O documento discute os riscos à saúde humana dos agrotóxicos encontrados em alimentos no Brasil. Aponta que 28% das amostras analisadas em 2010 apresentaram resíduos acima dos limites permitidos ou de produtos proibidos, com taxas superiores a 90% em pimentão e morango. Também critica a legislação brasileira sobre agrotóxicos por considerar critérios de toxicidade insuficientes e permitir substâncias proibidas em outros países. Defende a agroecologia como alternativa mais saudável.