, cantamos, lavamos, demos da 1ª pessoa do pl do pretérito perfeito do indicativo, de modo a distingui-la das correspondentes formas do presente do indicativo e que na norma culta brasileira não haja distinção. O mesmo acontece com o verbo dar na 1ª pessoa do presente do conjuntivo, usando acento circunflexo ALTERAÇÕES EXPLICAÇÕES Hifenização • antirreligioso, autorrádio, autosserviço, contrarreação, Elimina-se o hífen nas formações por prefixação e recomposição em que o prefixo ou contrarrelógio, cosseno, microssistema, minissaia, pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente a seguir começa por r ou semisselvagem, semirreta, ultrassónico s, dobrando-se as consoantes. • Agroindustrial, antiaéreo, autoestrada, coautor, codireção, Elimina-se o hífen nas formações por prefixação e recomposição em que o prefixo ou extraescolar, hidroelétrico, plurianual pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente a seguir começa por vogal diferente daquela. • anti-ibérico, contra-almirante, coobrigação, coocorrente, infra- Emprega-se o hífen sempre que nas formações por prefixação e recomposição, o prefixo axilar, intra-arterial, micro-ondas, semi-interno ou pseudoprefixo termina em vogal e o elemento imediatamente seguinte começa por vogal igual àquela, exceptuando o prefixo co-, que ocorre em geral aglutinado, mesmo quando o elemento seguinte começa por o. • Abóbora-menina, couve-flor, erva-doce, feijão-verde, As palavras compostas que designam espécies na área da botânica e da zoologia, bênção-de-deus, erva-de-rato, erva-de-chá, ervilha-de-cheiro, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento, escrevem-se sempre fava-de-santo-inácio, bem-me-quer, andorinha-grande, com hífen. cobra-capelo, forminga-branca • hei de, hás de, há de, heis de, hão de Elimina-se o hífen nas ligações da preposição de com as formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver
  • 4. Orthographia (ôr-tu-ghra-fia), s.f. a parte da grammatica que ensina as regras de boa escripta das palavras; arte de escrever com os caracteres e signaes consagrados pelo uso. //Maneira de escrever as palavras: Orthographia viciosa. (…)// Orthographia etymologica, o modo de escrever as palavras coma as lettras fundamentaes que ellas tinham na lingua mae. // Orthographia sónica, o modo de escrever as palavras empregando só as lettras que correspondem aos sons. (Aulete e Valente, Diccionario Contemporaneo da lingua portugueza, 1881) In Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, Paulo Feytor Pinto, INCM&APP,2009