Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário
Encontro dos Profissionais da Informação da Justiça Federal – Brasília - 20 Nov. 2013

por Paula Azevedo Macedo

Paula Macedo - AI & UX
Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal

1
QUEM SOU EU

Colaboradora do blog
www.arquiteturadeinformacao.com
Ministra o curso à distância de Arquitetura de
Informação: Conceitos e Métodos, pelo Extralibris
http://extralibris.com/
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2
O QUE VAMOS VER HOJE

Informação
Arquitetura de Informação
Usabilidade e Heurística
Experiência do Usuário
+
Biblioteconomia

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Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal

3
INFORMAÇÃO

Paula Macedo - AI & UX
Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal

A “hipermídia” de Otlet: teleconferência combinando
telefone, rádio, gramofone, filmes e televisão. Fonte: Mons, Archives du Musée du
Mundaneum, EUM.

4
INFORMAÇÃO

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http://loopinginfinities.blogspot.com.br/2011/03/look-back-part-1.html

5
INFORMAÇÃO

Paul Otlet

Paula Macedo - AI & UX
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” (…) uma instrumentação agindo através da
distância que combinaria ao mesmo tempo
rádio, raio-x, cinema e micro-fotografia. Todas as
coisas do universo e todas aquelas do homem
seriam registradas a longa distância enquanto
fossem produzidas. Entretanto a imagem em
movimento do mundo seria estabelecida – sua
memória, sua verdadeira duplicata. A longa
distância qualquer um seria capaz de ler a
passagem que, expandida ou limitada ao
assunto desejado, seria projetado em sua tela
individual. Assim, em sua poltrona qualquer um
seria capaz de contemplar toda a criação ou
partes particulares dela”.
Mundaneum

http://doraexlibris.wordpress.com/2010/12/11/visualisando-a-organizacao-e-disseminacao-deconhecimento-esbocos-de-paul-otlet-no-mundaneum/

6
INFORMAÇÃO

Paul Otlet e Henry La Fontaine idealizaram o
Mundaneum, que propunha organizar e dar
acesso à todo o conhecimento do mundo.

Paul Otlet

Essa área ficou conhecida como a linha da
Documentação na Biblioteconomia, e é
considerar por alguns como a origem da Ciência
da Informação.
Por suas ideias, Paul Otlet é considerado um
precurssor da Web, pois já falava de hipermídia
antes mesmo do termos existir

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http://intuicaocriativa.wordpress.com/2008/08/05/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web-paul-otlet-2/

7
INFORMAÇÃO

VIDEO

http://youtu.be/DvLKr8Go3iA
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8
INFORMAÇÃO

GLEICK, James. A informação: uma história, uma
teoria, uma enxurrada. São Paulo: Companhia das
Letras, 2013.
.

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9
INFORMAÇÃO

“ Big data é uma palavra da moda, uma maneira de
falar que temos acesso a quantidades enormes de
informação não filtrada em vários domínios.
As pessoas veem o big data como um desafio, porque
todo mundo acredita que existam versões da verdade
em meio a esse amontoado de dados, e investigam que
meios poderíamos usar para manipulá-los.
Isso tudo é verdade.
Mas, novamente, vejo isso como um processo contínuo
com que sempre nos envolvemos. A humanidade
sempre lidou, de certa forma, com o excesso de
informação, num volume difícil para qualquer indivíduo
absorver. Agora, há mais ainda.”.

Paula Macedo - AI & UX
http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2013/06/james-gleick-sempre-lidamos-com-o-excesso-de-informacao.html
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10
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

Paula Macedo - AI de Abreu. In. ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998.
Traduzida por André & UX
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11
CONCEITO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

Definimos arquitetura de informação como a arte
e a ciência de organizar e catalogar
websites, intranets, comunidades online e
software de modo que a usabilidade seja
garantida.
À medida que a informação prolifera de forma
exponencial, a usabilidade vem se tornando o
fator crítico de sucesso para websites e
aplicações. Uma boa AI estabelece as fundações
necessárias para que um sistema de informação
faça sentido para seus usuários
IAI . Institute of Information Architectures usuários.
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12
ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

1976
O Encontro Anual dos Arquitetos do American
Institute of Architects teve como tema:
“The Architecture of Information”
.

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A Arquitetura da Informação

13
ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

1991
WURMAN, Richard Saul. Ansiedade de Informação :
como transformar informação em compreensão.
São Paulo: Cultura, 1991.
.

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14
ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

“Existe um tsunami de dados que bate sobre as portas
do mundo civilizado. É um maremoto crescente de
dados desconexos formado por bits e bytes, vindo em
uma forma desorganizada, descontrolada, incoerente e
cacofônico”.

Paula Macedo - Saul. Ansiedade de Informação : como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, 1991.
WURMAN, RichardAI & UX
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15
ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

ARQUITETO DE INFORMAÇÃO
=



Devem ser tornar o complexo claro, transformar
a informação em algo compreensível para
outros seres humanos.



Alguém que humaniza a tecnologia focando
nas pessoas.



Organiza os padrões inerentes da informação,
torna o complexo, claro.



Cria estruturas ou mapas de informação que
permite outros encontrarem seu caminho para
o conhecimento

.

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16
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

.

Paula Macedo - AI & UX
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17
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

@louisrosenfeld

@morville

1998
ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information
Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol:
O'Reilly, 1998.
.

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18
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

@louisrosenfeld

@morville

1998
ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information
Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol:
O'Reilly, 1998.
.

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19
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

www.arquiteturadeinformacao.com

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20
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
=




@morville

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Design estrutural de um espaço de informação
a fim de facilitar a realização de tarefas (tasks)
e o acesso intuitivo a conteúdos.



É a arte e a ciência de estruturar e classificar
websites e intranets a fim de ajudar as pessoas a
encontrar e a gerenciar informação.



@louisrosenfeld

Combinação entre esquemas de
organização, nomeação (rotulação) e
navegação dentro de um sistema de
informação.

É uma disciplina emergente e uma comunidade
de prática (community of practice), focada em
trazer para o contexto digital os princípios de
design, arquitetura e biblioteconomia

21
DEFINIÇAO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

O princípio básico da Arquitetura de Informação é a
busca pelo equilíbrio entre os três fatores:
Conteúdo, Contexto e Usuários

Paula Macedo - AI & UX
ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for
Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998.

22
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

ARQUITETO DE INFORMAÇÃO
=




Característica Multidisciplinar da AI – muitas
contribuições além da Biblioteconomia


@louisrosenfeld

Quando escreveu o livro queria fomentar a
prática da Biblioteconomia para fora das
bibliotecas : “pensar fora da caixa”

Arquitetura da Informação como parte do
“Guarda-Chuva” da interdisciplinaridade do
Design de Experiência do Usuário
WIAD – World Information Architecture Day

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23
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

ARQUITETO DE INFORMAÇÃO
=




@morville

Contexto da prática mudou, mesmo nas
bibliotecas tradicionais, como a Biblioteca do
Congresso. Agora é necessário pensar na
experiências em multi canais, móveis e sociais.

O nome da profissão não é o mais
importante, mas sim a prática.



O bibliotecário que trabalha com Arquitetura
de Informação tem que extrapolar sua área de
atuação para conseguir exercer sua função
WIAD – World Information Architecture Day

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24
GRANDES LINHAS

Modelo apresentado pelo prof. phd. Guilherme Ranoya. Digicorp. Turma 3. São Paulo, 2013. Material apresentado em aula ranoya@usp.br
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25
USABILIDADE

“Usabilidade é a eficiência, eficácia e satisfação com a
qual os públicos do produto alcançam objetivos em um
determinado ambiente”.

Paula Macedo - AI & UX
componente do Standard de ISO 9241-11 (1998)
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26
USABILIDADE

Jakob Nielsen

Donald Norman

Phd. IHC,
“user advocate”

Psicólogo e Cientista Cognitivo

O que caracteriza uma interface com boa
usabilidade?
.

http://www.nngroup.com/articles/ten-usabilityheuristics/
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27
DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO

ATRIBUTOS DE UMA INTERFACE COM BOA USABILIDADE
=
Heurísticas (principais)


Ser fácil de aprender



Ser eficiente na utilização



Ser fácil de ser recordado



Ser subjetivamente agradável

Princípios(principais)



Feedback



Mapeamento



Consistência


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Visibilidade

Affordance
28
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

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29
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

Paula Macedo - AI & UX
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30
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

Paula Macedo - AI & UX
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31
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

Fácil de Aprender?

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32
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

Eficiente na utilização?

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33
USABILIDADE

O que caracteriza uma interface com boa usabilidade?
.

Eficiente na utilização?

Fácil de ser recordado?

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34
USER EXPERIENCE

É subjetivamente agradável?

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35
USER EXPERIENCE

Donald Norman
Psicólogo e Cientista Cognitivo

NORMAN, Donald A. O Design do dia a dia. Editora Rocco.
______. Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday
.
Things New York: Basic Books, 2004.

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36
USER EXPERIENCE

.

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37
USER EXPERIENCE

Um produto bem projetado envolve muito mais que
apenas um conteúdo de qualidade – facilidade de
uso, desempenho e design gráfico também são
importantes.
Donald Norman

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38
USER EXPERIENCE

Jesse James Garret
Criador do AJAX e movimento adaptive
Path

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GARRET, Jesse James. The elements he Elements of
User Experience User-Centered Design for the Web.
Year: New Riders, 2011.

39
USER EXPERIENCE

Jesse James Garret
Criador do AJAX e movimento adaptive
Path

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.

40
USER EXPERIENCE

A experiência humana é plural e difusa, e, no próprio ato
de nos darmos consciência de nós mesmos, transformamonos em receptáculo de uma rica variedade de sensações
simultâneas. A todo instante de nossa vida consciente,
damo-nos conta, a um tempo só do ver, do ouvir, do tocar,
do sentir odores e do paladar.

McLuhan
Teórico da Comunicação

Qualquer tentativa que um espírito faça de se comunicar a
outra essa variedade de experiência envolverá
simplificação e distorção; segundo McLuhan, entretanto,
uns métodos de comunicação mostram-se melhores do que
outros – dependendo do grau em que o meio empregado
.
reproduz o integral matiz sensório da experiência original.
A capacidade de um meio qualquer agir dessa maneira
depende do número de canais sensórios que ele chame a
atuarem, quando esteja operando adequadamente.
Quanto maior o número de sentidos em pauta, melhor a
possibilidade de transmitir uma cópia fiel do estado mental
de uma pessoa.

MILLER, Jonathan. As idéias de McLuhan. Tradução de Octanny Silveira da Mota e Leonidas Hegenberg.
São Paulo, Cultrix : 1971.
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41
USER EXPERIENCE

Abraham Maslow
Psicólogo americano

Como humanos, somos estimulados por fatores internos ou externos
a executar ações.
Por exemplo: quando sentimos fome (estímulo interno) somos
motivados a comer (ação).
Ele dividiu as nossas necessidades em um gráfico de pirâmide com
cinco partes: fisiologia, segurança, amor/relacionamento, estima e
realização pessoal.

Segundo Maslow, as pessoas desejam alcançar os níveis mais altos
de sua pirâmide, os desejos mais sofisticados

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42
USER EXPERIENCE

O que o site do IBGE ou outros do governo poderiam
fazer para melhorar a experiência do usuário?

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43
USER EXPERIENCE

O que você poderia fazer para melhorar a
experiência do seu usuário?

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44
USER EXPERIENCE
USER EXPERIENCE

Como eu me sinto quando...
USER EXPERIENCE

.

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47
USER EXPERIENCE

.

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48
USER EXPERIENCE

.

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49
USER EXPERIENCE

.

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50
USER EXPERIENCE

a maneira como uma pessoa se sente sobre o uso de
um produto, sistema ou serviço. [Isso inclui]
percepções de uma pessoa de aspectos
práticos, tais como a utilidade, facilidade de
utilização e eficiência do sistema.

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51
USER EXPERIENCE

ÚTIL

CONTEXTO
USÁVEL

DESEJÁVEL

VALIOSO

UX
ENCONTRÁ
VEL

CONTEÚDO

ACESSIVEL

USUÁRIOS
CONFIÁVEL

O princípio básico da Arquitetura de
Informação é a busca pelo equilíbrio entre
os três fatores: Conteúdo, Contexto e
Usuários

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No entanto, em Projetos com Design
centrado no Usuário, são vários fatores a
serem considerados .

52
USER EXPERIENCE

User Experience é junção de muitas
disciplinas e suas subcategorias, todas
voltadas para entregrar uma boa
experiência centrada no usuário.

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53
USER EXPERIENCE

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http://semanticstudios.com/publications/semantics/000228.php
54
USER EXPERIENCE

por exemplo....

Pesquisa

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Concepção

Avaliação

http://tinyurl.com/entregaveisdeux

55
USER EXPERIENCE

por exemplo....

Pesquisa

Concepção

Avaliação



Estudo etnográfico



Inventário de conteúdo



Teste de Usabilidade



Diário de Uso Continuado



Jornada do Usuário



Análise Heurística



Entrevista com Stakeholders



Criação de Personas



Métricas



Cardsorting



Estratégia de conteúdo



SEO



Pesquisa quantitativa



Sitemap



Teste A/B



Análise Competitiva



Fluxograma



Wireframes e Protótipos
navegáveis



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Especificação de uso

http://tinyurl.com/entregaveisdeux

56
USER EXPERIENCE

por exemplo....

Pesquisa

Concepção

Avaliação



Estudo etnográfico



Inventário de conteúdo



Teste de Usabilidade



Diário de Uso Continuado



Jornada do Usuário



Análise Heurística



Entrevista com Stakeholders



Criação de Personas



Métricas



Cardsorting



Estratégia de conteúdo



SEO



Pesquisa quantitativa



Sitemap



Teste A/B



Análise Competitiva



Fluxograma



Wireframes e Protótipos
navegáveis



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Especificação de uso

http://tinyurl.com/entregaveisdeux

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USER EXPERIENCE



Entrevista com Stakeholders



Cardsorting



Jornada do Usuário



Criação de Personas

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58
USER EXPERIENCE



Estratégia de Conteúdo



Wireframes e Protótipos



SEO



Métricas

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59
USER EXPERIENCE

centrado no usuário
v

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http://www.census.gov/

60
USER EXPERIENCE

“Calçar os sapatos dos usuários”

http://www.fastcompany.com/1799396/if-youre-not-sittingwhere-your-customers-sitting-youre-not-really-seeing-your-brand

http://arquiteturadeinformacao.com/2012/02/23/se-voce-nao-estasentado-onde-seu-consumidor-esta-sentado-voce-nao-esta-vendosua-marca-de-verdade/

Obs. Grifos e adaptações livres
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61
USER EXPERIENCE

OBJETIVO DE NEGÓCIOS

Usabilidade
USER EXPERIENCE

Obs. Grifos e adaptações livres
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63
CONCLUSÃO

O indiano Ranganathan pode ter sido o primeiro teórico
da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação a
levantar de forma mais enfática a bandeira do usuário.
1931 . “5 Leis da Biblioteconomia ”
Os livros são para serem usados: design por design
não é nada, design bom é design eficiente (forma
segue a performance).
Todo leitor tem seu livro: conheça as necessidade do
seu público alvo: pesquise.
Todo livro tem seu leitor: defina seu público alvo e
alinhe estratégia pesquise
Ranganathan
O defensor

.

4. Poupe o tempo do leitor. Usabilidade e
Encontrabilidade!
5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento .
Projete para o futuro, a interação do homem com
tecnologia está e está em TODO o lugar.

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64
CONCLUSÃO

O britânico Lancaster desenvolveu vários estudos à
respeito das Linguagens Documentárias: Indexação,
Resumo, Taxonomias, Recuperação da Informação, etc.
O INDEXADOR É UM MEDIADOR
As metodologias descritas por Lancaster podem ser
consideradas uma arte, afinal fica explicito o quanto o
indexador precisar tomar cuidado para impor limites da
sua influência sobre o resumo e a indexação.

A cognição e as escolhas culturais realizadas neste
momento muito tem a ver com as quais um arquiteto
de informação realiza em seu dia a dia.

Lancaster
O indexador

A habilidade de olhar de fora para realizar um resumo
.
representativo é a mesma habilidade requerida pelo
Arquiteto de Informação ao elaborar a estratégia de
conteúdo e a organização da informação em sitemaps
por exemplo.
As preocupações acerca de sistemas capazes de
recuperar e filtrar conteúdos também fazem parte do
universo da AI.

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65
Os estudos de uso e usuários são anteriores à
Arquitetura de Informação.
Eles sempre foram feitos na Biblioteconomia em
diferentes níveis e grau de profundidade. Há várias
abordagens na Biblioteconomia para os mais diversos
tipos de estudos.

Le Coadic
Estudos de uso e usuários

“Usar informação é trabalhar com a matéria da
.
informação para obter um efeito que satisfaça a uma
necessidade de informação. O objetivo final de um
produto de informação, de um sistema de
informação deve ser analisado em termos dos usos
da informação e dos efeitos resultantes desses usos
nas ações dos usuários. O papel mais importante do
sistema consiste na forma como a informação
transforma a realização dessas ações (Le Coadic, 1996,
p. 39).

(Re)visitando os estudos de usuário: entre a “tradição” e o “alternativo”. The user studies revisited: between the tradition and the
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alternative por Luciana Ferreira da Costa e Alan Curcino Pedreira da Silva e Francisca Arruda Ramalho;
http://www.dgz.org.br/ago09/Art_03.htm

66
CONCLUSÃO

“necessidades e usos são interdependentes, se
influenciam reciprocamente de uma maneira
complexa que determinará o comportamento do
usuário e suas práticas”
LE COADIC

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67
Obrigada ;)

Let´s rock, biblios

@paulinhah
paulazevedomacedo@gmail.com
http://www.slideshare.net/PaulaMacedo
br.linkedin.com/in/paulamacedo/

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Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário

  • 1.
    Arquitetura de Informação,Usabilidade e Design de Experiência do Usuário Encontro dos Profissionais da Informação da Justiça Federal – Brasília - 20 Nov. 2013 por Paula Azevedo Macedo Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 1
  • 2.
    QUEM SOU EU Colaboradorado blog www.arquiteturadeinformacao.com Ministra o curso à distância de Arquitetura de Informação: Conceitos e Métodos, pelo Extralibris http://extralibris.com/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 2
  • 3.
    O QUE VAMOSVER HOJE Informação Arquitetura de Informação Usabilidade e Heurística Experiência do Usuário + Biblioteconomia Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 3
  • 4.
    INFORMAÇÃO Paula Macedo -AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal A “hipermídia” de Otlet: teleconferência combinando telefone, rádio, gramofone, filmes e televisão. Fonte: Mons, Archives du Musée du Mundaneum, EUM. 4
  • 5.
    INFORMAÇÃO Paula Macedo -AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://loopinginfinities.blogspot.com.br/2011/03/look-back-part-1.html 5
  • 6.
    INFORMAÇÃO Paul Otlet Paula Macedo- AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal ” (…) uma instrumentação agindo através da distância que combinaria ao mesmo tempo rádio, raio-x, cinema e micro-fotografia. Todas as coisas do universo e todas aquelas do homem seriam registradas a longa distância enquanto fossem produzidas. Entretanto a imagem em movimento do mundo seria estabelecida – sua memória, sua verdadeira duplicata. A longa distância qualquer um seria capaz de ler a passagem que, expandida ou limitada ao assunto desejado, seria projetado em sua tela individual. Assim, em sua poltrona qualquer um seria capaz de contemplar toda a criação ou partes particulares dela”. Mundaneum http://doraexlibris.wordpress.com/2010/12/11/visualisando-a-organizacao-e-disseminacao-deconhecimento-esbocos-de-paul-otlet-no-mundaneum/ 6
  • 7.
    INFORMAÇÃO Paul Otlet eHenry La Fontaine idealizaram o Mundaneum, que propunha organizar e dar acesso à todo o conhecimento do mundo. Paul Otlet Essa área ficou conhecida como a linha da Documentação na Biblioteconomia, e é considerar por alguns como a origem da Ciência da Informação. Por suas ideias, Paul Otlet é considerado um precurssor da Web, pois já falava de hipermídia antes mesmo do termos existir Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://intuicaocriativa.wordpress.com/2008/08/05/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web-paul-otlet-2/ 7
  • 8.
    INFORMAÇÃO VIDEO http://youtu.be/DvLKr8Go3iA Paula Macedo -AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 8
  • 9.
    INFORMAÇÃO GLEICK, James. Ainformação: uma história, uma teoria, uma enxurrada. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 9
  • 10.
    INFORMAÇÃO “ Big dataé uma palavra da moda, uma maneira de falar que temos acesso a quantidades enormes de informação não filtrada em vários domínios. As pessoas veem o big data como um desafio, porque todo mundo acredita que existam versões da verdade em meio a esse amontoado de dados, e investigam que meios poderíamos usar para manipulá-los. Isso tudo é verdade. Mas, novamente, vejo isso como um processo contínuo com que sempre nos envolvemos. A humanidade sempre lidou, de certa forma, com o excesso de informação, num volume difícil para qualquer indivíduo absorver. Agora, há mais ainda.”. Paula Macedo - AI & UX http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2013/06/james-gleick-sempre-lidamos-com-o-excesso-de-informacao.html Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 10
  • 11.
    ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO PaulaMacedo - AI de Abreu. In. ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. Traduzida por André & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 11
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    CONCEITO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO Definimos arquitetura de informação como a arte e a ciência de organizar e catalogar websites, intranets, comunidades online e software de modo que a usabilidade seja garantida. À medida que a informação prolifera de forma exponencial, a usabilidade vem se tornando o fator crítico de sucesso para websites e aplicações. Uma boa AI estabelece as fundações necessárias para que um sistema de informação faça sentido para seus usuários IAI . Institute of Information Architectures usuários. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 12
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    ORIGENS DA ARQUITETURADE INFORMAÇÃO 1976 O Encontro Anual dos Arquitetos do American Institute of Architects teve como tema: “The Architecture of Information” . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal A Arquitetura da Informação 13
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    ORIGENS DA ARQUITETURADE INFORMAÇÃO 1991 WURMAN, Richard Saul. Ansiedade de Informação : como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, 1991. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 14
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    ORIGENS DA ARQUITETURADE INFORMAÇÃO “Existe um tsunami de dados que bate sobre as portas do mundo civilizado. É um maremoto crescente de dados desconexos formado por bits e bytes, vindo em uma forma desorganizada, descontrolada, incoerente e cacofônico”. Paula Macedo - Saul. Ansiedade de Informação : como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, 1991. WURMAN, RichardAI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 15
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    ORIGENS DA ARQUITETURADE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =  Devem ser tornar o complexo claro, transformar a informação em algo compreensível para outros seres humanos.  Alguém que humaniza a tecnologia focando nas pessoas.  Organiza os padrões inerentes da informação, torna o complexo, claro.  Cria estruturas ou mapas de informação que permite outros encontrarem seu caminho para o conhecimento . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 16
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 17
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO @louisrosenfeld @morville 1998 ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 18
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO @louisrosenfeld @morville 1998 ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 19
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO www.arquiteturadeinformacao.com Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 20
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO =   @morville Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Design estrutural de um espaço de informação a fim de facilitar a realização de tarefas (tasks) e o acesso intuitivo a conteúdos.  É a arte e a ciência de estruturar e classificar websites e intranets a fim de ajudar as pessoas a encontrar e a gerenciar informação.  @louisrosenfeld Combinação entre esquemas de organização, nomeação (rotulação) e navegação dentro de um sistema de informação. É uma disciplina emergente e uma comunidade de prática (community of practice), focada em trazer para o contexto digital os princípios de design, arquitetura e biblioteconomia 21
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    DEFINIÇAO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO O princípio básico da Arquitetura de Informação é a busca pelo equilíbrio entre os três fatores: Conteúdo, Contexto e Usuários Paula Macedo - AI & UX ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. 22
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =   Característica Multidisciplinar da AI – muitas contribuições além da Biblioteconomia  @louisrosenfeld Quando escreveu o livro queria fomentar a prática da Biblioteconomia para fora das bibliotecas : “pensar fora da caixa” Arquitetura da Informação como parte do “Guarda-Chuva” da interdisciplinaridade do Design de Experiência do Usuário WIAD – World Information Architecture Day Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 23
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =   @morville Contexto da prática mudou, mesmo nas bibliotecas tradicionais, como a Biblioteca do Congresso. Agora é necessário pensar na experiências em multi canais, móveis e sociais. O nome da profissão não é o mais importante, mas sim a prática.  O bibliotecário que trabalha com Arquitetura de Informação tem que extrapolar sua área de atuação para conseguir exercer sua função WIAD – World Information Architecture Day Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 24
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    GRANDES LINHAS Modelo apresentadopelo prof. phd. Guilherme Ranoya. Digicorp. Turma 3. São Paulo, 2013. Material apresentado em aula ranoya@usp.br Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 25
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    USABILIDADE “Usabilidade é aeficiência, eficácia e satisfação com a qual os públicos do produto alcançam objetivos em um determinado ambiente”. Paula Macedo - AI & UX componente do Standard de ISO 9241-11 (1998) Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 26
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    USABILIDADE Jakob Nielsen Donald Norman Phd.IHC, “user advocate” Psicólogo e Cientista Cognitivo O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . http://www.nngroup.com/articles/ten-usabilityheuristics/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 27
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    DEFINIÇÃO DE ARQUITETURADE INFORMAÇÃO ATRIBUTOS DE UMA INTERFACE COM BOA USABILIDADE = Heurísticas (principais)  Ser fácil de aprender  Ser eficiente na utilização  Ser fácil de ser recordado  Ser subjetivamente agradável Princípios(principais)   Feedback  Mapeamento  Consistência  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Visibilidade Affordance 28
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 29
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 30
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 31
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Fácil de Aprender? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 32
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Eficiente na utilização? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 33
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    USABILIDADE O que caracterizauma interface com boa usabilidade? . Eficiente na utilização? Fácil de ser recordado? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 34
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    USER EXPERIENCE É subjetivamenteagradável? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 35
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    USER EXPERIENCE Donald Norman Psicólogoe Cientista Cognitivo NORMAN, Donald A. O Design do dia a dia. Editora Rocco. ______. Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday . Things New York: Basic Books, 2004. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 36
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    USER EXPERIENCE Um produtobem projetado envolve muito mais que apenas um conteúdo de qualidade – facilidade de uso, desempenho e design gráfico também são importantes. Donald Norman Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 38
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    USER EXPERIENCE Jesse JamesGarret Criador do AJAX e movimento adaptive Path Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal GARRET, Jesse James. The elements he Elements of User Experience User-Centered Design for the Web. Year: New Riders, 2011. 39
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    USER EXPERIENCE Jesse JamesGarret Criador do AJAX e movimento adaptive Path Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal . 40
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    USER EXPERIENCE A experiênciahumana é plural e difusa, e, no próprio ato de nos darmos consciência de nós mesmos, transformamonos em receptáculo de uma rica variedade de sensações simultâneas. A todo instante de nossa vida consciente, damo-nos conta, a um tempo só do ver, do ouvir, do tocar, do sentir odores e do paladar. McLuhan Teórico da Comunicação Qualquer tentativa que um espírito faça de se comunicar a outra essa variedade de experiência envolverá simplificação e distorção; segundo McLuhan, entretanto, uns métodos de comunicação mostram-se melhores do que outros – dependendo do grau em que o meio empregado . reproduz o integral matiz sensório da experiência original. A capacidade de um meio qualquer agir dessa maneira depende do número de canais sensórios que ele chame a atuarem, quando esteja operando adequadamente. Quanto maior o número de sentidos em pauta, melhor a possibilidade de transmitir uma cópia fiel do estado mental de uma pessoa. MILLER, Jonathan. As idéias de McLuhan. Tradução de Octanny Silveira da Mota e Leonidas Hegenberg. São Paulo, Cultrix : 1971. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 41
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    USER EXPERIENCE Abraham Maslow Psicólogoamericano Como humanos, somos estimulados por fatores internos ou externos a executar ações. Por exemplo: quando sentimos fome (estímulo interno) somos motivados a comer (ação). Ele dividiu as nossas necessidades em um gráfico de pirâmide com cinco partes: fisiologia, segurança, amor/relacionamento, estima e realização pessoal. Segundo Maslow, as pessoas desejam alcançar os níveis mais altos de sua pirâmide, os desejos mais sofisticados Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 42
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    USER EXPERIENCE O queo site do IBGE ou outros do governo poderiam fazer para melhorar a experiência do usuário? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 43
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    USER EXPERIENCE O quevocê poderia fazer para melhorar a experiência do seu usuário? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 44
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    USER EXPERIENCE Como eume sinto quando...
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    USER EXPERIENCE . Paula Macedo- AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 47
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    USER EXPERIENCE . Paula Macedo- AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 50
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    USER EXPERIENCE a maneiracomo uma pessoa se sente sobre o uso de um produto, sistema ou serviço. [Isso inclui] percepções de uma pessoa de aspectos práticos, tais como a utilidade, facilidade de utilização e eficiência do sistema. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 51
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    USER EXPERIENCE ÚTIL CONTEXTO USÁVEL DESEJÁVEL VALIOSO UX ENCONTRÁ VEL CONTEÚDO ACESSIVEL USUÁRIOS CONFIÁVEL O princípiobásico da Arquitetura de Informação é a busca pelo equilíbrio entre os três fatores: Conteúdo, Contexto e Usuários Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal No entanto, em Projetos com Design centrado no Usuário, são vários fatores a serem considerados . 52
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    USER EXPERIENCE User Experienceé junção de muitas disciplinas e suas subcategorias, todas voltadas para entregrar uma boa experiência centrada no usuário. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 53
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    USER EXPERIENCE Paula Macedo- AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://semanticstudios.com/publications/semantics/000228.php 54
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    USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa PaulaMacedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Concepção Avaliação http://tinyurl.com/entregaveisdeux 55
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    USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa Concepção Avaliação  Estudoetnográfico  Inventário de conteúdo  Teste de Usabilidade  Diário de Uso Continuado  Jornada do Usuário  Análise Heurística  Entrevista com Stakeholders  Criação de Personas  Métricas  Cardsorting  Estratégia de conteúdo  SEO  Pesquisa quantitativa  Sitemap  Teste A/B  Análise Competitiva  Fluxograma  Wireframes e Protótipos navegáveis  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Especificação de uso http://tinyurl.com/entregaveisdeux 56
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    USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa Concepção Avaliação  Estudoetnográfico  Inventário de conteúdo  Teste de Usabilidade  Diário de Uso Continuado  Jornada do Usuário  Análise Heurística  Entrevista com Stakeholders  Criação de Personas  Métricas  Cardsorting  Estratégia de conteúdo  SEO  Pesquisa quantitativa  Sitemap  Teste A/B  Análise Competitiva  Fluxograma  Wireframes e Protótipos navegáveis  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Especificação de uso http://tinyurl.com/entregaveisdeux 57
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    USER EXPERIENCE  Entrevista comStakeholders  Cardsorting  Jornada do Usuário  Criação de Personas Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 58
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    USER EXPERIENCE  Estratégia deConteúdo  Wireframes e Protótipos  SEO  Métricas Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 59
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    USER EXPERIENCE centrado nousuário v Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://www.census.gov/ 60
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    USER EXPERIENCE “Calçar ossapatos dos usuários” http://www.fastcompany.com/1799396/if-youre-not-sittingwhere-your-customers-sitting-youre-not-really-seeing-your-brand http://arquiteturadeinformacao.com/2012/02/23/se-voce-nao-estasentado-onde-seu-consumidor-esta-sentado-voce-nao-esta-vendosua-marca-de-verdade/ Obs. Grifos e adaptações livres Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 61
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    USER EXPERIENCE OBJETIVO DENEGÓCIOS Usabilidade
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    USER EXPERIENCE Obs. Grifose adaptações livres Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 63
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    CONCLUSÃO O indiano Ranganathanpode ter sido o primeiro teórico da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação a levantar de forma mais enfática a bandeira do usuário. 1931 . “5 Leis da Biblioteconomia ” Os livros são para serem usados: design por design não é nada, design bom é design eficiente (forma segue a performance). Todo leitor tem seu livro: conheça as necessidade do seu público alvo: pesquise. Todo livro tem seu leitor: defina seu público alvo e alinhe estratégia pesquise Ranganathan O defensor . 4. Poupe o tempo do leitor. Usabilidade e Encontrabilidade! 5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento . Projete para o futuro, a interação do homem com tecnologia está e está em TODO o lugar. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 64
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    CONCLUSÃO O britânico Lancasterdesenvolveu vários estudos à respeito das Linguagens Documentárias: Indexação, Resumo, Taxonomias, Recuperação da Informação, etc. O INDEXADOR É UM MEDIADOR As metodologias descritas por Lancaster podem ser consideradas uma arte, afinal fica explicito o quanto o indexador precisar tomar cuidado para impor limites da sua influência sobre o resumo e a indexação. A cognição e as escolhas culturais realizadas neste momento muito tem a ver com as quais um arquiteto de informação realiza em seu dia a dia. Lancaster O indexador A habilidade de olhar de fora para realizar um resumo . representativo é a mesma habilidade requerida pelo Arquiteto de Informação ao elaborar a estratégia de conteúdo e a organização da informação em sitemaps por exemplo. As preocupações acerca de sistemas capazes de recuperar e filtrar conteúdos também fazem parte do universo da AI. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 65
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    Os estudos deuso e usuários são anteriores à Arquitetura de Informação. Eles sempre foram feitos na Biblioteconomia em diferentes níveis e grau de profundidade. Há várias abordagens na Biblioteconomia para os mais diversos tipos de estudos. Le Coadic Estudos de uso e usuários “Usar informação é trabalhar com a matéria da . informação para obter um efeito que satisfaça a uma necessidade de informação. O objetivo final de um produto de informação, de um sistema de informação deve ser analisado em termos dos usos da informação e dos efeitos resultantes desses usos nas ações dos usuários. O papel mais importante do sistema consiste na forma como a informação transforma a realização dessas ações (Le Coadic, 1996, p. 39). (Re)visitando os estudos de usuário: entre a “tradição” e o “alternativo”. The user studies revisited: between the tradition and the Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal alternative por Luciana Ferreira da Costa e Alan Curcino Pedreira da Silva e Francisca Arruda Ramalho; http://www.dgz.org.br/ago09/Art_03.htm 66
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    CONCLUSÃO “necessidades e usossão interdependentes, se influenciam reciprocamente de uma maneira complexa que determinará o comportamento do usuário e suas práticas” LE COADIC Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 67
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    Obrigada ;) Let´s rock,biblios @paulinhah paulazevedomacedo@gmail.com http://www.slideshare.net/PaulaMacedo br.linkedin.com/in/paulamacedo/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 68